domingo, 28 de março de 2010

Qual é o melhor: Firefox ou Chrome?

Firefox ou  Chrome? Eu optei pelo Google Chrome, que é comprovadamente mais rápido!
Qual navegador usar, Chrome ou Firefox?Esta pergunta tem sido feita cada vez mais ultimamente, e com bons motivos. É o seguinte: o Google Chrome consertou vários problemas do Firefox que a maioria dos usuários do Firefox nem sabia que tinha, e a raposa ainda está tentando alcançar o concorrente. (Instalação de complementos sem reiniciar o navegador; processos isolados, que evita que uma aba trave o browser inteiro etc.) Por isso, o conjunto de funcionalidades do Chrome vem conquistando vários fãs do Firefox.


A resposta à pergunta acima depende do sistema operacional do navegador. Abaixo seguem as respostas para quem usa Windows e Mac (fãs do Linux, pulem para o fim da postagem).

Windows: Chrome ou Firefox?

Não há uma resposta curta para esta pergunta, então vamos considerar os prós e contras de cada navegador.

Primeiro, nos testes habituais de desempenho de navegadores o Chrome vem ganhando consistentemente da concorrência, ou chega em segundo lugar na maioria das categorias, enquanto o Firefox dificilmente sai na frente. Isto não quer dizer que o Firefox seja extremamente lento: só significa que, comparado ao Chrome, ele não é o mais rápido.

Mas isto nos traz a um ponto importante: lentidão. Apesar de o Firefox se dar bem nos testes de memória, muitos usuários do Firefox se mostram frustrados com a lentidão causada pelo que eles dizem ser alto consumo de memória. O consumo de memória em si não é grande coisa (o Chrome também usa muita memória), mas o uso de memória vem geralmente acompanhado de lentidão no Firefox.

Então o que faz os usuários do Firefox ficarem com a raposa, apesar de o Chrome ser melhor na maioria das categorias dos testes? Extensões. (Ou complementos, ou add-ins!) O ecossistema de extensões do Firefox tem sido uma das grandes vantagens deste navegador open-source, e se tem alguma coisa que você gostaria que seu navegador fizesse diferente, há uma boa chance de que haja uma extensão para isso no Firefox.

O Chrome também tem uma crescente galeria de extensões, e apesar de não chegar nem perto do suporte a complementos que o Firefox tem, a cada dia mais e mais funções das extensões mais populares do Firefox aparecem no Chrome. O Xmarks, que sincroniza o Chrome com seus favoritos do Firefox; o LastPass, que sincroniza e armazena de forma segura todas as suas senhas; até mesmo a extensão essencial para todos os desenvolvedores web, o Firebug, está disponível no Chrome em versão light.

Se você usa muitos complementos para Firefox, especialmente alguns mais obscuros, pode ser que você não encontre substitutos para todos eles no Chrome. Mas se você só usa algumas extensões mais populares, é maior a chance de mudar para o Chrome sem sentir grandes diferenças.

Por outro lado, muita gente evita o Chrome porque ele é ligado ao Google: se você acha que o Google já tem informações demais sobre você, talvez você queira ficar com o Firefox. Sim, é possível controlar o que passa pelos servidores do Google no próprio Chrome, mas se você já está desconfiado, talvez isso não sirva de consolo.

Enfim, se você anda decepcionado com o Firefox, recomendamos testar o Chrome para ver o que você acha: se você não gostar, é só voltar para a raposa. Se, por outro lado, você estiver bem com o Firefox, não vemos nenhum motivo para mudar, time que está ganhando, não se mexe, certo?

Mac: Firefox ou Chrome?

A resposta aqui é bem diferente e bem menor. O Chrome for Mac funciona rápido no OS X, as mesmas extensões que funcionam no Chrome para Windows funcionam no Mac, ele isola processos para que uma aba que trave não comprometa o navegador todo, e assim vai.

Infelizmente, por experiência, o Chrome para OS X ainda é pouco verde para ser adotado em tempo integral. Ele foi lançado bem depois da versão para Windows, está aí há menos de um ano, e ainda é versão beta (não existe ainda uma versão final). Por isso ele tende a dar travadinhas, parar de responder e outros problemas que uma versão para ser usada todo dia não deveria ter. Então talvez não seja ideal mudar de vez para o Chrome for Mac.

Para os fãs do Linux: o artigo original não cobriu o Linux porque os editores do Lifehacker não tiveram experiência suficiente com o Chrome para dar uma opinião embasada.

