quinta-feira, 21 de outubro de 2010

Torpedo Gratuito

Esse é grátis mesmo!
O Torpedo Gratuito é um site para os fãs de SMS, as mensagens curtas de celular. Ele permite ao usuário enviar, direto da tela do navegador, SMS para os amigos de forma gratuita e rápida: basta preencher o DDD, o número de telefone e escrever a mensagem. Depois disso, apertar o botão enviar. O serviço funciona com as operadoras Claro, Vivo, TIM, Oi, Nextel, CBTC e aeiou.

Prático, rápido e fácil, o Torpedo Gratuito serve tanto para quem normalmente passa mais tempo no PC do que em trânsito quanto para quem precisa enviar aquela mensagem urgente, mas não tem créditos no celular.

Além disso, escrever no teclado do PC é muito mais confortável e rápido do que digitar em teclados – alfanuméricos ou QWERTY – de telefones portáteis. A amplitude para as maiores operadoras do Brasil, como TIM, Vivo, Oi e Claro, permite que você envie torpedos para a maioria dos seus contatos.

Um dos problemas do serviço, entretanto, é a necessidade de saber a qual operadora o número destinatário pertence. Apesar de existirem padrões de numeração, em tempos de portabilidade isso não é mais garantia de conhecer o serviço utilizado pelos amigos.


Torpedo Grátis







Fonte: INFO Online

Submissão à tecnologia

Mundo tecnológico.

Vivemos tempos da aceitação passiva de todas as novidades tecnológicas, sem tempo para analisar tudo o que se passa.

Acho engraçado como divulgam frequentemente pesquisas científicas sobre os benefícios da internet para o desenvolvimento motor, da sociabilidade, da educação e da cultura das crianças e adolescentes. A gente sofre um bombardeio de informações ufanistas e exaltatórias que, em geral, aquele que quer ser ou parecer antenado adota de olhos fechados e sorriso beatífico estampado no rosto.

Nosso raciocínio e nossa capacidade crítica foram atropelados pelas inovações. E estamos ali, estatelados, sem socorro, felizes pelo que recebemos. Como se a civilização avançada houvesse abdicado da razão.

Uma vez que as novidades chegam embaladas em discursos competentes e argumentos embasados em pesquisas acadêmicas, a gente se rende. Mas a realidade do dia-a-dia é bem outra. A internet virou um estorvo para a maior parte das famílias.

E eu digo que a tecnologia está prejudicando o desenvolvimento dos adolescentes. Os pais presentam as crianças com computadores portáteis na esperança de que elas possam fazer seus trabalhos e troquem com os colegas.

Quanta ingenuidade! Os moleques "tweens" e "teens" usam o pretexto de fazer trabalho para bater papo no MSN, trocar fotos, baixar música e outros arquivos... ter, enfim, uma vida fora da esfera dos adultos.

O resultado está no rendimento medíocre no colégio, na indiferença pelo conhecimento, na falta de curiosidade, já que tudo está à disposição, ao alcance de um clique – e, por ser fácil, pode ser desprezado.

Os professores tentam parecer moderninhos e passam lições para serem feitas no Google. E o resultado é um intenso recortar e colar. Será que eles não notam a bobagem que fazem?

Os alunos do ensino médio, salvo exceções, não estão processando informações, não chegam nem a compreender em que consiste conhecer. Eles vivem um mundo à parte.

Os adolescentes sempre viveram assim, e nós quando tínhamos 15 anos queríamos evitar os mais velhos. É verdade. Mas neste tempo éramos dependentes dos pais, precisávamos deles, nem que fosse para pedir mesada. Tínhamos que falar com os mais velhos. Devíamos respeito e tínhamos medo.

A turminha século XXI jamais enfrentou esse problema. Os pais são mais preocupados e devotados. Nada falta aos menores. E eles ainda por cima se apossaram de um campo virtual que está fora e longe do controle dos pais.

Não estão amadurecendo porque não fazem questão de conversar com os adultos.

Como resultado, a internet está tornando a vida familiar um circo infernal em que o entretenimento virou a única opção. Quando acontece em estarem todos offline em casa no fim de semana, as conversas não passam de monólogos polifônicos.

