
Mas logo após o lançamento, foi descoberto que o Buzz gerava automaticamente uma página pública com os contatos mais freqüentes de seus usuários.
O Google rapidamente corrigiu o problema, mas não antes de sofrer pesadas críticas e processos. Em um deles, a empresa teve que pagar US$ 8,5 milhões a um usuário.
O Google Buzz nunca decolou e foi desativado no fim de 2011.
A coleta ocorria porque os carros do Street View também têm sistemas para detectar redes sem fio. O Google atribuiu o erro a uma falha no software dos carros do Street View.
A Mocality acusou o Google de contactar seus clientes e mentir sobre uma parceria entre as duas empresas para tentar migrar essas empresas para um serviço concorrente, o Getting Kenyan Businesses Online (GKBO), do Google.Um funcionário do Google Quênia ligava para clientes da Mocality e afirmava que ambas as empresas tinham uma parceria. Após isso, oferecia uma assinatura do GKBO, um serviço do Google voltado para ajudar empresas a montarem sites e projetos na internet.
Em texto publicado no Google+, o executivo do Google Nelson Mattos admitiu o erro e afirmou que a empresa estava espantada ao saber que alguns de seus funcionários haviam tomado atitudes impróprias. Alguns dias depois, Mattos publicou um novo texto, em que afirma que o Google havia tomado as providências necessárias para evitar este tipo de erro no futuro. Segundo o site ReadWriteWeb, o chefe do escritório do Google no Quênia teria sido demitido.
Por outro lado, Jobs tinha mágoa dos principais executivos da empresa, principalmente de Eric Schmidt, por causa do Android. Para Jobs, o Google quebrou um acordo de cavalheiros entre as duas empresas ao entrar na área de smartphones com o Android. Schmidt, que por muitos anos fez parte do conselho da Apple, deixou este cargo em 2009 após o acirramento da rivalidade entre as empresas.Jobs acreditava haver um pacto entre Apple e Google. “Nós não entramos no mercado de busca, mas eles entraram no de smartphones”, disse durante uma reunião com acionistas em fevereiro de 2010. Nesta mesma reunião, Jobs disse que o lema do Google (Não faça o Mal) era uma bobagem e afirmou ainda que “eles querem matar o iPhone, mas nós não vamos deixar”.
Com o novo recurso, chamado de Search Plus Your World, o conteúdo publicado no Google+ aparece com destaque em buscas realizadas no Google (por enquanto, apenas na versão em inglês). Uma busca por U2, por exemplo, pode incluir menções à banda feita por amigos no Google+, além do perfil do U2 no Google+.
O novo recurso dá mais visibilidade à rede social Google+. Mas a novidade vem provocando polêmica no mundo da tecnologia. Muitos analistas criticam o Google por usar seu popular serviço de busca para esconder os rivais Twitter e Facebook. Outra crítica é a que o Google estaria prejudicando seus usuários, já que os resultados do Google+ nem sempre seriam os mais relevantes.
O o próprio Twitter criticou a novidade, argumentando que ficará mais difícil para usuários do Google saberem de notícias muito recentes, já que essas costumam aparecer no Twitter. Em resposta, o Google afirmou que não entendeu a reclamação do Twitter, já que o microblog se teria se recusado a renovar o acordo que permitia o acesso a seus dados pelo buscador.
A parceria terminou em julho do ano passado. Desde então, textos publicados no Twitter estão fora dos resultados do Google. Apenas informações básicas de perfis aparecem nos resultados. A situação é a mesma em relação ao conteúdo do Facebook.
Fonte: IG Tecnologia


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KADS