Da mesma forma, sabemos que vocês podem discordar do que falamos aqui, então se você tem algo a dizer sobre o assunto, comente abaixo:

Fonte: Lifehacker

Deixe seu micro mais veloz!

Os otimizadores de memória são muito bons para aumentar a velocidade do computador.
Seu computador anda mais para lá do que pra cá? Quer arranjar uma forma bem simples de deixá-lo um pouco mais veloz? Então dá uma olhada neste software, o Memory Booster! Ele é bem fácil de manusear, e o melhor: é gratuito!

Basta baixar o aplicativo para o seu PC e iniciar a varredura dentro da sua máquina. O software tira o máximo possível da capacidade da memória RAM do seu computador. Para isso, ele examina todo o conteúdo em execução no Windows. E você pode conferir o andamento da varredura enquanto o programa trabalha. Bastante simples!

Os testes variam de computador para computador. Mas é claro que não dá para esperar nenhum milagre se você tiver uma máquina muito velhinha na sua casa. Para fazer o download do software, basta acessar o link que está embaixo deste vídeo! Bom trabalho!



Baixe Rizone Memory Booster





Fonte: Olhar Digital

sábado, 27 de março de 2010

Os escritórios de 6 famosas redes sociais

Os escritórios das redes sociais são muito descontraídos.
Já te deu aquela curiosidade de saber como é, por exemplo, por dentro da empresa do Facebook? Encontrei em um site fotos dos escritórios das empresas das 6 mais famosas redes sociais: Facebook, Twitter, YouTube, MySpace, Flickr e LinkedIn. Confira abaixo:

Facebook: Palo Alto, California, EUA

Fachada do FacebookEscritório do FacebookEscritório do Facebook 1Escritório do Facebook 2Escritório do Facebook 3Escritório do Facebook 4

Youtube: San Bruno, Califórnia, EUA

Fachada do YouTubeInstalação do YouTube em San Bruno - CalifórniaInstalação do YouTube em San Bruno - Califórnia 1Instalação do YouTube em San Bruno - Califórnia 2Instalação do YouTube em San Bruno - Califórnia 3Instalação do YouTube em San Bruno - Califórnia 4YouTube

MySpace: Beverly Hills, California, EUA

Dependências do MySpace 2Recepção do MySpaceDependências do MySpaceDependências do MySpace 1

Twitter: São Francisco, California, EUA

Sede do Twitter Sede do Twitter 1Sede do Twitter 2Sede do Twitter 3Sede do Twitter 4Sede do Twitter 5Sede do Twitter 6

Flickr: São Francisco, California, EUA

Logo do FlickrEscritório do FlickrEscritório do Flickr 1Escritório do Flickr 2Escritório do Flickr 3Escritório do Flickr 4

LinkedIn: Mountain View, California, EUA

Logo do LinkedInEscritório do LinkedInEscritório do LinkedIn 4Escritório do LinkedIn 3Escritório do LinkedIn 2Escritório do LinkedIn 1

Fonte: Mídia Boom

sexta-feira, 26 de março de 2010

Erros e acertos do Google

O Google, como todas empresas, tem seus erros e acertos.
No início era o caos. Encontrar qualquer coisa na confusão endereços da internet era complicado, e frequentemente suas pesquisas não chegavam até os conteúdos mais relevantes. Um sistema simples, visualmente limpo e sem grandes maquiagens mudou a maneira de se procurar qualquer coisa na rede, e assim surgiu o Google.

Grandes sucessos

Do verbo “googlar” (sinônimo moderno para “procure no Google”), novos serviços surgiram. O Gmail, que pela primeira vez permitiu ao usuário não se preocupar em receber anexos na sua caixa de entrada online com seu 1 GB de espaço inicial – hoje, uma caixa normal desse serviço tem 7 GB de espaço – e também ofereceu a solução para agrupar emails sobre um mesmo assunto: as conversações, ou conversas.

Seguindo o rumo natural – buscando a interação social de quem está online – da web 2.0, depois de renovar as buscas por conteúdo e facilitar a troca de informação privada, dois passos foram dados em Mountain View.

Primeiro – em 2007 – veio o Google Talk, ferramenta de mensagens instantâneas que, apesar de não ser mais popular, no Brasil, que o MSN ainda assim tem seus usuários fiéis. Logo no ano seguinte um dos maiores fenômenos da internet – em termos de usuários nacionais – surge. O Orkut começa suas operações e, seguindo o modelo de convites do Gmail, acaba por tornar-se referência em rede social em países tão diferentes quanto o Brasil e a Índia.

