quarta-feira, 20 de outubro de 2010

Privacidade é preocupação de 50% dos usuários de redes sociais

Tags: Facebook, MySpace, LinkedInMetade dos norte-americanos que têm um perfil em sites de relacionamento como Facebook e MySpace estão preocupados com sua privacidade, de acordo com a empresa de pesquisas Marist.

O levantamento mostrou que as pessoas com mais de 60 anos são as mais preocupadas com privacidade, sendo que as mulheres se preocupam mais que os homens.

"Estamos na era da informação. Algumas pessoas estão preocupadas, relutantes e ariscas sobre a amplitude da informação online. Há um elemento de privacidade que algumas pessoas sentem estar perdendo", disse Lee Miringoff, diretor do Marist College Institute for Public Opinion.

A privacidade em redes sociais é uma questão em andamento. Recentemente o Facebook mudou suas políticas para garantir ao usuário mais controle sobre a quantidade de informação pública em seu perfil, após protestos de órgãos reguladores de privacidade e usuários sobre a dificuldade em alterar as configurações de conta.

"Não é preciso muito para aumentar o fator de preocupação e, quando começar a pipocar manchetes sobre violação de privacidade, isso aumenta as preocupações das pessoas", acrescentou Miringoff. A pesquisa mostrou que 27 por cento dos 1.004 participantes estavam preocupados com a privacidade em sites de redes sociais e outros 23 por cento estavam muito preocupados.

Segundo ele, os norte-americanos mais velhos estão mais preocupados com privacidade, considerando que sites de relacionamento não são um ambiente tão natural para eles como são para os jovens, que têm uma atitude mais despreocupada sobre os sites e sua privacidade.

No geral, 43 por cento dos norte-americanos disseram manter contato via sites como Facebook, MySpace e LinkedIn, sendo que 40 por cento dos homens e 45 por cento das mulheres disseram ter em um site de relacionamento.

Fonte: Yahoo! Tecnologia

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terça-feira, 19 de outubro de 2010

Geração Z

Tags: cotidiano,  tecnologia.
Para essa geração, os CDs já são “vintage” e as amizades são contadas pelo Facebook e Orkut. Bem vindos à “Geração Z”, tal geração está situada entre aqueles que nasceram, mais ou menos, entre 1994 e 2000. As crianças lêem através do Kindle ou do iPad e suas canções de ninar são baixadas por U$ 0,99 no iTunes. Eles são mais espertos do que a nossa geração e demandam que os levemos a sério como futuros consumidores.

Definir a geração Z como bem integrada às tecnologias é tão obvio como dizer que o marketing visa atingir os consumidores. Os “Zers” são a tecnologia. Assistiram o primeiro presidente ser eleito através o esforço em massa das redes sociais. Entendem que 140 caracteres não são apenas uma contagem de letras e espaços e, sim, uma arma a ser usada.

Obviamente, há motivos legítimos para preocupações no que diz respeito ao tempo que a molecada passa on-line em detrimento do que gasta no “mundo real”.

Mas é necessário que se indague se o tempo que se dedicam à internet é, necessariamente, uma coisa ruim. Graças ao Facebook, Skype, Orkut etc., esses garotos estão se comunicando, de fato, com familiares e amigos espalhados por toda parte sem a necessidade de estarem no mesmo espaço físico.

Isso quer dizer que “socializar” não é, necessariamente, estar fisicamente com os amigos, sair com eles, fazer compras em suas companhias, mas que se trata de uma atividade que ocorre como uma experiência on-line solitária, mesmo que colaborativa e interativa.

Apesar disso, essa geração não esta confinada a um cômodo com seu PC, pois todos os aparelhos de que precisam para se manterem eternamente conectados à internet estão à mão, onde quer que estejam.

Essa é uma das diferenças mais marcantes entre as gerações Y e Z.

A primeira ainda se lembra da vida pré-proliferação de tecnologias em massa, enquanto a segunda é definida, com freqüência, como os “nativos digitais”. Este fato fez com que a geração Z seja impaciente, indiferente, introvertida, requeira gratificações instantâneas e tenha uma capacidade de concentração menor em relação às outras gerações.

Como a maior parte da geração Z tem, atualmente, 13 anos de idade, em cinco anos essas “crianças” estarão trabalhando, recebendo seus salários e consumindo. Este grupo, nascido depois de 1994, começa a ter grande impacto no ambiente dos consumidores. E os publicitários já estão adotando estratégias diferentes para as diferentes gerações.

