domingo, 26 de junho de 2011

Como fazer o upgrade do PC sem erros

Atualizar o hardware de seu PC é fácil, mas há uma forma certa e uma forma errada de fazer as coisas. Aqui estão 5 upgrades onde a maioria das pessoas erra, e dicas de como acertar.
Seja você um usuário calejado ou um novato tecnófobo, são grandes as chances de que o último upgrade que você fez em seu PC não tenha seguido as melhores práticas da indústria. Muitos novatos arruinam upgrades por inexperiência, mas é muito comum ver um veterano dispensar a cautela na hora de trocar um processador, um pente de RAM ou instalar um novo HD ou placa de vídeo. Não importa de que lado você está, cortar caminho enquanto trabalha com o computador lhe coloca em risco de danificar componentes sensíveis, e geralmente caros. No pior dos casos, você pode até mesmo destruir a máquina inteira.

Adicionar RAM, trocar um processador ou instalar um novo HD podem ser tarefas muito simples. Mas seguir as precauções básicas - não importa o quão paranóicas ou bobas elas pareçam ser - pode proteger sua máquina, seu bolso e evitar desperdício de tempo e frustração. Tirar alguns minutos a mais para passar os cabos pelos locais corretos, por exemplo, pode significar a diferença entre um PC frio e silencioso e uma “torradeira” que soa como um avião a jato prestes a decolar.

O erro mais comum - e isso vale para o upgrade de qualquer componente - é a ausência de proteção eletrostática. Os menos experientes sequer sabem que a eletricidade estática armazenada em seus corpos pode ser subitamente descarregada em um componente com um simples toque, “fritando” a peça como um raio.

Os veteranos, entretanto, enfrentam o problema oposto. Anos de manuseio de HDs, pentes de memória, placas de vídeo e processadores nos tornam insensíveis ao perigo real apresentado pela eletricidade estática, nos deixando vulneráveis a um problema que sabemos perfeitamente como evitar. Então vamos lá pessoal: usem uma pulseira anti-estática sempre que forem mexer em seus PCs.

Upgrade de RAM

O principal erro dos novatos na hora de instalar mais RAM é comprar o tipo errado de memória. Comprar componentes para o PC virou uma atividade “self-service”, e há poucos mecanismos para impedir que as pessoas escolham um modelo errado.

A primeira coisa a fazer é descobrir que tipo de memória seu PC usa, incluindo a velocidade do barramento. Esta informação pode constar nos manuais que acompanharam a máquina, ou você pode usar uma ferramenta disponível no site da Kingston: basta indicar o fabricante de seu PC, o modelo e o site lhe diz qual o tipo de memória ideal, e qual o máximo que a máquina pode comportar.

Antes de comprar RAM, verifique qual o tipo recomendado para seu computador
Antes de comprar RAM, verifique qual o tipo recomendado para seu computador


Fabricantes de memória produzem pentes com variadas configurações de pinos, taxas de transferência e velocidade de barramento. Se seu laptop usa pentes PC2-5300 de 667 MHz, mas a loja só tem pentes PC3-10600 de 1333 MHz, resista à tentação de “experimentar”. Não vai funcionar, você pode danificar seu PC durante o teste e a loja provavelmente não irá devolver seu dinheiro se os pentes já tiverem sido usados.

Outro grande erro é ignorar a capacidade máxima de memória de cada máquina. Alguns modelos, expecialmente netbooks e ultraportáteis (e muitos Macs), só aceitam uma quantidade limitada de memória. Mesmo que sua loja de informática favorita tenha pentes de 4 GB compatíveis com seu computador, você pode acabar descobrindo que ela aceita pentes de no máximo 2 GB. Verifique a documentação antes de comprar.


Trocando o processador

Não deve ser surpresa que os erros mais devastadores durante um upgrade envolvem o processador. Ele é basicamente o “cérebro” do computador e se você errar, mesmo que por pouco, durante a instalação pode esperar problemas sérios à frente.

Assumindo que você tenha comprado o processador certo para sua máquina, você ainda tem que evitar os seguintes erros incrivelmente comuns que assolam o processo de instalação: pinos tortos, pasta térmica mal aplicada e instalação imprópria do dissipador de calor.

