quarta-feira, 8 de dezembro de 2010

Saiba mais sobre o WikiLeaks

Publicação de documentos confidenciais na Internet.
WikiLeaks é uma organização transnacional sem fins lucrativos, sediada na Suécia, que publica, em seu site, posts de fontes anônimas, documentos, fotos e informações confidenciais, vazadas de governos ou empresas, sobre assuntos sensíveis. Apesar do seu nome, a Wikileaks não é uma wiki, assim como o Wikipédia, leitores que não têm as permissões adequadas não podem editar o seu conteúdo. Qualquer um pode oferecer material ao site de forma anônima, mas uma equipe de revisores – voluntários da grande imprensa, jornalistas e funcionários do site – decide o que é publicado. Usando técnicas avançadas de criptografia e técnicas legais para proteger as fontes.

Julian Assange, fundador da WikiLeaks.O site, administrado por The Sunshine Press, foi lançado em dezembro de 2006 e, em meados de novembro de 2007, já continha 1,2 milhões de documentos. No site, a organização informa ter sido fundada por dissidentes chineses, jornalistas, matemáticos e tecnólogos dos Estados Unidos, Taiwan, Europa, Austrália e África do Sul. Seu diretor é o australiano Julian Assange, jornalista e ciberativista.

Futuro

Segundo o WikiLeaks, seu sucesso em batalhas jurídicas se deve ao que o site chama de “hospedagem à prova de balas”. Ele é hospedado principalmente pelo provedor sueco PeRiQuito (PRQ), que ficou famoso por hospedar o site ilegal de trocas de arquivos de música The Pirate Bay.

“(O WikiLeaks) é legal na Suécia. Vamos hospedá-lo e mantê-lo funcionando quaisquer sejam as pressões”, diz o provedor. O site também é hospedado em outros países, incluindo a Bélgica.

“Para proteger a segurança de nossas fontes, tivemos de espalhar nossos ativos, criptografar tudo e transferir telecomunicações e pessoal para outras partes do mundo para ativar leis de proteção em diferentes jurisdições nacionais”, disse Assange à BBC em fevereiro. “Ficamos bons nisso e nunca perdemos um caso, ou fonte, mas não podemos esperar que todos façam o esforço extraordinário que fazemos.”

Apesar de sua fama mundial, o site enfrentou problemas financeiros. Em fevereiro, suspendeu suas operações por não poder arcar com os custos de suas operações. Segundo Assange, doações de indivíduos e organizações salvaram o site.

Fonte: Wikipédia

terça-feira, 7 de dezembro de 2010

HD Virtual Dropbox

Dropbox é um sistema de backup remoto e um programa para compartilhar arquivo. Por backup remoto se entende um desses serviços que oferecem um espaço em seus servidores para subir arquivos e manter cópias de segurança que você tem certeza que não se perderão. Por outro lado, este programa também atua como sistema para compartilhar arquivos, com uma diferença em relação aos populares P2P, que você só compartilha com aquelas pessoas a quem autoriza.

Ao instalar Dropbox se criará uma pasta em nosso computador, onde poderemos colocar todas as coisas que desejemos. No momento que coloquemos arquivos ou diretórios nessa pasta estes serão enviados aos servidores de Dropbox e a partir de então, disponíveis para acesso desde este ou de outros computadores caso o desejemos.

Entendida a utilidade essencial de Dropbox, para apresentá-lo inicialmente há que dizer que é um serviço gratuito (embora haja planos pagos para aumentar a capacidade de backup ou de compartilhar arquivos que dispomos) e que pode ser acessado através da URL: www.dropbox.com.

Compartilhar arquivos

Dropbox permita realizar várias tarefas, a mais destacável nos parece ser a de compartilhar arquivos. Através de Dropbox podemos colocar arquivos no "Dropbox folder" e em seguida podemos selecionar quais das pastas colocadas desejamos disponibilizar e a que pessoas permitimos o acesso .

Para compartilhar com outras pessoas é necessário que elas também tenham conta em Dropbox, posto que para compartilhá-las teremos que dar os correios eletrônicos com os que se registraram no serviço. Não obstante, também há uma pasta pública dentro de Dropbox, que permite colocar coisas que queiramos por à disposição de qualquer pessoa, usuário ou não do programa, através de uma URL.