Menos interessados em mídias passivas e gastando um tempo enorme em redes sociais, esta geração deu um novo significado ao termo “audiência interativa”. Ao tentar alcançar a geração Z, as marcas e os publicitários devem reconhecer que seu novo consumidor alvo se tornou um expert em marcas.

O maior desafio dos departamentos de marketing será abraçar suas características como investimentos de longo prazo para a construção de um relacionamento duradouro. Seu maior risco é subestimar a maturidade do consumidor Z.

A tarefa torna-se, então, achar a melhor forma de atrair esse segmento para o mercado. Considere o botão “Like”, presente em muitos sites de redes sociais. “Gostar” de um produto pode levar amigos a fazerem o mesmo e a fidelidade à marca será gerada de forma espontânea a partir dos próprios consumidores.

Tais marcas precisam entender a Geração Z como uma aliada de marketing, e devem estar abertas à sua participação. Além disso, necessitam trabalhar para proporcionar formas cada vez mais interessantes e originais para personalizar seus produtos, compartilhá-los com os indivíduos desta geração e evangelizá-los.

Fonte: MSN Tecnologia

segunda-feira, 18 de outubro de 2010

Qual a diferença entre hacker e cracker e por que saber isso é importante

A diferença entre hacker e cracker.
Apesar de estarmos acostumados a ouvir notícias de invasões de computadores praticadas por hackers, muitos desses ataques são realizados pelos crackers. Atualmente a mídia impressa, eletrônica e audiovisual utiliza o termo correto porque “hacker” transformou-se em uma profissão. Os crackers são indivíduos que utilizam seu conhecimento para invadir computadores e roubar informações confidenciais. Geralmente essas informações são vendidas ou utilizadas para aplicar golpes na Internet.

O papel do hacker
Já o hacker é um indivíduo que utiliza seu conhecimento para testar os recursos de segurança instalados na empresa. Imagine a seguinte situação: você instalou um novo gerador de energia na sua empresa ou residência. É necessário testar o novo recurso contra a falta de energia elétrica. Você testa o novo gerador desligando a energia da sua empresa ou residência para verificar se o gerador é ativado e a energia é restabelecida.

No mundo virtual o trabalho de um hacker é similar ao teste do gerador. Após a instalação de um controle de segurança, o hacker tenta invadir o sistema protegido para verificar se o controle de segurança foi instalado e configurado de forma correta. O hacker nunca invade um sistema com o intuito de causar danos.

O hacker é uma pessoa que tem um perfil autodidata. A maior parte das pessoas acredita que o hacker tem uma formação técnica. Ou seja, pensa se tratar de uma pessoa que participou de cursos de graduação na área de tecnologia da informação ou formou-se em algum curso técnico relacionado a alguma tecnologia. Isso não é verdade!

Por exemplo, o iPhone (smartphone desenvolvido pela Apple) foi lançado em 2007. Na época do seu lançamento a tecnologia foi considerada inovadora. A princípio, só era possível utilizar a função de aparelho celular do iPhone em conjunto com a operadora AT&T nos Estados Unidos.

O aparelho estava bloqueado para funcionar em outros países, incluindo o Brasil. Pouco tempo após o lançamento, o iPhone foi desbloqueado por brasileiros. Os responsáveis pelo desbloqueio não aprenderam na faculdade ou em cursos técnicos como desbloquear o iPhone. Isso ocorre porque os cursos não conseguem acompanhar o avanço da tecnologia.

Hacker ético
O mercado reconhece o profissional rotulado como Hacker Ético pelo número de palestras que profere, pelo número de artigos que publica, cursos que ministra e pela quantidade de certificações obtidas. Do meu ponto de vista, as certificações são “títulos” exigidos pela sociedade. Na prática, o que diferencia o profissional é a sua capacidade de resolver problemas e interagir com a comunidade.

Existem equipes de Hackers Éticos nas instituições financeiras para testar a segurança dos recursos implantados no ambiente computacional do banco e na tecnologia de internet banking. Essas equipes são formadas por três ou mais profissionais.

Todos os testes são gerenciados pelos profissionais responsáveis pelo sistema “alvo”. Ou seja, estamos falando de uma atividade interdepartamental. Isso ocorre porque um dos objetivos dos testes é verificar se o recurso que o banco tornou disponível atende às leis, normas e boas práticas do mercado financeiro. Participam dos testes profissionais do departamento jurídico, recursos humanos, relações institucionais, marketing, tecnologia da informação, qualidade, etc.

