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domingo, 10 de junho de 2012

Quatro diplomas em quatro anos

Bel Pesce, que tem 24 anos e quatro diplomas do MIT, acaba de lançar o livro “A menina do Vale”, onde dá conselhos para jovens empreendedores do Brasil.
A brasileira Isabel Pesce andava todos os dias pelos corredores da sede da Microsoft, em Redmond (EUA), onde trabalhava com pesquisadores do Office Labs. Ela havia sido selecionada para estagiar na empresa durante o verão, no período de férias do Massachussets Institute of Technology (MIT), uma das instituições de pesquisa mais importantes do mundo. Era tudo o que uma jovem estudante de Ciências da Computação poderia querer, mas, de alguma forma, Bel queria outra coisa. “Eu olhava para aquilo tudo e pensava em como Bill Gates se sentia. Ele começou em uma garagem e construiu um império”, diz Bel.

Bel Pesce
Com sonho de empreender, Bel Pesce trocou carreira em gigantes da tecnologia para investir no aplicativo Lemon
O sonho de Bel, como de muitos empreendedores da área de tecnologia, é o de criar o próximo aplicativo ou plataforma de sucesso. Hoje, dois anos após sair da Microsoft, Bel dá os primeiros passos nessa direção: em outubro de 2011, ela propôs sociedade ao argentino Wences Cesares, criador do aplicativo Lemon, que permite fotografar recibos de compras e armazená-los na nuvem. “Meu coração dizia que eu precisava ajudar a construir uma empresa ‘do zero’. É uma ambição altíssima, mas estou aprendendo muito”, disse Bel.

O Lemon, que é mantido por uma startup composta de apenas 20 pessoas no Vale do Silício (EUA), funciona no iPhone e em aparelhos com o sistema operacional Android e já tem mais de 1 milhão de usuários em todo o mundo. Bel cuida das parcerias com outros serviços, como redes sociais, uma experiência que não teve ao trabalhar na Microsoft e no Google. “O trabalho nas empresas era muito técnico. Eu queria muito aprender mais sobre como fazer negócios”, diz Bel, que pretende voltar ao Brasil no futuro, para investir em startups.

Como tudo começou

Nascida em uma família de classe média, em São Paulo (capital), Bel sempre teve aptidão natural pela matemática. “O dono da banca de jornais me perguntava quantos pacotes de figurinhas eu podia comprar com o dinheiro que meu pai dava. Eu sempre acertava e ganhava mais figurinhas de graça”, conta Bel. O interesse pelos computadores também começou cedo, aos 11 anos, quando ela desmontava as máquinas da família e montava de novo, só para ver como funcionavam.

Na época do vestibular, Bel escolheu o curso de Ciências da Computação e se inscreveu em diversas faculdades, quando descobriu que o MIT aceitava candidatos estrangeiros. Contudo, o programa era concorrido: o candidato precisava começar a se preparar meses antes para dar tempo de cumprir com as exigências, mas ela só tinha algumas semanas. Para participar do processo, Bel apareceu de surpresa na casa de um dos avaliadores do MIT em São Paulo para conseguir uma recomendação e teve que torcer para sobrar uma cópia do teste no dia do vestibular do MIT – o número de provas que chega ao Brasil é contado. Felizmente, um candidato faltou. “Eu tinha certeza de que não passaria e quando vi o resultado, só consegui gritar e chamar minha mãe”, diz Bel.

Bel ganhou uma bolsa de estudos parcial e, antes de se mudar para os EUA, precisava guardar dinheiro para “bancar o primeiro semestre de aulas”. “Eu pedi um emprego para os diretores da escola onde eu estudava para fazer um ‘pé de meia’ e eles me ajudaram”, diz Bel. Ela chegou aos EUA em agosto de 2006: para conseguir manter o sonho, já começou a trabalhar no próprio MIT nas horas livres para arrecadar fundos. O tempo livre era escasso, já que Bel passou a estudar cada vez mais: enquanto a maior parte dos estudantes cursava quatro disciplinas, ela chegou a cursar 13.

Vida dupla

O esforço valeu a pena e Bel conseguiu quatro diplomas do MIT, os dois principais em Ciências da Computação e Administração e outros dois, em Economia e Matemática. Ainda na faculdade, ela conseguiu o estágio de verão na Microsoft, onde conseguiu participar da criação de um sistema que reconhece gestos e cores exibidas em frente a uma câmera conectada ao computador.

Bel Pesce em frente ao MIT
Bel Pesce, em frente ao MIT: quatro diplomas
em quatro anos
Ao voltar para o MIT, Bel se inscreveu num programa de mestrado no Google e se mudou para Palo Alto, no Vale do Silício. Nesta época, ela também recebeu uma oferta para trabalhar na Microsoft, mas a vontade de empreender aumentava a cada dia. “Eu vivia uma vida dupla: trabalhava e estudava e, no meu tempo livre, passava muito tempo programando e participando de eventos de empreendedorismo.”

Quatro meses depois, Bel trancou o mestrado e deixou o Google. Ela terminou a graduação no MIT e começou a trabalhar na Oyalla, uma empresa que oferece plataformas de vídeo para empresas. “Eu estava acabando de me formar e pude liderar um time pequeno de engenheiros”, diz ela. Nos últimos dois anos, a Oyalla, empresa fundada por dois ex-funcionários do Google, recebeu cerca de US$ 5 milhões em investimentos e contratou mais de 200 pessoas. A carreira ia bem, mas o sonho de empreender “era maior”. Foi quando Bel conheceu o criador do Lemon e seu rumo mudou outra vez.

Aprendizados no papel

Com tantas experiências em apenas seis anos, Bel passou a receber e-mails e ligações constantes de outros brasileiros. Amigos, empreendedores locais e candidatos às bolsas de estudo do MIT pediam conselhos e dicas para ela sobre a vida no Vale do Silício. “Em vez de dedicar 15 minutos para responder a cada pessoa, resolvi anotar minhas ideias. De repente, já tinha escrito 18 capítulos”, diz Bel. A ideia inicial era publicar os textos em seu blog, mas, com a ajuda de amigos brasileiros, ela criou o livro digital (e-book) “A menina do Vale”.

O livro, disponível no site oficial de Bel, já chegou a 100 mil downloads em nos primeiros sete dias. “A principal lição que tento passar no meu livro é que as pessoas devem acreditar nos seus sonhos, mesmo que a probabilidade de dar certo seja mínima”, diz Bel. Nos capítulos do livro, Bel dá conselhos como “Não se preocupe com a sua idade”, “Acostume-se a aprender com os seus erros”, mas também dicas práticas, como os elementos de um plano de negócios e como fazer networking. O e-book é gratuito.

“Todo mundo quer ter retorno financeiro, mas dinheiro nunca foi meu foco”, diz Bel. Entre os sonhos para o futuro, Bel quer ajudar a desenvolver novas funções para o Lemon. “Acho que se você consegue criar um produto que toque a vida das pessoas de forma positiva, ser bem sucedido é consequência.” Mas trabalhar não é o único sonho da “menina do Vale”. Apesar de ter pouco tempo para curtir os amigos e visitar a família no Brasil, ela diz ter planos de se casar e ter filhos no futuro. “Ser mãe é ser empreendedora.”

Fonte: IG Tecnologia

quarta-feira, 6 de junho de 2012

All-in-One que vira tablet gigante

Tags: All-in-One, gadgets, Asus,
Agora a nova sensação do mercado são os All-in-One, que seria um todos em um. Em sua apresentação na Computex 2012, que acontece em Taipei, Taiwan, a Asus apresentou o Transformer AiO. Trata-se de um PC All-in-One com uma tela de 18,4 polegadas que conta com bateria interna e pode ser destacada da base para ser usada como se fosse um enorme tablet. Além disto ele ainda é um computador híbrido que roda dois sistemas operacionais, Windows 8 e Android, este último disponível como opção no modo tablet, acessível com o simples toque de um botão, o que pode ser muito útil em determinadas situações.

