segunda-feira, 20 de dezembro de 2010

O Linux é difícil de usar?

Difícil, complicado e incompatível são algumas das acusações que pesam contra o sistema Linux.
Não causa surpresa que, na comparação com outros sistemas operacionais, o Linux seja visto como difícil de usar, uma concepção que é rotineiramente explorada pela concorrência, interessada em espantar potenciais novos usuários do sistema. Chegam a defender que o sistema Ubuntu Linux é indicado principalmente para usuários “interessados em programação de código aberto”, que não se importam em “aprender a usar novos programas para e-mail, processamento de texto, etc”...

Independentemente de todas as rivalidades: está na hora de acabar de uma vez por todas com essa noção de que Linux é muito difícil!

Não é Windows
Quando norte-americanos e brasileiros aprendem a dirigir um carro, trafegam pela mão direita da rua. Já quem vive no Reino Unido e no Japão aprende a trafegar pela esquerda. Nenhuma opção é “mais difícil” por si, elas são apenas diferentes. Mas, uma vez que tenha se acostumado a uma das formas, pode ser estranho aderir à outra, pelo menos no começo.

Assim é com os sistemas operacionais de PC. O desktop Linux é simples, elegante e lógico, mas funciona de forma diferente com Mac e Windows.

No Linux, a interface gráfica é opcional, por exemplo. O ambiente do desktop pode ser completamente personalizado, e os gerenciadores de pacotes permitem que você instale software em apenas alguns cliques – não é preciso navegar na web nem caçar números de série.

E, claro, há o fato de que muitos dos programas para Linux são gratuitos, e que você não precisa nem mesmo de um software antivírus.

Para aqueles cuja formação em computadores ocorreu com Macs ou Windows, o Linux pode parecer um tanto estranho no começo. Afinal, a maior parte das pessoas ainda usa uma dessas duas plataformas, como mostra dados recentes da Net Applications. Mas, uma vez que você comece a ver os benefícios do Linux, essa sensação passará logo.

Uma enorme curva de aprendizado
O Linux permite que você faça tudo que quiser em seu computador, sem exigir recursos enormes, software caro, ou vigilância perpétua contra malware. Em vez de colocar em seu caminho uma interface que restringe o que você pode e como você pode fazer, o Linux simplesmente sai da sua frente.

Boa parte do software para Linux também parecerá extremamente familiar para a maioria dos usuários, especialmente aqueles de produtividade básica de escritório. A suíte OpenOffice (BrOffice, no Brasil), por exemplo, funciona tal como no Windows, e é muito parecida com o Microsoft Office. O melhor é que é compatível com o Office, podendo inclusive abrir seus arquivos.

Para navegar na web, o Firefox exige adaptação praticamente zero se você já o usava antes.

Com Linux e os aplicativos que vêm com ele, você pode fazer praticamente tudo que faria num Windows ou no Mac OS, com certeza de forma mais barata, e algumas vezes até mais facilmente.

Comandos complicados
“Mas você não tem de conhecer todos os tipos de comandos complicados para usar o Linux?”, eis uma preocupação muito comum.

A resposta: definitivamente, não. Para uso típico diário, não há nada absolutamente espinhoso ou técnico que você precise aprender.

À medida que se torne mais familiar com a distribuição Linux que escolher, você poderá querer começar a aprender como usar o Shell Unix/Linux, mas de forma alguma isso será necessário, especialmente para propósitos comuns de produtividade de escritório.

Configurar um servidor Linux, claro, é outra coisa – tanto quanto um servidor Windows. Mas, para uso típico no desktop, se você já aprendeu um sistema operacional, o Linux não deverá ser difícil.

Questões de compatibilidade
Finalmente, a compatibilidade de hardware e software é outra questão frequentemente lembrada e que faz com que usuários potenciais temam que o Linux seja muito difícil para torná-los produtivos.

É verdade que há algumas instâncias remanescentes de pacotes de software e equipamentos de hardware que o Linux não pode suportar porque os desenvolvedores dessas ferramentas escolheram manter os codecs, softwares ou drivers necessários fechados e proprietários.

Isso, no entanto, está se tornando cada vez menos comum e geralmente há uma alternativa que funcionará muito bem. Há também pacotes como Wine e Crossover Linux para rodar software específico do Windows.

