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sexta-feira, 15 de junho de 2012

Cuide da vida on-line de suas crianças

Bitdefender abre teste Beta de Controle Parental que auxilia na comunicação entre pais e filhos.
A Bitdefender®, fornecedora premiada de soluções antivírus inovadoras, lançou uma versão beta pública para testes de um novo sistema de controle parental que visa aumentar a comunicação aberta entre pais e filhos. O novo Controle Parental da Bitdefender, aberto para teste beta público em 11 de Junho, permite aos pais protegerem seus filhos dos perigos online de maneira simples, checando seus telefones celulares ou qualquer outro dispositivo conectado à internet. Com rastreamento por GPS, os pais sabem onde seus filhos estão para que possam protegê-los de ameaças no mundo real.

O recurso de monitoramento do Facebook identifica os perfis dos filhos, permitindo aos pais monitorarem as contas de redes sociais deles sem estarem necessariamente na lista de amigos. Amplos relatórios descrevem os amigos dos filhos, comentários, postagens, fotos e seus principais interesses.

“O Controle Parental independente está carregado de recursos interessantes que ajudam os pais a administrarem os perigos que seus filhos estão expostos no ambiente online," disse Mihaela Masdrag, Gerente de Produtos da Bitdefender. "E o mais importante, nosso software de Controle Parental monitora ao invés de bloquear, promovendo uma comunicação honesta entre pais e filhos."

Para este fim, os filhos têm que aceitar o aplicativo nas suas contas da rede social, mas os pais também são alertados quando eles o desinstalam. "Uma comunicação aberta ou a leitura da seção Sobre do app permitem que as crianças saibam que estão sendo monitoradas," disse Masdrag.

O Controle Parental da Bitdefender também dará aos que experimentarem a versão beta a oportunidade de testarem a amigável interface online, que pode ser acessada de qualquer aparelho conectado à internet.

A versão beta do Controle Parental da Bitdefender está disponível para ser testada no endereço: http://www.bitdefender.com/media/html/parental-control/


Sobre a Bitdefender®

A Bitdefender é a criadora de uma das mais rápidas e eficazes linhas de software de segurança para a internet. Desde 2001, a empresa tem sido pioneira na indústria, introduzindo e desenvolvendo tecnologias de proteção premiadas. Hoje, a tecnologia Bitdefender assegura a atividade digital de cerca de 400 milhões de usuários domésticos e corporativos por todo o globo.

Recentemente, a empresa recebeu uma série independente de recomendações essenciais nos EUA, Reino Unido e por toda a Europa, incluindo ConsumerSearch, Which?, Stiftung Warentest e Taenk. A tecnologia antivírus Bitdefender também terminou em primeiro lugar nos testes de líderes da indústria em ambos os teste da AV Test e AV-Comparatives.

Mais informações sobre os produtos antivírus Bitdefender estão disponíveis na sala de imprensa das soluções de segurança da empresa. Além disso, a Bitdefender pública Malware City oferecendo as últimas atualizações sobre ameaças de segurança e ajuda os usuários a se manterem informados na luta cotidiana contra o malware.

Este artigo é um oferecimento de Bitdefender

sábado, 2 de junho de 2012

Brasileiros são mais precavidos que os americanos

Brasileiro é um povo inteligente.
Os brasileiros são muito mais inteligentes e precavidos do que os esnobes americanos quando se trata de cibersegurança, conforme a pesquisa realizada pela McAfee com computadores do mundo todo mostrou que 17% das máquinas analisadas não possui antivírus instalado. Os Estados Unidos ficaram com uma das piores posições, com 19% de computadores desprotegidos. Já o Brasil conseguiu um resultado melhor e se manteve abaixo da média, com quase 15% dos equipamentos sem antivírus - a empresa afirma que quase 85% dos computadores do país foram examinados.

O estudo classificou como computadores 'sem-proteção' aqueles que não possuíam antivírus instalado, ou cujas assinaturas estavam vencidas. Nos Estados Unidos, 12% dos computadores não possuíam qualquer programa antivírus e 7% tinham o software expirado.

A McAfee realizou a pesquisa com dados de verificações de computadores de 27 milhões de pessoas em 24 países. De acordo com a companhia, o estudo foi o primeiro a examinar diretamente os computadores ao invés de aplicar pesquisas em usuários.

Segundo o diretor de marketing global de produtos de consumo da MacAfee, Gary Davis, pesquisas com usuários geralmente apontam que apenas 6% dos computadores não estão protegidos. "As pessoas sabem que é politicamente correto ter um antivírus", explicou Davis. Em alguns casos, os usuários chegam a acreditar que a assinatura de seu software ainda está funcionando, quando, na verdade, está vencida."

A pesquisa também mostrou que computadores da Finlândia, Itália, Nova Zelândia, Alemanha e Dinamarca são os mais propensos a estarem protegidos. Já os de Singapura, Espanha, México, Japão e Estados Unidos têm menor probabilidade de terem uma proteção antivírus válida. "Acreditávamos que os computadores do Japão e dos Estados Unidos seriam aqueles que estariam no topo dos computadores com proteção, mas eles de fato estão lá embaixo", disse Davis.

Espanha teve a maior porcentagem (16%) de computadores sem qualquer proteção instalada. Singapura teve o maior percentual se usuários com proteção inválida (12%).

Davis acredita que educar os usuários talvez ajude a reduzir o número de máquinas desprotegidas. Atualizar o sistema para o Windows 8 - que necessita um antivírus válido instalado - também pode ajudar.

Fonte: IDG Now!

sábado, 19 de maio de 2012

Como deixar seu smartphone Android mais seguro

 Dicas de segurança para o Android.
Para maioria dos usuários, o Android é a melhor plataforma para smartphones. Mas o sistema da Google possui um enorme calcanhar de Aquiles: a sua abertura e grande fatia de mercado significam que é um alvo atraente para os cibercriminosos. Mas não se apavore seu você possui um gadget com o sistema Android instalado, com alguns ajustes, você pode pode ficar mais tranquilo quanto ao quesito segurança. Confira abaixo algumas dicas para deixar seu smartphone Android muito mais seguro.

Acione o bloqueio de tela, mas não use um padrão
O método mais fácil de desbloquear uma tela é traçar um padrão na sua tela. É mais fácil e mais conveniente do que digitar um código PIN ou senha. No entanto, se você perder seu smartphone ou for roubado, é melhor torcer para que sua tela já esteja limpa.

A oleosidade do seu dedo vai deixar uma padrão distinto na sua tela. A não ser que você sempre limpe o aparelho após destravá-lo, o padrão de bloqueio só irá parar os criminosos mais estúpidos.

Instale um antivírus
Por que você ainda não fez isso? Os criadores de malware estão indo com tudo para o Android. Estamos vendo muito do que aconteceu no mundo dos desktops se repetir com os smartphones. O sistema da Google é mais aberto, possui uma fatia maior do mercado e é um alvo mais atraente do que o iPhone, que tem um ecossistema fechado.

Mas vale lembrar que apesar de a Apple fechar mais a entrada de apps e evitar que software de terceiros explorem recursos chave do sistema, o usuário depende totalmente da empresa. Se ela cometer um erro, então todos os usuários estão em perigo. Como já aconteceu recentemente, com apps como o Path.

