sábado, 6 de novembro de 2010

Chegou a era dos tablets

O computador morreu! O reinado do PC está chegando ao fim. Grandes marcas, como Apple, Samsung, Dell e HP, estão prestes a trazer para o Brasil seus tablets. E eles vão mudar a forma de vender, de trabalhar e de se divertir. Com mais de 30 anos de vida (e de bons serviços prestados), o computador pessoal está com os dias contados para os tablets. E essa febre, que tomou o mercado mundial, chega oficialmente ao Brasil a partir de novembro, com o lançamento do Galaxy Tab, da Samsung. Apple, Dell, ZTE, Huawei, Cisco, Awaya e HP prometem seus produtos para os próximos meses.

Apesar disso, os PCs não vão deixar de existir. Suas vendas globais, inclusive, crescerão vagarosamente nos próximos anos, chegando a mais de 500 milhões de unidades em 2014.

Mas eles perderão o status de ser os protagonistas da computação. A maioria das pessoas vai usar computadores portáteis e com telas sensíveis ao toque, como smartphones e iPads.

Mas os PCs, tanto os laptops como os desktops, continuarão a ser úteis para certas tarefas que exigem grandes telas e teclados tradicionais. Esse é o ponto crucial. O CD não desapareceu, mas passou a ser um produto de nicho com o surgimento da música digital. O mesmo vai acontecer com o computador pessoal.

Grande parte das pessoas quer surfar na internet, checar e-mails ou interagir nas redes sociais. Para isso, elas não precisam de um PC. O mantra dessa nova era é a mobilidade e a conexão total com a internet de qualquer lugar a qualquer hora.

Os tablets levam este conceito às últimas consequências, com a vantagem de ter uma tela bem maior do que um smartphone e uma interface revolucionária que permite fazer tudo com o toque dos dedos, sem a necessidade de um mouse e um teclado: itens que vão estar ao lado do PC em seu obituário.

O impacto desses equipamentos, no entanto, irá além. Os tablets têm recursos para acessar a internet, ver vídeos, ouvir música, receber e enviar e-mails, organizar fotos, jogar games, ler livros eletrônicos e revistas. Aliás, o prazer da leitura é muito superior ao de um PC. Versátil, eles influenciarão vários setores econômicos, que vão do editorial até o educacional.

O ritmo de vendas do tablet é três vezes maior do que o iPhone e supera em dez vezes o eletrônico fora da categoria de telefones que liderava o ranking até então: os tocadores de DVD, que venderam 350 mil unidades no primeiro ano.

Nessa velocidade o iPad levará os tablets a ultrapassarem, no ano que vem, celulares e consoles de videogame e se tornarem a quarta maior categoria de eletrônicos nos EUA, atrás de televisores, smartphones e notebooks.

Dois importantes institutos de pesquisa publicaram também dados que mostram que as vendas de computadores pessoais cresceram menos do que o esperado no terceiro trimestre de 2010. As aquisições de PCs aumentaram em 7,6%. A previsão era de expansão de 12,7%.

Os consumidores estão considerando comprar tablets. Nesse período, a Apple vendeu 4,1 milhões de iPads. Se eles tivessem sido incluídos nesses dados, as duas companhias teriam acertado suas projeções. A estimativa é que serão comercializados 19,4 milhões de tablets em 2010.

Em 2014, o número chegará a 208 milhões de unidades, de empresas como Apple, Samsung, Dell, HP, Cisco, Avaya, Researh in Motion, ZTE, Huawei, Toshiba, entre tantas companhias que semanalmente anunciam que vão ter um produto para competir nesse segmento.

O Brasil entra oficialmente na era dos tablets – apesar de milhares de iPads já fazerem parte do cotidiano de muitos executivos e de empresas via importação direta – a partir de novembro.

