sábado, 27 de março de 2010

Os escritórios de 6 famosas redes sociais

Os escritórios das redes sociais são muito descontraídos.
Já te deu aquela curiosidade de saber como é, por exemplo, por dentro da empresa do Facebook? Encontrei em um site fotos dos escritórios das empresas das 6 mais famosas redes sociais: Facebook, Twitter, YouTube, MySpace, Flickr e LinkedIn. Confira abaixo:

Facebook: Palo Alto, California, EUA

Fachada do FacebookEscritório do FacebookEscritório do Facebook 1Escritório do Facebook 2Escritório do Facebook 3Escritório do Facebook 4

Youtube: San Bruno, Califórnia, EUA

Fachada do YouTubeInstalação do YouTube em San Bruno - CalifórniaInstalação do YouTube em San Bruno - Califórnia 1Instalação do YouTube em San Bruno - Califórnia 2Instalação do YouTube em San Bruno - Califórnia 3Instalação do YouTube em San Bruno - Califórnia 4YouTube

MySpace: Beverly Hills, California, EUA

Dependências do MySpace 2Recepção do MySpaceDependências do MySpaceDependências do MySpace 1

Twitter: São Francisco, California, EUA

Sede do Twitter Sede do Twitter 1Sede do Twitter 2Sede do Twitter 3Sede do Twitter 4Sede do Twitter 5Sede do Twitter 6

Flickr: São Francisco, California, EUA

Logo do FlickrEscritório do FlickrEscritório do Flickr 1Escritório do Flickr 2Escritório do Flickr 3Escritório do Flickr 4

LinkedIn: Mountain View, California, EUA

Logo do LinkedInEscritório do LinkedInEscritório do LinkedIn 4Escritório do LinkedIn 3Escritório do LinkedIn 2Escritório do LinkedIn 1

Fonte: Mídia Boom

sexta-feira, 26 de março de 2010

Erros e acertos do Google

O Google, como todas empresas, tem seus erros e acertos.
No início era o caos. Encontrar qualquer coisa na confusão endereços da internet era complicado, e frequentemente suas pesquisas não chegavam até os conteúdos mais relevantes. Um sistema simples, visualmente limpo e sem grandes maquiagens mudou a maneira de se procurar qualquer coisa na rede, e assim surgiu o Google.

Grandes sucessos

Do verbo “googlar” (sinônimo moderno para “procure no Google”), novos serviços surgiram. O Gmail, que pela primeira vez permitiu ao usuário não se preocupar em receber anexos na sua caixa de entrada online com seu 1 GB de espaço inicial – hoje, uma caixa normal desse serviço tem 7 GB de espaço – e também ofereceu a solução para agrupar emails sobre um mesmo assunto: as conversações, ou conversas.

Seguindo o rumo natural – buscando a interação social de quem está online – da web 2.0, depois de renovar as buscas por conteúdo e facilitar a troca de informação privada, dois passos foram dados em Mountain View.

Primeiro – em 2007 – veio o Google Talk, ferramenta de mensagens instantâneas que, apesar de não ser mais popular, no Brasil, que o MSN ainda assim tem seus usuários fiéis. Logo no ano seguinte um dos maiores fenômenos da internet – em termos de usuários nacionais – surge. O Orkut começa suas operações e, seguindo o modelo de convites do Gmail, acaba por tornar-se referência em rede social em países tão diferentes quanto o Brasil e a Índia.

Diversos outros serviços da empresa são reconhecidamente grandes sucessos no mercado online. A plataforma AdSense é usada em um universo de sites e blogs como maneira de capitalizar o conteúdo ali apresentado, enquanto o Analytics ajuda donos de sites a melhorar a navegação de suas páginas. A suíte de aplicativos Google Docs é uma das mais estáveis e funcionais da ainda incipiente cloud computing pessoal.

Isso tudo, claro, é só uma parte da história do Google. Além dos serviços desenvolvidos em Mountain View, a empresa também tem a cultura de comprar sucessos online. Foi o que aconteceu com o YouTube e o Earth Viewer, que você conhece como Google Earth.

