sexta-feira, 15 de julho de 2011

06 programas grátis para fotografias

Faça objetos desaparecem como mágica, visualize, organize e compartilhe fotos com seus amigos sem gastar um tostão!
Organizar suas fotografias no computador não é fácil. Além de chato, é complicado e demorado separar as fotos por assunto ou data. E adicionar efeitos como legendas e molduras, ou corrigir defeitos nas imagens, é uma tarefa muito complicada na maioria dos programas, mas se você é daqueles que é doido para fazer montagens com as suas fotos, mas não tem nem idéia de como usar o Photoshop, essa lista de ferramentas para visualizar, editar, organizar e compartilhar suas fotografias é a solução para o seu problema.

Visualizador de fotos: esteja você querendo ver uma imagem em TIFF, um vídeo em MOV, uma animação em Flash, o IrfanView é indispensável e também traz um bom conjunto de ferramentas para edição de imagens.

Borracha mágica: quem é aquele cara estranho atrás da tia Zuleika na foto das férias? Livre-se do intruso com o PhotoWipe, uma ferramenta que permite marcar qualquer objeto em uma imagem e fazer ele desaparecer sem deixar vestígios!

Organizador de imagens: se seu HD está lotado de fotos espalhadas por todos os cantos, use o Fotobounce para organizá-las e compartilhá-las de forma fácil com seus amigos.

Álbuns e mais: o Picasa, da Google, é uma ótima ferramenta para montar álbuns com suas imagens no PC ou publicá-los na web. Inclui um visualizador de imagens, várias ferramentas de edição fáceis de usar que ajudam a melhorar suas fotos (com opções para ajustes de cor, saturação, contraste, exposição, nitidez, recortes e mais) e até integração com serviços online como o Blogger.

Editores poderosos: para quem não é profissional, o Photoshop é um exagero. O Paint.net é uma alternativa gratuita, com uma interface amigável e carregado de ferramentas poderosas para edição de imagens. Outra alternativa poderosa e mais avançada é o Gimp, originário do mundo Linux e que também tem versões para Windows e Mac OS X.

Fonte: IDG Now!

Armazenamento de arquivos online e gratuito Pogoplug

PogoPlug
O Pogoplug, assim como o Dropbox, serviço mais conhecido de armazenamento online e gratuito, você precisa baixar um aplicativo no seu computador e fazer um cadastro simples, com email e senha, para começar a armazenar seus arquivos. Assim que você preencher, o programa vai te encaminhar para um página na internet, onde estarão os arquivos do seu computador que você escolheu armazenar.

Aí, é só abrir esta página em qualquer outra máquina, incluindo senha e email para que você tenha acesso aos seus documentos. O Pogoplug é inteligente o suficiente para separar os arquivos para você. Por isso que na sua página, você verá uma pasta para vídeos, músicas, fotos... e assim por diante. Em cada um dos arquivos você pode fazer o download, clicando em "More Actions" ou ainda compartilhar o documento, selecionando "Share". No compartilhamento é possível mandar o documento via email para alguém ou até postar no Facebook.

Além da página na internet, seus arquivos no PogoPlug também podem estar disponíveis nos aplicativos para iPhone e Android. A ideia é a mesma do site, mas você tem a facilidade de poder copiar e enviar seus arquivos direto do smartphone. O legal é que baixando o software nos seus computadores-chave, como o do trabalho e o de casa, por exemplo, você tem acesso a qualquer conteúdo que precisar.

Se você ficou afim de testar mais uma opção de serviços de armazenamento na nuvem, clique no link (logo abaixo do vídeo, que você não pode deixar de ver), baixe o aplicativo no seu computador e tenha acesso a todo o conteúdo, remotamente.





