sexta-feira, 18 de fevereiro de 2011

O melhor processador é o Intel Celeron 430 1,8 GHz

Qual é melhor: a arquitetura NetBurst do Pentium 4 ou a arquitetura Core 2 do novo Intel Celeron.
O processador Intel Celeron 430 1,8 GHz dá aos PCs desktop um nível equilibrado de tecnologia comprovada a um preço excepcional. Este processador Celeron é baseado na nova microarquitetura de uso eficiente de energia, o que permite integrar PCs desktops menores, mais silenciosos e com maior capacidade. É baseado na mesma tecnologia dos processadores Core 2. Oferece performance suficiente para uso no dia-a-dia a um custo excepcionalmente baixo.


A meu ver, não somente por minha máquina ter esse processador, o Celeron 430, é o melhor processador, embora seja a linha de baixo custo da Intel, é uma escolha preferível a qualquer Pentium 4, isso porque ele é um processador de arquitetura Core, muito superior à arquitetura do Pentium 4.

Não que eu não sonhe em ter um computador com processador Intel Core i7, pois tenho consciência que esse é bem superior, mas por hora não dá, então para mim o Intel Dual Core Celeron é o melhor justamente por isso, porque sem ele meu computador não "roda".

E também pela sua avançada arquitetura, o Celeron 430 apresenta desempenho muito próximo à antiga família Pentium 4, mas com um consumo de energia é até 75% menor! E o que isso quer dizer? isso quer dizer que este Celeron 430 é extremamente frio, e esquenta muito pouco (não passa de 40°C) e portanto permite que o seu PC seja significativamente mais econômico e silencioso, ideal para quem quer silêncio e conta de luz mais barata.

Se queremos chegar a algum lugar, acredito que devemos parar de acreditar nas antigas e vagas argumentações de leigos como: "Pentium 4 é primeira linha, Celeron é segunda linha", ou "Pentium 4 é muito melhor".

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quinta-feira, 17 de fevereiro de 2011

O velho problema dos travamentos

O Windows e seus famigerados travamentos.
O Windows, como qualquer outro sistema operacional, bem como os aplicativos, drivers e outros softwares do gênero, sempre travou ao longo dos anos, desde a época de suas primeiras versões ao mais moderno e atualizado Windows 7. No entanto, ele ganhou a fama de ser um sistema operacional instável, graças em grande parte ao gerenciamento de processos, que antigamente não recebia tanta atenção o quanto nos dias atuais, onde a estabilidade passa a ser tão importante quanto o desempenho.

Independente do sistema operacional em uso, qualquer PC desktop irá travar ou sofrer problemas relacionados à instabilidade, se a montagem, configuração e integração dos dispositivos físicos, não for feita de forma adequada.

À começar pela "espinha dorsal" - placa-mãe, CPU e RAM - certifique-se de que todos estes componentes sejam compatíveis entre si. Parece óbvio? Para muitos técnicos de informática que se limitam a encaixar as peças, sim; mas para especialistas e entusiastas do assunto, existem alguns detalhes técnicos que podem se passar despercebidos, mas devem ser analisados mais minuciosamente...

À primeira vista, as placas-mãe adquiridas geralmente são compatíveis com as CPUs que os usuários desejam equipar seus PCs desktops. No entanto, uma determinada placa-mãe lançada em uma data específica, somente garantirá o suporte aos processadores lançados antes daquela época em questão.

Muitos fabricantes lançam revisões da arquitetura, oferecendo processadores mais atuais, eficientes e estáveis. Embora "funcionem", estes não são devidamente reconhecidos pelo sistema, tendo inclusive muitos de seus recursos desabilitados.

Nesses casos, uma atualização de BIOS geralmente resolve, DESDE que o fabricante da placa-mãe informe o suporte oficial do novo processador, através dos changelogs (uma documentação que descreve as melhorias feitas nos softwares - neste caso, o firmware - desde a versão anterior).

Ainda considerando a atualização de BIOS, nem todos os firmwares são isentos de erros, sendo necessário efetivar as devidas correções. Novamente, confiram nos changelogs oficiais se tais correções feitas afetam a estabilidade do sistema e faça o update, se necessário.