Novas apostas

Novas apostasCom o crescimento da empresa e a popularização das plataformas móveis de conexão, a Google começou a investir mais em mercados diferentes do seu campo inicial. Além das buscas na internet, a visão de Mountain View sobre como deve ocorrer o acesso à informação online criou o Google Chrome. O navegador apareceu com várias inovações em termos de processo, e rapidamente ganhou espaço nos discos rígidos da maioria dos internautas.

Mesmo que não seja o navegador mais popular na web – não tendo tanta aceitação quanto o Internet Explorer ou o Firefox, por exemplo – o Chrome cresce continuamente em funções e na preferência do público conectado.

A experiência Chrome é tão bem vista que os princípios usados na programação do navegador estão se expandindo. Em breve deve-se conhecer o Chrome OS, sistema operacional completo baseado no Linux voltado principalmente ao cloud computing e aos netbooks.

Android
Na mesma linha de raciocínio, o Googleplex – como é chamada a sede da empresa – também compete em alto estilo no mercado de smartphones com o Android. O sistema é inclusive a primeira ameaça real ao encanto do iPhone e apresenta um crescimento impressionante no competitivo segmento de celulares inteligentes.

Concorrência

Mas mesmo os gigantes podem cair. Apesar de a Google ainda se manter como um dos principais jogadores no cenário de tecnologia, a concorrência está atenta e não pretende ser deixada para trás.

A Microsoft, por exemplo, lançou seu próprio serviço de buscas, o Bing, e tem obtido resultados expressivos com este sistema.

Apesar das enormes diferenças, os resultados de pesquisas no Bing são bons, mesmo que inferiores aos do Google, e algumas funcionalidades – principalmente na busca por imagens – do serviço de Bill Gates são até mais interessantes que as soluções de Mountain View.

Se no caso do Bing o Google precisa se firmar novamente como líder, o mesmo não acontece no âmbito dos smartphones. O Android é um dos novatos na área, competindo com os já estabelecidos Symbian, BlackBerry e iPhone no status de recém-chegado. Com isso, o Google precisa estar sempre um passo à frente da concorrência, para ganhar mercado de seus rivais.

Direitos no bolso

Direito no Bolso.Uma das alternativas que Mountain View percebeu para alavancar seu sistema móvel foi a produção de um aparelho próprio. Em parceria com a HTC a equipe do Google criou o Nexus One, primeiro celular com a marca Google, além do sistema Android.

O que não se esperava era que o aparelho – que há muito tempo era alvo de especulações pelos antenados em tecnologia e fãs da empresa – fosse afundar no mercado. Com vendas irrisórias quando comparado com concorrentes – 135 mil unidades, contra um milhão de iPhones e 1,05 milhão de Motorola Droid vendidos nos mesmos 74 dias a partir do lançamento –, o Nexus One encarou vários problemas.

Como a Google é uma empresa da web, espera-se que seus lançamentos estejam disponíveis através da rede. Não foi o que se viu no lançamento do “Google Phone”. Muitos países, entre eles o Brasil, recebiam o aviso “este produto ainda não está disponível na sua área” ao entrar na loja online do Nexus One. Graças a isso e à existência de alternativas igualmente interessantes rodando o mesmo Android, o telefone de Mountain View perdeu público.

Pouco depois, um novo empecilho ao Nexus One apareceu, na figura dos herdeiros de Phillip K. Dick, escritor de ficção científica e autor de “Do Androids Dream of Electric Sheep?” (“Será que androides sonham com ovelhas elétricas?”, em tradução livre), novela que inspirou o filme Blade Runner – o caçador de androides.

O espólio de Philip K. Dick questiona a utilização do nome Nexus One, já que esse é o nome dos primeiros modelos dos androides da obra. Apesar de nenhum indivíduo deste modelo aparecer, eles são mencionados por um dos Nexus Six, personagens da trama. O próprio sistema Android recebeu críticas – a partir do lançamento do Nexus One – por também remeter diretamente à obra de Dick.