Fonte: Olhar Digital

quinta-feira, 14 de julho de 2011

Como melhorar as fotos noturnas

Acabe com as “trevas” usando um editor de imagens no PC e estas técnicas simples.
A escuridão é como criptonita para suas fotos: todas as câmeras dependem de luz, e em sua ausência elas tentam compensar reduzindo a velocidade do obturador (o que leva a fotos borradas) ou exigindo o uso do Flash (que pode “lavar” tudo o que estiver muito próximo da câmera e de nada adianta com o que está mais distante). Recentemente surgiram algumas câmeras que tentam resolver estes problemas usando sofisticados modos especiais para fotografia noturna ou sob pouca luz.

Abaixo dicas de com obter resultados similares usando sua própria câmera e algumas ferramentas de edição no PC.

Como os modos especiais funcionam
Os problemas associados à fotografia noturna são uma simples questão de física. Sem luz suficiente, há pouco mais que uma câmera possa fazer além de deixar o obturador aberto por mais tempo para absorver mais luz.

Mas câmeras como a Canon PowerShot SX230 e a Sony Cyber-Shot WX10 tentam resolver o problema com modos com nomes como Handheld Twilight ou Handheld Night Scene, que funcionam como um modo panorâmico, ou os modos HDR encontrados em alguns outros modelos.

Quando você tira uma foto usando um destes modos a câmera não captura apenas uma imagem, mas uma série delas em rápida sequência e com exposição ligeiramente diferente. Todas estas imagens são então automaticamente otimizadas e combinadas em uma única foto bem exposta e que parece resultado de uma longa exposição.

Copie a técnica com sua própria câmera
Você provavelmente já conhece alguns truques para obter boas fotos noturnas, como aumentar o ISO (mas não exagere, ou isso pode gerar “ruído” na imagem), usar um Flash (que pode não adiantar nada para objetos distantes) ou diminuir a velocidade do obturador (o que exige também o uso de um tripé). Mas provavelmente nunca experimentou nada como os modos especiais acima. Será que dá para duplicar o resultado?

Dá sim. Há várias formas de melhorar uma foto feita sob pouca luz usando um PC. Abaixo três técnicas que você pode experimentar:

Brinque com níveis e exposição: a maioria dos editores domésticos de imagens, como o Picasa ou o iPhoto, tem um ajuste chamado Exposição (Exposure, em inglês). Aumentando o valor você deixa a imagem mais “clara”, e diminuindo a deixa mais “escura”. Experimente até achar o resultado que mais lhe agrade.

Se seu editor não tem um ajuste de exposição, procure uma ferramenta chamada Níveis (Levels) ou Histograma (Histogram). Clique na setinha no lado direito do histograma e arraste-a até o meio: com isso a imagem deve ficar mais clara. É o mesmo resultado que teríamos usando o controle de exposição. Em ambos os casos, cuidado: há uma faixa muito estreita de ajustes antes que a qualidade comece a despencar, e você pode acabar deixando sua foto com uma aparência de “lavada” se exagerar.

Filtre: você também pode tirar vantagem de um pequeno truque encontrado na maioria dos editores de imagens capazes de trabalhar com camadas (Layers). Antes de mais nada, abra a imagem e duplique-a em uma segunda camada. No Paint.net, um excelente editor de imagens gratuito, o comando é Camada / Duplicar Camada, ou você pode usar o atalho Ctrl + Shift + D.

Na janela de camadas, no canto inferior direito da tela (se ela não estiver visível, tecle F7 para abrí-la), selecione a segunda camada (ela é a primeira da lista). Tecle F4 para abrir as propriedades da camada, e na opção Modo escolha Filtrar (Screen em inglês). A imagem inteira irá ficar mais clara. Você pode duplicar a primeira camada mais vezes e continuar aplicando o efeito até que o resultado fique a seu gosto. Mas assim como no ajuste de exposição, use esta técnica com moderação.

Empilhe as fotos: esta é a técnica que de longe dá os melhores resultados, e os mais similares ao que as novas câmeras fazem em seus modos noturnos. Usando um programa capaz de “empilhar” as imagens, você pode combinar múltiplas fotos de uma mesma cena para gerar o que se parece com uma longa exposição.

