quarta-feira, 24 de junho de 2009

Morro: antivírus gratuito da Microsoft

Morro: antivírus gratuito da Microsoft.
A Microsoft lançou seu antivírus gratuito com proteção contra malware, vírus, rootkits, troianos e spyware. Está disponível em versão beta para os utilizadores. Vale o lembrete de que por se tratar de uma versão Beta, ou seja, versão para testes. Erros podem acontecer na sua utilização.

A Microsoft entrou no mercado dos antivírus por considerar que o McAfee e o Symantec não estavam tendo grande acolhimento entre os utilizadores, contribuindo para a elevada taxa de computadores infectados, prejudicando a experiência de utilização da Internet e a imagem da Microsoft.

Recorde-se que a McAfee e a Symantec são parceiras tradicionais da Microsoft nesta área e integram muitas vezes as suas soluções com o sistema da fabricante. Quando o utilizador compra o PC tem direito a um mês de proteção gratuita, que poderá estender pagando.

Morro é um "antivírus simples", que utiliza o mesmo mecanismo do OneCare e que, sendo gratuito, deverá ter grande aceitação. O pacote é bem básico se comparado aos demais programas da categoria; e bem menor em tamanho, segundo consta nos links de download nos quais o arquivo que vazou foi hospedado.

Isto não é necessariamente ruim, pelo contrário, pode implicar que ele será um dos mais leves e diretos de todos, cuidando apenas de sua função ao invés de se intrometer em tudo.

Lembramos a vocês que estas especificações são todas ainda preliminares, já que não se trata nem de um produto final e muito menos de uma versão oficial da Microsoft. Por ora, segurem as pontas, mantenham seus antivírus tradicionais e aguardem até que seja realizado o lançamento oficial, certificado pela empresa.

terça-feira, 23 de junho de 2009

Loucura

Esquizofrenia.
Como avaliar se uma pessoa está louca? O modo mais usual é dar uma nota para a pessoa, se ela rasgar, está confirmada a demência. Se ela bater a cabeça na parede ou comer merda aí a loucura é mais clara. No entanto essa forma de testes é muito simplória, já que não são todos loucos que destrói dinheiro, se automutila ou come porcaria, muito pelo contrário, alguns são mais normais que as pessoas ditas sanas.

É muito tênue a linha entre o que é normalidade e o que é loucura. Se numa sociedade um comportamento é anormal, em outra não, é muito relativo. Muito mais quando se refere às atitudes sexuais. O que na sociedade branca é considerado ilegal, abominável... na indígena é normal.

Se uma mulher gosta um pouco mais sexo, é meretriz ou se o homem tem um gosto mais extravagante, é homossexual, aquele que se propõe viver sua vida sexual plenamente tem que lutar muito, num mundo em que a maioria das pessoas é infeliz na cama. Neste mundo nada é fácil quando se quer viver dignamente, sendo heterossexual ou qualquer outra coisa.

A verdade é que as pessoas não gostam de ver ninguém bem resolvido, feliz, pensando com a própria cabeça... Elas querem você infeliz, confuso, perturbado... Se preocuparmos com as opiniões alheias nunca seremos felizes. A melhor caminho para felicidade é a indiferença, neste caso ela é benéfica, se ficarmos preocupado com a situação do mundo, o que estão pensando de nós, tentando agradar a todos, tornaremos uma pessoa infeliz, perturbada.

Não há como: nunca conseguiremos acabar com as injustiças do planeta e nem agradar a todos. Eu adotei a máxima: “Que me importa o mundo meu nome não é Raimundo”, assim talvez possamos ser um pouco mais feliz, porque completamente parece ser impossível. A vida é cheia de percalços e isso não podemos mudar então o melhor que podemos fazer é enfrentá-los de frente, sem medos e com muita coragem e dignidade, não há outra maneira: os problemas estão aí e temos de encará-los e resolve-los da melhor maneira.

segunda-feira, 22 de junho de 2009

Saramago disse que blogs fazem escrever pior? Duvido!

Saramago
Este é um claro exemplo de edição direcionada e citação descontextualizada. Quem redigiu e editou a matéria não passa de um mero jornalista diplomado. Se a maior parte das pessoas antes não escrevia - deixando a tarefa para escritores e jornalistas diplomados -, não há fator justo de comparação para dizer se está pior ou melhor. Qualquer coisa que vier a partir daí é lucro.

Não acho que Saramago, que vai lançar um livro com textos publicados em se seu blog, diria algo sem sentido assim. A citação deve estar em um contexto maior prejudicado pela edição da entrevista.

Por outro lado, é óbvio que, quanto mais pessoas escreverem - não importa em que meio -, mais diversidade de expressão haverá. Haverá muitas coisas ruins.

Mas a possibilidade de haver coisas interessantes e de qualidade também é maior.
Tudo o que se exercita individualmente - por exemplo, a escrita - desenvolve-se. Coletivamente, esse benefício se multiplica.

