segunda-feira, 4 de abril de 2011

Firefox 5 vem aí cheio de novidades

Atualização do navegador terá botão que facilita acesso às redes sociais.
Menos de duas semanas após o lançamento de sua versão 4.0 e com mais de 60 milhões de downloads registrados, o Mozilla anuncia como data provável para o lançamento do Firefox 5 o dia 29 de junho. Segundo o site de tecnologia Conceivably Tech, a atualização do navegador não terá mais o botão "home" - ou "página inicial" -, que ficará em uma aba permanente, além de vir com um visualizador de PDF integrado e um tocador de MP3.

Provável interface Firefox 5
Firefox 5 dará acesso rápido às redes sociais

Um botão na barra de URL, no formato de um avião de papel, dará acesso às redes sociais do usuário, como o Facebook e Twitter, e a alguns outros serviços, como o Digg e o StumbleUpon. Neste mesmo botão, dá para compartilhar e curtir a página visitada em seus perfis na rede.

Segundo o site, pela prévia divulgada pelo Mozilla, ainda não há muitas novidades a serem percebidas na interface do novo browser ou em seus novos recursos. Ainda de acordo com as informações publicadas na página, uma versão preliminar estará disponível a partir do dia 13 de abril.

Fonte: O DIA Online

Não se dê ao trabalho de baixar músicas

Ouça músicas de graça pelo GrooveShark.
O GrooveShark é um serviço gratuito que te permite ouvir música online de graça sem precisar fazer qualquer tipo de download. Com ele, você não precisa mais ocupar o espaço do seu computador com novas músicas e nem ficar procurando músicas para download. O banco de dados do GrooveShark é bastante completo e atende a todos os estilos musicais, incluindo músicas nacionais.


GrooveSharkPágina inical do GrooveShark

Para começar a usá-lo, basta criar a sua própria playlist e, se quiser, compartilhar suas músicas com os seus amigos. Isso tudo sem nem precisar de cadastro para ter acesso ao serviço - mas tê-lo garante alguns privilégios. Veja abaixo como utilizar o serviço.

Criar conta

Passo 1. Acesse o site www.groveshark.com;

Passo 2. Você pode escolher entre criar uma conta ou não. Para criar uma conta clique em “Crie sua Conta” no canto superior direito da tela;

Crie a sua conta no GrooveShark
Criando sua conta no GrooveShark

Passo 3. Coloque um nome de usuário, e-mail e senha. Depois, aceite os termos e clique em “Próximo”;

Passo 4. Na próxima tela você precisará indicar algumas poucas informações pessoais. Clique em “Próximo” nas próximas telas e sua conta será criada;


Ouvir Música

Passo 5. No campo de pesquisa, procure por um artista ou pelo nome da música que você deseja ouvir;

Passo 6. Na lista de resultados, escolha a música que você deseja ouvir e clique duas vezes sobre ela. A música vai aparecer em uma aba com a lista de músicas a serem tocadas;

Passo 7. Caso a música não inicie automaticamente, clique sobre a capa do CD para dar Play;


Criar Playlist

Passo 8. Para criar uma Playlist, coloque o mouse sobre a música que deseja adicionar à lista e clique no ícone “v” que aparece ao lado;

Passo 9. Selecione a opção “Adicionar à” e depois “Lista de reprodução”, agora clique em “Nova Lista de Reprodução;

Monte sua Playlist no GrooveShark
Adicionando músicas à lista de reprodução

Passo 10. Uma nova janela vai aparecer. Coloque um nome para a lista e uma descrição. Clique “Criar nova lista”;


Compartilhar

Passo 11. Você pode compartilhar uma música em uma rede social, se assim o quiser. Para isso, coloque o mouse sobre a música e clique no “v”. Selecione a opção “Compartilhar música” e escolha a rede social que desejar.

Fonte: TechTudo

domingo, 3 de abril de 2011

Descaso com a privacidade na Internet

Vamos cuidar de nossa privacidade naa Internet.
Antigamente, para espionar a vida dos outros usava-se um binóculos ou ficava-se sabendo das últimas fofocas pela empregada da vizinha. No entanto, a tecnologia facilitou e deu velocidade a tão temida invasão de privacidade. Com perfis nas principais redes sociais é possível saber, por meio de recados, depoimentos, comunidades e tweets, o que as pessoas fazem, pensam ou escondem.