Incontáveis desenvolvedores voluntários estão lá fora nesse instante, trabalhando duro para tornar o Linux ainda mais fácil no futuro.

A realidade: um ROI campeão
O Linux não é difícil, é apenas algo com o qual você não está acostumado, caso seja usuário de Mac ou Windows.

Mudanças podem ser difíceis, especialmente quando você investiu tempo aprendendo um jeito de fazer as coisas, e qualquer usuário Windows, quer ele perceba ou não, investiu muito do seu tempo neste sistema. Mas todo esse tempo será retribuído se você dedicar algum tempo para se acostumar ao Linux.

Para pequenas empresas, a economia de custos que resulta de usar Linux e outros softwares livres pode ser particularmente atraente. A ausência de taxas de licença de software pode resultar numa economia considerável de dinheiro, bem como na redução dos investimentos em hardware, já que PCs não precisarão ser atualizados com frequência.

Igualmente considerável é o efeito da confiabilidade do Linux, que minimiza tanto a manutenção quanto as interrupções imprevistas. Tudo somado, o Linux geralmente economiza uma boa soma por desktop.

Tente sair da caixa do Windows ou do Mac e mantenha a mente aberta, não espere que o Linux seja o Windows. Lembre-se também que você está investindo em software grátis por toda a vida com a flexibilidade de fazer o que quiser e como quiser, livre das ordens de qualquer grande empresa de software. Com que frequência você consegue um retorno de investimento assim?

Fonte: IDG Now!

domingo, 19 de dezembro de 2010

Customize seu Windows

Windows customizado é muito legal.
Se você passa tanto tempo na frente do computador a ponto de enjoar da cara do Windows, já cansou de tanto azul na tela do computador, então você precisa conhecer estes softwares, são perfeitos para quem quer conhecer, experimentar configurações novas, diferentes... Com eles, você consegue alterar vários aspectos do Windows. É possível deixá-lo com outra cara e configurar temas específicos. Por exemplo, mudar cores, texturas, padrões de janelas, bordas... você é quem manda!

Personalização (ou customização) do Windows é quase uma regra para quem gosta de ter um computador diferente dos outros. Além de deixar tudo mais interessante, ela permite usar opções que deixem a navegação e o uso do sistema mais simples, adaptado aos seus costumes diante da tela.

Entretanto, mudar temas do computador pode ser um tanto complicado. Além de instalar modificadores de DLL, você normalmente precisa mudar planos de fundo, ícones e muito mais “no braço”, ou seja, um trabalho que pode demorar horas e nem sempre dar certo.

Mas não pense que tudo está perdido. Você pode utilizar ferramentas que ajudem no trabalho e deixem a personalização muito mais simples e completa. Para facilitar a sua vida na hora de customizar seu computador você pode escolher uma abaixo entre os 04 melhores programas de customização do Windows, veja também o vídeo:

WindowBlinds
OS Skinpack 2000
Snippage
AllOff 2.2




Fonte: Olhar Digital

sábado, 18 de dezembro de 2010

Como escolher a memória certa para o seu PC

Dicas para você poder analisar qual a memória ideal para o seu PC.
No mundo da informática, é muito comum que os computadores top de linha, em questão de pouco tempo, acabem tornando-se obsoletos pelo fato de novos hardwares serem lançados com frequência no mercado. O mesmo princípio vale para os jogos, que cada vez mais estão pedindo PCs com recursos poderosos, muitas vezes mais potentes do que a máquina da sua casa. Para tentar contornar alguns problemas da constante perda de desempenho das máquinas atuais, uma das soluções mais importantes e baratas é a compra de mais memória RAM para o computador. Desta maneira, é possível torná-lo mais veloz sem necessitar efetuar uma grande mudança. Entretanto, a tarefa de adicionar mais memória em seu sistema deve ser feita de forma cautelosa para que haja um ganho real de desempenho.

Qual a melhor configuração para você?

Atualmente, é incrível a quantidade de tarefas que podem ser feitas através do computador, sendo que cada uma delas necessita uma parcela específica de memória RAM. Por isso, classificamos três tipos de perfis: PCs domésticos; PCs para trabalho e PCs para gamers hardcore.