Diversos outros serviços da empresa são reconhecidamente grandes sucessos no mercado online. A plataforma AdSense é usada em um universo de sites e blogs como maneira de capitalizar o conteúdo ali apresentado, enquanto o Analytics ajuda donos de sites a melhorar a navegação de suas páginas. A suíte de aplicativos Google Docs é uma das mais estáveis e funcionais da ainda incipiente cloud computing pessoal.

Isso tudo, claro, é só uma parte da história do Google. Além dos serviços desenvolvidos em Mountain View, a empresa também tem a cultura de comprar sucessos online. Foi o que aconteceu com o YouTube e o Earth Viewer, que você conhece como Google Earth.

Novas apostas

Novas apostasCom o crescimento da empresa e a popularização das plataformas móveis de conexão, a Google começou a investir mais em mercados diferentes do seu campo inicial. Além das buscas na internet, a visão de Mountain View sobre como deve ocorrer o acesso à informação online criou o Google Chrome. O navegador apareceu com várias inovações em termos de processo, e rapidamente ganhou espaço nos discos rígidos da maioria dos internautas.

Mesmo que não seja o navegador mais popular na web – não tendo tanta aceitação quanto o Internet Explorer ou o Firefox, por exemplo – o Chrome cresce continuamente em funções e na preferência do público conectado.

A experiência Chrome é tão bem vista que os princípios usados na programação do navegador estão se expandindo. Em breve deve-se conhecer o Chrome OS, sistema operacional completo baseado no Linux voltado principalmente ao cloud computing e aos netbooks.

Android
Na mesma linha de raciocínio, o Googleplex – como é chamada a sede da empresa – também compete em alto estilo no mercado de smartphones com o Android. O sistema é inclusive a primeira ameaça real ao encanto do iPhone e apresenta um crescimento impressionante no competitivo segmento de celulares inteligentes.

Concorrência

Mas mesmo os gigantes podem cair. Apesar de a Google ainda se manter como um dos principais jogadores no cenário de tecnologia, a concorrência está atenta e não pretende ser deixada para trás.

A Microsoft, por exemplo, lançou seu próprio serviço de buscas, o Bing, e tem obtido resultados expressivos com este sistema.

Apesar das enormes diferenças, os resultados de pesquisas no Bing são bons, mesmo que inferiores aos do Google, e algumas funcionalidades – principalmente na busca por imagens – do serviço de Bill Gates são até mais interessantes que as soluções de Mountain View.

Se no caso do Bing o Google precisa se firmar novamente como líder, o mesmo não acontece no âmbito dos smartphones. O Android é um dos novatos na área, competindo com os já estabelecidos Symbian, BlackBerry e iPhone no status de recém-chegado. Com isso, o Google precisa estar sempre um passo à frente da concorrência, para ganhar mercado de seus rivais.

Direitos no bolso

Direito no Bolso.Uma das alternativas que Mountain View percebeu para alavancar seu sistema móvel foi a produção de um aparelho próprio. Em parceria com a HTC a equipe do Google criou o Nexus One, primeiro celular com a marca Google, além do sistema Android.

O que não se esperava era que o aparelho – que há muito tempo era alvo de especulações pelos antenados em tecnologia e fãs da empresa – fosse afundar no mercado. Com vendas irrisórias quando comparado com concorrentes – 135 mil unidades, contra um milhão de iPhones e 1,05 milhão de Motorola Droid vendidos nos mesmos 74 dias a partir do lançamento –, o Nexus One encarou vários problemas.

Como a Google é uma empresa da web, espera-se que seus lançamentos estejam disponíveis através da rede. Não foi o que se viu no lançamento do “Google Phone”. Muitos países, entre eles o Brasil, recebiam o aviso “este produto ainda não está disponível na sua área” ao entrar na loja online do Nexus One. Graças a isso e à existência de alternativas igualmente interessantes rodando o mesmo Android, o telefone de Mountain View perdeu público.

Pouco depois, um novo empecilho ao Nexus One apareceu, na figura dos herdeiros de Phillip K. Dick, escritor de ficção científica e autor de “Do Androids Dream of Electric Sheep?” (“Será que androides sonham com ovelhas elétricas?”, em tradução livre), novela que inspirou o filme Blade Runner – o caçador de androides.

O espólio de Philip K. Dick questiona a utilização do nome Nexus One, já que esse é o nome dos primeiros modelos dos androides da obra. Apesar de nenhum indivíduo deste modelo aparecer, eles são mencionados por um dos Nexus Six, personagens da trama. O próprio sistema Android recebeu críticas – a partir do lançamento do Nexus One – por também remeter diretamente à obra de Dick.