Transformer AiO
Transformer AiO em seu modo All-in-One
A tela do Transformer AiO tem iluminação LED e reconhece até 10 toques ao mesmo tempo. Ao ser removida, você pode continuar usando o computador com o Windows 8 como se fosse um monitor sem fio via Wi-Fi, ou então entrar no modo Android para acessar jogos e aplicativos.

Transformer AiO no modo tablet
Transformer AiO no modo tablet
Em termos de qualidade de áudio, o Transformer AiO tem tecnologia Asus SonicMaster para maior fidelidade de graves em suas caixas de som internas. Imagine levar o AiO para a cama na hora de ver um filme ao invés de um tablet? Nas palavras de Jonney Shih, chairman da Asus: “Quando as possibilidades são infinitas, a diversão também é infinita”.

Fonte: TechTudo

terça-feira, 5 de junho de 2012

Acer aposta no Windows 8

Tags: Gadgets, novidades, tecnologia.
A Acer abriu a Computex 2012 mostrando suas primeiras máquinas com Windows 8. Tablets, ultrabooks e all-in-ones, todos com tela sensível ao toque, estão na lista de lançamentos da fabricante asiática para o segundo semestre. Entretanto, a Acer não divulgou muitas informações técnicas nem preço. Os dois tablets Iconia W510 (que abre este post) e o Iconia W700 rodam Windows 8 nativos (a Acer não disse se é Win8 x86 ou Windows RT para processadores ARM). O primeiro traz uma tela de 10,1 polegadas com um modo triplo de toque, com duração estimada de bateria em 18 horas quando conectado ao dock com teclado destacável.

Já o Iconia W700 (abaixo) traz uma tela grande de 11,6 polegadas full HD (1080p) e terá um dock que expande bateria e armazenamento – além de três portas USB 3.0 (!)

Iconia W700

Nos desktops tudo-em-um, são dois modelos também: o Aspire 7600U (tela de 27″ full HD e som Dolby Surround), com ângulo de inclinação de 0 a 90 graus e que pode ser usado de pé, na vertical (como na foto abaixo);

Aspire 7600U

e o Aspire 5600U, com tela de 23″ e inclinação de 30 a 85 graus, para facilitar o uso do toque.

Aspire 5600U

Finalmente, no mundo dos ultrabooks, a linha Aspire S7 Ultrabook (abaixo) é construída em corpo único de alumínio (como os MacBooks da Apple) com apenas 12 mm de espessura (com processador Intel, claro) e terá versões de 13″ (tela Full HD com vidro temperado) e de 11″ (também full HD), ambas com a tela sensível ao toque (uia) e teclado retroiluminado. A Acer diz que desenvolveu um sistema novo de refrigeração para as máquinas, chamado Twin Air Cooling System.

Aspire S7 Ultrabook

Mais fotos dos produtos:

Iconia W700
Iconia W700

Iconia W510
Iconia W510





Ultrabooks Aspire S7 de 11″
Ultrabooks Aspire S7 de 11″



Ultrabooks Aspire S7 de 13″
Ultrabooks Aspire S7 de 13″




Fonte: ZTOP

segunda-feira, 4 de junho de 2012

A evolução dos ultrabooks

Categoria de portáteis ainda vai trazer grandes inovações
Com a chegada de novos modelos ao mercado nacional, os consumidores brasileiros ganharam mais opções nas prateleiras na hora de escolher um ultrabook. A expectativa é de que até o final do ano, 20 modelos estejam disponíveis nas principais redes varejistas. No total, 11 marcas de ultrabooks já estão oficialmente no Brasil. Destas, oito terão produção local de máquinas da nova categoria de portáteis. Isso deve acelerar ainda mais a adoção da nova categoria pelos brasileiros, já que todos esperam que os preços caiam.

Hoje, a demanda pela novidade é maior do que se esperava. E, ao que tudo indica, a experiência inédita proporcionada pelos ultrabooks está em total sintonia com as expectativas dos consumidores.

Além da performance sem precedentes e o design super fino e leve, as duas principais tecnologias de segurança presentes nos ultrabooks também já estão disponíveis no Brasil. Com a tecnologia “Antirroubo”, com um rápido acesso remoto via web, o usuário que tiver sua máquina roubada ou perdida pode bloquear o equipamento tornando-o totalmente inutilizável.

Os proprietários de ultrabooks estarão mais seguros na hora de efetuar uma transação bancária ou qualquer compra na internet. Trata-se de uma nova camada de segurança que indexa um dispositivo a uma conta online; diminuindo assim a possibilidade de terceiros acessarem informações da conta em uma máquina não autorizada.

E as inovações dos ultrabooks estão apenas no começo. E você, já teve a oportunidade de experimentar um ultrabook?  Compartilhe suas opiniões sobre a nova categoria de computadores com a galera nos comentários.


Fonte: Olhar Digital

quinta-feira, 31 de maio de 2012

Como escolher um serviço de banda larga

Qual é a melhor banda larga?
Como já coloquei em outra postagem, eu tenho Net Combo. Com uma profusão de ofertas e novas empresas chegando ao mercado de banda larga fixa, os consumidores ganharam mais opções e descontos na hora de contratar planos de internet para uso em casa.  Para saber o que você deve levar em consideração ao contratar o serviço, a seguir algumas dicas básicas e se a compra de “combos” (oferta que combina internet a outros serviços de telecomunicações) é vantajosa:

Primeiro passo: escolha a velocidade
Um mega, dois mega, dez mega. Você ouve na propaganda, mas não faz ideia do que são esses tais “megas”? A nomenclatura é usada de forma abreviada nos anúncios comerciais, mas se refere à medida de velocidade expressa em megabits por segundo (Mbps) oferecida para download no serviço de internet banda larga, seja ela fixa (via cabo) ou móvel (pela rede 3G). Entenda como uma determinada quantidade de dados digitais que trafega na rede em um certo tempo. Quanto maior ela for, mais rápida é a conexão – mais dados trafegam em um tempo menor.

Algumas empresas de internet móvel, no entanto, podem usar a quantidade de dados máxima que pode ser utilizada como referência no nome dos planos e escrevem 10 MB (Megabyte), unidade tamanho e não velocidade dos dados.

A velocidade mínima oferecida atualmente pela maioria das operadoras é a de 1 Mbps. Apesar de baixa, é indicada para quem usa pouco (mas usa) a internet, como para visualização de e-mails e navegação em sites. Se o usuário pretende assistir a vídeos e baixar arquivos grandes, deve considerar velocidade acima de 1 Mbps. Quanto maior a velocidade, mais caro será o serviço.

Segundo passo: escolha a tecnologia
Velocidade entre 1 Mbps e 2 Mbps: Se o seu uso da internet será esporádico e para realização de tarefas simples (como ler e-mails, acessar páginas web, redes sociais e programas de mensagens instatâneas), pode considerar a contratação de um plano de internet móvel para sua residência. No entanto, é preciso ficar atento para a cobertura da rede na região onde você mora. Se tem amigos que usam a rede 3G no smartphone, peça para fazer um teste em sua casa e verifique a intensidade do sinal antes de comprar o serviço. Evite cair no “conto” da internet móvel.

Caso opte pela internet móvel, fique atento à limitação de dados trafegados impostas em alguns planos oferecidos. Quando o consumidor consome o máximo de dados da franquia, tem a velocidade da internet 3G reduzida. Ou, em outros casos, é cobrado pelo excedente consumido – e a conta no final do mês pode vir bem alta.

Velocidade acima de 2 Mbps: A banda larga fixa é indicada para quem pretende aproveitar todos os recursos possíveis da internet, como fazer o download de arquivos pesados, assistir a vídeos, fazer chamadas pela internet com vídeo, jogar online, entre outras tarefas que exigem um conexão rápida. Quanto mais tarefas, mais veloz terá de ser sua conexão – em média, a oferta de internet ultrarrápida fica entre 10 e 20 Mbps.

