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terça-feira, 27 de setembro de 2011

Mozilla Firefox 7.0 para Windows, Mac OS X e Linux

Download do Firefox 7.
O Mozilla Firefox é um navegador rápido e completo. O Firefox inclui pop-ups, navegação em abas, busca integrada do Google, controles de privacidade simplificados. uma janela do navegador simplificada que mostra mais da página do que qualquer outro navegador e uma série de recursos adicionais que trabalham com você para ajudá-lo a obter o máximo de seu tempo online.

A Web está sempre inovando, e o Firefox define o ritmo com dezenas de novos recursos para proporcionar uma experiência de Web mais rápida, segura e personalizável para todos.

Experiência do Usuário: As melhorias do Firefox oferecem a melhor experiência possível de navegação na web. O novo Firefox possui uma barra de localização inteligente, carinhosamente conhecida como o "Awesome Bar", adaptando-se as preferências do usuário.

Desempenho: O Firefox é construído em cima da poderosa plataforma Gecko, resultando em um produto mais seguro, mais fácil de usar e mais pessoal.

Segurança: O Firefox aumenta o nível de segurança. O a nova proteção contra malware e phishing ajuda a proteger contra vírus, worms, trojans e spyware para manter as pessoas seguras na Internet.

Personalização: Todo mundo usa a Web de forma diferente, e o Firefox permite aos usuários personalizar seu navegador com mais de 5.000 add-ons.

O site do Firefox ainda tem que ser atualizado, mas esperamos que isso vai acontecer dentro das próximas 24 horas.



Fonte: Inforlogia

quarta-feira, 17 de agosto de 2011

Microsoft já não considera o Linux uma ameaça potencial

Ballmer.
Faz alguns anos o sistema Linux viveu um boom midiático, com muitas publicações e meios, se fazendo conhecido e despertando o interesse de muita gente. Seus atrativos são muitos, mas o principal é que se trata de um sistema operacional baseado em software livre – código aberto que torna as possibilidades de reprogramação infinitas. Lamentavelmente, esse boom desapareceu, e hoje o sistema ainda é muito desconhecido da maioria dos usuários.



Talvez por isso a Microsoft decidiu eliminá-lo de sua lista de competidores. Num informe que publicam habitualmente, descrevem as características principais de seus concorrentes de outras companhia e sistemas operacionais profissionais. Nessa lista, agora, figuram apenas seus dois grandes inimigos a serem derrubados: Apple e Google.



Até este ano, a Microsoft incluía a Linux definindo-o como um sistema derivado do Unix e disponível gratuitamente, sob licença GNU. Um dos grandes temores da empresa de Redmond era que grandes corporações como a Hewlett-Packard e Intel haviam começado a trabalhar ativamente com diversas distribuições.



Mas, o Linux é, realmente, um inimigo para o Windows? Bem, certamente são dois sistemas operacionais para escritório, mas isso não quer dizer que ambos não possam coexistir, não só oferecendo duas alternativas diferentes para usuários que buscam coisas diferentes, como também para usuários que desejam dispor de ambos. Neste sentido, a Microsoft sempre foi mais reservada, pois até antes de suas últimas versões do Windows não havia incluído procedimentos que facilitavam a instalação de outros sistemas operacionais, coisa que não ocorre mais.



O fato é que, embora não apareça constantemente na imprensa ou nas estatísticas de mercado, não se pode julgar que o Linux caiu no esquecimento do usuário.



Fonte: Forum PCs

sexta-feira, 29 de julho de 2011

Dicas para novatos no Linux

Descobrir qual a distribuição ideal para você, ler, frequentar fóruns e conhecer a filosofia do software livre são os primeiros passos.
Decidiu largar o seu sistema operacional antigo e embarcar na filosofia Linux? Se você se deparou com algumas dificuldades e está precisando de dicas para facilitar a entrada nesse novo mundo digital, a primeira coisa a fazer é começar a ler. A dica é do consultor técnico de software livre, Bruno Gurgel, que garante que a melhor maneira de aprender a mexer no sistema é ler as documentações da sua distribuição escolhida.

Segundo ele, a internet está cheia de fóruns e blogs lotados de perguntas sobre a plataforma, mas muitas delas nem precisariam estar lá se os usuários tivessem o costume de ler. "Lendo, você aprende como fazer instalações, quais as diferenças entre as distribuições e para que usar cada uma delas”, comenta.

Outro ponto importante para quem pensa em abandonar o Windows ou já o abandonou é descobrir qual é a sua distribuição ideal. Bruno comenta que não existe uma distribuição melhor que a outra, apenas a certa para um objetivo, pois cada uma delas é focada em algo diferente. "Uma boa dica para conhecê-las melhor é acessando o site Distro Watch. Lá tem informações sobre as novas versões e dicas para entender o que faz cada distribuição", diz.

Conhecer a filosofia do software livre também faz parte do aprendizado. Se você entrou nessa só por curiosidade ou porque estava cansado dos vírus e travamentos dos outros sistemas operacionais, vale a pena ler o livro "Catedral e o Bazar", de Eric S. Raymond, um ensaio que apresenta dois diferentes modelos de desenvolvimento de um software livre.

Depois das leituras iniciais, a dica é se infiltrar em fóruns e listas de discussões para interagir com pessoas que tenham gostos parecidos. Frequentar eventos de Linux e software livre também é necessário. "Brincamos que o importante não é saber fazer, mas conhecer pessoas que saibam", comenta Bruno. "A colaboração faz parte da filosofia do software livre e é por meio dela que os usuários vão aprender cada vez mais", completa.

Os iniciantes também devem procurar entender como funciona o gerenciamento de pacotes de uma determinada distribuição e a ferramenta Make. Dessa forma, é possível instalar novos softwares no sistema. Ainda nos termos técnicos, Bruno ressalta a importância de saber trocar o Windows pelo Linux e, mais ainda, se forçar a realizar tarefas normalmente. "Tente fazer a mesma coisa que você fazia no Windows com o Linux. Se você editava fotos no Photoshop, por exemplo, ache o software similar para o Linux e comece a usá-lo", comenta. "Achar o software semelhante pode não ser uma tarefa muito fácil, mas os fóruns ajudam bastante", conclui.