Apesar de o Android ser menos seguro por sua abertura maior, ele também é mais aberto para ferramentas de segurança gratuitas de terceiros. Assim, não há desculpas para deixar seu aparelho desprotegido. Uma boa opção gratuita é o programa da Lookout, mas existem muitas outras. A maioria desses apps permitem que você trave e “limpe” seu smartphone remotamente.

Fique longe de lojas de apps que não conheça
A Google tomou algumas medidas para “domesticar” o Velho Oeste que era o Android Market (agora chamado de Google Play). A loja agora tem um “Bouncer” (segurança) que faz verificações em busca de malwre. E, ao contrário do que os defensores da Apple podem dizer, o Android foi desenvolvido desde o início para deixar os malware menos destrutivos nos telefones do que eles são nos PCs ao realizar sandbox nos apps e força-los a pedir por permissões (sim, aquelas mesmas permissões que quase todo mundo ignora).

O problema é que os usuários de Android podem baixar aplicativos em qualquer lugar. Não seja levado a fazer isso. Se você não está usando o Google Play, certifique-se de que está em uma loja conheça e confie, como a Amazon. A maioria dos aparelhos Android vem com a configuração padrão que não permite que você baixe apps a partir de “fontes desconhecidas”. Se você já foi vítima de ataques de engenharia social antes, é melhor sempre lembrar disso e deixar essa opção marcada.

Quando você baixar um app, tente colocar em prática a verificação de permissões. Se um game quer enviar mensagens SMS, por exemplo, isso pode ser uma bandeira vermelha de alerta.

Fonte: PC World

sexta-feira, 18 de maio de 2012

Como evitar riscos no uso do internet banking

Use o internet banking com mais segurança.
Muitos internautas deixaram de aproveitar a praticidade do internet banking por receio. Principalmente após ter sido noticiados no mês de fevereiro/2012 diversos ataques virtuais realizados pelo grupo de ciberativistas Anonymous, voltados especificamente a bancos brasileiros. Apesar de os ataques não terem sido direcionados aos usuários, o problema reacendeu a preocupação das pessoas em relação aos riscos a que estão expostas quando realizam transações no internet banking.

De acordo com pesquisadores da ESET, empresa de segurança online, a preocupação quanto à insegurança do internet banking não é infundada. Só no último ano, o laboratório da ESET na América Latina identificou mais de 16 ataques específicos a usuários de serviços bancários online no Brasil, boa parte deles voltados a roubar senhas e informações pessoais dos clientes.

"Assim como qualquer outra transação financeira, o uso do internet banking requer cuidados por parte dos usuários. Mas se as pessoas tomarem as medidas necessárias, dificilmente, elas serão vítimas de cibercriminosos", destaca o country manager da ESET Brasil, Camilo Di Jorge. Confira abaixo algumas dicas de como os usuários de internet banking podem evitar o ataque de cibercriminosos:

- Mantenha atualizado o antivírus do computador ou dispositivo móvel utilizado para acessar o internet banking.

- Realize todas as atualizações do sistema operacional e do navegador de internet instalado na máquina usada para acessar o internet banking.

- Caso seu banco forneça um aplicativo de segurança no internet banking, instale-o sempre na máquina utilizada para acessá-lo.

- Só acesse páginas confiáveis. Antes de realizar qualquer transação na internet, verifique se o site possui mecanismos de criptografia, por meio do uso do protocolo HTTPS (localizado no início da URL).

- Não clique em links de e-mails que supostamente sejam enviados pela instituição bancária, pois as mensagens podem ser falsas e conter phishing (forma de fraude eletrônica).

- Utilize senhas consideradas fortes.

Fonte: Olhar Digital

quarta-feira, 16 de maio de 2012

Como saber se o e-mail não é uma cilada

Blog do Paulo Rocha.
As mensagens indesejadas podem ser muito perigosas. Não importa se você possui um filtro antispam ou não ativado em sua conta de email. Ainda assim, é bem provável que você receba pelo menos uma vez por semana algum tipo de mensagem indesejada. A praga é universal e já foi pior, mas tomando algumas precauções simples é possível escapar ileso da malícia dos spammers. A principal dica ao receber um email cujo remetente é desconhecido ou suspeito é ter calma e ler com atenção a mensagem.

Prestar atenção em detalhes como endereço de origem, sites para onde os links contidos na mensagem apontam e o tipo de arquivo anexado já reduz consideravelmente as chances de você cair em uma cilada.

Quem mandou isso?
O primeiro passo é checar o email do remetente da mensagem. Bancos e órgãos governamentais não costumam mandar mensagens eletrônicas para os seus clientes com alertas de cobrança, pedidos de recadastramento ou alerta para troca de senha. Ou seja, se esse for o assunto, descarte a mensagem sem pensar duas vezes.

Contudo, se você quiser se certificar, cheque o endereço do remetente da mensagem e veja se ele confere com a URL original do site em questão. Por exemplo: se você receber um email do Banco do Brasil, cujo endereço depois da “@” não seja “bancodobrasil.com.br” ou “bb.com.br”, fuja imediatamente.

SPAM

É comum que os spammers registrem endereços similares ou com palavras adicionais, como “info”, “cadastro” e “cobrança”. Em caso de dúvida, entre em contato com a agência ou o órgão supostamente responsável pelo envio do email e tire suas dúvidas antes de clicar.

Links que apontam para o mal
Alguns links contidos no corpo da mensagem também não são exatamente o que aparentam ser. A dica aqui é não clicar antes de checar qual é a real URL para a qual você é direcionado. Para descobrir isso, basta passar o mouse sobre o link e ficar atento ao endereço que aparece no canto inferior esquerdo da sua tela.

O endereço que aparece na parte de baixo é a URL de verdade, independente do que esteja escrito no link disponível no corpo do texto. Caso o link tenha alguma terminação como “.exe” ou “.src”, trata-se de um aplicativo que será baixado e instalado em sua máquina — o que, em uma situação como essa, é ainda pior.

Cuidando dos anexos
Alguns emails podem até passar nos dois quesitos acima, mas há ainda um terceiro item a ser observado. Fique atento ao tipo de arquivo que vem anexado à mensagem. É muito comum receber recados cujo texto não é comprometedor, uma vez que proposta de quem envia é que você baixe algum dos arquivos anexos.

Cuidado com os anexos recebidos por e-amail

Caso o email contenha arquivos executáveis ou compactados que você não tenha solicitado, não hesite em descartar a mensagem antes mesmo de baixar o conteúdo. A probabilidade de que exista algum item malicioso nos anexos é enorme. Por isso, aprenda a controlar a sua curiosidade, apague a mensagem e garanta tranquilidade para o seu computador.

Fonte: Tecmundo

terça-feira, 15 de maio de 2012

Famosas que tiveram fotos íntimas divulgadas na web

Ser famoso virou o sonho de muita gente - basta ver as milhares de inscrições a cada ano para o Big Brother, que é visto como um atalho para a fama. Mas o sucesso traz consequências nem sempre agradáveis. Desde a semana passada, Carolina Dieckmann está na berlinda por ter tido fotos íntimas vazadas na internet, a atriz disse que foi vítima de hackers que tiveram acesso as suas fotos íntimas. A atriz disse que foi chantageada por 20 dias, mas no último dia 07/05/2012 as fotos íntimas foram divulgadas na internet.