Já os módulos de memória, estes também podem padecer do mesmo mal que as CPUs: muitos módulos recém-lançados podem não ser totalmente compatíveis com as placas-mãe mais antigas; para variar, os updates de BIOS geralmente não contemplam o suporte a novos módulos de memória, embora funcionem na grande maioria dos casos (por isto, há uma tabela publicada no manual da placa-mãe, informando os fabricantes e modelos dos módulos de memória RAM testados pelo fabricante).

Por fim, o manuseio descuidado também pode causar danos aos chips de memória, devido à ação destrutiva da transferência de carga elétrica entre diferentes corpos. Tal fenômeno é chamado de eletricidade estática e os chips de memória RAM são os mais afetados por ela, dada a delicadeza do processo de fabricação.

No primeiro caso, a primeira coisa fazer é observar os valores dos parâmetros configurados automaticamente através do chip SPD (Serial Presence Detect), responsável por informar o BIOS os valores corretos de frequência de operação, tempo de latência e tensão de alimentação, entre outras opções.

Embora a detecção ocorra sem maiores inconvenientes, muitas vezes a placa-mãe não está preparada para trabalhar com estes valores, causando as instabilidades e os travamentos tão indesejados. A solução se resume em alterar tais parâmetros manualmente, utilizando valores mais conservadores para garantir a estabilidade, embora isto afete levemente o desempenho. Os parâmetros que possuem maior efeito na estabilidade do sistema são o CAS Latency e o Command Per Clock (também chamado de Command Rate).

Na dúvida ou não entendimento dos parâmetros listados, uma forma mais simples de promover as alterações sem "tecnicismos", seria reduzir o clock padrão do módulo para valores mais baixos.

Por exemplo, módulos DDR2 podem ser reduzidos de 800 para 667 MHz, ao passo que módulos DDR3 podem ser reduzidos de 1600 para 1333 MHz. Muitas vezes, as placas-mãe suportam oficialmente módulos até uma certa frequência específica, mas podem operar com módulos de frequências maiores, sujeitando-se a alguns problemas de compatibilidade.

Uma Abit VA-10 que tive, baseada no chipset Via KM400 suportava oficialmente apenas os módulos DDR-333, embora os módulos DDR-400 pudessem funcionar nela. Ao reduzir a frequência de operação dos módulos, os parâmetros CAS Latency e o Command Per Clock poderão trabalhar com os seus valores default, sem afetar a estabilidade geral do sistema.

Por fim, há o truque de aumentar o valor de tensão fornecido para a alimentação da memória RAM. Os módulos DDR operam sob 2.5V, ao passo que os módulos DDR2 operam sob 1.8V e os atuais módulos DDR3 operam sob 1.5V (com alguns modelos funcionando a apenas 1.35V).

Para garantir que os módulos funcionem de forma estável, algumas placas-mãe já promovem o acréscimo de 0,05V automaticamente. Por exemplo, não será difícil encontrar configurações de módulos DDR operando sob 2.55V ou 2.60V e DDR2 operando sob 1.85V., embora ainda não tenha encontrado exemplos práticos de módulos DDR3 operando com valores levemente maiores.

Tais acréscimos também são muito utilizados em overclocks, necessários para garantir que as memórias funcionem a um clock maior sem desestabilizarem o sistema. Nem é preciso dizer que, superando a casa dos 5% de diferença, a vida útil dos módulos pode ser reduzida.

Já nos casos em que a suspeita das instabilidades recaem sobre o estado dos módulos, o principal responsável pelas anomalias é a eletricidade estática. Neste caso, melhor maneira de verificar se os chips não foram danificados, será com a realização de testes de leitura e escrita em todos os setores, com o uso de softwares especiais.

Para esta necessidade, o famoso Memtest86 é uma das principais opções gratuitas. Mas uma observação se faz necessária: utilize a versão baseada em modo-texto, já que o Windows irá "mascarar" os resultados, pelo simples fato do utilitário estar impedido de testar as áreas da memória utilizadas pelo próprio Windows.