Para quem quer seguir carreira, os cursos são o diferencial na aprendizagem. Com eles, você otimiza tempo e aprende mais rápido a mexer no sistema. Porém, segundo Bruno, as leituras não podem ser deixadas de lado, pois são elas que complementam qualquer curso.

Tem alguma outra dica para compartilhar? Escreva nos comentários abaixo!

Fonte: Olhar Digital

segunda-feira, 20 de junho de 2011

As principais diferenças entre os sistemas operacionais

Windows, Mac ou Linux? Confira as principais diferenças entre os sistemas operacionais mais famosos entre os brasileiros.
o primeiro computador é algo muito divertido e descobrir cada pedacinho do sistema operacional é uma tarefa muito interessante. Não há dúvidas de que a curiosidade é o maior instrutor nos primeiros momentos da “vida computacional”, mas há quem diga que determinados sistemas são impossíveis sem ajuda. Pode-se dizer que alguns anos atrás essa informação era verdadeira, mas hoje até mesmo o Linux apresenta interface gráfica e facilidade para o aprendizado.

Estamos falando do Ubuntu, umas das distribuições mais conhecidas e elogiadas do mundo dos softwares livres. A central de softwares eliminou a necessidade das compilações e, assim, tornou possível que iniciantes também utilizassem o Linux.

Outro sistema muito reconhecido é o Mac OS X, da Apple. Pouco difundido no Brasil, há muitas facilidades oferecidas pelo sistema, incluindo as várias funções gráficas e os modos rápidos de instalação por “arrastar e soltar”. Ele também é bastante recomendado para quem utiliza softwares de edição gráfica. Ainda neste ano será lançada a versão Mac OS X Lion.

Mas não há como dizer que o Windows não é o sistema número 1 dos brasileiros. O mais recomendado para gamers está no coração dos usuários desde os anos 90, quando a informática começou a se espalhar pelo Brasil. O Windows Vista sofreu muita rejeição, mas o Windows 7 foi lançado para recuperar a fama da Microsoft.

Veja abaixo um vídeo que ilustra esse artigo para mostrar as diferenças básicas entre cada um dos principais sistemas operacionais do Brasil. A melhor forma de descobrir qual é o que se adapta melhor ao seu estilo é experimentando todos eles.



Fonte: Tecmundo

terça-feira, 22 de março de 2011

Como nasceu Tux, o pinguim-símbolo do Linux

Tux baby
Basta o desenho de um pinguim aparecer em qualquer lugar (site, revistas, livros, etc) para que muitas pessoas com conhecimentos de informática associem a imagem ao Linux. Também pudera, O Tux é uma figura de um pinguim que virou logotipo desse sistema operacional. Esta postagem mostrará como e quando o Tux virou mascote do Linux e também explicará a escolha de seu nome.

A história do Tux

Em 1996, muitos integrantes da lista de discussão Linux-Kernel estavam discutindo sobre a criação de um logotipo ou de um mascote que representasse o Linux. Muitas das sugestões eram paródias ao logotipo de um sistema operacional concorrente e muito conhecido. Outros eram monstros ou animais agressivos (pelo menos lendariamente), como tubarões e águias. Linus Torvalds acabou entrando nesse debate ao afirmar em uma mensagem que gostava muito de pingüins. Isso foi o suficiente para dar fim à discussão.

Depois disso, várias tentativas foram feitas numa espécie de concurso para que a imagem de um pinguim servisse aos propósitos do Linux, até que alguém sugeriu a figura de um "pinguim sustentando o mundo". Em resposta, Linus Torvalds declarou que achava interessante que esse pinguim tivesse uma imagem simples: um pinguim "gordinho" e com expressão de satisfeito, como se tivesse acabado de comer uma porção de peixes.

Torvalds também não achava atraente a ideia de algo agressivo, mas sim a ideia de um pinguim simpático, do tipo em que as crianças perguntam "mamãe, posso ter um desses também?". Ainda, Torvalds também frisou que trabalhando dessa forma, as pessoas poderiam criar várias modificações desse pinguim. Isso realmente acontece. Existem várias versões do Tux na internet (como pode ser visto no início deste artigo, o InfoWester também usa uma imagem alterada do Tux).

Quando questionado sobre o porquê de pingüins, Linus Torvalds respondeu que não havia uma razão em especial, mas os achava engraçados e até citou que foi mordido por um "pinguim assassino" na Austrália. Além disso, a possibilidade de criação de versões desse pinguim são enormes. Como comparação, Torvalds citou que o logotipo do sistema operacional Windows não era ruim, mas pouco é possível fazer com ele.

Diante dessa situação, um concurso foi proposto para a escolha de uma imagem ideal de pinguim e o desenho criado por Larry Ewing acabou sendo o escolhido. Ele o havia criado usando o programa GIMP.

Apoiando as intenções de criatividade, tão logo seu desenho foi escolhido, Larry Ewing autorizou o uso e mudanças na imagem, contanto que sua autoria e o uso do GIMP sejam mencionados no caso de alguém perguntar. As imagens abaixo mostram a evolução do desenho.

Tux evolução

A seguir, são mostradas outras versões do pinguim criadas por Larry Ewing.

Tux versões

O nome Tux

Essa é uma questão que ainda gera controvérsias, mas a versão aceitável é a de que o nome Tux veio de "tuxedo", palavra em inglês para um tipo de roupa que no Brasil é conhecido como "smoking" ou "fraque". Isso porque as cores dos pingüins lembram um ser usando esse tipo de vestimenta. No entanto, há quem afirme que o nome Tux também é usado como referência ao nome de Linus Torvalds com Unix: Torvalds UniX.

Na escolha de nomes, houve outras sugestões, como Homer, em referência ao personagem Homer Simpsons da série de desenho animado The Simpsons. Essa sugestão foi dada pelo fato do Tux ser semelhante ao personagem em questão.

