sexta-feira, 12 de novembro de 2010

Como escolher um roteador Wi-Fi

Tags: Internet,
Usuários que já possuem um serviço de banda larga e querem espalhar o sinal pela casa ou escritório, para poder acessar a internet pelo celular ou dispositivos sem fio, podem ter dúvidas na hora de escolher um roteador Wi-Fi que melhor se encaixe às suas necessidades. Por isso, alguns aspectos devem ser levados em conta na hora da compra do equipamento:





Velocidade: a velocidade real não é a descrita pelo fabricante, pois ela depende da distância entre os equipamentos. Se o objetivo for apenas navegar na internet e checar e-mails ou, no máximo, transferir arquivos pequenos de um dispositivo para outro, roteadores que atendem ao padrão G (802.11g), com velocidade máxima teórica de 54 Mbps, são adequados



Para quem vai fazer uso mais intenso da rede interna, como transferir arquivos grandes, assistir vídeos em streaming, jogar on-line, usar VoIP enquanto navega ou ter várias pessoas acessando conteúdos pesados simultaneamente, já deve pensar em começar a buscar equipamentos do Padrão N (802.11n), que permitem velocidades de até 300 Mbps.



Além do cabo ou DSL: para quem quer aproveitar a conexão 3G do seu chip de dados para compartilhar a internet, a D-Link disponibiliza o modelo DI-412, compatível com todas as operadoras e tem o preço sugerido de R$ 250. A Netgear e a Linksys também têm opções para esta tecnologia: respectivamente o MBR624GU e o WRP400 (também com recurso de VoIP). Porém, ambos não estão disponíveis no Brasil.



Segurança: para evitar que seu computador seja invadido ou tenha sua conexão utilizada por outras pessoas, e isso não é nem um pouco raro, é importante observar se o equipamento traz protocolos de segurança atuais que evitem o abuso da sua rede, como a mais robusta até então: WPA2. Recursos como firewall, controle de acesso, filtro de conteúdo e NAT são comuns à maioria dos equipamentos atuais.



Outra solução, que não é um protocolo de segurança, mas uma facilidade na hora de configurar, é o WPS: recurso de configuração segura da rede que automaticamente escolhe a melhor encriptação e ainda gera o SSID (nome da rede) e senhas aleatórias para o Wi-Fi.



Antena e potência: se você precisa que o sinal da sua rede sem fio transponha várias paredes e/ou abranja uma grande área, é aconselhável prestar atenção a essa dobradinha. A combinação da potência que o sinal é transmitido e o ganho da antena, na prática significa quão longe a cobertura da rede atingirá e quão forte e estável o sinal será.



Capacidade de expansão: outro detalhe é se o aparelho permite que a antena seja substituída por uma de ganho superior, ou mesmo se acople um amplificador de potência para aumentar a força e a distância do sinal, caso seja necessária uma expansão futura. Nesse caso, deve-se atentar para a legislação, regulada pela Anatel, que impõe o limite máximo de 1 W de potência de pico para equipamentos que transmitem na frequência de 2.4 GHz.







Fonte: G1 - Tecnologia e Games

Como saber se o Windows é 32 ou 64 bits

Aprenda rapidamente a descobrir esta informação essencial na hora de baixar programas.
Muitos aplicativos são desenvolvidos para computadores com arquitetura específica de 32 ou 64 bits, o que causa algumas dúvidas nos usuários na hora de fazer um download. Para isso existem versões de sistemas operacionais de 32 e de 64 bits, pois cada uma se adapta a um tipo de sistema físico específico.



É possível rodar uma versão de sistema operacional de 32 bits em um computador com arquitetura de 64 bits, porém não o contrário (sistema de 64 em PC de 32). Então, se você está em dúvida sobre se a versão do Windows instalada em sua máquina é uma ou outra, o Baixaki ensina agora a resolver este problema. É bem simples e rápido.





Windows XP


Para saber se o Windows que você usa é de 32 ou 64 bits é muito simples e você não precisa clicar em nada. Se a versão usada por você está em português, saiba que ela é de 32 bits, pois não existe versão de 64 bits do XP em nosso idioma.



