terça-feira, 2 de agosto de 2011

O bilionário mundo de Warcraft

Imagem do World of Warcraft: jogo uniu a qualidade em fabricar jogos da Blizzard com o “boom” dos negócios pela internet.
Se fosse um país, World of Warcraft seria maior que Portugal em população e teria uma arrecadação mensal de R$ 1,2 bilhão. Diferen­temente do país europeu, afundado numa crise financeira e política, o jogo da Blizzard, considerada a produtora mais rentável do mundo, nada de braçada. E a tendência, com o recente anún­­cio do lançamento oficial em terras brasileiras, é que a base de 12 milhões de assinantes seja ampliada ainda mais. É para se impressionar mesmo.

A Blizzard praticamente nunca errou um alvo. Quase todos os jogos lançados caíram nas graças da crítica e do público. Quando re­­solveu entrar no mercado dos RPGs on-line, em 2005, já era ve­­nerada pelas séries Starcracft e Diablo. O culto ajudou a criar uma base rápida de jogadores que construíram a maior comunidade gamer da atualidade. World of Warcraft uniu a qualidade em fabricar jogos da empresa com o “boom” dos negócios pela in­­ternet. São números tão im­­pres­­sionantes que chegaram a chamar a atenção do Banco Mun­­dial, que sugere que o game pode ajudar a distribuir renda en­­tre os países.

World of Warcraft é um vasto mundo povoado por seres estranhos, parecido com o criado por J.R.R.Tolkien, com elfos e anões. O jogador pode escolher entre diferentes personagens, com mais de cem combinações, e sair pelas planícies para aumentar sua experiência. O objetivo é de­­senvolver o personagem até o limite, tornando-o muito mais forte do que o dos adversários. Além disso, pode-se adotar estratégias em grupo para se manter vivo por mais tempo.

A ideia, não tão inovadora assim, foi ampliada com inclusão de diversos itens raros, que ajudam no dia a dia do avatar. Alguns são tão difíceis de encontrar que acabaram se tornando objetos disputados em leilões do mundo real. Neste círculo, a vida dentro do RPG acabou se misturando com a economia. Um jogador mais preguiçoso poderia, mesmo a negociação sendo vetada pela produtora, comprar itens raros conseguidos por terceiros. Existem perfis que chegam a custar R$ 15 mil no mercado negro.

Foi o suficiente para denúncias de trabalho escravo aparecerem. Jogadores de países desenvolvidos montaram escritórios na China para que trabalhadores mal remunerados passassem 15 horas na frente de um computador minerando ouro (sim, tem minas virtuais também). Diante do cenário, o Banco Mundial realizou um estudo propondo que o método, se adotado de forma justa, poderia ser uma alternativa para distribuir renda.

Este cenário agora poderá ser experimentado pelos brasileiros. Na semana passada, a Bliz­zard anunciou o lançamento ofi­­cial. Segundo a empresa, fo­­ram traduzidas mais de 4 mi­­lhões de palavras e 17 mil arquivos de áudio foram redublados pa­­ra o português. Mas o mais im­­portante: agora os jogadores brasileiros terão servidores locais e poderão fazer assinaturas mensais, mais baratas que de outros mercados. Não foi estipulado uma data para o começo da operação, somente que estará disponível até o fim do ano. O pacote básico custará R$ 29, que incluirá o jogo original, uma expansão e um mês de acesso. A mensalida­de custará R$ 15, valor que pode diminuir conforme a quantidade de meses contratados. O pacote de seis meses, por exemplo, cus­­tará R$ 78. Os brasileiros tam­­bém terão suporte em português via telefone, e-mail e chat.

Que a Blizzard sabe ganhar dinheiro não há dúvidas, mas a atenção, mesmo que tardia, para um dos maiores mercados do mundo deveria servir de exemplo para os concorrentes, como Sony, Microsoft e Nintendo, que continuam mantendo preços ele­­vados e conteúdo on-line pí­­fio por aqui.

