domingo, 6 de fevereiro de 2011

Computação na nuvem usada na venda de ingressos do Rock In Rio

Descubra por que, ao contrário de outros grandes eventos, a venda dos ingressos para o festival brasileiro não gerou problemas ou reclamações do público.
O Rock in Rio vem aí. E, quem costuma frequentar grandes shows e eventos, sabe a dificuldade que é garantir um ingresso se a venda é feita pela internet. Na hora programada para o início das vendas, tudo trava. O site não conclui o processo, o tempo passa e a página não carrega. Isso quando o sistema não cai de vez e tudo se torna inacessível. E não vá pensando que esse tipo de problema é exclusividade do Brasil. No exterior, também era comum acontecer esse tipo de coisa em eventos muito disputados – a resposta para tantos contratempos veio da tecnologia chamada cloud computing – ou computação na nuvem.

Com ela, as empresas que vendem ingressos conseguem se organizar para atender toda a demanda. Foi o que aconteceu, por exemplo, nas vendas de ingressos para o Rock In Rio – que vai rolar no final de setembro e início de outubro, mas já teve o primeiro lote de 100 mil ingressos esgotado.

O melhor é que, nesse caso, nenhum problema aconteceu durante as vendas. Quando a demanda aumentou, os responsáveis simplesmente aumentaram o número de servidores à disposição da operação de vendas, instantaneamente.

"A diferença que aconteceu com a gente é que a gente usa a solução cloud computing, acrescentando máquinas até a gente conseguir ter um número X de máquinas que atendesse essa demanda. Depois estabilizou todo o sistema", conta Camilo Telles, cto da Zetks.

Mas por que, em pleno 2011, ainda sofremos com a lentidão e até a queda do sistema nesses momentos de pico? A resposta está na velocidade com que a tecnologia vem se desenvolvendo.

Quando as primeiras empresas de vendas de ingressos pela internet foram criadas, elas se baseavam em datacenters próprios. Ou seja: tinham um número determinado de servidores para atender as operações. Com eventos cada vez maiores, elas precisariam comprar mais e mais máquinas.

Detalhe: todo esse monte de computadores só trabalharia mesmo nos momentos de pico - um investimento altíssimo para uma utilização pequena. Com a computação na nuvem, as novas empresas só precisam apertar um botão, e novos servidores se juntam ao serviço imediatamente.

"Quando eu tenho muito evento ou quando eu tenho um momento que não está tendo muito tráfego no meu site, eu reduzo servidores pro mínimo necessário, por questões de confiabilidade. Agora, quando tenho um evento como o Rock in Rio, eu aumento o número desses servidores até atender a demanda que for necessária. Por isso não tivemos problema", explica Camilo.

Mas esse mercado ainda prepara surpresas. Muito em breve, o ticket de papel ou de plástico será algo do passado. Você só vai precisar do seu cartão de crédito, ou até mesmo do seu celular, para entrar no show. No caso do smartphone, um código como esse te dá o acesso. E de novo – a nuvem, aqui, é fundamental.

"Vindo de uma perspectiva histórica em relação a custo de infraestrutura, hoje em dia com cloud computing eu consigo concorrer com os grandes players do mundo. Pago uma taxa de US$ 150 por mês para manter meu serviço funcionando, aí eu posso escalar pra baixo e pra cima, tornando o custo que era fixo, um custo totalmente variável de acordo com a demanda", conclui Camilo.

Fonte: Olhar Digital

sábado, 5 de fevereiro de 2011

10 sites para editar fotos online

Edite suas fotos fácil, fácil nestes sites.
Foi-se o tempo em que editar uma foto era algo complicado. Agora, existem diversas ferramentas online capazes de nos ajudar nessa tarefa. As ferramentas que nos permitem editar fotos online evoluíram bastante nos últimos anos, a prova disso é que alguns editores conseguem mesmo executar algumas tarefas que só eram possíveis de serem realizadas por ferramentas complicadas, pagas e caras. Abaixo 10 sites onde você poderá editar suas fotos, adicionar efeitos, redimensionar, entre vários outros recursos que vão lhe ajudar a deixar uma foto mais legal:

Edite suas fotos online no PixlrO Pixlr, você simplesmente acessa, não tem frescuras de cadastros, login e senha, basta acessar e você já começa editar suas fotos e imagens. Ele conta com vários filtros como blur, sharpen, noise, diffuse, scanlines, halftone, pixelate, water swirl, old photo, art poster, emboss e engrave e ajudam a dar aquele toque especial em suas fotos. Sem dúvida um dos melhores editor de imagem online. http://www.pixlr.com


Edite suas fotos online no Sumo PaintMais um editor completo. Desenvolvido em flash e você também edita suas fotos e imagens com algumas ferramentas a mais que o Pixlr. Com recursos como layers, você pode fazer edições mais completas e cheias de detalhes. Com uma barra de ferramentas mais completa, você poderá criar formas, adicionar efeitos e deixar sua foto com efeitos profissionais. Após realizar sua edição você pode postar o seu trabalho final para o site onde a comunidade pode dar notas ao seu trabalho. www.sumopaint.com/beta


