segunda-feira, 31 de janeiro de 2011

Entenda as especificações dos HDs

Hardware,hd-250gb-sata2-seagate-7200-rpm.
Os discos rígidos são componentes básicos de qualquer PC. Infelizmente a maioria dos usuários só se preocupa com a capacidade do HD. Na verdade existem outras especificações dos HDs que são muito importantes. Mas quem teve a curiosidade de checar as especificações de um HD na página do fabricante na Internet, deve ter percebido que os termos são muito complicados além de estarem todos em inglês. Isto não quer dizer que não nos devemos preocupar com as características de um HD. Muitas vezes, comparando as especificações de um disco com a de outro semelhante, descobrimos que um pode possuir grandes vantagens em relação ao outro. O grande problema é entender o que quer dizer cada termo. Este post descrever de maneira simples as principais especificações dos HDs de modo que a sua escolha HD não seja considerada trabalho para especialistas em hardware.

Hard Disk
Fator de Forma (Form Factor)

O fator de forma define as dimensões físicas de um disco rígido. Atualmente a maioria dos discos rígidos têm largura de 3,5 polegadas. Mas já existiram discos rígidos de 5,25 polegadas de largura e até mais. Além da largura existe também a questão da altura. Enquanto quase todos os HDs de 3,5 polegadas ocupam apenas uma “baia” para discos de 3,5 polegadas, alguns discos de 5,25 polegadas (muito antigos) podiam ocupar até duas “baias” de 5,25 polegadas. É bom lembrar que os drives de 3,5 polegadas também podem ser montados em baias de 5,25 polegadas se usarmos adaptadores (chamados comumente de “frames”). E também existem os drives de 2,5 polegadas de largura e ultra finos. Estes tipos de drives são encontrados normalmente em Notebooks.

Interface

A interface nada mais é que o tipo de controladora que o HD utiliza. Atualmente os HDs são divididos em dois grandes grupos com relação à sua Interface. Temos os HDs no padrão IDE/ATA e os no padrão SCSI. Quase sempre os HDs com a interface SCSI têm melhor desempenho que os no padrão IDE. Dentro destes grupos ainda existem várias subdivisões. Toda vez que um novo HD super rápido chega mercado os fabricantes têm que melhorar a taxa de transferência da Interface. Uma Interface rápida com HD lento não tem como prejudicar o desempenho do HD, mas o contrário, isto é, uma interface lenta com um HD rápido, acaba com o desempenho do mesmo. Os HDs com interface no padrão IDE/ATA são divididos em HDs no padrão PATA (Parallel ATA) e HDs no padrão SATA (Serial ATA). Quase todos os HDs no padrão IDE/ATA atualmente disponíveis no mercado seguem a especificação SATA (1 ou 2). O padrão SATA1 pode atingir taxas de transferência de até 150 MB/s. Já os HDs no padrão SATA2 podem alcançar taxas de transferência próximas a 300 MB/segundo. Os HDs no padrão SCSI não ficam para trás. Existem HDs no padrão SCSI que podem chegar até 320 MB/segundo ou mais. É claro que estes são valores máximos (“de pico”). A taxa de transferência “média” costuma ser bem abaixo desta.

Densidade (Density)

A densidade tem a ver com a concentração de informação que podemos ter no material magnético do disco. Assim, quanto maior for a densidade de um disco, maior será a capacidade deste disco de armazenar informações. A densidade de um disco rígido é definida pela quantidade de informação que pode ser armazenada em uma trilha do mesmo. A densidade também pode afetar o desempenho do disco, pois quanto maior for a informação contida em um espaço do disco, mais informação será lida pela cabeça de leitura do HD em menos tempo. Isso vai aumentar a taxa de transferência do disco rígido. Desta forma podemos dizer que um disco rígido com maior densidade e menor velocidade de rotação pode sim ser mais rápido que um HD com velocidade de rotação maior, mas com menor densidade.

Velocidade de rotação dos discos (Rotational Speed)

A definição de velocidade de rotação dos discos é óbvia: é o número de rotações por minuto que os discos magnéticos do HD podem alcançar. Os primeiros HDs no padrão IDE só conseguiam chegar a cerca de 4000 rpm (rotações por minuto). Atualmente os discos rígidos IDE/ATA chegam a 7200 e até a 10000 rpm. Já os discos no padrão SCSI costumam ter maiores valores para velocidade de rotação, chegando a 10000 e até a 15000 rpm. Existe um problema sério com HDs que possuem velocidades de rotação de 7200 rpm ou mais. Trata-se do aquecimento. Com a rotação elevada, estes HDs atingem temperaturas muito elevadas no interior do gabinete. Este calor pode prejudicar o funcionamento do HD e até do microcomputador como um todo. Recomenda-se o uso de refrigeração especial dedicada aos HDs no caso destes HDs mais rápidos. Uma curiosidade: se dois HDs tiverem a mesma velocidade de rotação e a mesma densidade, mas possuírem fatores de forma diferentes (por exemplo: 2,5 polegadas e 3,5 polegadas), o HD maior será mais rápido na média. Isto porque as suas trilhas mais externas terão maior velocidade linear que as trilhas externas do HD menor.