A coreana Samsung deve ser a primeira, ao lançar o Galaxy Tablet, que roda o sistema operacional Android, do Google. Ele será fabricado no Brasil e terá recurso de tevê digital. O iPad deve chegar logo em seguida.
Galaxy Tablet

Ao longo do próximo ano, vários outros aparelhos também serão vendidos para o consumidor brasileiro, como o da chinesa ZTE. A também chinesa Huawei seguirá estratégia semelhante.

A Dell aposta na versatilidade de seu produto. O Streak é um tablet que substitui o smartphone.
Dell Streak Tablet


A Positivo, maior fabricante de computadores do Brasil, também deve entrar nesse segmento em 2011.  Positivo Alfa

Quando foi lançado, em abril, o iPad parecia um iPhone gigante. Muita gente ironizou esse fato. Outros criticaram Steve Jobs.

Steve Jobs com o iPad

Abaixo Ralphe Manzoni Jr. fala sobre a morte do PC:



Fonte: ISTOÉ Dinheiro

8 dicas para encontrar emprego pela Web

LinkedIn, Twitter, Facebook, Google, Internet, Web, Carreira.
Mandar e-mails com currículo para recrutadores e rezar para que eles os acessem está ultrapassado. Atualmente a rede é uma das mais eficazes formas de procurar emprego. Além de economizar tempo e dinheiro, a internet oferece uma série de vantagens para quem busca inserir-se novamente no mercado de trabalho. O segredo está em saber onde deixar seu currículo nos sites certos para que as melhores empresas possam visualizar sua experiência e o que você tem para oferecer.

Sabemos que existe uma infinidade de páginas que se dedicam a intermediar empresas e trabalhadores, mas não são todas elas que garantem resultados positivos. Confira as dicas dos especialistas para conquistar um emprego por meio das redes sociais:

1 - Invista em visibilidade digital

Crie perfis no LinkedIn, Twitter, Facebook, Google e em outras redes sociais . Relacione todos os seus perfis (por meio de "links"), de modo que a busca pelo seu nome seja fácil.

2 - Informe que você está procurando emprego

Use palavras-chaves como emprego, oportunidade, seleção, vaga, etc. e outras relacionadas à sua área para aumentar as chances que um recrutador seja direcionado para os seus perfis.

3 - Venda um "bom produto"

Saiba quais são seus pontos fortes e que tipo de empresa você gostaria de trabalhar, e só então crie um perfil sólido para que as empresas vejam que você é o candidato certo.

4 - Organize e promova sua presença online

Gerencie sua reputação na internet. Use as configurações de privacidade que não permitem que outros marquem você em posts e fotos.

5 - Produza conteúdo

Manter um blog atualizado pode ajudá-lo a compartilhar informações sobre temas que interessam a você, e cria um filtro que atrai oportunidades.

6 - Participe ativamente, mas com critérios, das seleções nas redes

No novo modelo de seleção não dá para atirar para todos os lados. Escolha as vagas que realmente interessam e dedique-se.

7 - Cuidado com cada clique

Se você está em comunidades, bom senso nunca é demais. Se a máxima “você é aquilo que come” é verdadeira, o mesmo pode valer “você é aquilo que posta”.

8 - Valorize seu passe

Não adianta a presença na internet sem boa formação tradicional. Recrutadores são unânimes ao afirmar que língua estrangeira, formação cultural e acadêmica de qualidade são fundamentais.

Fonte: ISTOÉ Dinheiro

sexta-feira, 5 de novembro de 2010

Guerra cibernética deixou de ser ficção

Hackers Soldados.
A guerra cibernética deixou de ser ficção e se tornou realidade, segundo um relatório da empresa de segurança em informática McAfee. O documento baseia suas conclusões em análises de ataques recentes ocorridos na rede e sugere que vários deles tiveram motivações políticas explícitas. Segundo o relatório, muitas nações estão nesse momento se armando para se defender e para conduzir seus próprios ataques em uma guerra cibernética - entre elas, Grã-Bretanha, China, França, Coréia do Norte e Alemanha. O estudo prevê um futuro em que conflitos sejam travados parcialmente na internet.