O Tux real

Alan Cox, outra personalidade por trás do Linux, juntamente com a revista Linux World, decidiu dar o nome de Tux a um pinguim do zoológico de Bristol, na Inglaterra, como forma de homenagear Linus Torvalds por seu aniversário. No entanto, esse pinguim em nada se parece com o Tux em forma de desenho. A imagem do Tux real é mostrada abaixo:

Tux real

O uso de uma figura de um pinguim como logotipo do Linux certamente foi uma escolha feliz, pois é uma imagem convidativa, que desperta a curiosidade e que talvez transmite a sensação de algo feito em comunidade, pois "pingüins vivem em bandos". O Tux ganhou tanta importância que hoje existem até produtos que usam sua imagem, como adesivos, enfeites de mesa, roupas, bonecos de pelúcia, entre outros. Não podia ser diferente, afinal o Tux representa não somente o Linux, mas também toda a sua comunidade.

Fonte: The History of Tux the Linux Penguin

segunda-feira, 14 de março de 2011

Qual o melhor Linux para você?

Pinguim do Linux.
Um sistema operacional pago como o Windows pode sair um pouco caro, não é mesmo? Então por que não tentar uma plataforma aberta? Caso você queira se arriscar no universo Linux, mas não sabe por onde começar, o site Linux Distribution Chooser oferece um questionário para ajudar na escolha da melhor versão Linux para você. Como nem todo mundo está acostumado com um sistema operacional diferente do Windows, as perguntas servem justamente para saber o nível de conhecimento que você tem sobre outras plataformas, e também para conhecer quais são suas necessidades no PC.

Para responder as questões e conhecer melhor as plataformas abertas disponíveis é só clicar aqui e acabar com as suas dúvidas. E se quiser entender melhor como responder às questões, assista ao vídeo abaixo.



Fonte: Olhar Digital

quinta-feira, 3 de março de 2011

Qual é o melhor: Windows ou Linux?

Qual o melhor sistema operacional: Windows ou Linux?
Quem nunca viu uma ferrenha discussão de usuários sobre qual o melhor sistema operacional? E quando o assunto é Windows contra Linux, essa disputa se torna ainda mais acirrada. Diversos usuários enfrentam-se diariamente em fóruns e conversas do assunto. Os tópicos são os mais diversos, mas argumentos que sempre entram na briga são o preço, código aberto e liberdade de uso do Linux, contra a facilidade de uso, maior quantidade de programas e popularidade do Windows. Abaixo dois usuários ferrenhos que vão defender seus pontos de vista expondo os motivos que os levam a gostar mais de um sistema ou outro:

Conhecendo os lutadores

O tradicional símbolo do Windows.No canto direito, com o símbolo representando uma de suas principais inovações: o Windows. Lançado no mercado no ano de 1985 com o nome de Windows 1.0, desde a primeira versão, o sistema operacional da Microsoft trouxe para o usuário a possibilidade de uso do mouse (e o próprio acessório inclusive), a abertura de mais de um programa ao mesmo tempo (multitarefa) e uma interface colorida, com ícones e janelas.


O simpático TuxNo canto esquerdo, adotando um simpático pinguim como símbolo e representando a liberdade de uso e distribuição: o Linux. A primeira distribuição tinha o nome de Linux 0.01 e foi lançada em setembro de 1991. Ela trouxe a possibilidade de qualquer usuário fazer alterações em seu código fonte e adaptá-lo às suas necessidades, bem como o direito de redistribuir sua versão.

O Linux tem ao seu lado toda uma comunidade de desenvolvedores para efetuar adaptações e melhorias no sistema além de distribuições para todos os gostos e necessidades.

Round 1: instalação

Só um técnico consegue instalar o Linux.Quando os computadores pessoais começaram a se tornar relativamente populares, não sendo somente um privilégio de grandes instituições o Windows sempre contou com suporte ao usuário para o processo de instalação. Mais especificamente a partir do Windows 95, que já era uma versão mais popular do SO, mesmo utilizando vários disquetes para instalação, o processo era guiado na tela para o usuário.

As etapas contam com instruções sobre a operação e, nas versões a partir do XP, quase tudo é completamente feito na interface gráfica. Há uma previsão do tempo que será necessário para completar o processo e o progresso é exibido à medida que etapas são avançadas. Inclusive a Microsoft oferece algumas dicas exibidas na tela durante a instalação, de forma a fornecer de antemão uma prévia da ambientação que é encontrada pelo usuário no final do processo.

Talvez o Linux quando foi criado fosse difícil de instalar, hoje é facilmente instalado a partir de um CD, como o Windows.Já nos primórdios do Linux, sua instalação realmente era um processo deveras complexo. Ainda mais se o usuário possuía alguns componentes de hardware “diferentes do padrão” ou produtos com dispositivos fechados (algumas empresas faziam “pacotes” de hardware com drivers muito específicos). Entretanto, hoje a realidade é completamente diferente.

Grande parte das distribuições do Linux são instaladas a partir de um CD de forma simples e rápida, assim como é no Windows. Ele também possui uma barra de progresso para informar ao usuário o andamento do processo que, diferente do Windows, costuma ser bem rápido.


Round 2: drivers básicos

Ao instalar o Linux ele já vem com os drivers básicos para o uso, você não precisa ficar procurando ou guardando CDs com isso.Realmente, ao terminar de instalar uma distribuição do Linux, você já possui todas as ferramentas básicas para o uso, sem ter aquele frequente problema de sair atrás de CDs com drivers e programas para começar a montar seu ambiente de trabalho.

O Windows costumava terminar a instalação completamente “cru”, fazendo-nos ir atrás das caixinhas de CDs para os dispositivos. Entretanto, com o lançamento do Windows 7, a Microsoft já deu uma boa melhorada nesse aspecto.

Agora, ao instalar o Windows 7, ele possui um recurso que procura os drivers para o usuário na Internet.Agora, após a instalação, o Windows possui um recurso que reconhece os dispositivos presentes no computador e faz a busca dos drivers para o usuário. Ainda assim alguns podem não ser reconhecidos ou encontrados. Em outros casos, por se tratar de uma versão relativamente recente, pode ainda não ser oferecido um driver compatível.


Round 3: inicialização

O Windows demora muito mais do que o Linux para ser inicializado.O processo de inicialização do Linux é muito rápido, mesmo que já tenha se passado algum tempo depois da instalação do SO. Além disso, iniciado o sistema, você já pode usar, não precisa esperar mais tempo por isso.