1. PCs domésticos

PCs domésticosPCs domésticos são destinados para usuários de computadores que costumam visitar o Orkut, o Youtube , fazer trabalhos, ler emails etc. Normalmente, estas tarefas não necessitam uma grande quantidade de memória RAM instalada no sistema. Isso acontece pelo fato de que esse tipo de máquina não rodará aplicativos pesados, no máximo um Office, um navegador (Firefox, IE, Chrome) com recursos como o Flash ou um player multimídia atual (Winamp, Windows Media Player). Para o Windows Vista e 0 7, 2 GB é um bom nº, enquanto que para o Windows XP e Distribuições Linux, 1 GB já é suficiente na maioria dos casos.

2. PCs para trabalho
PCs para trabalhoA configuração desejada para esse tipo de computador depende muito dos aplicativos instalados. Contudo, normalmente um PC de trabalho possui programas como suítes de escritório (Microsoft Office, OpenOffice), editores de Imagens (Photoshop, Gimp), editores de vídeos, aplicativos comerciais, entre outros. Numa máquina como esta, torna-se necessário garantir que estes softwares terão um bom desempenho, sem problemas como travamento. Como supracitado, a quantidade de RAM recomendada varia de acordo com os aplicativos usados, mas, no caso geral, em torno de 2 GB de RAM já são suficientes para a maioria dos sistemas operacionais atuais. Em alguns casos, como na edição de vídeos, é recomendado o uso de 4GB.

3. PCs para Games
PCs para GamesOs novos games que estão sendo lançados no mercado, como Crysis e FallOut 3, cada vez mais apelam para efeitos gráficos de última geração, exigindo mais da máquina. Se você quer montar um computador decente, terá que desembolsar uma boa grana para garantir a jogatina. Além da memória, o PC, de uma maneira geral, assim como a placa de vídeo, deve ser o mais avançado do mercado. Em questão de números, pode-se afirmar que é necessário 4 GB de RAM para um desempenho ideal.


Atingindo um novo patamar em desempenho

Agora que nós já vimos os principais perfis de usuários de computador, vamos mostrar quais critérios você deve avaliar ao comprar memórias RAM. Para um ganho de desempenho do sistema de um modo geral, é possível optar por duas opções distintas: adicionar mais memória ou comprar um computador novo.

Normalmente, a compra de memória adicional é recomendada para PCs que ainda não estão completamente obsoletos e que podem ter grande parte de seu hardware reaproveitado. Entretanto, para máquinas cujos recursos estão ultrapassados de uma forma geral, a melhor solução é comprar um computador novo.

Adicionando mais memória

Adicionando mais memória RAM no PCAo adicionar mais memória no computador, o leitor deverá estar atento para alguns fatores importantes. O primeiro deles é o conhecimento de modelo de RAM que a placa mãe do seu PC utiliza, pois somente é possível comprar um pente de memória que siga a mesma especificação. Caso contrário, é muito provável que o pente novo nem encaixe na placa-mãe ou não funcione. Por exemplo, uma memória DDR3 não funcionará numa máquina que só suporta DDR2.

Também não é recomendado misturar memórias de marcas e freqüências diferentes, sendo que uma placa-mãe com um pentes distintos pode funcionar de maneira irregular, diminuindo o desempenho do sistema. Portanto, só tente combinar pentes de mesmo modelo e fabricante na sua máquina.

As dicas acima são úteis para usuários para todos perfis de computadores. Porém, no caso de gamers hardcore, antes de substituir a memória, uma avaliação completa da máquina é necessária para determinar se adicionar RAM irá realmente surtir o efeito esperado. Na maioria dos casos, games hardcore são obrigados a comprar um PC novo para rodar os jogos mais novos do mercado. Se for possível só comprar memória, o uso de pentes de marcas conhecidas é fortemente recomendo.

Descobrindo o hardware presente na sua máquina
Existem programas específicos para descobrir qual o hardware instalado em sua máquina. Por exemplo, para o windows, o aplicativo PC Wizard realiza esta tarefa. Já no Linux, estas informações podem ser obtidas através do comando: “$ sudo lshw”.

Comprando um computador novo
Comprando um computador novoGrande parte dos computadores novos existentes nas lojas de informática rodam sites como o Orkut e o Youtube sem grandes problemas. Portanto, este tipo de usuário não precisa se preocupar muito com a configuração de hardware, desde que a memória deste computador esteja nos valores especificados anteriormente.