Edite suas fotos online no splashupBem parecido com o Sumo Paint, não precisa de registro para usar. Você pode ver alguns exemplos dos recursos através de um tour com uma galeria de imagens. www.splashup.com



Edite suas fotos online no picnikO que o Picnik, que foi comprado pelo Google, tem de melhor é sua interface em português. Nele você poderá corrigir suas fotos rapidamente, usar efeitos especiais, cortar e redimensionar, adicionar textos com fontes especiais e funciona em Windows, Linux e Mac já que você precisa somente ter o plugin do Flash instalado em sua máquina e um navegador. www.picnik.com


Edite suas fotos online no snipshot O Snipshot você pode fazer upload de uma imagem e já começar a edição. Ele salva nos formatos GIF, JPG, PDF, PNG e TIF. De uma forma mais básica esse editor pode te ajudar na hora de redimensionar, girar, cortar e adicionar efeitos básicos. http://snipshot.com


Edite suas fotos no pixenateUm editor rápido, não é em Flash. Alguns recursos são cortar, redimensionar, girar, inverter. Os recursos em destaque são o removedor de olhos vermelhos e o clareador de dentes. Após realizar sua edição você poderá enviar a foto diretamente pra o Flickr ou salvar em seu computador. http://pixenate.com


Edite suas fotos online no picture2life O Picture2Life não é um simples editor de imagens. Ele combina também recursos de colagem, animação e compartilhamento, com o ele além de você cortar, redimensionar e girar ele tem um recurso muito legal que é o “One Clicks”. Com o One Clicks você adiciona efeitos rapidamente em suas fotos como efeito na borda da imagem, sobras, fade, entre muitos efeitos. Sempre aparecem efeitos novos para você utilizar. www.picture2life.com


Edite suas fotos online no site pikipimpPikiPimp é um serviço para edição de imagens. Não pense em um Photoshop online, mas com um toque bem diferente. O serviço permite integrar caracteres nas fotos, como barbas, charutos, chapéus entre outros. Fazer “aquela baguncinha” nas fotos dos seus amigos, artistas ou na sua própria foto. http://pikipimp


Edite suas fotos no site Photoshop.comTentativa da Adobe de levar o Photoshop para a web. O Photoshop tem todos os seus efeitos e te dá 2 GB de espaço para publicar suas fotos. Você pode fazer um teste, mas para ganhar os 2 GB você tem que se cadastrar. www.photoshop.com


Edite suas fotos online no site pixerusO Pixer.us é um editor simples porém eficiente, com ele você pode cortar, girar, e inverter suas imagens, adicionar efeitos, brilho e contraste, saturação, alterar cores e uma coleção de efeitos especiais, para usar os efeitos utilize o menu “specialfx”. http://pixer.us


Fonte: Depois das 10

sexta-feira, 4 de fevereiro de 2011

Como escolher o melhor processador

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Quando você estiver pesquisando a compra de um PC, não se contente com a recomendação padrão de um fabricante. Escolher o processador certo é uma decisão que deve ser levada a sério. E, com tantas opções no mercado, você precisa saber no que está investindo quando escolhe um chip para o seu micro. Mesmo depois de escolher uma fabricante como a Intel ou AMD, ainda há muito a fazer; cada linha de chips de cada empresa tem diferentes famílias com especificações e recursos. E você encontrará várias opções.

Não é inteligente pensar que a frequência do processador, ou a velocidade que executa suas instruções, é um guia confiável para a escolha sobre os concorrentes. Embora isso possa ser verdade em alguns casos, a arquitetura de um chip pode turbiná-lo. Dependendo da fabricante e do modelo, uma CPU multicore mais “lenta” pode ser melhor que um processador aparentemente mais forte que foi dividido em menos núcleos – o caso de um quad core contra um dual core.

E isso é apenas o começo das confusões. Qual a importância do overclocking automático nas CPUs convencionais de hoje? Porque o índice de preço por desempenho parece ser mais cara no caso dos processadores Intel contra os da AMD?

São muitas questões confusas para qualquer um que não esteja familiarizado com as arquiteturas de processadores. Mas tudo bem: separamos 08 exemplos clássicos, metade da AMD e outra metade da Intel, testes foram feitos com o WorldBench 6, para oferecer um guia que pode ser utilizado para entender suas escolhas e ajudar a escolher seu próximo processador. Todos os preços são os sugeridos pelos fabricantes.

O ABC da CPU

Discussões sobre CPUs podem rapidamente se tornar cheias de termos técnicos. Aqui estão alguns dos mais comumente usados quando o assunto são processadores:

Cache: memória interna abrigada no mesmo "chip" que a CPU, usada para armazenar dados e instruções frequentemente usadas, o que reduz o tempo necessário para buscá-las na memória principal e acelera o desempenho do computador. Quanto mais, melhor.

Chipset: chips auxiliares que trabalham em conjunto com o processador, geralmente controlando o funcionamento de periféricos como placas de expansão, som, vídeo e interfaces de disco. É o "mediador" na conversa entre o processador e os outros componentes da máquina.