Guerra no Iraque

Não há uma definição clara do que seja uma guerra cibernética, mas os especialistas dizem que entre os prováveis alvos dos ataques estão a infraestrutura de um país, como a rede elétrica ou os suprimentos de água.

Sabe-se, por exemplo, que os Estados Unidos têm um manual de operações que estabelece as regras e procedimentos para o uso de táticas de guerra cibernética.

O país teria usado ataques de hackers em conjunto com operações de terra durante a guerra no Iraque e continua a usar recursos cibernéticos para policiar a nação.

O analista de segurança da McAfee Europe, Greg Day, disse que há evidências de que vários ataques feitos nos últimos tempos poderiam ser classificados como missões de "reconhecimento" para conflitos futuros.

A facilidade com que os instrumentos usados nesses ataques podem ser acessados preocupa o analista.

"Fazer uma guerra física requer bilhões de dólares", disse Day. "No caso de uma guerra cibernética, a maioria das pessoas pode encontrar recursos para esse tipo de ataque com facilidade".

Segurança e privacidade

Na maioria dos países desenvolvidos, serviços básicos como transportes, finanças, distribuição de energia e telecomunicações estão conectados à rede e, segundo o relatório, não estão protegidos adequadamente.

"Em resposta a isso, muitas nações possuem hoje agências encarregadas de cuidar de redes estratégicas de infraestrutura e assegurar que estão protegidas contra ataques originados na rede", disse o analista.

E como medida de segurança, as nações podem vir a pedir que empresas de telecomunicação façam checagens na rede para detectar programas malignos antes que um ataque ocorra.

A questão é polêmica porque envolve os direitos à privacidade.

O relatório da McAfee cita o caso do Brasil, onde está em discussão um projeto de lei que propõe que os provedores de internet mantenham registros de todo o tráfego na rede por um período de até três anos.

Segundo o relatório, legislações desse tipo já estão em vigor em alguns países.

Culpados

O diretor de tecnologia da empresa Veracode, Chris Wysopal, que trabalha com consultoria para governos sobre segurança em informática, disse que na guerra cibernética é mais difícil encontrar as causas de um ataque e identificar seus autores.

"Em guerras físicas é bem claro quem tem quais armas e como estão sendo usadas", disse. "No mundo da rede essa atribuição é incrivelmente difícil".

O mesmo vale para o crime cibernético, ele disse. Seguir o rastro do dinheiro pode levar os investigadores a um bando de ladrões.

"Se é alguém roubando informações ou implantando bombas lógicas, é muito mais difícil encontrá-lo", disse Wysopal.

O especialista disse que muitos governos se conscientizaram do perigo e estão criando sistemas de proteção.

"O problema é que governos trabalham com escalas de tempo de muitos anos", disse Wysopal. "Criminosos atuam em questão de meses".

Fonte: G1 Tecnologia

quinta-feira, 4 de novembro de 2010

Os piores filmes sobre tecnologia de todos os tempos

Sandra Bullock, John Travolta, Ameaça Virtual, Medo Ponto Com, Hackers - Piratas de Computador, Independence Day, Johnny Mnemonic - O Cyborg do Futuro, O Passageiro do Futuro, A Rede, A Senha.
Filmes que são tão ruins que chegam a ser engraçados são um problema em todos os gêneros, mas quando o assunto que move a trama é a tecnologia, como sites sinistros, hackers malvados ou softwares com superpoderes, o problema parece ser mais freqüente. Movidos por esta lógica, um grupo de colunistas e críticos de cinema e tecnologia, reunidos pelo site da CNN, elegeu os piores filmes de Hollywood que falam, ou tentam falar, sobre o mundo digital.