Processadores tem milhares de pequenos pinos que o ligam ao soquete na placa-mãe, formando a conexão vital por onde passam os dados. Se um destes pinos for dobrado ou quebrado, você estará em sérios apuros. Sempre que manusear o processador, tenha extremo cuidado para não tocar nestes pinos de forma alguma, e não os apoie sobre a mesa, borda do gabinete, outros componentes ou qualquer outra coisa.

Da mesma forma, nunca force o processador no soquete. Se ela não encaixar perfeitamente é sinal de que há algo errado, e colocar pressão sobre o processador é receita certa para entortar um pino. Em vez disso levante o processador, verifique se a posição dos pinos está alinhada com a do soquete, se a alavanca do soquete está totalmente aberta e tente novamente.

Caso um pino do processador entorte, você pode tentar endireitá-lo usando um pedaço de material não condutivo como um cartão de crédito. Com muita paciência e delicadeza tente empurrar o pino de volta para a posição original, sem danificar os que estão ao redor. Não use força, ou você irá piorar o problema.

Entre o processador e o dissipador de calor deve haver uma fina camada de pasta térmica cujo propósito é conduzir o calor até o dissipador, onde ele pode ser eliminado. Para garantir um bom contato entre os dois componentes e evitar a criação de “pontos quentes” sobre o processador esta camada deve ser lisa, fina e uniforme.

Um erro comum é deixar a pasta térmica original no lugar, ou então “completar” com um pouco de pasta nova. Isto pode produzir “nódulos” na pasta, o que resulta em uma irradiação de calor desigual e pode em alguns casos até diminuí-la, deixando o processador mais quente do que deveria. Para evitar este problema remova a pasta antiga do processador e do dissipador, e aplique uma nova camada ultrafina de pasta em ambos antes de remontar o conjunto.

Pasta térmica: aplique apenas uma camada fina e uniforme
Pasta térmica: aplique apenas uma camada fina e uniforme


Por fim, evite o erro de usar um dissipador inadequado ou incompatível com seu processador. Se o novo processador é substancialmente mais rápido que o antigo, ele provavelmente gera mais calor e o dissipador original não dará conta do recado. Portanto, considere um dissipador novo como parte do processo de upgrade.

Mas você não precisa investir centenas de reais em um caríssimo sistema de refrigeração a água. Simplesmente compre um dissipador de qualidade compatível com seu processador. E se seu novo processador já veio com um dissipador na embalagem, não há motivo para não usá-lo.

Upgrade de HD

Junto com a RAM, um disco rígido é um dos componentes mais fáceis de atualizar em um PC. E geralmente a parte mais complicada do processo é alcançar todos os parafusos com a chave Philips. Isto acontece porque muitos gabinetes para PCs só abrem facilmente de um lado, ou contém componentes que ficam no caminho da “gaiola” com os HDs. Resista à tentação de parafusar o HD apenas de um lado: um HD mal-instalado pode vibrar, tornando seu PC mais ruidoso do que deveria e potencialmente encurtando a vida útil do disco.

Quase todos os gabinetes de PCs são projetados para permitir acesso aos dois lados da gaiola, e em muitos casos ela é removível, permitindo que você a retire, parafuse o HD corretamente e a coloque de volta sem muito esforço. Faça isto e você colherá os frutos na forma de um PC mais silencioso e um HD que irá durar mais.

Outro erro comum - mesmo entre quem tem experiência na montagem de PCs - é usar o tipo errado de parafuso para fixar o HD. Geralmente este erro não é desastroso, porque a diferença de diâmetro entre os parafusos do gabinete e do HD é sutil. Mas os parafusos 6-32 usados nos gabinetes são ligeiramente mais grossos e tem uma rosca com espaçamento maior que os M3 usados nos HDs, o que pode danificar os buracos dos parafusos no disco, levando a problemas mais tarde se você precisar removê-lo.


Não ignore a fonte de alimentação

À medida em que atualizamos nossos PCs, quase nunca reduzimos o consumo de energia. Com isso, após alguns upgrades os componentes podem acabar excedendo a capacidade da fonte de alimentação que veio com o computador. Um exemplo é a troca de uma placa de vídeo por um modelo mais poderoso, que exige dois conectores de força: trocar uma GeForce 8600 por uma GeForce GTX 295 pode quadruplicar a demanda por energia no barramento PCI-Express.

