quarta-feira, 3 de agosto de 2011

Abertura das páginas num piscar de olhos

Navegador agora conta com visualização de impressão e o recurso Instant Pages, que promete carregar as páginas quase instantaneamente.
A Google liberou a nova versão de seu navegador, o Chrome. Essa é a 13ª atualização do software, um número impressionante, já que ele foi lançado no fim de 2008. As mudanças, como sempre, são sutis. A principal chega para suprir uma falha que, desde o primeiro modelo, os usuários vinham pedindo para ser corrigida: visualização de impressão. A boa notícia é que ela funciona também com arquivos PDF, que são abertos pelo browser sem que nenhum programa adicional seja necessário. O recurso, porém, ainda não chegou ao Mac OS X, mas, segundo comunicado no blog oficial, isso não deverá a acontecer.



Outra função destacada pela Google é o Instant Pages (Páginas Instantâneas). Segundo a companhia, ao fazer uma pesquisa em seu motor de busca, o primeiro resultado será carregado automaticamente – quando ela achar que a página em questão é a que o internauta procura. Assim, quando o link for selecionado, aparecerá instantaneamente.



Por último, a barra de endereços – omnibox – foi aprimorada. Segundo a gigante, ela está mais esperta, ou seja, mais eficiente na hora de identificar o que o usuário deseja – buscar por uma palavra ou recuperar uma página do histórico.



Para quem já possui o navegador, a atualização será instalada automaticamente. Se você quiser baixá-lo, acesse o portal oficial. Há versões para Windows, Mac OS X e Linux.



De acordo com o instituto Net Applications, o Chrome possui 13,4% do mercado de navegadores. Está trás, portanto, do Internet Explorer, com 52,7%, e do Firefox, com 21,4%, mas à frente do Safari, que tem 8,1%.



Fonte: IDG Now!

Aplicativos que localizam informações sobre músicas na web

Apps identificam músicas a partir de trecho do áudio.
Quem nunca ouviu uma nova música e ficou com ela na cabeça, sem saber como começar a procurá-la? Um som antigo ou a trilha sonora do filme predileto, muitas vezes, nos inquietam por dias, simplesmente porque queremos saber qual é o nome, quem é o autor, qual é o álbum... Que tal facilitar a busca, apenas colocando o som para que o computador localize as informações corretas?

Alguns aplicativos que reconhecem a música a partir apenas de um trecho rodado no computador. Além de ajudar na localização, os programas podem render bons períodos de diversão e, claro, testar os seus conhecimentos sobre cultura musical.


Midomi
Lá, lá, lá... Não lembrar a letra da música ou o não ter o arquivo de áudio não é um problema para o Midomi. Ele é um poderoso aliado especialmente para aqueles casos em que ficamos um pequeno trecho da música na cabeça ou mesmo só a melodia. Para usá-lo, basta ter um microfone conectado ao computador com a internet. O Midomi realiza a busca a partir do navegador, dispensando a instalação de aplicativos no computador.

Midomi é um serviço na internet que auxilia a localizar informações sobre músicas a partir do navegador


Para iniciar a busca, acesse o site do Midomi. No topo da página, clique sobre o botão “Click and Sing or Hum” e solte a voz! Se você tiver o áudio em outro dispositivo de som, basta aproximar o microfone do auto falante. O sistema recomenda que seja executado um trecho de pelo menos 10 segundos da música num ambiente silencioso e você deverá permitir o acesso ao microfone.

O serviço também disponibiliza ao usuário a opção de testar o microfone. Além disso, o Midomi conta com recurso de busca a partir de texto.


Tunatic
Bastante semelhante ao Midomi, o Tunatic localiza a música em seu banco de dados a partir de um pequeno trecho executado. Para usá-lo, faça o download do aplicativo e instale-o no computador. A interface do programa é muito simples. Com o computador conectado à internet, basta clicar na lupa (à esquerda da tela do aplicativo) e posicionar o microfone do computador em frente à saída de som.

Enquanto o som é capturado, é possível observar um gráfico que se movimenta de acordo com as ondulações sonoras e o aplicativo sinaliza que está procurando a música.

Em alguns segundos, se a busca for bem sucedida, ele apresenta informações básicas sobre o som. Se o usuário desejar adquirir o arquivo, basta clicar na seta à direita do aplicativo para ser redirecionado a um serviço de compras de músicas on-line. Além disso, se o microfone está com um mau funcionamento, o Tunatic avisa o usuário para checar as configurações do dispositivo.


