quinta-feira, 30 de julho de 2009

Google lança sistema operacional online

google, internet, software.
Todo mundo suspeitava que, um dia, isso iria acontecer. E aconteceu: o Google acaba de lançar o Native Client, um micro-sistema operacional que promete revolucionar o mercado e pode, finalmente, acabar com a hegemonia da Microsoft. Ele é a cara do Google: software livre, de código aberto, que roda dentro do navegador e usa programas online, armazenados na internet.

A coisa funciona assim. Primeiro, você baixa e instala o Native Client, que já tem versões para PC, Mac e Linux (o download é de 85 megabytes). Depois, abre seu navegador preferido e acessa algum site que ofereça programas compatíveis. Ainda são pouquíssimos, mas já dá pra testar uma versão do jogo Quake.

A idéia é que, no futuro, todos os softwares rodem dentro do navegador. Mas peraí... as tecnologias Java e Ajax já não fazem exatamente isso? Sim, mas com restrições: o Java é muito lento, e o Ajax limitado (não roda games nem programas sofisticados). Além disso, ambos exigem que os softwares sejam refeitos.

O Native Client supera esses obstáculos. Com ele, os softwares online rodam em velocidade "nativa", ou seja, aproveitando toda a potência do computador. E têm todos os recursos dos programas tradicionais - isso porque o sistema operacional do Google entende a linguagem x86, que é universal - adotada por 99% dos softwares atuais. Isso significa que, teoricamente, os programas já existentes poderiam ser facilmente convertidos para o Native Client.

Ele ainda está verde: é bem difícil de instalar, dá pau e tem pouquíssimos programas. Mas é revolucionário. Quando os softwares online tiverem os mesmos recursos e a mesma velocidade dos programas offline, e funcionarem em qualquer tipo de computador, o Windows se tornará irrelevante. Você poderá usar o Linux, que além de gratuito é mais seguro, ou o Mac, e rodar todos os programas exatamente como se estivesse no Windows. Sacou? O Google pode ter começado, hoje e sem alarde, a matar a Microsoft. Pode escrever.

Fonte: Infoblogs

terça-feira, 28 de julho de 2009

Viagem à Nova Iorque

Nova York.
Nova Iorque ou Nova York (em inglês: New York) é a cidade mais populosa dos Estados Unidos e o centro da Região Metropolitana de Nova Iorque, uma das áreas metropolitanas mais populosas do mundo. Numa de minha viagem à essa cidade maravilhos conheci uma Americana de descendência Espanhola, algo notável em sua aparência: rosto redondo como uma lua, olhos grandes bem pretos, cabelos negros da cor de anu e um corpo fenomenal de dançarina de Flamenco.

Tivemos um rápido romance, foi assim por causa de uma característica nada comum dela, que chegava ser exótica. Ela tinha uma das coxas toda revestida de uma camada estranha, que parecia escama.

Eu gostava muito dela, mas não pude suportar aquela anomalia. Ela mesmo não se importava muito dizendo que ela era para ter nascido sereia. Voltei para o Brasil e nunca mais a vi. Talvez esteja vivendo no Oceano Atlântico ou Pacífico, juntamente com os golfinhos e muito contente, pois os golfinhos são os animais mais felizes de toda natureza.

segunda-feira, 27 de julho de 2009

Saramago fala sobre Twitter, blogs, Internet e seu novo livro

Saramago o único escritor de Língua Portuguesa a ganhar o Prêmio Nobel de literatura.
As frases longas e bem elaboradas a que os leitores de José Saramago estão acostumados continuam lá, mas o ambiente é outro, justamente um que costuma pedir frases curtas, sem a necessidade de muita elaboração. Desde setembro de 2007, mantém um blog (O Caderno de Saramago), onde comenta temas relacionados a política, literatura, religião e sociedade ou simplesmente escreve relatos sobre suas viagens, muitas ao Brasil.