Sim, me confesso impotente para sugerir uma solução. Talvez a grande desgraça seja que os pais de hoje deixaram de ser modelos.

Deve haver uma saída para tudo isso, mas ela só será encontrada quando esta geração de adolescentes do milênio terá crescido e virado objeto de estudo. A turma da próxima década poderá se beneficiar, espero.

Basta que as pessoas parem de se comportar ingenuamente diante do avanço tecnológico. Ao longo desta década que termina, a internet facilitou muitas coisas, mas conspurcou tantas outras. A cultura? Pobre coitada, pois ela se perdeu no meio de um download incompleto.

quarta-feira, 20 de outubro de 2010

Privacidade é preocupação de 50% dos usuários de redes sociais

Tags: Facebook, MySpace, LinkedInMetade dos norte-americanos que têm um perfil em sites de relacionamento como Facebook e MySpace estão preocupados com sua privacidade, de acordo com a empresa de pesquisas Marist.

O levantamento mostrou que as pessoas com mais de 60 anos são as mais preocupadas com privacidade, sendo que as mulheres se preocupam mais que os homens.

"Estamos na era da informação. Algumas pessoas estão preocupadas, relutantes e ariscas sobre a amplitude da informação online. Há um elemento de privacidade que algumas pessoas sentem estar perdendo", disse Lee Miringoff, diretor do Marist College Institute for Public Opinion.

A privacidade em redes sociais é uma questão em andamento. Recentemente o Facebook mudou suas políticas para garantir ao usuário mais controle sobre a quantidade de informação pública em seu perfil, após protestos de órgãos reguladores de privacidade e usuários sobre a dificuldade em alterar as configurações de conta.

"Não é preciso muito para aumentar o fator de preocupação e, quando começar a pipocar manchetes sobre violação de privacidade, isso aumenta as preocupações das pessoas", acrescentou Miringoff. A pesquisa mostrou que 27 por cento dos 1.004 participantes estavam preocupados com a privacidade em sites de redes sociais e outros 23 por cento estavam muito preocupados.

Segundo ele, os norte-americanos mais velhos estão mais preocupados com privacidade, considerando que sites de relacionamento não são um ambiente tão natural para eles como são para os jovens, que têm uma atitude mais despreocupada sobre os sites e sua privacidade.

No geral, 43 por cento dos norte-americanos disseram manter contato via sites como Facebook, MySpace e LinkedIn, sendo que 40 por cento dos homens e 45 por cento das mulheres disseram ter em um site de relacionamento.

Fonte: Yahoo! Tecnologia

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terça-feira, 19 de outubro de 2010

Geração Z

Tags: cotidiano,  tecnologia.
Para essa geração, os CDs já são “vintage” e as amizades são contadas pelo Facebook e Orkut. Bem vindos à “Geração Z”, tal geração está situada entre aqueles que nasceram, mais ou menos, entre 1994 e 2000. As crianças lêem através do Kindle ou do iPad e suas canções de ninar são baixadas por U$ 0,99 no iTunes. Eles são mais espertos do que a nossa geração e demandam que os levemos a sério como futuros consumidores.

Definir a geração Z como bem integrada às tecnologias é tão obvio como dizer que o marketing visa atingir os consumidores. Os “Zers” são a tecnologia. Assistiram o primeiro presidente ser eleito através o esforço em massa das redes sociais. Entendem que 140 caracteres não são apenas uma contagem de letras e espaços e, sim, uma arma a ser usada.

Obviamente, há motivos legítimos para preocupações no que diz respeito ao tempo que a molecada passa on-line em detrimento do que gasta no “mundo real”.

Mas é necessário que se indague se o tempo que se dedicam à internet é, necessariamente, uma coisa ruim. Graças ao Facebook, Skype, Orkut etc., esses garotos estão se comunicando, de fato, com familiares e amigos espalhados por toda parte sem a necessidade de estarem no mesmo espaço físico.

Isso quer dizer que “socializar” não é, necessariamente, estar fisicamente com os amigos, sair com eles, fazer compras em suas companhias, mas que se trata de uma atividade que ocorre como uma experiência on-line solitária, mesmo que colaborativa e interativa.