A compra de um PC de trabalho deve ser feita de uma maneira mais cuidadosa, dependendo do tipo de aplicação que será executada. Por exemplo, a execução de uma ferramenta como o Office não necessita uma máquina super potente, mas a edição de vídeo exige que uma boa placa de vídeo seja adquirida junto.

Normalmente, gamers hardcore gastam muito dinheiro montando seus computadores. Além da memória RAM, os demais componentes, como placa de vídeo, também devem ser os modelos mais novos do mercado.


Tipos de Memória RAM existentes no Mercado

Na seção anterior falamos sobre as principais soluções existentes para aumentar o desempenho do sistema. Agora, vamos detalhar algumas características importantes que constitui a memória, como como formato, módulo, freqüência e marca.

Formato
O formato é uma das características mais importantes de uma memória RAM, sendo que existe uma placa-mãe específica por fabricante para cada um deles. Em outras palavras, um computador aceita somente um modelo por placa. Existem vários tipos de memórias, entretanto, os mais conhecidos atualmente são o DDR, DDR2, DDR3 e DDR4:

DDR: Muitas máquinas antigas ainda usam este tipo de memória. Caso você encontre um PC que ainda use esse tipo de memória, sua compra não é recomendada.
Tipos de Memória RAM existentes no Mercado
DDR2: Este modelo suporta o recurso "Dual Channel", o qual permite que dois pentes idênticos instalados na máquina obtenham um ganho de performance de até 25%. Normalmente é o padrão mais recomendado para PCs Domésticos e de Trabalho.

DDR3: Este formato está sendo fabricado nas máquinas mais potentes, visando um desempenho maior comparado ao DDR2. Seu uso pode ser aplicado no caso de gamers hardcore.

DDR4: Por enquanto está em fase de testes, possuindo a previsão de chegada ao mercado somente em 2012.

Freqüência

A freqüência de uma memória, medida em MHz, determina a sua velocidade máxima de transferência de dados para o processador. Em outras palavras, quanto maior a freqüência, maior será o desempenho obtido. Basicamente, os seguintes valores correspondem às memórias atuais:

* DDR: 100 até 400 MHZ
* DDR2: 400 até 1066 MHZ
* DDR3: 800 até 1600 MHZ

Para um melhor desempenho, é sempre recomendado possuir pentes de memória que trabalham na freqüência máxima permitida de um formato qualquer. Ex: 400 MHz para DDR e 1066 MHz para DDR2.

Módulo
O módulo de uma memória é uma forma de identificar um formato e uma freqüência de maneira única, através de um rótulo, também indicando qual a sua velocidade máxima de transferência. A tabela abaixo mostra como o módulo determina seus atributos:



Marca e Fabricante

Marca e Fabricante de memória RAMA marca da memória é sinônimo de qualidade e durabilidade, pois quanto mais conceituado for o fabricante, maior será a garantia que o hardware adquirido funcionará com um melhor desempenho. Basicamente, é possível dividi-las em dois grandes grupos: marcas conhecidas e genéricas.

Entre as principais empresas que fabricam memória, podemos citar a Samsung, Kingston e a Corsair, sendo que cada uma delas possui características próprias. Normalmente, costumam ter uma boa qualidade, sendo recomendadas para PCs que necessitam bastante desempenho, como máquinas destinadas para jogos.

As memórias RAM genéricas são mais baratas comparadas às originais, entretanto, possuem origem duvidosa, podendo comprometer a performance geral do PC. Por isso, computadores destinados à navegação, na maioria dos casos, já são suficientes.

Existem pequenas diferenças entre as memórias de marca, sendo que as principais delas são:

Memória RAM CorsairCorsair: entre as memórias de marca, é a que possui o preço mais alto e mais funcionalidades. Para alguns processadores, como os fabricados Intel, a Corsair desenvolve pentes especializados para aperfeiçoar mais ainda as taxas de transferência. Esta marca é principalmente recomendada para gamers hardcore, que necessitam de máximo desempenho em suas máquinas.

Memória RAM SamsungSamsung: memória que tem uma boa relação de custo/benefício, pois também funciona de maneira eficiente. Seu principal uso é recomendado para PCs de trabalho, que necessitam de um bom hardware.