As outras pessoas com as que compartilhamos informação terão acesso aos arquivos a qualquer momento, independentemente de nosso computador estar ligado ou não, dado que realmente quando acessarem esses dados os estarão recuperando dos servidores de Dropbox e não de nossos próprios computadores.

Backup remoto de arquivos

A outra posibilidade interessante de Dropbox é como simples cópia de segurança ou backup de arquivos em servidor remoto. Dropbox disponibilizará os arquivos que tenhamos subido de qualquer computador, sempre que acessemos com nosso nome de usuário, o que nos dá a segurança de que nossos dados estarão a salvo mesmo que nosso computador morra.

Não obstante, a conta gratuita de Dropbox é de 2 gigas, o que atualmente acaba sendo pouco para salvar todos os arquivos que possamos desejar. Mais tarde poderíamos aumentar grátis o espaço da conta com diversas opções, como recomendar Dropbox a outras pessoas, mas ainda assim, à velocidade que crescem nossos discos rígidos pelas câmaras digitais, filmadoras, etc, como serviço de backup seria pequeno.

Ganhe até 10 GB grátis!

Para ganhar mais espaço basta indicar outros amigos para usarem o Dropbox. Clique neste link, faça seu login e envie os convites: cada vez que um deles aceitar você ganha mais 250 MB em sua conta (até o limite de 10 GB).

Resumindo, é uma excelente opção para compartilhar informação com nossos amigos ou familiares, que ao enviá-la por correio não é aconselhável devido a seu tamanho. Segundo dizem em Dropbox podemos estar tranquilos con os dados que enviamos, já que todas as comunicações são realizadas por protocolos seguros. Sendo assim, embora até o momento de escrever este artigo Dropbox não seja um serviço muito conhecido, em breve, se as coisas forem bem feitas, pode vir a se converter em um programa básico de nossa área de trabalho.

Fonte: CriarWeb.com

segunda-feira, 6 de dezembro de 2010

Sucessos e fracassos do Google em 2010

Tenho que está preparado para o fracassos e sucessos.
Sempre quando pensamos no Google e nos seus badalados fundadores, eficientes funcionários..., logo julgamos que eles são impassíveis de erros, burradas, apostas erradas..., mas não é bem assim. Em 2010, o Google, a empresa gigante de buscas, apresentou novidades como a Google TV, o carro que dispensa motorista, o Reader Play e o recurso de chamadas telefônicas via Gmail. No entanto, também conheceu alguns problemas, como como os verficiados com o Nexus One e o Wave:


Sucesso: Carro do Google dispensa motorista
Automóveis capazes de se movimentar sem intervenção humana parecem coisa de filme de ficção científica, mas não são. Em outubro, o Google revelou que, de fato, desenvolveu uma tecnologia no qual os carros podem se auto-conduzir. Os veículos usam câmeras de vídeo, sensores de radar, recurso para “monitorar” o tráfego e mapas detalhados, para uma navegação segura em estradas.

Sucesso: Google TV
Durante o I/O deste ano, a gigante de buscas anunciou “um novo conceito sobre televisão”. Esse “novo conceito” seria a Google TV, uma plataforma que combina programação de TV com o acesso à Internet.

Veja como funciona: na tela do seu televisor, bastará você digitar o que está procurando e o Google TV relacionará todos os locais onde o conteúdo está disponível, por exemplo, canais de televisão, programas gravados, vídeos do YouTube e outros sites. Também será possível salvar os assuntos preferidos – como álbuns de fotografia, canais e sites – em sua tela inicial, facilitando ainda mais a navegação. Alguns novos televisores serão comercializados já com esse recurso, mas também será possível comprá-lo separadamente.

Fracasso: Google Buzz
Em fevereiro, o Google anunciou o Buzz, ferramenta de mensagens integrada ao Gmail no qual os usuários podem compartilhar links, fotos, vídeos, mensagens e comentários, assim como no Twitter. Pouco tempo depois, no entanto, o Google teve problemas envolvendo o controle de privacidade da ferramenta: por padrão, o Google Buzz divulgava, publicamente, contatos do usuário revelando informações confidenciais.