Ao contratar o serviço, você pode ter de adquirir um modem de internet (algumas operadoras oferecem o aparelho gratuitamente), então é importante considerar mais esse gasto na contratação do serviço. Também é necessário contratar um provedor de acesso, segundo a norma 004/95 do Ministério das Comunicações, que ainda estuda alterar essa regra. Em geral, no site das operadoras há uma lista de empresas que prestam esse serviço.

Terceiro passo: compre o serviço isolado ou combo
A oferta de serviços combinados não é novidade: planos de internet fixa quase sempre são vendidos com descontos caso o cliente também contrate uma linha de telefone fixa. Mas é cada vez maior a oferta de combos mais “recheados”, que oferecem, além dos dois serviços anteriores, TV por assinatura, internet móvel e celular.

Fátima Lemos, assistente técnica do Procon-SP, alerta que os consumidores devem tomar cuidado com os combos. “A pessoa precisa verificar todos os serviços que estão sendo oferecidos no pacote e avaliar se cada um deles atende a sua necessidade", explica.

Seus direitos (e deveres)
A Anatel (Agência Nacional de Telecomunicações) estabeleceu em outubro de 2011 que prestadoras com mais de 50 mil acessos devem cumprir metas de qualidade na entrega do serviço de internet fixa. Depois do período de adaptação, essas regras passam a valer em novembro deste ano.

Com as regras, a “garantia de no mínimo de 10% da velocidade contratada”, presente em contratos, fica totalmente descartada. Será medida a velocidade instantânea, que não pode ser menor que 20% da velocidade máxima contratada. Essa meta aumenta gradualmente para 30% (em 2013) e 40% (a partir de 2014). Já a velocidade média deverá ser de 60% a partir de novembro, 70% (2013) e 80% (a partir de 2014).

Essas operadoras devem ainda manter em seus sites softwares gratuitos que possibilitem ao consumidor medir a velocidade de internet fixa utilizada.

Fátima Lemos, do Procon-SP, lembra ainda que os contratos firmados com a operadora não podem ter cláusula de fidelidade ou multa. “O consumidor tem direito a navegar na internet na velocidade ofertada e, em caso de descumprimento, deve reclamar junto à empresa. Se optar por cancelar o serviço, a empresa deve cumprir isso em até 24 horas feito o pedido”, completa.

No caso de compra de serviços em “combo”, Fátima explica que o consumidor deve ler atentamente o contrato e verificar as regras estabelecidas pela empresa para a oferta, para “não ter surpresas” ao cancelar um serviço dentro do pacote. “A empresa deve fazer o abatimento proporcional no preço total”, diz.

Febre dos combos
A profusão de ofertas de pacotes de serviços por um número maior de operadoras deve aumentar ainda mais. Em março deste ano, a Anatel (Agência Nacional de Telecomunicações) aprovou o regulamento da nova lei da TV por assinatura, que abriu o mercado para a atuação de empresas estrangeiras. Com isso, algumas operadoras de telefonia passaram a poder oferecer esse serviço.

"Antes, só quem tinha televisão por assinatura era a NET. Agora todas elas passaram a ter opções para vender o serviço com a nova lei”, explica Eduardo Tude, presidente da consultoria Teleco.

Atualmente, Claro/NET/Embratel, GVT e Vivo possuem esse tipo de “combo” mais completo, mas é preciso ficar atento se há oferta na localidade onde você reside. A Oi oferta 100% de desconto na taxa de adesão na TV por assinatura para quem já é cliente de telefonia fixa, mas ainda não tem pacotes combinando vários serviços. A TIM ainda deve lançar seu serviço de fibra óptica neste ano e, recentemente, anunciou uma parceria com a Sky, mas as empresas ainda não ofertam pacotes em conjunto.

A expectativa é que consumidores da “nova classe média” se beneficiem com essas ofertas combinadas. “Há um crescimento de renda forte e um grande número de consumidores ganhando poder de compra. São pessoas que pensam em contratar internet porque é importante para a educação dos filhos e buscam também mais entretenimento”, explica Márcio Carvalho, diretor de produtos e serviços da NET. A empresa, uma das pioneiras na venda dos “combos”, tem um pacote de R$ 49,90 que tem como foco esse público.

Concorrente da NET no Estado de São Paulo, a Vivo aposta nos descontos na banda larga móvel para fidelizar clientes, frente a tantas ofertas combinadas que “pipocam” no mercado, que ganham desconto de 50% no 3G ao contratarem internet fixa da empresa.

Apesar de preços e combos serem importantes, diz Márcio Fabbris, diretor de marketing de serviços residenciais, eles não são suficientes para “segurar” clientes. “Combos são importantes, mas ainda acreditamos na qualidade. Nosso cliente vai escolher cada produto independente do preço, mas sim porque a rede celular é boa, a cobertura 3G funciona em todo o Brasil, o telefone fixo funciona mesmo quando não há energia elétrica”, define Márcio Fabbris, diretor de marketing de serviços residenciais.

Apesar da conta final na contratação do pacote ser mais barata em relação à contratação de todos os serviços separadamente, o consumidor, prossegue Fátima, pode acabar pagando uma conta mais alta por serviços desinteressantes. “A internet em geral é o chamariz do combo, mas pode ser que o plano de telefone fixo ou TV por assinatura não corresponda ao perfil do consumidor”, diz.

Eduardo Tude, presidente da consultoria Teleco, aconselha o consumidor a pôr na ponta do lápis os preços. “Quem quer comprar um pacote precisa fazer a conta de quanto custaria, independente, cada serviço oferecido.”

Vale lembrar que a venda casada é proibida: o consumidor tem o direito de comprar os serviços separadamente, com preços justos (o valor cobrado por unidade não deve ser maior que o do pacote).

Na dúvida, se você está satisfeito com seu fornecedor de celular, telefonia fixa ou TV por assinatura, mantenha os serviços e contrate a internet banda larga separadamente. Leve os combos em consideração quando já não estiver contente com a qualidade do serviço prestado -- e não apenas com o preço cobrado. Afinal, promoções vêm e vão.

Fonte: UOL Tecnologia

terça-feira, 29 de maio de 2012

Smartphone com medidor de radioatividade

Os japonês acresentaram mais uma utilidade para o smartphone. A operadora japonesa de telefonia móvel Softbank apresentou nesta terça-feira (29/02/2012) um smartphone que pode medir a radioatividade no ar, em resposta à crescente preocupação dos consumidores japoneses sobre os níveis de radiação após o desastre nuclear ocorrido no ano passado na central de Fukushima. O último modelo da série Pantone da empresa conta com um sensor que permite aos usuários, simplesmente apertando um botão, saber o nível de radiação ao qual estão expostos.

O telefone, que será vendido a partir de julho, também pode manter um registro da exposição em cada local onde o aparelho esteve, disse a Softbank em um comunicado, assegurando que pode detectar raios gama em um espectro de 0.05-9.99 microsieverts por hora.

A principal operadora do Japão, NTT DoCoMo, mostrou no último ano, durante evento de tecnologia, um smartphone com um "forro" que media os níveis de radiação. Na época, a DoCoMo disse que ainda não sabia quando ele seria lançado comercialmente.

Muita gente está preocupada no Japão com os níveis de radiação após o terremoto de 9 graus e o tsunami de março de 2011, que provocaram a pior crise nuclear dos últimos anos na central nuclear de Fukushima.

Fonte: Terra Tecnologia

segunda-feira, 21 de maio de 2012

Kindle em versão colorida

Colorful Kindle.
Ótima notícia para os fãs de leitura e de livros eletrônicos. A Amazon planeja apresentar no segundo semestre de 2012 uma nova versão do seu bem sucedido leitor de livros eletrônicos Kindle. A principal novidade do novo modelo seria a presença de uma tela e-ink colorida, no lugar das telas em preto e branco. Mas, por enquanto, a novidade é apenas um rumor. A Amazon tenta reduzir a distância técnica que existe entre os e-readers e os tablets, e por isso seu próximo lançamento deverá trazer uma experiência de uso parecida com a de seu bem sucedido Kindle Fire.