E você? O que acha?

Fonte: Livros e Afins

domingo, 21 de junho de 2009

Orkut Promote: a plataforma de compartilhamento do Orkut

Orkut Promote.
Segundo informações da Central Ajuda do Orkut, o Google irá oferecer em breve uma nova funcionalidade chamada "orkut Promote", um novo modo de compartilhar vídeos do YouTube, fotos e texto entre seus usuários. "Você poderá facilmente divulgar um vídeo engraçado, uma imagem legal ou um evento futuro" explicou a empresa.

Similar ao "repost" do Yahoo! Meme, os usuários do orkut também poderão compartilhar um conteúdo existente com seus amigos e estes poderão também repassar para outras pessoas. Uma vez que um conteúdo seja repostado, será possível contabilizar quantas pessoas visualizaram o conteúdo e quantas delas compartilharam com seus amigos ou "jogaram fora".

Com espaços pré-programados para publicidade, o orkut Promote oferecerá uma interessante oportunidade para os anunciantes, mas diferentes dos anúncios padrões do Google, os anúncios do orkut Promote poderão ser removidos ou promovidos pelos usuários, da mesma forma que os conteúdos postados.

"Uma vez que um conteúdo possa se tornar viral, não promova algo que não seja confortável para a visualização de todos. Mantenha em mente, se decidir não querer mais que um conteúdo seja repassado por algum motivo, você pode parar ou apagar o seu conteúdo dentro da guia 'promote'".

Fonte: Google Discovery

sexta-feira, 19 de junho de 2009

Microsoft implora e dá dinheiro para quem baixar Internet Explorer

Microsoft implora e dá dinheiro para quem baixar Internet Explorer
Nos últimos meses, a Microsoft deu sinais de que está realmente ameaçada pelos tais softwares online. Baixou o preço do Office, liberou a licença para netbooks, distribuiu o novo Windows 7 de graça por mais de um ano e, agora, mais uma cartada que beira o desespero: na Austrália, está oferecendo prêmios para quem baixar o navegador Internet Explorer 8 - IE8 (que também é gratuito, claro).

Uma reportagem recente do Link mostrou que a curva de popularidade do IE vem decaindo desde a chegada ao mercado do software livre Firefox, da Mozilla Foundation, perdeu mais ainda com o Google Chrome e a variedade de tipos de acesso à internet (como pelo iPhone, por exemplo). Hoje o índice está em 65,5%, contra 80% há dois anos, segundo a NetApplications. Veja o gráfico com números de março:



Daí a ideia de criar um concurso de US$ 10 mil para premiar o internauta que baixar a versão 8 (que, por sinal, é a melhor desde a 5 - o Link testou quando do lançamento). O concurso só vale para australianos. Na página do prêmio, todo o regulamento e o letreiro gigante "Ten Grand is Buried Here" (algo como Os Dez Mil Estão Escondidos Aqui, em português).

Bom, eu particularmente prefiro a estratégia da Mozilla. Lembram do Download Day, no ano passado, para promover o Firefox 3? Bateu nos 8,3 milhões de downloads.

Fonte: Blog do Link

segunda-feira, 15 de junho de 2009

Chrome? Tô fora! Uso o Firefox!


Chrome? Tô fora! Uso o Firefox!

Apesar de todo barulho feito em torno do navegador desenvolvido pela Google, confesso que fiquei meio surpreso com os bugs do Chrome, que não são poucos. Logo no início, a ausência de menus não me agradou, os dois principais navegadores da web possuem esse espaço ocupado com diversos botões e opções, os quais estou habituado.

Há muita informação rolando por aí sobre o Chrome, e não é pra menos. Com a tradição de excelentes ferramentas para web, o Google consegue mexer com todo o mercado com novidades assim. Ainda mais se levarmos em consideração que a empresa sempre apoiou o Firefox.

Na verdade, o modelo open source do Chrome depende de módulos específicos para funcionar, que são os mesmos do Firefox e do Safari. Portanto, não há, visivelmente, uma concorrência com o Mozilla, muito pelo contrário: dias antes do lançamento do Google Chrome beta, a Google: renovou seu contrato de cooperação e apoio ao Firefox, que estava para vencer.

O tal modelo do Chrome, não é novidade. A lógica inerente é a mesma do software livre, do Linux: "todos por todos e todos por todos". Trata-se do uso inteligente de conceitos open source que podem, a um certo prazo, trazer boas cifras. Assim, fica eliminada a idéia de que "agora o Firefox quebra!", que anda correndo solta pelos recantos da internet. Dizer isso é desconhecer totalmente o modelo atual de cooperação da internet, que o próprio Google ajudou a propagar.

O Chrome é não tão mais rápido assim, conteúdos e scripts não funcionam redondos. O Chrome inova na maneira como lida com as abas. Nele, cada aba é um processo novo, o que significa que, quando uma página apresenta algum bug, o browser continua firme e forte com as outras abas abertas, sem nenhuma alteração ou problema.