Sucesso: Replay
O Twitter tornou-se uma grande ferramenta para notícias e comentários exclusivos. Percebendo o valor histórico dessas mensagens e a quantidade de relatos em primeira mão (como os do Haiti e sobre os terremotos no Chile), o Google começou a arquivar cada tweet em uma ferramenta chamada Replay – que com a utilização de um gráfico apresenta a popularidade de um assunto na rede social, separando por período e identificando os tweets em ordem cronológica.

Sucesso: Caixa Prioritária
Se você recebe diariamente um grande volume de e-mails, você sabe como é demorado organizar todos. Pensando nisso, o Google anunciou a versão beta da Caixa Prioritária, uma ferramenta que separa conteúdos relevantes e os organiza de maneira separada. Para ajudar o Gmail a reconhecer quais mensagens são importantes, basta selecionar um e-mail e clicar no botão (+) para indicar que é relevante ou no botão (-), para indicar aquele que tem uma prioridade menor. Quanto mais você usar os botões, melhor o Gmail se torna.

Fracasso: Google Wave
Nem todas as inovações do Google foram adotadas com êxito. Um exemplo é o Google Wave. A ferramenta voltada à comunicação e colaboração em tempo real não recebeu a aprovação esperada, segundo as palavras da própria companhia. O site do Wave será mantido no ar até o final do ano e seus recursos redirecionados para outras aplicações.

Sucesso: Street View
Em 2007, o Google iniciou pela primeira vez o Street View, uma funcionalidade do Maps, que permite observar as cidades no mesmo nível da rua. Naquela época, apenas cinco cidades dos Estados Unidos poderiam ser visualizadas. Três anos depois, o Street View já visitou todos os sete continentes, incluindo a Antártica.

Sucesso: Chamadas para telefones fixos a partir do Gmail
O Google anunciou um recurso que com o microfone do seu computador e os alto-falantes, você pode realizar chamadas telefônicas direto do Gmail. As ligações dos EUA e Canadá são gratuitas até o final do ano. Para os outros países, os preços podem ser tão baixos quanto 0,02 dólar por minuto.

Sucesso: Reader Play
O Reader Play é uma nova maneira de ver artigos, blogs e outros conteúdos da web. Para começar, visite o site e percorra os itens clicando nas setas. Use as setas para direita e esquerda do teclado para navegar. O Reader Play usa a mesma tecnologia dos feeds de “itens recomendados” do Reader para identificar as páginas mais interessantes na Internet. Ainda é possível destacar ou compartilhar os itens. Outro recurso interessante é que ele possui uma ferramenta com o ícone de um TV, que permite a exibição automática de todo o conteúdo.

Fracasso: Nexus One
O iPhone foi um sucesso. O BlackBerry continua popular. Mas a incursão da Google no desenvolvimento de um aparelho celular… não, não foi um sucesso. No mesmo período que a Apple vendeu 1 milhão de iPhones, o Google vendeu cerca de 135 mil unidades de seu Nexus One. Em 16 de julho, a companhia anunciou que havia decidido interromper as vendas do aparelho nos Estados Unidos, mantendo o produto apenas no mercado europeu e sul-coreano.

Fonte: Tecnowarez.com

sábado, 4 de dezembro de 2010

História dos navegadores

História dos navegadores: do www ao Chrome.Com o advento da Internet, ampliou-se o campo da informação e, para utilizarmos todos os recursos disponíveis na rede, é necessário um software que possibilite a busca por elas. E é aí que entram os navegadores.

Também conhecido como browser, o navegador é um dos principais softwares de um computador, ainda mais nessa era de web 2.0, onde quase tudo o que precisamos está online.

Tim Berners-Lee, que foi um dos pioneiros no uso do hipertexto como forma de compartilhar informações, criou o primeiro navegador, chamado WorldWideWeb, em 1990. Desde então, o desenvolvimento dos navegadores tem sido intrinsecamente ligado ao desenvolvimento da própria Web.

A Web, entretanto, só explodiu realmente em popularidade com a introdução do NCSA Mosaic, um navegador gráfico (em oposição a navegadores de modo texto) rodando originalmente no Unix, mas que foi também portado para o Apple Macintosh e Microsoft Windows logo depois. A versão 1.0 do Mosaic foi lançada em setembro de 1993 por Marc Andreesen, o líder do projeto.