Outra aposta da Amazon é no aumento da produção de e-books e outros materiais literários em cores, investindo em uma experiência de leitura mais amigável e prazerosa - uma lição que a empresa aprendeu com as vendas do Kindle Fire.

Jeff Bezos
Jeff Bezos prepara outra carta na manga: o e-reader
Kindle com tela colorida
No passado, o CEO da empresa, Jeff Bezos, chegou a falar sobre as possibilidades de lançamento de um leitor eletrônico com tela colorida, mas por diversas vezes ele afirmou que a tecnologia da época não estava pronta para produção em massa. Agora, fontes próximas afirmam que, no entendimento da empresa, o desenvolvimento da tecnologia eInk alcançou os níveis necessários para a produção de um produto com uma tela colorida.

Por fim, a fonte afirma que o lançamento dos clássicos Kindle com telas coloridas chegarão ao mercado na segunda metade de 2012. Essa tela colorida pode ser multitoque e capacitiva, e as primeiras peças para fabricação devem ser enviadas para as fábricas montadoras ainda nesse mês de maio.

Fonte: TechTudo

Notebooks com o Windows 8

Como serão os notebooks com o Windows 8?
Com o advento do Windows 8 os portáteis sofreram grandes mudanças. Notebooks equipados com telas sensíveis ao toque não são novidade, mas a interface “Metro” do Windows 8 pode desencadear uma nova onda de máquinas equipadas com este recurso. E para tornar mais fácil tocar e deslizar os dedos sobre a tela de Ultrabooks finíssimos, os fabricantes irão abandonar o tradicional formato “concha” e produzir modelos com designs mais incomuns.

Embora seja possível simplesmente adicionar uma tela sensível ao toque a um notebook sem abandonar o formato tradicional, isto pode trazer alguns problemas, especialmente para os novos portáteis ultrafinos conhecidos como Ultrabooks.

Ao tentar interagir com a fina tela sensível ao toque em uma destas máquinas você pode acabar empurrando-a para trás. E os fabricantes não podem simplesmente tornar a dobradiça mais rígida, já que isso poderia fazer a base do notebook se levantar da mesa quando você empurra a tela. Fora esse probleminha de física, esticar o braço para tocar a tela por um longo período de tempo não é ideal do ponto de vista da usabilidade e ergonomia.

Felizmente, já vimos muitos designs inovadores de notebooks que podem ser adaptados com sucesso ao Windows 8. Estes são alguns exemplos de projetos já existentes que dão um gostinho do que poderemos encontrar nas máquinas feitas sob medida para o novo sistema da Microsoft, que devem começar a chegar às lojas ainda neste ano.

O “conversível”.
Tablet PCs conversíveis como o Fujitsu Lifebook T580 (na foto abaixo) tem uma tela pode girar em 180 graus e deitar sobre o teclado, transformando-os em um tablet. Tais máquinas surgiram há mais de uma década, mas nunca fizeram muito sucesso fora de nichos como empresas e o mercado educacional, devido ao seu tamanho e custo.

Fujitsu Lifebook T580
Fujitsu Lifebook T580: um Tablet PC conversível
Mas PCs conversíveis com o Windows 8 provavelmente serão não só muito mais finos e leves, como também mais baratos que os modelos anteriores, abandonando tecnologias como drives ópticos e caras telas otimizadas para interação com uma caneta. Ultrabooks finos com telas móveis podem tirar proveito da interface Metro do Windows 8 quando no modo “tablet”, e na hora do trabalho voltar ao modo “notebook” com acesso completo ao teclado e trackpad.

O “dobrável”
O Lenovo IdeaPad Yoga, que foi apresentado durante a CES 2012 em janeiro deste ano, apresenta uma outra possível solução. Veja o vídeo abaixo:



Este Ultrabook tem apenas 1,7 cm de espessura e uma tela que pode se dobrar em 360 graus. Quando colocado sobre a mesa, como uma tenda, o Yoga deixa a tela em um ângulo ideal para visualização e interação. A máquina também pode ser usada em outras posições, como um “modo tablet” com a tela atrás do teclado.

Lenovo IdeaPad Yoga
Lenovo IdeaPad Yoga: modo "tenda" facilita o uso da tela de toque 
Este é um conceito mais novo que os notebooks “conversíveis”, e ainda teremos de esperar para ver o quão bem ele se sai na prática: o IdeaPad Yoga só deve chegar às lojas, nos EUA, a partir da segunda metade de 2012.

Telas deslizantes
Os notebooks também podem se inspirar nos smartphones, com teclados que deslizam de trás da tela. o Samsung TX100, que foi anunciado durante a CES 2011, é um exemplo. Fino como um MacBook Air, este portátil tem um teclado retrátil como em aparelhos como o Motorola Droid. Na época do anúncio esperava-se que o aparelho chegasse às lojas, inicialmente na Europa, no segundo semestre de 2011, mas isso nunca ocorreu.

Samsung TX100
Samsung TX100: teclado desliza como em um smartphone
Outro exemplo de um teclado deslizante é o Eee Pad Slider, da ASUS, embora ele seja um tablet Android, e não um notebook. Em nossos testes constatamos que o design é bastante eficaz, um com uma tela inclinada no ângulo certo e resistência suficiente aos toques.

Docking Station
Talvez a opção mais versátil, bem como a mais simples e barata do ponto de vista da engenharia, seja o uso de uma “docking station”: uma base à qual o tablet é acoplado, se transformando em uma espécie de “notebook híbrido”.

Tablets Android, como o ASUS Eee Pad Transformer e o Lenovo ThinkPad Tablet, são os pioneiros neste conceito, embora seja possível encontrar tablets Windows com especificações similares às de um notebook que adotaram a mesma ideia.

Samsung Series 7
Samsung Series 7: docking station traz portas extras
Um exemplo é o Samsung Series 7 tablet, que tem o mesmo hardware dos notebooks Samsung Series 7, mas em um formato “tablet” fino e leve. A máquina tem um processador Intel Core i3 ou i5 (dependendo da configuração), disco de estado sólido e 4 GB de RAM.

Quando conectado à base o tablet ganha portas extras para conexão a periféricos, e é possível usar um teclado e mouse sem fios para interagir com a máquina. Uma versão baseada no Windows 8 está em desenvolvimento.

Fabricantes de notebooks com o Windows 8 podem seguir este caminho, criando tablets tão poderosos quanto notebooks e oferecendo bases com teclados opcionais. Afinal de contas, a Microsoft quer que o Windows 8 seja um sistema operacional “onipresente”, que possa ser usado em todos os dispositivos, sejam eles tablets, notebooks, smartphones, desktops...

Fonte: PC World

sexta-feira, 11 de maio de 2012

Como escolher um HD interno

O que se deve legar em conta na hora de comprar um HD interno.
O disco rígido é o único componente da informática que evolui em ritmo desacelerado. O HD tem algumas limitações de velocidade, as quais geralmente estão ligadas aos componentes mecânicos incapazes de acelerar a leitura e gravação de dados. E ainda há outro aborrecimento: com o tempo, o disco rígido pode apresentar problemas ou não oferecer espaço suficiente para seus dados. Se este for o caso, a aquisição de um novo componente pode ser interessante. Contudo, a compra de um HD deve ser planejada, pois cada mínimo detalhe faz diferença na hora de executar softwares robustos. Fique atento aos seguintes fatores:

- Memória cache: opte por um modelo com 32 ou 64 MB;
- Rotações por minuto: discos de 7.200 RPM são mais rápidos;
- Tempo médio de acesso: escolha um HD com o menor valor possível;
- Tecnologia: prefira um componente com recursos mais avançados e pesquise para se informar sobre o que cada fabricante oferece;
- Interface: busque um disco com o padrão mais atualizado (hoje, é o SATA III);
- Espaço de armazenamento: adquira um produto com o maior tamanho possível, pois a tendência é aumentar cada vez mais o tamanho dos arquivos e programas.