Capacidade (Capacity)

A capacidade é a característica que a maioria dos usuários escolhe primeiro em um disco rígido. Todos querem o maior HD possível, para “enchê-lo” com seus arquivos, músicas, etc. Neste ponto só devemos tomar um cuidado básico: verificar se o BIOS da placa-mãe consegue reconhecer a capacidade total do disco rígido. Placas-mãe mais antigas possuem BIOS que têm problemas para reconhecer HDs maiores. Vale a pena checar no site do fabricante da placa-mãe se é possível fazer um atualização de BIOS que permita que o mesmo reconheça o HD maior. Este tipo de problema só ocorre com discos no padrão IDE. Isto porque o padrão SCSI exige uma controladora específica que possui a capacidade de definir corretamente as características de capacidade de quaisquer discos rígidos SCSI que estejam “plugados” à ela. A capacidade é importante porque quanto maior for o HD menor deverá ser seu preço relativo. Eu explico melhor: Um HD de 80 GB custa cerca de R$ 100,00, enquanto um HD de 250 GB custa R$ 150,00. Assim o preço por gigabyte do primeiro HD é bem maior que do segundo HD. É por isso que costumamos recomendar a compra do maior HD que seu dinheiro puder comprar!

hard_disk-500x370

Latência e tempo de busca (Latency and Seek Time)

A latência é o tempo necessário para que os discos girem até que a informação esteja posicionada em baixo das cabeças de leitura e gravação do disco rígido. Já o tempo de busca é o tempo que as cabeças de leitura tem que gastar para poder começar a ler a informação. A combinação destes dois tempos nos dá o tempo de acesso total à informação contida em determinada parte do disco, que é o nosso próximo tópico. É claro que os HDs com maior velocidade de rotação terão uma latência menor.

Tempo de acesso (Access time)

Este item é um dos itens mais importantes em que devemos prestar atenção na hora de escolher um disco rígido. Quanto menor for o tempo de acesso de um disco rígido menor será o tempo gasto para recuperar uma informação armazenada neste disco. O tempo de acesso médio é definido com a média de todos os tempos de acesso existentes no disco. O tempo de acesso médio é uma medida mais real que o menor tempo de acesso. O menor tempo de acesso é quase sempre obtido pelas trilhas mais próximas ao local onde as cabeças do disco rígido ficam em estado de espera. Existem vários programas medidores de desempenho que conseguem verificar o tempo médio de acesso de um disco rígido.

Buffer

O buffer é uma pequena quantidade de memória RAM colocada dentro da parte eletrônica dos HDs mais modernos. No buffer ficam armazenados os dados mais solicitados daquele HD. Desta forma, ao invés de ser feita uma leitura eletromecânica do disco é feita uma transferência eletrônica de determinados dados. Isto aumenta em muito o desempenho do disco. Quanto maior for um buffer de um HD melhor será seu desempenho global. Por analogia, podemos dizer que o buffer está para o HD assim como a memória cache está para a memória RAM. Os valores típicos de buffer para os HDs são 512 KB, 1 MB, 2 MB, 8 MB e 16 MB. Aliás, muitas vezes o buffer é chamado de cache do HD.

Tempo médio entre falhas (MTBF – Mean Time Between Failures)

O tempo médio entre falhas teoricamente mede a quantidade de horas ininterruptas que o disco rígido deve funcionar sem problemas. Na verdade, o MTBF, é uma medida de confiabilidade do HD. Um HD com MTBF de 500.000 horas não vai funcionar por mais de 50 anos! Mas ele terá uma confiabilidade maior que um HD com MTBF de “apenas” 200.000 horas. Na verdade, a grande maioria dos HDs já estará obsoleta quando o seu período de MTBF expirar, mas o MTBF nos dá uma medida de confiança do HD.

Taxa de transferência (Transfer Rate)

A taxa de transferência de um HD pode ser classificada em três tipos:

Taxa de transferência Interna
É a taxa que os discos podem transferir informação (dados) para as cabeças de leitura e gravação do disco rígido e vice-versa.

Taxa de transferência Externa
É a taxa máxima que a interface pode obter. Com o uso de buffers, conseguimos taxas de transferência externas de até 133 MB/segundo em HD no padrão PATA e 300 MB/segundo no padrão SATA.

Taxa de transferência sustentada
É a taxa que a informação consegue ser transferida do HD para a placa-mãe de um modo constante durante um determinado período de tempo. É uma associação entre a taxa de transferência interna e a taxa de transferência externa. Esta é, na realidade, a única taxa que interessa.

É claro que a taxa de transferência sustentada de um HD é função de vários fatores vistos anteriormente, tais como tempo de acesso, Buffers, Interface, etc. Discos rígidos no padrão SCSI costumam possuir taxas de transferência sustentadas melhores que os discos no padrão IDE. Isto porque os discos SCSI tem geralmente velocidades de rotação maiores, tempos de acesso menores, etc.

Tenho certeza que com este guia detalhado das especificações dos HDs você poderá deixar todos estes vendedores que acham que sabem alguma coisa de hardware de boca aberta. Espero que as informações do guia também ajudem na hora da escolha do disco rígido. Qual HD sua máquina é equipada, está sastifeito, pretendo colocar um com capacidade de armazenamento maior...? Deixei seu comentário!



Fonte: Guia do PC

sexta-feira, 28 de janeiro de 2011

As muitas funções da tecla Windows

Tecla Windows: veja do que ela é capaz.<br />Pouco utilizada pela maioria, ela pode facilitar a sua navegação.
Sabe aquela tecla com o logotipo do Windows, que fica entre o Ctrl e o Alt? Tecla Windows. Pois ela serve para bem mais do que simplesmente abrir o Menu Iniciar ao ser pressionada. Ela é uma ferramenta importante para navegar com mais agilidade pelo sistema operacional, nunca foi tão útil quanto no Windows 7. Basta combiná-la a outras, e se torna possível ativar diversos atalhos para várias funções. Confira no quadro abaixo alguns atalhos bastante úteis nos quais se usa a tecla do Windows.


