sábado, 27 de junho de 2009

A adolescência, a rotina e o famigerado tédio

Ai que tédio!
Adolescência é a fase do desenvolvimento humano que marca a transição entre a infância e a idade adulta. Com isso essa fase caracteriza-se por alterações em diversos níveis - físico, mental e social - e representa para o indivíduo um processo de distanciamento de formas de comportamento e privilégios típicos da infância e de aquisição de características e competências que o capacitem a assumir os deveres e papéis sociais do adulto.

Os adolescentes reclamam muito com a rotina e “vira e mexe” estão reclamando do tédio. O que eles se esquecem de levar em conta que a rotina não é tão ruim assim. O ruim é quando se procura as “coisas” erradas para se livrar de uma boa rotina proporcionada pelos pais, que sempre é saudável, feliz, produtiva... para depois ficarem lamentando dizendo: “Poxa! Eu era feliz e não sabia!

Quando se quer o jovem sempre encontra algo agradável para fazer: ler um livro; ampliar os conhecimentos em informática; para aqueles que gostam, uma atividade física; podem até ajudar nas tarefas domésticas, por que não?

O importante é ocupar as mãos, que relaxa, livra a mente de “coisas” ruins como o tédio, revolta, preguiça. No início pode ser difícil, mas com o passar tempo passa a ser até “gostoso”. Experimente alguma atividade manual que você comprovará que tenho razão, é muito bom, dignifica o ser humano. Tenho certeza que você será uma pessoa muito mais feliz.

sexta-feira, 26 de junho de 2009

O filósofo "pé de chinelo"

O Filósofo dos pobres.
Filosofia (do grego Φιλοσοφία, literalmente «amor à sabedoria») é o estudo de problemas fundamentais relacionados à existência, ao conhecimento, à verdade, aos valores morais e estéticos, à mente e à linguagem. Ao abordar esses problemas, a filosofia se distingue da mitologia e da religião por sua ênfase em argumentos racionais; por outro lado, diferencia-se das pesquisas científicas por geralmente não recorrer a procedimentos empíricos em suas investigações. Entre seus métodos, estão a argumentação lógica, a análise conceptual, as experiências de pensamento e outros métodos a priori.

Essas eram as características de Daniel, que morava na Cidade do Salvador ao pé do morro, numa casa se não era luxuosa, era uma boa moradia, das poucas existentes no bairro, local com muito espaço, como ambos gostavam.

Tanto que dava para conversar, chamar os poucos vizinhos, à distância, era só sair na porta de casa e berrar. E também podia se ver quem estava saindo ou chegando, era o ônibus vindo da cidade parar na rua de cima que logo passavam duas ou três pessoas diante da casa de Daniel e sua mãe.

Daniel gostava muito ler, lia de tudo, mas o que ele mais apreciava era Filosofia, Teologia e Psicologia e também escrevia um pouco, no entanto o que ele fazia com maestria era filosofar, debater.

Nas conversas criava “máximas”, chegava a conclusões. Dialogava, principalmente com sua mãe, pois não havia outra pessoa com quem ele pudesse conversar afinal ele não saia muito de casa e não tinha muitos amigos, aliás, não tinha nenhum. Trabalhava em casa mesmo, mais precisamente no quintal de sua casa, onde ele montara porcamente uma Oficina de Autos.

Daniel não se dera muito bem em sua profissão, por conta disto que decidira trabalhar por conta própria, no entanto nunca fora caprichoso e isso não mudara com ele deixando de trabalhar para os outros, fazia muitas porcarias nos carros que pegava para consertar.

Uma vez quando fazia uma solda e não tinha a ferramenta adequada para prender a peça, pois sua oficina era muito mal equipada, não pensou duas vezes quando viu no mato próximo um toco de árvore, pegou-o e colocou para segurar a peça enquanto soldava.