Para experimentar, instale em seu PC um programa chamado Image Stacker. Há uma versão de demonstração disponível, mas ele é limitada a imagens com resolução de 640 x 480 pixels ou menores. Isso significa que se você quiser experimentar antes de comprar, terá de redimensionar as fotos em um editor de imagens antes.

Para usar o Image Stacker, faça múltiplas fotos de uma mesma cena noturna, variando a exposição em cada uma delas. Por exemplo, cinco fotos com exposição de -2, -1, 0, 1 e 2. Depois, arraste as fotos para a janela do programa, dê um nome para o arquivo que será criado (Output File) e clique em Create. É possível experimentar vários modos de combinação das imagens (Image Blending Options), mas tive os melhores resultados usando o modo padrão, chamado de Stack.

Estas técnicas são tão simples e convenientes quanto apertar um botão numa Nikon Coolpix P300? Com certeza não. Mas experimentar pode ser muito divertido.

Fonte: PC World

Smartphone Samsung Galaxy 5

Ele tem o corpo bem bonitinho e é leve, apesar de o acabamento não ser dos melhores. Quem já viu o Corby, também da Samsung, vai achar o Galaxy 5 bem parecido, mesmo não sendo tão colorido quanto seu parente menos completo. O corpo é todo em plástico preto brilhante, exceto pela borda decorativa prateada, também plástica. Ele é todo arredondado e seu tamanho se encaixa bem na mão. Em cima temos apenas a entrada para fone padrão, enquanto que do lado esquerdo ficam os botões de volume e a conexão microUSB, protegida por uma tampinha.

O acúmulo de botões acontece mesmo embaixo da tela. São nada menos do que 8 botões desgraçando de vez com o aspecto clean do aparelho: fazer chamada, desligar chamada/energia, menu, home, voltar, pesquisar e o central, que se divide entre confirmação e navegação. Todos físicos, não há qualquer botão de toque.

Sua tela tem melhor definição do que os Motorolas com Android na mesma categoria, ficando até mesmo um pouco acima dos Sony Ericsson. Ela é pequena para quem aprecia smarts com telonas, mas suas 2.8 polegadas e 16 milhões de cores bastam para navegar na internet, jogar e até ver alguns vídeos curtos.

Smartphone Samsung Galaxy 5


A home tem até 7 janelas personalizáveis com aplicativos, atalhos e widgets variados. Os que a Samsung disponibiliza são bem interessantes e os outros são os fornecidos pelo sistema.

Há um problema aqui: esse aparelho vem com a versão 2.1 do Android, que tira do sistema várias benesses como o melhor gerenciamento de aplicativos, de bateria e outros. Em compensação o teclado QWERTY virtual, além de ser bem responsivo – apesar de pequeno -, possui a função Swype. Nela você não tecla, mas desliza os dedos pelo teclado para formar palavras, uma função viciante.

Ao atender ligações, cuidado. Às vezes aparece o teclado numérico e você digita teclas com a bochecha enquanto está tentando falar com alguém.

São apenas 180MB de espaço interno disponível, e mesmo que isso seja mais do que encontramos em smarts mais parrudos é bem pouco, já que a versão 2.1 do Android ainda não permite a instalação de aplicativos no cartão. Ainda assim, o cartão microSD de 2GB que acompanha o Galaxy 5 é útil para armazenar documentos, músicas, fotos e outros.

Ele já vem com aplicativos básicos como email, calendário, Google Talk, GMail, Mapas, Market, rádio FM, e outros. Um bem legal é o Escrever e Enviar. Nele você pode escrever um texto e escolher enviar como SMS, MMS ou atualizar alguma rede social como Facebook, MySpace, Twitter e orkut.

São poucos aplicativos, você poderá personalizá-lo com a ajuda do Android Market, que possui centenas de milhares de programas gratuitos e pagos para os mais diversos propósitos e também com a Samsung Apps, lojinha da empresa que também está no aparelho.