Os dados privativos e confidenciais transitam pelas grandes redes sociais, os usuários não se importam (ou não demonstram) e seguem divulgando dados pessoais, como se suas informações estivessem seguras, apesar de diversos alertas como o abaixo:

Facebook e Twitter ganham notas baixas em avaliação de segurança

A Digital Society, um grupo que visa a auxiliar a formular o pensamento de uma sociedade na área digital e que criou o ranking de segurança dos serviços online, avaliou os sites que protegem e os que não protegem seus dados. Entre os avaliados estavam Twitter e Facebook, que não tiveram um bom desempenho.

De acordo com a empresa, os sites não permitem a proteção completa através de Secure Sockets Layer (SSL) e criam sessões sem criptografias para o usuário. Assim, mesmo com os logins criptografados, eles não são autenticados, não sendo possível retirar informações de segurança do browser do usuário para verificar a identidade dos sites.

A situação se tornou mais grave depois do lançamento do FireSheep, um add-on para Firefox que permite que qualquer pessoa acesse dados de contas de usuários navegando em redes Wi-Fi sem criptografia.

A Digital Society examinou 11 sites. Wordpress, Hotmail e Flickr receberam as menores notas, e o Gmail foi contemplado com a nota máxima.


Inocência ou descaso? É a dúvida que fica no ar.

Inocência ou descaso? Como é possível que, apesar de tanto alarde feito sobre a questão da privacidade, tantos usuários sigam expondo seus dados e informações pessoais pelas grandes redes? Falta de informação? Descaso?

As redes sociais, com seus serviços "gratuitos", ganham boa parte de seu valor agregado (e comercial) em cima dos dados que possuem. Ou seja, quanto mais usuários, melhor. Assim, com o tempo, colhem dados importantíssimos sobre gostos, hábitos de consumo, escolhas culturais, moda. Não há, dentro de tal raciocínio, o mínimo interesse em manter a privacidade, pois, em última análise, a falta dela produz lucros imediatos.

Inocência e boa fé

Todos parecem acreditar nas políticas das grandes empresas de internet e suas ferramentas sociais. O usuário de nível comum não parece se importar com isso: acredita que milhares de servidores espalhados por todo o mundo são colocados a sua disposição para exibirem as fotos do último churrasco, da empresa, da família de forma gratuita, sem nenhum mecanismo que gere retorno.

Informam dados pessoais que normalmente só seriam solicitados para abrir uma conta no banco, por exemplo; para obterem acesso aos serviços que estão na crista da onda. Não se importam em fornecer dados pessoais, como que dopadas e alienadas em um pseudo-mundo de faz-de-conta, onde não existem perigos e todos são bons: "afinal, o que poderiam fazer com minhas informações, não é mesmo?"

Dentro de tal cenário, creio ser injusto culpar as empresas ou suas políticas de privacidade: a culpa é de quem se deixa levar e não exercita a inteligência, de forma a garantir o resguardo da privacidade. Ou, simplificando, "só existem malandros porque existem os manés." E, como sabem, "o mundo é dos espertos." Duro, mas é verdade.

Quero ser celebridade

Há ainda a categoria dos aspirantes a ex-BBB, cantores de axé ou dançarinas de funk carioca: querem a fama a qualquer custo e adoram a ideia de se exporem, mesmo que finjam não gostar da invasão de privacidade. Deixam as cortinas abertas, mas não querem, em tese, que ninguém espie.

Como querer "privacidade", se tudo está escancarado, aberto?

Funciona, mais ou menos, como aqueles furos de reportagem, quando alguém, "não se sabe como", descobre que a famosa celebridade internacional irá comer um pastel de feira em determinado bairro da cidade. Tais "furos", na maioria das vezes, são produzidos e combinados entre empresários (que sabem que a máxima "falem qualquer coisa, mas falem de mim", é questão vital no mercado) e a mídia e, assim, através do ingênuo público consumidor, reforça-se a marca do artista e vendem-se revistas e jornais.