Carolina Dieckmann
Carolina Dieckmann entrou com processo na justiça para processar os sites que reproduziram as imagens, o assunto atingiu os assuntos mais comentados do Twitter.


Harley Willians
A vocalista da banda Panamore Harley Willians acabou divulgando suas fotos com os seios de fora no seu perfil do Twitter, segundo a cantora foi um deslize que aconteceu no ano de 2012, mas rapidamente foi espalhada pela internet, mesmo apagando pouco tempo depois, mas já era tarde.


Scarlett Johansson
A atriz Scarlett Johansson também foi vítima de fotos divulgadas na internet no final de 2011, a musa de muitos homens e mulheres foi hackeada, as fotos da celebridade de Hollywood foram divulgadas na internet. Foi comprovado a veracidade das fotos através da tatuagem que a atriz tem no braço esquerdo, em uma das fotos a atriz Scarlett Johansson mostra os seios deitada na cama.


Blake Lively
A atriz do seriado Gossip Girl, Blake Lively tewve as suas fotos foram divulgadas na internet em 2011. Ela tirou as fotos na frente de um espelho, mesmo sendo negada pelos seus assessores, o celular da atriz acabou a denunciando.

Miley Cyrus
A polêmica cantora teen Miley Cyrus e atriz da série Hannah Montana, teve fotos vazadas na internet só de calcinha, na época em que as fotos foram divulgadas tinha somente 15 anos e foi muito criticada, principalmente pelos pais já que a série atinge o público infantil. Sem dar maiores explicações sobre as polêmicas fotos, Miley Cyrus ainda continua se envolvendo em escândalos.


Vanessa Hudgens
As fotos da cantora teen Vanessa Hudgens foram divulgadas na internet em 2007. Em poses nuas e com lingerie muito sexy e as fotos da cantora caíram na rede. A atriz e cantora Vanessa Hudgens seria afastada do seriado infantil High School Musical da Disney, mas não ocorreu.


Jessica Alba
A atriz Jessica Alba que foi considerada por diversos anos a mulher mais sexy de Hollywood. As fotos pessoais da atriz Jessica Alba que estava na companhia do seu namorado caiu na rede, muitos internautas de diversas partes do mundo puderam apreciar os momentos íntimos registrados nas fotos e alguns bem sensuais.


Leighton Meester
Outra atriz da série Gossip Girl foi alvo de hacker, Leighton Meester além da polêmica das fotos, videos em cenas de sexo foram parar na internet, mas os acessores conseguiram vetar os vídeos.


Rihanna
A cantora Rihanna foi vítima em 2009, fotos íntimas foram divulgadas na internet, em algumas fotos Rihanna estava fazendo caras e bocas. As fotos de Rihanna ainda continuam na rede.


Ashley Greene
A atriz da Saga Crepúsculo, Ashley Greene teve sua intimidade exposta em 2009, fotos pessoais foram parar na rede, mas mesmo assim Ashley Greene soube lidar bem com a situação e conseguiu silenciar a imprensa.


Selena Gomez
Até a namorada do cantor Justin Bieber, a cantora e atriz Selena Gomez teve foto pessoal onde era exibido os seios, mas muitas pessoas não acreditam na veracidade das fotos, dizendo que até poderia ser montagem, mas se foi o trabalho foi bem feito.


Ataques de hackers nas Olímpiadas de Londres

Blog do Paulo Rocha.
O ministro britânico Fraude Maude alertou que os Jogos Olímpicos de Londres “não estarão imunes” a ataques virtuais. No entanto, como destacou o CIO do comitê organizador, Gerry Pennell, dependendo do tipo de ofensiva os hackers enfrentarão muitas dificuldades para concretizá-las. Em visita a Estônia, Maude afirmou que as Olimpíadas de Pequim, em 2008, sofreram 12 milhões de ataques, e que este ano será preciso enfrentar os mesmo desafios para evitar que atividades sejam interrompidas.

“Estamos nos preparando há algum tempo. Uma unidade especial ajudará a proteger os Jogos contra ciberataques”, disse o ministro.

Agências de inteligência e grupos estrangeiros continuam trabalhando para atingir o Reino Unido e prejudicar o evento, admitiu Maude. “Sabemos que a ameaça tende a aumentar.”

A empresa responsável pela TI dos Jogos disse mês passado que completou com sucesso a primeira bateria de testes em sua infraestrutura. Isso inclui o exame da segurança digital, da comunicação e dos sistemas de mídia e esporte.

Fonte: COMPUTERWORLD

Cópias das fotos íntimas de Carolina Dieckmann estão na rede

Blog do Paulo Rocha.
Bastaram quatro dias para que as 36 fotos íntimas de Carolina Dieckmann se transformassem em 50 mil, entre cópias idênticas e imagens levemente modificadas. Elas se espalharam por 211 domínios de mais de 20 países, de acordo com a ONG Safernet. Os números podem ser ainda maiores, pois apenas a web foi investigada, deixando de lado compartilhamentos por e-mails, redes sociais e plataformas ponto-a-ponto (P2P, a sigla em inglês). No período que vai de 04/05/2012, dia em que as fotos foram parar na Internet, e 8/05, a ONG registrou 8 milhões de acessos a elas.

Como grande parte das imagens está hospedada em portais estrangeiros, a dificuldade para removê-las aumenta. Por isso, os advogados de Carolina pediram para que serviços de busca retirassem os links para as mesmas. O Google Brasil, porém, disse que não interfere nos resultados exibidos, pois são indexados automaticamente, enquanto que o Yahoo e Bing ainda não se pronunciaram.

"Os dados são desanimadores. Essas fotos vão se eternizar na rede. Não tem como tirá-las de lá", disse Thiago Tavares Nunes de Oliveira, presidente da ONG, à Folha de São Paulo.

Embora a atriz tenha desde o começo desconfiado de uma assistência técnica, para onde havia levado seu computador para conserto, no último domingo (13/05/2012) a Polícia Civil revelou que os responsáveis pelo furto foram quatro jovens, que conseguiram instalar um Trojan no computador.

Para evitar problemas como esse, recomenda-se a instalação de softwares de segurança no PC, como antivírus e firewall, além de manter todos os programas atualizados. Dados sensíveis devem também ser criptografados, de modo que, mesmo que acabem nas mãos erradas, dificilmente serão desvendados.

Fonte: IDG Now!

sábado, 12 de maio de 2012

Hackers ativistas versus crackers

Blog do Paulo Rocha.
Um novo estudo de incidentes relacionados à segurança online aponta que hackers ativistas roubaram muito mais dados de grandes corporações em 2011 do que criminosos comuns. O levantamento anual da empresa de telecomunicações Verizon concluiu que 58% de todos os dados roubados durante o ano passado foram furtados por grupos de ativistas. A análise catalogou 855 incidentes do tipo no mundo todo em que 174 milhões de dados foram roubados.

"Hackers ativistas estão por aí há algum tempo, mas atuavam principalmente na descaracterização de sites", afirmou Wade Baker, diretor de pesquisas da Verizon. "Em 2011, foram mais relacionados a roubar um punhado de informações de uma companhia."

Os ataques de hackers ativistas durante o ano de 2011 foram liderados pelos grupos Anonymous, Antisec e Lulzsec.

Esses grupos conseguiram realizar uma quantidade significativa de ataques, derrubando sites e roubando grandes quantidades de dados de companhias privadas e agências de governos.