Apenas as versões mais antigas do Windows tinham problema com a inicialização. Hoje o Windows efetua a inicialização de forma bem eficiente.As versões mais antigas do Windows demoravam um tempo considerável no processo de boot e inicialização depois de passado certo tempo de sua instalação. Nesse quesito, o Windows 7 já se mostra bem mais eficiente, inicializando em um período mais curto de tempo do que seus antecessores.


Round 4: utilização

Desde a primeira versão oficial lançada no mercado de software, o Windows trouxe algumas das maiores inovações para os computadores pessoais: a interface gráfica e os periféricos. Os desenvolvedores do SO apostaram na praticidade para o usuário como forma de difusão e popularização do Windows.


O Linux é difícil de usar.O ambiente encontrado era composto por janelas e menus interativos que atendiam aos comandos do usuário por meio de um periférico (mouse). Além disso, era possível criar ícones e assim ter atalhos para os programas mais utilizados na Área de trabalho.

Windows: interface gráfica desde o início e cada vez mais elegante.
Windows: interface gráfica desde o início e cada vez mais elegante

A parte gráfica (de interação usuário-sistema), até hoje é uma das maiores preocupações do Windows e recebe cada vez mais melhorias sem pecar em nada na aparência, que se torna cada vez mais moderna e elegante.

Hoje o Linux possui interface e sistema de menus.Se você nunca utilizou o Linux e pensa nele como uma telinha preta cheia de letras em verde ou branco, está com uma imagem antiga do sistema. Atualmente, a maior parte das distribuições do Linux e, certamente todas as mais comuns, possui interface gráfica e sistema de menus, assim como o ambiente de Área de trabalho também permite colocação de ícones como forma de atalho.

Interface gráfica do Linux: tão eficiente quanto a do Windows.
Interface gráfica do Linux: tão eficiente quanto a do Windows

Além disso, de uma forma geral as informações pessoais do usuário são portáteis no Linux. Caso você precise mudar de distribuição, basta copiar alguns dados da pasta local (“Home”) e copiar na nova distribuição para que todas as suas configurações de usuário sejam mantidas.


Round 5: facilidade para localizar e instalar programas

Em tempos remotos, quando você queria instalar um programa para o Linux, dependendo do que fosse, era bom se preparar para o pior. Com a popularização da internet isso foi parcialmente resolvido, pois você podia procurá-los online e de diferentes fontes.

O Linux possui uma central para loclizar programas e basta um clique para instalá-los.Hoje, algumas distribuições do Linux contam com uma central própria de software. Após o acesso, basta efetuar a busca pelo programa (por nome ou categoria) e instalá-lo a partir da mesma interface, com apenas um clique. Como nem tudo é perfeito, entretanto, existem programas que não estão disponíveis na central.

Central de softwares do Ubuntu.
Central de softwares do Ubuntu

Com o Windows, é tudo meio à moda antiga: é preciso procurar o programa, baixar e instalar ou executar a instalação a partir de uma mídia disponível. Entretanto, normalmente não há qualquer dificuldade para encontrar aquele que você quer disponível para o SO.

Os programas para Windows normalmente são fáceis de achar e instalar, pois eles contam com instalador wizard.Adicionalmente as instalações costumam ser fáceis e contam com instaladores que guiam o usuário durante todo o processo.


Round 6: programas e compatibilidade

Praticamente o único momento no qual você tem sérias dificuldades com relação à compatibilidade de software para o Windows é logo que uma versão nova do SO foi lançada. No caso do Windows 7, mesmo no momento de seu lançamento já havia uma grande quantidade de programas adaptados e desenvolvidos para ele.

O Windows possu maior compatibilidade de softwares.Nesse quesito, não há discussão: como a maioria dos usuários de computador utiliza o Windows, as empresas se preocupam em lançar programas que sejam compatíveis com o sistema. Isso é ainda mais perceptível com relação aos jogos, muitos deles sequer oferecem versões para serem executados em outras plataformas.

Dizer que o Linux não tem compatibilidade com programas é o maior argumento dos defensores ferrenhos do SO da Microsoft, porém a realidade já é outra. Como o Linux tem uma grande comunidade de desenvolvedores envolvidos, atualmente há sempre alguém disposto a atualizar ou desenvolver versões de programas para ele.

Hoje vários programas já possuem versão para o Linux, pois sempre há programadores dispostos a adaptá-los.Não se pode mais dizer que faltam programas ou variedade deles para o Linux, embora alguns permaneçam apenas com versões inferiores às existentes para o Windows. Entretanto, o grande calcanhar de Aquiles do SO são os jogos, os quais se possuem pouco ou nenhum suporte e alguns sequer contam com uma versão para o Linux.


Round 7: Personalização

Linux é altamente personalizável.Absolutamente qualquer coisa pode ser alterada na interface do Linux. De um mero papel de parede ao lugar nos quais os botões são mostrados em uma janela. Se você gosta de efeitos, o Linux também dá um show à parte com suas janelas “maleáveis”, múltiplas Áreas de trabalho que podem ser abertas lado a lado, em cubo, estilo “coverflow”, entre várias outras possibilidades.

Nesse aspecto, o Windows é mais engessado. Até o Vista, mesmo trocar seu tema para um que não fosse oficial era um processo penoso. E, além disso, não havia qualquer certeza de que realmente fosse dar tudo certo no final.

O Windows 7 já conta com diversos temas e skins para usuário.O Windows 7 trouxe uma grande inovação neste aspecto, com temas que podem ser instalados a partir de poucos cliques e sem sofrimentos. Além disso, eles são automaticamente configurados, dispensando processos manuais de troca. Mesmo temas de terceiros estão apresentando mais compatibilidade e processos menos frustrantes de configuração.


Round 8: segurança e infecções

Você já ouviu alguém falando que pegou vírus no Linux? Após tentar puxar pelas lembranças, deve ter constatado que isso quase nunca ocorre. Existe uma quantidade ínfima de vírus para o SO e, ainda assim, não haveria um que fosse capaz de infectar tanto o Linux quanto acontece com o Windows. Isso ocorre por vários motivos, um deles é o fato de o Linux ter código aberto e várias pessoas arrumando problemas.

O Windows não é seguro e vive com problemas de vírus e outras pragas virtuais.Isso contribui para que ele apresente um número muito menor de falhas de segurança, o que significa menos brechas a ser exploradas. Outro fato é que o grande alvo de quem desenvolve softwares maliciosos são os usuários e, como o Linux tem menos usuários, torna-se menos atrativo para os criminosos virtuais.