Neste momento Jonas passava e viu o serviço “porco” que ele fazia e espalhou para toda a vizinhança, por achar aquilo cômico. Agora o seu nome foi incluído quando se relacionava com “gambiarra”, era só alguém fazer ou está fazendo algum serviço mal feito que logo era repreendido de uma maneira peculiar: “Faça bem feito, não é Daniel nem nada”.

Daniel trabalhava porque era extremamente necessário, mas o que ele gostava mesmo era falar, filosofar... Um dia conversando com mãe, tentava explicar á ela suas conclusões esquisitas, esdrúxulas... Como era a maioria de suas conclusões filosóficas. Ele mal começou a falar e viu que sua mãe já ia longe, estava ao pé do morro.

quinta-feira, 25 de junho de 2009

Quibe afrodisíaco

Esquente sua relação sexual.
Quibe é uma iguaria da culinária árabe, feita de carne moída e farinha integral e temperada com hortelã e outros condimentos; e o melhor: muito saboroso. Assim também achava as irmãs Jorge. Selma a mais velha, casada com Sócrates e sua irmã Elaine, casada com Avelino: eram obesa. Ambas tentaram vários regimes, todos sem sucesso, o empecilho era sempre glutonaria. Selma, ao contrário de sua irmã, não tinha grandes complexos devido ao seu peso, resignara-se com sua aparência, apesar de esdrúxula e até um pouco incômoda.

Ela dizia sempre que o importante era a satisfação de seu marido, falava sempre isso de boca cheia, literalmente. No entanto todos percebiam que era uma auto-afirmação, pois era evidente que o marido dela não estava completamente satisfeito, nem tanto pela forma física dela ou descontentamento sexual, mais pela frágil saúde da esposa, complicações da obesidade.

Quantas ocasiões não tiveram de adiar os prazeres da cama por ela não está passando bem. Sócrates havia perdido muito o interesse por sua mulher, via-a como irmã, mãe... Não sabia direito, mas a despeito continuava casado, pelos dois filhos. A vida é assim mesmo: renúncia... renúncia, resignação... submissão...concluía Sócrates apático.

Elaine comparada com sua irmã Selma era uma infeliz, inconformada. Sempre de mau-humor, às vezes era intratável. Seu marido Avelino, uma pessoa calma, bondosa e insana por sexo, era o contrapeso do nervosismo, falta de calma dela.

Houve uma ocasião que ele não suportou e os dois partiram para luta corporal, fora isso viviam bem: ela falando, mandando e ele ouvindo e obedecendo, ela ganhara o confronto, ela era o homem da casa e ele sentia o maior prazer em ser a mulher.

Tempo em tempo Elaine cismava que devia trabalhar fora, arrumava um emprego, não admitia uma queda na qualidade de vida, o que para ela significava boa e farta alimentação. Mas esse ânimo durava pouco, deixava o serviço alegando ser muito pesado, não gostava de aceitar, mas o que pesava mesmo era seu corpo, dificultando a excussão de qualquer atividade física.

Quando as irmãs se juntavam, fato comum, pois moravam em frente uma da outra; geralmente era para comer ou fazer algum prato especial. Aquele dia não foi diferente, elas compraram dois quilos de carne moída e dois de farinha de quibe. Os ingredientes tiveram que ser misturado numa bacia, devido a tumidez da farinha o vasilha empanturrou.

A molecada, incluindo os filhos de ambas, teceu uma traquinagem contra elas. Um dos vizinhos delas bolou tudo. Ele sabia que seu irmão mais velho tinha entre seus pertences um frasco de um afrodisíaco que era “tiro e queda”, (conforme tinha ouvido seu irmão relatar ao amigo).

Ele pegou o vidro e passou para o filho de Elaine, que derramou o conteúdo na bacia de quibe. Eles riam e diziam uns aos outros:

- É só esperar elas comerem para iniciar o efeito... Estou louco para ver... Elas não desconfiaram de nada, fizeram os quibes, deu quase cinqüenta.

