domingo, 4 de setembro de 2011

Tablet e netbook ao mesmo tempo

ASUS Eee Pad Transformer
Comprar um tablet ou um netbook? Qual é melhor? O dúvida cruel! Que tal comprar ambos simultaneamente? Quando os primeiros tablets (mais especificamente o iPad) chegaram ao mercado, houve uma grande discussão sobre se eles iriam “matar” ou não os netbooks. Defensores dos tablets apontavam várias vantagens como a maior autonomia de bateria, o fato de que ligam instantâneamente e o melhor desempenho em jogos e multimídia.

Enquanto isso a turma dos netbooks contra-atacava com um argumento contundente: tablets são bons para consumir conteúdo, mas não tão bons na hora de criá-lo por causa de limitações como o teclado virtual e a escassez de portas para plugar pendrives, cartões de memória ou impressoras.

Mas e se fosse possível ter o melhor dos dois mundos? Um tablet que, na hora de “pegar no batente”, pudesse se transformar em um netbook completo com teclado, trackpad e todas as portas a que temos direito? Essa é a proposta do ASUS Eee Pad Transformer (preço aqui, com Wi-Fi e 16 GB de memória interna), recém lançado no Brasil.

ASUS EeePad Transformer

ASUS EeePad Transformer: tablet ou netbook, você decide!

Baseado no poderoso processador Nvidia Tegra 2 de 1 GHz e rodando o sistema operacional Android 3, ele pode operar tanto como tablet quanto como netbook, e trocar de um modo para outro instantâneamente. E ao contrário do pato, que nada, voa e anda na terra mas não faz nada disso particularmente bem, o Transformer impressiona, não importa como é usado.

Hardware
O Eee Pad Transformer mede 27 cm de largura e 18 cm de altura, com apenas 1,3 cm de espessura. Como todo tablet Honeycomb atualmente no mercado, sua tela de 10.1" tem proporção Widescreen, com resolução de 1280 x 800 pixels. Apesar da tela ter o mesmo tamanho da usada em concorrentes como o Samsung Galaxy Tab 10.1, ele é mais largo: a ASUS optou por adicionar uma espessa (3 mm no topo e na parte de baixo, 8 mm nas laterais) borda metálica à tela, além da tradicional borda preta.

Falando na tela, ela usa a mesma tecnologia IPS do iPad. Isso lhe dá um ângulo de visão de 178 graus, segundo o fabricante, o que confirmamos na prática: não importa de que ângulo você olhe para a tela, a imagem nunca vai parecer lavada, distorcida ou com as cores invertidas.

O peso de 680 gramas é o mesmo de um iPad Wi-Fi de primeira geração, e um pouco mais pesado que um iPad 2 (600 gramas). Nas mãos o peso é bastante equilibrado, o que torna o aparelho confortável durante o uso.

ASUS Eee Pad Transformer tem borda metálica
Borda metálica deixa o tablet maior do que deveria ser

Por dentro, o Eee Pad Transformer é baseado na mesma plataforma de hardware de todos os seus concorrentes com Android 3: um processador nVidia Tegra 2 de 1 GHz, acompanhado por 1 GB de RAM. Além disso há 16 GB de espaço interno para seus arquivos, fotos e músicas, que pode ser expandido com cartões microSD (de até 32 GB) inseridos em um slot na lateral direita do tablet.

A câmera traseira tem resolução de 5 MP e não tem flash. Não consideramos isso como um problema pois um tablet não deve ser visto como substituto de uma câmera digital doméstica ou mesmo da câmera de um smartphone: ele deve ser visto como uma "câmera de oportunidade", para aqueles momentos em que tudo o que você tem em mãos é o tablet, e não pode perder a foto.