Se a fonte não for capaz de dar conta do recado, os resultados podem variar de “reboots” inesperados sempre que a máquina exigir mais energia (como na hora de rodar um jogo 3D) a uma fonte queimada, e torça para ela não levar nenhum outro componente junto.

Assim como os HDs, fontes tem de ser bem parafusadas para evitar vibração
Assim como os HDs, fontes tem de ser bem parafusadas para evitar vibração


Portanto, na hora de atualizar o PC reserve um momento para avaliar se sua fonte atual aguenta a carga que você está colocando sobre ela. A ASUS tem uma boa calculadora online que ajuda a fazer as contas. Você pode acabar descobrindo que está esperando que uma fonte de 650 Watts dê conta de um sistema que exigem mais de 800 Watts sob carga total.

Organize os cabos

Sei bem como é: você não se importa com a estética dos componentes de seu sistema, ou simplesmente está com pressa e quer terminar logo o upgrade para poder jogar. Mas deixar os cabos dentro do PC pendurados como cipós na selva é um erro grave.

Uma boa dissipação de calor é crítica para a estabilidade e desempenho de qualquer PC, especialmente à medida em que você adiciona componentes mais poderosos (e que produzem mais calor) ao sistema. Se você bloquear o fluxo de ar através do centro do chassis com um emaranhado de cabos, estará prejudicando o desempenho dos ventiladores e dissipadores de seu PC. Organizar os cabos aumenta o fluxo de ar através do sistema e ajuda a manter o seu PC mais frio.

Organize os cabos com amarrilhos para garantir um bom fluxo de ar
Organize os cabos com amarrilhos para garantir um bom fluxo de ar


Se você olhar dentro de uma daquelas “super-máquinas” produzidas por fabricantes focados em desempenho como a Velocity Micro ou Maingear, verá que os cabos estão praticamente fora de vista, passando por trás das paredes do chassis, sob a placa-mãe e ao longo dos cantos do gabinete, presos por amarrilhos precisamente cortados.

Você não precisa ser tão meticuloso quanto os profissionais para dar à sua máquina um melhor fluxo de ar e uma aparência organizada. Simplesmente compre um pacote de amarrilhos e agrupe os cabos de forma coerente, deixando o máximo possível de espaço disponível no centro do gabinete.

Siga as dicas e seu PC “renascido” irá lhe agradecer com melhor desempenho e estabilidade. Isso vale ou não o esforço?

Fonte: PC World

sábado, 25 de junho de 2011

EXPRESSIVO MAS INSUFICIENTE

NOS ÚLTIMOS DOZE MESES, BRASIL REGISTROU AUMENTE 53% NO ACESSO A BANDA LARGA .


O acesso á internet de alta velocidade, por banda larga fixa e móvel , cresceu 53,5%em maio deste ano em relação ao mesmo mês de 2010, com a marca de 42,1 milhões de conexões . O balanço mensal foi divulgado pela ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE TELECOMINICAÇÕES (TELEBRASIL).

A cada dois segundos ,um novo cliente conecta-se ao sistema


O CRESCIMENTO
Nos ultimos 12 meses foram registrados 14,6 milhõe de novos acessos, com media de um novo cliente conectado a cada dois segundos. E maio ultimo, os acessos por banda larga fixa computaram 15,8 mulhões de conexões (29% a mais que no mesmo mês do ano passado) .
Resumindo nos ultimos 12 meses 3,5 milhões de novos usuarios aderiram a conexão fixa em banda larga .

Como saber se o pen drive é falsificado

Pen drive
Quando era apenas um jovem iniciando o curso técnico em Informática, os únicos dispositivos de armazenamento secundário que eu utilizava eram os disquetes de 5 1/4 polegadas. Isso porque os discos rígidos RLL e MFM eram muito caros na época. O tempo se passou e as mídias óticas ganharam mercado de uma forma surpreendente. Os CDs de 650MB armazenavam muitos arquivos, mas necessitavam de tratamento VIP para que não arranhassem com facilidade e comprometessem os dados valiosos que estavam ali armazenados.

Hoje em dia, os DVDs e BDs estão por aí, mas já não são tão utilizados para backup. Isso se deve ao surgimento de um novo método de armazenamento secundário: as memórias flash.