Confira abaixo uma seleção com oito destes filmes. Conforme definiu um dos colunistas chamados pela CNN, o problema dos filmes talvez exista "porque é difícil dramatizar com alguém sentado na frente de um computador ou porque Hollywood realmente não entende sobre tecnologia":

Ameaça Virtual (2001)Ameaça Virtual (2001)
Ryan Phillippe é um jovem gênio da informática que é contratado por uma grande empresa de softwares, cujo dono tem pretensões de construir um sistema de comunicações gigante para transformar o mundo. O que levou o filme a ser inserido na lista foi o estereótipo absurdo criado sobre a empresa, como uma corporação do mal, diabólica, que destrói qualquer coisa que estiver sobre seu caminho. O personagem do dono da empresa teria se baseado em Bill Gates, da Microsoft.



Medo Ponto Com (2002)Medo Ponto Com (2002)
Quatro pessoas morrem em Nova York 48 horas após acessarem um misterioso site (www.fear.com) que mostra imagens sádicas de um médico torturando e matando mulheres. O próprio investigador policial encarregado do caso acaba entrando no site. Na opinião dos colunistas, o filme se perde ao não conseguir discutir a assustadora sedução das novas tecnologias e, ao deixar os espectadores curiosos com o endereço do site, ter como site oficial feardotcom.com (medopontocom.com, na tradução).


Hackers - Piratas de Computador (1995)Hackers - Piratas de Computador (1995)
O filme se tornou uma espécie de cult clássico desde que foi lançado. Com Angelina Jolie no papel principal, como a hacker "Acid Burn", o filme conta a história de um diabólico plano de dois hackers de realizarem um grande roubo contra uma multinacional. Na opinião dos colunistas, a única coisa "decente" do filme seria Angelina Jolie no início da carreira.




Independence Day (1996)Independence Day (1996)
O filme, estrelado por Will Smith, foi um sucesso de público no mundo inteiro. Um exército de alienígenas invade a Terra e começa a destruir metodicamente o planeta, começando pelas grandes metrópoles, até que um hacker cria um vírus de computadores que consegue destruir as naves alienígenas e salva o planeta. O filme foi incluído na lista pela improbabilidade de que um simples vírus de computador conseguisse destruir um exército alienígena cuja tecnologia aparentemente estava séculos a frente da tecnologia humana, com naves imunes a armas nucleares.


Johnny Mnemonic - O Cyborg do Futuro (1995)Johnny Mnemonic - O Cyborg do Futuro (1995)
O filme se passa em 2021 e o protagonista é o ator Keanu Reeves, cujo personagem é um mensageiro cibernético acostumado a transportar cerca de 80GB em seu cérebro. No seu último trabalho antes de se aposentar, ele aceita transportar algumas informações de extrema importância da China para Nova York, mas a quantidade de dados inserida na sua cabeça (320 GB) é muito grande e ele precisa descarregar antes de morrer. No entanto, alguns grupos inimigos querem impedir o acesso a estas informações em seu cérebro - a cura para uma doença que está afetando metade da população mundial. O filme foi incluído na lista pelo fato de que "é impossível Keanu Reeves ter muita informação em seu cérebro". "É um desastre em todos os sentidos", escreveu a jornalista Caryn James em uma resenha no The New York Times.

O Passageiro do Futuro (1992)O Passageiro do Futuro (1992)
Adaptação livre de um conto de Stephen King, este é o primeiro filme a falar sobre realidade virtual. Um jardineiro inocente tem a mente utilizada em experimentos científicos para melhorar sua inteligência. Através de remédios para aumentar a inteligência e técnicas de realidade virtual, os cientistas aumentam tanto seu poder mental que ele se torna capaz de destruir qualquer coisa. Na opinião de um dos críticos, é um "filme lendariamente ruim" que tem apenas o título em comum com o texto original de Stephen King.


A rede (1995)A Rede (1995)
Sandra Bullock interpreta Angela Bennett, uma especialista em corrigir sistemas de informática, acostumada a pedir pizzas e marcar férias pela internet. Repentinamente, ao receber um disquete com um programa para examinar, ela se vê envolvida com uma grande conspiração criminosa e tem a identidade destruída. "O pior filme de todos os tempos sobre a internet é aquele que os diretores não conseguiram achar um título melhor do que 'A rede'", resume Christopher Null, do site PC World. Já outro crítico consultado pela CNN considera o filme uma espécie de "conto preventivo". "Se você não quiser seus pais ou avós na internet, faça eles assistirem o filme, ficarão aterrorizados", resumiu.