"O roubo de dados se transformou em um mecanismo de protesto político", acrescentou Baker.

Defesas específicas

O especialista da Verizon avalia ainda que é difícil desenvolver defesas específicas contra os ataques de hackers ativistas, pois eles usam táticas e técnicas criadas especialmente para cada ocasião.

Segundo o estudo, apenas cerca de 35% dos dados roubados de grandes companhias foram furtados por grupos criminosos organizados que queriam vender as informações ou usá-las para cometer outros crimes.

Baker afirma que os criminosos virtuais ainda são uma grande ameaça para as grandes empresas e constantemente atacam as defesas das companhias procurando por pontos fracos.

Esses ataques, segundo o especialista, tendem a ser oportunistas e se aproveitar de brechas e vulnerabilidades que os hackers encontram.

Poucas empresas estão fechando ou sofrendo com problemas mais duradouros por causa de falhas na segurança da informação, de acordo com Baker. Mas as companhias ainda precisam trabalhar para garantir a segurança de seus dados.

"A habilidade de detectar uma falha ainda é baixa", diz o pesquisador.

Fonte: BBC Brasil

quarta-feira, 9 de maio de 2012

Essas dicas de segurança são furadas

Cibersegurança fail.
Você quer proteger seus dados e, com uma pesquisa, percebe que não é difícil encontrar dicas de segurança que circulam na internet para proteger seus dados. O problema, infelizmente, é que algumas dicas não funcionam direito ou são baseadas em meias-verdades, o que não impede que elas continuem sendo repetidas fora do seu contexto ou desacompanhadas de uma explicação adequada. Abaixo alguma dessas dicas, o que é mentira e o que é uma meia-verdade em alguns dos conselhos mais “repetidos” da internet.

1) Digite uma senha errada no site do banco para ver se está no site verdadeiro

Alguns guias de segurança sugerem que o internauta, ao acessar o banco pela internet, tente antes digitar uma senha incorreta no site. De acordo com a dica, o erro será notado se o site for verdadeiro, mas não se o site for falso.

Isso não é bem verdade.

Muitos sites falsos são capazes de redirecionar os dados digitados ao site verdadeiro. Se o site verdadeiro aceita-los, o site falso os aceita também. Se o site verdadeiro rejeitá-los, o site falso os rejeitará também.

Essa é uma técnica bastante simples e um kit “universal” para realizar esse tipo de ataque está disponível desde 2007. Apesar disso, muita gente ainda repete essa mesma dica, como se ela fosse atual e garantida.

Para evitar sites falsos, nunca siga links em e-mails. Digite o nome do site no navegador ou, melhor ainda, deixe-o nos seus favoritos (há sites maliciosos que se aproveitam de erros de digitação). Verifique se o “cadeado de segurança” está aparecendo e se o endereço do site está mesmo correto. Se essas condições forem verdadeiras, você não está em um site falso.

2) Troque suas senhas frequentemente e não anote-as

Trocar as senhas frequentemente só tem um propósito: impedir que alguém que já está com a sua senha continue usando-a. Na maioria dos casos, trocar a senha frequentemente não resolve problema algum. A verdadeira dica é usar uma senha bastante forte e única (ou seja, não reutilizá-la). Isso é o mais importante.

Muitas vezes, pensando que é bom trocar de senha frequentemente, um usuário escolhe senhas parecidas com as anteriores ou, pior, mais fracas. Isso não resolve nada e deixa você menos seguro.

Não anotar as senhas é também uma má ideia – simplesmente porque são muitas senhas e, se você não anotá-las, será obrigado (pela memória) a repeti-las, escolher senhas fracas ou esquecê-las – e tudo isso é muito ruim. Idealmente, seria melhor não anotá-las. Mas, se você tem qualquer dificuldade de memória para lembrar senhas, anote, mas anote em um local seguro. Escrever a senha em um papel adesivo e colar no monitor ou no teclado – nem pensar!

3) Use o teclado virtual do Windows para digitar senhas de forma mais segura / copie e cole suas senhas

Teclado Virtual
Teclado virtual do Windows permite que se clique
nas letras em vez de digitar
Isso não funciona. Muitos softwares que capturam senhas são espertos o suficiente para detectar eventos de digitação do teclado virtual e também copiar os dados da área de transferência (clipboard, onde fica o que você copia com “CTRL-C”) quando eles forem copiados para um campo de senhas. Outros softwares capturam cliques do mouse (necessários para usar o teclado virtual).


Essa dica só vai proteger a senha de um registrador de digitação por hardware, ou seja, que pega diretamente o que foi digitado no teclado por meio de um aparelho conectado ou por alteração física do teclado. Esse tipo de coisa é muito raro e bastante ruim. Você pode até digitar a senha fora de ordem para confundi-lo. Os softwares de captura são bem mais espertos.

4) Atualizações do Windows deixam o PC lento

Atualizações do Windows deixam o PC mais seguro, não lento. Essa “dica” já foi dita até em “cursos de hardware” frequentados por quem busca ser técnico de manutenção.

5) Seu computador não pode ter uma porta aberta

Para que um computador possa se conectar a outro pela internet, os dois precisam definir o que se chama de uma porta de comunicação e transmitir os dados por ela. Ou seja, é impossível navegar na internet sem que alguma porta esteja trocando informações. A porta é nada menos que um número qualquer que identifica uma conexão. Por exemplo, quando você visita um site, as portas usadas são a 80 ou a 443 no lado do servidor (do site) e uma porta aleatória no seu computador.

O que normalmente se refere a uma “porta aberta” em guias de segurança na web é uma porta em estado de escuta (“listening”). Uma porta em estado de escuta é aquela que está diretamente ligada a algum software em execução no computador, “escutando” o que passa por ali para receber. No entanto, isso ainda não é um problema: para que a porta em escuta viabilize uma invasão, o software que a abriu precisa ter uma vulnerabilidade.

Muitos softwares funcionam melhor se uma porta puder ser colocada em estado de escuta, como no caso dos softwares P2P. Alguns outros programas que necessitam de conexão direta, como alguns games on-line, também podem funcionar melhor com uma porta “aberta” e às vezes só funcionam assim, quando são softwares mais simples.

O que não se pode ter é um software vulnerável com uma porta aberta para a internet. Detalhe: basta deixar o firewall do Windows ativo que ele automaticamente “fecha” todas as portas. E o Windows tem essa configuração de fábrica desde o Service Pack 2 do Windows XP, lançado em 2004.

6) Use dois antivírus

Usar dois antivírus não é como usar dois cadeados. Na verdade, é sim, só que os dois cadeados podem ser abertos com a mesma chave. Trata-se da mesma tecnologia de proteção e, portanto, eles não acrescentam segurança na mesma proporção que causam o dobro de problemas por alarmes falsos e incompatibilidades.

7) Passe o mouse por cima dos links


links maliciosos
É preciso ter cuidado com o que aparece na barra de status
Muitos recomendam que usuários “passem o mouse por cima dos links” e verifiquem na barra inferior do software qual será o destino final do link.

Sim, o destino do link aparece. Mas não se pode confiar nele.