O surgimento dos primeiros dispositivos começou com o lançamento em Dezembro de 2000 do DiskOnKey da IBM (foto acima). Naquela época, vários nomes surgiram até a consolidação do termo pen drive, uma empresa de Singapura chegou a batizá-lo de ThumbDrive em referência ao seu tamanho e formato, que lembrava um dedo polegar.

Popularização incentiva a falsificação

Para quem vive no mundo da tecnologia já deve ter percebido que basta um produto fazer razoável sucesso para que a indústria da falsificação comece a criar versões “genéricas” de dispositivos que são sucesso de vendas. Pen drives não fogem à regra e hoje em dia fica difícil acreditar em promoções espetaculares que vendem dispositivos como esses com capacidade de 32GB por menos de R$100.

O pior é que existem casos em que o preço cobrado é justo e dentro da realidade, mas no fim das contas trata-se de uma falsificação barata. Como se precaver? Como se proteger? É possível garantir a originalidade de um produto desse tipo? Quais são os tipos de falsificação que existem por aí?

Vamos ver nessa postagem como identificar a procedência do seu pen drive e verificar se a capacidade nominal é a mesma da que vem estampada na embalagem.

Kingston: o principal alvo

É claro que isso não é uma exclusividade da marca, mas os pen drives da Kingston são os mais falsificados. Tanto que a empresa criou métodos para facilitar a identificação dos modelos falsos. Vamos analisar inicialmente os principais elementos a se considerar quando comprar um novo pen drive e ficar de olho para evitar os espertalhões.

Pen drive Kingston


Dezenas de modelos

Um dos primeiros modelos da série DataTraveler da Kingston foi esse apresentado na foto abaixo. Todos tinham um desses e provavelmente a maioria dos que circulavam pelo Brasil eram falsificados, pois vinham diretamente do Paraguai. Alguns chegavam ao cúmulo de ter o led indicador que piscava na cor vermelha, enquanto os modelos originais tinham uma luz verde que indicava atividade de leitura e gravação no dispositivo.

Pen drive DataTraveler da Kingston

Na época em que esse modelo era bastante comercializado, existiam pequenos macetes para identificar os pen drives falsificados. Um dos que lembro era olhar atentamente na lateral da carcaça branca, onde o original tinha pequenas inscrições em tinta cinza que indicavam um número de referência. É claro que depois disso até os falsificadores colocaram tais marcas.

Depois disso, a Kingston lançou dezenas de modelos de DataTraveler em formatos diferentes. Parte dessa variedade era por conta da modernização, mas todas essas mudanças também tinham um objetivo: dificultar a falsificação, pelo menos por um período de tempo. Mas como a indústria da pirataria não descansa, em apenas algumas semanas os novos designs eram copiados e ganhavam no mercado paralelo.


Embalagem original

Muitas pessoas pensam que as falsificações são necessariamente mal feitas. Em alguns casos isso é até verdade, mas algumas cópias ilegais apresentam embalagens muito bem impressas e quase não é possível identificar as falhas. Em primeiro lugar, a maioria das marcas só vendem seus pen drives com embalagens. Desconfie do papo de um vendedor que informe que eles descartam a capa para facilitar a “importação”.

Traseira da embalagem do pen drive


Na parte de trás da embalagem, verifique uma etiqueta com código de barras, identificadores de modelo e série de fabricação. Eles devem estar lá e alguns modelos falsificados sequer possuem um código de barras.

DICA: Quando comprar um pen drive em uma loja desconhecida, peça vários modelos de cores e tamanhos diferentes. Se forem originais, cada um terá o seu próprio número de série, código de barras e licença. Se for uma falsificação, provavelmente todos eles terão exatamente os mesmos códigos. E lembre-se: se não existir embalagem, simplesmente não compre!

Site para verificação de pen drives originais

Como disse anteriormente, a Kingston lançou um serviço interessante que vai verificar se o seu pen drive é verdadeiro ou falsificado. Em primeiro lugar, acesse o site para verificação de pen drive e informe o seu e-mail. É importante que você digite o seu endereço válido, pois o resultado será enviado para a sua caixa de mensagens. Em seguida, preencha o formulário que solicita os códigos UPC (o código de barras), de autenticidade e de licença. Preencha apenas os números e role a tela para baixo.