Memória RAM KingstonKingston: em sua forma original, é uma ótima memória. Contudo, ela sofre do problema do “Powered By”, que significa o fato da Kingston vender seu chipset (parte do hardware) para marcas genéricas. Isso faz com que usuários comprem pentes genéricos pensando que são desta empresa. Portanto, seu uso é destinado para máquinas mais leves.




Fonte: Baixaki Tecnologia

quinta-feira, 16 de dezembro de 2010

Agora vai ser assim?

Guerra virtual com motivação política mostra fragilidade até de sites governamentais. No centro da polêmica estão o WikiLeaks e a discussão sobre liberdade e transparência

O caso Wikileaks.
Ataques crackers com motivação política. O ingrediente ideológico foi a novidade no episódio que chamou a atenção do mundo para o risco a que estão expostos sites de grandes empresas e até de governos, em um espaço em que, na ética hacker, liberdade, transparência e conhecimento seriam palavras de ordem. Na origem da confusão está um site criado em 2007 que resolveu fazer seu maior barulho no apagar das luzes de 2010.


Quem diria que, em duas semanas, o mundo poderia virar de cabeça para baixo? A imagem, profetizada na logomarca do Wikileaks, tornou-se realidade com o vazamento de 250 mil documentos sigilosos da diplomacia americana, no último e mais polêmico (e derradeiro?) episódio do site. Desta vez, os vazamentos foram seguidos da prisão suspeita do australiano Julian Assange, o "anarquista" ou "defensor da liberdade de informação", criador do projeto e acusado de estupro pelas leis suecas.


Ataques

A escolha do adjetivo para Assange vai depender de que lado da discussão ideológica suscitada pelo WikiLeaks você se alinha. Com o site sufocado pelo encerramento das doações via PayPal, Visa e Mastercard, o barulho causado por ele, ninguém duvida, veio para ficar.

Falou-se em guerra de informação quando, em resposta, grupos de crackers simpáticos ao WikiLeaks organizaram ataques coordenados aos sites das empresas e do governo sueco. Foi a primeira vez que isso teve motivação política. Dependendo da maneira como a questão for tratada, ataques assim podem se repetir.

O estrangulamento do serviço pode ser em vão. Até o fechamento desta edição havia na internet pelo menos 1.334 sites-espelho. Eles reproduzem exatamente o conteúdo do WikiLeaks original, garantindo, assim, a perpetuação da ideia, e são abrigados em servidores espalhados por vários países. Um pesquisador de Harvard usou o Google Earth como ferramenta para mapear esses sites-espelho esta semana. A maioria é baseada na Europa, mas há até endereços brasileiros.

Transparência ou anarquia?

Em comunicado divulgado esta semana, o site reafirmou seus propósitos: "A WikiLeaks é uma organização dedicada à transparência e à prestação de contas, e a permitir que whistleblowers (informantes) possam fazer com que governos e corporações prestem contas sobre o que fazem de errado". Na visão do governo americano, que foi o principal prejudicado com os recentes vazamentos de telegramas constrangedores, o site é anárquico e compromete a segurança nacional. Na logomarca, um globo obscuro agoniza e derrete, no topo de uma ampulheta, gerando um globo mais claro e brilhante, na parte de baixo.

Por dentro do Wikileaks


Fonte: Estado de Minas - Ciência e Tecnologia

6 coisas que odiamos na Web

Vídeos que tocam sozinhos, sites de downloads enganadores, cookies invasivos; a Internet se desenvolveu, mas, alguns erros persistem.


Ai! que ódio, eu odeio isso!
Vivemos em um mundo tecnológico profundamente paradoxal. Posso guardar mais álbuns no meu bolso, com um iPod, do que jamais caberia em minha estante de CDs; é possível ouvir estações de rádio do mundo inteiro na Internet, enquanto estou no ônibus, e, ao mesmo tempo, baixar canções, legalmente, por menos de um dólar - tudo em uma única, e elegante, interface do smartphone. No entanto, ao procurar a letra de uma música – tarefa das mais simples – indubitavelmente serei bombardeado com anúncios que ocupam a tela inteira, vídeos que tocam sem eu pedir, e links para o download de toques de celular.

Inconveniências que existiam nos primórdios da Internet foram abandonadas, como letras que piscam, pop-ups insistentes e musiquinhas de fundo que não podem ser interrompidas. Não obstante, a batalha por uma rede mundial mais sã continua; ainda há muito de arcaico, e perturbador, na moderna Web 2.0.

