Navegador do Google usará processador gráfico do PC para melhorar seu desempenho, principalmente na renderização de vídeos ou complexos objetos 3D. O Google anunciou na última sexta-feira (27/8/2010) que o navegador Chrome passará a usar o recurso de aceleração de hardware para executar algumas tarefas com mais rapidez.O browser usará o processador gráfico dos PCs para rodar algumas de suas funções. Com isso, tarefas como renderização de vídeos ou complexos objetos 3D serão executados pela GPU, adicionando rapidez ao navegador.
A funcionalidade de aceleração de hardware estará presente na versão 7.x do Chromium, o projeto open-source que fornece a tecnologia subjacente para o Chrome.
De acordo com o engenheiro de software do Google, Vangelis Kokkevis, a aceleração de hardware poderá otimizar algumas tarefas gráficas, mas a parte essencial do trabalho de formação de textos e imagens estáticas 2D ainda ficará a cargo do processador central (CPU). “Apenas as partes distintas, também conhecidas como ‘camadas’ serão processadas pela GPU”, afirmou ele.
O Chrome enfrenta um desafio a mais em relação aos seus rivais na hora de usar a aceleração de hardware. Isso porque um dos seus recursos de segurança faz com que ele execute processos separadamente, tecnologia conhecida como Sandbox. Uma vez que esses processos tenham acesso ao sistema operacional apenas em circunstâncias especiais, é preciso criar um outro processo que permita o acesso às APIs necessárias para explorar o hardware.
Kokkevis não apresentou um cronograma para transferir a aceleração de hardware do Chromium para o Chrome, ou disse quando o recurso poderá ser compilado de forma “estável” no browser. Mas ele prometeu uma funcionalidade mais completa no futuro. “Com o tempo, nós transferiremos cada vez mais o processamento de funções da CPU para a GPU e conseguiremos velocidades impressionantes”, disse ele.
A estimativa é que a adição de aceleração de hardware para a atual versão do Chrome demore meses, uma vez que ela se encontra na edição 5.x, duas atrás do Chromium.
Fonte: IDG Now!


15:12
KADS

George Clooney pode ter se redimido depois, mas sua atuação como o cavaleiro das trevas ficará marcada para sempre como a pior adaptação de Batman para as telonas. Com um Robin igualmente insosso interpretado por Chris O’Donell, o filme de 1997 dirigido por Joel Schumacher recebeu 11 indicações ao Framboesa de Ouro ( o Oscar dos Piores Filmes) – e nem as belas Uma Thurman e Alicia Silverstone conseguiram impedir que o filme arrecadasse meros US$ 107 milhões nos EUA (a menor quantia de uma história de Batman levada às telonas).
Em 1997, a HQ do Spawn era um sucesso, uma obra prima de Todd Mcfarlane – um dos sujeitos mais respeitados no mundo dos quadrinhos. Mas naquele ano o nome do personagem seria para sempre manchado graças a um filme que distorceu completamente a história para cativar uma audiência pré-adolescente. O resultado? Efeitos bizarros e um clima que em nada lembrava a sombria saga dos quadrinhos.
Alguém avisou aos produtores do filme de 2003 que não basta apenas pintar um grandalhão de verde para chamá-lo de Hulk? Com efeitos especiais beirando o tosco, a obra de Ang Lee, com Eric Bana no papel do nervosinho esverdeado, deixou tanto a desejar que sua sequência mudou de nome na última hora – deixou de ser Hulk 2 e passou a se chamar O Incrível Hulk.
Sem Batman, o filme sobre uma mulher que tenta vingar sua tentativa de assassinato e tem distúrbios psicológicos envolvendo gatos não fez lá muito sentido. Halle Berry, que já ganhou um Oscar, não convenceu como a personagem e seus miados estranhos.
Poucas cenas no cinema despertam mais vergonha-alheia do que ver Peter Parker em sua versão emo. Se os fãs do Homem Aranha esperavam ver um lado mais negro e sombrio do personagem, encontraram no filme de 2007 um herói sem sal, sem crises e lutando contra um lado “sombrio” que deixava muito a desejar.