Os textos estão saindo da internet e ganhando o papel, numa coletânea de sete meses de posts lançada esta semana sob o título de “O caderno”. Em entrevista ao GLOBO (por e-mail, como é mais apropriado ao tema), Saramago explicou o que pensa sobre a rede, revelou que um dia deve se cansar do blog.

Seu livro “O caderno” é uma coletânea de textos de seu blog. Escritores mais velhos, porém, costumam manifestar certo descaso com a internet e os blogs. Como o senhor lida com a internet? O senhor lê outros blogs? Enxerga a internet como uma possibilidade de literatura ou apenas como fonte de informação?

Escrever num blog não difere em nada de escrever numa folha de papel. Salvo a extensão do texto em que, no caso do blog, se aconselha uma certa brevidade, os escritores não estão condicionados por normas ou regras que, supostamente, caracterizariam o blog. Não sou frequentador assíduo da internet. Consulto o Google com frequência, nada mais. Quanto a ler outros blogs, faço-a às vezes, mas não mantenho diálogo com eles. Para mim, a internet é uma fonte de informação rápida e em geral eficaz, porém não confundamos: a literatura ou é ou não é, não há meios termos. Muitas transformações teriam de dar-se (e eu não vejo como nem quais) para que a internet tomasse lugar no fazer literário.

O senhor acha que a experiência em escrever para um blog, onde teoricamente os textos são mais curtos e diretos, teve alguma influência na sua escrita?

Nenhuma. Continuo a utilizar frases longas, das que dão espaço e tempo para observações e análises quer considero necessárias. A tão louvada clareza das sínteses é, não raro, enganosa.

E como surgem os temas para o blog? A variedade é a regra? Qualquer pensamento que o senhor tenha pode motivar um post?

Não qualquer, evidentemente. Os temas surgem com naturalidade, embora uma vez ou outra haja que esforçar-se um pouco. A minha maior preocupação é não cair na monotonia nem na previsibilidade.

O senhor acompanha o fenômeno do Twitter? Acredita que a concisão de se expressar em 140 caracteres tem algum valor? Já pensou em abrir uma conta no site?

Nem sequer é para mim uma tentação de neófito. Os tais 140 caracteres reflectem algo que já conhecíamos: a tendência para o monossílabo como forma de comunicação. De degrau em degrau, vamos descendo até o grunhido.

O senhor considera a internet um espaço democrático e verdadeiramente livre?

Nada há que seja verdadeiramente livre nem suficientemente democrático. Não tenhamos ilusões, a internet não veio para salvar o mundo.

Mesmo após a publicação do livro, o senhor segue atualizando seu blog. O senhor tomou gosto pela coisa? Pretende seguir ocupando esse espaço indefinidamente? Podemos esperar um “O caderno II” para breve?

Haverá um “O caderno II” ainda este ano, mas não me vejo a escrever blogs indefinidamente. Tem sido uma boa experiência, chego a mais leitores com mais rapidez, mas tudo acaba por cansar.

Fonte: O Globo Online/Blogs

domingo, 26 de julho de 2009

Um pen drive, duas vidas

cotidiano, hardware, tecnologia
Todo mundo pode ter duas vidas. No trabalho, em casa, em cada lugar as pessoas mudam. Para isso, nada melhor que o Split Stick, um pen drive duplo para você se organizar com mais facilidade.

A novidade é simples: um botão no meio divide o pen drive. Para um lado está um e para o outro, mais um. Ambos têm 2 GB de capacidade e, além da vasta gama de cores, é possível escolher os símbolos de cada lado, como um “ele” e um “ela” em inglês, um lado casa e outro escritório, e por aí vai.
cotidiano, hardware, tecnologiaOu seja, para aqueles que se confundem entre as músicas e as planilhas do trabalho, ou entre um capítulo de Grey’s Anatomy e outro de 24 Horas, o Split Stick é uma opção. Ele já está à venda nos EUA por 20 dólares.