Os motivos são os seguintes:

1 - Muitos links não terminam em “.exe” ou nenhuma outra extensão claramente maliciosa;

2 - Os links podem usar domínios (endereços) muito parecidos com os reais ou até envolver a invasão ao site original (o que já aconteceu);

3 - Em páginas web, é possível mascarar o destino do link;

4 - Mesmo um link para um site legítimo pode ter um redirecionamento malicioso.

Por exemplo, muitos e-mails maliciosos já tiraram proveito de redirecionamentos abertos no Google, em sites de notícia e tantos outros problemas do gênero. Tentar observar o link de uma mensagem maliciosa é como tentar identificar que a água do oceano é salgada observando apenas uma gota. É mais fácil olhar o conjunto – uma mensagem falsa normalmente faz alguma ameaça improvável, fala de algum amor inexistente ou alguma oferta simplesmente boa demais.

E, na dúvida, é mais fácil visitar o site da empresa ou da instituição e procurar informações lá.

Observar um link é uma maneira rápida de avaliar uma mensagem, mas só inicialmente e só para quem está acostumado. É muito fácil cair em um golpe mais sofisticado seguindo essa dica. Na dúvida, é melhor avaliar a mensagem e não o link.

Tem mais alguma dica que você já viu pela internet e tem dúvidas se funciona ou não? Deixe nos comentários da postagem e compartilhe com outros eleitores!

Fonte: G1 - Segurança Digital

domingo, 6 de maio de 2012

Como se proteger melhor na internet

Só o antivírus não é suficiente.
Foi-se o tempo em que um bom antivírus era tudo o que precisávamos para navegar tranquilamente na internet. Leandro Matovam, CEO da AVG Brasil, diz que "o antivírus é essencial, mas não é a única coisa a se fazer". Cláudio Martinelli, gerente de varejo da Kaspersky, explica que nem tudo é vírus: "Para falar a verdade, muitas das pragas digitais, fraudes e tentativas de invasão que conhecemos não são o que podemos chamar de vírus. Às vezes, não estão nem dentro da máquina do usuário".

Ele explica que muitas vezes, essas ameaças ficam em sites falsos da internet. Aqui, o antivírus sozinho não tem capacidade de identificar o perigo.

Hoje, as principais empresas de segurança online afirmam: para manter-se seguro no mundo virtual, é preciso muito mais. São as chamadas suítes de segurança na internet, que englobam um pacote de soluções para que você possa realmente navegar sem riscos.

Leandro cita algumas vantagens dessas suítes: "Dentro de uma única suíte, você consegue se proteger contra vírus, spywares, ataques remotos, download de aplicações que são malwares, navegação indevida e até filtragem de e-mails".

Para quem está acostumado a fazer transações bancárias online, usar apenas o antivírus é coisa do passado. Cláudio explica que, "para você executar essas tarefas de home banking com segurança, um Internet Security é fundamental, porque ele vai te proteger de sites falsos de bancos que podem existir. Ele vai te proteger das famosos mensagens de phishing, que são mensagens falsas que recebemos de bancos todos os dias e que induzem os usuários a entrarem em um endereço que não é o verdadeiro", diz.

Imagine seu computador como se fosse a sua casa. Há alguns anos, vivíamos sem muros, em ruas tranquilas e sem muito movimento. Com o crescimento da violência, construímos não só muros, mas adicionamos cercas elétricas, portões automáticos, trancas especiais e contratamos até seguranças particulares para tomarem conta da região enquanto descansamos. Assim como os novos softwares de proteção online, criamos novas camadas de segurança na medida em que surgem novas ameaças.

Cláudio Martinelli, da Kaspersky, diz que a melhor solução é mesmo essa "proteção em camadas: você tem várias camadas diferentes que se sobrepõem para compor uma grande proteção muito eficaz pela somatória de todas elas".

Leandro faz uma comparação com câmeras de segurança: "Você está vendo o corportamento de alguém, caso ele entre em sua casa. Essa é uma proteção comportamental. Ou seja, mesmo que eu não sabia que é um vírus, não saiba que esse arquivo é malicioso ou que alguém está tentando fazer algo malicioso em meu computador, pelo comportamento dele, eu consigo detectar isso."

A verdade é que empresas de segurança online e cybercriminosos vivem como gatos e ratos. Essa é uma guerra sem fim que desafia constantemente o mercado. Mas a indústria está se armando até os dentes para combater essas pragas. Entre inúmeras inovações, o que há de mais novo neste cenário é a proteção na nuvem, ou "cloud security".

O software consulta a nuvem para verificar o que ela acha em caso de detecção de algum arquivo estranho. "Se a nuvem detectar o arquivo como um malware, o programa já acusa, sem que haja a necessidade de atualização do software", explica Leandro.

Você também pode fazer parte desse exército contra o crime virtual. Mantendo seu sistema operacional e navegador sempre atualizados, você reduz em até 95% as chances de ser atacado por um malware. Os outros 5% são trabalho para os pacotes de "suíte de segurança" comento acima.

Antes de escolher seu antivírus e pacote de segurança vale mais uma dica: prefira produtos produzidos por aqui, nacionais... quer saber porque?

"Infelizmente, tem muitas empresas que vendem fora do Brasil e não dão suporte técnico para o usuário. Ele acaba ficando com o problema nas mãos, porque, se ele pegar um vírus, não há para quem ligar, não há 0800 ou telefone local. Isso é muito importante", completa Leandro.

Se você ainda tem dúvidas sobre as diferentes opções de proteção à sua máquina, confira abaixo o vídeo:


Fonte: Olhar Digital

Sites religiosos são mais perigosos do que os pornográficos

O PC corre mais risco de ser infectado em sites com conteúdo religioso ou ideológico.
O resultado desta pesquisa pesquisa realizada pela Symantec é realmente surpreendente, para mim muito triste, que sou um religioso, não muito praticante, mas sou, e por acreditar que uma boa mensagem, seja qual for o veículo, pode mudar a vida de uma pessoa. Os sites religiosos são mais perigosos do que os pornográficos, sites com conteúdo religioso ou ideológico têm três vezes mais possibilidade de infectar um computador do que os pornográficos. Sites com conteúdo religioso ou ideológico têm três vezes mais possibilidade de infectar um computador do que os pornográficos.

De acordo com o estudo, o motivo dos sites pornográficos não figurarem entre os mais perigosos é que eles são vistos como forma de negócio. "Acreditamos que isso aconteça porque donos de sites de conteúdo adulto fazem dinheiro com a internet, e, como resultado, se esforçam para manter o interesse dos usuários com um site sem malwares."

Os sites mais perigosos são os categorizados como "blogs/comunicação na web". Segundo o estudo, um em cada cinco destes sites são infectados.

O estudo também observou um crescimento preocupante nos ataques feitos pela web - o número de malwares em 2011 foi 81% superior a 2010.

Fonte: Olhar Digital

quarta-feira, 25 de abril de 2012

Como descobrir antivírus falsos

Tag: Segurança.
Os antivírus são programas dedicados a proteger os computadores, mantendo a salvo dados e informações pessoais e mesmo profissionais. No entanto, há versões maliciosas, criadas para fazer o oposto do que seria função de um software de segurança. É preciso, portanto, saber como não ser enganado na internet e tomar cuidado para que o programa instalado em sua máquina seja original.

Os falsos vírus, em inglês rogue vírus, imitam as mensagens de alerta dos programas originais, pedindo que sejam executadas limpezas ou então que sejam baixadas extensões ou versões mais atualizadas.