Audiggle
Uma grande opção para quem não conta com microfone para a busca de músicas é o Audiggle, já que o aplicativo é capaz de localizar as informações sobre a canção a partir da execução através de um player ou mídia on-line. O Audiggle está disponível gratuitamente para download aqui. Após instalação do aplicativo, é necessário fazer cadastro no site do fabricante. Ao abrir o programa, o usuário deverá informar os seus dados.

Como o Audiggle também localiza informações sobre a música a partir do microfone, é necessário escolher a forma de captura ao iniciar o programa pela primeira vez. Basta clicar sobre o modo desejado na caixa de seleção “Please select a recording option”. A opção “Audiggle Recorder” permite a catura do áudio diretamente do seu PC.

Se você desejar alterar a configuração posteriormente, basta clicar em “Settings”, alterar a opção desejada, testar e salvar. Determinada a forma de captura desejada, basta clicar em “search” e deixar o som rodar por alguns segundos. O programa irá fornecer os dados básicos sobre a música e fornecer opções de compra do arquivo via Amazon ou iTunes, comparilhar pelo Facebook ou Twitter.

Parece mágica, não é? Além de dar aquela mão para o usuário colocar fim à dúvida sobre o nome da música que não sai da cabeça, os aplicativos apresentados podem ser um bom recurso de diversão entre os amigos. Aproveite também para testar o seu talento de cantor ou cantora.

Fonte: G1 Tecnologia

terça-feira, 2 de agosto de 2011

Homem vende um ano de sua amizade no eBay

Americano é cristão, toca violão, entende de marketing e se diz um parceiro para todas as horas.
Em uma época em que tudo se compra e se vende pelo mundo digital, um americano da cidade de Osceola, Indiana, resolveu leiloar um bem bastante polêmico: um ano de sua amizade. Desempregado desde março de 2010, o pai de família usou a criatividade para conseguir um dinheiro extra através do eBay. Entre os benefícios ofertados pelo vendedor, estavam emails semanais, amizade no Facebook e mensagens de aniversário.

Além da companhia de um sujeito que promete ser um ombro amigo para as horas difíceis e um parceiro durante os momentos de comemoração. Em detalhe no anúncio, um aviso também alerta que não são permitidas devoluções do serviço.

Drew também deixou claro que é cristão, toca e compõe ao violão e será capaz de tornar o ano do comprador “inacreditável”. A propaganda fez efeito: depois de 29 apostas, o vencedor levou um novo amigo por US$ 102,50 (só esperamos que não seja um amigo da onça).

O caso fez tanto sucesso que o homem foi parar em um programa de auditório norte-americano e, pelo visto, continua no ramo. Em suas mais recentes incursões no eBay, Drew, que se autointitula um guru do marketing e vendas, está comercializando o travesseiro que usa embaixo de sua cadeira e ideias para incrementar a gestão de empresas.

Fonte: Tecmundo

O bilionário mundo de Warcraft

Imagem do World of Warcraft: jogo uniu a qualidade em fabricar jogos da Blizzard com o “boom” dos negócios pela internet.
Se fosse um país, World of Warcraft seria maior que Portugal em população e teria uma arrecadação mensal de R$ 1,2 bilhão. Diferen­temente do país europeu, afundado numa crise financeira e política, o jogo da Blizzard, considerada a produtora mais rentável do mundo, nada de braçada. E a tendência, com o recente anún­­cio do lançamento oficial em terras brasileiras, é que a base de 12 milhões de assinantes seja ampliada ainda mais. É para se impressionar mesmo.

A Blizzard praticamente nunca errou um alvo. Quase todos os jogos lançados caíram nas graças da crítica e do público. Quando re­­solveu entrar no mercado dos RPGs on-line, em 2005, já era ve­­nerada pelas séries Starcracft e Diablo. O culto ajudou a criar uma base rápida de jogadores que construíram a maior comunidade gamer da atualidade. World of Warcraft uniu a qualidade em fabricar jogos da empresa com o “boom” dos negócios pela in­­ternet. São números tão im­­pres­­sionantes que chegaram a chamar a atenção do Banco Mun­­dial, que sugere que o game pode ajudar a distribuir renda en­­tre os países.