Mentest86 em funcionamento

A placa de vídeo, esta é praticamente um subsistema computacional à parte, a qual é extremamente exigida em jogos e outras aplicações gráficas que exijam desempenho. Os modelos de entrada e mainstream não requerem a alimentação extra, as quais podem ser perfeitamente alimentadas pelo slot PCI-Express.

No entanto modelos mais avançados exigem mais alimentação, o que torna o essencial o bom dimensionamento da fonte de alimentação adequada para o sistema como um todo. Por fim, o calor gerado por estes dispositivos pode sobrecarregar todo o sistema de refrigeração, obrigando os demais componentes internos a trabalharem sob condições de temperatura mais agressivas que as recomendadas.

Os demais periféricos - que não exigem tanta carga de processamento - podem perfeitamente trabalhar bem, sem exigir muito a alimentação e refrigeração do micro.

No entanto, se os parâmetros destes dispositivos não forem devidamente configurados, poderemos ter problemas relacionados à conflitos de recursos, onde dois ou mais dispositivos podem requerer o mesmo IRQ, canal DMA, endereço de memória ou endereço de porta. Nestes casos, a configuração manual - embora complexa - poderá resolver o conflito, devolvendo a estabilidade do sistema.

Ao concluir inspeção de cada item, faz-se necessária uma análise superficial do estado geral da placa-mãe e os demais dispositivos conectados. Checar o estado das trilhas, dos capacitores e outros componentes eletrônicos, bem como a limpeza e organização geral, previne uma série de anomalias que podem vir a causar as instabilidades e travamentos.

Por exemplo, slots PCI, bancos de memória e outros tipos de conectores e encaixes, precisam ser limpos de tempos em tempos, através do uso de soluções apropriadas (pano seco, álcool isopropílico e spray limpa-contatos). Já o emaranhado de fios e cabos flat precisam ser organizados, de forma a facilitar a ventilação interna do PC desktop.

Por fim, não deixem de gerenciar o fornecimento da energia elétrica adequado, assim como adotar as proteções adequadas para os problemas relacionados, como o uso de filtros de linha e nobreaks.

Fonte: Guia do Hardware

quarta-feira, 16 de fevereiro de 2011

O que esperar da TV 3D e do Blu-Ray

TV 3D e Blu-Ray.
Todos os anos surgem tecnologias que prometem revolucionar o mercado. No entanto, diversos motivos contribuem para o fracasso ou o sucesso dessas novidades no mercado. Descubra se as TVs 3D e o Blu-Ray irão, finalmente, deslanchar em 2011. As duas tecnologias já têm algum tempo de vida, mas ainda não emplacaram no mercado. Será que este será o ano delas? É um modismo ou realmente vingará?


TVs 3D
No ano passado, houve todo um furor em torno do lançamento dos televisores 3D no mercado. A imagem em terceira dimensão, em alguns aparelhos, é realmente de impressionar. Além disso, a alta definição, combinada com uma tela grande, faz o telespectador se sentir “dentro” da programação.

Mas essa é uma tecnologia que a gente duvida um pouco de sua sobrevida. Primeiro, porque as TVs são mais caras. Depois, porque existem poucos filmes em 3D disponíveis e é necessário um Blu-Ray player para reproduzi-los, o que aumenta ainda mais a conta.

E ainda têm os óculos, que tornam praticamente impossível assistir TV 3D e fazer qualquer outra coisa ao mesmo tempo. Programação em 3D, talvez só nas salas de cinema, onde as pessoas estão dispostas a manter atenção exclusiva na tela.

É claro que assistir a jogos, corridas e outros eventos esportivos em três dimensões pode ser bem legal. Mas, de novo, o difícil vai ser arranjar pares de óculos para todo mundo, se o usuário resolver compartilhar a experiência com amigos.

Portanto, essa é uma tecnologia que, na nossa visão, não deve ir muito longe. A não ser que alguém consiga criar, de fato, um televisor 3D que dispense os óculos.