Corte

Com as vendas muito longe do esperado, a Nintendo anunciou na semana passada que cortará o preço do 3DS em um terço. A partir de 12 de agosto, o portátil deixará de custar US$ 249 e poderá ser comprado por US$ 169. “Para quem estava na dúvida se comprava um Nintendo 3DS, eis aqui uma grande motivação para comprar agora”, disse Reggie Fils-Aime, presidente da Nin­­tendo of America, em comunicado oficial. Quem pagou o preço antigo terá como consolo a possibilidade de baixar gratuitamente 20 jogos diretamente da loja on-line. Só para registrar: no Bra­­sil o mesmo aparelho é vendido oficialmente por R$ 1.199.

Opinião dividida

A vida não está fácil para a Nin­­tendo, além de ter que reduzir o preço do 3DS para tentar melhorar as vendas, o Wii U, que só chega no ano que vem, está dividindo a opinião dos consumidores, o que não é lá muito comum neste setor. Segundo recente pesquisa da revista Famitsu, 38,3% dos japoneses entrevistados afirmaram ter “boas impressões” do pro­­duto anunciado na E3. Para 33,7%, o videogame não deixou uma boa impressão. Já os 28% restantes se consideraram indecisos. Uma das maiores reclamações apontadas foi o próprio no­­me do aparelho. Apesar de aprovarem o potencial gráfico, muitos acharam que se trata apenas de uma atualização do Wii.

Fonte: Gazeta do Povo - Tecnologia

segunda-feira, 1 de agosto de 2011

Jovem morre após passar 12hs jogando

Xbox 360
Chris Staniforth, um jovem de 20 anos, morreu em Sheffield, Inglaterra, depois de passar 12 horas jogando Xbox 360. Chris morreu pela formação de coágulo de sangue, resultado de muitas horas sentado na mesma posição. Segundo o jornal, o rapaz estava com uma trombose venosa profunda: coágulo sanguíneo que se forma em uma veia profunda no corpo. A maioria dos coágulos em veia profunda ocorre na coxa ou perna, mas também podem acontecer em outras partes do corpo.

O coágulo em uma veia profunda pode se quebrar e viajar através da corrente sanguínea. Quando o coágulo viaja até o pulmão e bloqueia o fluxo sanguíneo, essa condição é chamada embolia pulmonar, a qual é uma condição médica séria.

A embolia pulmonar pode danificar os pulmões e outros órgãos do corpo e causar morte. Os coágulos sangüíneos nas coxas são os que têm maior probabilidade de quebrar e causar embolia pulmonar. Coágulos sanguíneos também podem se formar em veias perto da superfície da pele, porém estes não se quebram e causam embolia pulmonar.

"Como pai, você acha que jogos de videogame não podem fazer-lhes mal algum, porque você sabe o que eles estão fazendo. As crianças de todo o país estão jogando esses jogos por longos períodos e eles não percebem que isto pode matá-los", disse David Staniforth, pai de Chris, ao The Sun.

Um amigo de Chris testemunhou a morte e contou ao jornal que o garoto se queixou de uma dor estranha no peito. O rapaz desmaiou duas vezes e, no segundo desmaio, começou a sofrer espasmos. O socorro foi chamado, mas os paramédicos não chegaram a tempo.

Fonte: The Sun

Mulheres preferem jogar online a fazer sexo

Estudo foi conduzido pela marca de salgadinhos, e coletou opiniões de mais de 2 mil pessoas.
A ideia de que jogos de computador só atraem homens está errada, as mulheres jogam on-line tanto quanto eles e a maioria ainda prefere o hobby a sexo. Com base nas respostas de 2052 mulheres, uma pesquisa americana conclui que as gamers do sexo feminino preferem jogar online do que fazer sexo. O estudo foi conduzido pela marca de salgadinhos Doritos (sim, você não leu errado) para lançamento do sabor Dip Desperado, que também contará com um game para o Facebook, e divulgada no jornal inglês Daily Mail.

49% das mulheres entrevistadas jogam online e, desse número, 84% preferem as partidas online a, além do sexo, outras atividades como fazer compras, exercícios ou tomar banho.

Uma em cada cinco moças admitiram jogar na cama, ao lado do parceiro. As participantes gastam cerca de 3,5 horas por semana jogando.

