quinta-feira, 30 de dezembro de 2010

Antivírus gratuitos são tão bons quantos os pagos

Parece-me que no caso dos antivírus o dito popular que tudo que é gratuito não presta foge a regra, pois os antivírus gratuitos, atualmente, são tão confiáveis quantos os pagos. Eu mesmo nunca comprei um antivírus, sempre usei os gratuitos: primeiramente o AVG, atualmente estou com o AVAST. Apesar de McAfee e Symantec serem as marcas mais citadas pelos usuários quando o assunto é proteção de dados, no entanto 42% dos antívirus instalados são gratuitos.

E também sejam as marcas mais reconhecidas quando o assunto são os softwares de segurança, na prática, o que domina mesmo o mercado são os antivírus gratuitos. Isso é o que revela uma pesquisa realizada por uma empresa de software de proteção de dados.

De acordo com a pesquisa, 42% dos softwares instalados são gratuitos. Desses, o mais popular é a versão free do Avast Antivirus com 11,45%, seguido pelo Avira AntiVir Personal Free Antivirus (9,2%) e o AVG Anti-Virus Free (8,6%). O Microsoft Security Essentials aparece em quarto lugar, com 7,5% de participação.

O primeiro antivírus pago só aparece na quinta posição. É a versão profissional do Avast, que é paga, com 5,4% do mercado, seguido pela Kaspersky Internet Security (4,5%) e o Norton AntiVirus (4,2%).

De acordo com o relatório, o fato se deve principalmente à qualidade dos produtos gratuitos que ganham a preferência do consumidor e dispensam os serviços pagos.

Fonte: Olhar Digital

quarta-feira, 29 de dezembro de 2010

Direitos e deveres dos internautas

Teste seus conhecimentos sobre direitos e deveres dos internautas.
Embora o Brasil careça de leis para situações específicas da internet, muitas leis existentes podem sim ser aplicadas no mundo virtual. Você sabe se pode gravar uma conversa do MSN sem comunicar os demais participantes? E uma rede Wi-Fi que está sem senha – ela pode ser acessada livremente? Confira o quiz e teste seus conhecimentos jurídicos.

Vale lembrar que o quiz tem caráter meramente educacional e não vale como aconselhamento jurídico. Casos específicos podem fazer valer leis ou interpretações diferentes, ou as leis podem mudar. Na dúvida, consulte um profissional.



Fonte: G1 - Tecnologia e Games

10 celulares de sucesso lançados em 2010

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O celular há algum tempo atrás ele era restrito a classe média alta, suas funções eram restritas e somente quem realmente precisava era quem tinha, pois também seu valor não era nada acessível. Com o passar do tempo eles foram diminuindo, ficando cada vez melhores em questão de funcionalidade e mais baratos. Atualmente quem não tem celular está um passo atrás no meio social. Hoje em dia vimos aparelhos sendo vendidos pela internet, lojas em todos os lugares. O mercado de celular está sempre inovando e se atualizando, com muitos lançamentos, no ano de 2010 não foi diferente:

Samsung Galaxy SSamsung Galaxy S - Top de linha da fabricante sul-coreana, smartphone se diferencia da concorrência pela tela AMOLED e por funcionar como roteador Wi-Fi, compartilhando a internet 3G com outros dispositivos móveis.

iPhone 4iPhone 4 - A quarta geração do smartphone da Apple chegou com videochamada, multitarefa e problema na antena.


Nokia C3Nokia C3 - Um dos smartphones mais básicos lançados no ano, dá acesso a e-mail, chat, Facebook e Twitter "para todos".


LG Optimus OneLG Optimus One - Smartphone com chip de núcleo duplo chegou prometendo ser um dos mais potentes do mercado, permitindo realizar mais tarefas simultâneas e multimídia no celular.


Samsung WaveSamsung Wave - Smartphone roda a última versão do Bada. Além de gravar vídeos em HD, aplicativo Social Hub reúne dados da agenda telefônica, redes sociais, mensagens instantâneas e e-mail em um layout unificado.