World of Warcraft é um vasto mundo povoado por seres estranhos, parecido com o criado por J.R.R.Tolkien, com elfos e anões. O jogador pode escolher entre diferentes personagens, com mais de cem combinações, e sair pelas planícies para aumentar sua experiência. O objetivo é de­­senvolver o personagem até o limite, tornando-o muito mais forte do que o dos adversários. Além disso, pode-se adotar estratégias em grupo para se manter vivo por mais tempo.

A ideia, não tão inovadora assim, foi ampliada com inclusão de diversos itens raros, que ajudam no dia a dia do avatar. Alguns são tão difíceis de encontrar que acabaram se tornando objetos disputados em leilões do mundo real. Neste círculo, a vida dentro do RPG acabou se misturando com a economia. Um jogador mais preguiçoso poderia, mesmo a negociação sendo vetada pela produtora, comprar itens raros conseguidos por terceiros. Existem perfis que chegam a custar R$ 15 mil no mercado negro.

Foi o suficiente para denúncias de trabalho escravo aparecerem. Jogadores de países desenvolvidos montaram escritórios na China para que trabalhadores mal remunerados passassem 15 horas na frente de um computador minerando ouro (sim, tem minas virtuais também). Diante do cenário, o Banco Mundial realizou um estudo propondo que o método, se adotado de forma justa, poderia ser uma alternativa para distribuir renda.

Este cenário agora poderá ser experimentado pelos brasileiros. Na semana passada, a Bliz­zard anunciou o lançamento ofi­­cial. Segundo a empresa, fo­­ram traduzidas mais de 4 mi­­lhões de palavras e 17 mil arquivos de áudio foram redublados pa­­ra o português. Mas o mais im­­portante: agora os jogadores brasileiros terão servidores locais e poderão fazer assinaturas mensais, mais baratas que de outros mercados. Não foi estipulado uma data para o começo da operação, somente que estará disponível até o fim do ano. O pacote básico custará R$ 29, que incluirá o jogo original, uma expansão e um mês de acesso. A mensalida­de custará R$ 15, valor que pode diminuir conforme a quantidade de meses contratados. O pacote de seis meses, por exemplo, cus­­tará R$ 78. Os brasileiros tam­­bém terão suporte em português via telefone, e-mail e chat.

Que a Blizzard sabe ganhar dinheiro não há dúvidas, mas a atenção, mesmo que tardia, para um dos maiores mercados do mundo deveria servir de exemplo para os concorrentes, como Sony, Microsoft e Nintendo, que continuam mantendo preços ele­­vados e conteúdo on-line pí­­fio por aqui.

Corte

Com as vendas muito longe do esperado, a Nintendo anunciou na semana passada que cortará o preço do 3DS em um terço. A partir de 12 de agosto, o portátil deixará de custar US$ 249 e poderá ser comprado por US$ 169. “Para quem estava na dúvida se comprava um Nintendo 3DS, eis aqui uma grande motivação para comprar agora”, disse Reggie Fils-Aime, presidente da Nin­­tendo of America, em comunicado oficial. Quem pagou o preço antigo terá como consolo a possibilidade de baixar gratuitamente 20 jogos diretamente da loja on-line. Só para registrar: no Bra­­sil o mesmo aparelho é vendido oficialmente por R$ 1.199.

Opinião dividida

A vida não está fácil para a Nin­­tendo, além de ter que reduzir o preço do 3DS para tentar melhorar as vendas, o Wii U, que só chega no ano que vem, está dividindo a opinião dos consumidores, o que não é lá muito comum neste setor. Segundo recente pesquisa da revista Famitsu, 38,3% dos japoneses entrevistados afirmaram ter “boas impressões” do pro­­duto anunciado na E3. Para 33,7%, o videogame não deixou uma boa impressão. Já os 28% restantes se consideraram indecisos. Uma das maiores reclamações apontadas foi o próprio no­­me do aparelho. Apesar de aprovarem o potencial gráfico, muitos acharam que se trata apenas de uma atualização do Wii.

Fonte: Gazeta do Povo - Tecnologia

segunda-feira, 1 de agosto de 2011

Jovem morre após passar 12hs jogando

Xbox 360
Chris Staniforth, um jovem de 20 anos, morreu em Sheffield, Inglaterra, depois de passar 12 horas jogando Xbox 360. Chris morreu pela formação de coágulo de sangue, resultado de muitas horas sentado na mesma posição. Segundo o jornal, o rapaz estava com uma trombose venosa profunda: coágulo sanguíneo que se forma em uma veia profunda no corpo. A maioria dos coágulos em veia profunda ocorre na coxa ou perna, mas também podem acontecer em outras partes do corpo.

