quarta-feira, 4 de maio de 2011

As redes sociais estimulam a traição?

Redes sociais: combustível para infidelidade? Casais usam cada vez mais a internet para descobrir se parceiros são fiéis!
Antes, a suspeita podia nascer dos excessos do conta-quilómetros, da conta bancária, do horário. Agora, qualquer rede social pode fazer disparar o alarme. Comenta demasiado as fotografias ou as palavras de alguém? O que escreve? E como reage o outro? As novas tecnologias introduziram algumas mudanças na forma como as pessoas se relacionam umas com as outras. Sete em cada dez portugueses consideram-nas um combustível para a infidelidade.

Não há quem não tenha uma história para contar. Basta lançar o repto na mais popular rede social, o Facebook, para as coleccionar. Ora, leia esta: "A melhor foi a de uma colega de trabalho que estava a meio do expediente. Ligou o Facebook e leu um daqueles posts de perguntas acerca de amigos na página do marido. Era qualquer coisa como: "P: Quando é que X é mais mal disposto? R: Ao pequeno-almoço." Ela perguntou-nos o que achávamos que aquilo queria dizer. Foi um pé-de-vento lá em casa."

O desconfiado pode vigiar o perfil do companheiro. "Hoje, ao contrário do passado, a não exclusividade é razão para desfazer um casamento", nota a terapeuta familiar Gabriela Moita. "E muitos casais vivem obcecados com a ideia de descobrir se o outro lhe é infiel. Controlam os telemóveis, o Facebook, a Internet, tornam a vida, a sua e a do outro, terrível."

Na Internet, como fora dela, nem sempre o que parece é. Só para lançar a confusão, lembra a psicóloga Catarina Ribeiro, uma pessoa pode escrever no mural de outra: "Adorei o nosso último encontro." Até um casal estável pode ser permeável a um comentário deste tipo. Uma mulher inquietou-se ao ler no mural do marido: "Não podemos adiar o nosso reencontro." Não era, afinal, uma amante. Era uma antiga colega de escola que o queria reencontrar.

As redes sociais têm a particularidade de trazer, de enxurrada, figuras de outros tempos. Sobram histórias de namorados da adolescência ou da juventude que se reencontram na Internet, e que, embalados pela intensidade do passado, idealizam um futuro. Quantos casados?

O psiquiatra Allen Gomes não sabe se a infidelidade aumentou. Sabe que "as pessoas são apanhadas". "Porquê? Porque têm um desejo tão grande de ser amadas que guardam as mensagens escaldantes que recebem no Facebook e no telemóvel. Não as apagam. E são descobertas. É como as cartas de amor de antigamente, que se guardavam com um laçarote."

A escritórios de advogadas como Rita Sassetti chegam cada vez mais casos de divórcio resultantes de infidelidades descobertas nos computadores e nos telemóveis. Um estudo britânico responsabiliza o Facebook por 20 por cento dos divórcios. Em Portugal, não há estudos.

Os portugueses, todavia, parecem convencidos dos poderes (maléficos?) das novas tecnologias: 55,4 por cento concordam e 16,2 por cento concordam completamente com a ideia de que contribuem para o aumento da infidelidade. Esta crença é mais forte no Norte litoral. E mais fraca entre divorciados.

Para Gustavo Cardoso, especialista em tecnologias de informação, não tem sentido culpar as novas tecnologias: "A lógica das redes sociais é multiplicar as relações fracas e aprofundar as relações fortes."

É inegável que a Internet alarga o universo de pessoas acessíveis. A paixão, porém, requer bem mais do que isso. Tem de haver uma certa predisposição para a viver. "Se as pessoas querem ser infiéis, tanto podem sê-lo saindo à noite, como indo ao Facebook", enfatiza. "É possível ser mais infiel no Facebook? É. Até se pode ter seis janelas abertas ao mesmo tempo."

"Redes agudizam conflito"

Se pode ser mais fácil começar, também pode ser mais difícil terminar um namoro. Há até quem saia do Facebook para controlar a tentação de espreitar o perfil do ex. Eliminá-lo da lista de amigos não chega: o ex aparecerá, como um fantasma, via comentários feitos a amigos comuns.

Maria Tomé, 35 anos, já assumiu um namoro no Facebook. Mudar o estado de "solteiro" para numa "relação com" pareceu-lhe "natural": "Toda a gente sabia que namorávamos." No fim, teve de mudar de "numa relação com" para "solteiro". "Muita gente soube por lá.