O Google ainda está tentando lidar com o problema, e a solução não parece próxima.

Maré baixa

Maré baixa.A busca por convites foi incessante. No Twitter, era quase impossível passar mais do que alguns instantes sem receber uma mensagem implorando pela entrada no Google Wave.

O serviço que – segundo seus criadores – revoluciona a maneira com que as pessoas trocam informação é até agora incompreendido. Enquanto a Google insiste que o Wave é a versão 2.0 do email, os usuários que correram para experimentar o serviço tiveram – quase todos – a mesma reação: “mas para que serve?”.

Misturando elementos de correio eletrônico, mensageiro instantâneo e rede social, o Wave sofreu duras críticas por parte das mesmas pessoas que estavam desesperadas para experimentar a novidade. “Adiante do seu tempo” ou não, é certo que o serviço não atingiu nem de longe o objetivo de substituir o email.

Zumbido incômodo

Zumbido incômodo.Quando um novo serviço busca juntar tudo em um único lugar, a chance de surgirem problemas é grande. Mountain View descobriu isso da pior maneira ao lançar o Google Buzz.

O serviço – integrado ao Gmail – buscava reunir em um único lugar um microblog semelhante ao Twitter, interação social como a encontrada nas comunidades do Orkut e funcionalidades de outras ferramentas do Google, como o Picasa e o Latitude.

O grande problema veio da maneira com que o Buzz foi implementado. Ao invés dos tradicionais convites – utilizados por Gmail, Orkut e Wave quando de seus lançamentos – o Buzz foi liberado aos poucos nas contas de email dos usuários. Sem a opção de escolher utilizar o serviço, que simplesmente aparecia logo abaixo da caixa de entrada do Gmail, problemas de privacidade surgiram em questão de segundos.

Blogs e canais de notícias online mostraram casos de usuários que reataram – involuntariamente, devido ao autofollow do Buzz – relações com ex-maridos abusivos e profissionais de saúde que tiveram suas listas de clientes descobertas a partir de quem eles seguiam no serviço, por exemplo.

Novo nem sempre é melhor

Novo nem sempre é melhor.Que o digam os usuários que fizeram a passagem para o novo Orkut, não é mesmo? A interface da rede social mais usada no Brasil ficou mais complicada e diversos problemas surgiram na plataforma. Usuários relatam problemas com o carregamento de fotos e vídeos, mensagens e até mesmo para a troca de mensagens – característica básica de um serviço de interação social.

Apagando incêndios

Claro que uma empresa do porte da Google não deixa que problemas a impeçam de crescer. Como o Wave funciona exatamente como planejado, não há o que consertar em sua estrutura. Talvez mostrar melhor para as pessoas como elas podem se aproveitar do serviço ajude a alavancá-lo, mas mesmo assim ele está lá e – para os poucos que o utilizam – tudo está bem.

O Nexus One já tem problemas maiores. Aumentar a distribuição do aparelho para outros países antes de resolver a questão jurídica sobre direitos autorais pode acarretar maiores prejuízos, então o que resta a Mountain View é esperar.

Na parte em que algo podia ser feito – os problemas com o Buzz – tudo se resolveu rapidamente. À medida que problemas eram relatados, os engenheiros e programadores da Google – ao longo de um fim de semana – se prepararam para receber todo o feedback sobre as falhas e consertá-las.

O Facebook, quando encontrou problemas semelhantes, levou quase um mês para arrumar a casa. Resultado: ponto para o Google e suas ideias inventivas. Mesmo que a gigante tropece, ela ainda não caiu.