A Senha (2001)A Senha (2001)
John Travolta é um espião que planeja desviar uma enorme quantia de dinheiro do governo americano para iniciar sua própria guerra contra o terrorismo. Para isso, chantageia um hacker e ex-presidiário para entrar nos computadores do governo. As cenas mais emocionantes do filme mostram o hacker tentando descobrir a senha de diferentes computadores. O filme foi incluído na seleção justamente por tentar tornar a entediante ação de sentar na frente de um computador em uma cena sexy e movimentada. O hacker passa as horas na frente do computador dançando, tomando vinho, "agindo como se estivesse em um show de rock", afirmam os críticos.



Fonte: Tecnologia - Terra

quarta-feira, 3 de novembro de 2010

5 mitos sobre Bill Gates

Tags: celebridade, interessante, mitos, Bill Gates.
O co-fundador da Microsoft Bill Gates lidera a lista de pessoas mais ricas do mundo. Sua coragem nos negócios e na computação e, mais recentemente, seus atos filantrópicos incríveis atraíram imensa cobertura da mídia. Mas viver nos holofotes significa mais do que apenas fama; também quer dizer lidar com o moinho de rumores da era da Internet que perpetua meias-verdades e, em alguns casos, mentiras absolutas.

Bill Gates é alvo de muitos boatosRumores sobre Bill Gates têm estado na Internet há anos. Eles variam de improváveis a estranhos, mas o que é interessante nas anedotas sobre Gates é que elas são muito difíceis de provar ou de dissipar.

Sua fama colossal e impacto mundial significam que certas fabricações circulam por anos, escondidas nos recessos mais profundos da Web muito tempo depois de a mídia já as ter desmentindo. Mas nem todo mundo que encontra um boato sobre Gates acaba lendo ou ouvindo as histórias seguintes que dissipam esses contos.

Nenhum dos rumores a seguir, listados sem nenhuma ordem em particular, são verdadeiros, mas todos eles servem como prova de que Bill Gates está deixando uma marca indelével no mundo. Continue lendo para ver os 5 mitos mais populares sobre Bill Gates:

1. Bill Gates perdeu uma nota de US$ 1.000 e deu de ombros

A fortuna pessoal de Bill Gates está estimada em cerca de US$ 40 bilhões. Talvez não seja surpresa que muitos dos mitos sobre Gates estejam centrados em suas pilhas de dinheiro. Um conto persistente na Internet é o que diz que Gates é tão rico que ele literalmente está jogando dinheiro ao vento.

Em uma versão dessa história, Gates estava em uma rua de uma cidade quando acidentalmente deixou cair uma nota de US$ 1.000. Uma pessoa que passava alertou Gates sobre a nota flutuando no vento, mas Gates, aparentemente indiferente à perda do que seria "dinheiro de pinga", simplesmente continuou andando.

Como ficou provado, essa história é falsa. E se Gates em algum momento perdeu acidentalmente uma nota de US$ 1.000, ninguém apareceu com evidência de tal coisa.

A história, além disso, é improvável porque o Tesouro americano parou a circulação de notas de US$ 1.000 - e de outras notas de grande valor - em 1969, devido à sua falta de uso. E em 1969, Gates tinha só 14 anos.


2. Bill Gates dará dinheiro se você encaminhar este e-mail

Existe ao menos um outro mito incrivelmente comum sobre Gates que está relacionado com sua enorme fortuna. Talvez por isso tantas pessoas acreditem que uma versão eletrônica da carta-corrente vá ajudá-las a colocar um dedinho na conta corrente de Gates.Gates lhe daria muito dinheiro só para você encaminhar um e-mailO e-mail-pegadinha diz que a Microsoft e a AOL estão se fundindo e que a nova megacorporação está conduzindo um experimento. Encaminhe o e-mail-teste (que a companhia está rastreando), e você receberá crédito por sua participação.