Comeram tão compulsivamente que nem notaram qualquer diferença no sabor, comeram até estufar, muito mais porque nenhuma das crianças quis comer, a principio elas estranham, mas depois agradeceram, afinal assim poderiam comer mais.

Os quibes deram para o café da manhã e almoço, foi quando realmente elas começaram a sentir o efeito, de fora só uma alegria incomum, estranha... Elaine não teve escolha, seu rosto, pernas... O corpo inteiro queimava, com isso disse que iria para sua casa tirar uma siesta, pois não se sentia bem. Selma estranhou: -

- Engraçado estou me sentindo estranha também. Será que é algo que comemos?

Elaine nem tomou conhecimento, só queria saber do marido:

- Deixa isso pra lá... tchauuuu!

Neste momento Sócrates estava descansando no quarto, após o almoço com quibe começara a sentir algo também e impacientemente gritava:

- Vem benzinho! Vem para cama descansar um pouco.

- Já vou! Estou doidinha para descansar.

O que sucedeu na casa das duas irmãs naquela tarde foi algo inédito: a mais pura loucura sexual, a mais suada e berrada das transas.

A molecada não ficou decepcionada, puderam ouvir os gemidos, sussurros e até berros saindo de ambas as casas. A derradeira prova da eficácia do exilir foi a fisionomia de Avelino e Sócrates após o que deveria ser uma sossegada siesta.

No dia seguinte Avelino passou pela rua com três pacotes, um parecia de açougue, outro de supermercado, o terceiro dava para ver claramente: era um maço de hortelã.

quarta-feira, 24 de junho de 2009

Escada podre

Devemos ter cuidado onde pisamos.
Amadeu estava decidido, como já estivera inúmeras vezes, mudar. Entre essas mudanças a principal era parar de beber. Ele não havia perdido tudo por causa do vício e sim nunca construíra nada por conta dele. A oportunidade, contrariando todo seu pessimismo, apareceu: a chance de se empregar numa grande empresa com ótimo salário. Amadeu era um distêmico crônico, um Machado de Assis sem obras algumas, como defende Harold Bloom: havia chegado tarde demais. Senão poderia até ser o autor de “Memórias Póstumas de Brás Cubas”.

Apesar de ter sido chamado para uma seleção numa fábrica. Amadeu estava muito descontente por causa de seu romance com Aline está estremecido, mais do que isso, arriscado de chegar ao fim, já havia ocorrido um rompimento por parte dela e ele, com muito custo, revertera à situação, mas não de toda.

Aquela situação que passara era visível em seu carrancudo rosto quando chegou à fábrica para fazer a tão sonhada ficha.

Não era o emprego de seus sonhos, no entanto para quem estava anos desempregado e o namoro dependia do sucesso de conseguir o emprego, aquela colocação naquela cervejaria era o último fôlego de dignidade, de continuar sendo uma pessoa normal e não um solteirão perdedor convicto, o que ficou para trás.

Amadeu sentia em seu íntimo que alguma coisa daria errado naquela empreitada, mas não dava ouvido para aquela voz pessimista que gritava em seu ouvido, porque não poderia nem pensar em perder aquela oportunidade; seu futuro estava todo ali, inclusive o seu namoro com Janete: que já não mais o suportava o vê como o que não toma decisão alguma, principalmente a de se casar com ela, namoravam há cinco anos e nem noivos eram ainda.

Janete era uma moça comum que procurava a felicidade e que a via na estabilidade, sonhava em casar com Amadeu. Mas aquela altura já percebera que havia errado na pessoa e muito feio: Amadeu além de não ter iniciativa, ela acha que ele não tinha sorte, era um “pé frio”, o que ele não gostava muito de ouvir, principalmente ela.

Ele dava tudo para provar ao contrário à sua namorada e agora tinha diante de si a oportunidade, apesar de ser um emprego que não o estimulava muito.