Quase não existe vírus para Linux.Além dos fatores citados acima, a política de segurança do Linux é um grande diferencial: os programas são executados em modo de usuário e não de administrador. Assim, se acontecesse de um usuário pegar vírus, este não se espalharia pelo sistema, afetando apenas os programas que o próprio usuário instalou na pasta “Home” (na pior das hipóteses), enquanto o sistema permanece intacto.

Uma infecção assim é muito mais fácil de ser eliminada e os danos são irrelevantes. Isso levado em conta, não é difícil imaginar por que a criação de vírus para o sistema é difícil e desinteressante.

Além das ferramentas de proteção do próprio sistema, diversas empresas desenvolvem programas de proteção para o Windows, inclusive gratuitos.O Windows é um sistema fechado e com um tempo de resposta para atualizações de segurança menor do que o Linux. Para existir algo nesse sentido, primeiro alguém precisa detectar a brecha no sistema e resolver enviar o problema para a Microsoft. Após receber mais do que uma queixa o suporte procura verificar o que está ocorrendo.

Após a constatação da falha, finalmente se começa a trabalhar na solução. Parando por um momento para pensar, imagine quanto tempo pessoas mal-intencionadas tiveram para agir enquanto todo esse processo é desenrolado. Além disso, o sistema de permissões e segurança do Windows está longe daquele existente no Linux.

O Windows conta com ferramentas para combater e prevenir infecções.Praticamente todo usuário utiliza o Windows como administrador, pois de outra forma seria quase impossível aproveitar os recursos do sistema. Adicionalmente, o controle de usuário é desativado pela maioria das pessoas por ser incômodo e pouco eficiente. Ainda assim, a Microsoft reconhece que o problema existe e não deixa por menos.

A própria empresa disponibiliza uma série de ferramentas de proteção (antivírus, firewall, etc.) e, várias outras companhias desenvolvem e atualizam bases de dados de programas para garantir a segurança do SO, inclusive com versões gratuitas para tal.


Round 9 : suporte

A Microsoft possui uma central de suporte para esclarecer dúvidas e problemas de seus usuários.Se você é um usuário do Windows e tiver problemas técnicos é possível contar com a central de suporte online, por telefone ou guias rápidos de ajuda disponíveis a partir do próprio SO. As versões mais recentes (Vista e Windows 7) também possuem um sistema de verificação do problema. Ao acessar esse recurso, ele automaticamente busca as possíveis causas do problema e apresenta algumas soluções a fim de tentar resolvê-lo.

O Linux possui toda uma comunidade de desenvolvedores dispostos a ajudar.O suporte formal para Linux existe, porém normalmente é cobrado, pois é feito por empresas terceirizadas ou donas de distribuições pagas do sistema. Entretanto, por ser um software de código aberto e adotar tal filosofia, como já foi citado em outros tópicos, o que não faltam são programadores e usuários envolvidos no projeto.

Portanto, sempre que você estiver com problemas ou dúvidas, é possível recorrer a um dos milhares de fóruns de discussão do sistema e procurar ajuda de técnicos e outros usuários. Além disso, há pessoas que fazem guias e tutoriais e os disponibilizam para ajudar a resolver dúvidas, fazer configurações, entre outras finalidades.


Round 10: multiusuários

O Linux possui suporte multi-usuário.O Linux foi desenvolvido para conseguir lidar com acesso concorrente. Ou seja, ele permite que mais do que um usuário esteja conectado no sistema ao mesmo tempo, sem que um deles seja desconectado.

O Windows Server oferece suporte multi-usuário.O Windows, por outro lado, oferece suporte para operar com um usuário por vez. Embora você possa ter acesso concorrente à base de dados, o sistema em si não consegue suportar acesso simultâneo. Você pode ter mais do que um usuário, mas não em acesso concorrente. Entretanto, se você precisa dessa ferramenta utilizando Windows, é só instalar o Windows Server.

A versão para servidores do Windows oferece suporte completo para multiusuários, embora não seja aquela que costuma ser utilizada em computadores pessoais.


Round 11: preço

O Linux, assim como os softwares do Projeto GNU, foi desenvolvido para oferecer uma alternativa aos softwares proprietários. Ele é um sistema de código aberto e distribuído sob a GPL, ou seja, qualquer um pode obtê-lo, fazer alterações e redistribuir, desde que disponibilize o código.

O Windows é muito caro.Embora existam versões pagas do Linux, a grande maioria da distribuições é completamente gratuita e oferece diversas formas para sua aquisição. Você pode efetuar download das imagens muitas vezes na própria página do responsável por ela sem qualquer custo. Adicionalmente, é possível efetuar alterações para adaptá-lo conforme suas necessidades.

Acima de tudo, você tem a liberdade de repassar uma distribuição de Linux gratuita para seus amigos sem cometer pirataria de software.

O Windows é um software de código fechado e proprietário. O preço para aquisição de uma versão do SO já foi algo que se pudesse considerar muito caro e complicado para um usuário de computador pessoal. Embora a Microsoft tivesse criado algumas versões mais básicas do XP, por exemplo, o preço continuava elevado.

O Windows 7 possui versões mais simples para usuários com preço acessível.A partir do Vista, a Microsoft começou a lançar versões com preços mais próximos à realidade de um usuário final brasileiro. Como característica principal, elas possuíam menos recursos avançados e de efeitos (como o Glass, que não está disponível na versão Home Basic do Vista).

Entretanto, com o lançamento do Windows 7, o preço do SO no mercado já está bem mais baixo. Mesmo as versões Premium e Ultimate possuem o valor bem abaixo do que costumava ser anteriormente. A versão básica do Windows 7 pode não ser “extremamente barata”, mas é considerada acessível, mesmo por um usuário de computador pessoal .


Round 12: opinião dos usuários

Nada melhor do que a análise dos usuários para concluir este verdadeiro duelo entre sistemas operacionais. Independente de você levantar a bandeira do Linux ou do Windows deixe sua opinião nos comentários:


Fonte: Baixaki Tecnologia

segunda-feira, 20 de dezembro de 2010

O Linux é difícil de usar?