Os homens são atraídos a jogar pela competição - com mais da metade afirmando ser esse o apelo principal - e mais propensos a optar pelos jogos de atirar em adversários ou de azar.

Dois terços das mulheres apostam no divertimento para aliviar a tensão e preferem as opções com elementos sociais e que testam a capacidade mental.

Esse "vício" em jogos pode criar problemas? Sim, se o apego à tecnologia acabar isolando os jogadores de amigos e parceiros. Alguns dados indicam que o hábito é citado em 15% dos casos de divórcio e o Facebook, base de muitos jogos, em um de cada cinco divórcios.

Fonte: Daily Mail

O que esperar do curso de Sistemas de Informação

O curso de Sistemas de Informação é uma das graduações que prepara o estudante para o mercado de trabalho na TI. O conteúdo programático pode variar de uma universidade para outra, mas em geral o curso habilita o bacharel a atuar nos principais ramos da informática, análise e desenvolvimento de sistemas, administração de redes, servidores, banco de dados, gestão de projetos, arquitetura de sistemas, programação para dispositivos móveis, programação de sistemas de gestão empresarial, análise de testes, testador, suporte técnico, etc...

As possibilidades de atuação no mercado são inúmeras. Algumas instituições oferecem disciplinas em que são estudadas tecnologias específicas. Entretanto, o ideal é que você comece a planejar a sua carreira. Procure descobrir o que mais lhe atrai na informática.

Afinal, você poderá ser um desenvolvedor de aplicativos para dispositivos móveis ou um gerente de projetos. Independente do ramo que você escolher, tenha em mente que o mercado de tecnologia é extremamente dinâmico, portanto você deve estar preparado para as mudanças e sempre disposto a aprender novas tecnologias. Sobre as empresas, isso irá depender de qual segmento você quer atuar e quais serão as tecnologias que você irá dominar.

Fonte: G1 - Tecnologia

domingo, 31 de julho de 2011

Como usar um programa espião

Programas podem ser usados para monitorar atividades de funcionários e crianças.
Muita gente já ouviu falar de programas que espionam as atividades dos usuários durante o uso de computadores. Mas um erro muito comum é pensar que esses programas são, obrigatoriamente, vírus. Conhecidos como keyloggers, esses "programas espiões" monitoram tudo o que é digitado, gravando assim as atividades do usuário. Alguns deles também capturam telas de aplicativos usados pelos usuários.

Os keyloggers são usados, principalmente, por empresas que desejam monitorar atividades de funcionários e por pais preocupados com o uso do computador por seus filhos. No caso de empresas, a utilização desses programas é acompanhada por um aviso ao funcionário de que ele está sendo monitorado.

Para instalar um keylogger é necessário acesso ao computador que será monitorado. Depois de instalado, o programa roda em modo oculto e pode ser acessado apenas por uma combinação de teclas, conhecida apenas por quem instalou o software.

Existem diversos keyloggers disponíveis na internet (Advanced Keylogger, Active Key Logger, Refog Free Keylogger são apenas alguns outros).

A postagem é mais precisamente para ensinar como usar o BRMonitor devido à sua interface em português. A versão gratuita do BRMonitor funciona por sete dias e no modo oculto grava somente 10 minutos por sessão de monitoramento.

Instalação

1. Faça o download do BRMonitor;

2. Execute o arquivo e clique próximo até o menu lateral “Opções”;

Interface do inicial do BRMonitor

3. Marque ou desmarque conforme desejado as caixas de seleção “Ocultar Pasta de Destino” e “Criar Atalho no Desktop”. Mantenha a pasta padrão selecionada pelao aplicativo e clique em próximo;

4. Anote a senha fornecida pelo aplicativo;

5. Reinicie o computador.

Funcionamento

1. Após reiniciar o PC, clique em OK para utilizar a versão de teste ou clique em “Registrar” caso tenha comprado a licença para a versão completa;

2. Neste momento pode ser que o antivírus do computador detecte e confunda o BRMonitor como vírus. Se isto acontecer, permita a execução do BRMonitor ou coloque-o na lista de exceções de verificação do antivírus.