O Hacker Ético irá avaliar a conformidade com a política de segurança, identificando ameaças e vulnerabilidades desconhecidas para a organização. O objetivo é minimizar o risco de crackers acessarem as informações confidencias da sua empresa.

Fonte: Mente Hacker

domingo, 17 de outubro de 2010

Acerte o relógio do Windows pela 'hora legal brasileira'

O relógio do Windows tem um recurso de ajuste automático de horário de verão que não funciona direito - geralmente, altera o horário antes da data correta, como ocorreu este ano. Para evitar tal problema e, de quebra, não chegar atrasado em nenhum compromisso, você pode deixar o relógio sincronizado pela Internet, a partir dos servidores do Observatório Nacional, entidade responável pela "hora legal brasileira".

Siga os passos abaixo:

1) Dê dois cliques sobre o relógio do Windows para abrir as Propriedades de Data e hora;

2) Na janela, selecione a aba Horário na Internet;

3) Marque a opção Sincronizar automaticamente com um servidor de horário na Internet;

4) Cole no campo Servidor o endereço: 200.20.186.75

5) Clique no botão Atualizar agora;

6) Clique no botão OK;

Pronto: o relógio do Windows já está sendo sincronizado pelo Observatório Nacional.

sábado, 16 de outubro de 2010

A placa de vídeo mais rápida do mundo

Ares: eu quero uma desta.Temei, mortais, pois a placa de vídeo mais rápida do mundo chegou ao Brasil e se chama Ares, o deus da guerra na mitologia grega. Tivemos um aperitivo dela funcionando na Eletrolar Show, e a guerreira da Asus mostrou que tem força para rodar em até seis monitores ao mesmo tempo.A Ares funciona como sua antecessora, a Mars: tem duas GPUs rodando ao mesmo tempo. O que muda é a marca e a capacidade das GPUs. Para este modelo, a Asus optou por duas Radeon HD5870 de 850 MHz, a rival dos mais recentes lançamentos da Nvidia.



Essa placa de vídeo é o bichoEm matéria de layout, a Ares pode bem incentivar um mod que deixe o gabinete aberto. No quesito resfriamento, a técnica pode até ser dispensada, segundo a Asus. A placa vem com dois dissipadores de cobre com oito canos cada. Juntos do cooler, o resfriamento chega a ser 600% maior que sua antecessora.



Comparando a velocidade das duas temos um ganho de 32% em rapidez. Quem ajuda esse desempenho também é a memória RAM de 4 GB. Nos índices de benchmarks a que tivemos acesso, a Ares se mantem bem acima da Mars. A confirmação, no entanto, só virá com testes no INFOLAB.



Ainda bem que não temos de comprar a placa para realizar os testes. O preço da Ares assusta tanto quanto sua perfomance: 4.500 reais, com direito a uma maleta estilo James Bond e um mouse especial. E quem quiser uma ainda tem de garimpar por aí, pois até agora só chegaram dez exemplares ao Brasil — todos vendidos.



Fonte: INFO Online

sexta-feira, 15 de outubro de 2010

O que diferencia um bom currículo em TI?

Tag: currículo modelos, profissional ti, vaga ti, mercado de trabalho ti.Empresas de recrutamento e outros especialistas em carreira costumam ter na ponta da língua uma lista de conselhos de como preparar um bom currículo, especialmente para diferenciar-se da concorrência. A intenção é válida, mas o problema nesses casos está no fato de que nem sempre os conselhos se aplicam aos profissionais de TI e à natureza do trabalho do setor.

Os currículos de TI se diferenciam de outros segmentos porque os profissionais precisam comunicar uma série de conhecimentos, técnicos e operacionais. Como a tecnologia muda muito rapidamente e o trabalho em TI é bastante baseado em projetos, apresentações genéricas podem acabar sendo um ‘desserviço’ para o profissional.

Muitos dos currículos de TI são curtos demais para uma análise se as competências dos profissionais se encaixam nas necessidades das vagas que precisam ser preenchidas. As pessoas não serão convidadas para um encontro com um possível empregador se não demonstrarem que estão aptas para isso. O currículo é a única ferramenta que leva as pessoas para a entrevista de emprego.