Blu-Ray
Já faz 3 anos que os discos Blu-Ray chegaram ao mercado consumidor. Mas, até agora, eles não estouraram. Ainda são raras as casas brasileiras que têm um tocador de Blu-Ray.

E são duas as explicações: a primeira é o preço, uma vez que os aparelhos chegam a ser até cinco vezes mais caros que os DVDs; outra razão é a escassez de títulos nas locadoras, pois só nos últimos meses começaram a aumentar os acervos disponíveis para locação.

E, para quem resolver comprar o disco, a diferença de preço também é enorme: um filme em DVD, custa, em média, entre R$ 20 e R$ 40 no varejo. O mesmo título em Blu-Ray não sai por menos de R$ 70.

Nos Estados Unidos, a vida do Blu-Ray também não anda fácil. Por lá, ele sofre a concorrência dos downloads. Com banda larga de verdade, os consumidores preferem alugar filmes online em alta definição, em vez de comprar um aparelho caro. Isso sem contar que o download poupa o trabalho de ir até a locadora.

Por essas e por outras, o Blu-Ray é uma das tecnologias sobre as quais nós temos dúvidas. Será que ele vai vingar?




Veja preços de TV e Blu-Ray Player



Fonte: Olhar Digital

terça-feira, 15 de fevereiro de 2011

Tecnologia USB 3.0

u ésse bê três ponto zero.
A tecnologia USB (Universal Serial Bus) é sinônimo de comodidade e agilidade, afinal, é um padrão que permite a interconexão de dispositivos dos mais variados tipos. No entanto, cada vez mais surgem no mercado aparelhos que geram grandes volumes de dados e que, consequentemente, necessitam de maior velocidade na transmissão destes. É neste ponto que entra em cena o padrão USB 3.0 (também chamado de SuperSpeed USB), cujas principais características serão mostradas a seguir:

Por que o USB 3.0 foi criado?
A tecnologia USB surgiu no ano de 1994 e, desde então, foi passando por várias revisões. As mais populares são as versões 1.1 e 2.0, sendo esta última ainda bastante utilizada. A primeira é capaz de alcançar, no máximo, taxas de transmissão de 12 Mbps (megabits por segundo), enquanto que a segunda pode oferecer até 480 Mbps.

Como se percebe, o USB 2.0 consegue ser bem rápido, afinal, 480 Mbps correspondem a cerca de 60 megabytes por segundo. No entanto, acredite, a evolução da tecnologia está fazendo que velocidades muito maiores sejam necessárias.

Não é difícil entender o porquê: o número de conexões à internet de alta velocidade cresce rapidamente, o que faz com que as pessoas queiram consumir, por exemplo, vídeos, músicas, fotos e jogos em alta definição. Some a isso ao fato de ser cada vez mais comum o surgimento de dispositivos como smartphones e câmeras digitais que atendem a essas necessidades. A consequência não poderia ser outra: grandes volumes de dados nas mãos de um número cada vez maior de pessoas.

Com suas especificações finais anunciadas em novembro de 2008, o USB 3.0 surge para dar conta dessa e da demanda que está por surgir. É isso ou é perder espaço para tecnologias como o FireWire, por exemplo. Para isso, a novidade tem como principal característica a capacidade de oferecer taxas de transferência de dados de até 4,8 Gbps (gigabits por segundo). Mas não é só isso...

O que é USB 3.0
Como você viu no tópico acima, o USB 3.0 surgiu porque o padrão precisou evoluir para atender novas necessidades. Mas, no que consiste exatamente esta evolução? O que o USB 3.0 tem de diferente do USB 2.0? A principal característica você já sabe: a velocidade de até 4,8 Gbps, que corresponde a cerca de 600 megabytes por segundo, dez vezes mais que a velocidade do USB 2.0. Nada mal, não?

Símbolo para dispositivos USB 3.0
Símbolo para dispositivos USB 3.0

Mas o USB 3.0 também se destaca pelo fator alimentação elétrica: o USB 2.0 fornece até 500 miliampéres, enquanto que o novo padrão pode suportar 900 miliampéres. Isso significa que as portas USB 3.0 podem alimentar dispositivos que consomem mais energia.