A grande verdade é que a privacidade na web está cada vez mais difícil

É necessário que haja total consciência das consequências envolvidas pela atitude despreocupada com a privacidade. E digo da privacidade entre você, usuário, e a empresa que oferece determinado serviço gratuito, que pode custar bem mais caro do que se imagina. Se, por um lado, expor-se pode ser gratificante, sobretudo quando chovem elogios e agrados que massageiam o ego, é necessário estar preparado para a saraivada de críticas, de "pedras" ou, para o desespero dos "pós-neo-futuros-ex-BBB", da indiferença total, num pesadelo pós-moderno composto de 50 followers no twitter e de melancolia, além da sensação de total abandono.

Talvez seja o momento de rever os nossos valores

Fonte: iMasters

sábado, 2 de abril de 2011

Como os leilões de centavos são programados para roubar

Leilão de centavos é uma fraude.
Os leilões de centavos modelo "penny auction", nome dado aos sites em que usuários podem lançar de centavo em centavo, ou de real e real, produtos que começam com preço zero têm ganhado a cada dia mais adeptos no Brasil. Antes de lançar, o usuário deve comprar créditos pré-pagos. O usuário pode lançar até o cronômetro do produto zerar. Queixa comum é que os usuários de boa fé nunca conseguem cobrir os lances ou lograrem-se vencedores, pois sempre aparece alguém no último milésimo, propondo um lance maior.

Numa análise acerca da autenticidade de alguns sites, foi identificamos que, descaradamente e incrivelmente, são sempre os mesmos usuários vencedores. Estes usuários, na verdade, não existem.

É isso mesmo. Em muitos sites existentes na rede, estes usuários são nada mais que “bots”, ou seja, agentes ou funções programadas para sempre cobrir o lance de usuários de carne e osso. Igualmente, como usuários são reféns do sistema, são reféns das regras e da programação, que não permite que seres humanos cubram os “bots” nas propostas, tudo na surdina, onde os proprietários se valem da ignorância dos usuários, que de centavo em centavo, estão perdendo fortunas na Internet.

O mais incrível é que não há necessidade de perícia especializada. Basta dedução. Por que um usuário iria querer comprar a mesma mercadoria diversas vezes? Isto está acontecendo.

Os sites, já com mecanismos para fraude, são inclusive vendidos pela Internet com “templates” já com bots programados. Alguns administradores ainda são “bondosos” e configuram os bots para deixarem humanos ganharem, diga-se, às vezes. Os bots dão lances automáticos, por outro lado, usuários que criem sistemas de lance automático são considerados nocivos pelo regulamento dos sites e podem ser desconectados dos sistemas.

A lógica faz sentido: para as empresas lucrarem com “centavos”, elas precisam de usuários. Logo, com receio de prejuízo, empresas passam a manipular códigos e fraudar leilões, impedindo que muitos produtos sejam arrematados.

Se os falsos bots são desenvolvidos pela empresa, o usuário tem direito a reparação dos danos materiais e morais na justiça. Ainda, se são os próprios usuários os fraudadores, o site também é responsável.

Aos usuários, pede-se cautela e investigação prévia, eis que muitos sites de leilão online no Brasil estão operando irregularmente, não possuem sede física e muito menos emitem nota fiscal.

Outra manobra questionável, ainda, consiste em não permitir que os valores dados em lances sejam usados para compra de outros produtos no site, o que nitidamente ofende o Código de Defesa do Consumidor.

Alguns sites permitem a compra, apenas do mesmo produto que o usuário deu o lance, e ainda em no máximo 24 horas do término do leilão. O problema é que os produtos são sempre superfaturados.

E o pior, enganam os usuários, pois para comprar o produto, os mesmos precisam queimar os seus lances. Logo, não haverá abatimento verdadeiro do valor da mercadoria.