As pessoas começaram a fazer perguntas." E a ansiedade era a dobrar, porque na mesma altura terminara uma relação de amizade com uma amiga do ex-namorado. Andava atenta ao perfil de um e de outro para detectar as piadas que podiam surgir de um lado ou de outro. E sentia-se humilhada. "As redes sociais agudizam o conflito", avisa Catarina Ribeiro.

"As pessoas usam-nas para fazer a catarse, que fariam em privado. Um faz o desabafo sem o consentimento do outro e aquilo fica disponível para muita gente consultar." O problema parece-lhe mais grave quando envolve crianças, que podem ser usadas ou ler o que ali se escreve.

Fonte: maisbrasilia.com

terça-feira, 3 de maio de 2011

Por que o Windows não me deixa apagar um arquivo?

Acredite: arquivos “teimosos” que se recusam a ir para o lixo geralmente tem um bom motivo para isso.
Este é um dos mistérios que faz com que muita gente erga os braços aos céus e grite: “por quê?” Afinal de contas, apagar um arquivo não deveria ser complicado, e uma tarefa que pertence ao nível mais básico da computação. Então por que o sistema não coopera? Na maioria das vezes é para sua própria proteção. Se o Windows não te deixa apagar um arquivo ou pasta, isso provavelmente significa que ela está sendo acessada por um aplicativo ou processo do sistema.

Se o arquivo fosse apagado enquanto está “em uso” (mesmo que indiretamente) o aplicativo que o usa, ou mesmo o sistema, poderia sofrer um crash e perda de dados. Seus dados.

No geral, a melhor forma de lidar com um arquivo ou pasta que não quer ir embora é reiniciar o PC. Assim que voltar ao desktop, e antes de rodar qualquer outro programa, tente apagar o item teimoso novamente. Deve dar certo.

Fonte: PC World

Samsung recebe ameaça de bomba após a morte de Bin Laden

Informações indicavam que um dos prédios da fabricante em Seul poderia sofrer um ataque terrorista.
A polícia sul-coreana se dirigiu até um dos prédios da Samsung em Seul na manhã de hoje (03/05/2011). Segundo o jornal The Korea Herald, as autoridades foram ativadas depois que a unidade canadense da fabricante recebeu uma ameaça de bomba às 4 da manhã por meio de uma mensagem de email. Não foi possível identificar quem enviou a mensagem. A Samsung informou que o email continha ameaças ao prédio da fabricante e também às embaixadas de países do Oriente Médio instaladas em Seul.

Para evitar quaisquer problemas, 50 policiais sul-coreanos se dirigiram ao prédio da Samsung às 7h35.

Turquia, Paquistão, Arábia Saudita, Irã, Omã, Bahrain, Jordânia, Síria e Egito ficaram em estado de alerta depois do ocorrido. A segurança de Seul foi reforçada, principalmente em locais públicos. O medo agora é que a Coreia do Sul se torne um alvo de ataques da Al-Qaeda, isso porque o país é um aliado dos EUA.

Fonte: Tecmundo

como escolher o mouse mais adequado para seu PC?

Conheça a história e os modelos de mouse, tão necessário no dia a dia.
Desde sua invenção até hoje o mouse mudou pouco em sua função básica: dois ou três botões e um dispositivo que ao se movimentar faz a seta do cursor da tela acompanhar seus comandos. Mas por trás dessa simplicidade temos um produto fundamental para a consolidação das interfaces gráficas e um dos responsáveis pela popularização dos computadores nos últimos 40 anos. Conhecer sua história, funcionamento e modelos disponíveis é uma aventura desde o primeiro clique.

A invenção

Douglas Engelbart, um dos pioneiros no estudo e desenvolvimento de produtos envolvendo computadores e seres humanos, apresentou o primeiro protótipo em 9 de dezembro de 1968. Na época o dispositivo consistia em uma pequena caixa de madeira com apenas um botão.

O invento de Engelbart ficou sem muita utilização por um motivo simples: os computadores da época não tinham interfaces gráficas (janelas, popups etc) utilizando apenas textos sem cursores na tela.