O coágulo em uma veia profunda pode se quebrar e viajar através da corrente sanguínea. Quando o coágulo viaja até o pulmão e bloqueia o fluxo sanguíneo, essa condição é chamada embolia pulmonar, a qual é uma condição médica séria.

A embolia pulmonar pode danificar os pulmões e outros órgãos do corpo e causar morte. Os coágulos sangüíneos nas coxas são os que têm maior probabilidade de quebrar e causar embolia pulmonar. Coágulos sanguíneos também podem se formar em veias perto da superfície da pele, porém estes não se quebram e causam embolia pulmonar.

"Como pai, você acha que jogos de videogame não podem fazer-lhes mal algum, porque você sabe o que eles estão fazendo. As crianças de todo o país estão jogando esses jogos por longos períodos e eles não percebem que isto pode matá-los", disse David Staniforth, pai de Chris, ao The Sun.

Um amigo de Chris testemunhou a morte e contou ao jornal que o garoto se queixou de uma dor estranha no peito. O rapaz desmaiou duas vezes e, no segundo desmaio, começou a sofrer espasmos. O socorro foi chamado, mas os paramédicos não chegaram a tempo.

Fonte: The Sun

Mulheres preferem jogar online a fazer sexo

Estudo foi conduzido pela marca de salgadinhos, e coletou opiniões de mais de 2 mil pessoas.
A ideia de que jogos de computador só atraem homens está errada, as mulheres jogam on-line tanto quanto eles e a maioria ainda prefere o hobby a sexo. Com base nas respostas de 2052 mulheres, uma pesquisa americana conclui que as gamers do sexo feminino preferem jogar online do que fazer sexo. O estudo foi conduzido pela marca de salgadinhos Doritos (sim, você não leu errado) para lançamento do sabor Dip Desperado, que também contará com um game para o Facebook, e divulgada no jornal inglês Daily Mail.

49% das mulheres entrevistadas jogam online e, desse número, 84% preferem as partidas online a, além do sexo, outras atividades como fazer compras, exercícios ou tomar banho.

Uma em cada cinco moças admitiram jogar na cama, ao lado do parceiro. As participantes gastam cerca de 3,5 horas por semana jogando.

Os homens são atraídos a jogar pela competição - com mais da metade afirmando ser esse o apelo principal - e mais propensos a optar pelos jogos de atirar em adversários ou de azar.

Dois terços das mulheres apostam no divertimento para aliviar a tensão e preferem as opções com elementos sociais e que testam a capacidade mental.

Esse "vício" em jogos pode criar problemas? Sim, se o apego à tecnologia acabar isolando os jogadores de amigos e parceiros. Alguns dados indicam que o hábito é citado em 15% dos casos de divórcio e o Facebook, base de muitos jogos, em um de cada cinco divórcios.

Fonte: Daily Mail

O que esperar do curso de Sistemas de Informação

O curso de Sistemas de Informação é uma das graduações que prepara o estudante para o mercado de trabalho na TI. O conteúdo programático pode variar de uma universidade para outra, mas em geral o curso habilita o bacharel a atuar nos principais ramos da informática, análise e desenvolvimento de sistemas, administração de redes, servidores, banco de dados, gestão de projetos, arquitetura de sistemas, programação para dispositivos móveis, programação de sistemas de gestão empresarial, análise de testes, testador, suporte técnico, etc...

As possibilidades de atuação no mercado são inúmeras. Algumas instituições oferecem disciplinas em que são estudadas tecnologias específicas. Entretanto, o ideal é que você comece a planejar a sua carreira. Procure descobrir o que mais lhe atrai na informática.

Afinal, você poderá ser um desenvolvedor de aplicativos para dispositivos móveis ou um gerente de projetos. Independente do ramo que você escolher, tenha em mente que o mercado de tecnologia é extremamente dinâmico, portanto você deve estar preparado para as mudanças e sempre disposto a aprender novas tecnologias. Sobre as empresas, isso irá depender de qual segmento você quer atuar e quais serão as tecnologias que você irá dominar.

Fonte: G1 - Tecnologia

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