Claro, todas essas dicas podem resultar em pequenas melhorias, porém não podemos garantir que seu computador vai ficar muito mais veloz, porque os discos rígidos já não são mais tão rápidos. Parece que a evolução para o SSD será inevitável, ao menos no que diz respeito à velocidade.

Fonte: Tecmundo

quinta-feira, 10 de maio de 2012

Banda larga para todo o Brasil

Sete perguntas e respostas sobre o satélite que promete levar banda larga a todo o Brasil.
O ministro da Ciência e Tecnologia, Marco Antônio Raupp, anunciou em março que o Brasil terá um satélite para levar Internet a todos os municípios do país – tanto banda larga fixa como 3G. Mas os detalhes do satélite e do projeto eram escassos até então. Abaixo sete perguntas e respostas dadas Himilcon de Castro Carvalho, da Agência Espacial Brasileira; e Marcos Castello Branco, do CPqD, sobre o satélite da banda larga.

1) O que o novo satélite geoestacionário vai fazer?
Himilcon explica que o satélite tem dois objetivos: “comunicações estratégicas de governo e de defesa” em banda X, e internet para o Plano Nacional de Banda Larga, coordenado pela Telebras, em banda Ka.

Castello revela que na primeira etapa de discussão e especificações, ainda no governo Lula, “o satélite brasileiro teria uma grande variedade de aplicações – desde meteorologia, controle aeronáutico, segurança pública e aplicações estratégicas e militares de governo”. O foco do satélite agora ficou mais restrito, no entanto: “na abordagem atual, conduzida no governo Dilma, o satélite tem apenas dois focos principais anunciados – o acesso à banda larga e as aplicações militares”, diz Castello.

2) Quem é responsável pelo satélite?
Quanto ao planejamento do satélite, Himilcon cita uma série de organizações envolvidas, todas brasileiras: “a Telebras, responsável pela coordenação geral do projeto; os ministérios das Comunicações, da Defesa e da Ciência e Tecnologia; a Agência Espacial Brasileira; e o Inpe (Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais)”.

E quem vai construir o satélite? Segundo Himilcon, isto está “a cargo de uma sociedade formada entre a Telebras (49%) e a Embraer (51%)”. Ela será encarregada de escolher e contratar fornecedores, provavelmente no exterior, para o primeiro satélite e sistemas de solo. Ela também vai contratar os serviços de lançamento do satélite ao espaço. Segundo Himilcon, o satélite está orçado em R$716 milhões.

O ministro Raupp, quando do anúncio do satélite, disse que seria feito “um concurso internacional” que daria a chance de uma cooperação tecnológica entre o Brasil e outros países. Mas a ideia é reduzir a dependência de empresas estrangeiras no futuro: segundo Himilcon, a sociedade Telebras-Embraer “irá se capacitar e absorver tecnologias e conhecimentos… de forma que os próximos satélites com essa finalidade tenham maior conteúdo nacional”. Aprender com empresas estrangeiras é uma estratégia que funcionou bem para a China, e já vimos isso antes no Brasil: a Foxconn se instalaria no Brasil em troca de conhecimento e know-how vindos de fora.

E sim, Himilcon disse “próximos satélites” – aparentemente esse será o primeiro de vários satélites para banda larga. O primeiro satélite, quando em órbita, será operado pela Telebras e pelo Ministério da Defesa.

Antenas de satélite

3) Como será distribuída a internet banda larga através do satélite?
Você já deve conhecer a internet via satélite, na qual é preciso instalar um receptor no local para ter acesso à rede. Pois bem, o projeto do governo NÃO é esse: não se trata de fornecer internet via satélite direto aos consumidores. Quem recebe o sinal do satélite são os provedores, que então distribuem o sinal seja via rede terrestre, seja via 3G (ou, no futuro, 4G).

Himilcon deixa isso claro: “O satélite será acessado diretamente por provedores de serviço de internet (ISP) que, por sua vez, atenderão aos usuários individuais seguindo as diretrizes e custos estabelecidos pelo Plano Nacional de Banda Larga. A distribuição via 3G funciona via antenas no solo, que se comunicam diretamente com celulares ou modens.”

Também é assim que funciona o projeto do CPqD: segundo Castello, “no projeto de integração do CPqD, a tecnologia de transmissão… permite levar os sinais da estação central até o terminal do usuário – é equivalente a um terminal de acesso de banda larga terrestre”.

4) A internet via satélite é conhecida por velocidades baixas ou serviço intermitente. Com este novo satélite, como se pretende lidar com estes problemas?
Himilcon explica que o novo satélite terá uma faixa de frequência bem maior que o encontrado na internet via satélite comum. Segundo ele, a faixa maior de frequência “é um fator chave para a oferta de serviços de alta velocidade”.

A Banda Ka, a ser utilizada pelo novo satélite, terá largura alocada “de 2,5GHz no link de descida para o usuário (17,7 a 20,2GHz)”. Segundo Himilcon, os satélites que fornecem internet hoje usam a banda Ku, com largura “de somente 500MHz (11,7-12,2GHz) no link de descida”. Além disso, o satélite vai dividir a área de cobertura em feixes, “o que permite a reutilização de frequências” e uma velocidade maior, diz Himilcon.

Castello, do CPqD, explica que satélites podem trazer velocidades iguais às de sistemas terrestres de alta capacidade “ao empregar faixas de frequência mais altas, e feixes ‘spot’ com maior capacidade e potência de transmissão”. Ele lembra, no entanto, que há um “atraso inicial intrínseco”, devido à grande distância entre a Terra e o satélite no espaço.

Visão área do centro de lançamento de Alcântara/AEB

5) Quando o satélite será lançado ao espaço?
Himilcon diz que “o satélite deverá ser lançado no final de 2014″.

6) Como surgiu a ideia de usar um satélite para distribuir banda larga no país?
Himilcon explica que o satélite surgiu da necessidade de cobrir todo o território nacional com banda larga. Ele diz que seria impossível cobrir o país usando fibra ótica, “pelo menos nos próximos anos” – por isso o satélite.

Castello lembra que o projeto de integração satélite-terrestre faz parte de um projeto maior, proposto pelo CPqD e feito para o Ministério das Comunicações, chamado de RASFA (Redes de Acesso Sem Fio Avançadas). O projeto RASFA foi proposto pelo CPqD e aprovado pelo Funttel para execução entre 2010 e 2013.

7) Esta ideia já foi realizada em outros países?
Castello diz que a Austrália também planeja usar de satélites para levar banda larga a áreas remotas. A NBN Co. já oferece serviços de satélite, mas de forma limitada; a empresa planeja lançar dois satélites de banda Ka até 2015, por um custo aproximado de R$2 bilhões. Segundo Castello, na Austrália “o governo também está investindo diretamente nesse tipo de solução para prover acesso banda larga via satélite”.

E Himilcon cita diversas empresas que já trabalham com a internet via satélite que o governo visa estimular: Viasat e Hughes, dos EUA; e Eutelsat e Athena-Fidus, da Europa.

Fonte: Gizmodo Brasil

segunda-feira, 7 de maio de 2012

Tudo sobre o novo smartphone Samsung Galaxy S III

Galaxy S III com tela gigante e interação natural.
Esse veio para abafar, deixa a concorrência de cabelo em pé. Novo smartphone da Samsung chega para brigar sério com o iPhone 4S; o aparelho traz tela de 4,8", chip quad-core e com uma experiência de "interação natural", que detecta a face, os movimentos e a voz dos usuários. A versão da Samsung para o Siri, da Apple, é o S Voice, que ouve e responde a comandos de voz do usuário. Além disso, possui o recurso de reconhecimento facial Stay Smart reconhece como o usuário está usando telefone pela identificação dos olhos, e mantém a tela brilhante quando o usuário está lendo um livro navegando na internet.

Também ganhou recursos de reconhecimento de movimentos, caso o usuário esteja enviando uma mensagem a alguém mas, em vez disso, decida ligar para essa pessoa, basta levar o telefone ao ouvido para ligar para aquele número.