Contudo, para tirar a prova real você pode clicar com o botão direito do mouse sobre o ícone do Meu Computador e ir a “Propriedades”.



Meu computador - Propriedades




Na nova janela vá até a guia “Geral” e lá verifique na seção “Sistema” se há a indicação de que a versão é de 64 bits. Se não constar nada além das versões do XP (Home Edition Service Pack 3, por exemplo), o que você usa é um Windows XP de 32 bits.



Windows XP






Windows 7 e Vista


O procedimento nos Windows 7 e Vista é exatamente o mesmo, portanto, se você é usuário de um dos dois faça o seguinte: vá ao Menu Iniciar e clique com o botão direito do mouse sobre a opção “Computador”.



Menu iniciar - computador - propriedades




Na janela que se abre são encontradas várias informações. Na seção “Sistema”, porém, está a que vocêprocura. Na opção “Tipo de sistema” é possível verificar se o seu é de 32 ou 64 bits:

Windows Vista
Windows Vista




Windows 7
Windows 7




Feito! Você já sabe qual a versão do seu sistema operacional!



Fonte: Tecmundo

Qual é o melhor processador AMD?

Tags: AMD Athlon II, AMD Athlon Neo, AMD Sempron, AMD Phenom, AMD Phenom II, AMD Opteron, AMD Turion.
A AMD é bastante conhecida pela grande participação mundial no mercado de processadores, sempre liderando este ramo juntamente com a Intel. Para que seja possível aproveitar todo o potencial dos diversos hardwares disponíveis no mercado, a AMD possui vários processadores distintos, cada um se adaptando de melhor forma à um tipo de maquina específica.

Modelos como o Sempron e o Athlon são bastante conhecidos, principalmente por já estarem há anos no mercado. Entretanto, muitos usuários nem sabem da existência do “Phenom”, “Turion” e “Opteron”, modelos de CPUs lançados pela AMD não muito divulgados.

Nunca é demais esclarecer que para poder escolher o melhor processador, seja de qual marca for, é importante primeiro definir qual o uso que você fará do seu computador, já que isso é algo pessoal e faz toda a diferença na relação custo-benefício. O melhor para um usuário básico é muito diferente do mais indicado para um viciado em games.

Nesta postagem as principais características de cada processador, assim como seus usos mais recomendados. Desta maneira, você ficará por dentro de todas essas tecnologias, compreendendo claramente a utilização de cada uma das CPUs apresentadas aqui:

AMD Athlon
AMD Athlon
A série de processadores Athlon sempre foi — e continua como — a principal linha de produtos da AMD. Os CPUs com nomenclatura Athlon possuem recursos e tecnologias voltadas aos usuários que necessitam de alto desempenho, mas que não querem esbanjar no processador mais caro do momento. Atualmente a AMD comercializa quatro tipos de Athlon, os quais serão abordados a seguir:

AMD Athlon X2
Os processadores Athlon X2 são quase iguais entre si (pelo menos quanto às tecnologias que suportam). Todos os CPUs desta série possuem dois núcleos, compatibilidade com sistemas operacionais de 32 e 64 bits e recursos semelhantes. O que diferencia um Athlon X2 de outro é a quantidade de memória interna (cache L1, L2 e L3) e, evidentemente, a frequência. Além disso, alguns CPUs Athlon utilizam soquetes (AM2 e AM2+) diferentes.

Até algum tempo atrás, esta linha de processadores contava com uma enormidade de modelos, contudo a AMD foi eliminando boa parte destes processadores do mercado, pois a fabricante desenvolveu novos Athlon. Abaixo você pode conferir os Athlon X2 que são vendidos atualmente, suas configurações e respectivas faixas de preços.

Modelos e especificações do AMD Athlon X2



AMD Athlon II
AMD Athlon II
A linha AMD Athlon II surgiu em decorrência do novo plano que a AMD criou para poupar energia. Outro aspecto que fez a fabricante criar uma “segunda geração” de Athlon foi a adição de três e quatro núcleos à série. A empresa percebeu que a arquitetura do Athlon é ideal para suportar até quatro núcleos e apresentar um excelente desempenho para boa parte dos usuários.