No entanto, 15 anos depois, quando a Apple lançou o computador Macintosh que aliava as características do mouse com uma interface gráfica inovadora, o mouse mostrou sem valor. Vale o registro: os primeiros computadores a utilizarem o mouse de maneira expressiva foram o Xerox Star 8010, em 1981, seguido de outros equipamentos, como o Commodore Amiga e o Apple Lisa.

O funcionamento

Hoje existem vários tipos e formatos de mouse. Basicamente um mouse precisa permitir a movimentação de um cursor e a execução de determinadas ações através de cliques, que são feitos por até três botões: direito, utilizado normalmente para abrir submenus e opções; esquerdo, que seleciona e abre itens; e centro (mouse Scroll), com a função de rolar a página e abrir links em uma nova guia ao navegar na internet.

A diferença está em como o mouse realiza essas diversas funções

Mouse de esfera: Era o mais comum, sendo também um dos mais vendidos no passado, hoje já raro no mercado. Uma bolinha de borracha semiembutida no corpo do mouse gira e faz o cursor se movimentar na tela. Dentro do mouse temos dois pequenos eixos (roletes) em contato com a esfera, um responsável pela função vertical e o outro pela horizontal. A combinação do funcionamento dos dois dá ao mouse a capacidade de orientar o cursor em todas as direções. Esse tipo de mouse tem um inconveniente: com o tempo a bolinha acumula poeira e outros detritos no interior do equipamento, sendo necessária manutenção periódica para limpeza e remoção de impurezas.

Mouse óptico: uma evolução do modelo anterior. Saem as esferas, entra um mecanismo óptico para orientar a movimentação do cursor na tela do computador. O sistema é composto, basicamente, por um LED emissor de luz vermelha e um sensor (geralmente, sensor CMOS, sigla de Complementary Metal Oxide Semiconductor, ou CCD, sigla de Charge Coupled Device). A luz emitida bate na superfície de contato e volta para o mouse, onde é processada eletronicamente por um dispositivo chamado DSP (Digital Signal Processor). Este processo é retido milhares de vezes a uma velocidade altíssima e os sinais são enviados ao computador para o cursor ser orientado na tela. Neste caso, não há acúmulo de sujeira e a inexistência de peças móveis aumenta em muito sua durabilidade.

Importante: existe uma variação chamada mouse a laser. Ele continua sendo um mouse óptico, só que é mais preciso e funciona até mesmo em superfícies de vidro.

Detalhes importantes na hora da compra de um mouse

Resolução: podemos definir a resolução do mouse como o menor movimento que ele consegue identificar. Resumindo, quanto maior a resolução do mouse, menor será o movimento que você precisa fazer para o cursor se movimentar na tela. O termo técnico para se medir a resolução de um mouse é o chamada DPI (Dots Per Inch - pontos por polegada). Os mais simples, normalmente, têm entre 400 e 800 DPI, suficientes para as tarefas mais corriqueiras. Existem mouses especialmente desenvolvidos para jogos e programas gráficos que podem alcançar até 3200 DPI.

Mouse é um periférico crucial do PCImportante: alguns fabricantes usam uma sigla chamada CPI (Counts Per Inch - contagens por polegada). De forma geral, pode-se entender que 1CPI é igual a 2DPI. Então, um mouse com 800 CPI pode ter sua resolução interpretada como se fosse de 1600 DPI.

Conexões: hoje temos dois tipos de conexões básicas para mouses: o padrão PS2 e o USB. Ambos se equivalem em termos de custo-benefício e, no mercado, é muito comum encontrar adaptadores de PS2 para USB e vice-versa.

Ainda no capítulo cabos e conectores, não podemos esquecer da imensa variedade de modelos sem fio. Seu grande atrativo é eliminar os cabos que tanta dor de cabeça dão aos donos de micros mais incrementados.

Variações de um mesmo tema

A partir do conceito central do mouse, vários produtos surgiram:

- Trackball: O usuário deve movimentar com os dedos uma esfera localizada na parte superior do trackball. Exige menos movimentação, sendo indicado para quem tem ou deseja prevenir lesões por esforço repetitivo.

- Touchpad: pequena superfície sensível ao toque presente em notebooks. O usuário passa o dedo sobre a área e o cursor se movimenta de maneira correspondente. Normalmente têm teclas que fazem as vezes dos botões esquerdo e direito dos mouses.