Aconteceu justamente que Amadeu receava, ele foi descartado e o pior foi que ocorreu quando pensava que estava tudo certo: foi aprovado em todas as etapas da seleção, mas foi reprovado no exame auricular.

Quando recebeu a desagradável notícia, pensou que iria perder os sentidos, sentiu-se humilhado por ser o único a ser reprovado do grupo e por a notícia ter sido dada por uma funcionária muito bonita. Aliás, todas as funcionárias do setor de seleção eram lindas, uma tinha até o mesmo nome de sua namorada, o que ele pensava que iria trazer sorte, mas foi ao contrário.

Amadeu estava completamente perdido, era o fim. Não havia como mais protelar iria perder Janete, era uma questão de tempo.

Caminhando à saída da firma tudo isso e muito mais lhe vinha à cabeça, chegando ficar tudo embaralhado, começava a pensar absurdo. Os pensamentos viam ao turbilhão e Amadeu não sabia como lidar com eles.

Era muito difícil pensar tudo de uma só vez: o namoro, as pressões em casa, da sociedade e tinha ainda a questão pessoal, a auto-estima que estava para sempre comprometida.

Amadeu sentiu que não agüentaria mais um baque, havia suportado muitos dissabores. Semelhante ocorrera anos atrás: passara por todas as fases da seleção para ser reprovado no exame médico.

O caminho até a portaria (saída) lhe parecia muito longo pelos pensamentos que lhe passaram à cabeça e curto para suas pernas. Não havia o que fazer era voltar para casa sem esperança alguma, apesar do consolo dado pela funcionária que ele seria chamado quando aparecesse uma vaga em que o problema de audição era irrelevante. Agora era retornar para vida de desempregado e apática de sempre.

Amadeu na verdade não sabia o que fazer e nem no que pensar. Teria que omitir para Janete novamente, sempre escondera dela suas desventuras profissionais, o que ela reclamava muito, dizendo que ele não a deixava participar de sua vida, inclusive aquela que acontecera anos atrás, quando tentara entrar na mesma firma que seu irmão trabalhava e tivera a mesma frustração que estava tendo agora: de ser recusado na última fase da seleção.

Amadeu sempre suspeitara que Janete o comparava ao irmão, melhor queria que ele fosse igual, com a possilibidade de trabalhar na empresa isso poderia tornar possível. Por isso Amadeu não contou à ela, quando tudo deu errado, para poupá-la de uma decepção, mas agora não havia mais jeito, ela se desapontaria e talvez para sempre.

O que Amadeu temia ocorreu: ficou sem emprego e sem Janete. No entanto, querendo ou não tinha uma vida para viver. Ele, na verdade, foi consolado pelos batidos adágios: “O tempo cura tudo.”, “O tempo é senhor da razão.” e “Nada melhor que um dia após outro.”, pois amigos, alguém com quem pudesse desabafar, não tinha. Teve que enfrentar a dor do desprezo de Janete sozinho, sentiu na carne o que é não ser desejado mais.

Morro: antivírus gratuito da Microsoft

Morro: antivírus gratuito da Microsoft.
A Microsoft lançou seu antivírus gratuito com proteção contra malware, vírus, rootkits, troianos e spyware. Está disponível em versão beta para os utilizadores. Vale o lembrete de que por se tratar de uma versão Beta, ou seja, versão para testes. Erros podem acontecer na sua utilização.

A Microsoft entrou no mercado dos antivírus por considerar que o McAfee e o Symantec não estavam tendo grande acolhimento entre os utilizadores, contribuindo para a elevada taxa de computadores infectados, prejudicando a experiência de utilização da Internet e a imagem da Microsoft.

Recorde-se que a McAfee e a Symantec são parceiras tradicionais da Microsoft nesta área e integram muitas vezes as suas soluções com o sistema da fabricante. Quando o utilizador compra o PC tem direito a um mês de proteção gratuita, que poderá estender pagando.