AMD Athlon II X2
A linha Athlon II inicia suas vendas com os processadores de núcleo duplo. Os AMD Athlon II X2 são muito semelhantes à antiga linha Athlon X2, porém trazem quantidade maior de memória cache L1 e L2 (alguns modelos de Athlon X2 contavam com a mesma quantidade de cache L2, mas da linha vendida atualmente todos os Athlon X2 possuem metade da memória L2) e suporte a memória DDR3. Veja os modelos de AMD Athlon II X2 que são vendidos atualmente.

Modelos e especificações do AMD Athlon II X2



AMD Athlon II X3
Como já citado, a série Athlon II trouxe novos processadores com três e quatro núcleos. Os CPUS Athlon II X3 são modelos intermediários. Apesar de possuírem três núcleos e mais memória cache L1, eles trazem menor quantidade de memória cache L2. Os CPUs Athlon II X3 suportam memória DDR3 de até 1333 MHz (enquanto o Athlon II X2 suporta memórias de até 1066 MHz).

A AMD lançou também processadores Athlon II X3 mais econômicos, os quais recebem o nome de “Energy Efficient AMD Athlon™ II X3 Triple-Core Processor”. Obviamente, estes modelos são mais econômicos, mas também rodam em frequências mais baixas. Veja os modelos do Athlon II X3 fabricados e comercializados atualmente pela AMD.

Modelos e especificações do AMD Athlon II X3



AMD Athlon II X4
Para finalizar a linha de CPUs Athlon II, temos de falar dos processadores de quatro núcleos. Os processadores AMD Athlon II X4 são muito eficientes e trazem maior quantidade de memória cache L1 e frequências altas. Assim como a linha Athlon II X3, os CPUs de núcleo quádruplo também possuem versões econômicas. Confira os modelos atuais do AMD Athlon II X4.

Modelos e especificações do AMD Athlon II X4




AMD Athlon Neo
AMD Athlon Neo
A última arquitetura lançada pela AMD foi intitulada como Athlon Neo. Os processadores desta série foram criados para utilização em notebooks ultrafinos e que precisam de uma longevidade de bateria ainda melhor. Os CPUs Athlon Neo utilizam apenas um núcleo, porém apresentam ótimos resultados até para trabalhar com sistemas operacionais mais robustos — como o Windows Vista. Não há informações sobre os modelos atuais do Athlon Neo, por isso não iremos especificar suas configurações.



AMD Sempron
AMD Sempron
O Sempron é, basicamente, uma versão simplificada do Athlon, desenvolvido para usuários menos exigentes. Evidentemente, a arquitetura interna dos Sempron é bem diferente, mas em síntese ele possui vários recursos presentes nos processadores da série Athlon. Dentre todos os CPUs vendidos pela AMD, os Sempron são os únicos voltados aos Desktops que não possuem múltiplos núcleos.

Obviamente, os processadores da série AMD Sempron possuem total compatibilidade com instruções de 64 bits, porém eles não apresentam um desempenho tão satisfatório quanto processadores de núcleo duplo ao trabalhar com sistema e programas de 64 bits. Até algum tempo atrás, os Sempron acompanhavam grande parte dos computadores, porém com a popularização de computadores de núcleo duplo, eles estão caindo em desuso. Abaixo você pode conferir os modelos que a AMD ainda vende desta série.

Modelos e especificações do AMD Sempron




AMD Phenom
AMD Phenom
Para jogadores entusiastas e usuários que desejam o melhor desempenho em questão de processamento, sem sombra de dúvidas, os processadores da série Phenom são ideais. A linha Phenom foi lançada há algum tempo para competir de igual contra os CPUs da Intel.