- Pointing Stick: pequeno botão localizado entre as teclas de um notebook que responde aos movimentos do dedo do usuário. Presente em alguns poucos modelos, tem caído em desuso.

- Tablets: uma área plana, como se fosse uma miniprancheta que permite ao usuário fazer desenhos no computador, através de uma caneta sensível ao toque, chamada stylus. Pode ser utilizada também como mouse.

- Minimouses: facilitam a vida de quem tem notebook e não se adaptou ao trackpad.Apesar de não serem muito confortáveis, o tamanho reduzido gera praticidade, pois cabem na mala de viagem ou na sacola do notebook.



Fonte: Lu Explica

segunda-feira, 2 de maio de 2011

Por que o micro faz “bipe” quando liga?

Um bipe é normal, mas mais do que isso pode ser sinal de problemas. Aprenda a diagnosticá-los.
A maioria dos PCs faz um “bipe” quando ligado. O som é produzido pela BIOS da placa-mãe, e é uma forma da máquina comunicar seu estado ao usuário. O código varia de fabricante para fabricante, mas geralmente um bipe significa que tudo está bem, e mais que isso significa que algum problema foi detectado. Consulte o manual da placa-mãe (ou do computador, se você comprou ele montado), que deve ter um “glossário” explicando o que cada sequência de bipes significa.

Se não ajudar, uma busca na internet deve resolver. Infelizmente a maioria das listagens está organizada de acordo com o fabricante da BIOS (AMI, Award, Phoenix, etc), e você precisará saber quem produziu a BIOS de seu PC.

Uma forma é prestar atenção nas primeiras mensagens logo que seu PC liga, antes do sistema operacional carregar, e ver se alguma delas identifica o fabricante. Procure por termos como “Phoenix BIOS” ou “American Megatrends International” (nome completo da AMI). Infelizmente, se seu micro está bipando desesperadamente talvez ele não consiga nem chegar ao ponto de exibir estas mensagens.

BIOS AWARD (à esquerda) em placa-mãe da Gigabyte
BIOS AWARD (à esquerda) em placa-mãe da Gigabyte


Nesse caso, e na falta de informações no manual do computador, uma solução é abrir o gabinete e dar uma olhada no chip da BIOS na placa-mãe: geralmente há uma etiqueta com o nome do fabricante sobre ele.

Fonte: PC World

Como escolher um HD externo

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O HD externo é uma ótima opção para liberar espaço em seu PC e proteger aqueles filmes e músicas que tanto ama. Já imaginou se o seu HD um dia queima? Pronto, lá se vai uma vida pela rede elétrica. Ao fazer backups periodicamente do PC para o HD externo, você assegura a preservação dos seus documentos, fotos e tudo mais que armazenar. Como escolher um HD externo? Saiba como e por que utilizar um HD externo, entenda a diferença entre HD USB e HD SATA. Você pode usar um case para HD externo também.

HD – Histórico e Funcionamento

HD vem do inglês hard disk drive, ou seja, dispositivo de disco rígido. É a parte do PC em que os dados são armazenados. Trata-se, ao contrário da memória RAM, de uma memória não-volátil, as informações permanecem mesmo quando o computador é desligado. Por isso é fundamental para execução de programas e para salvar arquivos.

O primeiro HD foi construído pela IBM em 1957. Era formado por 50 discos magnéticos e tinha capacidade para 5 MB. Os primeiros discos rígidos utilizavam a mesma mídia magnética que os disquetes, já os HDs atuais usam mídia laminada. Os discos magnéticos são recobertos por uma camada magnética que quanto mais fina, mais densa, ou seja, tem maior capacidade para armazenar dados.

O HD utiliza um eletroímã muito preciso para gravação de dados, trata-se de uma bobina de fios envolvendo um núcleo de ferro. O campo magnético da cabeça de leitura e gravação organiza as moléculas para gravar os dados. Os pólos positivos das moléculas de óxido de ferro da superfície alinham-se aos pólos negativos da cabeça. O disco gira continuamente de modo a alterar a polaridade da cabeça de leitura e gravação, mudando também a direção das moléculas na superfície gravável.