Formulário de verificação autenticidade para pen drive


Mais abaixo, você vai encontrar alguns campos para digitar seus dados pessoais como nome, endereço e telefone. Esses campos são opcionais e você pode deixá-los em branco sem problemas. Clique sobre o botão ENVIAR e pronto! Em alguns instantes você receberá uma mensagem no endereço de email informado, dizendo se o produto é ou não autêntico.

E-mail de confirmação Kingston


Outros problemas

Quando o engano foi inevitável e você acabou comprando um pen drive falsificado, outros problemas normalmente surgem. O mais comum deles é em relação à capacidade de armazenamento. Muitos falsificadores vendem dispositivos com 32GB que não guardam mais de 2GB.



Fonte: Techtudo

sexta-feira, 24 de junho de 2011

Firefox 5 é um tiro no pé

Alguns entusiastas podem até gostar de instalar uma nova versão do Firefox a cada três meses, mas para empresas a situação não é nada agradável.
O Firefox 5 chegou conforme era esperado e, ainda por cima, na data marcada – o que significa o fim da linha para seu antecessor. O ciclo ágil de desenvolvimento do navegador e a estratégia de liberar uma nova versão a cada três meses, no entanto, pode fazer com que apenas usuários fiéis mantenham-no como browser principal. O lançamento do novo software pegou muitos internautas de surpresa, já que seu antecessor – que, agora, deixa de ser suportado – foi liberado em março.

Na perspectiva da Fundação Mozilla, responsável pelo programa, o mais seguro é atualizar o Firefox tão logo o update seja oferecido. O mesmo deverá ser dito em agosto, quando a sexto modelo estrear.

Você, por exemplo, estava aguardando a correção para a vulnerabilidade presente no padrão WebGL? Saiba que ela já está pronta, mas, para incorporá-la, será necessário atualizar seu navegador para o Firefox 5.

Para a maioria dos usuários, a mudança mal será notada. A nova versão está mais para 4.1 do que para 5, já que não inclui recursos inovadores, apenas correções que tornarão o browser, segundo a Mozilla, mais rápido, leve e estável.

De 5, só o número. O Intenet Explorer, por outro lado, mantém a antiga estratégia, ou seja, o update aparece via Windows Update, é instalado junto a outros patchs de segurança, e a vida e o número seguem os mesmos.

Para empresas e organizações, no entanto, a história é diferente. A sobrevivência do IE6 representa o receio que diversos departamentos de TI têm na hora de atualizar os softwares que utilizam. Muitos podem ter acabado de concluir a migração para o Firefox 4 para descobrir, pouco depois, que ele já está obsoleto.

Será que Mozilla pensa que as companhias desconsiderarão o esforço e correrão para instalar o Firefox 5? Mesmo sabendo que em dois meses terão de refazer todo o procedimento, por conta do lançamento de mais uma versão?

“Um dos motivos para eu não adotar o Chrome é a velocidade com que novos modelos são lançados. É difícil ajudar clientes quando eles têm, cada um, diferentes versões do software. A web não muda drasticamente a cada dois meses para justificar tal postura”, disse um internauta.

A Mozilla pode estar dando um tiro no pé. Continuará atraindo os mesmos usuários que já utilizam seu navegador. A fatia do Firefox 5 aumentará e a do Firefox 4 cairá. Até o lançamento do Firefox 6, quando a situação se repetirá. Os internautas que instalaram o update anterior, baixarão o novo enquanto que muitos se manterão firmes com modelos “defasados”, lançados no começo deste ano.

Uma grande parcela de internautas – principalmente as companhias – por outro lado, se afastarão do Firefox. Não verão vantagem em utilizar um browser “diferente” a cada dois meses. O comprometimento desse grupo não chega próximo do comprometimento dos fieis ao software da raposa.

Fonte: IDG Now!

Os cargos mais valorizados em TI no Brasil

Descubra qual o perfil dos profissionais de tecnologia que, hoje, têm mais chances de serem contratados, com altos salários, pelas empresas.
O crescimento da economia somado à falta de mão de obra qualificada no Brasil faz com que, em algumas áreas, existam vagas sobrando e a oferta de excelentes salários para perfis específicos. No segmento de tecnologia, os profissionais que escolhem a carreira certa e possuem as competências necessárias são disputados pelas empresas. Entre os profissionais de TI (Tecnologia da Informação) mais buscados na atualidade estão os analistas de negócios.