Fonte: Blogs INFO

quarta-feira, 22 de julho de 2009

Lançamento: Pendrive 256 Gb Kingston

Kingston lança primeira pendrive de 256 GB

Já está à venda a primeira pendrive do mundo com capacidade de 256 GB. A Data Traveler 300 chega pela mão da Kingston, e é compatível com Windows, Mac e Linux.

A Data Traveler 300 mede 70,68 mm x 22,37 mm x 16,45 mm, permitindo a leitura a 20 MBps (Megabites por segundo) e gravação a 10MBps.

É compatível com o Windows (7, Vista, XP, & ReadyBoost), Mac OS X10.3+, e também com Linux.

O utilizador pode proteger os seus dados, através do programa Password Traveler (incluído), podendo criar uma Private Zone (Zona Privada), onde os ficheiros só podem ser abertos inserindo a palavra-passe.

Com capacidade de armazenamento de 256 GB, a Data Traveler permite guardar, por exemplo, mais de 17 mil minutos de vídeo MPEG1, ou mais de 195 mil documentos do Microsoft Word.

No Reino Unido, o aparelho está a ser comercializado por cerca de 657 euros, segundo o Sol.

Lançamento: Pendrive 256 Gb Kingston

Kingston lança primeira pendrive de 256 GB

Já está à venda a primeira pendrive do mundo com capacidade de 256 GB. A Data Traveler 300 chega pela mão da Kingston, e é compatível com Windows, Mac e Linux.

A Data Traveler 300 mede 70,68 mm x 22,37 mm x 16,45 mm, permitindo a leitura a 20 MBps (Megabites por segundo) e gravação a 10MBps.

É compatível com o Windows (7, Vista, XP, & ReadyBoost), Mac OS X10.3+, e também com Linux.

O utilizador pode proteger os seus dados, através do programa Password Traveler (incluído), podendo criar uma Private Zone (Zona Privada), onde os ficheiros só podem ser abertos inserindo a palavra-passe.

Com capacidade de armazenamento de 256 GB, a Data Traveler permite guardar, por exemplo, mais de 17 mil minutos de vídeo MPEG1, ou mais de 195 mil documentos do Microsoft Word.

No Reino Unido, o aparelho está a ser comercializado por cerca de 657 euros, segundo o Sol.

segunda-feira, 20 de julho de 2009

O melhor antivírus gratuito é o Avast

segurança
Esta é uma pergunta que passa pela cabeça de muitos internautas que precisam instalar um bom antivírus para proteger o computador, controvérsias à parte, cada anti-vírus tem seus adeptos. Eu uso o AVAST e nunca tive problemas com vírus, após ter passado por quase todos os antivírus gratuito e um pago: o AVG.

O AVAST tem uma proteção residente eficiente e sua interface é muito fácil de usar. Eu acho o escaneamento dele é um pouco lento, mas também não há antivírus que faça isso tão rapidamente assim, isso vai depender também da quantidade de arquivos e da configuração da máquina.

Protege o PC durante os downloads em redes P2P: opção que nenhum outro antivírus tem, eu ao menos nunca vi em outro a não ser no AVAST.

Os outros, a maioria, são mais pesados e consomem mais memória. Não sei de onde tiram que o Avast é pesado ou consome memória, pelo contrário é leve e consome pouquíssima memória.

Sempre que me perguntam que antivírus usar recomendo (por experiência própria) o AVAST com certeza.

Afinal o que significa AVAST, sempre tive essa curiosidade, procurei nos dicionários, mas não encontrei por se tratar de uma gíria antiga relacionada aos piratas e que mais tarde foi incorporada à língua inglesa.

"Avast" era um comando usado para parar rapidamente ou desistir. Um equivalente em português seria a interjeição "alto". Já pela definição desse termo, você pode perceber como será a proteção e “captura” das ameaças em seu computador.

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