Win+E - abre o Windows Explorer;
Win+D - minimiza todas as janelas e leva à área de trabalho. Caso todas já estejam minimizadas, o atalho abre todas as janelas novamente;
Win+F - abre a ferramenta de pesquisa do Windows;
Win+L - trava o computador. Como se estivese colocando-o em espera, ou trocando de usuário;
Win+M - minimiza todas as janelas;
Win+Shift+M - maximiniza janelas que foram minimizadas com o Win+M;
Win+R - abre a ferramenta Executar;
Win+F1 - abre a ajuda do Windows;
Win+Pause/Break - abre propriedades do sistema;
Win+Tab - navega entre as janelas abertas (somente Windows Vista com o Aero ativado);
Win+B - deixa ativo o primeiro aplicativo da barra de sistema;
Win+U - abre Central de Facilidade de Acesso (Gerenciador de utilitários).

No Windows 7, cada item na barra de tarefas é associado a um número. O mais perto do botão iniciar é o 1. O item logo em seguida é o 2, e assim sucessivamente. Se você apertar a tecla Windows + algum número, aquele programa vai para o primeiro plano. Já a combinação Windows + Shift + algum número vai executar uma nova janela daquela aplicação. Windows + T e você percorre pelos itens da barra de tarefas. E se você tem problemas com letras pequenininhas, experimente Windows e a tecla +. O zoom digital aproxima a região onde o mouse estiver repousado. Para voltar ao zoom original, é só apertar Windows e a tecla -.

Veja logo abaixo uma lista com outras dicas de como utilizar a tecla Windows:

Win+Home: Deixa aberta apenas a janela ativa
Win+Space: Todas as janelas ficam transparentes, e o usuário consegue enxergar o desktop
Win+Seta para cima: Maximiza a janela atual
Shift+Win+Seta para cima: Maximiza a janela atual na posição vertical
Win+Seta para baixo: Minimiza a janela / volta ao tamanho original se maximizada
Win+seta esquerda / direita: leva a janela para cada metade da tela
Shift+Win+seta direita / esquerda: Leva a janela para o monitor da direita ou da esquerda (em caso de monitor duplo)
Arrastar a janela para o topo: maximiza
Arrastar a janela para a esquerda ou direita: faz com que ela ocupe metade direita / esquerda da tela
Chacoalhar a janela com o mouse: minimiza tudo, menos a janela selecionada
No Windows 7, se você usar a tecla Windows com algum número, é possível interagir com as aplicações da taskbar. Por ex: Win + 4 vai abrir o 4. programa, contado da esquerda para a direita. Windows + Alt + 4 mostra o jumplist do mesmo aplicativo.
Shift+Win+número (1-9): Abre uma nova janela daquele aplicativo
Ctrl+Win+número (1-9): Alterna entre as janelas já abertas daquele aplicativo
Alt+Win+número (1-9): Abre a jumplist daquele aplicativo
Win+T: Passeia pelos ítens da taskbar
Win+B: mostra os aplicativos da direita da taskbar
Ctrl+Shift+N: Cria uma nova pasta no Windows Explorer
Alt+Up: Sobe um nível de pastas no Windows Explorer
Win+(+/-): Zoom in/out
Win+G: Alterna entre os gadgets da sua tela

Veja o vídeo abaixo:



Fonte: Olhar Digital

quinta-feira, 27 de janeiro de 2011

10 programas gratuitos para gravar CD e DVD

Boas opções de software gratuito para quem deseja gravar CDs e DVDs com musicas vídeos ou outros arquivos.
Há inúmeras opções de programas gratuitos para gravar CD e DVD disponíveis na Web. E cada um de nós temos uma preferência e quase sempre não trocamos por nada, considerando o qual utilizamos o melhor, que fizemos a escolha acertada, sem levar em conta de que podemos dispor gratuitamente de um aplicativo melhor para essa tarefa. Abaixo 10 programas gratuitos para gravar CD e DVD, quem sabe você encontre um que lhe atenda melhor as suas exigências do que o que você usa atualmente:


CDBurnerXP
CDBurnerXP
possui os principais recursos de gravação de disco, incluindo compatibilidade com mídias CD-R e RW, além dos padrões de DVD gravável e regravável. É possível criar CDs de áudio, discos de dados ou gravar diretamente em disco a partir de imagens ISO, com a opção de arrastar os arquivos desejados para a tela do programa. O programa não possui no entanto um modo de uso simplificado, que é mais fácil para o usuário leigo. Roda em Windows 2000, XP, Vista, 7. Clique aqui para baixar.


BurnAware
BurnAware Free
é um programa que apesar de ter um visual simples, até demais, esta ferramenta é fácil de usar e não requer muito tempo para conhecer seus comandos básicos. Todas as funções estão separadas por tipo de mídia que será utilizada. É possível montar CDs com dados diversos, ou um CD de boot, além de discos de MP3, ou áudio comum. Ele cria e grava imagens ISO de discos e também e fornece informações a respeito dos drivers. Se preferir utilizar o DVD, poderá inclusive montar um disco de vídeo para assisti-lo em um aparelho de mesa. Os discos Blu-Ray ainda não são muito utilizados para a gravação, por causa de seu alto preço. No entanto, caso você queira experimentar esta nova tecnologia, poderá utilizar o programa para gravar um disco de música numa mídia Blu-Ray. Infelizmente nesta versão do programa ainda não é possível criar um disco de vídeo neste tipo de mídia. Roda em Windows 2000, XP, Vista, 7. Clique aqui para baixar.