Clock: a frequência de operação do processador, medida em hertz. Um hertz corresponde a um ciclo de operação por segundo, processadores atuais operam na casa dos gigahertz (bilhões de ciclos por segundo). Antigamente relacionada à velocidade do processador (quanto mais instruções por segundo, mais rápido o processador), mas hoje esta medida não é mais tão direta, como vocês poderão ver nos resultados dos testes abaixo.

Codinome: nomenclatura interna usada por uma empresa para identificar um produto antes que seu nome final seja definido. Pode ser usado para se referir a uma família de processadores (como "Gulftown" ou "Deneb"), uma microarquitetura (como "Nehalem", da Intel) ou uma plataforma (como a "Dragon", da AMD, ou "Skulltrail", da Intel).

Núcleo: é a unidade central de um processador, responsável pela execução das instruções que compõem os programas. Processadores modernos podem ter 2, 4, 6, 8 ou até 12 núcleos em um único chip.

Pastilha: a superfície física, feita de silício, onde um processador é fabricado. Tamanhos menores reduzem os custos de fabricação e o consumo de energia do processador.

GPU: Graphics Processing Unit, ou "Unidade de Processamento Gráfico". Responsável pela geração das imagens exibidas no monitor. GPUs modernas são otimizadas para a criação de gráficos poligonais e tarefas como a decodificação e reprodução de vídeo. Pode estar dentro do processador, no chipset ou em uma "placa de vídeo" separada.

Nanômetro: um bilionésimo de um metro. É a medida do espaço entre as conexões dos transistores em um processador. Atualmente o "estado da arte" é o processo de produção em 32 nanômetros.

Soquete: faz a interface entre o processador (encaixado no soquete) e a placa-mãe. Geralmente um único modelo de soquete é compatível com várias gerações de processador, até que mudanças no projeto elétrico ou físico dos chips exijam a criação de um novo soquete. Na hora de comprar um processador "avulso", é necessário verificar qual soquete sua placa-mãe usa para assegurar a compatibilidade.

1) Intel Core i7-980X

Pontuação no benchmark: 147

Por R$ 1.756,00, o Core i7-980X de 3.33GHz (com overclock automático para 3.6GHz) é o carro-chefe da Intel em processadores para o consumidor. Com seis núcleos físicos, ele é o melhor modelo para desktops, mas a tecnologia hyperthreading faz com que o sistema operacional "enxergue" 12 núcleos virtualizados. Os seis núcleos dividem 12MB de cache L3 integrada. O resultado final é um ganho de desempenho mensurável para aplicativos otimizados para multithreading - e uma pontuação de 147 em nossos testes com o WorldBench 6.

Como um projeto de 32 nanômetros, o 980X é totalmente compatível com as placas-mães com chipset X58 e soquete LGA 1366 já existentes. As placas X58 usam a arquitetura QPI (Quickpath Interconnect) da Intel. O QPI substitui o "barramento" tradicional do agora ultrapassado Core 2 Duo e garante mais velocidade (e maior largura de banda) na comunicação entre a placa-mãe, os componentes do sistema e o processador.

A Intel divide seus processadores para desktops e para sistemas móveis em três diferentes famílias: Core i7, Core i5 e Core i3, representando, respectivamente, alto, médio e básico desempenho. Isso não significa sempre que um chip Core i5 será mais lento que um Core i7, porém, como você verá. Nem um Core i7 tem sempre quatro núcleos físicos. Processadores i7 padrão para dispositivos móveis tem dois núcleos, a não ser que o chip seja parte das linhas QM ou XM.

2) Intel Core i7-870

Pontuação no benchmark: 127

A queda significativa no preço e um desempenho um pouco inferior faz deste processador de 45 nanômetros uma excelente opção de compra entre os modelos quad-core.

O processador Core i7-870 de 2.93GHz (com overclocking automático para 3.6GHz) obtém o segundo lugar no nosso ranking. As diferenças entre este processador de R$ 991,00 e o Core i7-980X, embora importantes, resultam em uma redução de apenas 14% no desempenho em relação ao Core i7-980X. Além disso, este processador limita o número de slots de memória na placa-mãe em quatro em vez de seis.

O i7-870 diminui seu cache L3 interno para 8MB. Além disso, é construído com processo de 45 nanômetros (o tamanho do espaço entre os transistores). Quanto menor o número, menores e mais numerosos os transistores que podem ser acondicionados em um processador, menor o consumo de energia e a geração de calor.

3) AMD Phenom II X6 1090T

Pontuação no benchmark: 118

É a primeira vez que uma CPU para desktop com seis núcleos da AMD bate a oferta de todas as outras empresas, mas são as suas vantagens fortes o suficiente para justificar um upgrade? A decisão é sua.

A AMD entra no jogo do desempenho em terceiro lugar com o seu novo modelo de seis núcleos: o processador Phenom II X6 1090T, de 3.2GHz. Apelidado de "Thuban", com custo de R$ 525,00, essa CPU de 45 nanômetros pode atingir velocidades de até 3.6GHz, resultado do Turbo Core, o equivalente da AMD a tecnologia de overlocking automático da Intel (chamada Turbo Boost).