Difícil, complicado e incompatível são algumas das acusações que pesam contra o sistema Linux.
Não causa surpresa que, na comparação com outros sistemas operacionais, o Linux seja visto como difícil de usar, uma concepção que é rotineiramente explorada pela concorrência, interessada em espantar potenciais novos usuários do sistema. Chegam a defender que o sistema Ubuntu Linux é indicado principalmente para usuários “interessados em programação de código aberto”, que não se importam em “aprender a usar novos programas para e-mail, processamento de texto, etc”...

Independentemente de todas as rivalidades: está na hora de acabar de uma vez por todas com essa noção de que Linux é muito difícil!

Não é Windows
Quando norte-americanos e brasileiros aprendem a dirigir um carro, trafegam pela mão direita da rua. Já quem vive no Reino Unido e no Japão aprende a trafegar pela esquerda. Nenhuma opção é “mais difícil” por si, elas são apenas diferentes. Mas, uma vez que tenha se acostumado a uma das formas, pode ser estranho aderir à outra, pelo menos no começo.

Assim é com os sistemas operacionais de PC. O desktop Linux é simples, elegante e lógico, mas funciona de forma diferente com Mac e Windows.

No Linux, a interface gráfica é opcional, por exemplo. O ambiente do desktop pode ser completamente personalizado, e os gerenciadores de pacotes permitem que você instale software em apenas alguns cliques – não é preciso navegar na web nem caçar números de série.

E, claro, há o fato de que muitos dos programas para Linux são gratuitos, e que você não precisa nem mesmo de um software antivírus.

Para aqueles cuja formação em computadores ocorreu com Macs ou Windows, o Linux pode parecer um tanto estranho no começo. Afinal, a maior parte das pessoas ainda usa uma dessas duas plataformas, como mostra dados recentes da Net Applications. Mas, uma vez que você comece a ver os benefícios do Linux, essa sensação passará logo.

Uma enorme curva de aprendizado
O Linux permite que você faça tudo que quiser em seu computador, sem exigir recursos enormes, software caro, ou vigilância perpétua contra malware. Em vez de colocar em seu caminho uma interface que restringe o que você pode e como você pode fazer, o Linux simplesmente sai da sua frente.

Boa parte do software para Linux também parecerá extremamente familiar para a maioria dos usuários, especialmente aqueles de produtividade básica de escritório. A suíte OpenOffice (BrOffice, no Brasil), por exemplo, funciona tal como no Windows, e é muito parecida com o Microsoft Office. O melhor é que é compatível com o Office, podendo inclusive abrir seus arquivos.

Para navegar na web, o Firefox exige adaptação praticamente zero se você já o usava antes.

Com Linux e os aplicativos que vêm com ele, você pode fazer praticamente tudo que faria num Windows ou no Mac OS, com certeza de forma mais barata, e algumas vezes até mais facilmente.

Comandos complicados
“Mas você não tem de conhecer todos os tipos de comandos complicados para usar o Linux?”, eis uma preocupação muito comum.

A resposta: definitivamente, não. Para uso típico diário, não há nada absolutamente espinhoso ou técnico que você precise aprender.

À medida que se torne mais familiar com a distribuição Linux que escolher, você poderá querer começar a aprender como usar o Shell Unix/Linux, mas de forma alguma isso será necessário, especialmente para propósitos comuns de produtividade de escritório.

Configurar um servidor Linux, claro, é outra coisa – tanto quanto um servidor Windows. Mas, para uso típico no desktop, se você já aprendeu um sistema operacional, o Linux não deverá ser difícil.

Questões de compatibilidade
Finalmente, a compatibilidade de hardware e software é outra questão frequentemente lembrada e que faz com que usuários potenciais temam que o Linux seja muito difícil para torná-los produtivos.

É verdade que há algumas instâncias remanescentes de pacotes de software e equipamentos de hardware que o Linux não pode suportar porque os desenvolvedores dessas ferramentas escolheram manter os codecs, softwares ou drivers necessários fechados e proprietários.

Isso, no entanto, está se tornando cada vez menos comum e geralmente há uma alternativa que funcionará muito bem. Há também pacotes como Wine e Crossover Linux para rodar software específico do Windows.

Incontáveis desenvolvedores voluntários estão lá fora nesse instante, trabalhando duro para tornar o Linux ainda mais fácil no futuro.

A realidade: um ROI campeão
O Linux não é difícil, é apenas algo com o qual você não está acostumado, caso seja usuário de Mac ou Windows.

Mudanças podem ser difíceis, especialmente quando você investiu tempo aprendendo um jeito de fazer as coisas, e qualquer usuário Windows, quer ele perceba ou não, investiu muito do seu tempo neste sistema. Mas todo esse tempo será retribuído se você dedicar algum tempo para se acostumar ao Linux.

Para pequenas empresas, a economia de custos que resulta de usar Linux e outros softwares livres pode ser particularmente atraente. A ausência de taxas de licença de software pode resultar numa economia considerável de dinheiro, bem como na redução dos investimentos em hardware, já que PCs não precisarão ser atualizados com frequência.

Igualmente considerável é o efeito da confiabilidade do Linux, que minimiza tanto a manutenção quanto as interrupções imprevistas. Tudo somado, o Linux geralmente economiza uma boa soma por desktop.

Tente sair da caixa do Windows ou do Mac e mantenha a mente aberta, não espere que o Linux seja o Windows. Lembre-se também que você está investindo em software grátis por toda a vida com a flexibilidade de fazer o que quiser e como quiser, livre das ordens de qualquer grande empresa de software. Com que frequência você consegue um retorno de investimento assim?

Fonte: IDG Now!

sábado, 30 de outubro de 2010

Windows, Mac, ou Linux?

Conheça melhor os três sistemas e veja qual se encaixa no seu perfil.
O Windows domina o mercado de sistemas operacionais para computadores, mas a velha rivalidade com o Mac, iniciada nos anos 1980 persiste. E, dos anos 1990 para cá, o Linux entrou nessa briga. Confira a seguir as principais características de cada plataforma e veja qual é a mais adequada para você.