Motorola DefyMotorola Defy - Smartphone à prova de choque da Motorola promete resistência à água, poeira e quedas.


Nokia N8Nokia N8 - Smartphone roda a versão mais recente do Symbian e tem câmera de 12 megapixels, além de gravar vídeos em HD.


Nokia N900 Nokia N900 - Misto de tablet e smartphone, é o primeiro aparelho celular da Nokia que roda sistema operacional Maemo, baseado no Linux. A fabricante lançou o aparelho prometendo a "mesma experiência do PC".


Nexus SNexus S - Lançado em parceria entre o Google e a Samsung, smartphone é uma evolução do Galaxy S, roda a versão mais recente do Android, a 2.3, e com processador de 1 GHz promete ser um dos mais rápidos do mercado.


Milestone 2Milestone 2 - Smartphone da Motorola pode ser usado como um ponto de acesso sem fios para até cinco dispositivos Wi-Fi simultaneamente.


Fonte: Terrra - Tecnologia

terça-feira, 28 de dezembro de 2010

Entenda como funciona o trabalho de uma auditoria

Fonte: UOL Notícias – SP
Data: 27 de Dezembro de 2010
Carlos Iavelberg

A legislação brasileira determina que algumas empresas são obrigadas a passarem por uma auditoria externa e independente.

As instituições financeiras devem ser submetidas a auditorias a cada seis meses. Já as empresas de capital aberto (com ações negociadas em Bolsa) são auditadas uma vez ao ano.

As empresas de seguro também devem ser auditadas uma vez ao ano, assim como todas as empresas classificadas como de grande porte (com faturamento superior a R$ 300 milhões por ano ou que tenham ativos totais superiores a R$ 240 milhões).

O primeiro passo de uma auditoria externa é analisar o controle interno da empresa.

“O auditor vai conhecer a atividade do seu cliente: que tipo de negócio ele faz, como ele faz o seu negócio e vai interpretar as normas de contabilidade aplicáveis para aquele caso”, afirma Guy Almeida Andrade, integrante do Conselho de Administração do Ibracon (Instituto dos Auditores Independentes do Brasil).

Segundo Andrade, ao analisar o controle interno, a auditoria vai querer saber onde estão os maiores problemas. “Com isso, o auditor vai poder analisar onde há riscos e quais são os controles que minimizam os riscos.”

Ou seja, uma determinada operação financeira pode ter um risco alto de erro ou de fraude, mas o controle feito pela empresa é bom. Neste caso, o auditor, em tese, poderia ficar mais “tranquilo”.

Outra operação, por sua vez, pode possuir um alto risco alto e controle ruim, caso que deveria receber mais atenção por parte da auditoria.

Amostragem

Com base nesse levantamento inicial, o auditor solicita à empresa uma amostragem dessas operações para serem analisadas. O trabalho nunca passa por 100% das transações.

É aqui que está um dos pontos falhos da auditoria. “Muitas vezes, é possível que haja uma ou duas operações que são irregulares e, por azar, não caíram na amostragem do auditor. Aí o auditor nem vai pedir documentos daquela operação”, explica Luis Fernando Camargo, professor do Insper e ex-funcionário das auditorias Deloitte e da PricewaterhouseCoopers.

Em teoria, se o trabalho de identificação de riscos for bem conduzido, a auditoria está sujeita a de deixar passar apenas erros em operações de pequeno porte. “Valores relevantes têm de cair na nossa amostra”, afirma Andrade, do Ibracon.

Outro problema que pode ocorrer é a empresa apresentar documentos falsos. Recentemente, o banco Fator, que auditou o PanAmericano para a Caixa Econômica Federal junto com a KPMG, acusou a instituição de Silvio Santos de fazer isso.

“O sujeito pode apresentar um documento falso. Aí vai depender da experiência do auditor identificar que aquele documento não é verdadeiro”, afirma Camargo.

A empresa também não pode se negar a fornecer documentação. “Tudo o que o auditor quiser ver, ele vai pedir para o cliente. Se o cliente se negar a mostrar, o auditor pode considerar que há uma limitação em seu trabalho”, diz Andrade.