Mas você provavelmente tem algumas perguntas sobre esse novo smartphone Android. Confira abaixo as respostas:

O Galaxy S III pode realmente seguir todos os seus passos?

Na verdade, o Galaxy S III pode fazer coisas como prever quando você quer que a tela acorde ao usar a câmera frontal para monitorar seus olhos. Outro exemplo: se você está assistindo a um filme no seu telefone e acabar dormindo, a tela do aparelho vai se desligar.

O novo smartphone da Samsung também possui um recurso chamado S Voice, que é um sistema de reconhecimento de voz customizado. Ah, parece familiar? Assim como o Siri, da Apple, o S Voice conseguir reconhecer uma variedade de comandos. Por exemplo, você pode dizer “soneca” quando seu despertador tocar e conseguir mais um tempinho para dormir. Também é possível dizer “ligação direta” e ligar para alguém enquanto você está no meio de uma mensagem de texto. Outra possibilidade é controlar o volume da sua música, organizar seu calendário, e abrir a câmera por meio de comandos de voz.

No entanto, até agora nada foi falado sobre se o S Voice funciona com aplicativos de terceiros. De acordo com a Samsung, o sistema chega com suporte para oito idiomas, incluindo inglês britânico e americano – mas nada do nosso português por enquanto, apenas espanhol mediterrâneo e latino.

O aparelho possui chip quad-core?

A Samsung confirmou antes do anúncio do aparelho na última quinta, 3/5, que o S III terá o processador quad-core Exynos 4 Quad de 1.4GHz, da própria empresa. Mas estranhamente as especificações do chip não estavam no material para imprensa entregue no evento de lançamento.

Suspeitamos que o processador quad-core da empresa não é compatível com as redes LTE dos Estados Unidos. Se isso for verdade, poderemos ver um chip diferente nos Galaxy S III vendidos nos EUA. Procurada pela nossa reportagem, a Samsung não quis comentar o assunto.

A HTC fez um “truque” parecido com o seu smartphone One X. A versão global do aparelho roda o processador Nvidia Tegra 3, enquanto que nos EUA o telefone usa um chip dual-core Snapdragon S4, da Qualcomm.

Quando o S III será lançado?

De acordo com a Samsung, o aparelho chega a alguns países da Europa no final do mês e na América do Norte a partir de junho. Segundo a assessoria local da Samsung, o novo Galaxy S desembarca no Brasil no início de junho.

Como funciona o novo compartilhamento de apps?

A Samsung fez muito barulho sobre a facilidade de compartilhamento a partir do S III, mas pelo que vimos, parece que você só pode fazer o compartilhamento de um S III para outro. A Samsung melhorou o Android Beam, que permite que grandes arquivos sejam transferidos entre os telefones rapidamente. Agora chamado de S Beam, ele permite que você compartilhe músicas, fotos, e até 1GB de vídeos entre o seu Galaxy S III e o do seu amigo.

A fabricante também atualizou seu serviço DLNA para o compartilhamento de conteúdo do seu telefone para a sua TV. O AllShare Cast te permite conectar via wireless seu Galaxy S III a sua TV, tablete, ou PC, e compartilhar arquivos via Wi-Fi. No entanto, é preciso comprar o acessório All Cast Hub separadamente para usar esse recurso.

O que é uma tela HD Super AMOLED?

O Galaxy S III possui uma tela HD Super AMOLED de 4,8 polegadas e resolução de 1280x720 pixels. Essa é a mesma tecnologia que já vimos no Galaxy Nexus.

Já o Galaxy S II tem uma tela Super AMOLED Plus, que é na verdade baseada em uma estrutura de pixels PenTile, em que os pixels compartilham subpixels. Isso quer dizer que as telas HD Super AMOLED possuem uma menor densidade geral de subpixels, o que pode se traduzir em nitidez reduzida e pior precisão de cores.

No entanto, quando comparamos as telas do Galaxy Neus e do S II, não percebemos uma grande diferença na qualidade dos displays. A única diferença de qualidade que detectamos foi quanto a precisão de cores, especialmente com os brancos (eles pareceram ter um tom amarelado). Mas de qualquer maneira será preciso ver a tela do S III pessoalmente nos testes para ter certeza que ela sofre (ou não) do mesmo problema.

Um ponto legal é que apesar de o S III possuir uma tela maior do que seu antecessor (4,8”contra 4,3”/4,5”), ela não é muito maior. Há muito pouca borda em torno do telefone uma vez que a tela aproveita ao máximo a área do smartphone.

smartphone Samsung Galaxy S III

A duração de bateria vai realmente melhorar?

A duração de bateria é a ruína de todo usuário de tecnologia. E a Samsung alega que esse não será um problema com o S III, uma vez que o aparelho possui uma bateria maior de 2100mAh. Em comparação, o Galaxy S II traz uma bateria de 1560mAh, enquanto que o Galaxy Nexus tem uma de 1750mAh. O “vencedor” com a maior duração de bateria entre os smartphones é o Droid Razr Maxx, com uma bateria de 3300mAh.

No entanto, a câmera frontal “que tudo vê” do S III pode limitar essa duração de bateria. Será preciso esperar os testes para ver como o aparelho realmente vai se sair nesse quesito.

A câmera é boa?

Os aparelhos da linha Galaxy S sempre se saíram bem nos testes de câmera da PC World. Apesar de ainda não termos colocado nossas mãos no mais novo aparelho da família, podemos falar um pouco sobre os novos recursos nessa área.

De acordo com a Samsung, o Galaxy III terá zero atraso no obturador (zero shutter lag). A companhia também afirma que a câmera começará a funcionar em “menos de um segundo”. Outra novidade é que o aparelho terá um modo burst (estouro), um recurso que já foi visto nos smartphone One, da HTC.

A câmera do S III também terá um recurso chamado “Melhor Foto”, que vai selecionar automaticamente suas melhores fotos a partir de uma série de oito imagens feitas em sequência. Mas será que os usuários realmente querem que o telefone seja seu assistente de fotos?

E quais os acessórios do aparelho?

A Samsung anunciou um conjunto de acessórios, incluindo uma caneta stylus C Pen (que parece ser muito similar a S Pen do Galaxy Note), um AllShare Cast Hub para streaming wireless, uma dock station para colocar na mesa ou um lugar do tipo, um carregador sem fio, um kit para automóveis, e um adaptador HDMI.

A fabricante sul-coreana também anunciou o MP3 player S Pebble “companheiro musical”. Mas por que esse acessório parece tão familiar? Ah sim, porque já fizemos o review em 2009 do Samsung Peeble MP3 Player que se parece muito com esse novo S Pebble.

O Galaxy Nexus ficou “velho” agora?

Não, pode ficar tranquilo. O aparelho pode não ter tantos núcleos de processamento quanto o S III, e a tela pode ser um pouco menor, mas não se sinta mal se você acabou de comprar um Galaxy Nexus. Ele continua sendo um aparelho ótimo e atual, e oferece algo que o Galaxy S III não possui: uma experiência Android pura e intocada.

Fonte: IDG Now!

quinta-feira, 3 de maio de 2012

Angola na vanguarda tecnológica

Angola merece o melhor.
Angola ultrapassa meia Europa e adere a tecnologia 4G. Com o crescimento da economia aumentam também os investimentos em vários setores, entre eles o das telecomunicações, e Angola prepara-se para receber a tecnologia 4G. Com a introdução deste serviço eles ficarão a frente de muitos países europeus e mesmo de alguns estados nos EUA.  A BBC, grupo de comunicação inglês, colocou no seu site um artigo que fala do crescimento tecnológico e o lançamento da rede 4G no país.

Segundo o mesmo artigo o 4G vai chegar à Angola graças a um investimento de cerca de 100 milhões USD, por parte da Movicel, um dos maiores fornecedores de GSM.