JetBee
JetBee
é um programa bem simples para a gravação de CDs e DVDs (incluindo Blu-Ray e HD DVD). Não disponibiliza muitas opções como adição de menus, ou mais de uma opção de dublagem ao mesmo vídeo, por exemplo. Por isso mesmo, ele é indicado para os usuários que desejam uma opção de programa fácil de usar e que não ofereça recursos tão avançados e que possivelmente demoram mais tempo para serem configurados. O programa permite a criação de todos os tipos de discos, sejam os de CDs, como DVDs. Você poderá gravar DVDs a partir de arquivos de vídeos, montar DVDs, utilizando arquivos ISO, ou criar discos de Dados. Além desses recursos, o programa também grava CDs de áudio, e ripa outros do mesmo formato. E estas são apenas algumas opções dentre as diversas que este aplicativo oferece. Se você tem algum tipo de problemas com a linguagem em Inglês, basta selecionar a opção em Português. Apesar de algumas palavras estarem traduzidas erroneamente, isto não dificulta o entendimento de menus e funções. Seu visual não é tão simples de operar, no entanto com algum tempo de uso, já será possível dominá-lo e aprender todas as funções. Roda em Windows 2000, XP, Vista, 7. Clique aqui para baixar.


ImgBurn
ImgBurn
é um ótimo programa para a gravação de discos em DVD e CD. Com um visual todo preenchido com ícones que são fáceis de entender, este aplicativo é bem recebido tanto por usuários avançados, como pelos novatos. Não é necessário conhecimento amplo com programas similares, pois como já foi dito anteriormente, o visual do software ajuda os usuários mais novatos. Como os ícones são auto-explicativos, basta clicar na opção desejada para que o programa exiba a próxima janela com as suas respectivas funções. Realize pequenos ajustes e mande executar. O tempo de gravação e criação de imagem irá depender do tamanho do arquivo e da velocidade de seu processador. Roda em Windows 2000, XP, Vista, 7. Clique aqui para baixar.


InfraRecorder
InfraRecorder
é uma ferramenta para gravação de CD e DVD. O software é uma opção gratuita e simples para os usuários sem prática na tarefa e precisam criar discos com conteúdo multimídia, como filmes e músicas ou apenas salvar dados de um backup, por exemplo. Um aplicativo leve e compacto, o gravador é objetivo e eficiente em suas tarefas. A ferramenta é capaz de gravar dados, músicas ou imagens de disco nos formatos ISO e BIN/CUE. Outro de seus diferenciais é o suporte para gravações em DVDs de dupla camada. Roda em Windows 2000, XP, Vista, 7. Clique aqui para baixar.

Ultimate CD/DVD Burner
Ultimate CD/DVD Burner
é um programa desenvolvido para a gravação de CDs e DVDs. Com uma interface leve e intuitiva, ele permitirá que você utilize o recurso de "arrastar e soltar" os arquivos, tornando o processo incrívelmente fácil. Indicado para a gravação de backups e de ISOs ele perde muitos pontos, quando comparados com outros, já que ele não é compatível com decodificação de vídeos para DVD, por exemplo. Para amenizar um pouco este problema, você encontra uma ferramenta para a criação de álbuns de fotos que serão gravados normalmente na mídia de sua preferência. Além de gravar, o Ultimate CD/DVD Burner monta imagens ISO que serão salvas no disco rígido. O programa é muito leve e não necessita de instalação, é uma boa uma opção para ser carregado por aí. Não conta com recursos avançados e não está ao nível dos melhores programas do gênero. Mas por ser portátil e funcionar de forma simples deve ser pelo menos considerado. Roda em Windows 98, NT, 2000, Millenium, XP, 2003, Vista. Clique aqui para baixar.


PowerLaser Express
PowerLaser Express
é um programa gratuito para a gravação de CDs e DVDs. Tem as principais funções desse tipo de aplicação, como a limpeza de mídias regraváveis e a gravação de ISO. Além de ser um aplicativo fácil de usar, ele não requer instalação em seu computador e não faz alterações no registro do sistema do Windows. Isso significa que você pode utilizá-lo em várias máquinas e não vai trazer nenhum malefício a elas. Roda em Windows 98, NT, 2000, Millenium, XP, 2003, Vista. Clique aqui para baixar.


Ink DVD-Writer
Ink DVD-Writer
é um programa de gravação de disco capaz de gravar tanto CDs quanto DVDs com facilidade. Completamente gratuito, o aplicativo apresenta as principais opções logo em sua tela inicial, como gravações, formatação de discos regraváveis e configurações do aplicativo.Sem segredos na utilização, ao clicar em qualquer uma das opções de gravação você é levado para uma tela de seleção de arquivos, que funciona da mesma maneira que uma janela normal do Windows. Basta simplesmente arrastar os dados a serem gravados para o campo inferior e clicar no botão indicado. A gravação ocorre na velocidade suportada pelo seu drive. Roda em Windows XP, Vista, 7. Clique aqui para baixar.