WINDOWS

O sistema
Presente em 92% dos computadores de todo o mundo, de acordo com dados da NetApplications, o Windows está disponível atualmente em três versões: XP, Vista e 7. O Windows XP é o mais antigo, mas também o mais leve, sendo uma boa opção quando embarcado em netbooks (notebooks menos potentes, com telas de 13 polegadas ou menos). O Windows Vista deve ser evitado. Ele é mais lento do que o XP e mais antigo do que o Windows 7.

Windows

O Windows 7 é a versão mais moderna do sistema. Ele tem seis versões: Starter, Home Basic, Home Premium, Professional, Ultimate e Enterprise. As versões Home Basic e Home Premium são as mais adequadas para o usuário final e costumam ser incluídas em computadores e notebooks. Comprado separadamente, o Windows Home Basic custa cerca de R$ 300. A Microsoft tem em seu site uma tabela comparativa de recursos.

A principal desvantagem do Windows fica no aspecto da segurança. Por ser o sistema mais popular, o Windows também é o maior alvo de ataques de vírus. Por isso, é essencial manter um antivírus atualizado ao usar o sistema.

Para quem é
O Windows é o sistema recomendado para usuários em geral. A grande variedade de aplicativos e games faz com que o sistema seja adequado para os mais variados perfis de usuário.


MACINTOSH

O sistema
A plataforma Macintosh, da Apple, é composta pelos computadores da linha Mac e pelo sistema Mac OS, atualmente na versão 10.6 (Snow Leopard). Uma vantagem de se comprar um Mac é que ele também pode rodar Windows, por meio do aplicativo Boot Camp. O Boot Camp permite instalar o Windows em um Mac e faz com que o computador rode dois sistemas (ao ligar o micro, escolhe-se Mac OS ou Windows).

MACINTOSH

O design sofisticado é um dos maiores atrativos da linha Mac. O desktop iMac foi pioneiro ao unir CPU e monitor em uma só peça. Os notebooks da empresa, como o MacBook Air, também são reconhecidos pelo visual elegante. As principais desvantagens do Mac em relação a PCs com Windows são o preço (Macs em geral são mais caros do que PCs com configuração semelhante) e a pouca variedade de games.

Para quem é
O Macintosh é uma opção interessante para quem trabalha com artes gráficas, áudio e vídeo. Embora muitos dos aplicativos dessas áreas também existam para Windows, em boa parte das grandes empresas o desenvolvimento é feito na plataforma Macintosh.

O Mac é também a melhor opção para quem vive no “mundo Apple”. Aplicativos da empresa, como o navegador Safari e o gerenciador de áudio e vídeo iTunes, costumam ter melhor desempenho em Macs. E algumas convenções de interface são similares às usadas no iPhone.


LINUX

O sistema
Em sua versão mais básica, o Linux não possui nem interface gráfica, ou seja, é basicamente uma janela em que se digitam comandos para executar tarefas. A versatilidade do sistema faz com que ele esteja presente, em variadas formas, em dispositivos que vão desde celulares até servidores de grande porte.

LINUX

A opção mais comum para usar o Linux em computadores ou notebooks está nas versões com interface gráfica. A mais popular delas é o Ubuntu Linux. Ele tem visual semelhante ao do Windows e vem com aplicativos básicos, como o Firefox e o pacote de escritório OpenOffice.

Como outras distribuições do Linux, o Ubuntu é grátis. Quem quiser apenas experimentar o sistema, sem instalá-lo, pode ainda baixar uma versão que roda a partir do drive de CD/DVD do PC.

Baixe o Ubuntu no Superdownloads

De modo geral, o Ubuntu Linux não tem problemas de conectividade com equipamentos de rede, como os modems de banda larga. Mas pode haver dificuldades na hora de instalar periféricos como multifuncionais e trocar dados com celulares e tocadores de MP3.

Assim como ocorre com o Macintosh, há poucos vírus para Linux. Por isso, de modo geral, a preocupação com segurança é menor.

Para quem é
A possibilidade de acessar o código-fonte do sistema e de seus aplicativos torna o Linux um sistema interessante para estudantes de programação e profissionais dessa área. O Ubuntu Linux é um sistema leve se comparado às versões mais novas do Windows. Por isso, pode ser uma boa alternativa para PCs mais antigos e lentos, usados apenas em tarefas básicas, como navegação e edição de textos e planilhas.

Fonte: IG Tecnologia

terça-feira, 31 de agosto de 2010

“Escolhi não ter o dinheiro de Gates e Jobs”

Linus Torvalds.Em visita a São Paulo e ao Brasil pela primeira vez, o criador do Linux, Linus Torvalds, falou hoje (31/08/10) a uma platéia de desenvolvedores e empreendedores da comunidade de software livre na abertura da feira LinuxCon, que acontece até amanhã (01/09/10) na capital paulista.

Torvalds defendeu a adoção de aplicações abertas e pesquisas com software livre nas universidades brasileiras.

“As universidades são os melhores ambientes para experimentação e o que nós vemos é um mercado de aplicações abertas crescente no Brasil. Então, o que eu posso dizer para vocês é que vale a pena se especializar em soluções Linux, pois sempre haverá empregos e dinheiro para quem tiver esse conhecimento”, afirmou.

Ao falar sobre formas de ganhar dinheiro, Torvalds foi questionado por Jim Zemlin, diretor da Linux Foundation, sobre seus ganhos pessoais ao criar o Linux. “Você é uma pessoa tão importante para a indústria de TI como Bill Gates ou Steve Jobs, no entanto, não tem uma fração do dinheiro deles. Por que?”, questionou Zemlin.

“Esta foi uma escolha minha, escolhi não ter o dinheiro de Gates ou Jobs. Quando comecei a programar e criar o que seria o Linux fiz isso por diversão. Não podia imaginar, na época, que o sistema que inventei ganharia a importância que tem hoje”, afirmou Torvalds.

O criador do Linux disse ainda que, embora tenha trabalhado em outros projetos ao longo de sua vida, sua grande paixão é o Linux. "Eu me divirto ao mergulhar no kernel", disse Linus, que planeja aproveitar sua passagem pelo Brasil para praticar mergulho no litoral brasileiro.

Linus disse ainda que a comunidade brasileira é muito ativa e só não cresce mais em função de barreiras idiomáticas. "Há muitos programadores talentosos no Brasil que não falam ou leem inglês, o que prejudica sua integração na comunidade internacional Linux", disse.