Para cada pessoa que você encaminhar a mensagem, a Microsoft pagará centenas de dólares; e, claro, é tudo verdade porque Bill Gates tem tanto dinheiro que ele pode declarar o projeto como despesa de marketing. Por isso, envie a mensagem para quantos amigos puder e você poderá se tornar um milionário da noite pro dia.

Bem... isso seria ótimo, se fosse verdade. O e-mail ilusório é basicamente apenas uma piada antiga que visa os usuários de computador que acreditam em declarações incríveis. Embora a maioria das pessoas reconheça a mensagem como uma pegadinha, é provavelmente o uso do nome de Gates que faz com que poucos usuários incautos esperem que o e-mail seja verdadeiro. E a lenda continua.


3. Bill Gates disse que 640K RAM eram suficientes - para todos

Foi uma declaração ousada do visionário líder do mundo tecnológico: "640 k é mais memória do que qualquer um vai precisar em um computador", disse Gates em uma feira de computação no começo dos anos 80. Só que ele não disse isso realmente.

Você faria o que faz no computador com apenas 640 Kb de RAM?O rumor se recusa a morrer, apesar de seus repetidos protestos públicos. "Eu disse algumas coisas estúpidas e outras erradas, mas não essa. Ninguém envolvido com computadores jamais diria que uma certa quantidade de memória é suficiente para todo o sempre" .

Além de suas veementes negações, não parece haver nenhuma evidência real que se aproxima dessa declaração - ou a favor ou contra sua existência. Numerosas publicações já tentaram, em vão, confirmar a infame declaração dos 640 k.

Graças à Internet e à forma como ela regurgita essa informação continuamente, Gates terá de lidar com esse mito pelo resto de sua vida. "Eu continuo trombando com essa citação idiota atribuída a mim que diz que 640 k de memória são suficientes. Nunca houve uma citação; a declaração apenas flutua como um boato, repetido de novo e de novo".

Mas talvez o bom senso devesse guiar aqueles que pensam que esse mito seja verdade. Considerando a expertise técnica e o senso de negócios de Gates, parece provável que até nos estágios iniciais da revolução do computador pessoal, ele teria sabido que os computadores estavam ficando mais rápidos e melhores muito depressa.


4. Bill Gates roubou a tecnologia GUI da Apple

Em 1988, a Apple moveu um histórico processo contra a Microsoft. A ação alegava que o Microsoft Windows usou partes da interface gráfica de usuário (GUI) de produtos Apple, como o sistema operacional Macintosh.

A interface do Windows 3.11 levou a Apple a processar a Microsoft por quebra de copyrightA pedido da Justiça, a Apple mostrou mais de 200 componentes GUI do sistema operacional, como janelas redimensionáveis e sobrepostas, barras de títulos e outros recursos que eles chamavam de "look and feel" protegido por direitos autorais. Considerando o tamanho e a fortuna das empresas envolvidas, e os detalhes que o caso revolveu, não é surpresa que o caso tenha se arrastado por cerca de cinco anos.

A Apple licenciou porções de sua GUI para a versão 1.0 do Microsoft Windows. Porém, as equipes de desenvolvimento de Gates tiraram vantagem desses elementos GUI para as versões subsequentes do Windows também. À medida que o processo progredia, novas versões do Windows baseadas naqueles componentes GUI se tornavam mais e mais populares.

O advogados da Apple alegaram que seu acordo de licença (incluindo o design GUI) com a Microsoft era, na verdade, apenas para uma única versão do Windows. A Microsoft discorda. Gates disse à revista semanal InforWorld que "Nós estamos dizendo que esses gráficos, essas técnicas e ideias de interface não estão sujeitas a copyright".