A principal função desse cargo é fazer a ligação entre o departamento de tecnologia e as demais áreas da companhia. Não existe um curso específico para exercer essa função, assim, os critérios de seleção dos profissionais são baseados no perfil da pessoa que, imprescindivelmente, deve ter conhecimento de negócios.

O gerente da empresa de recrutamento de executivos da Hays e responsável pela contratação de profissionais de TI, Henrique Gamba, calcula que, atualmente, o salário de um analista de negócios iniciante, registrado na carteira de trabalho, gira em torno de R$ 4 mil no Brasil. "Para um profissional mais sênior isso chega a R$ 9 mil a R$ 10 mil", calcula o especialista.

Os salários estão em alta em vários setores de tecnologia. Mas a remuneração é ainda mais atraente em algumas funções bem específicas. Jovens especializados no sistema de gestão empresarial SAP, por exemplo, chegam a receber até R$ 20 mil reais por mês, simplesmente por serem raros de encontrar no mercado.

Sergei Silva fez seu primeiro treinamento em SAP há 13 anos, quando foi selecionado para um projeto na siderúrgica em que trabalhava na época. A especialização já lhe rendeu muitas oportunidades. Fez treinamentos nos Estados Unidos e em diferentes países da América Latina, morou no México e, recentemente, voltou da Austrália, onde também atuou na área.

Aliás, quando decidiu pedir as contas do emprego na Austrália para voltar ao Brasil, ficou desempregado por um curtíssimo espaço de tempo. "Em questão de duas a três semanas eu já tinha umas três propostas na mão", conta Silva, que hoje atua como gerente de SAP na consultoria Essence.

Na própria consultoria em que o analista trabalha, sobram oportunidades para outros especialistas em SAP. "Se eu recebesse 100 currículos de pessoas capacitadas, contrataria as 100", ressalta Silva.

O grande problema é que o caminho para buscar espaço na área não é nada fácil. Para se tornar um especialista, o profissional precisa fazer um curso específico, com um custo que pode chegar a R$ 30 mil.

Outra questão que tem representado um diferencial importante para os profissionais de TI que querem ter uma carreira promissora é o inglês fluente. O conhecimento dessa língua virou hoje um requisito fundamental para as empresas contratarem pessoas para a área de tecnologia, informa Gamba.

Mas cuidado. Antes de se empolgar com as oportunidades de trabalho que surgem na área de tecnologia, tenha em mente que, apesar dos salários valorizados, trata-se de um mercado que exige muita dedicação e tempo dos profissionais. Às vezes, não vale a pena pensar só no dinheiro. "Primeiro de tudo, tem de gostar de tecnologia", considera o especialista da Hays. "Porque não é uma área fácil", acrescenta.



Fonte: Olhar Digital

quinta-feira, 23 de junho de 2011

A virgindade por um iPhone 4

Garota anunciou estar disposta a ter relações sexuais com qualquer um que lhe dê o gadget em troca.
Quanto vale um iGadget? Ao que parece, para alguns jovens chineses os aparelhos da Apple tem valores imensuráveis, tanto que eles estão dispostos a arriscar qualquer coisa para conseguir o aparelho de seus sonhos. No começo deste mês, um rapaz chegou a vender um rim para comprar o tão desejado iPad 2. Desta vez, a situação é tão assustadora quanto, apenas um pouco mais inusitada.

Segundo o site Korea Herald, uma jovem chinesa teria anunciado em seu perfil no Weibo (serviço de microblog semelhante ao Twitter, muito popular na China) que está disposta a abrir mão de sua virgindade para colocar as mãos em um iPhone 4 novinho.

No post, junto a uma foto e alguns dados pessoais, a jovem dizia que manteria relações sexuais com qualquer um que lhe desse o smartphone em troca.


Na rede, a postagem foi relacionada negativamente por diversos usuários que condenaram a atitude da garota, que não teve seu nome revelado. Outros usuários acreditam que a conta da jovem teria sido invadida por terceiros, com a intenção de ferir sua reputação. No perfil da rede social, a explicação para o anúncio seria a falta de recursos financeiros, já que seu pai teria se recusado a lhe dar o gadget de presente.

Fonte: Tecmundo

Qual a diferença entre drive e driver?