Segundo Ana Maria Elorrieta, presidente da Diretoria Nacional do Ibracon, se o auditor identificar que uma negociação foi contabilizada no momento errado, ele deve solicitar à empresa que adote as correções necessárias.

“Se depois disso o auditor concluir que ainda não foram feitas essas correções e que há uma distorção relevante nas demonstrações financeiras, ele fará seu relatório de auditoria como um caminho para ele se expressar”, afirma Elorrieta.

No relatório, o auditor irá dizer se as operações analisadas estão dentro da legislação e das normas contábeis ou não.

Como economizar na hora de imprimir

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Se você anda procurando formas de economizar papel e tinta de impressora, provavelmente já esbarrou nas sugestões óbvias como “só imprima o necessário” e “salve em PDF em vez de imprimir”. E para documentos que você não pretende guardar ou usar para fins escolares ou corporativos, é possível imprimir no verso de uma folha já impressa. Mas além destas idéias. há vários truques de software para tornar suas impressões mais eficientes.


Formate os documentos

As margens de um documento podem variar de acordo com o software que você usa, mas na maioria dos casos é possível reduzí-la para colocar mais conteúdo em uma página. No Microsoft Word 2010, por exemplo, clique na aba Layout de Página. Clique na seta para baixo ao lado do ícone Margens. Escolha “Margens Estreitas”, que são margens com 1,27 cm de largura em todos os lados, ou clique em “Customizar Margens” e escolha você mesmo um tamanho. Você também pode reduzir o tamanho das fontes ou mudar a fonte. Mesmo com tamanhos idênticos, fontes diferentes ocupam espaço forma diferente.

Use menos espaço entre os parágrafos. Na caixa de diálogo Parágrafos no Word, você pode escolher o espaçamento entre as linhas: simples, intermediário ou duplo. Como alternativa, você pode usar espaçamento simples em todas as linhas e usar a opção “Após” para reduzir a quantidade de espaço entre os parágrafos. Experimente o tamanho 6 para começar.

Maximize uma folha de papel

Se seus documentos são curtos, você pode imprimir duas ou mais páginas em uma única folha de papel. No Word, procure a opção “Páginas por folha” (Pages per sheet, em inglês) na janela de impressão. Mas cuidado: como o texto será reduzido, você precisará de bons olhos para ler o resultado.

Você também pode imprimir múltiplas planilhas do Excel em uma única página. Nossas instruções são para o Excel 2010, mas outras versões são similares. Na janela Visualização da Impressão (Print Preview) há uma opção chamada Dimensão da página (Page Scaling). Selecione “Colocar a planilha em uma página” ou uma opção para colocar todas as colunas ou todas as linhas em uma página.

Para imprimir múltiplos slides do PowerPoint em uma única página, use a opção “Empilhado” (Tiled) na janela de impressão. Se seus slides forem compostos de listas com letras grandes, mesmo reduzidos eles serão fáceis de ler.

Por fim, para imprimir apenas o que interessa em uma página web experimente o serviço gratuito em www.printwhatyoulike.com. Basta digitar a URL do site que você deseja imprimir e o serviço permite eliminar propagandas e imagens desnecessárias e selecionar só o que importa. Há um “bookmarklet” para facilitar o serviço, que funciona praticamente em qualquer navegador e sistema operacional.

Fonte: PC World

segunda-feira, 27 de dezembro de 2010

Lista de tarefas online

agenda online, agenda virtual.
Com essa vida corrida e agitada que levamos hoje em dia, não é raro esquecermos de algum aniversário de amigo, de uma tarefa importante do trabalho ou até de passar no supermercado, não é mesmo? Por isso, muitas pessoas têm adotado o que chamamos de sistemas que gerenciam listas de "to do" (coisas a fazer, em inglês).