O Google ainda está tentando lidar com o problema, e a solução não parece próxima.

Maré baixa

Maré baixa.A busca por convites foi incessante. No Twitter, era quase impossível passar mais do que alguns instantes sem receber uma mensagem implorando pela entrada no Google Wave.

O serviço que – segundo seus criadores – revoluciona a maneira com que as pessoas trocam informação é até agora incompreendido. Enquanto a Google insiste que o Wave é a versão 2.0 do email, os usuários que correram para experimentar o serviço tiveram – quase todos – a mesma reação: “mas para que serve?”.

Misturando elementos de correio eletrônico, mensageiro instantâneo e rede social, o Wave sofreu duras críticas por parte das mesmas pessoas que estavam desesperadas para experimentar a novidade. “Adiante do seu tempo” ou não, é certo que o serviço não atingiu nem de longe o objetivo de substituir o email.

Zumbido incômodo

Zumbido incômodo.Quando um novo serviço busca juntar tudo em um único lugar, a chance de surgirem problemas é grande. Mountain View descobriu isso da pior maneira ao lançar o Google Buzz.

O serviço – integrado ao Gmail – buscava reunir em um único lugar um microblog semelhante ao Twitter, interação social como a encontrada nas comunidades do Orkut e funcionalidades de outras ferramentas do Google, como o Picasa e o Latitude.

O grande problema veio da maneira com que o Buzz foi implementado. Ao invés dos tradicionais convites – utilizados por Gmail, Orkut e Wave quando de seus lançamentos – o Buzz foi liberado aos poucos nas contas de email dos usuários. Sem a opção de escolher utilizar o serviço, que simplesmente aparecia logo abaixo da caixa de entrada do Gmail, problemas de privacidade surgiram em questão de segundos.

Blogs e canais de notícias online mostraram casos de usuários que reataram – involuntariamente, devido ao autofollow do Buzz – relações com ex-maridos abusivos e profissionais de saúde que tiveram suas listas de clientes descobertas a partir de quem eles seguiam no serviço, por exemplo.

Novo nem sempre é melhor

Novo nem sempre é melhor.Que o digam os usuários que fizeram a passagem para o novo Orkut, não é mesmo? A interface da rede social mais usada no Brasil ficou mais complicada e diversos problemas surgiram na plataforma. Usuários relatam problemas com o carregamento de fotos e vídeos, mensagens e até mesmo para a troca de mensagens – característica básica de um serviço de interação social.

Apagando incêndios

Claro que uma empresa do porte da Google não deixa que problemas a impeçam de crescer. Como o Wave funciona exatamente como planejado, não há o que consertar em sua estrutura. Talvez mostrar melhor para as pessoas como elas podem se aproveitar do serviço ajude a alavancá-lo, mas mesmo assim ele está lá e – para os poucos que o utilizam – tudo está bem.

O Nexus One já tem problemas maiores. Aumentar a distribuição do aparelho para outros países antes de resolver a questão jurídica sobre direitos autorais pode acarretar maiores prejuízos, então o que resta a Mountain View é esperar.

Na parte em que algo podia ser feito – os problemas com o Buzz – tudo se resolveu rapidamente. À medida que problemas eram relatados, os engenheiros e programadores da Google – ao longo de um fim de semana – se prepararam para receber todo o feedback sobre as falhas e consertá-las.

O Facebook, quando encontrou problemas semelhantes, levou quase um mês para arrumar a casa. Resultado: ponto para o Google e suas ideias inventivas. Mesmo que a gigante tropece, ela ainda não caiu.

Fonte: Correio do Povo de Alagoas

quinta-feira, 25 de março de 2010

Sites feitos por designers criativos

Na internet como no mundo real o importante é o talento.
As criações de sites para a web podem ser muitas vezes repetitivas e pouco atraentes para os internautas. Muitas páginas apresentam aparências semelhantes e pouca criatividade em seus detalhes e estilos. Contudo, há designers que exploraram recursos especiais para lançar na internet sites de encantar os olhos de quem os acessa. Além de apostarem em um visual inovador, alguns criadores de sites investem na ampliação da interatividade com os leitores. Como exemplos de páginas de tirar o fôlego, confira uma seleção abaixo:

Basil Gloo

Este site está dividido em dois - as informações pessoais do criador a as informações sobre os negócios. Com dados completos para contato, links e informações da rede social, a página apresenta de forma inteligente o serviço de design gráfico e desenvolvimento na web.