AMD Phenom X3
Os Phenoms X3 são processadores de três núcleos que trazem uma quantidade razoável de memória cache L2 e L3. Atualmente, a AMD fabrica e disponibiliza no mercado seis versões do AMD Phenom X3. Cada um possui nível de freqüência diferente, porém todos utilizam o soquete AM2+ e a mesma quantidade de memória cache. Confira os modelos comercializados atualmente.

Modelos e especificações do AMD Phenom X3



AMD Phenom X4
Seguindo a arquitetura básica dos processadores de quatro núcleos, os CPUs da linha AMD Phenom X4 trazem ótimas configurações internas e ainda contam com maior quantidade de memória cache interna. Evidentemente, o AMD Phenom X4 traz quatro núcleos e possui tecnologia interna de 65 nm (nanômetros). Estes CPUs também utilizam o soquete AM2+ e suportam ao mesmo tipo de memória dos Phenom X3 (DDR2 de até 1066 MHz). Veja a lista com os processadores AMD Phenom X4 vendidos.

Modelos e especificações do AMD Phenom X4




AMD Phenom II


AMD Phenom II X2
AMD Phenom IIAMD Phenom IIAssim como foi criada a nova linha Athlon, a AMD notou que o Phenom deveria receber inovações e ter uma “segunda geração”. Contando com mais modelos que a série antiga, a linha Phenom II estreou com uma incrível novidade: processadores de arquitetura Phenom, mas com apenas dois núcleos. Há apenas dois modelos de Phenom II X2, os quais você pode conferir logo abaixo.

Modelos e especificações do AMD Phenom II X2



AMD Phenom II X3
O AMD Phenom II X3 foi criado como um processador intermediário. As freqüências dos modelos Phenom II de três núcleos são mais baixas e a memória cache L2 destes processadores também é menor. A série Phenom II X3 conta com quatro processadores, dois comuns e dois econômicos (do tipo Energy Efficient AMD), veja os detalhes dos CPUs desta linha que são comercializados atualmente.

Modelos e especificações do AMD Phenom II X3



AMD Phenom II X4
A última palavra em alto desempenho é AMD Phenom II X4. Com o avanço constante dos processadores da Intel, a AMD não pensa duas vezes em investir em processadores ainda mais robustos. O AMD Phenom II X4 foi criado para competir diretamente com os CPUs de quatro núcleos da concorrente. Seu desempenho é incrível em quase todos os aspectos, sendo que em jogos ele desempenha resultados impressionantes, que o coloca entre os melhores processadores do momento. Confira a lista dos CPUs desta linha vendidos atualmente.

Modelos e especificações do AMD Phenom II X4




AMD Opteron

A linha AMD Opteron foi desenvolvida para servidores e estações de trabalho que exigem uma grande quantidade de processamento. Os CPUs desta linha podem operar com até seis núcleos, dependendo da versão. Obviamente, estes processadores funcionam de maneira surpreendente em qualquer sistema operacional e suportam programas de 32 e 64 bits.

AMD Opteron

Os processadores AMD Opteron foram designados para trabalhar com tarefas que acessam o processador a todo o momento, por exemplo: hospedagem de sites, acessos a banco de dados e ambientes de transferência (streaming) que necessitam muito processamento. Em CPUs comuns, pode ocorrer um estresse muito grande nessas tarefas, chegando a travar o processador. Já o Opteron evita todos esses problemas, gerenciando o computador de maneira eficiente em momentos de apuro. Optamos por não divulgar a tabela com os modelos de Opteron comercializados, pois estes processadores não são voltados aos Desktops. Para conferir modelos do AMD Opteron, você pode acessar a página oficial da AMD.

Link para a página com especificações dos CPUs AMD Opteron (página em inglês)



AMD Turion
AMD Turion
AMD Turion é o modelo fabricado pela AMD desenvolvido especialmente para uso em notebooks. Seu principal objetivo é o uso otimizado de energia, para prevenção do desgaste da bateria. Além disso, esta CPU também administra as suas tarefas de forma eficiente, usando dois núcleos para o processamento.