A LinuxCon vai discutir até amanhã tendências em aplicações abertas para soluções de mobilidade, computação em nuvem e segurança de dados.

Além de Torvalds, vão palestrar no evento Jim Zemlin, Jane Silber, CEO da Canonical (a empresa que representa comercialmente a distribuição Ubuntu) e Ian Pratt, fundador do XenSource.

Fonte: INFO Online

sábado, 5 de junho de 2010

Linux: agressividade gratuita

Se o Linux é tão bom por que não consegue superar o Windows.
Principio destacando que não tenho conhecimento suficiente sobre o Linux, instalei uma vez em meu computador: o Ubuntu, dei uma “olhada” muito rápida e logo desinstalei, e não escondo esta ignorância. Pelo contrário, a tenho deixado clara sempre que o assunto vem à baila. E como não costumo me atrever a escrever sobre o que não conheço, evito participar das discussões que envolvem comparações entre aspectos técnicos do Linux e Windows.

Mas há uma segunda razão. Trata-se da natureza, digamos, demasiadamente aguerrida da chamada “comunidade Linux”. Nela, ou pelo menos no segmento dela que posta comentários em Fóruns, tenho percebido uma agressividade tão extremada que beira (quando não invade) o terreno da grosseria e má educação.

Dizem que estes comentários provêm de membros da minoria radical e que a maioria da comunidade Linux, embora silenciosa, é gente fina, amena, bem educada, incapaz de agredir outrem apenas por não compartilhar de suas opiniões.

Por que um sistema operacional que seus usuários consideram tão cheio de qualidades conquista uma fatia tão pequena, apenas 1.13%, atrás do Windows e Mac, do mercado mesmo sendo gratuito?

segunda-feira, 31 de maio de 2010

Frases de Bill Gates e Linus Torvalds

 Bill Gates e Linus Torvalds
Algumas frases, que coletei na web, de Bill Gates (o fundador da Microsoft) e de Linus Torvalds (criador do kernel do sistema operacional GNU/Linux, muitas vezes chamado simplesmente de "Linux"). Eu, particularmente, achei o Torvalds mais escrachado que o Bill Gates que é mais contido:

Bill Gates
Spam
“Como quase todo mundo que usa e-mail, eu recebo muito spam todos os dias. A maior parte deles oferece ajuda para me tirar das dívidas ou ficar rico rapidamente. Seria engraçado se não fosse tão irritante.”

Xbox e o mercado de games
“Conseguimos uma boa credibilidade, e mostramos que estamos falando sério sobre esse negócio.”

Blu-ray
“Este é o último formato de mídia física que vai existir.”

Mais rico do mundo
“Eu preferia não ser. Não há nada de positivo nisso.”

Internet x TV
“Algumas coisas, como as eleições e as Olimpíadas, realmente mostram como a TV é horrível. É preciso esperar o cara falar sobre o que nos interessa ou se perde o evento e se tem vontade de voltar para vê-lo.”

Filhos no computador
“Meu filho perguntou se ele teria limites como esse por toda sua vida. Eu respondi: ‘não, quando você sair de casa poderá definir seu próprio tempo de uso do computador.”

Políticas de imigração
“Eu acredito que, no limite do possível, e existem óbvias limitações políticas, a liberdade de migração é positiva.”

Yahoo
“Podemos arcar com os grandes investimentos em engenharia e marketing que precisam ser feitos. E o faremos com ou sem o Yahoo.”

Windows 7
“Estou muito animado com tudo que o programa fará, de muitas maneiras. Isso acontecerá em algum momento do ano que vem, teremos uma nova versão.”

Potência mundial
“O fato é que os Estados Unidos têm cinco por cento da população mundial. Em algum momento, teremos 5 por cento de influência mundial, e não há problemas nisso.”


Concorrência
“A maioria dos nossos concorrentes era muito mal administrada. Eles não entenderam como unir pessoas com experiências em negócios e em engenharia. Eles também não sabiam como se deslocar pelo mundo.”

Linus Torvalds
Software gratuito
“Software é como sexo: é melhor quando é de graça” (Nota: acreditem se quiser, tenho uma camiseta com essa frase. Fazia sucesso na academia. Não pelo teor, mas para ter que explicar qual a graça…)

Microsoft
“A Microsoft não é má. Eles só fazem sistemas operacionais realmente ruins.”

Quem sou eu
“Meu nome é Linus, e eu sou seu Deus.”

Competência
“Veja, não precisa somente ser um bom programador para criar um sistema como Linux. Você precisa ser um maldito bastardo também.”

Sucesso
“A filosofia do Linux é ‘Ria na face do perigo’. Ôpa. Errado. ‘Faça você mesmo’. É, é essa.”

Pinguim do Linux
“Algumas pessoas me disseram que elas não acham que um pinguim gordinho realmente personifica a graça do Linux. O que me diz que eles nunca viram um pinguim furioso correndo atrás deles a umas 100 milhas por hora.”

Inteligência
“Inteligência é a habilidade de evitar fazer o trabalho, e mesmo assim conseguir ter o trabalho realizado.”

Windows
“Quando você diz, ‘Eu escrevi um programa que travou o Windows’, as pessoas só olham pra você e dizem, ‘Ei, eu consegui um desses com o sistema, de graça’.”

Virtualização
“Eu não duvido que a virtualização seja útil em algumas áreas. O que eu realmente duvido é que isso em algum momento terá o impacto que as pessoas envolvidas com virtualização querem que tenha.”

kernel
“Agora, muitos de vocês provavelmente ficarão totalmente entediados durante o feriado de natal, e aqui está a distração perfeita. Testem 2.6.15-rc7 (nota: ele está falando sobre o kernel do linux). Todas as lojas estarão fechadas, e não há realmente nada melhor para fazer entre as refeições.”

quinta-feira, 22 de abril de 2010

Wallpapers do Ubuntu 10.04

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Como os wallpapers não têm restrições no universo Windows, vale o download. São imagens belíssimas criadas pela comunidade, que ressaltam uma das melhores virtudes do software livre: o trabalho voluntário de altíssimo nível.

















Fonte: WinAjuda

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