O bit é a menor unidade de informação que pode ser gravada e sempre assume o valor de 0 ou 1. Nesse caso, o que determina o valor de cada bit gravado é a direção dos pólos. Quanto mais denso for o disco, menos moléculas são usadas para formar cada bit. Os computadores possuem um código de instruções com ações que são capazes de executar, esse código é constituído por sequências de múltiplos de bits, os bytes. Para ler o código, a cabeça de leitura capta os sinais das moléculas, a variação entre os sinais positivos e negativos gera uma corrente elétrica que caminha pelos fios da bobina. Os sinais são interpretados como bits pela placa lógica do HD.

Os HDs foram criados para serem usados em computadores, mas no século XXI tiveram seu uso expandido. Atualmente, dispositivos como filmadoras, MP3 players, celulares e PDAs vêm com HD embutido. Os consoles para games Xbox 360 e Playstation3 foram fabricados com HD próprio. E ainda existem os HDs externos que transportam grande quantidade de dados entre computadores distintos, sem o uso de rede.

HD externo – como e para que utilizar

Outra vantagem do uso do HD externo é que ele é mais prático de ser instalado e pode ser usado em mais de um computador. Se você precisa levar trabalho pra casa, eis aí a solução. Muito mais fácil transportar um HD externo do que um computador inteiro. E para aqueles que usam notebook, o HD externo é uma maneira mais segura de transportar os dados, pois mesmo que seja roubado, os arquivos confidenciais podem ser protegidos por softwares de criptografia ou biometria, que reconhece a impressão digital do usuário.

Outros pontos importantes que você deve levar em conta ao utilizar um HD externo são:

Conexão externa: dê preferência para computadores que já tenham entrada USB 2.0, a maioria dos modelos mais recentes já vem com essa entrada. A taxa de transferência de dados é maior que na antecessora USB 1.1.

operacional: para usar seu HD externo com tranquilidade, opte por sistemas operacionais mais recentes. Alguns HDs vêm com um software adaptador para outros sistemas operacionais. Muitas vezes, o BIOS (Sistema Básico de Entrada/Saída) – programa pré-gravado no computador responsável pela inicialização do sistema – impede o acesso ao HD externo. Nesse caso, pode ser que você precise atualizar o BIOS, mas contrate um técnico, nada de fazer isso sozinho, o prejuízo pode ser muito maior que a economia.

HD externo – o que avaliar na compra:

Robustez: se você pretende transportar seu HD externo com frequência, confira a resistência física de cada modelo. Alguns modelos possuem proteção anti-impactos.

Software: alguns modelos vêm com software de proteção de dados incluso, outros oferecem softwares com funcionalidades ligadas à compressão e transferência de arquivos, como backup automático.

Capacidade de memória: aí vai do tanto de espaço que você precisa, existem modelos com maior ou menor capacidade. Inclusive modelos de HD 1 tb, lembrando que isso equivale a 1000 GB.

Capacidade para multimídia: existem HDs externos que podem ser conectados a televisores e projetores para reproduzir vídeos, fotografias, entre outros formatos.

Velocidade de rotação: expressa em RPMs. Quanto mais alta, maior a rapidez de leitura e gravação de dados.

Tempo de busca: é o tempo que a cabeça de leitura/gravação leva para mover-se até o local correto. HDs de alta performance apresentam até 2ms como tempo de busca.

Buffer: funciona como a memória cache do HD, é a capacidade para pré-gravação de dados. Quanto maior o buffer, mais rápido o tempo de busca.

HD USB versus HD SATA. Qual o melhor HD externo?

SATA e USB são tipos de conexão e a resposta dessa pergunta é: depende. A maioria dos computadores com Windows tem conexão USB 2.0 como padrão. Se você pretende utilizar seu HD externo em computadores distintos, opte por um modelo que ofereça conexão USB, que é mais comum. Um HD externo que acompanhe cabo eSATA oferece uma conexão mais rápida com transferência de até 3 Gbit/s, mas para isso a placa-mãe do computador em que o HD será conectado deve ter porta SATA. Você também pode instalar uma placa SATA PCI em seu computador, para ter conectividade eSATA. Para edição de áudio, vídeo ou backup de grandes volumes, a conexão eSATA é mais recomendada.


Case para HD externo

Uma alternativa é comprar um case para HD externo que são gabinetes vazios em que você pode instalar o HD que desejar. Opte por um case SATA, que é a interface mais atual. A vantagem é que com um único case, você pode usar vários HDs.