AMD Turion X2 Ultra
A principal característica desta CPU é o chamado “trabalho sobre demanda”, que consiste na diminuição do ritmo de trabalho quando não necessário. Por exemplo, se as aplicações que estão sendo executadas não necessitam muito processamento, o Turion não irá trabalhar em sua capacidade máxima, deste modo preservando energia. Rodando programas de 32 e 64 bits, ele possui um desempenho excelente em laptops. Veja os modelos encontrados nos notebooks atuais:

Modelos e especificações do AMD Turion X2 e AMD Turion X2 Ultra


Escolha o seu

A AMD ainda possui mais alguns modelos de processadores para notebook, mas ele já estão caindo em desuso. Eu mesmo usei por muito tempo o AMD Duron, que não se encontra acima por ser bem antigo. São tantos modelos que fica até complicado escolher um ideal para as tarefas. Espero que com esta postagem você possa optar entre um dos tantos CPUs que AMD fabrica. Estão sem os preços, pois os valores variam muito. Vale lembrar, que antes de comprar seu processador AMD é altamente recomendado efetuar algumas pesquisas para avaliar o desempenho e preço. O que você achou deste post? Você utiliza algum dos processadores AMD citados nesta postagem? Dê sua opinião, comente.



Fonte: Baixaki

quinta-feira, 11 de novembro de 2010

7 jargões TI ameaçadores

Como entender a linguagem TEC.
À medida que a tecnologia e os negócios progridem, eles reformatam nossa língua e nossa linguagem. Mas nem sempre de maneira legal, quer dizer, de uma forma que a gente goste, entenda e ache certo. Seja por serem gramaticalmente incorretas ou por soarem de forma para lá de esquisita, algumas delas ainda por cima são repetidas em todos os cantos, o que deixa leitores, consumidores e outros seres com aquele estigma de “cara chato”.

Vamos às campeãs dessas palavras neologicas-tecnogramaticais-terrivelmente-chatas:tecnogramaticais

1. Empresas “ponto.com” – A sapataria agora tem página na web? Pronto, virou ponto.com. O padeiro usa o twitter para informar sobre a última fornada? Mesma coisa: padoca.com. Não tem jeito. Nem todos vão entender que empresas .com são um tipo de negócio que tem cerne no ambiente da web. Portanto, é melhor se acostumar com esse termo.

2. Convergência – O que um dia teve algum significado, o de apontar um rumo que a tecnologia deve tomar nos próximos tempos, passou a ser palavra para tudo. O celular, resultado da convergência de várias tecnologias, converge mídias diferentes que, por sua vez, convergem em uma plataforma, que converge...

3. “alguma coisa” killer – O buscador novo é um Google killer, o Facebook é o Orkut killer, a mídia digital é killer das mídias tradicionais. De tanto ouvir esse termo, que descreve com sensacionalismo a morte de uma entidade antes considerada imbatível, ficamos com vontade de virar o killer killer.

4. Solução – Um programa é uma solução? Sim. Um sistema também ? Sim. Errrr, um conjunto de protocolos para transmissão de dados também é uma solução? Opa, pode apostar. Mas, se tudo é solução, onde está o problema? A solução? Se acostume com essa palavra, pois ainda vai ouvir falar muito nela.

5. A nuvem – Atenção, pessoal! As regras mudaram. Agora, tudo que estiver fora do servidor local está “na nuvem”. Gmail, Hotmail, YouTube... Tudo nuvem, certo? Errado. Quem entende do assunto e sabe que a nuvem é um conjunto de soluções que convergem para oferecer aplicativos não aguenta mais ouvir em nuvem isso ou nuvem aquilo.

6. Monetizar – Assim que alguém tem uma ideia brilhante de um novo negócio, começa a falar de que maneira tal empreitada irá “monetizar”. Aliás, sempre que alguém perguntar sobre lucro, receita, faturamento, o respondente vai usar essa palavra. Vale dissecar o cérebro do eloquente homem de negócios que não compreende que monetizar significa “juntar dinheiro”; dar retorno.