Uma excelente opção para essa tarefa é o site Remember The Milk, que traduzido, seria algo como "lembrar do leite". Esse site permite que você crie uma lista de tarefas a fazer.

registre-se-se no Remember The Milk

Apesar do nome em inglês, o site já está todo traduzido para o português do Brasil e é bastante simples de utilizar. Ele se integra com o Google Calendar, com o Twitter, com o celular e até com o Microsoft Outlook. Para usar os serviços, é só se cadastrar, gratuitamente, no site. Para isso, você pode inclusive utilizar a sua conta do Google, usando o seu Gmail.

Ele organiza as tarefas em "marcadores" (tags) que você pode incluir e excluir, já que alguns são padrão, como "trabalho", "estudo", "casa" e "pessoal".

E você? Como faz para gerenciar e principalmente lembrar de suas atividades? Usa uma agenda de papel mesmo? O Outlook ou Gmail?

Deixe seu comentário abaixo!

Clique para Acessar o Remember The Milk





Fonte: O Globo/Blogs

domingo, 26 de dezembro de 2010

5 mitos sobre a Apple

A maça mordida da Apple é o símbolo do pecado.
Como muitas outras companhias de tecnologia bem-sucedidas, a Apple é um magneto de mitos. Há uma razão simples para isso: a companhia baseada em Cupertino, na Califórnia, está envolvida por segredos. A mídia e os fóruns de mensagens da Internet estão repletos de rumores sobre o próximo produto a ser lançado pela Apple - um segredo guardado mais rigorosamente do que as mudanças nas tramas contidas no próximo romance de Dan Brown.


Placa no campus da Apple, em Cupertino, CalifórniaA mística cercando a companhia é tanto justificável quanto duramente merecida. A Apple foi fundada em 1976 e encontrou sucesso rapidamente com a invenção do computador pessoal Apple I. Contudo, foi o advento do Macintosh, em 1984, (e o clássico comercial de tevê que o lançou) que tornaria a Apple famosa.

Não duraria muito, porém: tensões entre o co-fundador Steve Jobs e o presidente e CEO John Sculley levariam à saída de Jobs no ano seguinte. Jobs não retornaria à Apple até 1997 - enquanto a companhia estava no meio de um pronunciado declínio.

O iMac mudou a maneira como o usuário via o computador domésticoEsse declínio pode ter sido fortuito, já que ninguém viu o iMac chegando. Ninguém previu o impacto revolucionário do iPod e do iPhone também. Como um resultado desses produtos insanamente bem-sucedidos, a Apple aguarda fielmente a conferência anual MacWorld como se Steve Jobs fosse um oráculo divino em vez de um homem de negócios extremamente inteligente com um guarda-roupa bastante limitado.

Apesar do status de astro de rock da Apple no mundo da tecnologia, ainda há muito que nós não sabemos sobre a companhia. Aqui nós desbancamos cinco mitos sobre a Apple, sem nenhuma ordem em particular.

1. A Apple vai cair fora do negócio

A maior piada que corre nos círculos tech é que a Apple está saindo de cena há 33 anos. Por décadas, ela foi a discrepância do mundo da computação pessoal, agarrando, sempre que podia, uma minúscula fatia do mercado dominado pela Microsoft.

iPhone 3GS, que calou de vez a boca dos críticos: a Apple vendeu 4 milhões de iPhones no último trimestre de 2008Muitos dos lançamentos de produtos da Apple foram recebidos com escárnio pela comunidade do jornalismo de tecnologia. Muito dessa irritação era direcionado ao Newton, o primeiro tablet PC com reconhecimento de escrita produzido comercialmente e que acabou sendo uma bomba comercial. Inovação pode ser custosa, e para alguns jornalistas, a Apple está sempre a um passo (falso) da falência

Como aconteceu recentemente em 2007. Críticos desprezaram o novo iPhone da Apple (e seu preço de venda) alegando que ele era "nada mais do que uma bugiganga luxuosa que teria apelo para alguns poucos maníacos por gadgets". No último trimestre de 2008 - vários meses depois da atual recessão - a Apple vendeu 4 milhões de iPhones, representando um aumento de 88% sobre o mesmo período do ano anterior.

