terça-feira, 3 de abril de 2007

SpyBot-Search & Destroy

Os presentamos a "Spybot Search and Destroy Detection Update 2007-03-28 una actualización gratuita e imprescindible hoy en día para eliminar todos tipo de programas spyware de nuestros sistemas.

"Spybot Search and Destroy" elimina dichos contenidos de nuestros discos duros, además de eliminar los informes de uso, la lista de las últimas páginas visitadas, los ficheros abiertos, los programas iniciados, las cookies, etc.

Otro aspecto a destacar es que el programa no borra absolutamente nada sin autorización previa, por lo que en primer lugar simplemente nos muestra un análisis de los programas spyware de que disponemos.

Finalmente el programa dispone de una opción que backup que nos permite recuperar lo que hayamos eliminado.





segunda-feira, 2 de abril de 2007

Richard Rorty: A NARRATIVA DA VIDA

Richard Rorty
Richard Rorty

1. Qual o filosófico que mais influenciou a sua formação intelectual?

R: Wittgenstein é a figura que mais impacto exerceu sobre minhas idéias filosóficas. “Seu livro “Investigações Filosóficas”, uma obra que chamou de terapia filosófica”, dissolveu a maioria dos problemas filosóficos que fui educado a levar a sério.

O livro abriu o caminho para que filósofos posteriores, como Wilfrid Sellars (1912-1989) e Robert Brandom, pudessem descartar as noções de “experiência”, “consciência” e “mente”. Eles o fizeram dando seguimento à observação de Wittgenstein de que não há como se interpor entre a linguagem e seu objeto.
Em especial, não existe maneira alguma de decidir se uma palavra é apropriada para se referir a uma experiência.

Assim, uma experiência perpectiva não é questão de algo ter sido “dado” à consciência e depois descrito em linguagem, mas de termos sido treinados a utilizar certos objetos de linguagem(“estou sentindo dor”, “isso é vermelho”, “essa é uma vaca”, “isso é bonito”) sob condições ambientais e neurológicas determinadas. Não existe nada de “inefável”na experiência, a consciência não tem nada de misterioso e não existe maneira de avaliar a linguagem em termos de “adequação”.

As descrições lingüísticas muitas vezes são suplantadas por outras descrições lingüísticas, mas isso acontece porque as últimas são mais úteis, não porque representam melhor os objetos que descrevem.

O filósofo mais interessante e original de nossos tempos é Robert Brandom; é com os livros dele que eu passo mais tempo hoje.

Essa visão da percepção enfraquece a ideia empírica de que os sentidos colocam nossa mente em “contato direto” com a realidade e também a ideia de que algumas descrições do mundo são mais próximas de “como o mundo é vivido diretamente”do que outras. Uma vez que abrimos mão da esperança de encontrar uma descrição mais precisa de experiência, torna-se fácil eliminar de nosso vocabulário filosófico a noção de “experiência” e a de “mente”.

Os wittgensteinianos enxergam os seres humanos como organismos que, como outros animais,reagem a circunstâncias ambientais com respostas comportamentais. Logo, o que nos distingue dos brutos (e dos computadores) não é o fato de possuirmos um ingrediente extra adicional ao qual se dá o nome de “mente” ou “consciência”, mas simplesmente nossa capacidade de apresentarmos comportamentos especificamente linguísticos, trocando marcas e sons com os outros de maneiras que respeitam normas sociais.

Os seguidores de Wittgenstein descartam a ideia de que a linguagem seja uma tentativa de representara realidade com precisão e também a ideia de que a verdade consiste na correspondência com a realidade. Essas mudanças lhes permitem deixar de lado perguntas céticas sobre se a mente humana é ou não é capaz de apreender a verdadeira natureza das coisas.

O progresso científico, numa perspectiva wittgensteiniana, não é questão de chegar mais perto de algo que já existia (a Verdade ou Como o Mundo Realmente É), mas sim de encontrar maneiras de falar que nos capacitem a prever o que vai acontecer, com isso nos proporcionando condições de desenvolver tecnologias que nos permitem exercer mais controle sobre nosso ambiente.

O progresso moral é questão de capacitar grupos cada vez maiores de humanos a levar vidas mais livres e mais felizes, e não de alcançar clareza maior quanto à chamada “realidade moral”. O progresso filosófico não é questão de resolver problemas ou penetrar mistérios, mas sim, como disse Wittgenstein, de “indicar à mosca a saída da garrafa na qual está ela presa”.


2. Qual o filósofo que mais responde a suas inquietações atuais?

R: Depois de ser ajudado por Wittgenstein e seus seguidores a descartar a problemática da filosofia anglófona contemporânea, eu me vi atraído por Heidegger. Heidegger começa, por assim dizer, do lugar onde Wittgenstein pára.