É claro que o USB 3.0 possui as características que fizeram as versões anteriores tão bem aceitas, como Plug and Play (plugar e usar), possibilidade de conexão de mais de um dispositivo na mesma porta, hot-swappable (capacidade de conectar e desconectar dispositivos sem a necessidade de desligá-los) e compatibilidade com dispositivos nos padrões anteriores.


Conectores USB 3.0
Outro aspecto no qual o padrão USB 3.0 difere do 2.0 diz respeito ao conector. Os conectores de ambos são parecidos, na verdade, mas não são iguais.

Conector USB 3.0 A
Como você verá mais adiante, os cabos da tecnologia USB 3.0 são compostos por nove fios, enquanto que os cabos USB 2.0 utilizam apenas 4. Isso acontece para que o padrão novo possa suportar maiores taxas de transmissão de dados. Assim, os conectores do USB 3.0 possuem contatos para esses fios adicionais na parte do fundo. Caso um dispositivo USB 2.0 seja utilizado, este usará apenas os contatos da parte frontal do conector. As imagens a seguir mostram um conector USB 3.0 do tipo A:

Estrutura interna de um conector USB 3.0 A
Estrutura interna de um conector USB 3.0 A


Conector USB 3.0 A
Conector USB 3.0 A

Você deve ter percebido que é possível conectar dispositivos USB 2.0 ou 1.1 em portas USB 3.0. Este último é compatível com as versões anteriores. Fabricantes também podem fazer dispositivos USB 3.0 compatíveis com o padrão 2.0, mas neste caso a velocidade será a deste último. E é claro: se você vai interconectar dois dispositivos por USB 3.0, o cabo precisa ser deste padrão.

Conector USB 3.0 B
Tal como acontece na versão anterior, o USB 3.0 também conta com conectores diferenciados para se adequar a determinados dispositivos. Um deles é o conector do tipo B, utilizado em aparelhos de porte maior, como impressoras ou scanners, por exemplo.

Em relação ao tipo B do padrão USB 2.0, a porta USB 3.0 possui uma área de contatos adicional na parte superior. Isso significa que nela podem ser conectados tantos dispositivos USB 2.0 (que aproveitam só a parte inferior) quanto USB 3.0. No entanto, dispositivos 3.0 não poderão ser conectados em portas B 2.0:

Conector USB 3.0 B
Conector USB 3.0 B


Micro-USB 3.0
O conector micro-USB, utilizado em smartphones, por exemplo, também sofreu modificações: no padrão USB 3.0 - com nome de micro-USB B -, passou a contar com uma área de contatos adicional na lateral, o que de certa forma diminui a sua praticidade, mas foi a solução encontrada para dar conta dos contatos adicionais:

Conector micro-USB 3.0 B

Conector micro-USB 3.0 B


Para facilitar a diferenciação, fabricantes estão adotando a cor azul na parte interna dos conectores USB 3.0 e, algumas vezes, nos cabos destes. Note, no entanto, que é essa não é uma regra obrigatória, portanto, é sempre conveniente prestar atenção nas especificações do produto antes de adquirí-lo.

Sobre o funcionamento do USB 3.0
Como você já sabe, cabos USB 3.0 trabalham com 9 fios, enquanto que o padrão anterior utiliza 4: VBus (VCC), D+, D- e GND. O primeiro é o responsável pela alimentação elétrica, o segundo e o terceiro são utilizados na transmissão de dados, enquanto que o quarto atua como "fio terra".

No padrão USB 3.0, a necessidade de transmissão de dados em alta velocidade fez com que, no início, fosse considerado o uso de fibra óptica para este fim, mas tal característica tornaria a tecnologia cara e de fabricação mais complexa. A solução encontrada para dar viabilidade ao padrão foi a adoção de mais fios. Além daqueles utilizados no USB 2.0, há também os seguintes: StdA_SSRX- e StdA_SSRX+ para recebimento de dados, StdA_SSTX- e StdA_SSTX+ para envio, e GND_DRAIN como “fio terra” para o sinal.