Segundo António Francisco, Chefe de operações da Movicel, “o setor das telecomunicações é um setor estratégico” e avança que “nós não podemos pensar no crescimento econômico a não ser que tenhamos uma boa infraestrutura de telecomunicações”.

A BBC afirma também que este investimento será feito em parceria com a chinesa ZTE. A empresa está a fornecer equipamento e mão-de-obra especializada, mas também terá um papel crucial no “upgrade” de todo o sistema da Movicel com um investimento de mil milhões de dólares.

Este serviço será inicialmente lançado nas regiões de Luanda e Cabinda, incluindo as 15 cidades com maior densidade populacional. Angola prepara-se para se colocar na vanguarda tecnológica.

Fonte: Tecnologia - SAPO Notícias

sexta-feira, 27 de abril de 2012

Vantagens e desvantagens dos ultrabooks

Saiba mais sobre os Ultrabooks.
Agora a última moda tecnológica são os ultrabooks, mas o que é isso? Quem está à procura de um novo notebook já deve ter ouvido falar nos Ultrabooks. Talvez tenha até visto um numa loja e se impressionado ao notar como eles são fininhos e leves. Mas o termo ainda causa muita confusão: o que, exatamente, torna uma máquina um ultrabook? ele é melhor que um netbook? qual a vantagem em relação a um portátil tradicional?

Ultrabook é um termo cunhado pela Intel para descrever uma “evolução” do notebook: são máquinas mais leves, mais finas e com melhor autonomia de bateria que os modelos atualmente no mercado. Pense em algo como um MacBook Air, mas feito por outros fabricantes e rodando Windows, e você estará no caminho certo.

Acer Aspire S3
Acer Aspire S3: um dos Ultrabooks já no mercado nacional
E já que a Intel cunhou o termo, ela dita as regras: para ser chamada de Ultrabook uma máquina tem de atender a uma série de requisitos, tanto no design quanto no hardware. Um Ultrabook com tela de 13 polegadas, por exemplo, não pode ter mais de 1,8 cm de espessura. Os processadores tem de ser Intel Core de segunda geração, seja i3, i5 ou i7 e modelos de “ultra baixa voltagem”, que consomem menos energia que o processador de um notebook comum.

Com esses requisitos, fica claro que você não irá ver um Ultrabook equipado com um processador da AMD, concorrente da Intel. Mas isso não significa que a empresa está de fora: ela espera lançar já em meados deste ano uma plataforma batizada de Ultrathin (ultrafino, em inglês), que permitirá a criação de notebooks tão finos e leves quanto os Ultrabooks e, diz a empresa, mais baratos. Vem briga por aí!

São todos iguais?
Só porque duas máquinas são “Ultrabooks” não quer dizer que elas são iguais. Assim como nos notebooks, os fabricantes são livres para experimentar diferentes configurações, desde que se mantenham dentro dos requisitos. Você pode ter um modelo com processador Core i3, HD de 320 GB e tela de 13”, ou um com processador Core i7, SSD de 256 GB e tela de 14”. Máquinas diferentes, mas ambos Ultrabooks.

Ultrabook é a mesma coisa que netbook?
Um Netbook é um notebook que encolheu, com tela menor e poder de processamento limitado em relação a um portátil tradicional. Se tornaram populares especialmente por causa do preço baixo, menos de R$ 1.000 em vários casos.

Já um Ultrabook é um notebook que entrou numa dieta. Apesar de mais fino e mais leve, ainda é tão poderoso quanto um notebook convencional. Para conseguir isso eles incorporam tecnologia bastante avançada, e o preço acaba sendo muito mais alto que o de um netbook, e muitas vezes que o de um notebook.

Quais as vantagens?
As principais vantagens de um Ultrabook em relação a um notebook tradicional são o tamanho e o peso. Vamos fazer uma comparação rápida entre duas máquinas similares, o Ultrabook Aspire S3-951, da Acer, e o notebook convencional Meganote Volcano, da Megaware, ambos com processadores Intel Core i5: o Meganote tem 3,5 cm de espessura, e pesa 2,2 Kg. O Aspire S3-951 tem 1,7 cm de espessura, e pesa 1,4 Kg.

Ultrabook com tela de 13
Fino: um Ultrabook com tela de 13" não pode ter mais de 1,8 cm de espessura 
Outra vantagem: a maioria dos Ultrabooks usa, no lugar de um HD convencional, um disco de estado sólido, ou SSD, baseado em memória Flash. Imagine um “pendrive” de grande capacidade montado dentro do micro. Os SSDs são muito mais rápidos que os HDs convencionais, o que ajuda os Ultrabooks a estarem “prontos” pro trabalho rapidinho: eles conseguem acordar de uma hibernação em menos de 7 segundos.

Com isso, em vez de desligar um Ultrabook você pode colocá-lo para hibernar, que é um modo onde ele consome pouca energia e pode ficar dias, e quando precisar usá-lo basta abrir a tampa pra continuar de onde parou em segundos, sem precisar esperar o Windows carregar.

E além de mais rápidos os SSDs também consomem menos energia do que um HD convencional. Isso ajuda na autonomia de bateria: a Intel pede um mínimo de 5 horas, enquanto muitos notebooks convencionais não chegam a 3.

E as desvantagens?
Como são fininhos, os Ultrabooks geralmente não tem espaço para um leitor de DVDs. Se isso é importante, você vai ter de se acostumar a carregar um drive externo junto com sua máquina.

Da mesma forma a bateria é fixa dentro do gabinete, e não pode ser substituída pelo usuário. Isso dá ao fabricante mais liberdade no design, aproveitando melhor o espaço no gabinete para uma bateria maior, por exemplo, mas significa que se um dia ela parar de manter a carga o usuário terá de mandar a máquina toda para a assistência técnica, em vez de simplesmente comprar uma bateria nova. Também é uma má notícia para executivos e “heavy users” que costumam levar baterias extras durante uma viagem, para não ficar sem energia no meio do caminho.

As unidades SSD também tem uma desvantagem: a tecnologia ainda é nova e elas são muito mais caras que um HD convencional, especialmente em grandes capacidades. Por isso os Ultrabooks costumam ter SSDs de 128 ou no máximo 256 GB, o que pode parecer estranho para quem está acostumado a ver nas lojas notebooks com HDs de 500 GB ou 1 TB. Há alguns modelos que são exceção e trazem uma solução híbrida: um pequeno SSD de 16 ou 20 GB para o sistema operacional e hibernação e um HD tradicional para os dados. Mas nesse caso, o HD acaba sacrificando a autonomia de bateria em relação a um modelo apenas com SSD.

Bateria não removível
Bateria não removível é uma das desvantagens dos Ultrabooks
Os Ultrabooks atuais também não tem GPUs dedicadas (como os modelos da ATI ou NVidia). Em vez disso trazem o sistema de vídeo Intel HD Graphics 3000 integrado ao processador. Embora seja poderoso o suficiente para todas as tarefas típicas do dia-a-dia, inclusive a reprodução de vídeo em alta-definição, ele não é adequado para jogos, com a exceção de alguns títulos como World of Warcraft, Starcraft II, Diablo III e outros mais antigos.

Mas o principal problema da primeira geração de Ultrabooks no mercado nacional é o preço: um modelo básico como um Acer Aspire S3 com processador Intel Core i3 e HD de 320 GB custa R$ 2.800. Um modelo mais sofisticado, como o Dell XPS 13 com um processador Intel Core i5, 4 GB de RAM e disco SSD de 128 GB custa a partir de R$ 3.800, e pode chegar a R$ 6.000 na configuração mais completa. É muito salgado.

A Intel está ciente disto, e está trabalhando junto aos fabricantes conseguir reduzir o preço em breve. A empresa espera que, já no final de 2012, seja possível encontrar Ultrabooks no Brasil por cerca de R$ 2.000.

Vale a pena investir num Ultrabook?
Na pressa de serem os primeiros no mercado, os fabricantes acabaram tomando alguns atalhos que prejudicaram o produto final. O modelo da ASUS, por exemplo, chegou às lojas com um bug que tornava o trackpad horrivelmente impreciso. Isso foi corrigido com uma atualização de software, mas a má fama já havia se espalhado.