3. Selecione as ações que deseja monitorar;

Interface de configuração do programa espião BRMonitor

4. Insira os e-mails do remente e destinatário. Configure o servidor SMTP de envio conforme as configurações do seu webmail;

5. Clique no ícone “Ativar e ocultar” no canto direito superior. Pronto o keylogger esta ativo;

6. Para verificar o conteúdo monitorado clique no ícone “Visualizar relatórios” no canto superior direito ou acesse seu e-mail e leia os relatórios enviados periodicamente conforme o tempo pré-definido na configuração do BRMonitor.

Outros tipos de keylogger

Outros tipos de keylogger vêm na forma de hardware, ou seja, equipamentos conectados fisicamente ao computador, entre a conexão do teclado e a CPU.

Outros tipos de keylogger

Esse tipo de keylogger exige que se remova o equipamento para acessar as informações gravadas (por meio de um software fornecido pelo fabricante). Mas alguns keyloggers já transmitem as informações por meio de conexões sem fio, como Wi-Fi e Bluetooth.

Outro tipo de keylogger de hardware, menos conhecido, é o que captura telas do computador a intervalos regulares. Este tipo é conhecido como keylogger de DVI.

Fonte: IG Tecnologia

A política de nomes verdadeiros do Google+ está errada

Acabar com a privacidade na internet? A rede mundial não esquece, não perdoa e vai estar sempre lá.
A Google recebeu recentemente algumas críticas pela política de “nomes verdadeiros” na rede social Google+ – muitos usuários tiveram a conta no site suspensa (e em alguns casos em outras páginas da empresa também) porque não usavam nomes reais. O vice-presidente sênior da divisão social da Google, Vic Gundotra, disse que a política tem como objetivo dar um tom positivo, “como quando um restaurante não permite que as pessoas entrem sem camisa ”.



Gundotra, em entrevista a um blog de tecnologia, afirmou que a política não é contra nomes falsos, mas contra quem o escreve de maneiras estranhas (com letras de ponta cabeça, por exemplo), ou usam obviamente um pseudônimo, como “Deus, ou pior”.



Entendo o argumento da política de “nomes verdadeiros”, que torna as pessoas responsáveis pelo que dizem, e acrescenta um ambiente mais profissional para a rede. Permitir o uso de pseudônimos em mídias sociais leva inevitavelmente a um pouco de caos e descrédito.



Mas, se não tivermos anonimato na internet, não temos nada.


Há muitas razões para preservar o anonimato na rede. Por exemplo, há aquelas pessoas que querem mudar o mundo por meio de ativismo político e social, mas também há quem não quer morrer por expressar pontos de vista. Há que queira o pouco de privacidade que existe no mundo moderno. Há que queira usar a internet sem ser assediado, perseguido, perturbado.



Mas esta é a razão mais válida de todas: a internet nunca esquece.



É fácil argumentar contra a política dos “nomes verdadeiros” quando você confronta a internet com os limites do cérebro humano. Mas online não somos limitados por eles.



Pense desta maneira: na vida real não se pode dizer coisas ruins anonimamente. Então, na vida real é preciso assumir a responsabilidade pelo que dizemos. Mas há muitos limites em quantas dessas coisas que você fala realmente afetam sua vida: as pessoas perdoam, esquecem, mudam para longe e nunca mais olham para trás.



Na internet, não é bem assim. Se você disser algum ruim e se isso de alguma forma estiver ligado ao seu nome verdadeiro, todos que encontrar nos próximos 60 anos estarão a um clique de distância de saber que "pessoa horrível" você é. O tempo não cura na internet, o tempo sequer existe na internet.



Então, as pessoas que acham que acabar com o anonimato na internet é algo bom devem dar uma boa olhada na rede e perceber que ela é bem diferente do cérebro humano.