O conector USB 3.0 B pode contar ainda com uma variação (USB 3.0 B Powered) que utiliza um contato a mais para alimentação elétrica e outro associado a este que serve como "fio terra", permitindo o fornecimento de até 1000 miliampéres a um dispositivo.

Quanto ao tamanho dos cabos, não há um limite definido, no entanto, testes efetuados por algumas entidades especialistas (como a empresa Cable Wholesale) recomendam, no máximo, até 3 metros para total aproveitamento da tecnologia, mas esta medida pode variar de acordo com as técnicas empregadas na fabricação.

No que se refere à transmissão de dados em si, o USB 3.0 faz esse trabalho de maneira bidirecional, ou seja, entre dispositivos conectados, é possível o envio e o recebimento simultâneo de dados. No USB 2.0, é possível apenas um tipo de atividade por vez.

O USB 3.0 também consegue ser mais eficiente no controle do consumo de energia. Para isso, o host, isto é, a máquina na qual os dispositivos são conectados, se comunica com os aparelhos de maneira assíncrona, aguardando estes indicarem a necessidade de transmissão de dados. No USB 2.0, há uma espécie de "pesquisa contínua", onde o host necessita enviar sinais constantemente para saber qual deles necessita trafegar informações.

Ainda no se que se refere ao consumo de energia, tanto o host quanto os dispositivos conectados podem entrar em um estado de economia em momentos de ociosidade. Além disso, no USB 2.0, os dados transmitidos acabam indo do host para todos os dispositivos conectados. No USB 3.0, essa comunicação ocorre somente com o dispositivo de destino.

O USB 3.0 veio para substituir o padrão anterior? Pode até ser que isso aconteça em um futuro próximo, mas no momento a resposta é: não. Isso porque ainda há uma série de dispositivos que são bem atendidos pela tecnologia USB 2.0, tanto que, pelo menos nesta fase inicial, será comum encontrar laptops e placas-mãe, por exemplo, que oferecem portas nos dois padrões.

Fonte: Info Wester

Tenha um e-mail @facebook.com

Facebook Logo.
Como se não bastasse ter o maior site de relacionamento do mundo, Mark Zuckerberg, o CEO mais pop de todos os tempos, também está apostando em um serviço de e-mails com o nome de sua rede social. O webmail funciona integrado a sua conta do Facebook, ou seja, se você já possui um perfil na rede social pode requisitar um endereço de e-mail agora mesmo.





O serviço de e-mail do Facebook, porém, ainda está em fase de testes e é bastante restrito. Mas se você quer ser um dos primeiros a possuir um endereço @facebook.com, basta seguir mais a dica. Abaixo como você entrar na fila de espera do “Facebook Mail”.

Passo 1. Acesse sua conta do Facebook -- caso ainda não possua, obviamente, crie uma antes de continuar;

Passo 2. Na página inicial do seu perfil, clique em “Conta”, e depois em “Configurações da conta”;



Passo 3. Em nome de usuário, clique no link “editar”;

Passo 4. Crie um nome de usuário. Ele será o seu endereço de e-mail. Além disso, você poderá acessar o seu perfil utilizando o link “facebook.com/seu.nome”;

Passo 5. Acesse essa página e clique em “Solicitar um convite”.

Pronto! Agora é só esperar. Você será avisado quando o convite lhe for concedido, e poderá testar em primeira mão o webmail do Facebook.

Fonte: TechTudo

Deixe sua Internet tinindo com o Complete Internet Repair

Complete Internet Repair.
Estamos vivendo na era da Internet, e é inevitavel que com as tecnologias amplamente utilizadas, vem um novo conjunto de problemas. É por isso que foi desenvolvido este conjunto de reparação completa para Internet, cujo principal objetivo é resolver estes problemas, à medida em que eles aparecem. O Complete Internet Repair tenta reparar todos os problemas relacionados à Internet, incluindo problemas de rede. Basta lembrar sempre de duas regras essenciais: em primeiro lugar, não tente consertar algo que não está quebrado, você pode quebrá-lo.