1. Sites de download enganadores
Se eu visito um portal desses, é óbvio que estou à procura de um arquivo para baixar. Entendo que a banda necessária para hospedá-lo não é gratuita, portanto, não me incomodo com os anúncios em tela cheia que vêm em minha direção. Fecho-o e já avisto um botão grande: “Download Here”.

É uma armadilha! Clico nele e uma grande janela de propaganda aparece. Elimino-a, e lá está: um ícone azul e a palavra download. Olho-o por um instante e concluo: “Ah, mais uma cilada, nada de cliques para você”. Ao lado, um quadrado laranja com o “Download Here” de antes; é esse.

Esqueci de digitar o CAPTCHA – código que serve para evitar que robôs acessem o sistema. Certo, tentarei de novo. Encontrei o arquivo que quero, só preciso clicar no botão e... não, não é esse; eu não quero uma conta Premium. Seleciono “voltar” no navegador. Ah, finalmente, aí está: o botão certo, logo ao lado do Premium. Pronto, agora é só esperar uns 45 segundos e não me distrair, pois, caso demore a clicar no último ícone, terei que fazer tudo de novo. O que eu queria baixar mesmo?

2. Vídeos anexados
No Gmail Chat está a forma correta de anexar vídeos. Por outro lado, o YouTube já tem mais de cinco anos e ainda não nos ofereceu uma maneira eficiente de completar essa tarefa. Principalmente para os iniciantes, o portal de vídeos deveria seguir esse padrão: copio a URL da página para um e-mail, um tuite, ou qualquer outra caixa de texto, e a mídia aparece no conteúdo postado; como no Gmail Chat.

Todos os outros estão errados. Alguns sites convertem a URL corretamente, alguns exibem um código para a indexação, e existem aqueles que não a permitem. Só dá para saber qual é o método por tentativa e erro. Uma confusão.

3. Cookies de terceiros
Esses daí podem incomodar. Você já deve saber que os cookies também são usados para que uma determinada entidade possa monitorar a sua atividade na Internet. Assim, redes de publicidade descobrem quais são os seus interesses, exibindo anúncios que condizem com eles.

O modo mais fácil de escapar da ameaça é desabilitando o armazenamento desses arquivos. No entanto, eles servem para muitas coisas úteis, e um grande número de extensões depende deles para funcionar corretamente, tanto no Firefox quanto no Chrome. Logo, se correr o bicho pega e se ficar...

4. Anúncios que dançam e cantam
No primeiro exemplo, o mouse, acidentalmente, acaba passando por um anúncio no topo da tela. Não só ele cresce, como também começa a tocar um vídeo ou uma música. Por ser tão difícil de evitá-lo, acabo clicando nele sem querer. Isso já ocorreu centenas de vezes; em todas, minha insatisfação com o som que sai das caixinhas foi enorme.

No segundo exemplo, eu nem percebo que abri um site que possui uma dessas peças publicitárias. Já estou em outra aba quando noto que uma música está tocando. De onde vem? Eu não abri nenhum arquivo musical, nenhum vídeo. Demora um tempo até que eu reconheça a origem, e vou de janela em janela procurando o anúncio para poder fechá-lo.

Por favor, publicitários, esperem pelo clique antes de exibir um filme ou iniciar uma narração; ao levar o mouse até o espaço da propaganda, isso não significa que estou interessado, mas, ao selecioná-lo, aí sim, vocês podem comemorar que conseguiram o que queriam.

5. Sugestões de contas a seguir no Twitter e amigos no Facebook
Eu entendo. São redes sociais e se você é novo nelas é muito mais fácil adicionar alguns amigos e, depois, ir selecionando as sugestões que o portal lhe dá. De fato, chega a ser conveniente.

No entanto, para quem está no Facebook há um tempo, essa lista passa a ser uma coleção de conhecidos com os quais não quero contato. Convenhamos, se você e um outro têm 100 amigos em comum e, mesmo assim, não se adicionaram na rede, existe um motivo para isso, algo que a rede de Zuckerberg é incapaz de entender.