Fonte: CNT News

sábado, 30 de julho de 2011

Brasil é tricampeão das olimpíadas tecnológicas da Microsoft

Imagine um mundo onde a tecnologia ajuda a resolver os problemas mais difíceis.
Esse é o tema da Imagine Cup, as olimpíadas tecnológicas da Microsoft, que reuniram jovens brilhantes em Nova York no dia 13 de julho de 2011. E os jovens levaram o tema ao pé da letra, mostrando invenções inovadoras, que poderão ajudar desde alunos com deficiência visual até motoristas de carro. A Imagine Cup é uma competição anual que este ano chegou a sua 9ª edição. Foi a primeira vez que as finais da copa tecnológica aconteceram nos Estados Unidos. Entre a animação dos competidores, agitando bandeiras de diversos países, tecnologias criativas foram demonstradas, incluindo possíveis resoluções para a malária, deficiências e acidentes de avião.

Mais de 350 mil estudantes com mais de 16 anos de 183 países se inscreveram nas nove categorias do evento. Delas, três são a santíssima trindade da Imagine Cup: design de jogos, desenvolvimento de sistemas em dispositivos e desenvolvimento de softwares.

Foram convocadas 100 equipes (compostas por 1 a 4 alunos cada) nessas três categorias. As três melhores equipes em cada uma delas receberam prêmios em dinheiro. Mesmo para as equipes que não venceram, a exposição na Imagine Cup é inestimável.

No desenvolvimento dos projetos, as equipes foram convidadas a pensar nos objetivos de desenvolvimento do milênio da Organização das Nações Unidas, que são metas de desenvolvimento mundial, com prazo até 2015.

Muitas equipes fizeram seus projetos abordando as metas, como no desenvolvimento da sustentabilidade ambiental e no combate à doenças.

Alguns jovens pesquisadores estão ainda mais ligados aos seus projetos, trazendo experiências de vida aos experimentos. Um estudante cego desenvolveu um sistema para alunos com deficiência visual fazerem anotações com mais facilidade. Uma equipe da China fez um software de controle de computador que não precisa do uso das mãos.

A inspiração veio da mãe de um dos membros da equipe, que não pode usar os membros.
Se engana quem pensa que a Imagine Cup é um evento científico extremamente polido ou chato. O clima está mais para um estádio de futebol, com torcida, danças e muitos sorrisos.

Aliás, muitas das invenções são projetos que podem ser realmente implementados, indo além de exposições científicas. A mentalidade que permeou o evento foi a de mudar o mundo.

Esses jovens podem ser tudo, menos ingênuos. Eles tem profundo conhecimento sobre o que necessitam para colocar os seus projetos no mercado: quase todos eles têm um plano de negócios detalhado de forma impressionante, com conhecimento de público-alvo e financiamento necessário.

E eles não tem ilusões sobre as falhas de seus produtos. Os estudantes têm uma lista de melhorias que ainda precisam ser feitas, para quando os juízes invariavelmente os questionarem.

Para esses jovens, a Imagine Cup não é o fim do jogo, é apenas um dos degraus ao longo do caminho brilhante que eles têm a percorrer.

Equipe Brasileira Tricampeã da Imagine Cup

Brasil na Imagine Cup
Este ano, a Imagine Cup contou com 350 mil jovens inscritos, de cerca de 70 países. Foram classificados mais de 400 para a final mundial.

O Brasil contou com 42 mil participantes e classificou cinco equipes, sendo o país com a maior representatividade nas finais mundiais.

Os estudantes brasileiros foram reconhecidos campeões mundiais, pela terceira vez na história da competição, da 9ª edição da Imagine Cup (Copa do Mundo da Computação) da Microsoft.

A equipe de Curitiba-PR conquistou o 1º lugar na categoria Projeto de Games – Xbox, com o jogo UCAN. Já os pernambucanos repetiram o feito do ano passado e foram vice-campeões no desafio de Interoperabilidade, com um aplicativo para Windows Phone que permite a comunicação de deficientes auditivos por celular.

Estudantes da Unesp e da Universidade Federal de Pernambuco também usaram a criatividade e a vontade de mudar o mundo, estando entre os melhores do mundo nas categorias “Projeto de Software”, “Digital Media” e “Sistemas Embarcados”.

Fonte: POPSCI

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