O X6 1090T, com cache L3 de 6 MB, oferece um ganho de desempenho de 20% em comparação com o Intel Core i7-980X. O chip carece de uma resposta à tecnologia hyperthreading, componente fundamental da linha principal de CPUs da Intel.

Esse processador vence a corrida de compatibilidade contra a Intel por uma milha. Você pode usá-lo em qualquer placa com soquetes AM2+ ou AM3 (após um upgrade do BIOS). A combinação de uma simples atualização e CPUs com preços baixos de cerca de 300 dólares resulta em uma excelente alternativa para atualizar sua placa mãe e memória já existentes, se você só quiser colher benefícios de um processador novo e atualizado.

4) Intel Core i3-540

Pontuação no Benchmark: 115

A confusão é grande com a linha Core de processadores Intel. Prova disso: o Core i3-540 tem um desempenho geral superior do que o teoricamente mais potente Core i5-750!

Como dissemos, os nomes nem sempre significam melhorias no desempenho. O Core i3-540 é um processador dual core de 3.06GHz, parte da linha de chips Clarkdale, da Intel. Lançada quatro meses depois da Lynnfield (família do Core i7-870), a Clarkdale é baseada em um processo de produção de 32 nanômetros, contra o design de 45 nanômetros da linha Lynnfield.

Com preço em torno dos R$ 254,00, o Core i3-540 não tem a tecnologia Turbo Boost, portanto sua velocidade máxima é 3,06GHz. Apesar dessa limitação e dos pequenos 4MB de cache L3, ele ainda teve um desempenho 8,5% superior no WorldBench 6 em relação ao Core i5-750.

O Core i3-540 é bem equipado para usuários domésticos – ele não apenas oferece um desempenho dual-core formidável como também tem um processador de vídeo (GPU) integrado à CPU. No entanto, a combinação de desempenho e processamento gráfico integrado pode lhe custar uma nova placa mãe, já que o popular chipset P55 não suporta o núcleo gráfico do Core i3-540. Procure placas-mãe baseadas nos chipsets Q57, H55 ou H57.

5) AMD Phenom II X4 945

Pontuação no benchmark: 110

O Phenon II X4 945 da AMD é uma alternativa forte ao poderoso Phenon II X6 1090T. A AMD lançou os primeiros processadores Phenon II – as CPUs quad-core “Deneb” – em janeiro de 2009. Depois vieram os processadores de três núcleos X3. Alguns meses mais tarde, foi a vez do processador X4 945, de 3.0 GHz, que trouxe o suporte completo ao soquete AM3. Um dos benefícios deste design é que o AM3 permite utilizar memórias DDR3 no sistema.

Esse processador de R$ 246,00 se mostrou apenas 7% mais lento em reção ao Phenon II X6 1090T nos nossos testes com o WorldBench 6. Os chips são similares: O X6 é um parente do X4 com dois núcleos extras. Ambos têm 6MB de cache L3 e operam em um barramento HyperTransport de 2GHz, mas o X6 1090T tem clock de 3GHz com overclocking automático de até 3.6GHz.

6) AMD Athlon II X4 635

Pontuação no benchmark: 110

O Athlon II X4 635 mostra que cortar o cache L3 de um processador não é necessariamente um golpe fatal em seu desempenho. Ele é o equivalente em termos funcionais do Phenon II X4 945. Ambasos processadores são baseados no soquete AM3, mas o X4 945 suporta um multiplicador de 15x, enquanto o Athlon II X4 635 trabalha com 14,5x, o que resulta em uma pequena diferença na frequência do clock.

Por R$ 210,00, o X4 635 é um pouco inferior em relação ao Phenon II X4 945. A maior diferença é que ele não tem cache L3, mas isso não afeta a pontuação do processador no resultado geral do WorldBench 6.

7) Intel Core i5-750

Pontuação no Benchmark: 106

Membro da família de chips Lynnfield da Intel, este processador de 2,66GHz tem as mesmas características do Core i7-870 com uma grande diferença: esse modelo não tem a tecnologia hyperthreading – você terá apenas quatro núcleos físicos ao invés dos oito “núcleos virtuais” que teria no seu sistema com o Core i7-870.

E como essa diferença afeta esse chip de R$ 349,00? Nossos testes no WorldBench 6 mostraram uma queda de desempenho de 17% em relação ao i7-870, quase o dobro da diferença entre os clocks de ambas as CPUs, que é de 9%. A diferença nos testes com multithreading é notável: no teste com o Cinebench, a o i5-750 teve um desempenho 40% menor do que o i7-870.

Além do controlador de memória dual-channel do processador (que significa apenas quatro slots DIMM), o controlador PCI Express interno do soquete 1156 suporta uma conexão PCI-E de x16 ou duas conexões x8. Isso não será problema, a menos que você planeje utilizar duas placas gráficas em paralelo.

8) AMD Athlon II X2 255

Pontuação no Benchmark: 101

Este processador mais básico não é tão mais lento do que o Phenom II X6 1090T, mas o quando o assunto é aplicativos em multithreading, ele é um desastre.