O críticos também vêm predizendo há muito tempo que a Apple vai ser colocada para fora do mercado de hardware para computadores, forçada - em vez disso - a se focar em software e eletrônicos. Previsões recentes dizem que a Apple vai parar de fazer computadores Macintosh em 2010.

Nesse meio tempo, a Apple despachou 25% mais Macintoshs em maio de 2009 do que em 2008. Como comparação, o mercado de computadores pessoais em geral só aumentou a remessa em 1% sobre o mesmo período. Os Macs agora contam com sólidos 9% do mercado americano de PCs, comparados aos 6% de dois anos atrás.

Até os críticos mais duros da Apple encontrariam dificuldades para descobrir algo a que criticar sobre esses fatos.

2. Steve Jobs é a Apple. Ela não sobrevive sem ele

Steve Jobs é sinônimo do sucesso da Apple. Quando ele voltou para a companhia em apuros, em 1997, como CEO interino deois de ter sido expulso em um golpe do conselho e 185, ele liderou ao mítico ressurgimento da Apple que ainda continua até hoje.

Jobs é tech guru de jeans e camisa de gola rulê pretos que toma o palco da MacWorld todo ano para apresentar ao mundo alguns dos mais inovadores gadgets da computação e eletrônicos das últimas duas décadas, incluindo os originais iMac, iPod e iPhone.

Quando Jobs se afastou em janeiro de 2009 para uma ausência de seis meses devido a um sério - e não revelado - problema de saúde, o homem e sua companhia ganharam as manchetes do mundo todo. Seria possível à Apple sobreviver sem seu carismático gênio como CEO?

Steve Jobs: ele gera polêmica, tem crises de chefe carrasco, mas faz parte da história da informática.A maioria dos especialistas acreditam não haver dúvidas de que a Apple pode continuar sem Jobs. Por um motivo: é fácil esquecer o fato de que Jobs não concebeu ou projetou a maioria dos grandes hits da Apple. Jonathan Ives, vice-presidente sênior de desenho industrial, leva o crédito pelos iMacs originais, pela rodinha de navegação do iPod e pelo iPhone 3G. E todos aqueles memoráveis comerciais e campanhas de marketing da Apple? Você se lembra dos anúncios "Switch" e "Mac versus PC", que circularam nos EUA, mas ganharam o mundo na Internet? Eles foram cria de Phil Schiller, vice-presidente sênior de marketing global.

mais importante, a Apple de 2009 é muito diferente da Apple que Steve Jobs salvou em 1997. Graças a Jobs, a Apple tem visão clara, marca forte e uma legião de leais seguidores. Mesmo sem Jobs, a companhiaestá em solo seguro - ou tão seguro quanto as coisas acontecem na indústria de tecnologia - por um longo tempo ainda.

3. Computadores Mac e Windows são incompatíveis

Com todo o debate "Mac versus PC" acontecendo nos blogs, nos fóruns de discussão e nos comerciais de TV, é fácil assumir que computadores Mac e Windows são tão diferentes quanto são completamente incompatíveis.
MacBook Pro com Snow Leopard, totalmente compatível com Windows
É verdade que PCs Mac e Windows rodam sistemas operacionais diferentes. Macs usam o OS X, baseado em Unix, enquanto as máquinas Windows usam, bem, Windows. Mas isso não significa que os dois sistemas operacionais falam línguas completamente diferentes.

Para iniciantes, quase todas as aplicações de software comuns rodam tanto em Macs quando em Windows. Isso inclui o Microsoft Office (Word, Excel, PowerPoint e Outlook), a maioria dos grandes navegadores (Firefox e Safari - o Internet Explorer deixou de ser desenvolvido para Mac na versão 5), o Adobe Photoshop e até o iTunes. Isso quer dizer que usuários de Mac e PC podem compartilhar quase todo tipo de arquivo ou documento. E mais, Macs e PCs podem rodar facilmente na mesma rede doméstica ou corporativa.