Fonte: Correio do Povo de Alagoas

quinta-feira, 25 de março de 2010

Sites feitos por designers criativos

Na internet como no mundo real o importante é o talento.
As criações de sites para a web podem ser muitas vezes repetitivas e pouco atraentes para os internautas. Muitas páginas apresentam aparências semelhantes e pouca criatividade em seus detalhes e estilos. Contudo, há designers que exploraram recursos especiais para lançar na internet sites de encantar os olhos de quem os acessa. Além de apostarem em um visual inovador, alguns criadores de sites investem na ampliação da interatividade com os leitores. Como exemplos de páginas de tirar o fôlego, confira uma seleção abaixo:

Basil Gloo

Este site está dividido em dois - as informações pessoais do criador a as informações sobre os negócios. Com dados completos para contato, links e informações da rede social, a página apresenta de forma inteligente o serviço de design gráfico e desenvolvimento na web.

Veja: http://www.basilgloo.com

Saizen Media

A imagem da noite apresentada na home pode ser um pouco assustadora, mas o mexer das águas compõe uma cena interessante. As luzes que aparecem na página ainda ajudam o internauta a encontrar o caminho para informações sobre a Saizen Media Studios.

Veja: http://www.saizenmedia.com/nightwish

Boobt

Este site utiliza esboços à mão e cria uma experiência dinâmica para o usuário. Enquanto é acessado, ele se transforma, interagindo com o internauta.

Veja: http://bootb.com/en

Sensi Soft

Navegando neste site produzido pela Sensi Soft o internauta pode passar por diversar cenas em diferentes épocas - como uma máquina do tempo. O site oferece ainda música e efeitos sonoros.

Veja: http://www.sensisoft.com


Fonte: Casa da Maite

quarta-feira, 24 de março de 2010

Qual a diferença entre sistemas de 32 e 64 bits?

Às vezes, para baixar um programa ou um driver para o sistema operacional aparecem duas opções: versão 32 bits ou 64 bits. Essa escolha, por mais que pareça simples, pode fazer com que o programa, que o usuário levou horas para baixar, por exemplo, não funcione.

No Windows é fácil descobrir isso, basta fazer uma busca pela pasta System na pasta Windows que está no Disco local em que está instalado o sistema operacional. Se nos resultados aparecerem a pasta System32, o sistema é de 32 bits, caso apareça a pasta System64, o Windows é 64 bits.

No Windows Vista tem uma maneira mais fácil:
1. Clique com o botão direito em “Computador” (caso não possua o modo de exibição clássico, o encontrará no “Menu Iniciar”);
2. Escolha “Propriedades”;
3. Surgirá então a tela apresentada abaixo:

Pasta Sistema do Windows Vista.

Por haver esses dois tipos de arquitetura, instalar drivers ou programas no computador exige atenção, pois caso o software seja incompatível, ele pode não funcionar ou causar travamentos.

Sistemas operacionais como Linux, Windows (a partir do XP), Mac e programas como o Autocad têm versões específicas para a plataforma de 64 bits.

Processadores

Há dois tipos de processadores usados em PCs: chips com 32 bits (como alguns Intel Celeron e AMD Sempron) e chips com 64 bits (Intel Core 2 Duo e AMD Athlon X2).

Basicamente, a diferença entre um processador de 32 bits para um de 64 bits é, inicialmente, que um tem o dobro de capacidade de processamento de bits, o que torna o desempenho de um PC com CPU 64 bits melhor. Além disso, em termos práticos, o processador de 32 bits identifica até 4 GB de memória RAM, enquanto o de 64 bits aceita acima dessa quantia, dependendo das especificações de hardware da placa-mãe.

Apesar dessas diferenças é possível instalar sistemas operacionais 32 bits em máquinas com processador 64 bits. No entanto não é possível instalar um sistema operacional 64 bits em um computador com processador 32 bits.

Como descobrir com programa

De forma simplificada, para você descobrir se seu processador é de 32 bits ou 64 bits, há duas opções de programas para ajudar na tarefa: o CPU-Z e o Everest.

Após baixar e instalar o CPU-Z e executá-lo, vá na guia CPU e veja o item Instructions. Se estiver escrito x86-64, o processador é de 64 bits. Se tiver só x86 e não tiver a instrução descrita anteriormente, o processador é de 32 bits. O software é gratuito e está todo em inglês.