Com custo de R$ 131,00, esse processador dual core de 3,1GHz não tem nenhum cache L3. E o seu cache L2 (memória que é tipicamente menor, mais rápida e mais próxima do processador) está dividida em 1MB por núcleo. Como um modelo para soquete AM3 de 45 nanometros, ele é compatível com qualquer placa mãe baseada nos soquetes AM3 ou AM2+.

Em termos de desempenho, se comparado com o top de linha da AMD, o Phenom X6 1090T, o X2 255 é apenas 15% mais lento nos testes gerais, mas 70% mais lento no Cinebench, que faz testes focados em uso simultâneo de múltiplos núcleos.

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Fonte: PC World

quinta-feira, 3 de fevereiro de 2011

HD externo Samsung S2 Portable 1 tb

O Samsung S2 é uma ótima opção
Há alguns anos, ter um HD externo era algo dispensável para alguns usuários, pois eram caros e pouco práticos. Mas com a expansão do mercado de notebooks (e mesmo o de media players), um disco rígido portátil passou a ser objeto de primeira necessidade para quem lida com arquivos grandes, ou simplesmente para os que adoram fazer downloads.


Entre os vários modelos oferecidos no mercado, o HD Externo Samsung S2 Portable de 1 tb tenta se destacar com sua grande capacidade, acabamento impecável, praticidade e preço não tão caro. E um equipamento assim traz ótima relação custo-benefício, tornando-se ideal para quem não abre mão de um produto top bonito e eficaz.

HD Externo Samsung S2 1 tb Ultra Portable
HD Externo Samsung S2 1 tb Ultra Portable


Acabamento

O S2 é simples, mas muito bonito. Sua superfície superior é em aço escovado, com apenas o logotipo da Samsung e um LED azul para indicar funcionamento; que acabam quebrando um pouco a harmonia do seu design. Os cantos são arredondados, algo muito bem-vindo em um HD portátil que pode ser colocado em bolsos ou pastas executivas sem furar tecido algum.

Na parte de baixo, o dispositivo possui um material emborrachado que oferece tanto o "grip" para não escorregar em superfícies lisas quanto um lugar para segurar o disco rígido sem o perigo de se queimar com o aquecimento em uso. ...não que isso seja um problema, por sinal.

Conforto
Não notamos nenhum componente externo emanando muito calor, mesmo após bastante tempo de uso. Claro, a superfície onde o S2 fica apoiado pode aquecer, mas muito pouco em relação a modelos concorrentes.

O HD é até certo ponto silencioso, mas ainda é possível ouví-lo funcionar. Se você tiver pouco espaço físico para utilização junto com um notebook e decidir apoiá-lo no colo, sentirá o disco sendo lido e as partes mecânicas trabalhando. Nada grave e dentro da média da categoria.

Ele vem ainda com uma simpática capa de couro para transporte e cabo USB genérico de apenas 40 cm, que poderia ser um pouco maior. Outra coisa que é até meio óbvia, mas não custa avisar: nunca o conecte ao computador quando ele estiver dentro da capinha.

Performance

Usamos em nossos testes de transferência o mesmo arquivo de cerca de 1 GB, além de um notebook Lenovo G460 com processador Intel Core i3, 4 GB de memória RAM e Windows 7 Home Premium 64 bits. Com o sistema livre (apenas tarefas de fundo como antivírus rodando), a transferência demorou 47,3 segundos.

Com o sistema um pouco mais ocupado, com os programas Firefox, Google Talk e TweetDeck abertos, foram necessários 50,6 segundos. As marcas são boas, mas poderiam ser melhores se não fosse a limitação de conexão para o USB 2.0. A Samsung ficou devendo uma porta USB 3.0 ou mesmo compatibilidade com o padrão e-SATA.

Outro problema é que alguns computadores podem não fornecer a energia suficiente para que o HD funcione normalmente, e aí não tem jeito: tem que comprar aquele cabo em forma de Y para transferir dados em uma ponta e força na outra. Mas a grande maioria dos notebooks atuais deve lidar tranquilamente com apenas um USB conectado.

Software

A Samsung incluiu no dispositivo um programa para backup automático que pode agir junto com a função de backup do Windows. É recomendado utilizá-lo somente se você pluga o HD constantemente em seu notebook, já que a medida de segurança só tem sentido se você tiver uma cópia atualizada dos arquivos. No HD, ainda, há versões em PDF do manual do usuário.

Veja aqui o preço

Fonte: TechTudo

quarta-feira, 2 de fevereiro de 2011

Conheça escritoras clássicas da literatura

Mulheres escritoras dão uma sensibilidade muito especial para literatura.
Território ocupado durante muito tempo pelos homens, a literatura também abriu espaço para que mulheres ocupassem posição de destaque. Se hoje em dia elas ocupam posição de destaque entre os best-sellers mundiais, algumas precisaram abrir o caminho. Cada uma a seu modo e a seu tempo lutou para conquistar o reconhecimento que suas narrativas mereciam, além de tornarem-se responsáveis por obras indispensáveis a qualquer amante das letras.