Confira abaixo um pouco da história dos principais navegadores.

Tim Berners-Lee criador do www1991 – WWW
Criado por Tim Berners-Lee, o WorldWideWeb foi o primeiro navegador da web. Mais tarde, para não confundir-se com a própria rede, trocou de nome para Nexus.




Mosaic um dos primeiros navegadores1993 – Mosaic
Foi o primeiro navegador a rodar no Windows, fator determinante para a abertura da web para o público em geral. Marc Andreessen, o líder do time que desenvolveu o Mosaic, saiu da NCSA e, com Jim Clark, um dos fundadores da Silicon Graphics, Inc. (SGI) e outros quatro estudantes formados e nomeados da Universidade de Illinois, iniciaram o Mosaic Communications Corporation. Mosaic Communications finalmente se tornou a Netscape Communications Corporation, produzindo o Netscape Navigator.

Netscape navegador das antigas que permanece até os dias de hoje1994 – Netscape
O Netscape trouxe todas as características que um browser moderno oferece nos dias de hoje, como por exemplo a navegação por abas, o bloqueio de pop ups, suporte a cookies e histórico de visitas, entre outros. Reinou absoluto durante anos, mas já em 2002 seus usuários se resumiam a alguns poucos gatos pingados. Um dos motivos foi o fato da Microsoft passar a incluir, já em 1995, o Internet Explorer junto com o sistema operacional Windows. Era o início de um novo reinado no mundo dos browsers...

Internet Explorer briga cabeça a cabeça com o Firefox1995 – Internet Explorer
Em 1995, a Microsoft entra na briga dos navegadores com seu Internet Explorer, parte integrante do pacote 'Plus' do Windows 95. Com isso, teve início a ‘guerra dos navegadores’. A guerra dos navegadores Web é o nome dado a um período de quatro anos (de 1995 a 1999) no qual a empresa Netscape, produtora do software browser homônimo, perde a sua liderança absoluta no mercado de navegadores para a Microsoft. Este período resultou em uma reversão total no uso de um software para outro, além de gerar projetos como o Mozilla e o Opera.

começa a guerra dos navegadores1998 – Mozilla
A Netscape anuncia a liberação do código-fonte de seu navegador. Com isso, o download do programa se torna grátis e sua programação, open-source, livre para ser usada e modificada por qualquer um. Para divulgar o código, a Netscape cria a comunidade Mozilla, que anos depois lançaria o Firefox.


Opera é um bom browser, eu mesmo já usei2000 – Opera
O Opera é um navegador criado em 1994 pela empresa estatal de telecomunicações da Noruega e foi a primeira alternativa leve para os usuários. Recentemente perdeu seu posto de "navegador alternativo" para o Mozilla Firefox, mas conta ainda com uma fiel comunidade de usuários. Diversos dos recursos mais modernos existentes entre os navegadores vieram do Opera e foram copiados para os demais. Em sua quinta versão, o navegador Opera tenta o modelo adware - gratuito para usuário, mas sustentado por anúncios embutidos no navegador.

Safari o navegador do Mac2003 – Safari
Até 2003, a plataforma Mac usava navegadores Netscape. Em 2003, a Apple anuncia seu próprio navegador, o Safari, incluído como o navegador padrão a partir do sistema operacional Mac OS X v10.3. Com uma interface simples, suas funções são básicas: Abas, bloqueador de pop-ups, baixador de arquivos, leitor de notícias RSS e modo privado que evita que terceiros monitorem sua navegação.

Firefox o melhor navegador2004 – Firefox
Em 2004 é lançado o Firefox 1.0, que surgiu como uma versão mais simplificada do Mozilla. Além de ser gratuito e de código aberto, o software ficou conhecido por sua navegação por abas, apesar de não ser pioneiro na funcionalidade - o navegador Ibrowse e o Opera disponibilizaram o recurso antes. Atualmente o Firefox é o maior rival da Microsoft no mercado dos navegadores e detém no mundo cerca de 20% do ramo, contra 70% do IE.

