
É aqui que entra a regra dos terços. Imagine o objeto principal da foto dividido em três partes iguais (esquerda, centro e direita). Agora, sempre que já tiver definido seu objeto de interesse (ponto focal), coloque-o num dos cantos da tela da câmera e preencha as outras duas partes restantes com belos elementos secundários como pano de fundo. A maioria das câmeras já vem com um recurso que divide a tela com o auxílio de linhas brancas (grid), para auxiliar a aplicar na prática o conceito da regra dos terços.Evite usar o flash também ao tirar fotos de paisagens noturnas ou quando o objeto está separado por um vidro. Inversamente, a falta de flash pode fazer com que alguém num dia ensolarado embaixo de uma árvore saia na foto com sombras no rosto, causadas pelos galhos e folhas.
Nos momentos em que o flash estiver atrapalhando em ambientes escuros, aprenda a configurar o ISO, que abordamos na dica seguinte.
Nessas duas situações, conhecer o ISO pode salvar o dia. Este recurso controla a quantidade de luz que entra no sensor da câmera e a velocidade do obturador. Basta ajustá-lo nas configurações para o tamanho ideal em cada situação.
Aumente o ISO em fotos com objetos em ambientes com pouco iluminação e quando quiser capturar objetos em movimento. Um inconveniente de usar um valor de ISO muito alto é o ruído na imagem (tendência a imagem granulada). Mas este tipo de problema pode ser reparado com softwares de edição de imagem.
Já quando o ISO é muito baixo os objetos em movimentos rápidos podem sair tremidos, devido à lentidão do obturador. Os melhores resultados com ISO baixo são obtidos em locais com grande iluminação, com objetos parados e, se possível, com a câmera fixa num tripé. Nestas condições, a qualidade de cores e contraste da foto será muito superior a um ISO alto ou ao modo automático da câmera.
O problema neste exemplo em específico é capturar um animal tão pequeno em detalhes. No modo automático, o foco da câmera provavelmente ficará "perdido". Por isso, em muitas câmeras existe o recurso Macro, representado universalmente por um símbolo de uma flor. Ele serve justamente para tirar fotos de objetos que estão muito perto da câmera. Com este modo ativado, basta se aproximar ao máximo possível do objeto, esperar que o autofoco se ajuste ao objeto e apertar até o fim o botão para tirar a foto. Caso inicialmente não consiga obter o foco do objeto, afaste-se lentamente até conseguir.Fazendo um paralelo, este recurso nada mais é do que escanear uma imagem na sua multifuncional, abrir a imagem no computador e aplicar um zoom. A cada "aproximação" de um ponto da imagem, esta ficará mais granulada. No zoom óptico isto não acontece, pois a aproximação de um objeto é feita pelo conjunto de lentes da câmera. E seja 3x ou 10x, nenhuma perda de qualidade ou granulação será notada, somente o poder de aproximação que será diferente.
Portanto prefira adquirir um câmera com 3x de zoom óptico e 20x de zoom digital do que uma com nenhum e 40x, respectivamente. E fique atento com as câmeras cujas lentes não se movem, pois muito provavelmente elas não têm zoom óptico.
Para começar, nem sempre uma câmera com mais megapixels tem qualidade de imagem melhor. Outros fatores, como tamanho do sensor de captura e tipos de lente, afetam diretamente o resultado das fotos.
Portanto se o objetivo da foto não for transformá-la num outdoor ou dar muito zoom em pequenas áreas com perda mínima de qualidade, dispense tirar fotos com mais de 5 MP. Acima desta resolução, muitos detalhes desnecessários são armazenados, aumentando o tamanho do arquivo e diminuindo o espaço disponível na memória. Arquivos maiores, sempre é bom lembrar, também demoram mais para serem transmitidos na internet e abertos em programas de edição de imagem.
Use a tabela abaixo como referência dos megapixels necessários para diferentes tipos de modo de exibição e tamanhos de impressão.
Fonte: IG Tecnologia


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KADS