Já o Everest é shareware (pago), porém é possível, mesmo na versão para avaliação, descobrir aspectos básicos do hardware instalado na máquina. Para saber de quantos bits é o processador, com o Everest instalado, vá no item Placa-mãe e clique em Processador. Ao lado direito verifique o item Conjunto de Instruções. Se tiver escrito x86, o processador é 32 bits. Caso esteja escrito x64 ou x86-64, o processador é 64 bits.

Algumas vantagens encontradas em ambientes em 64 bits

* Melhor desempenho do ambiente computacional, quando há suporte do conjunto como um todo;

* Possibilidade de utilizar com maestria maiores quantidades de memória RAM (4 GB ou mais);

* Sistemas também oferecem suporte a aplicativos de 32 bits, sem enfrentar muitos problemas relacionados à compatibilidade.

Fonte: UOL Tecnologia

terça-feira, 23 de março de 2010

Ensino a distância para a área de TI

O bom do ensino a distância é que você estuda em casa e o melhor: no computador.
Fora dos grandes centros como São Paulo e Rio de Janeiro, muitas vezes o acesso à educação é limitado e a falta de professores qualificados é grande. Mas, nos últimos anos, a tecnologia trouxe uma alternativa: o ensino à distância. Numa de suas modalidades, os alunos se reúnem em frente a uma TV ou telão e assistem às aulas transmitidas por satélite.

A vantagem de um curso telepresencial é justamente você proporcionar aos alunos de muito longe uma aula de um bom profissional como, por exemplo, um bom professor, de um autor renomado de algum livro.

Mas, essa não é uma via de mão única. Os alunos podem interagir com os professores através da web em tempo real, pode mandar um e-mail para o professor durante a aula e tirar sua dúvida, o professor vai responder o e-mail desse aluno.

Para que tudo funcione direito, duas equipes estão sempre a postos. Uma equipe técnica, que cuida da qualidade o som e da imagem, e uma equipe pedagógica, que dá suporte aos professores, enviando textos e imagens.

Outra modalidade de ensino à distância não usa as transmissões por satélite: tudo é feito via web. Muitas instituições de ensino de todo o pais estão aderindo a esse formato de aula e, além dos cursos, elas mantêm pólos de apoio onde os alunos podem acessar a internet, ter aulas presenciais, além de fazer as provas.



A tecnologia encurtou as distâncias, mas você precisa ficar de olho na qualidade. A primeira dica é conferir se quem oferece o curso foi credenciado pelo Ministério da Educação. O site do MEC disponibiliza o nome de todas as instituições que receberam o seu “ok”.

Antes de pensar em fazer a matrícula, vale a visita. E, se você procura cursos à distância na área de tecnologia. Dê uma olhada nos links abaixo de renomadas no segmento, que oferecem cursos a distância na área de TI:

Desenvolvimento de Sistemas em Sotware Livre - Universidade Católica de Brasília - DF

Especialização em Governança de TI - SENAC

Administração em Sistemas de Informação - UFLA

Especialização em Informática em Saúde - Unifesp

Especialização em Tecnologias e Sistemas de Informação - UFABC


Fonte: Olhar Digital

segunda-feira, 22 de março de 2010

Diferença entre redes e mídias sociais

Rede social.
"Hora" redes sociais, "hora" mídias sociais, o que me confundia um pouco, não conseguia atinar a diferença. Se não prestarmos atenção é muito fácil de se enganar na hora de falar de mídias ou redes sociais, confesso que cheguei a concluir que são sinônimos. Será? Qual é a diferença entre esses dois conceitos? Seriam a mesma coisa? Então decidir pesquisar na web e conclui:

De maneira bem simplificada, quando falamos em redes sociais, nos referimos as relações entre indivíduos mediadas por computador. Já as mídias sociais, são as ferramentas online construídas para permitir esta interação social, a partir do compartilhamento e criação colaborativa de informação.