Free Easy CD DVD Burner
Free Easy CD DVD Burner
é uma ferramenta totalmente em português, destinada a gravação de CDs e DVDs. Sua interface lembra muito o visual das janelas do Windows XP e isto diminui a dificuldade que usuários novatos possam sentir. Esta ferramenta possui todas as funções principais que outros programas do gênero também têm. Para quem deseja assistir um filme na televisão, o programa possui o recurso de criação de DVD de vídeo. CDs de música também não são problema. Basta arrastar seus arquivos em MP3 para a janela principal, ou selecioná-las na pasta de origem. O programa irá codificar os arquivos para o formato certo antes de iniciar a gravação. Além destas funções, o programa possibilita conversão de MP3 pra WAV e vice-versa. Cópias de DVDs, ou CDs também são possíveis montagens e gravações de imagens e ISO a partir de arquivos do disco rígido. Antes de iniciar a gravação de qualquer disco, altere alguns parâmetros de velocidade evite alguns problemas durante o processo. Roda em Windows 2000, XP, 2003, Vista. Clique aqui para baixar.


AVS Disc Creator
AVS Disc Creator
é uma ótima ferramenta onde pode gravar dados em CD, DVD e até em Blu-Ray. O programa suporta as mídias CD-R/RW, DVD+/-R, DVD+/-RW, DVD-RAM, Double Layer, Dual Layer, DVD e a mais nova tecnologia o Blu-ray (BD-R e BD-RE). Também é possível criar e editar arquivos ISO, gerenciar pastas e arquivos e criar e agendar tarefas para facilitar a sua gravação. Roda em Windows XP, 2003, Vista, 7. Clique aqui para baixar.

quarta-feira, 26 de janeiro de 2011

10 dicas de fotografia digital

Máquina digital.
Como aprender a fotografar? Tirar fotografias não é uma tarefa tão fácil quanto pode parecer. A habilidade em fotografar vai muito além de um simples apertar de um botão. É algo que todos queremos fazer e bem. No entanto não é fácil começar sem uma pequena ajuda. Como os cursos de fotografia são escassos e os que existem são cursos caros, o melhor é conseguirmos uma alternativa mais barata. Veja a seguir algumas dicas básicas para melhorar suas fotos:


1) Enquadramento
Tente fugir do clichê de colocar o assunto sempre no meio da foto. Desclocar o objeto principal da imagem pode fazer toda a diferença para deixá-la mais interessante.
Divida mentalmente o visor da câmera em três colunas e três linhas, como em um jogo da velha. As intersecções das linhas são os pontos mais interessenantes da sua foto. As linhas em si também mostram pontos de destaque, para colocar os olhos de uma pessoa ou o horizonte, por exemplo.

2) Flash desnecessário
Uma das coisas mais complicadas na fotografia é aprender a usar o flash de forma correta. Usar o flash muito em cima pode deixar a foto toda clara, e muito longe, escura. Lembre-se que o flash tem um alcance limitado, de normalmente três a cinco metros, às vezes um pouco mais. Não adianta deixar o flash ligado em uma foto onde o foco é um objeto a 30 metros. Um bom exemplo de mau uso do flash são shows. Em linhas gerais, não é necessário luz extra alguma nesse caso. A luz do palco é mais do que suficiente para sua foto. Usar flash só vai iluminar as cabeças de quem está na sua frente, fazendo sumir o resto.

3) Flash necessário
Um ambiente escuro não é o único lugar onde o flash é um acessório necessário. Em uma foto contra-luz, por exemplo, o flash pode ser usado como preenchimento. Quando você for tirar uma fotografia de alguém com uma fonte de luz ao fundo, como o sol, por exemplo, você pode notar que o sol vai ficar brilhante e somente a silhueta da pessoa vai aparecer. Neste caso o flash irá suprir a falta de luz, deixando ambos visíveis.

4) Cuidado com o fundo
Tenha muito cuidado ao selecionar o local onde você vai tirar um retrato. A escolha do que aparece ao fundo é tão importante quando o que vem em primeiro plano. Cores vibrantes, linhas e outros objetos podem interferir ou tirar a atenção do foco. Um erro engraçado, porém muito comum, é tirar foto de uma pessoa em frente a uma árvore onde os galhos parecem formar chifres sobre sua cabeça.

5) Retratos
Aproxime-se. Quando o assunto é uma pessoa, o que se quer mostrar é, oras, a pessoa. Não tenha medo de chegar perto. Se quiser, pode até cortar um pouco da parte de cima da cabeça. A esta distância é possível reparar em detalhes como sardas e cílios. O que não pode acontecer é aquele monte de nada na volta e um pequeno sujeito no meio.

6) Olhe nos olhos
Tire fotos na altura dos olhos da pessoa. Para tirar foto de criança fique de joelhos, sente, atire-se no chão. Faça o necessário para ficar ao nível dela.

7) Fotos verticais
Muitos assuntos exigem uma foto vertical. Se o foco tiver mais linhas verticais, como um farol ou uma escada, vire a câmera.

8) Aproveite a luz
Não há luz mais bonita que a luz natural do sol. Sempre que puder, aproveite-a. Posicione-se de forma a deixar a fonte de luz à suas costas, aproveitando assim a iluminação. É impressionante quanta diferença pode fazer um simples passo para o lado. A luz difusa de um dia nublado é excelente para realçar cores e suavisar contornos, sendo excelente para tirar retrados. É preciso de muito cuidado ao usar o flash. A luz dele, além de forte, tem uma cor diferente a do ambiente. Uma luz dura vai deixar rugas e imperfeições muito mais aparente. Já notou como sempre se fica feio em foto 3x4? Eis a resposta.

9) Cor
A maioria das câmeras digitais vêm com controle de cor, ou white balance. Esse controle de cor faz com que o branco seja realmente branco sob determinada fonte de luz. Mas as configurações pré-selecionadas da câmera nem sempre são as mais indicadas para quem quer fidelidade. A configuração para dias ensolarados, normalmente indicada por um pequeno sol, dá um tom mais amarelado às fotos. Essa tonalidade dá uma sensação de calor e afeto, tornando a foto mais interessante sob determinados aspectos. Experimente bastante o controle de cor até acertar o que mais se adequa ao que você quer.