Desse modo, infectam computadores, danificando arquivos e componentes para extrair as informações que lhes interessarem, de hábitos de navegação até senhas de bancos e afins.

Para se proteger, é imprescindível ter cautela. Isso porque a maioria dos vírus e programas maliciosos é “baixada” pelo usuário por ingenuidade ou desatenção. Assim, algumas precauções devem ser tomadas:

Evite sites de procedência duvidosa
Os campeões de “infecção” são sites que oferecem conteúdo “adulto” e conteúdos pirateados. Desconfie e evite sites que dizem informar códigos para desbloquear celulares, outros aparelhos eletrônicos ou então “roubar” senhas pessoais de outro nas redes sociais.

Na dúvida, não clique
Se durante a navegação, em determinado site aparecer uma mensagem dizendo que seu computador está “cheio de vírus, extremamente comprometido" ou alguma outra frase assustadora, desconfie. Embora os antivírus reais alertem sobre possíveis infecções essas mensagens nunca são em tom catastrófico.

Caso surja uma dessas mensagens ameaçadoras, feche o navegador e evite voltar ao site onde o falso avisou apareceu. Problemas de ordem gramatical ou ortográfica são bons indicadores de que há algum problema com esse programa, portanto, evite-o.

Do mesmo modo, ao receber um arquivo suspeito, tome cuidado. Mesmo que você conheça o remetente, questione a origem e o porquê do envio de determinado arquivo. Geralmente, as pessoas não sabem que seus computadores estão infectados e que são fontes de disseminação de arquivos maliciosos.

Preste atenção ao nome
Os antivírus “de verdade” têm nomes específicos, como os da Bitdefender, por exemplo. Já os falsos costumam ter nomes genéricos, Control Center, Antivírus 2010, Best Antivirus e Malware Doctor são exemplos.

Confiabilidade
Antes de baixar ou instalar um antivírus em seu computador, certifique-se de sua confiabilidade e segurança. Busque em sites especializados, procure por grandes marcas, fazendo pesquisas em blogs e portais especializados. Eles costumam trazer referências e resenhas sobre o assunto, além de se manterem atualizados quanto aos principais e mais recentes malwares.

Programas piratas

Programas piratas
Sites que oferecem ferramentas e programas em versões piratas são passíveis de grande infecção. Fuja deles, além de ilícitos e sem as funcionalidades dos originais, a maioria vem com malwares acoplados.

Para quem utiliza a internet, nunca é demais lembrar: é imprescindível contar com um antivírus aliado à cautela e precaução.

Leia também: Scan anti-malware para Twitter

Imagens: Photoexpress

Este artigo é um oferecimento de Bitdefender.

segunda-feira, 23 de abril de 2012

Apple é mais vulnerável que Microsoft e Google

Estudo aponta que a Apple tem mais falhas de segurança que Microsoft e Google.
O sistema operacional da classe A não é tão chique quanto ao quesito segurança. A Apple liderou o ranking entre as grandes empresas de tecnologia com mais vulnerabilidades em seus sistema operacional durante os três primeiros meses de 2012, de acordo com um relatório emitido pela Trend Micro. A companhia de Cupertino foi responsável por 91 vulnerabilidades durate o período, o maior entre as 10 maiores indústrias do ramo, de acordo com o documento (que pode ser visto aqui).

Logo em seguida, o ranking foi formado pela Oracle (78 vulnerabilidades), Google (73), Microsoft (43), IBM (42), Cisco (36), Mozilla (30), MySQL (28), Adobe (27) e Apache (24). Além disso, a Trend Micro informou que, em março, a fabricante do iPhone emitiu um número recorde de pacotes de correção para seu navegador Safari. No ano anterior, março também foi um período de grande liberação de correções, com a Apple eliminando 93 vulnerabilidades, um terço destas consideradas críticas nos sistemas operacionais Leopard e Snow Leopard.

Neste mesmo trimestre, a Trend Micro afirmou também que foram descobertos mais de 5 mil aplicativos maliciosos para Android. “Com o aumento do uso de smartphones e do acesso à Internet, além da enorme base de usuários Android, o aumento nos ataques que têm como alvo a plataforma não surpreende” explica o documento.

Nos últimos dias, os usuários de Mac têm se assustado com o surgimento de novos malwares para o sistema, principalmente com o famoso Flashback, que chegou a infectar mais de 600 mil máquinas (2 mil delas apenas no Brasil). Depois que a Apple emitiu atualizações de segurança e com o surgimento de ferramentas que conseguiam remover o trojan, o número de infecções caiu para menos de 100 mil máquinas.


Fonte: IDG Now!

sexta-feira, 30 de março de 2012

Pendrive de segurança máxima

Acessório da Kingston funciona em PCs e Macs, protege seus arquivos com senha e criptografia de nível militar e ainda assim é fácil de usar.
Junto com a portabilidade, a segurança é também uma característica que alguns atribuem importância em uma unidade flash USB. Os pendrives são uma forma muito prática de transportar grandes quantidades de dados, mas por esse mesmo motivo podem apresentar um risco à segurança: imagine se você perde um pendrive cheio de documentos da sua empresa? Por isso há modelos como o DataTraveler Locker+, da Kingston.

Disponível em capacidades que vão de 4 a 32 GB ele não só controla o acesso aos arquivos, via senha definida pelo usuário, como também usa um sistema de criptografia para “embaralhar” seu conteúdo. Se um gatuno determinado conseguir roubar o pendrive e tentar burlar a senha lendo diretamente o chip de memória, verá apenas “lixo”.

DataTraveler Locker+ da Kingston
DataTraveler Locker+: sistema de criptografia integrado para proteger os dados

A senha é definida no primeiro uso, quando você pluga o pendrive ao PC. Você também pode preencher informações de contato, uma espécie de “cartão de visita” para que um bom samaritano possa devolver seu pendrive se encontrá-lo.

O software incluso no pendrive roda no Windows (2000, XP, Vista e 7) e em Macs (com Mac OS X 10.5 ou superior), analisa a senha digitada e é esperto o suficiente para impedir que você use senhas fracas como “123” ou a deixe em branco. As senhas deve ter entre 6 e 16 caracteres e pelo menos três dos seguintes elementos: letras minúsculas, letras maiúsculas, números ou caracteres especiais. Por isso “s3nha” não é uma senha válida (dois elementos, curta demais), mas “s3nha!” é (embora seja considerada fraca).

Sempre que você plugar o pendrive ao PC, precisará digitar a senha para acessar a partição de dados. A partir daí você poderá usá-lo como um pendrive comum, copiando e lendo arquivos normalmente. A velocidade de acesso aos dados é boa, 10 MB/s na escrita e 30 MB/s na leitura, graças ao sistema de criptografia (com algoritmo AES e chave de 256 Bits, nível militar) embutido no hardware. Assim o PC não perde tempo embaralhando ou desembaralhando os dados antes de cada cópia.

Um utilitário na bandeja do sistema (ou na Dock, em um Mac), roda automaticamente sempre que o pendrive é “destrancado” e permite modificar a senha e informações de contato do pendrive, explorar seu conteúdo, formatá-lo ou encerrar a sessão e “trancá-lo” novamente.