Não bastasse, tais sistemas travam e são suspensos estrategicamente, para frustrar uma competição e o arremate, e o pior, muitos dos que consultamos trazem previsão expressa nos termos de uso sobre tal “faculdade” do site. É preciso que o usuário leia os termos de uso, e se não concordar, não participe.

Diversos pontos do Código de Defesa do Consumidor são transgredidos, já que o código considera nulas cláusulas contratuais que subtraiam do consumidor a opção de reembolso de quantia paga, o que se aplica aos leilões de centavos.

Igualmente o fornecedor de serviços on-line responde por defeitos na prestação dos serviços ou por informações insuficientes ou inadequadas sobre tais serviços, o que de fato é comum em grande parte dos sites de leilão de centavos, em operação no Brasil.

Cumpre destacar ainda que tais sites, omitindo informações relevantes sobre a natureza e segurança dos serviços, ou mesmo realizando propaganda enganosa, podem, na figura de seus diretores, serem punidos criminalmente.

No Brasil, ainda não há um consenso se tais portais podem ser considerados “jogos de azar” já que a possibilidade de ganhar ou perder não depende da habilidade do jogador, segundo muitos, mas exclusivamente da sorte.

Deve-se destacar que “jogo de azar” é uma contravenção penal prevista no artigo 50 do Decreto Lei 3.688 de 1941. A justiça deverá ser instada a se manifestar em breve sobre o tema.

Esses sites de leilão on-line de mercadorias têm a programação semelhante aos caças-níqueis, programados para na maioria das vezes o usuário perder.

Os usuários devem checar os termos de privacidade e uso do site, checar CNPJ na Receita Federal, observar se a empresa tem endereço físico, bem como avaliar sua integridade em redes sociais e sites de defesa do consumidor.

Para os que foram lesados, recomenda-se registrar toda a ocorrência com “screenshots”, se necessário lavrar uma ata notarial em cartório de notas. Após, deve-se notificar o site para o ressarcimento, sem prejuízo.

É possível abrir uma reclamação no Procon e acionar a justiça em busca da reparação material e moral, considerando o desgaste em lidar com tais sites, sem prejuízo de eventual medida criminal por crime envolvendo relação de consumo e, se comprovado, estelionato.

Os sites de leilão, por sua vez, podem se valer de perícia especializada e auditoria digital que mediante análise criteriosa, certifique e testifique que o sistema está limpo de bots e malwares, os isentando de responsabilidades e conseqüentemente, atestando a integridade do código.

Fonte: Olhar Digital

sexta-feira, 1 de abril de 2011

O Twitter não é uma rede social

Metade de todas as mensagens lidas ou compartilhadas entre os 200 milhões de usuários cadastrados do Twitter é produzida por apenas 20.000 pessoas (0,01%). Esta é a conclusão de uma análise feita pelo Yahoo! de 260 milhões de tweets postados entre 28 de julho de 2009 e 8 de março de 2010 no microblog.


Para os pesquisadores, os perfis de celebridades, blogueiros, representantes dos meios de comunicação e outras organizações formais compõem uma elite responsável por aproximadamente 50% de todo o material compartilhado na rede. Segundo o estudo, a maioria das mensagens que ganham repercussão no microblog é produzida pela imprensa ou divulgada por celebridades. Na verdade ele está mais para Agência de notícias e fofocas da vida das celebridades.

Elite do Twitter é responsável por 50% das mensagens,
um pequeno grupo de perfis domina o microblog

Unidirecional - De acordo com os dados levantados pela pesquisa, a média de seguidores de cada indivíduo é menor que o número de perfis que cada pessoa segue. Para os especialistas, essa característica faz do Twitter uma ferramenta menos social do que o Facebook.

"O gráfico de seguidores não confirma as características usuais de uma rede social, onde há muito mais reciprocidade", explicam Shaomei Wu, da Universidade Cornell, e Winter A. Manson, Jake M. Hofman e Duncan J. Watts, pesquisadores do Yahoo! . "O Twitter se assemelha a uma ferramenta de comunicação de massa unidirecional".