O player de músicas dele é o mesmo de todos os Androids, simples. Mas alguns detalhes deixam ele mais bonitinho, como o fato de colocar a capa do álbum como fundo das faixas e a presença de um equalizador básico. O som externo dele é bem alto, mas falta um pouco de graves e o agudo se sobressai.

Smartphone Samsung Galaxy 5

Na caixa encontramos um fone de ouvido normal, que possui controle para atender chamada e microfone. Esse fone se saiu muito bem, com ótimo som, ajudado pela função de canal 5.1.

Seu tropeço mais aparente fica na câmera. O sensor é de apenas 2 megapixels, e não há autofoco. Faz fotos boazinhas com muita luz – mas bem pixelizadas – e tem modos legais como panorama automático – você tira a primeira foto e conforme vai enquadrando, ele tira outras sete e junta tudo sozinho -, detector de sorrisos e geolocalização. Há também efeitos básicos e ajustes como brilho e ISO.

O vídeo também é apenas razoável, fazendo tomadas apenas para registros simples, ou no máximo algum upload para o YouTube. Sua resolução máxima é de 320 × 240 pixels.

O que mais me impressionou no Galaxy 5 foi seu processamento, muito veloz e acima até mesmo de smartphones mais parrudos. Sua transição de telas, scroll e navegação são muito velozes, sem qualquer atraso ou travadinha, digno de iPhone. Essa mesma navegação se mostra competente também na internet, onde ele lê páginas com bom desempenho. Entretanto, a falta de uma tela multitoque atrapalha diversas tarefas, incluindo essa.

No benchmark que normalmente passo nos aparelhos, o gratuito Quadrant, ele não se saiu muito bem, ficando em oitavo lugar, mas ainda assim ficou acima de aparelhos como Xperia X10 e Milestone.

Aqui não há muito o que falar. Como quase todo Android ele vem com WiFi, 3G e GPS com A-GPS (aquele que funciona com as antenas de celular). E ele é Quad Band, o que significa que funciona em qualquer lugar do Brasil. Todas essas conexões funcionam de acordo.

Por ser pequeno, sua bateria tem uma ótima duração, chegando a mais de 12 horas sem recarga.

Resumindo, o Galaxy S é um ótimo smartphone para quem quer um aparelho que desenvolva todas as tarefas normais com presteza, que seja discreto e tenha um ótimo preço no mercado, mesmo desbloqueado.

A todos que me perguntam por smartphones baratos eu costumo indicar os da Motorola, mas a Samsung acabou de provar que também pode oferece bom preço em um bom aparelho.

Prós:

• Processamento rápido para a categoria

• Tela com boa definição

• Bom custo x benefício

Contras:

• Câmera ruim

• Versão 2.1 do Android

• Sua tela não é multitoque

Compre aqui o seu!

Fonte: IG Tecnologia

quarta-feira, 13 de julho de 2011

Microsoft deve revelar Windows 8 em setembro













Em evento para empresas parceiras da Microsoft, executiva diz que detalhes serão apresentados em setembro

LOS ANGELES – A vice-presidente de Marketing do Windows, Tami Reller, disse nesta segunda-feira, 11, que a Microsoft deve revelar detalhes do Windows 8 em uma conferência para desenvolvedores de software que ocorre em setembro, na Califórnia.


A executiva fez o discurso inaugural da Conferência Mundial de Parceiros da Microsoft (que começou hoje em Los Angeles), onde falou das características já apresentadas do Windows 8 e incentivou as empresas que ainda operam com o Windows XP a migrarem para o sistema atual, o Windows 7.

“Com mil dias de vida (tempo que a empresa oferece serviços para esse versão do Windows) o XP pode representar um risco material para as empresas. Temos que ajudar esses 300 milhões de computadores a passar para o Windows 7″”, disse ela, insistindo que o caminho para o Windows 8 começa pelo Windows 7.