A interface limpa, simples e clean é um grande atrativo. Menos é mais, essa é a mensagem inerente de todas as aplicações Google e eles estão corretos. Boas páginas web devem promover experiências ricas e construtivas de navegação dentro de seu próprio espaço, sem contar com botões ou recursos de browsers. Páginas construídas dentro dessa lógica serão apreciadas sem nenhum problema dentro do Chrome.

Diversos bugs ocorreram, com sites distintos, sem nenhuma característica comum entre eles que possa localizar um problema de carregamento específico. Notem que os bugs aos quais me refiro são os de carregamento de páginas somente. Sem dúvidas, esse tipo de aresta precisa ser aparada nas próximas versões;

Ao contrário do Firefox não existe a possibilidade de inserir add-ons ou aplicações de terceiros no Chrome. Com certeza, pra quem já se habituou às práticas funcionalidades extras do Firefox (eu, por exemplo), haverá certo estranhamento inicial na navegação.

Vivemos num mercado de tendências, de últimas novidades e de alterações constantes. Quem assume posturas conservadoras acaba por se arrepender, por não ter acompanhado as novidades. Sim, eu gostei bastante do Chrome, em poucos sentidos ele é melhor que o Firefox. Porém, não ousaria adotá-lo como meu browser preferido e oficial no lugar do Firefox.

Há coisas (como sabedoria, por exemplo) que só são conquistadas com o tempo e a experiência. O Chrome ainda precisa (isso é óbvio) trilhar um caminho longo para ser 100% estável e confiável, apesar de já estar em desenvolvimento por cerca de dois anos.

Cada nova atualização da versão será acompanhada de perto por toda a comunidade, ávida por novidades e melhorias contínuas. É muito bom ter uma nova opção, que eleva o conceito de navegação rápida a um novo patamar. Assim, a vantagem competitiva será implementada pela concorrência, todos ganham com isso.

Esperemos, pois. Há muita novidade em curso (como um sistema operacional 100% Google), é certo que a maneira como utilizamos a internet e os computadores será melhor, mais rápida e prática a cada dia.

terça-feira, 9 de junho de 2009

Google desenvolve algoritmo vidente

Preocupado com o aumento de pedidos de demissão entre as paredes de seus escritórios, o Google, afirma ter desenvolvido um meio de prever quais de seus colaboradores estão a ponto de abandonar o barco. A solução é um algoritmo "vidente", que identificaria os empregados com maior inclinação a deixarem seus cargos. As informações são do The Wall Street Journal.

De acordo com a publicação, a empresa começou recentemente a compilar dados dos relatórios de desempenho preenchidos por seus funcionários, juntamente com históricos de promoções e remuneração. A junção de tais dados teria dado origem a uma fórmula matemática que, afirmam, seria capaz de prever quais dos vinte mil empregados estão mais propensos a pedir as contas.

A preocupação que levou o Google a criar tal ferramenta seria a de que, com o êxodo crescente dos talentos que ela mesma criou, sua competitividade no mercado ficasse reduzida ou até mesmo gravemente afetada. A inquietação da companhia é justificada, comenta Valerie Frederickson, especialista em recursos humanos no Vale do Silício. Segundo ela a empresa precisa desenvolver meios para manter seus funcionários motivados.

Sentir-se subutilizado, aliás, é uma das grandes queixas ouvidas nas baias dos escritórios do Google. Antes uma oportunidade grande de "mostrar trabalho" e ser reconhecido por isso, trabalhar na empresa hoje em dia representa, para alguns profissionais, menores chances de se destacar com aquilo que fazem, à medida que as fronteiras vão se estendendo e a companhia se tornando maior, conta a Discover Magazine.

Com menores oportunidades, alguns funcionários não veriam mais motivos para continuar trabalhando ali. Já sobre o algoritmo em si, pouco foi revelado, como informa o "Inside Tech". Apesar de não se saber ao certo o que o programa é capaz de fazer, os sites especializados da área já congratulam a empresa pela iniciativa em tentar prever a desmotivação de seus funcionários.

Embora possa parecer invasivo, o método ajudaria a diminuir o descontentamento e a melhorar a relação empresa-funcionário. Edward Lawler, do Centro para Organizações Eficazes da Universidade da Carolina do Sul diz que "Eles (o Google) estão claramente à frente das tendências", mas que a empresa não é a primeira, e sim uma entre várias que estão recorrendo a novos modelos capazes de fornecer informações valiosas sobre seus recursos humanos.

Já Laszlo Bock, chefe responsável pelo setor dentro da empresa afirma que o Google é "capaz de saber que o funcionário vai sair antes mesmo dele pensar em fazer isso". Para Bock, prever a ocorrência dos problemas antes que eles se manifestem pode permitir a tomada de ações corretivas em tempo hábil dentro da empresa.

Fonte: Allgoritmos.com

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