Morro é um "antivírus simples", que utiliza o mesmo mecanismo do OneCare e que, sendo gratuito, deverá ter grande aceitação. O pacote é bem básico se comparado aos demais programas da categoria; e bem menor em tamanho, segundo consta nos links de download nos quais o arquivo que vazou foi hospedado.

Isto não é necessariamente ruim, pelo contrário, pode implicar que ele será um dos mais leves e diretos de todos, cuidando apenas de sua função ao invés de se intrometer em tudo.

Lembramos a vocês que estas especificações são todas ainda preliminares, já que não se trata nem de um produto final e muito menos de uma versão oficial da Microsoft. Por ora, segurem as pontas, mantenham seus antivírus tradicionais e aguardem até que seja realizado o lançamento oficial, certificado pela empresa.

terça-feira, 23 de junho de 2009

Loucura

Esquizofrenia.
Como avaliar se uma pessoa está louca? O modo mais usual é dar uma nota para a pessoa, se ela rasgar, está confirmada a demência. Se ela bater a cabeça na parede ou comer merda aí a loucura é mais clara. No entanto essa forma de testes é muito simplória, já que não são todos loucos que destrói dinheiro, se automutila ou come porcaria, muito pelo contrário, alguns são mais normais que as pessoas ditas sanas.

É muito tênue a linha entre o que é normalidade e o que é loucura. Se numa sociedade um comportamento é anormal, em outra não, é muito relativo. Muito mais quando se refere às atitudes sexuais. O que na sociedade branca é considerado ilegal, abominável... na indígena é normal.

Se uma mulher gosta um pouco mais sexo, é meretriz ou se o homem tem um gosto mais extravagante, é homossexual, aquele que se propõe viver sua vida sexual plenamente tem que lutar muito, num mundo em que a maioria das pessoas é infeliz na cama. Neste mundo nada é fácil quando se quer viver dignamente, sendo heterossexual ou qualquer outra coisa.

A verdade é que as pessoas não gostam de ver ninguém bem resolvido, feliz, pensando com a própria cabeça... Elas querem você infeliz, confuso, perturbado... Se preocuparmos com as opiniões alheias nunca seremos felizes. A melhor caminho para felicidade é a indiferença, neste caso ela é benéfica, se ficarmos preocupado com a situação do mundo, o que estão pensando de nós, tentando agradar a todos, tornaremos uma pessoa infeliz, perturbada.

Não há como: nunca conseguiremos acabar com as injustiças do planeta e nem agradar a todos. Eu adotei a máxima: “Que me importa o mundo meu nome não é Raimundo”, assim talvez possamos ser um pouco mais feliz, porque completamente parece ser impossível. A vida é cheia de percalços e isso não podemos mudar então o melhor que podemos fazer é enfrentá-los de frente, sem medos e com muita coragem e dignidade, não há outra maneira: os problemas estão aí e temos de encará-los e resolve-los da melhor maneira.

segunda-feira, 22 de junho de 2009

Saramago disse que blogs fazem escrever pior? Duvido!

Saramago
Este é um claro exemplo de edição direcionada e citação descontextualizada. Quem redigiu e editou a matéria não passa de um mero jornalista diplomado. Se a maior parte das pessoas antes não escrevia - deixando a tarefa para escritores e jornalistas diplomados -, não há fator justo de comparação para dizer se está pior ou melhor. Qualquer coisa que vier a partir daí é lucro.

Não acho que Saramago, que vai lançar um livro com textos publicados em se seu blog, diria algo sem sentido assim. A citação deve estar em um contexto maior prejudicado pela edição da entrevista.

Por outro lado, é óbvio que, quanto mais pessoas escreverem - não importa em que meio -, mais diversidade de expressão haverá. Haverá muitas coisas ruins.

Mas a possibilidade de haver coisas interessantes e de qualidade também é maior.
Tudo o que se exercita individualmente - por exemplo, a escrita - desenvolve-se. Coletivamente, esse benefício se multiplica.

E você? O que acha?

Fonte: Livros e Afins

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