Tanto Tami como o presidente do conselho da Micrsoft, Steve Ballmer, concordaram que a próxima versão do sistema operacional da Microsoft representará uma mudança para a imagem do Windows e será compatível com todos os computadores.

“É para as centenas de milhares de PC que existem hoje e para os que existirão no futuro”, disse Tami, confirmando que o novo sistema vai exigir a mesma configuração do computador, ou até mais modestas, do que o Windows 7.

A executiva convidou os presentes para comparecerem à Build, evento organizado pela empresa para os desenvolvedores de softwares para Windows, que ocorre entre os dias 13 e16 de setembro, para conhecer mais profundamente como será o Windows 8.

Em maio, Ballmer antecipou que o Windows 8 estaria disponível ao mercado em 2012, mas posteriormente a empresa desmentiu o seu conselheiro alegando que ainda não havia nenhuma data prevista para o lançamento do produto.

Até o momento, a companhia confirmou que seu próximo sistema operacional passou por uma remodelagem e que passará a ser construído sobre uma estrutura de Sistema de Chip (SoC, na sigla em inglês).

É esta a tecnologia empregada nos desenvolvimento dos tablets e Smartphones, mercados nos quais o Google e a Apple estão à frente da Microsoft.

O que se sabe é que o Windows 8 será diferente em sua operação. Em vez de ícones, o sistema será baseado em um conjunto de janelas personalizáveis que darão acesso a diferentes aplicações.

O sistema está em seu “ciclo mais adiantado” de desenvolvimento, disse Reller, insistindo que o Windows 8 foi desenvolvido para ter um desempenho “excelente” no manejo da tela táctil, necessário para competir no setor de tablets e smartphones, e que funcionará igualmente com teclado ou mouse.

Além do sistema operacional, Ballmer deu sua perspectivas sobre a situação da empresa durante o último ano, e qualificou como “fenomenal” apesar da situação econômica.

Um período no qual a Microsoft comprou Skype, cujo serviço será integrado aos produtos existentes da companhia e conviverá com o Lync, software usado por 70% das 500 maiores empresas americanas listadas pela revista Fortune, segundo disse Ballmer.

O executivo declarou que o Windows Phone conta com 20 mil aplicativos atualmente desenvolvidos em seus oito meses de vida, um forte crescimento de software para o ambiente móvel da Microsoft, que deve aumentar ainda mais com a expansão do sistema a partir do final do ano com sua instalação nos telefones da Nokia.

A Microsoft tem previsão de lançar o Windows Phone oficialmente nos próximos 12 ou 18 meses no Brasil, Chile, Colômbia e Argentina, de acordo com o diretor de comunicações da empresa para a América Latina, Víctor Aimi.

Nesta região, a companhia americana domina 60% do mercado tecnológico, segundo comentou o diretor de Programas e Estratégias de Sócios da Microsoft da América Latina, Diego Bekerman. “Esperamos alcançar 75% deste mercado e um negócio de US$ 60 bilhões”, disse Beckerman.

A conferência mundial de sócios da Microsoft começou hoje e termina quarta-feira.



Windows 8 não exigirá hardware melhor

Fabricante espera diminuir números de micros com Windows XP, que ainda responde pela maioria; novo sistema deve chegar ano que vem.
A Microsoft promete que qualquer computador rodando Windows 7 poderá ser atualizado para o Windows 8. Para isso, a empresa garantiu manter ou até diminuir os níveis de exigência de hardware quando o próximo sistema operacional for lançado. A companhia afirma ter vendido mais de 400 milhões de licenças do Windows 7, mas o anterior XP ainda é usado por cerca de duas vezes mais pessoas no mundo.

Até o momento, a companhia já mostrou dois previews técnicos do Windows 8, e anunciou hoje que outro preview do sistema será liberado em setembro. Por isso, a Microsoft tenta convencer as empresas e consumidores a fazerem o upgrade para o 7, apesar da promessa de um novo sistema operacional estar chegando.