Veja: http://www.basilgloo.com

Saizen Media

A imagem da noite apresentada na home pode ser um pouco assustadora, mas o mexer das águas compõe uma cena interessante. As luzes que aparecem na página ainda ajudam o internauta a encontrar o caminho para informações sobre a Saizen Media Studios.

Veja: http://www.saizenmedia.com/nightwish

Boobt

Este site utiliza esboços à mão e cria uma experiência dinâmica para o usuário. Enquanto é acessado, ele se transforma, interagindo com o internauta.

Veja: http://bootb.com/en

Sensi Soft

Navegando neste site produzido pela Sensi Soft o internauta pode passar por diversar cenas em diferentes épocas - como uma máquina do tempo. O site oferece ainda música e efeitos sonoros.

Veja: http://www.sensisoft.com


Fonte: Casa da Maite

quarta-feira, 24 de março de 2010

Qual a diferença entre sistemas de 32 e 64 bits?

Às vezes, para baixar um programa ou um driver para o sistema operacional aparecem duas opções: versão 32 bits ou 64 bits. Essa escolha, por mais que pareça simples, pode fazer com que o programa, que o usuário levou horas para baixar, por exemplo, não funcione.

No Windows é fácil descobrir isso, basta fazer uma busca pela pasta System na pasta Windows que está no Disco local em que está instalado o sistema operacional. Se nos resultados aparecerem a pasta System32, o sistema é de 32 bits, caso apareça a pasta System64, o Windows é 64 bits.

No Windows Vista tem uma maneira mais fácil:
1. Clique com o botão direito em “Computador” (caso não possua o modo de exibição clássico, o encontrará no “Menu Iniciar”);
2. Escolha “Propriedades”;
3. Surgirá então a tela apresentada abaixo:

Pasta Sistema do Windows Vista.

Por haver esses dois tipos de arquitetura, instalar drivers ou programas no computador exige atenção, pois caso o software seja incompatível, ele pode não funcionar ou causar travamentos.

Sistemas operacionais como Linux, Windows (a partir do XP), Mac e programas como o Autocad têm versões específicas para a plataforma de 64 bits.

Processadores

Há dois tipos de processadores usados em PCs: chips com 32 bits (como alguns Intel Celeron e AMD Sempron) e chips com 64 bits (Intel Core 2 Duo e AMD Athlon X2).

Basicamente, a diferença entre um processador de 32 bits para um de 64 bits é, inicialmente, que um tem o dobro de capacidade de processamento de bits, o que torna o desempenho de um PC com CPU 64 bits melhor. Além disso, em termos práticos, o processador de 32 bits identifica até 4 GB de memória RAM, enquanto o de 64 bits aceita acima dessa quantia, dependendo das especificações de hardware da placa-mãe.

Apesar dessas diferenças é possível instalar sistemas operacionais 32 bits em máquinas com processador 64 bits. No entanto não é possível instalar um sistema operacional 64 bits em um computador com processador 32 bits.

Como descobrir com programa

De forma simplificada, para você descobrir se seu processador é de 32 bits ou 64 bits, há duas opções de programas para ajudar na tarefa: o CPU-Z e o Everest.

Após baixar e instalar o CPU-Z e executá-lo, vá na guia CPU e veja o item Instructions. Se estiver escrito x86-64, o processador é de 64 bits. Se tiver só x86 e não tiver a instrução descrita anteriormente, o processador é de 32 bits. O software é gratuito e está todo em inglês.

Já o Everest é shareware (pago), porém é possível, mesmo na versão para avaliação, descobrir aspectos básicos do hardware instalado na máquina. Para saber de quantos bits é o processador, com o Everest instalado, vá no item Placa-mãe e clique em Processador. Ao lado direito verifique o item Conjunto de Instruções. Se tiver escrito x86, o processador é 32 bits. Caso esteja escrito x64 ou x86-64, o processador é 64 bits.

Algumas vantagens encontradas em ambientes em 64 bits

* Melhor desempenho do ambiente computacional, quando há suporte do conjunto como um todo;

* Possibilidade de utilizar com maestria maiores quantidades de memória RAM (4 GB ou mais);

* Sistemas também oferecem suporte a aplicativos de 32 bits, sem enfrentar muitos problemas relacionados à compatibilidade.

Fonte: UOL Tecnologia

Twitter Delicious Facebook Digg Stumbleupon Favorites More

 
Powered by Blogger