10) Experimente
Não há melhor dica do que esta: experimente. O segredo da fotografia está na tentativa e erro. Leia de cabo a rabo o manual da sua câmera, para saber tudo que ela é capaz, e tente todas as configurações possíveis. A fotografia é muito subjetiva, não há regras. O mais importante é aprender a dominar a luz e sua câmera, para depois fazer o que quiser.



Fonte: Tecnologia - Terra

Black Eyed Peas na Intel

Função do artista é combinar criatividade e tecnologia nas empreitadas da Intel.
O Diretor de Inovação Criativa da Intel é músico, ator, produtor e sete vezes ganhador do Grammy. William James Adams Jr., ou will.i.am, ficou mundialmente conhecido como líder do grupo Black Eyed Peas, mas vai passar a direcionar pelo menos parte de sua criatividade para fins de entretenimento e tecnologia. A combinação agrada os olhos da Intel: “Como uma extensão de sua insaciável fascinação pela área, will.i.am vai se engajar em uma longa colaboração criativa e tecnológica com a Intel”, afirma a empresa. Durante uma conferência em Anaheim, na Califórnia, ele já mostrou seu crachá de identificação.

O artista multifacetado demonstrou otimismo com a parceria. “Unir-me aos cientistas, pesquisadores e programadores da Intel para colaborar em conjuto com o desenvolvimento de novas maneiras para comunicar, criar, informar e divertir será excelente”, ele afirmou durante o anúncio.

De acordo com a Intel, a função de will.i.am é única e pretende alavancar laptops, smartphones, tablets e outros dispositivos dentro dos conceitos do “Compute Continuum” (o qual prevê que mais e mais aparelhos serão capazes de se conectar à internet) e do “Visual Life” (focado em aperfeiçoamentos de exploração de imagens, vídeos e filmes), ambos da Intel.

A união é apontada como o encontro de dois mundos: entretenimento e tecnologia, e o objetivo é simplesmente criar a experiência definitiva neste sentido. “Nossa parceria com will.i.am é um exemplo de como queremos conduzir e entregar a experiência Intel”, afirmou Deborah Conrad, vice-presidente e chefe de marketing.

Fonte: Tecmundo

terça-feira, 25 de janeiro de 2011

Os 10 maiores pesadelos da tecnologia na década

Freddy Krueger do filme A hora do pesadelo.
A chegada do novo milênio anunciava o fim do mundo, catástrofes e desastres de dimensões sem precedentes. Pois é, anunciava. Passados dez anos do Y2K, tudo continua em pé. Não houve os temidos cataclismos digitais. Mas, escondidos sob o manto de uma década de sensação de alivio, pragas virtuais com poder de destruição ímpar deram um verdadeiro baile em PCs do mundo todo. Abaixo uma lista com os dez maiores vilões e fatos que abalaram o mundo nos últimos dez anos:

1. O bug do milênio

Quando: Ano 2000
Previsões: Seria o final da tecnologia como conhecemos
Resultado: Disparo de algumas instalações de alarme, máquinas caça-níqueis generosas demais e datas errôneas em websites.

Também conhecido por Y2K, era tido como cavaleiro-mor do Apocalipse. Assim que o relógio batesse anunciando o ano de 2000, mísseis nucleares seriam disparados por erro de sistema e o mundo voltaria à época das trevas.

A preocupação não era infundada. Sistemas informatizados eram instruídos a exibir o ano usando dois dígitos e a passagem de 99 para 00 poderia, sim, ocasionar vários erros lógicos, entre eles, registrar o ano seguinte como 1900.

Por sorte, vários técnicos estiveram atentos para tal questão (abordada pela primeira vez em 1984) e fizeram as correções necessárias nos sistemas. Por um lado a mídia transformou o boato em festival, por outro, se em 1984 os técnicos não tivessem dado conta desse erro, muita coisa poderia ter dado errado.

2. Conficker Worm

Quando: 2008-2009
Previsões: Não se aplica
Resultado: Estima-se que até 10 milhões de PCs tenham ficado sob controle do worm

Também conhecido por Downup, Downadup e Kido, o Conficker Worm foi descoberto em 2008. Com voraz apetite por máquinas com sistemas Windows instalado, ele aplicava técnicas avançadas para invadir os sistemas e fazer deles verdadeiros zumbis. Alguns analistas acreditam que a praga tenha infectado até 10 milhões de máquinas e a avaliaram como peste virtual mais poderosa desde 2003.

Havia três maneiras de contrair a infecção: ao explorar uma falha presente nos servidores Microsoft, o worm quebrava as senhas de administrador e infectava mídias removíveis. Assim, Flashdrives, CDRs e outras mídias se tornavam portadores da praga e infectavam máquinas Windows a torto e a direito. O Conficker tinha predileção por redes corporativas; raramente atacava sistemas domésticos.

Em abril de 2009, o último remanescente da família Conficker foi finalmente erradicado da internet – ainda assim os “pais” da praga continuam desconhecidos. O caso tomou tamanhas proporções que a própria Microsoft, junto do ICANN, ofereceu uma recompensa de 250 mil dólares por informações que levassem à prisão e condenação dos programadores responsáveis por esse monstro.