Mecanismo de segurança do  Kingston DataTraveler Locker+
Mecanismo de segurança: se você errar a senha 10 vezes seguidas o pendrive é formatado

Os únicos pontos negativos sobre o Kingston DataTraveler Locker+ são sua incompatibilidade com PCs com Linux (pode ser importante para alguns) e a impossibilidade de dividir o pendrive em duas partições, uma segura e outra “pública”: todo o conteúdo é criptografado e protegido. Não há muito mais o que dizer sobre ele, é um produto simples e eficiente. A única preocupação que você deve ter é escolher uma boa senha e não esquecê-la: se você errá-la 10 vezes seguidas o pendrive será formatado automaticamente.



Fonte: PC World

quinta-feira, 29 de março de 2012

Golpes com o “Curtir” do Facebook

Crackers tentam ganhar dinheiro com o Curtir do Facebook.
Nos dias de hoje, com tantos crackers e hackers agindo na internet, todo cuidado é pouco, eles estão até nas redes sociais. Criminosos usam aplicativos do Facebook com apelo popular para sustentar um esquema de fraude que vende a empresas páginas com milhares de “curtidas”, de acordo com uma análise da Kaspersky Lab, empresa de segurança da internet. A fraude atinge usuários dos navegadores Chrome e Firefox.

Por meio de aplicativos como “Mude a cor do seu perfil”, “Descubra quem visitou seu perfil” e "Aprenda tirar virus do face" os criminosos prometem a mudança na cor e a visualização de visitas no perfil desde que o internauta baixe uma extensão disponível para esses dois navegadores.

Ao fazer o download e instalar a extensão, falsamente chamada de Adobe Flash Player, o usuário fica vulnerável sem perceber, permitindo que criminosos controlem seu perfil.

Golpe no Facebook
Golpe anunciava método mentiroso para usuário tirar vírus do Facebook

No poder do perfil, o criminoso passa a clicar em “Curtir” em páginas que ele mesmo cria ou envia mensagens automáticas para os contatos das vítimas para que elas também instalem o aplicativo malicioso.

A Kaspersky descobriu que criminosos criaram o site “PublicidadeOnLine.com” (já retirado do ar) em que eram vendidos pacotes de “Curtir”. Os possíveis clientes, segundo a Kapersky, poderiam ser empresas interessadas em promover seus perfis na rede social, ganhando vários fãs e assim tendo maior visibilidade na maior rede social do mundo.

O pacote mais simples, que dava direito a 1.000 “Likes”, custava R$ 50,00, e o mais caro era vendido a R$ 3.990,00 e dava direito a 100.000 “Curtir”.

Como uma extensão maliciosa estava hospedada na loja oficial do Chrome, o problema foi passado ao Google pela Kaspersky Lab e a extensão foi removida da loja, mas os golpistas continuam a criar extensões maliciosas e colocá-las na Chrome Web Store.

Fonte: R7 - Tecnologia e Ciência

sexta-feira, 23 de março de 2012

Qual sistema móvel é mais seguro: iOS ou Android?

Tags: iOS, Android, Apple, Google,
Muitos usuários negligenciam o item segurança quando usam o smartphone ou tablet, que correm o mesmo perigo de invasões, vírus, roubos de senhas... por hackers, crackers, piratas... dos desktops e notebooks. Symantec analisou a fundo os dois principais sistemas operacionais de smartphones e tablets. As plataformas rivais iOS, da Apple, e Android, da Google, são mais seguras do que sistemas operacionais tradicionais baseados em desktops, mas ainda são muito suscetíveis a muitas das categorias existentes de ataques, aponta um relatório de 23 páginas da fabricante de produtos de segurança Symantec.

A boa notícia é que a Apple e a Google desenvolveram seus respectivos sistemas com a segurança em mente. Mas é difícil manter-se atualizado com o cenário de ameaças sempre em mudança. Na pesquisa, chamada “A window into mobile device security”, a Symantec avaliou como os dois sistemas mobile se comportaram com ataques baseados na web e em redes, ataques de engenharia social, ataques contra a integridades dos dados do aparelho e malwares.

Os usuários de smartphones e tablets dos dois sistemas costumam sincronizar seus aparelhos com serviços da nuvem e com seus desktop/notebooks. Essa prática pode potencialmente expor dados sensíveis para sistemas fora do controle da empresa, segundo a Symantec.

Já contra os tradicionais malwares, as certificações de aplicativos e desenvolvedores da Apple protege seus usuários, segundo o estudo. Já o modo de certificação menos rigoroso da Google pode ter levado ao número crescente de malwares específicos para Android atualmente, afirma a empresa.

A abordagem mais aberta da Google têm sido uma das razões para o sucesso do seu sistema, afirma o diretor de pesquisas da CCS Insight, Bem Wood. Isso ajudou a empresa a aumentar rapidamente o número de aplicativos disponíveis. Até o momento, os apps infectados não tiveram um grande impacto sobre os usuários, mas o sentimento deles pode mudar rapidamente caso aconteçam ataques mais severos, diz Wood.

Como foi apontado por especialistas de segurança no passado, a confiança do Android no usuário para conceder algumas permissões é um ponto fraco. A maioria dos usuários simplesmente não está equipada de forma técnica para tomar essas decisões. Em contraste, o sistema da Apple simplesmente nega acesso, sob qualquer circunstância, a muitos dos subsistemas mais sensíveis do aparelho. No Android, um aplicativo malicioso apenas pede o conjunto de permissões que precisa para operar e, na maioria dos casos, os usuários as concedem alegremente.

Um ponto positivo da Google, segundo a Symantec, é que a empresa exige que os desenvolvedores paguem uma taxa e se registrem para poderem distribuir seus apps por meio da loja oficial Android Market.

As possíveis fraquezas do iOS incluem sua criptografia, segundo a Symantec. A maior parte dos dados é criptografada de maneira que podem ser decodificados sem a necessidade de o usuário digitar a senha principal do aparelho. De acordo com o relatório da Symantec, isso significa que um invasor com acesso físico a um aparelho iOS pode potencialmente ler a maioria dos dados do aparelho sem saber o código de acesso. Vale lembrar que pesquisadores na Alemanha mostraram como fazer isso em seis minutos no último mês de fevereiro.
ios-x-android
iOS (esq) e Android são os principais sistemas para smartphones e tablets

Além disso, ataques contra aplicativos específicos como o navegador do iOS, ainda que auto-contidos e impedidos de impactar sobre outros apps, podem causar danos significativos ao aparelho.

O Android recentemente começou a oferecer criptografia embutida em sua versão 3.0. No entanto, versões anteriores do sistema, que estão presentes em praticamente todos os smartphones Android do mercado, não possuem tal capacidade.

Até o momento, pesquisadores de segurança descobriram cerca de 200 vulnerabilidades diferentes em várias versões do iOS. Mas a grande maioria delas é de severidade menor. E até agora apenas quatro de 18 vulnerabilidades não foram solucionadas pela Google.

Jailbreak
A Symantec também tem um aviso para os usuários que possuem smartphones com jailbreak (“desbloqueio” para rodar aplicativos não permitidos e/ou piratas). Eles são um alvo atraente para invasores uma vez que são tão vulneráveis quanto computadores tradicionais, alega a empresa.