7. Sinergia – Evidentemente, a sinergia nas operações entre as empresas foi de fundamental importância. Sem essa sinergia, jamais teríamos alcançado os resultados positivos. No campo de futebol a equipe mostrou uma sinergia muito grande.
Basta! Que tal colaboração, entrosamento e entendimento, para descrever o que muitos CEOs não querem que compreendamos - ou seja, que houve combinações por baixo do pano e influência trafegando de um lado para o outro em nome da tal da sinergia.

Fonte: IDG Now!

quarta-feira, 10 de novembro de 2010

Filme retrata Zuckerberg como canalha genial

Ninguém chega a 500 milhões de amigos sem fazer alguns inimigos, Filme sobre a vida do criador do Facebook.
Mark Zuckerberg é um canalha sem muita sofisticação afetiva. Não sabe reconhecer os verdadeiros amigos, não sabe tratar com respeito as mulheres com quem se envolve. É assim que o filme A Rede Social, dirigido por David Fincher (o mesmo de "O curioso caso de Benjamin Button") retrata o mais jovem bilionário do mundo e criador do Facebook: rede que massacrou MySpace e Orkut.

Exibido pela primeira vez no Brasil ao final da 34ª Mostra de Cinema de São Paulo, o filme, que entra em cartaz dia 3 dezembro, comoveu uma platéia célebre que reuniu diretores, críticos e atores para uma exibição a céu aberto na Sala Cinemateca.

A narrativa não linear de Fincher cria empatia por Mark Zuckerberg, um nerd de 19 anos ora afundado em problemas afetivos, ora aos 22 anos, já lidando com processos judiciais por roubo de propriedade intelectual.

Mark ZuckerbergNa versão do filme, cujo roteiro apoiou-se no livro O Bilionário Acidental, Zuckerberg é um programador brilhante que, após levar um fora da namorada, publica indiscrições contra ela na internet e hackeia o cadastro de alunos da faculdade para criar o embrião de seu projeto genial: uma rede em que amigos podem adicionar outros amigos e trocar fotos e mensagens.

As acusações mais graves começam quando Mark se envolve com dois remadores da elite de Harvard, os irmãos Winklevoss, garotões riquinhos que planejam criar uma rede social para universitários. No filme, Mark se apropria da ideia dos remadores para inventar um produto só seu, o Facebook.

Das diversas acusações que o filme lança contra Mark – desde mal tratar a ex-namorada até trair os colegas de alojamento que teriam contribuído com o Facebook, todas parecem ter estrutura frágil.

Zukerberg agiu mal ao publicar na web que sua ex tinha seios pequenos? Ou não reconhecer que os vizinhos de quarto e os irmãos Winklevoss o inspiraram? Certamente, sim. Aos 19 anos, não é fácil ter maturidade para superar um pé no traseiro ou reconhecer o valor dos verdadeiros amigos.

Daí a concluir que Zuckerberg enriqueceu a custa dessa gente vai uma galáxia de distância. Muita gente em Harvard tem ideias brilhantes, mas no caso do Facebook, quem virou madrugadas programando e levou a sério a ideia de construir uma rede social foi Mark, ele sim o verdadeiro empreendedor.

Situação diferente, porém, é a relação entre Zuckerberg e o paulista Eduardo Saverin. O programador brasileiro, de fato, trabalhou pela criação da rede social, conforme documentado em farta troca de e-mails entre ele e Mark. Saverin, inclusive, pagou de seu bolso o aluguel de servidores e custos iniciais para a criação da rede.

O filme joga duro com Zuckerberg ao apontá-lo como um traidor, que deixa Saverin de lado ao sentir-se seduzido pelo universo que Sean Parker, o criador do Naspter, lhe apresenta: contatos com investidores bilionários e festas regadas a sexo com lindas garotas (algumas menores de idade) e muita cocaína.

Confrontado com as acusações do filme, Mark definiu a obra como “uma grande fantasia”, ainda que reconheça a fidelidade da pesquisa ao reconstruir seu universo na faculdade. “De fato, cada camiseta ou jaqueta que meu personagem usa no filme é uma roupa que eu usei nos tempos de Harvard”, disse Zuckerberg em entrevista a New Yorker.