A rede social sendo a comunidade que compartilha de um interesse em comum e a mídia social sendo o meio onde este grupo se reúne.

Para ficar mais claro, vejamos a definição de cada um dos termos, conforme a Wikipédia:

Rede social: Rede social é uma das formas de representação dos relacionamentos afetivos ou profissionais dos seres entre si ou entre seus agrupamentos de interesses mútuos. A rede é responsável pelo compartilhamento de idéias entre pessoas que possuem interesses e objetivo em comum e também valores a serem compartilhados.

Assim, um grupo de discussão é composto por indivíduos que possuem identidades semelhantes. Essas redes sociais estão hoje instaladas principalmente na Internet devido ao fato desta possibilitar uma aceleração e ampla maneira das idéias serem divulgadas e da absorção de novos elementos em busca de algo em comum.

Mídia social: O conceito de mídias sociais (social media) precede a Internet e as ferramentas tecnológicas - ainda que o termo não fosse utilizado. Trata-se da produção de conteúdos de forma descentralizada e sem o controle editorial de grande grupos. Significa a produção de muitos para muitos.

As "ferramentas de mídias sociais" são sistemas online projetados para permitir a interação social a partir do compartilhamento e da criação colaborativa de informação nos mais diversos formatos. Eles possibilitaram a publicação de conteúdos por qualquer pessoa, baixando a praticamente zero o custo de produção e distribuição ao longtail - antes esta atividade se restringia a grande grupos econômicos.

Elas abrangem diversas atividades que integram tecnologia, interação social e a construção de palavras, fotos, vídeos e áudios. Esta interação e a maneira na qual a informação é apresentada dependem nas várias perspectivas da pessoa que compartilhou o conteúdo, visto que este é parte de sua história e entendimento de mundo.

Podemos concluir assim que mídia social e rede social são coisas distintas, mas que pertencem ao mesmo universo. A rede social sendo a comunidade que compartilha de um interesse em comum e a mídia social sendo o meio onde este grupo se reúne.

Espero que tenha ficado claro à você, para mim ficou. Como diz o filósofo: "A curiosidade é a melhor ferramenta contra a ignorância."

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domingo, 21 de março de 2010

Loucura! As vendas mais estranhas da Internet

Há muitas esquisitices na internet.
Se você acha que já viu de tudo, precisa continuar a leitura desta postagem. Parece que atualmente nada mais choca quando se trata de esquisitices da Internet. Pessoas do mundo todo navegam nesta rede em busca de diferentes coisas. Relacionamentos, contatos profissionais, diversão e claro: compras. Mas o que muitos não sabem, é que dentro da esfera virtual têm realmente espaço para tudo. Inclusive grandes absurdos sendo vendidos. Veja a lista de vendas mais bizarras da internet. Você compraria algum destes curiosos itens?

Um goleiro em baixa

O ano de 2007 não foi dos melhores para o goleiro Dida. O brasileiro teve seu passe leiloado no eBay. Um torcedor "pediu" 10 milhões de euros pelo ex-goleiro da seleção brasileira.

No site, assegurou que "Dida está em boas condições físicas e psicológicas", mas ressaltou os muitos pontos fracos do goleiro, como "bolas altas, baixas e paradas". Antes de ser removido do leilão, Dida mereceu apenas US$ 97 após 25 lances.

Uma adúltera

A britânica Sharon Osborn, de 43 anos, foi colocada à venda no eBay pelo marido. Foi descrita como "adúltera" e "mentirosa". Em pouco tempo, Paul, 44, recebeu ofertas de até 500 mil libras a R$ 1,6 milhão.

Ele disse que, após bisbilhotar os e-mails dela, teve a certeza de que a mulher tinha um caso com um colega de trabalho. Paul chegou a expulsar a mulher de casa, mas mudou de ideia. Revoltada, ela prestou queixa na delegacia de Bletchley.