O Blog do seu PC - Jane AustenJane Austen (1775 - 1917) “Orgulho e Preconceito”. “Razão e Sensibilidade”. Estas são algumas das obras escritas por Jane Austen. Inglesa de Hampshire, escreveu seus romances baseados na sociedade burguesa e agrária na qual foi criada. Suas histórias, em geral, transcorrem em torno do casamento da protagonista e revelam, com ironia, os custumes e tradições da época. Diversas adaptações cinematográficas foram feitas, inclusive uma cinebiografia.







O Blog do seu PC - Virginia Woolf Virginia Woolf (Londres, 25 de Janeiro de 1882 — Lewes, 28 de Março de 1941) Escritora inglesa tem sua obra marcada pelos romances psicológicos que revelam o caráter de seus personagens a partir de suas re flexões. Foi com “Mrs. Dalloway” que Woolf inaugurou os recursos narrativos que tonaram-se característicos de suas narrativas. Dedicando toda a sua vida à literatura, suicidou-se em 1941 após ser vítima de depressão.








O Blog do seu PC - Emily BrontëEmily Brontë (Thornton, 30 de julho de 1818 - Haworth, 19 de dezembro de 1848) Escritora e poeta britânica, escrevia seus livros sob o pseudônimo masculino de Ellis Bell. Sua única obra em prosa publicada, “O Morro dos Ventos Uivantes” foi mal recebido na época, mas depois tornou-se um dos clássicos da literatura inglesa. Gerou diversas adaptações para o cinema e recentemente ganhou destaque ao ser citado pela personagem Bella de “Crepúsculo” como uma de suas leituras preferidas.







O Blog do seu PC - Agatha ChristieAgatha Christie (15 Setembro 1890 – 12 Janeiro 1976) Conhecida como a “Rainha do Crime”, Agatha Christie é autora de grandes ícones da literatura policial e de suspense. Seu trabalho como farmacêutica forneceu amplo conhecimento sobre venenos, trazendo verossimilhança às suas histórias. Seu romance mais conhecido, “Assassinato no Expresso do Oriente” foi escrito em 1934. Ao todo, foram 79 romances e livros de contos, além de doze peças de teatro.







O Blog do seu PC - Rachel de QueirozRachel de Queiroz (Fortaleza, 17 de novembro de 1910 — Rio de Janeiro, 4 de novembro de 2003) Representante feminina da chamada “geração de 30″ do Modernismo brasileiro, Rachel de Queiroz trouxe para a literatura a vida e o sofrimento do sertanejo nordestino. A seca e o cangaço são os principais temas de suas obras. “O Quinze” é seu romance mais conhecido, sendo recorrentemente exigido nos grandes vestibulares.








O Blog do seu PC - Lygia Fagundes TellesLygia Fagundes Telles (São Paulo, 19 de abril de 1923) Paulista, a escritora cursou direito e começou a escrever em 1931, logo após ser alfabetizada. Seu primeiro livro de contos foi publicado com a ajuda de seu pai, que financiou a edição. “Ciranda de Pedra”, primeiro romance da autora, foi adaptado suas vezes para novelas. Ainda hoje recebe prêmios por conta de sua vasta produção.








Fonte: Sobre Livros

terça-feira, 1 de fevereiro de 2011

O HD que economiza energia

HD Samsung HD502HI
Na hora de definir a configuração padrão de um desktop, muitas vezes esquecemos de verificar qual a marca de cada componente. Diante deste fato, acabamos adquirindo peças com pouca durabilidade e que tornam-se uma dor de cabeça na hora de recompor determinado hardware. Diante disso, uma das boas opções de HDs internos é o Samsung EcoGreen HD502HI.


Velocidade

A velocidade não é um dos pontos fortes deste disco rígido. Rodando a 5400 RPM, ele é mais lento do que vários produtos no mercado que já trabalham com 7200 RPM.

Durabilidade

Composto de um material pouco nocivo ao meio ambiente e bastante resistente, o HD também é campeão na categoria durabilidade. Desde que foi lançado no mercado, algo em torno de 3 anos, o modelo é o que menos recebe críticas referentes a vida útil.

Preço

Claro que, para adquirir um hardware de qualidade, é necessário que você invista um pouco mais do que um modelo comum. Com uma faixa de preço entre 150 a 350 reais, o modelo é bem mais caro do que outras marcas modestas.

Refrigeração

Apesar do consumo de energia do HD da Samsung ser relativamente mais baixo que o de seus concorrentes, é possível notar uma temperatura interna muito maior do que os outros modelos. Porém, nada que faça o HD queimar com uma certa facilidade, ou influenciar bastante na temperatura interna do seu PC.