Chrome o navegador da Google2008 – Chrome
Depois de muita especulação, o Google finalmente se lança no mercado de navegadores em setembro do ano passado com o Chrome, um navegador 'projetado do zero' e com a promessa de ser mais rápido, seguro e estável que os concorrentes. Entre seus pontos altos, a estrutura de processamento do programa, em que cada aba roda um processo em paralelo, o que, segundo o Google, pouparia recursos do sistema e preveniria vazamentos de memória e travamentos do computador.

Últimas dos navegadores

No final do ano passado, duas noticias importantes movimentaram o universo dos navegadores Mozilla Firefox e Google Chrome.

O Chrome, até então rodando em versão beta, foi ‘promovido’ e saiu da versão de testes, pois, segundo seus desenvolvedores, ele estava funcionando perfeitamente e sem nenhum tipo de bug para atrapalhar o internauta.

Outro fator que influenciou na decisão dos desenvolvedores do Chrome foi o fato do software ter sido atualizado 14 vezes, desde o seu lançamento. Com isso, ele chegou a uma fase avançada de desenvolvimento e de melhorias e, agora, precisa apenas de pequenas evoluções.

Na mesma semana que o Chrome passou de beta a versão final, os desenvolvedores do Firefox lançaram a versão Beta 2 do software. É mais um passo para finalizar o desenvolvimento da nova versão do Firefox, prometido para o começo deste ano.

Dessa vez, o grande destaque é a ferramenta para navegar anonimamente na internet. Com ela, o internauta entra em sites da web e não deixa informações em cookies e nem dados que preencheu em sites armazenados no computador. É uma ferramenta muito útil para quem navega em computadores de lugares públicos, como escolas e lan houses.

Os desenvolvedores da Mozilla não fizeram nenhuma grande mudança na interface do Firefox. Em compensação, modificaram bastante o motor do software, que recebeu melhorias no código e o Java TraceMonkey. No final das contas, essas mudanças deixaram o Firefox um pouco mais rápido para carregar algumas páginas com scripts.

Participação de cada um

De acordo com dados publicados no começo de 2009 pela consultoria Net Applications, o Internet Explorer voltou a perder espaço para outros navegadores, caindo de 69,77% para 68,15% de participação no mês de dezembro. Em novembro, a participação do navegador da Microsoft era de 71,27%.

Por outro lado, os browsers Safari, Firefox e Chrome saíram ganhando com a queda de participação do IE. O Firefox agora é usado por 21,34% dos internautas - em novembro a participação era de 20,78%. O Safari subiu de 7,13% para 7,93% no mês passado, enquanto o Chrome, do Google, alcançou 1,04%, contra 0,83% de participação em novembro. O Opera manteve 0,71% de participação.

Fonte: Olhar Digital

sexta-feira, 3 de dezembro de 2010

Mac é pra rico!

E o Mac? Vale a pena? Valer, vale: mas tudo é uma questão de poder aquisitivo. Além de bonitos, os computadores da Apple são bem fáceis de usar. E se algum programa não tiver versão para Mac, não há problema - você pode rodar também o Windows. Para quem gosta de novidades, e tem dinheiro para gastar, o Mac é excelente. É ultrajante ter de pagar um preço tão alto por um iPod, Mac ou iPhone. Contudo, não adianta espernear: é quase impossível mudar esta política de preços.


A taxa Apple

Muito se fala sobre os preços dos Macs que, se comparados a PCs com configuração de hardware semelhante, são visivelmente altos. A esta diferença no preço foi dado o nome de "Taxa Apple".

Este seria o valor pago pelo hype do produto e pela qualidade garantida que a Apple oferece. Você paga a mais por um computador Apple, pois seu sistema operacional é robusto e avançado, o hardware traz um design excelente e a vida ao lado de um Mac é muito mais fácil: mas tudo isso vale o preço extra?

Apple

O encargo Apple foi mostrado pelo pessoal da Microsoft, que garante PCs com um hardware parecido e muito mais em conta. Mas isso é somente a título de curiosidade, afinal, discutir preços entre PCs e Macs é fugir da principal questão: a Apple no Brasil é realmente mais cara?

Ninguém sabe ao certo, mas, ao que tudo indica, o grande causador dos altos preços Apple é o imposto que deve ser pago ao governo brasileiro.