Em 1993, o juiz Vaughan WalkerIn, da nona corte de apelações, decidiu a favor da Microsoft, jogando fora os argumentos da Apple. Mas apesar do julgamento do sistema legal e similar a outros mitos sobre Gates que nós não mencionamos, teorias da conspiração e boatos sobre esses eventos provavelmente estarão por aí enquanto usarmos a Web.


5. Bill Gates e a Lista de Regras que as crianças aprendem na escola

Gates fez muitos discursos públicos ao longo de sua carreira, incluindo em escolas. Um mito bem conhecido é o que fala que Gates apareceu em frente a uma escola de segundo grau e pontificou uma lista de 11 regras que crianças não aprendem na escola.

Bill Gates não escreveu a Lista de Regras que as Crianças Não Aprendem na EscolaA lista de regras circulando na Internet inclui alguns bits de sabedoria como "A vida não é justa, acostume-se". Outro suposto imperativo de Gates é "Fritar hambúrgueres não está abaixo da sua dignidade. Seus avós tinham outra palavra pra isso - chamavam de oportunidade".

Gates certamente tem um histórico de passar diretrizes resumidas àqueles que ele acha que precisam de orientação. Contudo, ele nunca criou uma lista de regras. E ele nunca a leu diante de um grupo de estudantes.

O autor real da lista é Charles Sykes, um professor que escreveu livros como "Emburrecendo Nossas Crianças" e "Regras que as Crianças Não Devem Aprender na Escola". Se você revisar o resto da suposta lista de Gates, verá que outra regra pode explicar por que a lista é amplamente atribuída a Gates. Essa regra é "Seja bom com os nerds. Você pode acabar trabalhando para eles".


Fonte: HowStuffWorks - Informática

terça-feira, 2 de novembro de 2010

Nºs da Internet em 2010

Pesquisa da ONU mostra que um terço da população terá acesso à web. Cerca de 71% da população dos países desenvolvidos estará online.
O número de internautas no mundo dobrou nos últimos 05 anos e vai ultrapassar a marca de 2 bilhões até o final do ano, Somente em casa, o volume de pessoas conectadas deve crescer de 1,4 bilhão em 2009 para 1,73 bilhão até o fim de 2010.

Entre os 226 milhões de habitantes que estrearão na rede este ano, 162 milhões (aproximadamente 72%) serão de países em desenvolvimento, que apresentam as taxas mais elevadas de crescimento da população online.

Até o fim do ano, 71% da população dos países desenvolvidos estará conectada, sendo 65% com acesso residencial. Já nos países em desenvolvimento, a rede será acessível a 21% dos cidadãos, com uma médioa de 13,5% de acessos em casa.

Enquanto 65% dos europeus estão na internet, o acesso é realidade somente a 9,6% dos africanos, compara o levantamento.

A banda larga "um catalisador do crescimento". Recentemente, a entidade e a Unesco, lançaram uma Comissão de Banda Larga para o Desenvolvimento Digital com a missão de promover projetos de suporte ao acesso rápido à web em todo o mundo.

Até o final de 2010, a presença global de redes de acesso fixo (cabeado) à internet em banda larga será de 8%. A densidade do serviço nos países em desenvolvimento, entretanto, é de 4,4 assinaturas para cada 100 pessoas, comparada a um índice de 24,6 para 100 nos países desenvolvidos.

Mais de 1/4 da população global está online! São mais de 234 milhões de sites, dos quais 47 milhões foram criados somente em 2009. Existem 81.8 milhões de domínios “.com” registrados e mais de 126 milhões de blogs cadastrados.

O infográfico abaixo resume dados sobre o uso da internet no mundo em 2010.

Números parecem muito maiores quando estão em cores, por isso recomenda-se que você pare um momento para compreender a maneira com que a internet cresceu no curto período de uma década.