Duas palavras tão parecidas que às vezes nos confundem. Se você tem dúvidas, agora é a hora de acabar com elas.
A diferença entre drive e driver pode ser demarcada apenas por um “r” a mais em uma das palavras. No entanto, apesar dessa semelhança de escrita, o emprego e o significado dos termos é bem diferente na prática. Derivados do inglês, os termos fazem parte do mundo diário de quem trabalha com informática, mas podem confundir os usuários menos familiarizados com computadores. Preciso instalar um drive ou um driver? Fala-se drive ou driver de CD?

Ironicamente, o seu computador não sobrevive nenhum deles. Então, para evitar confusão, o primeiro grande ponto a ser observado é que os drives estão relacionados ao hardware, enquanto os drivers são softwares que permitem o funcionamento e comunicação dos dispositivos junto ao computador.

Drive

Em resumo, um drive é um componente físico da sua máquina que serve como uma unidade de armazenamento. Internamente, temos os clássicos drives de CD, DVD e Blu-ray, assim como alguns que caíram ou estão caindo em desuso, como o compartimento de disquete. Isso sem se esquecer do mais importante de todos: o disco rígido (HD).

Pen drive


Da mesma maneira, qualquer aparelho externo que armazena arquivos (pendrive, smartphone, câmera digital, tablet, cartão SD etc.), passa a ser considerado um drive quando conectado a alguma entrada USB do sistema. O mesmo também vale para HDs externos.

Onde vejo os drives no sistema?

Essa é fácil. Sempre que você acessa o “Computador”, ele representa os drives ativos através de letras (A:, C:, J:). Além de todos os dispositivos que citamos, toda e qualquer partição no HD passa a ser considerada um drive independente. Só por curiosidade, a maioria dos discos rígidos vem identificada com a letra “C:”.

Devido a um padrão antigo de computador, as unidades “A:” e “B:” sempre foram reservadas para disquetes e, mesmo com a defasagem da tecnologia, o conceito foi mantido — tanto que o Windows nunca renomeia um novo drive com as letras A ou B (só é possível fazer isso manualmente usando o Gerenciador de Dispositivos).

Meu Computador no XP ou Computador no Windows Vista e 7


Toda vez que você conecta um pendrive ou outro periférico que reúna arquivos, o mecanismo será automaticamente considerado como um drive. Entretanto, já que se tratam de peças externas, é importante removê-las com segurança para evitar danos a elas e ao computador.



Driver

Em uma tradução ao pé da letra, “driver” significa motorista — e é essa mesmo a função de um driver em um computador. Ele atua como um verdadeiro controlador, transmitindo e interpretando dados entre o sistema operacional e uma peça de hardware.

Por exemplo, uma placa de vídeo off-board incrementa a capacidade de processamento gráfico de um computador. Assim sendo, ela tem suas próprias diretrizes e recursos que precisam ser identificados pelo sistema operacional. E é aí que entram os drivers.

Driver foi instalado


Eles atuam nessa etapa da comunicação, integrando máquina e periféricos. Funcionam como softwares que traduzem os comandos dos hardwares para o sistema, possibilitando que os dispositivos funcionem corretamente.

Drivers e instalação

Geralmente, os drivers precisam ser instalados e os CDs ou pendrives de instalação acompanham o produto. No caso da falta do driver original, pode se buscar pelo arquivo para baixar no site do fabricante.

Outro ponto a ser levado em conta é a atualização dos drivers. Assim como acontece com softwares convencionais, novas versões (normalmente disponibilizadas gratuitamente) surgem para corrigir alguns erros e melhorar o desempenho dos componentes.

Reprodução Automática


Há muitos componentes que são reconhecidos nativamente pelos sistemas operacionais ou já possuem drivers embutidos (estes são chamados de plug and play) — é o caso de pendrives, adaptadores Bluetooth e alguns modelos de placa de som, só para citar alguns.

Como já dito, um computador precisa de drives para acumular e acessar conteúdos, assim como é dependente de drivers para estabelecer a comunicação entre hardware e sistema operacional. Entretanto, onde há um drive, há um driver. Mas nem sempre onde há um driver, há um drive.

Complicou? Basicamente: todo componente que armazena dados (drive) precisa de um driver. Por outro lado, alguns periféricos, como placas de som e vídeo, necessitam de drivers para funcionar ao mesmo tempo em que não são considerados drives.

Fonte: Tecmundo

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