Em seu relatório, a Symantec ainda conclui que o iOS oferece melhor controle de acesso, proveniência/origem de aplicativos e criptografia. Já o Android oferece melhor isolamento de aplicativos e o controle de acesso baseado em permissão fica empatado. A empresa de Steve Jobs também se sai melhor com a proteção contra ataques de malware, ataques de serviço, perda de dados e ataques contra integridade de dados. Ambos os sistemas oferecem proteção completa contra ataques web, e nenhuma tecnologia de proteção contra ataques de engenharia social, como phishing ou spam.

A segurança nos smartphones é um desafio crescente que as fabricantes precisam tratar, afirma Wood. “Ataques em grande escala podem acabar tendo um efeito ruim para a popularidade desses aparelhos.”

Fonte: IDG Now!

quinta-feira, 8 de março de 2012

Eset Smart Security 5

Esse é bom.
Sempre nos questionamos se vale a pena optar por um antivírus pago se há tantos gratuitos muito bons. Sim, para aqueles que quer uma segurança mais, é recomendado um pacote de segurança, um deles é o Eset Smart Security 5, que embora ainda tenha espaço para melhorar, está bem melhor que a versão do ano passado. Na detecção de ameaças o Eset Smart Security 5 bloqueou completamente 88.5% dos ataques por malware, e bloqueou parcialmente outros 3.8%. Na detecção de ameaças conhecidas: o software da Eset bloqueou 98,02% das amostras.

O pacote da Eset é excelente na detectação e desabilitação de infecções ativas no PC e também na remoção de malwares. Vale mencionar que o Eset Smart Security 5 não identifica por engano arquivo seguro como sendo perigoso. A Eset fez que seu mecanismo de detecção não considera arquivos corrompidos como malware, o que pode ajudar no bom resultado.

O Eset Smart Security 5 tem um impacto moderado no desempenho do PC, a velocidade de varredura é mediana. Nesta versão do produto a Eset tornou a maioria dos painéis e janelas mais fáceis de navegar, e as configurações básicas são mais acessíveis. O painel principal é limpo, atraente e fácil de usar.

As configurações avançadas ainda são complexas demais para a maioria das pessoas, mas a Eset fez um bom trabalho ao deixar bem expostas as opções que a maioria das pessoas irá usar, e ainda assim manter os controles avançados para os especialistas.

Um toque interessante no instalador: ele baixa automaticamente as últimas atualizações disponíveis, então você sempre terá a versão mais recente do programa, desde o primeiro momento.

Fonte: PC World

quarta-feira, 7 de março de 2012

Como saber se um link é seguro

Qual link posso clicar sem colocar a integridade de seu PC em risco.
Nenhum antivírus traz 100% de segurança, pois não adianta um bom antivírus se o usuário tem a "síndrome do clique" (sai clicando em tudo que aparece na internet). Nem mesmo o melhor software de segurança poderá protegê-lo da dor de cabeça que você terá se clicar em um link malicioso. Eles chegam disfarçados como links para vídeos engraçados, notícias chocantes, promoções imperdíveis ou botões de “Curtir”, mas na verdade foram projetados para facilitar o roubo de informações e outros tipos de ataque ao seu computador.

Até mesmo seus amigos podem disseminar, sem querer, links maliciosos em mensagens de e-mail, recados no Facebook ou mensagens instantâneas. Muitas vezes eles nem sabem que isto está acontecendo, já que o computador pode estar agindo “por conta própria” depois que eles mesmos clicaram em um link similar. Você também encontrará estes links em propagandas na web e resultados de buscas.

Use nossas dicas a seguir para analisar links suspeitos e identificar possíveis ameaças. Todas as soluções aqui mencionadas são gratuitas, e você não precisará instalar nada no computador.

Pare o cursor sobre o link
É muito comum um link “mascarar” o verdadeiro endereço de destino. Se você parar a setinha do mouse sobre ele, sem clicar, verá no rodapé da janela do navegador o endereço real para onde ele aponta. Quer um exemplo? www.cliqueparaganharipadgratis.com parece uma promoção imperdível, mas pare a setinha sobre o link e preste atenção... ele leva para a página inicial do blog! Entendeu o truque? Se você suspeita que um link leva a um lugar diferente de onde deveria, não clique!

Use um analisador de links
Um analisador de links (Link Scanner) é um site ou complemento para o navegador que, como o nome diz, analisa um link e a página para onde ele aponta para identificar se há alguma ameaça oculta. Há muitos analisadores gratuitos, mas o recomendado é o URLVoid, já que ele passa o link por vários serviços de uma só vez, como o Google, MyWOT e Norton SafeWeb, e relata os resultados rapidamente.

Fique de olho em links encurtados
O URLVoid ainda não consegue lidar corretamente com links encurtados com serviços como o Bit.ly, Ow.ly e TinyURL, então para analisá-los você deve usar uma outra ferramenta, como o Sucuri. Este serviço “expande” o link e o repassa a serviços como o Google, Norton SafeWeb e PhishTank, que o analisam em busca de ameaças e retornam o resultado. Você também pode usar o Sucuri para links não encurtados, mas o URLVoid usa mais fontes para analisar um link, e portanto tem melhores resultados.

O Blog do seu PC é totalmente seguro
Sucuri: Análise de link, encurtados ou não

Copie um link do jeito certo
Serviços como o URL Void e o Sucuri exigem que você digite ou cole o link suspeito, mas como copiá-lo sem correr o risco de abrí-lo por engano? Fácil: clique com o botão direito do mouse sobre o link para abrir um menu contextual e escolha a opção Copiar atalho (no Internet Explorer), Copiar Link (Firefox) ou Copiar endereço do link (Chrome). Pronto, o endereço agora está na área de transferência do Windows, e você pode colá-lo (basta digitar Ctrl+V) com segurança em qualquer campo de texto num dos sites acima.

Fonte: PC World

segunda-feira, 5 de março de 2012

É seguro este site? Descubra com o Privacy Score

Privacy Score.
A internet assim como o mundo real tem seu lado bom e outro nem tanto assim com pessoas maus intencionadas dispostas a prejudicar o internauta com propagações de vírus. malwares... roubos de senhas e também há os sites que não respeita a privacidade online. Sem nenhum tipo de aviso, alguns sites podem deixar nossos dados pessoais um tanto vulneráveis para o resto da web através de informações guardadas nos navegadores e outros serviços.

Mas e agora: como saber se um site é seguro ou não? Bom, para ter um controle maior sobre isso, a solução é o Privacyscore, que mostra o grau de risco que um site apresenta para a nossa privacidade.

O programa funciona tanto online como também por extensões para Google Chrome e Firefox e, apesar de parecer simples, é capaz de avaliar as políticas de dados pessoais e de rastreamento dos sites que você mais acessa.

Com o aplicativo instalado em seu browser, um ícone ao lado da barra de endereços vai exibir, em forma de porcentagem, o risco de invasão que a página acessada oferece, com a possibilidade de visualizar um relatório mais completo através da opção "Detalhes".

Hoje, o Privacyscore tem pouco mais de mil e quatrocentos sites mapeados, entre eles o Google, Facebook, Twitter e Tumblr, que são mais populares e usados por todos.

Para quem quiser saber o risco de privacidade de outras páginas, basta enviar uma mensagem aos desenvolvedores do serviço para receber um boletim mais detalhado dos sites que deseja visitar. Ficou alguma dúvida? Veja o vídeo abaixo:



Fonte: Olhar Digital

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