Ele dá o anticartesianismo como certo e, em seguida, relata uma história sobre o cartesianismo e o Kantismo como etapas no caminho que nos levou de Platão a Nietzsche – um filósofo cujas opiniões sobre a verdade e o conhecimento se encaixam muito bem no pragmatismo ao qual fui conduzido pelas implicações da crítica feita por Wittgenstein ao cartesianismo e o empirismo.

Heidegger via tanto Nietzsche quanto o pragmatismo com o que me parece ter sido desconfiança injustificada, mas nos fez relato novo e brilhante da história do pensamento filosófico no Ocidente.

Assim, ao longo de minha carreira filosófica, o pensar sobre a narrativa de Heidegger foi pouco substituindo o pensar a terapia de Wittgenstein.

3. Qual o filósofo contemporâneo que lê com mais atenção?

R: O filósofo mais interessante e original de nossos tempos é, na minha opinião, Robert Brandom. É com os livros dele que eu passo mais tempo hoje – estudando- os, procurando compreende – los melhor e comentando – os.

Brandom começa onde Wittgenstein e Heidegger param e desenvolve uma filosofia neo – hegeliana da linguagem e da cultura. Ele é praticamente o único filosófico analítico a apreciar Hegel e a produzir uma versão atualizada do hegelianismo - uma que une Hegel a Frege, oferecendo um relato da lógica como o processo científico e moral como o processo de novamente entremear essas normas de maneira a produzir poder e liberdade maiores.

Brandom nos mostra como levar adiante a idéia de Wittgenstein de que não pode haver linguagem privada, desenvolvendo um relato neo – hegeliana da razão como algo essencialmente social.

Leio Brandom como tendo concluído o trabalho de reconciliar Hegel com Darwin – uma tarefa iniciada, mas não concluída, por John Dewey. Brandom pega os insights de Nietzsche, de Heidegger e dos pragmatistas e os entremeia para formar uma narrativa neo – helegiana. A meu ver, é uma realização intelectual brilhante.




Richard Rorty é filósofo e professor na Universidade Stanford. É autor
de, entre outros, “Para Realizar a América”(DP&A) e “objetivismo,
Relativismo e Verdade”(Relume – Dumará)
Tradução de Clara Allain


OrkutComunidade no Orkut: Eu adoro filosofia

Eliminar programas de Windows

Cuando eliminamos algunos programas estos se resisten a borrarse completamente, siempre sucede algo, o porque lo borramos mal o tienen algún archivo dañado.

Con Unlocker vas a poder eliminarlo definitivamente de tu pc, lo bueno de este programa es que es gratuito y sencillo de usar.

Solo debes hacer click derecho con tu mouse y seleccionar Unlocker se te abre una ventana y pulsas en Eliminar, así de fácil.

Link: descarga del programa

Mytoons

Ha salido ya My toons, un sitio web en donde podemos buscar cualquier tipo de animaciones. Algo así como el “youtube” de las animciones. Además podemos subirlas y compartirlas con los demás.


Link: mytoons

domingo, 1 de abril de 2007

El dominio .xxx vuelve a ser rechazado

El organismo que regula la asignación de dominios en internet, controlado por Estados Unidos, acaba de recharzar una propuesta para crear el dominio .XXX, que hubiera establecido una zona exclusiva para los sitios con contenido para adultos.

(Reuters) La Corporación de Internet para la Asignación de Nombres y Números (ICANN, por sus siglas en inglés) decidió rechazar la petición de crear sitios .XXX en una reunión en Portugal.

La ICANN asigna las direcciones numéricas de protocolo de internet (IP), como por ejemplo 192.0.34.163, y las convierte en direcciones más comprensibles, como www.icann.org.

"Esta decisión fue el resultado de un escrutinio y una consideración muy cuidadosos de todos los argumentos," informó en su sitio oficial el presidente de ICANN, Vinton Cerf.

"Esa consideración ha llevado a la mayoría de la junta a creer que la propuesta debería ser rechazada," agregó.

Los partidarios de un dominio .XXX para la pornografía argumentaban que así sería más fácil limitar y filtrar las páginas sexuales. Los que se estaban en contra decían que haría más fácil encontrar sexo en internet.

Este rechazo, que ya se esperaba, llevó a la Unión Europea a acusar a Estados Unidos de interferencia política en la gestión de la red.

Availabot para los más despistados

Los que usan Messenger, es que a veces no se enteran de cuando sus contactos están conectados o nó, así que lo mejor es que se consigan este dispositivo llamado Availabot, el cuál les facilitar la tediosa tarea de mirar el estado de sus contactos.