“Dois terços do computadores corporativos ainda estão com o Windows XP. Mover esses usuários para o 7 é um trabalho importante e urgente para nós”, disse a vice-presidente corporativa para Windows, Tami Reller, durante uma conferência da Microsoft em Los Angeles, nos EUA.

O Windows 8 poderia ser lançado no próximo ano. Então, para evitar que as empresas segurem seu dinheiro, a Microsoft está argumentando que os usuários deveriam fazer o upgrade agora e usar o mesmo PC para rodar o Windows 8 depois.

“Seja realizando upgrade em um PC existente ou comprando um novo, o Windows vai se adaptar para aproveitar ao máximo aquele hardware”, disse Reller. O Windows 8 é para “as centenas de milhões de PCs modernos que existem atualmente e para os aparelhos do futuro.”

Como já aprendemos neste ano, o Windows 8 será otimizado para tablets e PCs com telas touch. A Microsoft anunciou na CES 2011, em janeiro, que irá suportar a arquitetura ARM, um chip menos poderoso para aparelhos móveis, e no mês passado a empresa exibiu a nova interface para tablets.

“O Windows 8 é uma verdadeira reimaginação do Windows, desde o chip até a interface”, afirmou Reller. Apesar desse novo desenho, a Microsoft vai manter ou reduzir as exigências de sistema. Para rodar o Windows 7, os PCs precisam ter ao menos um processador de 1GHz, 1GB de RAM, 16GB de espaço disponível no disco e placa gráfica DirectX 9.

Até o momento, a empresa ainda não anunciou uma data oficial de lançamento.

Fonte: IDG Now!

terça-feira, 12 de julho de 2011

Como proteger os dados de seus aparelhos móveis

Seu aparelho pode carregar informações pessoais e corporativas importantes. Por isso, é preciso evitar o acesso indevido a elas.
Com todos os relatos de malware chegando aos dispositivos móveis, vulnerabilidades e ataques, o usuário acaba ficando confuso. Os dispositivos são realmente inseguros? Nos últimos meses, ouviu-se muito falar sobre o malware no Google Android Market, fragilidades do Apple iOS etc. Muitos, embora não todos, dos relatórios que apontaram essas vulnerabilidades foram liberados por pessoas que querem, de alguma forma, vender soluções ou serviços de segurança.

Isso não quer dizer que os documentos eram falsos, mas a sua gravidade, deve ser sempre verificada com cautela. A seguir, você vê alguns dos aspectos práticos da segurança móvel do ponto de vista do consumidor.

De fato, malwares foram encontrados no Android Market, loja de aplicativos para o sistema operacional móvel Android do Google, e removidos em seguida. Não foram publicadas vulnerabilidades que afetem o Android e o iOS, mas de modo geral, os fornecedores estão aplicando atualizações nos sistemas para evitar surpresas.

Então, em vez de focar nos aspectos negativos, vamos dar uma olhada nas ações que um consumidor pode tomar para usar esses dispositivos de forma segura, seja no trabalho ou em casa.

Antes de mais nada, é preciso compreender os riscos. Sem dúvida, o maior risco aos usuários de dispositivo móvel é a perda ou o roubo do aparelho. Caso alguém obtenha o seu dispositivo móvel, ele poderá ter acesso a diversas informações sensíveis pessoais e corporativas. O seu dispositivo pode dar a ladrões acesso a senhas de e-mails e a outros documentos.

Se alguém encontrar o seu dispositivo (por exemplo, no café em que você o esqueceu), ele provavelmente será levado para o ‘achados e perdidos’ ou então será usado pela pessoa que o encontrou. O percentual de pessoas que realmente vão querer ter acesso aos dados é provável bastante pequeno. No entanto, você precisa estar ciente de que a ameaça é real.