Aparentemente, não é só o Mac que leva a fama de caro aqui no Brasil. Durante muitos anos, o país foi eleito o lugar mais caro do mundo para se comprar um iPod. Felizmente, durante a última pesquisa, fomos ultrapassados pelos hermanos argentinos.

Cristina
Comparar preços de eletrônicos aqui e nos Estados Unidos é pedir para se irritar. Afinal, não há um produto que não chegue aqui ao Brasil com um preço abusivo. A Apple no Brasil é para os mais endinheirados.


Fonte: Baixaki Tecnologia

quarta-feira, 1 de dezembro de 2010

Supercomputador chinês é o mais rápido do mundo

O Tianhe-1A é capaz de processar 2.57 petaflops.
O supercomputador chinês Tianhe-1A bateu o recorde mundial de velocidade de processamento. Atingiu um pico de 2.57 petaflops contra 1.76 petaflops do recordista anterior, o US XT5 Jaguar, dos EUA. Para entender: Flops (operações de ponto flutuante por segundo, na sigla em inglês) são, de forma simplificada, unidades usadas para medir a quantidade de cálculos por segundo que um computador consegue processar. As medidas mais comuns são, por ordem de grandeza, os megaflops, gigaflops, teraflops e – recentemente – os petaflops. Um petaflop siginifica 10 elevado à 15ª potência ou, para ficar num número que se possa imaginar, mil trilhões de operações por segundo.

A confirmação do feito do Tianhe veio com a publicação da lista dos 500 computadores mais rápidos do mundo, mas desde outubro se especulava que o supercomputador chinês iria bater esse recorde.

O Tianhe-1A está instalado no Centro de Nacional de Supercomputadores, em Tianjin e apresenta uma novidade em relação aos seus predecessores: muito da sua capacidade de processamento vêm de chips mais comumente encontrados em placas gráficas. Espera-se que isso se torne uma tendência na industria da supercomputação, já que três dos quatro gigantes do topo usam a mesma tecnologia.

Os chineses esperam usar a supermáquina para efetuar simulações climáticas para previsões do tempo, além de pesquisas para localizar campos de petróleo submarinos.

Fonte: Mais Brasília

quinta-feira, 25 de novembro de 2010

Samsung Galaxy Tab não passa de um smartphone gigante?

Tablet da Samsung tem hardware poderoso e vários truques na manga, incluindo um sintonizador de TV. Mas falta de software feito “sob medida” incomoda.
Já à venda no Brasil, o Samsung Galaxy Tab é um tablet com sistema operacional Android que é frequentemente apontado como o primeiro concorrente sério do iPad, da Apple. Em termos de hardware ele supera seu adversário em vários quesitos, trazendo recursos como sintonizador de TV, duas câmeras, memória expansível e a capacidade de funcionar como smartphone. Mas hardware não é tudo.

Assim como jogos são decisivos para o sucesso de um console, software é decisivo para o sucesso de um smartphone ou Tablet. E o próprio Diretor de Produtos Móveis da Google, Hugo Barra, já admitiu que o Android 2.2 “Froyo” (sistema usado no Galaxy Tab) não é otimizado para tablets.

Daí surge a dúvida: será o Galaxy Tab um tablet de verdade, ou ele não passa de um smartphone gigante? Continue lendo para descobrir.

Design
É difícil fugir do “Visual Tablet” padrão, mas a Samsung conseguiu destacar seu produto dos demais. A frente do Galaxy Tab é preta, assim como as bordas laterais, e a tampa traseira do modelo que testamos é branca. O aparelho pesa 380 gramas, mede 19 x 12 x 1,2 cm e é muito fácil de carregar por aí: fechado em seu case de plástico (que acompanha o aparelho) ele se parece com uma pequena agenda, e pode ser segurado com apenas uma mão sem cansar.

Abaixo da tela há quatro botões sensíveis ao toque com as funções padrão do Android: menu, home, back e search. Na lateral direita ficam o botão de liga/desliga e trava da tela e o controle de volume. Na parte de baixo, o conector de 30 pinos para o cabo de alimentação/dados e os alto-falantes. Há uma entrada para fones de ouvido no canto superior esquerdo.