Funciona por USB, y así cuando tu contacto está conectado, el muñeco permanece de pie, pero cuando se desconecta, se desploma. Muy práctico.

Bento Prado Jr: O PORTO SEGURO DA FILOSOFIA

Bento Prado Jr.
1. Qual é o filósofo que mais influenciou a sua formação intelectual?

R:
Embora eu tenha tido uma excelente oportunidade, iniciando – me na leitura de Wittgenstein já no ano escolar 1961 e 1962, na França, com um curso de meu professor Gilles Granger (o primeiro a lá ser ministrado sobre nosso autor), só muito mais tarde , nos anos 80, viria a descobrir a importância central de sua obra, graças à ajuda de colegas como Luis Henrique L. dos Santos, Baltazar Barbosa Filho e Arley Ramos Moreno (mas também meu filho, Bento Prado Neto).

Nada em minha formação parecia levar – me aonde hoje estou, mesmo se, como aluno do José Arthur Giannotti, em 1956, tenha pensado em consagrar – me à filosofia da matemática, num projeto que sensatamente deixei de lado muito rapidamente.

Desde antes de entrar na universidade, minhas obsessões pessoais misturavam filosofia, poesia e política num único bloco. É claro que estava assim condenado a ceder à fascinação da escrita e da prática de Sartre. Disciplina e vontade de autocrítica fizeram – me escolher como objeto de minha tese a obra de Bérgson, que se me apresentava como o anti – Sartre por excelência (ignorava então que Sartre descobrira a filosofia justamente por meio de Bérgson).

Mas, sendo uma análise imanente da obra de Bérgson, minha tese retomava indiretamente da obra de Bérgson, minha tese retomava indiretamente os debates contemporâneos (principalmente os textos póstumos de Merleau-Ponty): subjetividade, negatividade, temporalidade.

Obrigado ao exílio em 1969, na França dei continuidade a meu trabalho, visando agora a questão da subjetividade na sua relação, com a linguagem, ou seja, estudando a concepção da linguagem não como representação, mas como práxis e como horizonte da intersubjetividade, tal como se exprime na obra de Rousseau.

Foi, portanto, a influência de vários filósofos (Bérgson, Sartre, Merleau-Ponty, todos franceses, como é de notar), ao longo de minha formação, me levou de volta ao filósofo austríaco.

Sem o saber, estava preparado, no fim dos anos 70, a retornar à leitura do filósofo que começara a estudar 19 anos antes sob orientação de Granger. Estranho itinerário? De qualquer maneira foi o meu, e talvez não falte sentido nessa ruminação permanente, nessa constante tentativa de pensar o mesmo de uma maneira outra (que é a definição heideggeriana da filosofia).

2. Qual o filósofo que mais responde a suas inquietações?

R:
Compreende-se, assim, a importância das aporias wittgensteinianas sobre o estatuto do Sujeito: daquele “mínimo de reflexividade” sem o qual não há projeção de um estado de coisas numa proposição (cf. LHL dos Santos) do Tractatus até aquele sujeito que, exercendo sua liberdade por meio da prática da variação imaginária, dissolve as ilusões “platônicas”.

A idéia do “ver como” não seria um retorno ao puro pháinestai, em seu assencial pluralismo, que Platão queria reduzir ao monismo do eidos?

Mas, sobretudo, cumpre assinalar a importância e a originalidade dessa nova “dedução transcendental da apercepção”, entre os modelos opostos de Peter Strawson[1919] e de Heidegger, tanto em seus textos sobre Kant como em suas obras de “metafísica descritiva” ou de “ontologia fundamental”. Daí o lugar privilegiado que Wittgenstein deverá ocupar no livro sobre “A Ipseidade e suas Formas de Expressão” que estou começando a escrever.

3. Qual o filósofo contemporâneo que lê com mais atenção?

R:
É claro que posso distinguir, dentre meus contemporâneos, aqueles que caminham na mesma direção que busco e aqueles aos que me oponho mais frontalmente. Não se trata, no caso da filosofia da oposição entre amigos e inimigos.

Leio com mais atenção aqueles de que discordo, para verificar se tenho de fato razão ou bons argumentos para me opor a eles. Falo essencialmente dos relativistas ( ou os céticos, como meu bom amigo Oswaldo Porchat) e dos naturalistas ( especialmente aqueles que querem “naturalizar” a fenomenologia através das ciências cognitivas) que definem os dois escolhos que nossa nau deve evitar, para reencontrar o porto seguro da filosofia, depois de errar pelo infinito das aporias.


Bento Prado Jr. é filósofo, professor de filosofia na Universidade
Federal de São Carlos (SP) e professor emérito da USP. É autor
entre outros, “Presença e campo Transcendental” (Edusp)



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