Se Mark enganou os irmãos Winklevoss e Saverin, o mal acabou contornado. Os primeiros receberam uma bolada em acordo judicial, o segundo foi reconhecido como co-fundador do Facebook e obteve, na Justiça, o direito a 5% do capital da rede bilionária.

Ao contrário do diz o nome do livro que inspirou o filme, não há nada de acidental na fortuna acumulada por Zuckerberg.



Fonte: INFO Online

terça-feira, 9 de novembro de 2010

Qual é o melhor processador Intel?

Intel® Core™ i7, Intel® Core™ 2 Quad, Intel® Core™ i5.
Para poder escolher o melhor processador, é importante primeiro definir qual o uso que você fará do seu computador, já que isso é algo pessoal e faz toda a diferença na relação custo-benefício. O melhor para um usuário básico é muito diferente do mais indicado para um viciado em games.

Atualmente, os processadores mais potentes para uso em computadores pessoais são os da família Intel® Core™ i7. Estes processadores são recomendados para entusiastas e jogadores, assim como profissionais cujas atividades demandam alta capacidade de processamento de dados, como artistas gráficos, cientistas e engenheiros, analistas financeiros e editores de vídeo.

Outra sugestão são os processadores das famílias Intel® Core™ 2 Quad e Intel® Core™ i5, que são recomendados para entusiastas e gamers, além da execução de programas mais pesados.

Uma dica é visitar o “Guia de Compras Intel” – www.meuproximopc.com.br – onde você pode ver não só o processador, mas também as outras configurações que melhor se encaixam em seu perfil.

Para obter maiores detalhes sobre a família de processadores Intel® Core™ i7, acesse: www.intel.com/portugues/products/processor/corei7/index.htm?iid=prod_desktopcore+body_corei7

Fonte: Intel

Serviço de busca Blekko

Tags: Web, Internet,
Uma pequena empresa do Vale do Silício que conta com alguns grandes investidores lançará uma versão de teste de seu novo programa de buscas que, segundo ela, dispõe de algo que o Google não tem: filtros (slashtag, em inglês) criados pelos próprios usuários.

Tela de buscas do Blekko, com filtros humanos e seus respectivos usuários; site diz que traz informações com mais qualidade que o Google.

De acordo com a Blekko, a web está cada vez mais saturada de sites de spam, criados especialmente para aparecer entre os resultados de busca do Google, mas cujo conteúdo é mais forte em marketing do que em informações.

Segundo Rick Skrenta, presidente-executivo da Blekko, o objetivo é limitar as buscas a grupos de sites que pessoas, e não computadores, tenham aprovado anteriormente como sendo as melhores fontes de informação sobre assuntos específicos.

Ferramenta só procura informações em sites aprovados como as melhores fontes.

Há anos, os algoritmos desenvolvidos por engenheiros do Google e da Microsoft vêm sendo considerados a forma ideal para localizar informações em meio aos dados disponíveis online.

A Blekko obteve R$ 40,99 milhões (US$ 24 milhões) em capital para desenvolver seu produto nos últimos três anos, sendo que os investidores iniciais incluem Mark Andreessen, criador do primeiro navegador para a Web, e Ron Conway, que investiu em empresas de tecnologia como Twitter, Foursquare e até mesmo o Google.

O Blekko se une à extensa lista de serviços de busca que tentaram superar o modelo de negócios do Google, quase sempre com resultados abaixo do esperado. O Cuil, serviço de busca lançado por ex-funcionários do Google em 2008, fechou as portas discretamente em setembro; o Powerset, serviço de buscas que permitia aos usuários fazer perguntas diretas em inglês, foi adquirido pela Microsoft em 2008.

Greg Sterling, consultor de internet e um dos colaboradores do blog Search Engine Land, disse que o Blekko não deverá substituir o Google em breve. Mas afirmou que a empresa desenvolveu uma abordagem criativa, que pode se tornar popular como serviço secundário de busca, para determinadas questões.

Clique para acessar o site de buscas Blekko






Fonte: R7 - Tecnologia e Ciência

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