Galaxy Tab: frente preta, traseira branca
Galaxy Tab: frente preta, traseira branca


Há alguns probleminhas de ergonomia. Em primeiro lugar, por causa do acabamento liso da frente e da traseira o Tab tende a escorregar quando segurado na horizontal com apenas uma das mãos.

O segundo problema é que, quando segurado na horizontal, a posição mais natural para um dos polegares é justamente sobre os botões sensíveis ao toque o que obriga o usuário a mudar a "pegada" se não quiser acionar menus e atalhos acidentalmente.

Ambos podem ser amenizados com o uso da capinha inclusa na embalagem. Sobre ela, outra curiosidade: ela abre da esquerda para a direita, o contrário do que estamos acostumados a ver em livros e revistas no ocidente.

Hardware
O hardware do Galaxy Tab se parece muito com o do Samsung Galaxy S. Ambos são baseados em um processador ARM de 1 GHz com 512 MB de RAM. O Tab tem 16 GB de memória Flash interna, expansível com cartões microSD. A tela tem a mesma resolução da tela do iPad, 1024x600 pixels, embora seja fisicamente menor, com apenas 7 polegadas.

O tablet da Samsung tem modem 3G e usa SIM Cards convencionais, os mesmos de seu telefone, sem malabarismos. E tem duas câmeras, uma primária de 3 MP com flash e autofoco e uma secundária de 1.3 MP, frontal, para videochamadas. Usando um headset Bluetooth ou fones de ouvido com microfone (ambos inclusos na embalagem) o Tab também vira um smartphone, capaz de fazer e receber chamadas.

Também há um sintonizador de TV, como em seu irmão menor Galaxy S. Aqui tivemos uma surpresa: além de TV digital ele também sintoniza as transmissões de TV analógica, ampliando em muito a lista de locais onde seu Tablet pode funcionar como um televisor portátil.

O Samsung Galaxy Tab sintoniza TV Digital e Analógica, e grava os programas em cartão de memória
O Tab sintoniza TV Digital e Analógica, e grava os programas em cartão de memória

Infelizmente a Samsung copiou um mau-hábito da Apple: o Tab não tem portas USB, e a transferência de dados entre o aparelho e o PC e a recarga da bateria são feitas usando um cabo proprietário com conector de 30 pinos numa ponta e um conector USB na outra. Perca este cabo e seu Tab só terá mais algumas horas de vida até a bateria se esgotar e ele virar um peso de papel, pelo menos até você encontrar um substituto.

Aplicativos
No coração, o Galaxy Tab nada mais é que um smartphone Android com tela grande. E esse é o principal "problema", a falta de aplicativos otimizados para tirar proveito dela.

A Samsung inclui no aparelho alguns aplicativos próprios, como um navegador web (com suporte a flash), cliente de e-mail, agenda, calendário, bloco de notas, gerenciador de arquivos, dicionários de espanhol e português e mais. Também há ênfase na leitura, com aplicativos para ler e-Books e 16 livros da Livraria Cultura pré-instalados.

Mas fora estes há quase nenhum programa "para tablet" no Android Market. Para ser preciso encontramos uma meia-dúzia, entre eles o navegador Dolphin Browser HD e jogos como Radiant HD, EVAC HD, e títulos da Gameloft como Asphalt 5 e Hero of Sparta.

Temos que levar em conta que o Galaxy Tab rodou muito bem a maioria dos aplicativos "para smartphone" encontrados no Android Market, do cliente oficial para o Twitter até simples calculadoras. Em último caso, se um aplicativo não consegue se adaptar ao tamanho da tela ele roda em seu tamanho natural, centralizado na tela e cercado por uma borda preta.

Ainda assim, a sensação é de desperdiçar aquela tela enorme com programas feito para uma tela pequena. Não há nenhuma diferença entre rodar o aplicativo oficial do Twitter, por exemplo, em um Galaxy S ou no Galaxy Tab.

Desempenho
Era espero que o Samsung Galaxy Tab tivesse ao menos o mesmo desempenho de seu irmão menor, o Galaxy S. Talvez até um pouco melhor, já que o sistema operacional Android 2.2 traz um ganho considerável de desempenho sobre a versão 2.1. Mas na prática, ficamos levemente desapontados.