Fonte: TechTudo

segunda-feira, 31 de janeiro de 2011

Entenda as especificações dos HDs

Hardware,hd-250gb-sata2-seagate-7200-rpm.
Os discos rígidos são componentes básicos de qualquer PC. Infelizmente a maioria dos usuários só se preocupa com a capacidade do HD. Na verdade existem outras especificações dos HDs que são muito importantes. Mas quem teve a curiosidade de checar as especificações de um HD na página do fabricante na Internet, deve ter percebido que os termos são muito complicados além de estarem todos em inglês. Isto não quer dizer que não nos devemos preocupar com as características de um HD. Muitas vezes, comparando as especificações de um disco com a de outro semelhante, descobrimos que um pode possuir grandes vantagens em relação ao outro. O grande problema é entender o que quer dizer cada termo. Este post descrever de maneira simples as principais especificações dos HDs de modo que a sua escolha HD não seja considerada trabalho para especialistas em hardware.

Hard Disk
Fator de Forma (Form Factor)

O fator de forma define as dimensões físicas de um disco rígido. Atualmente a maioria dos discos rígidos têm largura de 3,5 polegadas. Mas já existiram discos rígidos de 5,25 polegadas de largura e até mais. Além da largura existe também a questão da altura. Enquanto quase todos os HDs de 3,5 polegadas ocupam apenas uma “baia” para discos de 3,5 polegadas, alguns discos de 5,25 polegadas (muito antigos) podiam ocupar até duas “baias” de 5,25 polegadas. É bom lembrar que os drives de 3,5 polegadas também podem ser montados em baias de 5,25 polegadas se usarmos adaptadores (chamados comumente de “frames”). E também existem os drives de 2,5 polegadas de largura e ultra finos. Estes tipos de drives são encontrados normalmente em Notebooks.

Interface

A interface nada mais é que o tipo de controladora que o HD utiliza. Atualmente os HDs são divididos em dois grandes grupos com relação à sua Interface. Temos os HDs no padrão IDE/ATA e os no padrão SCSI. Quase sempre os HDs com a interface SCSI têm melhor desempenho que os no padrão IDE. Dentro destes grupos ainda existem várias subdivisões. Toda vez que um novo HD super rápido chega mercado os fabricantes têm que melhorar a taxa de transferência da Interface. Uma Interface rápida com HD lento não tem como prejudicar o desempenho do HD, mas o contrário, isto é, uma interface lenta com um HD rápido, acaba com o desempenho do mesmo. Os HDs com interface no padrão IDE/ATA são divididos em HDs no padrão PATA (Parallel ATA) e HDs no padrão SATA (Serial ATA). Quase todos os HDs no padrão IDE/ATA atualmente disponíveis no mercado seguem a especificação SATA (1 ou 2). O padrão SATA1 pode atingir taxas de transferência de até 150 MB/s. Já os HDs no padrão SATA2 podem alcançar taxas de transferência próximas a 300 MB/segundo. Os HDs no padrão SCSI não ficam para trás. Existem HDs no padrão SCSI que podem chegar até 320 MB/segundo ou mais. É claro que estes são valores máximos (“de pico”). A taxa de transferência “média” costuma ser bem abaixo desta.

Densidade (Density)

A densidade tem a ver com a concentração de informação que podemos ter no material magnético do disco. Assim, quanto maior for a densidade de um disco, maior será a capacidade deste disco de armazenar informações. A densidade de um disco rígido é definida pela quantidade de informação que pode ser armazenada em uma trilha do mesmo. A densidade também pode afetar o desempenho do disco, pois quanto maior for a informação contida em um espaço do disco, mais informação será lida pela cabeça de leitura do HD em menos tempo. Isso vai aumentar a taxa de transferência do disco rígido. Desta forma podemos dizer que um disco rígido com maior densidade e menor velocidade de rotação pode sim ser mais rápido que um HD com velocidade de rotação maior, mas com menor densidade.

Velocidade de rotação dos discos (Rotational Speed)

A definição de velocidade de rotação dos discos é óbvia: é o número de rotações por minuto que os discos magnéticos do HD podem alcançar. Os primeiros HDs no padrão IDE só conseguiam chegar a cerca de 4000 rpm (rotações por minuto). Atualmente os discos rígidos IDE/ATA chegam a 7200 e até a 10000 rpm. Já os discos no padrão SCSI costumam ter maiores valores para velocidade de rotação, chegando a 10000 e até a 15000 rpm. Existe um problema sério com HDs que possuem velocidades de rotação de 7200 rpm ou mais. Trata-se do aquecimento. Com a rotação elevada, estes HDs atingem temperaturas muito elevadas no interior do gabinete. Este calor pode prejudicar o funcionamento do HD e até do microcomputador como um todo. Recomenda-se o uso de refrigeração especial dedicada aos HDs no caso destes HDs mais rápidos. Uma curiosidade: se dois HDs tiverem a mesma velocidade de rotação e a mesma densidade, mas possuírem fatores de forma diferentes (por exemplo: 2,5 polegadas e 3,5 polegadas), o HD maior será mais rápido na média. Isto porque as suas trilhas mais externas terão maior velocidade linear que as trilhas externas do HD menor.