Lembre-se que o case deve ser compatível ao HD, assim existem opções híbridas com portas USB 2.0, mas que convertem os dados SATA através de uma placa lógica. Existem modelos que aceitam HDs SATA ou PATA (IDE). Se o HD a ser utilizado oferecer conexão SATA 3.0 Gbit/s, o case necessariamente deve ser compatível com essa conexão, também conhecida como SATA II.

O Zura tem ofertas de HD Externo e Case para HD com diversas funcionalidades e de vários fabricantes. Aqui você encontra o melhor HD externo e case para você e compara os preços e opções de pagamento das lojas.

Fonte: Terra Tecnologia

domingo, 1 de maio de 2011

Como escolher o melhor roteador para uso doméstico

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Um roteador não é exatamente o tipo de hardware que cause frisson nos usuários ou comova multidões. Ao contrário de um notebook ou um smartphone, a decisão de compra de um roteador costuma gerar menos reflexão por parte dos consumidores. De fato, não há razões para dizer “uau, que roteador!”, ao cruzar com um deles numa loja. Mas a escolha adequada desse dispositivo influencia decisivamente o desempenho de algo que nos é muito caro (em todos os sentidos): a estabilidade e velocidade de navegação na internet.

Roteadores tem características diferentes dependendo do tipo de uso. Veja o review completo de três produtos:

Edimax 3G-6200Wg
D-Link DIR-600
Linksys WRT160N

Com duas antenas internas, o modelo da Linksys foi o que apresentou melhor velocidade de tráfego de dados – especialmente quando o computador está longe do roteador ou em ambientes com várias paredes.

Nos testes, o Linksys WRT160N mostrou boa velocidade a curta distância, trabalhando a 41 Mbps. Com quatro medições num raio de até 15 metros, a média ficou em 33 Mbps. Quando o micro estava afastado da antena, a velocidade caiu para 28 Mbps, em média. A 15 metros de distância, a intensidade do sinal ficou em 77%.

Já o dispositivo DIR-600, da D-Link, apresentou velocidade a curta distância de 42 Mbps. A média de quatro medições, num raio de até 15 metros, ficou em 27,9 Mbps. O sinal, porém, não foi dos mais fortes, apesar de não engasgar em momento algum. Quando o micro estava afastado da antena, a velocidade caiu para 28 Mbps, em média.

Em termos de velocidade, portanto, o desempenho dos roteadores foi bem similar. O modelo da D-Link, porém, é bem mais barato (189 reais), ainda que conte com um design quadradão.

Em termos de velocidade, portanto, o desempenho dos roteadores foi bem similar. O modelo da D-Link, porém, é bem mais barato, ainda que conte com um design quadradão.

Na prática, o roteador D-Link é uma versão eficaz para quem mora num apartamento pequeno e não usará a conexão muito afastado do roteador ou separado por muitas paredes. O modelo da Linksys, por outro lado, vale o investimento para quem mora em uma casa maior e não quer sofrer com instabilidades causadas por distância ou excesso de barreiras físicas entre o PC e o roteador.

A terceira opção, o modelo 3G-6200Wg, da Edimax, tem preço intermediário e uma vantagem que seus competidores não têm: é multifuncional. O dispositivo pode funcionar com um modem 3G acoplado a ele ou, ainda, como servidor de impressão.

Mesmo utilizando o padrão 802.11g para o Wi-Fi, o modelo 3 em 1 atingiu velocidade média de 25,1 Mbps, com picos de 28,1 Mbps (números referentes ao TCP Throughput, medido pelo programa Ixia Qcheck). A intensidade do sinal ficou em 75%, num ambiente doméstico, à distância máxima de 15 metros. A qualidade da transferência foi boa e não engasgou em momento algum. Já no teste com 3G, o roteador pecou pela falta de velocidade, levando alguns segundos para se conectar.

O equipamento mais caro saiu-se melhor. O produto da Linksys, o WRT160N, obteve nota 7,9 no quesito custo/benefício. O roteador da D-Link ficou em empate técnico: 7,8 e o produto da Edimax obteve 7,1.

Pelas características similares, o que pesa na decisão de comprar é o tipo de uso que você pretende dar a seu roteador. Eu, aqui em casa, utilizo o WRN 140 da Intelbras, estou muito satisfeito com ele no quesito velocidade e também ele possui uma grande vantagem aos três acima por sua interface de configuração em português, tornando a configuração muito mais fácil e rápida. Recomendo!



Fonte: INFO Online

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