Em vários momentos o Galaxy Tab “engasgou” na rolagem de páginas, coisa que não acontece em seu rival da Apple. O problema é mais comum em páginas web com muitas imagens ou animações em Flash, mas também aconteceu quando tentamos rolar um documento longo no ThinkFree Office.

Isso não prejudica o uso do aparelho, mas considerando que a rolagem de páginas e documentos é uma das atividades mais comuns em um tablet, é estranho que o Galaxy Tab tropece justamente em um ponto tão visível.

A reprodução de vídeos e animações em Flash, um dos principais trunfos do Tab em relação ao iPad, também deixou a desejar. Mesmo vídeos do YouTube com baixa resolução (360p) sofrem com perda de quadros. Aliás, habilitar o plugin Flash deixa o navegador inteiro mais lento.

E apesar de contar com um player “nativo” de YouTube, capaz de reproduzir vídeo em alta qualidade sem problemas, o navegador insiste em carregar primeiro a versão em Flash dos vídeos. Esse é um problema comum a todos os aparelhos Android compatíveis com Flash, que prejudica a experiência do usuário e causa uma má-impressão.

Mas isso não quer dizer que o Galaxy Tab seja uma carroça. Ele lidera o páreo entre todos os aparelhos Android que já passaram por nossas mãos em benchmarks como o Quadrant e o Linpack, toca vídeo em alta-definição (720p) com perfeição e é um excelente videogame, seja para jogos antigos em emuladores como o Gensoid (que permite rodar jogos do Megadrive), títulos casuais como Angry Birds ou jogos sofisticados como Asphalt 5 e N.O.V.A.

Multimídia
A câmera traseira de 3 MP do Galaxy Tab tira fotos decentes para algo em sua categoria, mas não espere aposentar sua câmera doméstica. As imagens tendem a ter as cores “lavadas”, e o menor movimento no objeto sendo fotografado resulta em borrões na imagens. Fotos noturnas tendem a ter bastante ruído, e o flash “lava” os objetos mais próximos da lente.

O Galaxy Tab também grava filmes com resolução de até 720 x 480 pixels (D1, mesma de um DVD). O sintonizador de TV integrado (exclusividade no modelo nacional) é capaz de captar tanto as transmissões de TV analógica quanto TV Digital e permite gravar seus programas favoritos na memória interna ou em um cartão de memória. Ou seja, além de uma “TV portátil”, ele também é um videocassete portátil.

O reprodutor de vídeo é bastante versátil, e não tivemos problemas para reproduzir clipes em formatos como DiVX e MKV, tanto em resolução “padrão” (640 x 480 pixels) quando em HD (1280 x 720 pixels). Há suporte a legendas no popular formato SRT, basta que elas estejam no mesmo diretório que o filme e tenham o mesmo nome, mas com a extensão .srt (exemplo: filme.avi e filme.srt).

Já o reprodutor de áudio conta com um útil “widget” que permite controlar a música mesmo com a tela inicial “bloqueada”. Assim, não é preciso desbloquear a tela e abrir o reprodutor só para saber o nome da música que está tocando.

Bateria
A autonomia de bateria do Galaxy Tab é estimada pela Samsung em 7 horas de uso contínuo. O teste foi feito em um cenário mais realista, em uma longa viagem de ônibus em um fim de semana. Deixamos o controle de brilho no automático, desligamos o Wi-Fi, deixamos o GPS ligado e o aparelho sempre conectado a uma rede 3G.

O Galaxy Tab chegou ao fim das 6 horas e meia de viagem com 38% de bateria restantes. Ou seja, neste perfil de uso podemos estimar a autonomia da bateria em cerca de 10 horas. Nada mal.

Conclusão
O Galaxy Tab é um excelente gadget, mas sofre com a falta de software que explore todo o seu potencial. Em vários momentos a sensação de “isso é um smartphone gigante” é clara. Os problemas na reprodução de conteúdo em Flash são irritantes, mas comuns a todos os smartphones Android atualmente no mercado.

Quem comprá-lo hoje não irá se decepcionar, mas não podemos deixar de imaginar no que ele poderá se transformar quando os desenvolvedores de software começarem a explorar todos os seus recursos.



Fonte: PC World

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