6. Sites que tocam vídeo e áudio automaticamente
Essa é similar à reclamação dos anúncios. Em geral, ao visitar um site de notícias, por exemplo, escolho as manchetes que mais me interessaram e as abro em abas diferentes. Quando um barulho que não me é familiar começa, tenho que investigar página por página para ver qual é a responsável. Veja bem, se eu quiser assistir a um vídeo, eu clicarei nele; o conteúdo não precisa iniciar automaticamente, sou capaz de fazê-lo tocar por conta própria.

Fonte: IDG Now!

quarta-feira, 15 de dezembro de 2010

Le voyeur, le gauche

Tags: literatura, sexo, sensual.
Maria José era a prostituta mais sensual da boate Scorpions, corpulenta, seios fartos (no meio se perdia uma estrela de Davi), tinha o rosto menos atraente, mas não deixava de ser belo, uma boca enorme, sempre emplastrada de batom vermelho, um nariz muito bem feito, uma orelhinha minúscula, na qual ai pendurado um grande brinco de argola. Todas essas características tomava seu rosto apresentável, fazia-o exótico, além da medalhinha enfiada no meio dos peitos, destacava-se assustadoramente seu groso pescoço, que na maioria das vezes estava molhado de suor.

O campeão de destaque era mesmo sua apetitosa anca, coberta sempre por um longo vestido vermelho, tudo isso me deixava insano de desejo, principalmente quando ela se aproximava das mesas, aquele cheiro de mulher vulgar, que deita com os homens por dinheiro e mais seu linguajar chulo inundava todo o salão e induzia todos a sonhar, principalmente eu que estava louco por aquela puta, apaixonado mesmo, diziam que ela era um furacão na cama, submetia-se a tudo e mais um pouco. Mas acabei nem falando com ela, por medo, e a noite terminou com uma polução.

Previsões para a área de TI em 2011

As redes sociais, a mobilidade e o serviços de cloud computing constituirão o novo paradigma das tecnologias de informação.

Os gastos globais com TI vão aumentar 5,7% em 2011, levando o patamar de despesas com TI para os 1,6 bilhão de dólares. E duas tendências fortes contribuirão para isso: a popularização da computação móvel na área corporativa, e o uso de redes sociais. Os mercados emergentes vão contribuir com mais de metade do crescimento global do mercado de TI. O segmento de hardware crescerá 7,8%, impulsionado pelos segmentos de software (que crescerá 5,3%) e de serviços (mais 3,5%). O mercado de outsourcing crescerá 4%.

As despesas com serviços informação na “nuvem” representarão 15% do total e crescerão cinco vezes mais que outros segmento, experimentando taxas superiores a 30% em muitos marcados, em comparação a 2010.

Na área da computação móvel, o setor passará a produzir mais smartphones, tablets, e outros dispositivos inteligentes nos próximos 18 meses. No campo das aplicações móveis haverá uma verdadeira explosão. Mais de um milhão de aplicações serão disponibilizadas nas lojas online Apple e Android. O número de downloads deverá pular de 10 mil milhões de 2010 para 25 mil milhões em 2011, revolucionando as formas de consumo de conteúdos e serviços.

Em termos de software social empresarial, os últimos 18 meses foram testemunha de uma enorme dinâmica, que deverá continuar, com uma taxa composta anual de crescimento de 38% até 2014.

Outras tendências:

- Os mercados emergentes, liderados pela China, irão crescer a um ritmo 2,6 vezes superior ao dos mercados desenvolvidos, representando 27% do mercado, mas contribuindo com mais de 50% do crescimento anual global;
- 80% das novas soluções de software serão disponibilizadas na “nuvem”;

- A explosão da mobilidade está em curso com a produção de enormes volumes de terminais, novos formatos e novas aplicações. Perto de 330 milhões de smartphones e 42 milhões de tablets serão vendidos em todo o mundo em 2011;

- As redes de banda largaterão o reforço da chegada das redes móveis de quarta geração. Metade dos 2,1 mil milhões de pessoas que usam regularmente a internet o farão usando dispositivos móveis inteligentes, como smartphones e tablets;

- O universo da informação digital crescerá quase 50% – chegando aos 1,8 mil milhões de gigabytes – impulsionando a procura de infraestruturas adequadas para a sua disponibilização, bem como a procura de soluções analíticas adequadas para tratamento de enormes volumes de dados em tempo real. Os gastos com infraestrutura para serviços na “nuvem” constituirão 12% das despesas globais de infraestrutura de TI , chegando ao 20% em 2014.

Fonte: IDG Now!

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