Uma guitarra quebrada

Fã que se preza não se incomoda de pagar US$ 100 mil por uma guitarra quebrada. Ainda mais caso ela tenha pertencido ao ex-líder do Nirvana, Kurt Cobain. Um colecionador deu o maior lance em uma Fender Mustang em leilão do Experience Music Project, em Seattle.

O instrumento foi destruído durante um show em Nova Jersey. Aparentemente arrependido, o cantor juntou os destroços do instrumento e, em seguida, os remendou com fita crepe.

Um chiclete mascado

Tudo por uma boa causa. É assim que pode ser descrita a ação do desenhista curitibano Phelipe Mattos, de 21 anos. Foi dele o maior lance num leilão promovido por uma empresa de goma de mascar em novembro do ano passado para arrematar um chiclete usado! E pelo ator Cauã Reymond.

Por ele, Phelipe desembolsou inacreditáveis R$ 349. Para não dar margem a dúvidas, Phelipe fez questão de receber o chiclete das mãos do próprio Cauã Reymond.

Memória pessoal

Quanto vale uma vida? A do britânico Ian Usher, 44, não saiu por mais de 399 mil dólares australianos - o correspondente a R$ 615 mil.

A saga de Usher começou após ele sofrer uma desilusão amorosa. Colocou à venda todos seus pertences. No "pacote", incluiu também o emprego na loja de tapetes e até alguns poucos amigos. De sua antiga vida, o desiludido Usher levou apenas a roupa do corpo, com a carteira de dinheiro num bolso e o passaporte.

País gelado

Aproveitando o pouco que se sabe sobre a Islândia, um gaiato do Reino Unido colocou o país à venda no eBay. Ele afirmava que "o cenário e a fauna são lindos" e pediu: "Favor, retirar pessoalmente". Em três dias, a oferta recebeu 84 lances - o maior deles de cerca de R$ 32 milhões.

Alguns dos interessados perguntaram: "Há seguro contra vulcões e terremotos?", "Posso pagar só quando a encomenda chegar?".

Lenço usado

Você pagaria US$ 5.300 (cerca de R$ 12.500) por um lenço de papel? Mas e se o lenço tivesse sido usado pelo nariz de Scarlett Johansson? Pois então… Um internauta desembolsou o valor acima pelo pedaço de papel sujo usado pela atriz no programa "The Tonight Show", apresentado por Jay Leno, nos Estados Unidos. Na ocasião, Scarlett, que estava promovendo o filme "The Spirit", e estava resfriada.

Bebê chorão

"Vendo bebê semi-novo. Motivo: chora demais”. Foi esse o anúncio que um casal de alemães, que não teve a identidade revelada, colocou no eBay, em maio passado. a oferta inicial era de 1 euro. Logo, o eBay denunciou o caso à polícia, por suspeita de tráfico de crianças.

O juiz da cidade de Krumbach não achou muita graça e retirou a guarda dos pais. Um mês depois, a justiça devolveu o bebê aos pais e deu o caso por encerrado.

Alma

Em 2001, o americano Adam Burtle, 20, colocou sua própria alma à venda no eBay. O lance inicial era de US$ 0,05. Em poucos dias, a alma do rapaz de Woodinville, Washington, foi arrematada por uma mulher de Des Moines, Iowa.

O lance: US$ 400! Antes que Burtle pudesse embolsar o dinheiro, o leilão foi suspenso. O porta-voz do eBay, Kevin Pursglove, alegou que só "objetos tangíveis" poderiam ser colocados à venda.

Virgindade

Para pagar o curso de pós-graduação. Essa foi a justificativa da americana Natalie Dylan de 22 anos, para leiloar a virgindade pela internet. A ideia partiu da sua irmã, que só concluiu o curso de ciências sociais após, digamos, um "estágio" em um bordel no estado de Nevada.

Desde que o leilão começou, em agosto do ano passado, Natalie recebeu mais de 10 mil propostas. Só uma delas, de um empresário australiano, atingiu a cifra de US$ 3,8 milhões.

Fonte: Portal O Dia

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