Capacidade (Capacity)

A capacidade é a característica que a maioria dos usuários escolhe primeiro em um disco rígido. Todos querem o maior HD possível, para “enchê-lo” com seus arquivos, músicas, etc. Neste ponto só devemos tomar um cuidado básico: verificar se o BIOS da placa-mãe consegue reconhecer a capacidade total do disco rígido. Placas-mãe mais antigas possuem BIOS que têm problemas para reconhecer HDs maiores. Vale a pena checar no site do fabricante da placa-mãe se é possível fazer um atualização de BIOS que permita que o mesmo reconheça o HD maior. Este tipo de problema só ocorre com discos no padrão IDE. Isto porque o padrão SCSI exige uma controladora específica que possui a capacidade de definir corretamente as características de capacidade de quaisquer discos rígidos SCSI que estejam “plugados” à ela. A capacidade é importante porque quanto maior for o HD menor deverá ser seu preço relativo. Eu explico melhor: Um HD de 80 GB custa cerca de R$ 100,00, enquanto um HD de 250 GB custa R$ 150,00. Assim o preço por gigabyte do primeiro HD é bem maior que do segundo HD. É por isso que costumamos recomendar a compra do maior HD que seu dinheiro puder comprar!

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Latência e tempo de busca (Latency and Seek Time)

A latência é o tempo necessário para que os discos girem até que a informação esteja posicionada em baixo das cabeças de leitura e gravação do disco rígido. Já o tempo de busca é o tempo que as cabeças de leitura tem que gastar para poder começar a ler a informação. A combinação destes dois tempos nos dá o tempo de acesso total à informação contida em determinada parte do disco, que é o nosso próximo tópico. É claro que os HDs com maior velocidade de rotação terão uma latência menor.

Tempo de acesso (Access time)

Este item é um dos itens mais importantes em que devemos prestar atenção na hora de escolher um disco rígido. Quanto menor for o tempo de acesso de um disco rígido menor será o tempo gasto para recuperar uma informação armazenada neste disco. O tempo de acesso médio é definido com a média de todos os tempos de acesso existentes no disco. O tempo de acesso médio é uma medida mais real que o menor tempo de acesso. O menor tempo de acesso é quase sempre obtido pelas trilhas mais próximas ao local onde as cabeças do disco rígido ficam em estado de espera. Existem vários programas medidores de desempenho que conseguem verificar o tempo médio de acesso de um disco rígido.

Buffer

O buffer é uma pequena quantidade de memória RAM colocada dentro da parte eletrônica dos HDs mais modernos. No buffer ficam armazenados os dados mais solicitados daquele HD. Desta forma, ao invés de ser feita uma leitura eletromecânica do disco é feita uma transferência eletrônica de determinados dados. Isto aumenta em muito o desempenho do disco. Quanto maior for um buffer de um HD melhor será seu desempenho global. Por analogia, podemos dizer que o buffer está para o HD assim como a memória cache está para a memória RAM. Os valores típicos de buffer para os HDs são 512 KB, 1 MB, 2 MB, 8 MB e 16 MB. Aliás, muitas vezes o buffer é chamado de cache do HD.

Tempo médio entre falhas (MTBF – Mean Time Between Failures)

O tempo médio entre falhas teoricamente mede a quantidade de horas ininterruptas que o disco rígido deve funcionar sem problemas. Na verdade, o MTBF, é uma medida de confiabilidade do HD. Um HD com MTBF de 500.000 horas não vai funcionar por mais de 50 anos! Mas ele terá uma confiabilidade maior que um HD com MTBF de “apenas” 200.000 horas. Na verdade, a grande maioria dos HDs já estará obsoleta quando o seu período de MTBF expirar, mas o MTBF nos dá uma medida de confiança do HD.

Taxa de transferência (Transfer Rate)

A taxa de transferência de um HD pode ser classificada em três tipos:

Taxa de transferência Interna
É a taxa que os discos podem transferir informação (dados) para as cabeças de leitura e gravação do disco rígido e vice-versa.

Taxa de transferência Externa
É a taxa máxima que a interface pode obter. Com o uso de buffers, conseguimos taxas de transferência externas de até 133 MB/segundo em HD no padrão PATA e 300 MB/segundo no padrão SATA.

Taxa de transferência sustentada
É a taxa que a informação consegue ser transferida do HD para a placa-mãe de um modo constante durante um determinado período de tempo. É uma associação entre a taxa de transferência interna e a taxa de transferência externa. Esta é, na realidade, a única taxa que interessa.

É claro que a taxa de transferência sustentada de um HD é função de vários fatores vistos anteriormente, tais como tempo de acesso, Buffers, Interface, etc. Discos rígidos no padrão SCSI costumam possuir taxas de transferência sustentadas melhores que os discos no padrão IDE. Isto porque os discos SCSI tem geralmente velocidades de rotação maiores, tempos de acesso menores, etc.

Tenho certeza que com este guia detalhado das especificações dos HDs você poderá deixar todos estes vendedores que acham que sabem alguma coisa de hardware de boca aberta. Espero que as informações do guia também ajudem na hora da escolha do disco rígido. Qual HD sua máquina é equipada, está sastifeito, pretendo colocar um com capacidade de armazenamento maior...? Deixei seu comentário!



Fonte: Guia do PC

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