Fonte: oJornalista.com

segunda-feira, 1 de novembro de 2010

Pequeno gênio egípcio de 11 anos é analista da Microsoft

Mahmoud Wael.
O pequeno Mahmoud Wael, um egípcio de 11 anos e aspecto frágil, se tornou técnico da Microsoft graças à sua capacidade de resolver cálculos complexos em segundos e de dominar as redes de computadores. "Meu pai descobriu minha habilidade quando eu tinha três anos e resolvi uma conta de multiplicação da minha irmã", conta Mahmoud, um menino tímido que responde às perguntas sentado em um sofá do humilde apartamento no qual vive com sua família.

Após a descoberta, um exame determinou que seu coeficiente intelectual é de 155, uma pontuação "muito alta" que, segundo o próprio pequeno egípcio, o transforma no "menino mais inteligente do mundo".

A precoce habilidade com os computadores não passou despercebida pela gigante americana Microsoft, que o presenteou há seis anos com seu primeiro laptop e acaba de nomeá-lo analista tecnológico.

Mahmoud, apelidado por seus vizinhos de "Abqarino" (gênio, em árabe), se matriculou aos nove anos na prestigiada Universidade Americana do Cairo, onde cursa Informática.

Para seu pai, Wael Mahmoud, que mostra orgulhoso uma pasta cheia de recortes de jornais com reportagens sobre o filho, o garoto é "uma criança, um engenheiro de informática e um presente de Alá".

"Agora já sou um profissional em redes de computadores e já poderia trabalhar", afirma Mahmoud, que se diz apaixonado pela informática porque "graças a esta invenção, é possível chegar a qualquer parte do mundo". "Se quero saber alguma coisa, tenho Google e Wikipédia, e se quero conhecer alguém no outro lado do planeta, tenho o Facebook".

"Talvez eu acabe trabalhando para a Microsoft", antecipa o menino que, embora fale com fluência o árabe e o inglês e estude francês, está mais interessado "em conhecer as linguagens de programação".

No populoso bairro do Cairo em que a família de Mahmoud sempre morou, as crianças de sua idade brincam na rua enquanto os adultos tomam chá ou fumam shisha (narguilé). Mas o menino não tem tempo para sair com os amigos porque sua rotina começa cedo, às 6h30, e a manhã e a tarde são ocupadas entre as salas de aula de um colégio internacional e da universidade.

"Alguns garotos da minha idade têm orgulho de ter um amigo como eu no bairro, mas outros pedem que ninguém brinque comigo", conta Mahmoud, que aproveita as férias para "brincar, brincar e brincar". "Às vezes me sinto como um adulto porque acordo muito cedo e vou à escola e à universidade, mas em casa meus pais me tratam como uma criança", revela.

Interessado por programação, o pequeno gênio confessa ter perdido a destreza com as operações matemáticas, mas diante do desafio de calcular o resultado de 40 vezes 78, faz uma pausa e pede, sério: "Um minuto, por favor".

"Moody", como é chamado em casa, só precisa de dez segundos para dar a resposta correta (3.120) e, depois, explica que seu verdadeiro sonho é seguir os passos do egípcio Ahmed Zewail, prêmio Nobel de Química em 1999, e ser "cientista especializado em informática".

"Antes de completar 20 anos, vou morar fora do Egito para estudar. Depois vou voltar e tentar inventar algo por aqui", planeja o menino, que se considera um "bom muçulmano". Segundo ele, foi o profeta Maomé quem lhe concedeu a inteligência e, por isso, sempre agradece quando vai à mesquita ao lado de sua casa. "Meu coeficiente é uma das muitas razões pelas quais eu amo Deus", relata.

Os olhos de Mahmoud, ocultos sob os óculos de aro vermelho, se acendem quando fala de outra de suas paixões, o futebol. "Gosto de jogar com meus amigos do bairro ou na escola e sou fã do Al Ahly (o time campeão da última liga egípcia)".

Depois da equipe do Cairo, o garoto reconhece que seu favorito é o Barcelona, porque "tem grandes jogadores como o Messi" e, entre as seleções, prefere a Espanha e o Brasil.

Fonte: Tecnologia Terra

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