O segundo maior risco pode estar na rede de comunicações que pode ser interceptada por alguém que está usando o mesmo Wi-Fi público que você. É um risco muito menor do que perder o dispositivo, mas pode acontecer. Uma pessoa pode, por exemplo, usar a sua rede e capturar todos os dados, com praticamente nenhuma chance de ser pego ou mesmo notado. Ferramentas para isso estão facilmente disponíveis.

Para evitar expor dados confidenciais em seu dispositivo
Evite guardar informações sensíveis no dispositivo. Talvez você tenha nele os dados do cartão de crédito que usa regularmente para transações na internet. Você pode usar essa funcionalidade no aplicativo móvel sem armazená-lo no aparelho. Se seu aplicativo tem a opção de "lembrar" os dados, sempre faça o logout. O mesmo vale para senhas e outras credenciais em geral. Há um ponto negativo nessa atividade já que toda vez que for efetuar transações ou entrar em sites, será preciso inserir senhas, números de cartão de crédito e outras informações com mais frequência.

Faça o download dos aplicativos a partir de fontes confiáveis. Para o iOS, opte pela loja oficial da Apple, a menos que você tenha realizado jailbreak em seu dispositivo. Aqui vai um conselho importante: não faça jailbreak em seu dispositivo. Qualquer recurso de segurança da Apple é completamente contornado quando você opta pelo jailbreak. Isso pode não ser um sentimento popular, mas jailbreaking um dispositivo iOS é provavelmente a pior ação que se pode tomar do ponto de vista de segurança do consumidor.

Para usuários de Android, escolha os grandes Android Markets. Evite as mais obscuras. Evite ainda lojas novas de aplicativos, pode ser muito bom para ser verdade.

Se você deseja armazenar alguns dados sensíveis no aplicativo, considere obter um aplicativo que faz uma análise da segurança. No iOS, existem ferramentas gratuitas, como o Explorer iPhone, que permitem verificar quais arquivos o aplicativo usa.

Em primeiro lugar, verifique as credenciais armazenadas em texto simples. Você também pode usar ferramentas como o Hexdump para olhar arquivos de banco de dados, arquivos executáveis e assim por diante. Procure as credenciais do sistema e outros dados confidenciais não criptografados. Se você não encontrar nada, isso não significa que é seguro, mas é provável que o desenvolvedor de aplicações tome algumas precauções básicas para proteger suas informações.

Para evitar que seus dados sejam interceptados por um Wi-Fi público
Evite Wi-Fi públicas. Essa não é uma boa opção para muitas pessoas, mas garante que os dados não sejam interceptados no Wi-Fi. Você também deve estar ciente de que os dados no 3G não são muito mais seguros, mas é pelo menos um pouco mais.

Use uma VPN. Sem dúvida, a melhor defesa contra a interceptação ao usar um Wi-Fi público é utilizar uma VPN a partir do dispositivo móvel para a rede de destino. Há serviços gratuitos de VPN ou com preços compeititvos disponíveis para hoje. Além disso, muitas empresas fornecem acesso VPN para os funcionários.

Use SSL sempre que possível. Você normalmente não tem a opção de deixar um aplicativo on ou off, mas se estiver usando um aplicativo web é possível. Por isso, quando tiver a opção, use SSL. Se você quiser ver se o seu aplicativo usa SSL, é relativamente fácil de realizar um teste para vê-lo em ação. Configure um compartilhamento sem fio em seu laptop e execute todo o tráfego de rede por meio de um servidor proxy (por exemplo, BurpSuite, WebScarab) em seu notebook. Depois, observe como o aplicativo se comporta. Se seu aplicativo está enviando dados sensíveis - incluindo credenciais - sem criptografia, evite-o a todo custo.

Essas são apenas algumas medidas que você pode tomar, mas já é um bom começo.

É importante identificar as formas de segurança, especialmente porque somos bombardeados com notícias de invasões todos os dias. É claro que assumimos alguns riscos no uso de dispositivos móveis. Mas o importante é estar informado e evitá-los.

Fonte: PC World

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