Já os Aspire S3 sofrem com problemas de design: um teclado com layout fora do convencional e portas USB mal-posicionadas (na traseira da máquina). Além disso, a promessa de uma longa autonomia de bateria não se realizou: consegui três horas e meia em nossos testes, dentro da média de um notebook convencional e longe das 5 horas prometidas pelo fabricante.

Combine isso ao alto-preço e, por enquanto, os primeiros Ultrabooks não parecem um bom negócio, a não ser que você realmente precise de uma máquina fina e leve. Nesse caso, um Macbook Air pode ser a melhor escolha.

Dell XPS 13
Dell XPS 13: um dos novos modelos que estão chegando ao mercado nacional 
Mas nem tudo está perdido: empresas como a LG (com seu Z330 e Z430) e Dell (com seu XPS 13) estão trazendo uma nova onda de máquinas ao mercado. E a Intel promete para a segunda metade de 2012 uma segunda geração de Ultrabooks, equipados com tecnologias como USB 3.0 e telas sensíveis ao toque e até mesmo dobráveis, como o IdeaPad Yoga, da Lenovo, que vimos na CES.

No final das contas, o Ultrabook é um conceito que veio para ficar. Se não pelos esforços da Intel e dos fabricantes, pelo simples fato de que são uma evolução natural do notebook, que segue uma lei universal do mundo da tecnologia, a Lei de Moore, descrita pelo co-fundador da Intel. Simplificando, ela diz: cada geração de hardware é menor, mais poderosa e mais barata que a anterior.

Fonte: PC World

terça-feira, 24 de abril de 2012

Celular que enxerga através das paredes

Celular raiox.
O Superman que se cuide, pois em um futuro bem próximo a visão de raio-X não será privilégio somente dele. Pesquisadores da Universidade do Texas anunciaram essa semana que a equipe desenvolveu um chip de imagem que poderia tornar dispositivos móveis em aparelhos capazes de enxergar através de paredes, madeira, plásticos, papel e outros objetos. Se você acha que é difícil evitar aqueles momentos vergonhosos capturados por alguém com câmeras fotográficas ou de vídeo em um celular, prepare-se para algo (bem) pior.

O time de pesquisadores, liderado pelo diretor do Centro de Excelência Analógico, Kenneth O., uniu faixas não utilizadas do espectro eletromagnético e tecnologia de microchips para criar seu chip de raio-X. Espectros eletromagnéticos já são utilizados em alguns produtos, como micro-ondas, utilizadas para cozinhar alimentos, ou transmitir ondas AM e FM, entretanto, neste caso, os cientistas utilizaram frequências no campo de terahertz.

A técnica utilizada pelos experts reduz o tamanho da mecânica necessária para criar imagens com ondas terahertz e, combinada com tecnologia CMOS (utilizada em dispositivos como câmeras digitais, filmadoras, smartphones e televisores), o chip pode ser criado para “enxergar” através de objetos sólidos.

Privacidade
“O CMOS é acessível e pode ser utilizado para fazer muitos chips. A combinação entre ele e o terahertz siginifica que o usuário pode colocar o chip e o receptor na parte traseira do celular, transformando-o em um aparelho que pode enxergar através de objetos que cabe no bolso”. explicou o doutor.

Durante o desenvolvimento do componente, os pesquisadores, que estavam preocupados com questões de privacidade, estão focando em um alcance de menos de 10 centímetros.

Além de todo esse potencial de “espionagem”, a tecnologia poderia servir para encontrar vigas em paredes ou para autenticar documentos; as empresas poderiam também utilizar o aparelho para identificar notas falsas, enquanto fabricantes poderiam melhorar a qualidade de seus produtos.

No campo médico, a tecnologia poderia até ser usada para detectar tumores malignos, diagnosticar doenças através de rápidas análises e monitorar a toxicidade do ar.

Por fim, as ondas terahertz também podem ter aplicações na comunicação, já que há muitos canais disponíveis em comparação aos que já são ocupados por dispositivos wireless, logo as informações poderão ser transmitidas e compartilhadas mais rapidamente.

Fonte: IDG Now!

sexta-feira, 30 de março de 2012

Superchip de alto desempenho da Intel

Tecnologia deverá usar InfiniBand, tornando mais fácil a construção de sistemas de alto desempenho com baixa latência.
A Intel disse nesta semana que está investindo no desenvolvimento de um superchip voltado para sistemas de computação de alto desempenho. A tecnologia deverá fornecer alta largura de banda que usará InfiniBand, afirma, Diane Bryant, vice-presidente e gerente-geral para data center e sistemas da Intel.


InfiniBand é uma tecnologia de interconexão de baixa latência que liga servidores e unidades de armazenamento em data centers. A solução pode fornecer comunicação de baixa latência entre processadores e servidores, mantendo baixas as taxas de uso de CPU.

Diane não detalhou como o InfiniBand será usado de forma casada com o superchip. No entanto, o produto poderia ser inserido nas ofertas de supercomputação da Intel, que incluem servidores Xeon, CPUs e o coprocessador Intel MIC [many-integrated core], que mistura núcleos x86 com outros especializados para impulsionar as tarefas de HPC [computação de alto desempenho] .

As tecnologias Intel Xeon E5 e chip MIC 50-core, codinome Knights Corner, estão sendo inseridos em um supercomputador, o Stampede, que deverá ser implementado no próximo ano no Centro de Computação Avançada do Texas, na Universidade do Texas. A plataforma vai oferecer desempenho de pico de 10 petaflops [ou 10 trilhões de operações por segundo].

Nathan Brookwood, principal analista da consultoria Insight 64, afirma que inserir o InfiniBand em um chip tornaria mais fácil a construção de sistemas de alto desempenho com baixa latência. E a integração do InfiniBand com chips MIC podem dar à Intel uma forma de criar interconexões de alta performance em supercomputadores.

Fonte: COMPUTERWORLD

quinta-feira, 22 de março de 2012

Notebook que liga em 2 segundos

Muitos usuários ficam irritados com a demora da inicialização, seja notebook ou desktop, mas esse aborrecimento chegou ao fim com os novos modelos da linha de computadores móveis lançados pela Samsung, ela está trazendo ao mercado nacional uma nova linha de notebooks, a Série 7 "Chronos". Prometendo colocar "o tempo como aliado do consumidor", a primeira máquina na série traz características como boot rápido, alto desempenho e boa autonomia de bateria. Primeiro modelo da família Chronos tem tela de 15 polegadas e autonomia de bateria para até 8 horas de uso, diz empresa.

As especificações técnicas variam, mas o modelo básico de 15,6 polegadas inclui processador Intel Core i5-2430M, 6GB de memória RAM, placa de vídeo integrada e HD de 750 GB. O modelo mais acima desse pode incluir no seu interior um Intel Core i7-2675QM, placa de vídeo AMD Radeon HD6750M com 1 GB de memória dedicada, 8 GB de memória RAM mas mantém a mesma capacidade de armazenamento e a resolução de tela, 1600 x 900 pixels.

samsung-serie7-chronos
A tela de 15" tem resolução de 1600 x 900 pixels e alto brilho (300 nit), o que facilita a visualização mesmo em ambientes muito iluminados. O teclado é iluminado e tem o brilho controlado automaticamente de acordo com a luz ambiente. Tudo isso em um gabinete em alumínio com 2,39 cm de espessura e peso de 2,15 Kg, que a Samsung define como "tamanho de uma máquina de 14 polegadas".

De acordo com a fabricante a máquina é capaz de "ligar" em apenas 2 segundos, graças a uma tecnologia chamada FastStart, e tem autonomia de bateria de até 8 horas. O sistema operacional é o Windows 7 Home Premium, na versão de 64 Bits.

O Samsung Series 7 700Z4A-SD1 já está nas lojas, e tem preço sugerido de 3,1 mil reais.

Fonte: IDG Now!

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