3. Mydoom

Quando: 2003 – 2004
Previsão: Não se aplica
Resultado: Foi recordista em velocidade de contaminações

Era janeiro de 2004, um novo verme arrastava-se do casulo em direção à rede mundial de computadores. Disfarçado sob forma de um anexo em um email devolvido pelo serviço de mensagens eletrônicas, o pestilento enviava mensagens iguais para todos os contatos que pudesse encontrar e, de quebra, infectava pacotes de instalação do Kazaa, ganhando, inclusive essa rede P2P. O nome Mydoom foi cortesia de um funcionário da McAfee, primeiro a descobrir o vírus.

De tempos em tempo, o Mydoom ressurge e sai infectando tudo que puder. Em 2009, uma variante do vírus foi detectada na Coréia do Sul. É mais uma praga de pai desconhecido, mas, para algumas empresas de segurança, o berço do Mydoom fica na Rússia e ele foi encomendado por spammers.

4. Anonymous

Quando: detectado em 2007
Previsão: Ataque hacker em massa
Resultado: Filmes pornográficos no YouTube e ataques DDoS contra a cientologia.

De acordo com uma matéria sensacionalista exibida na rede de TV KTTV, pertencente à Fox, o desconhecido fenômeno seria uma “máquina do ódio” e estaria preparado para causar estragos tão imensos que poderia alterar a sequência de acontecimentos narrados no novo testamento.

Felizmente o alarde era infundado, não havia a menor possibilidade disso acontecer. O Anonymous era, na verdade, um grupo de usuários randômicos trabalhando em conjunto. A reportagem mais verossímil sobre a "máquina do ódio" foi feita pela Wired. O site se referia ao Anonymous como “bando de adolescentes sem ter o que fazer”. Ainda assim, houve vários ataques a sites, incluindo o da igreja de Tom Cruise. A última ação em conjunto dessa natureza foi percebido quando várias empresas retiraram o apoio ao Wikileaks. Essas companhias tiveram seus sites atacados inúmeras vezes.

5. RFID

Quando: De 2002 até hoje
Previsão: O grande irmão vai te encontrar
Resultado: Foram expedidos novos passaportes.

A tecnologia RFID é aplicada em aparelhos para realizar a leitura de vários códigos. Normalmente encontradas em etiquetas magnéticas afixadas em produtos, essas etiquetas carregam um chip que, uma vez lido por outro dispositivo, trocam informações.

A tecnologia foi duramente criticada e não faltam motivos para tal. Os fabricantes dos chips podem não fazê-lo de propósito, mas, ainda assim, invadir chips RFID é algo simples. Em tese, eles podem ser usados para rastrear quem os carregue e determinar não só sua localização, mas, em um cenário mais obscuro, transmitir informações sobre os hábitos de consumo da pessoa.

6. ILOVEYOU

Quando: 2000
Previsão: não se aplica
Resultado: mais de 50 milhões de máquinas infectadas e 5.5 bilhões em prejuízos.

O ILOVEYOU foi um vírus que chegava às caixas postais com um arquivo em anexo. No caso era um arquivo escrito em VBS (script de visual basic) e, para enganar os usuários, vinha disfarçado em forma de arquivo de texto LOVE-LETTER-FOR-YOU.TXT.vbs. Assim que era executado, o virus enviava a si mesmo para os primeiros 50 contatos das caixa de email e substituía todos os arquivos de imagem .jpg e texto do Word .doc, por cópias dele mesmo.

O ILOVEYOU fez um sucesso enorme, principalmente porque era enviado a partir de contatos conhecidos e por seu disfarce aprimorado. Era outro vírus voltado exclusivamente às máquinas com Windows e os números são assombrosos: 50 milhões de PCs infectados e 5.5 bilhões de dólares em prejuízos.

Várias insituições sérias desligaram seus serviços de email quando a praga se espalhou, entre essas o Pentágono, a CIA e o Parlamento Britânico.

Na época do acontecimento não havia leis contra esse tipo de crime, então, quando dois estudantes foram presos por criar o vírus, não houve como condená-los.

7. Celulares derrubam aviões

Quando: desde o ano 2000
Previsão: Aviões despencando do céu
Resultado: Nada.

Estranho, como toda a conversa que circula sobre aviões serem afetados pelas ondas dos aparelhos celulares, os oficiais de segurança dos aeroportos não deixam ninguém embarcar com água mineral ou uma lixa de unhas. Em contrapartida, os temidos e perigosos celulares passam ao largo por Polícia Federal, FBI, CIA e outros.

Jamais houve qualquer caso documentado que comprovasse um celular ser capaz de derrubar um avião. E não faz sentido mesmo, ou acha que deixariam 250 pessoas entrar em 500 toneladas de aço e combustível se houvesse o menor perigo do avião cair se todos ligassem seus gadgets com função de telefone?

8. O Witty Worm

Quando: 2004
Previsão: Não se aplica
Resultado: 12 mil máquinas infectadas

Detectado em 2004, o Witty Worm foi um vírus perigoso por vários motivos. Ele carregava uma carga de instruções que lentamente destruía o computador infectado.

Mesmo tendo infectado apenas 12 mil máquinas – nenhuma delas doméstica – o vírus foi um real problema. Ele abria uma porta no firewall de sistemas ISS (Internet Security Systems) de redes corporativas. E essa capacidade assustava aos webmasters, pois perfurar a segurança de redes com ISS era algo considerado impossível.

9. Koobface

Quando: desde 2008
Previsão: Não se aplica
Resultado: ativo em várias formas e nomes

Ele foi introduzido na internet em 2008 e de lá para cá é o vírus especializado em redes sociais mais conhecido que existe. Não só isso, mas o vírus também não faz distinção entre sistemas operacionais. Infecta Windows, Mac OS e Linux (este último, com limites). O malware é realmente bom em capturar nomes de usuários e senhas, mas não procura por informações financeiras na máquina infectada – de certa forma, um alívio.