Apesar disso, essa geração não esta confinada a um cômodo com seu PC, pois todos os aparelhos de que precisam para se manterem eternamente conectados à internet estão à mão, onde quer que estejam.

Essa é uma das diferenças mais marcantes entre as gerações Y e Z.

A primeira ainda se lembra da vida pré-proliferação de tecnologias em massa, enquanto a segunda é definida, com freqüência, como os “nativos digitais”. Este fato fez com que a geração Z seja impaciente, indiferente, introvertida, requeira gratificações instantâneas e tenha uma capacidade de concentração menor em relação às outras gerações.

Como a maior parte da geração Z tem, atualmente, 13 anos de idade, em cinco anos essas “crianças” estarão trabalhando, recebendo seus salários e consumindo. Este grupo, nascido depois de 1994, começa a ter grande impacto no ambiente dos consumidores. E os publicitários já estão adotando estratégias diferentes para as diferentes gerações.

Menos interessados em mídias passivas e gastando um tempo enorme em redes sociais, esta geração deu um novo significado ao termo “audiência interativa”. Ao tentar alcançar a geração Z, as marcas e os publicitários devem reconhecer que seu novo consumidor alvo se tornou um expert em marcas.

O maior desafio dos departamentos de marketing será abraçar suas características como investimentos de longo prazo para a construção de um relacionamento duradouro. Seu maior risco é subestimar a maturidade do consumidor Z.

A tarefa torna-se, então, achar a melhor forma de atrair esse segmento para o mercado. Considere o botão “Like”, presente em muitos sites de redes sociais. “Gostar” de um produto pode levar amigos a fazerem o mesmo e a fidelidade à marca será gerada de forma espontânea a partir dos próprios consumidores.

Tais marcas precisam entender a Geração Z como uma aliada de marketing, e devem estar abertas à sua participação. Além disso, necessitam trabalhar para proporcionar formas cada vez mais interessantes e originais para personalizar seus produtos, compartilhá-los com os indivíduos desta geração e evangelizá-los.

Fonte: MSN Tecnologia

segunda-feira, 18 de outubro de 2010

Qual a diferença entre hacker e cracker e por que saber isso é importante

A diferença entre hacker e cracker.
Apesar de estarmos acostumados a ouvir notícias de invasões de computadores praticadas por hackers, muitos desses ataques são realizados pelos crackers. Atualmente a mídia impressa, eletrônica e audiovisual utiliza o termo correto porque “hacker” transformou-se em uma profissão. Os crackers são indivíduos que utilizam seu conhecimento para invadir computadores e roubar informações confidenciais. Geralmente essas informações são vendidas ou utilizadas para aplicar golpes na Internet.

O papel do hacker
Já o hacker é um indivíduo que utiliza seu conhecimento para testar os recursos de segurança instalados na empresa. Imagine a seguinte situação: você instalou um novo gerador de energia na sua empresa ou residência. É necessário testar o novo recurso contra a falta de energia elétrica. Você testa o novo gerador desligando a energia da sua empresa ou residência para verificar se o gerador é ativado e a energia é restabelecida.

No mundo virtual o trabalho de um hacker é similar ao teste do gerador. Após a instalação de um controle de segurança, o hacker tenta invadir o sistema protegido para verificar se o controle de segurança foi instalado e configurado de forma correta. O hacker nunca invade um sistema com o intuito de causar danos.

O hacker é uma pessoa que tem um perfil autodidata. A maior parte das pessoas acredita que o hacker tem uma formação técnica. Ou seja, pensa se tratar de uma pessoa que participou de cursos de graduação na área de tecnologia da informação ou formou-se em algum curso técnico relacionado a alguma tecnologia. Isso não é verdade!

Por exemplo, o iPhone (smartphone desenvolvido pela Apple) foi lançado em 2007. Na época do seu lançamento a tecnologia foi considerada inovadora. A princípio, só era possível utilizar a função de aparelho celular do iPhone em conjunto com a operadora AT&T nos Estados Unidos.

O aparelho estava bloqueado para funcionar em outros países, incluindo o Brasil. Pouco tempo após o lançamento, o iPhone foi desbloqueado por brasileiros. Os responsáveis pelo desbloqueio não aprenderam na faculdade ou em cursos técnicos como desbloquear o iPhone. Isso ocorre porque os cursos não conseguem acompanhar o avanço da tecnologia.