A seguir 04 grandes equívocos que os profissionais precisam evitar na hora de preparar um bom currículo em TI:

1. Tamanho certo
Os currículos de TI são muito influenciados pela natureza complexa das tarefas do que por um diferencial competitivo no mercado, a recente crise e a necessidade dos profissionais incorporarem múltiplas tarefas tem modificado a natureza do que as empresas buscam em um candidato.

Os potenciais empregadores não estão interessados em documentos de apresentação muito curtos, como costumam aconselhar as consultorias em gestão. Eles querem detalhes. O que significa ter um currículo com três ou mais páginas. As informações precisam contemplar com quais tecnologias o profissional já atuou, o tamanho e o escopo dos projetos com os quais já lidaram e quais as principais habilidades.

Eles (os contratantes) querem ver, de forma clara, se as pessoas têm os conhecimentos necessários, a partir de coisas que esses profissionais já fizeram no passado.

Outra razão pela qual um currículo de uma ou duas páginas nem sempre funciona para profissionais de TI é porque as funções são bastante complexas e as pessoas costumam atuar em múltiplas tarefas.

Se a pessoa tem 05 ou mais anos em TI, em especial no caso de técnicos, é perfeitamente normal que o documento tenha 03, 04 ou até 05 páginas.

2. Reforce competências
Especialistas em recolocação profissional costumam indicar que quem busca um emprego deve evitar informações repetidas no currículo, como forma de ganhar espaço. Isso é uma má ideia, os interessados em contratar alguém costumam verificar se a pessoa teve uma experiência profunda com tecnologias ou temas específicos.

Se alguém busca um profissional com conhecimento em gestão do orçamento e só vê esse tema tratado em uma ou duas partes do currículo, pode considerar que falta capacitação nessa área.

3. Uso de cargos
As consultorias que ajudam na recolocação de profissionais recomendam que quem busca um emprego utilize cargos exatos no currículo, no entanto na área de TI, muitas vezes o nome do cargo não corresponde às atribuições, por isso, é importante detalhá-las.

Por exemplo: algumas instituições bancária dão o cargo de vice-presidente (VP) para profissionais que cuidam da gestão de projetos ou de políticas, em vez de restringir o título apenas a posições executivas. Se você tem a experiência como VP em seu currículo, mas está se candidatando a uma vaga de gestor de projeto, o possível contratante pode colocá-lo automaticamente fora do processo, achando que você é muito sênior para a posição.

O truque para explicar um cargo é ser claro. Ou seja, o profissional deve descrever exatamente suas funções anteriores, até para que isso seja confirmado por pessoas que sejam procuradas para dar referências.

4. Diagramação adequada
Alguns especialistas em contratação recomendam que as pessoas incluam cores e elementos gráficos – como um logotipo ou uma foto – no currículo. O objetivo é fazer com que o documento se destaque entre os demais, mas nem sempre um currículo ‘enfeitado’ vai atrair um possível empregador, pelo contrário. As pessoas só querem um documento que seja fácil de ler.

Fonte: IDG Now!

quinta-feira, 14 de outubro de 2010

Escrever bem é fundamental

Tags: cursos, internet, curso de redação.
Uma pesquisa realizada recentemente mostrou que saber escrever bem é requisito fundamental para chegar aos cargos mais altos em uma empresa. A pesquisa analisou redações de 580 pessoas empregadas em empresas de diferentes ramos. A conclusão foi que as pessoas com cargos de chefia (e salários maiores) obtiveram uma nota média 43% maior em seus textos.

Especialistas afirmam que escrever bem é um importante diferencial para o profissional moderno. Mais do que o domínio da língua portuguesa, a boa escrita indica raciocínio bem estruturado, bom nível cultural, zelo e atenção a detalhes, características muito valorizadas pelas organizações atualmente.


É por isso que testes de redação estão presentes nos processos seletivos de muitas empresas. Para outras tantas, a fluência da comunicação tem um significativo peso na carreira profissional. “É uma competência bastante considerada quando se pensa em promover alguém”, confirma Vera Vasconcellos, consultora da Career Center, em matéria recentemente publicada no caderno de empregos do jornal O Estado de São Paulo.


O Cursos 24 Horas oferece o Curso de Escrita e Redação completo, já atualizado com as novas regras gramaticais, por apenas R$ 35,00, sem a cobrança de mensalidades. O curso conta com apostilas, vídeo-aulas e certificado entregue em casa. Durante o curso o aluno pode inclusive submeter textos e redações para análise do professor.

Clique para acessar o site do Curso de Escrita e Redação







Fonte: Cursos 24 Horas

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