E em segundo lugar, esta ferramenta auxilia a resolver vários problemas relacionados à Internet, mas nem tudo pode ser reparado em um passe de mágica. A maioria das situações possui resolução, e é para isso que o Complete Internet Repair foi criado.

Complete Internet Repair é basicamente uma combinação entre o kit Internet Recovery e Winsock Repair. Uma grande ajuda, caso você esteja enfrentando algum dos seguintes erros:

- Problemas após a remoção de adware, spyware, vírus, worms, cavalos de Tróia etc.
- Perda de conexão de rede após a instalação/desinstalação de um malware, VPN, firewall, antispam etc.
- Problemas ao acessar qualquer página da web
- Pop-ups relatando erros de rede
- Falta de conectividade de rede devido a erros de registro
- Problema ao encontrar DNS
- Erro de renovação do endereço de IP do adaptador de rede ou outros erros DHCP
- Problema de conectividade de rede com pouca ou nenhuma mensagem de conexão
- Atualização do Windows não funciona
- Problemas para se conectar a sites protegidos, como sites de bancos
- O Internet Explorer parou de funcionar ou falha o tempo todo
- Outros problemas de rede.

clique para baixar o complete-internet-repair






Fonte: Olhar Digital

segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011

Divirta-se com o Googleoke

Googleoke.
O site Googleokê utiliza frases traduzidas pelo serviço Google Translate para fazer com que a voz computadorizada cante músicas famosas nacionais e internacionais. A voz do "robô" do serviço, até o momento, canta músicas "Meteoro da Paixão", de Luan Santana, "Poker Face", de Lady Gaga, "Eguinha Pocotó", de MC Serginho, e "Bom Chi Bom", do grupo As Meninas. "Não queremos ganhar dinheiro com o site. Fizemos ele apenas por diversão", disse um dos criadores do Googleokê, Eduardo Araújo, publicitário mineiro de 23 anos.

Ele conta que o site foi lançado dia 10/02/2011, mas que as músicas foram criadas aos poucos há mais ou menos uma semana. "Tivemos a ideia ao colocar frases de músicas no Google Translate e ver no que dava. Não demorou muito para surgir a ideia de mixar as frases com músicas de karaokê, disponíveis no formato midi na internet".

As versões fazem sucesso nas rede sociais como Twitter e o Facebook. Na tarde do dia 10/;02/2011, o termo "Googleokê" entrou no Trending Topics mundial, serviço que mede os termos que passam a ser utilizados abruptamente no Twitter. A conta no microblog do Googleokê, @realgoogleoke, é uma das mais acessadas. Lá, os criadores pedem sugestões de músicas.

Eduardo conta que, ao lado dos colegas de trabalho Mateus Martins, Lucas Bandeira, Gustavo Costa, Rodrigo Simão, Guilherme Araújo, fora do horário de trabalho, pegam poucas frases das músicas e colocam no Google Translate, para depois colocar a voz computadorizada na música. "Fazemos isso depois do horário de trabalho, por isso que ainda não temos um volume grande de canções". O trabalho leva entre 30 minutos e 1 hora.

A escolha das músicas, segundo ele, não tem critério. "Escolhemos pelo refrão e pela sonoridade da voz do Google Translate", afirma. "Jamais imaginamos que nossa brincadeira faria tanto sucesso". Perguntado sobre quais seriam as próximas canções a serem publicadas no Googleokê, Eduardo conta que ele e os amigos ainda não sabem, mas que já têm uma ideia: "Pensamos em um rap, mas o desafio seria colocar músicas mais longas. Acho que 'Faroeste Caboclo' [da banda Legião Urbana] seria nosso maior desafio".

O publicitário disse que quando tiveram a ideia do Googleokê, não temiam uma possível retaliação do Google, pedindo para retirar o site do ar. "Agora que ele está fazendo sucesso, ficamos com um pouco de medo", conta. "Mas não queremos ganhar dinheiro com o site, apenas divertir todo o mundo".

clique para acessar o site googleoke





Fonte: G1 - Tecnologia e Games

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