Hacker ético
O mercado reconhece o profissional rotulado como Hacker Ético pelo número de palestras que profere, pelo número de artigos que publica, cursos que ministra e pela quantidade de certificações obtidas. Do meu ponto de vista, as certificações são “títulos” exigidos pela sociedade. Na prática, o que diferencia o profissional é a sua capacidade de resolver problemas e interagir com a comunidade.

Existem equipes de Hackers Éticos nas instituições financeiras para testar a segurança dos recursos implantados no ambiente computacional do banco e na tecnologia de internet banking. Essas equipes são formadas por três ou mais profissionais.

Todos os testes são gerenciados pelos profissionais responsáveis pelo sistema “alvo”. Ou seja, estamos falando de uma atividade interdepartamental. Isso ocorre porque um dos objetivos dos testes é verificar se o recurso que o banco tornou disponível atende às leis, normas e boas práticas do mercado financeiro. Participam dos testes profissionais do departamento jurídico, recursos humanos, relações institucionais, marketing, tecnologia da informação, qualidade, etc.

O Hacker Ético irá avaliar a conformidade com a política de segurança, identificando ameaças e vulnerabilidades desconhecidas para a organização. O objetivo é minimizar o risco de crackers acessarem as informações confidencias da sua empresa.

Fonte: Mente Hacker

domingo, 17 de outubro de 2010

Acerte o relógio do Windows pela 'hora legal brasileira'

O relógio do Windows tem um recurso de ajuste automático de horário de verão que não funciona direito - geralmente, altera o horário antes da data correta, como ocorreu este ano. Para evitar tal problema e, de quebra, não chegar atrasado em nenhum compromisso, você pode deixar o relógio sincronizado pela Internet, a partir dos servidores do Observatório Nacional, entidade responável pela "hora legal brasileira".

Siga os passos abaixo:

1) Dê dois cliques sobre o relógio do Windows para abrir as Propriedades de Data e hora;

2) Na janela, selecione a aba Horário na Internet;

3) Marque a opção Sincronizar automaticamente com um servidor de horário na Internet;

4) Cole no campo Servidor o endereço: 200.20.186.75

5) Clique no botão Atualizar agora;

6) Clique no botão OK;

Pronto: o relógio do Windows já está sendo sincronizado pelo Observatório Nacional.

sábado, 16 de outubro de 2010

A placa de vídeo mais rápida do mundo

Ares: eu quero uma desta.Temei, mortais, pois a placa de vídeo mais rápida do mundo chegou ao Brasil e se chama Ares, o deus da guerra na mitologia grega. Tivemos um aperitivo dela funcionando na Eletrolar Show, e a guerreira da Asus mostrou que tem força para rodar em até seis monitores ao mesmo tempo.A Ares funciona como sua antecessora, a Mars: tem duas GPUs rodando ao mesmo tempo. O que muda é a marca e a capacidade das GPUs. Para este modelo, a Asus optou por duas Radeon HD5870 de 850 MHz, a rival dos mais recentes lançamentos da Nvidia.



Essa placa de vídeo é o bichoEm matéria de layout, a Ares pode bem incentivar um mod que deixe o gabinete aberto. No quesito resfriamento, a técnica pode até ser dispensada, segundo a Asus. A placa vem com dois dissipadores de cobre com oito canos cada. Juntos do cooler, o resfriamento chega a ser 600% maior que sua antecessora.



Comparando a velocidade das duas temos um ganho de 32% em rapidez. Quem ajuda esse desempenho também é a memória RAM de 4 GB. Nos índices de benchmarks a que tivemos acesso, a Ares se mantem bem acima da Mars. A confirmação, no entanto, só virá com testes no INFOLAB.



Ainda bem que não temos de comprar a placa para realizar os testes. O preço da Ares assusta tanto quanto sua perfomance: 4.500 reais, com direito a uma maleta estilo James Bond e um mouse especial. E quem quiser uma ainda tem de garimpar por aí, pois até agora só chegaram dez exemplares ao Brasil — todos vendidos.



Fonte: INFO Online

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