Ser infectado pelo Koobface não é simples e requer que o usuário colabore, e muito. Primeiro a vítima recebe uma mensagem com um link de outro usuário da rede social. Depois de clicar no atalho da mensagem, a pessoa é convidada a fazer o download de um arquivo (normalmente disfarçado de arquivo Flash da Adobe) e deve executar esse arquivo baixado.

Uma vez executada essa rotina, o Koobface se alastra pela rede de contatos da vítima. O fato de o Koobface enviar mensagens a conhecidos da rede e de usar linhas de título criativas nas mensagens, complica bastante o combate à praga. Estima-se que mais de 500 mil computadores tenham sido atingidos pelo Koob.

10. 2012

Previsão: Acaba tudo, inclusive os filmes com John Cusack.
Resultado: Incerto.

Em 2012, de acordo com alguns, representa o ano em que um ciclo de 5125 anos – um marco dentro do calendário Mesoamericano (dos Maias) – se encerra. A data exata é supostamente 21 de dezembro de 2012, último dia do ciclo.

Se isso realmente for o caso, vai junto a tecnologia e não mais teremos de nos preocupar com isso. Agora, se os Maias estiverem nos pregando uma peça, provavelmente estaremos tratando de assuntos como Windows 10 e processadores com 32 núcleos. iPhones 6 que, dessa vez, farão as pessoas terem voz de Elvis nos aparelhos com 256GB. Já as versões iPhone 6 5G com 1TB de memória gelatinosa irão distorcer a voz do usuário dando ao interlocutor a impressão de falar com Arnold Schwarzenegger.

Fonte: IDG Now!

segunda-feira, 24 de janeiro de 2011

A Internet nos deixa burros?

A internet pulveriza nossa atenção. Cada link que encontramos em um texto é um estímulo a mais para o DDA (Distúrbio de Déficit de Atenção) que há dentro da gente. E bastam alguns minutos para que o browser fique repleto de abas abertas carregando sites sobre os quais não temos a menor ideia de como fomos parar neles, feito um turista acidental que perde seus mapas no meio do caminho. Oras, por que se preocupar em guardar certos dados no HD limitado de nossos cérebros, se o Google está aí como muleta do conhecimento, capaz de nos dar as respostas mais imediatas ao alcance de poucos cliques?

E assim estamos caminhando para um cenário de pessoas cada vez mais distraídas, incapazes de se concentrar na leitura de textos mais longos sem resistir à compulsão de apertar a tecla Page Down e pular alguns parágrafos.

Essa visão apocalíptica, segundo a qual o Google e a Web – com seus milhões de blogs, sites e mídias sociais – dispersam nossa atenção a ponto de pulverizar nosso foco, nos faz recordar de “Nada Tanto Assim”, canção composta por Leoni e Bruno Fortunato, gravada pelo grupo Kid Abelha & Os Abóboras Selvagens em 1984.


É curioso pensar que, por trás de um pop/rock aparentemente inofensivo e feito para tocar em FMs, há versos que refletem uma geração que parece encarar esta era de excesso de informações de modo cada vez mais superficial.

Só me concentro em apostilas
Coisa tão normal
Leio os roteiros de viagem
Enquanto rola o comercial
Conheço quase o mundo inteiro
Por cartão postal
Eu sei de quase tudo um pouco
E quase tudo mal
Eu tenho pressa
E tanta coisa me interessa
Mas nada tanto assim


Não deixa de ser significativo o fato de que este hit do Kid Abelha foi gravado há mais de 25 anos. Ou seja, muito antes da difusão da World Wide Web, do surgimento de dezenas de canais de TV por assinatura que zapeamos a cada minuto, e do lançamento de celulares e smartphones que tocam e vibram a qualquer momento.

Que atire o primeiro mouse aquele que nunca interrompeu uma leitura para bisbilhotar a caixa de e-mails. Ou que nunca acessou o Twitter no meio de um evento, a fim de compartilhar suas impressões em tempo real e aproveitar para fuçar opiniões alheias.

Em tempos nos quais a gente se habitua quase que automaticamente a escanear com os olhos textos mais longos, dando uma passada de olhos superficial num artigo ao invés de ler cada linha e cada parágrafo com a atenção necessária.

Para toda essa saraivada de informações simultâneas, o navegador RockMelt, é o exemplo mais gritante.

screenshot_rockmeit

Até para os habituados a navegar com dezenas de abas abertas, se incomoda com a quantidade caudalosa de informações ao estilo #TudoAoMesmoTempoAgora do RockMelt. Que dá acesso direto, em painéis laterais, a updates de Twitter, Facebook, atualizações de feed e contatos que estejam online no FB. A sensação é claustrofóbica, como se um tsunami de informações tivesse me engalfinhado por todos os lados.

Nem para o céu, muito menos para o inferno. O Google ou as novidades tecnológicas que permeiam cada vez mais o nosso cotidiano não nos emburrecem. Porém os links, mais do que veículos de dispersão, são janelas que ampliam pontos de vista, aprofundando conhecimentos e trazendo novos dados sobre determinado assunto.

Enfim: como tudo na vida, precisamos descobrir como chegar ao equilíbrio entre o 8 e o 80.

Fonte: Blogs/Blogosfera

Twitter Delicious Facebook Digg Stumbleupon Favorites More

 
Powered by Blogger