Os pés de chinelo não são ouvidos no Twitter
O Twitter se assemelha a uma ferramenta de comunicação de massa unidirecional

Em virtude do aniversário de cinco anos do Twitter, a companhia, sediada em São Francisco, divulgou no começo deste mês que cerca de um bilhão de tweets são enviados por semana. A média de mensagens publicadas por dia é de 140 milhões e o número de registrados na ferramenta supera o montante de 200 milhões.

Fonte: Veja Abril

Qual o melhor HD virtual: Dropbox ou SugarSync?

Backup-virtual.
A preocupação com a segurança do conteúdo em seu computador é uma coisa constante. Afinal, nunca se sabe quando o azar pode bater em sua porta e um virus ou um defeito da máquina limpam completamente o seu computador, eliminando todos os arquivos e informações importantes.Quem está sempre preparado para o pior sempre guarda seu conteúdo em backups. Porém, uma das melhores soluções de backup online, devido ao seu sistema cloud computing que pode ser acessado em qualquer outro computador.

Para resolver qual o melhor backup virtual para você, abaixo a briga entre os mais famosos Virtual Hard Drive: Dropbox e SugarSync.

Batalha dos backups virtuais
Dropbox vs Sugarsync


Espaço – Tanto o Dropbox quanto o SugarSync disponibilizam 2GB para você armazenar seus arquivos de graça, além de também possuírem mais espaço de forma paga. A diferença é que o SugarSync possui mais opções de assinaturas e ainda é mais barato!

Interface – Os dois programas possuem um funcionamente indêntico ao Windows Explorer. Enquanto o SugarSync possui uma interface semelhante, o Dropbox possui um visual mais original, apesar de possuir total integração com Windows Explorer.

Celular – No mundo moderno em que vivemos, nós precisamos ter o programa de backup também em nossos smartphones. E o SugarSync possui muito mais opções que o Dropbox. Apesar do Dropbox ter uma versão para iPad, iPhone, Android e BlackBerry, o SugarSync possui para iPhone, Android, BlackBerry, Windows Mobile e Symbian.

Conclusão - Apesar da popularidade e da excelente usabilidade, o Dropbox é inferior ao SugarSync, principalmente se o que você estiver procurando é um backup online para sua empresa.

Fonte: TechTudo

quinta-feira, 31 de março de 2011

Crackers dos programas P2P

Segurança virtual.
Quem quiser uma metáfora para definir Peer-to-Peer (P2P), programas utilizados para compartilhamento de arquivos na internet e que se tornaram populares para download de músicas e vídeos, pode imaginá-lo como a “feira do rolo”. Ambos possuem uma alta rotatividade de usuários (bons e maus), os “fornecedores” dos arquivos dificilmente são os mesmos e a variação de arquivos disponíveis ocorre frequentemente.

Devido ao fato dos programas P2P serem responsáveis pelo maior tráfego de dados na internet, o ambiente compartilhado entre computadores residenciais chamou a atenção dos crackers, ou criminosos digitais. Muitos usuários dos programas P2P relatam terem sido prejudicados por arquivos impróprios.

Quanto à segurança do download de arquivos de músicas, como MP3, dois entre dez arquivos de MP3 são maliciosos. Quando a “música” é executada, automaticamente é instalado um Trojan programado para realizar o download de outros programas maliciosos na internet. Esta técnica para ocultar um Trojan em um arquivo MP3 é chamado de “construção de arquivos”.


Cuidados

Aparentemente, os programas P2P são uma excelente maneira de conseguir vídeo aulas, filmes e músicas na internet. Em vista disso, crackers estão utilizando cada vez mais os programas P2P para disseminar arquivos maliciosos. Isso ocorre porque as pessoas estão mais conscientes em relação aos e-mails falsos e páginas clonadas na internet.

Alguns cuidados podem minimizar o risco durante a utilização de um programa P2P: mantenha instalados e atualizados os programas antivírus e firewall pessoal; evite o download de arquivos executáveis (.exe) ou compactados e armazene seus arquivos pessoais (fotos, documentos, etc) em um HD externo. Esta boa prática ajuda a minimizar o risco de um programa malicioso danificar suas informações pessoais e importantes.


Fonte: Mente Hacker

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