Para usuários, as maiores diferenças entre os dois são cosméticas e semânticas. Um usuário de muito tempo de Windows pode olhar para um Mac e perguntar "Onde está o meun Iniciar? Por que as aplicações não fecham quando eu clico no X? Que diabos é o Finder?".

Parte da confusão vem de diferentes formas que os dois sistemas abordam menus. No Mac, o menu da principal aplicação está sempre no topo da tela, separada das janelas da aplicação ativa em si. Por isso, mesmo quando você fecha as janelas do navegador no Mac, a aplicação que você está usando ainda está rodando. Você tem de selecionar
"Quit" para fechar a aplicação completamente.

O grande lance é que você não tem nem mesmo de escolher entre Mac e PC mais: a Apple oferece uma aplicação chamada Boot Camp que permite que você rode Windows no seu Mac.

4. Os preços dos produtos da Apple não são muito altos

Esse é um mito perpetuado pelo talentoso departamento de relações públicas da Apple e repetido pelos zelotes da Apple em torno do mundo. A Apple não se esquiva do fato de que, em média, seus produtos custam mais que os similares feitos por outros fabricantes. Em vez disso, ela afirma que seus produtos são tão superiores que eles valem o preço cobrado.

A família de iPods: usuário paga caro pelo design e pela qualidade AppleCompare, se puder, a perfeição minimalista do iPod aos deselegantes tocadores MP3 de plástico que vieram antes dele. Considere a mágica do tela de toque intuitivo do iPhone e os confusos menis indicativos de outros smart phones. Você se lembra quando viu o primeiro iMac? Ele botou fim naquelas caixas beges, não colocou?

Claro que as pessoas estão motivadas a pagar um pouco mais por um design superior e por uma experiência de usuário mais satisfatória. Mas quanto mais elas estão dispostas a pagar? Você não pode colocar um preço no estilo, mas pode dar preço ao hardware.

Quando você compara um MacBookPro com um latop Dell com as mesmíssimas especificações de hardware, o Mac custa cerca de R$ 2.000 a mais. Vale a pena pagar mais de 50% pelo MacBook só para colocar as mãos no Mac OS X? A Microsoft chama isso de "Imposto Apple". A Apple chama isso de apenas mais um mito.

5. A Apple é amiga do código aberto

No folclore da computação, a Microsoft é a besta monopolista que esmaga as aspirações criativas e empreendedoras de pequenos desenvolvedores de código aberto (ou não proprietário). a Apple, por outro lado, é um dos mocinhos. Isso bem pareceria verdade, já que o OS X está construído sobre a o kernel do FreeBSB, escrito pela comunidade open source, e o Safari usa a tecnologia de código aberto chamada Webkit.
Open Source significa Código Aberto
A ironia é que a Apple, a amiga do código aberto, é agora vista por muitos especialistas em eletrônica como mais proprietária que a Microsoft. A reclamação, ecoada por muitos desenvolvedores de software de código aberto, é que a Apple constroi seus produtos usando a melhor tecnologia open-source existente e em seguida os fecha para o público atrás de caixas plásticas hermeticamente seladas e equipes de advogados.

Por exemplo, os advogados da Apple recentemente pressionaram um pequeno grupo de programadores Linux a parar as discussões online sobre engenharia reversa do iTunes para descobrir como fazer o Ipod funcionar com outro software que não o iTunes. A Apple diz que isso é ilegal.

A empresa quer apenas que o iPod funcione com o iTunes e que os usuários do iPhone apenas baixem novos aplicatibos através de sua própria App Store. Isso é altamente frustrante para desenvolvedores que têm de vencer a instável aprovação da Apple antes que eles possam distribuir seu software a milhões de consumidores receptivos.

Em um caso recente, a Apple rejeitou um leitor de e-book para o iPhone porque ele poderia acessar uma versão em texto do Kama Sutra - com ilustrações - e o navegador Safari embutido no iPhone já tinha essa capacidade. A Apple também foi à Justiça contra uma empresa de tecnologia da Flórida depois que esta tentou vender computadores baratos com partes de PCs comuns que rodavam OS X.

Fonte: HowStuffWorks - Informática

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