Além de fotografar, a câmera traseira também pode ser usada para gravar vídeos em alta-definição (720p). Uma outra câmera, de 1,3 MP e colocada logo acima da tela, pode ser usada para videochamadas. A qualidade das imagens, tanto das fotos como dos vídeos, está na média dos smartphones com câmeras da mesma categoria: aceitáveis, mas com muito ruído, mesmo em áreas claras. Infelizmente os vídeos tem som muito baixo e a posição do microfone (na lateral direita) torna fácil cobrí-lo com a mão, o que deixa o som parecido com o de um "telefone de latinha".

Foto tirada pela câmera do ASUS Eee Pad Transformer
Foto feita com a câmera traseira do Eee Pad Transformer. Clique para ampliar

Na lateral direita há uma porta mini HDMI, que pode ser usada para ligar o Transformer a TVs de alta-definição. O cabo não está incluso, mas pode ser encontrado facilmente em lojas de eletrônicos. Em último caso um adaptador mini HDMI para HDMI e um cabo HDMI normal também funcionam. Ponto para a ASUS nesse quesito, já que os tablets concorrentes exigem o uso de adaptadores proprietários, e caros, para a mesma tarefa.

O design do Eee Pad Transformer é digno de nota: a unidade que recebemos para review tem uma tampa traseira com um padrão de minúsculos triângulos em baixo-relevo, formando um desenho intrincado e elegante. A cor bronze também foge da mesmice do preto, branco ou prata de quase todos os outros tablets no mercado.

Só há um problema: como a tela tem proporção “widescreen” é difícil digitar com os dedões, já que eles não alcançam as teclas centrais. A solução é colocar o tablet no colo, ou mudar para o modo retrato.

Software
O Eee Pad Transformer sai da caixa rodando o Android 3.1 (codinome "Honeycomb"), mas a fabricante promete uma atualização para a versão mais recente, 3.2, em breve. A unidade que testamos era importada, e atualizou imediatamente assim que se conectou a uma rede Wi-Fi. Todo o processo não demorou mais do que 5 minutos.

O sistema operacional se mostrou muito mais estável do que a versão 3.0, que era usada no Motorola Xoom. Naquela versão tivemos problemas com aplicativos fechando inesperadamente, travando ou tendo problemas para redesenhar a tela, o que não aconteceu com o Android 3.2 no Transformer. Do ponto de vista do usuário, as principais mudanças nesta versão são a capacidade de redimensionar os widgets na tela inicial e um sistema de multitarefa aprimorado: agora é possível visualizar quantos aplicativos estiverem abertos, em vez de apenas os últimos seis como anteriormente.

Segundo a ASUS seu tablet roda o que chama de “Waveshare UI”. Ao contrário do que o nome sugere, não se trata de uma interface gráfica nova que substitui a interface padrão do Honeycomb: esta está praticamente intacta. Mas a empresa adicionou vários aplicativos e utilitários ao tablet, para tornar a experiência de uso mais agradável.

Entre eles estão um gerenciador de arquivos, o MyNet (para facilitar o compartilhamento de fotos e vídeos com TVs de alta-definição, via DLNA), o MyLibrary (leitor e loja de eBooks) e o MyCloud, que combina armazenamento de documentos “na nuvem” (o que a ASUS chama de MyContent) com a capacidade de controlar remotamente um PC com Windows (chamada MyDesktop). Todo proprietário de um Eee Pad Transformer tem direito a um ano de espaço ilimitado para armazenamento online, grátis.

Infelizmente o principal problema,assim como no Xoom, é a falta de aplicativos otimizados para tablets Honeycomb. A situação melhorou um pouco: se consegue encontrar bons apps para Twitter (Plume) e Google Reader (Reader HD), além de jogos otimizados para o aparelho usando o aplicativo Tegra Zone (gratuito no Market).

Mas ainda assim, são cerca de 300 aplicativos otimizados, segundo o último levantamento “não-oficial”, contra mais de 75 mil apps para iPad na App Store da Apple. E a Google continua pisando na bola: seis meses depois do primeiro tablet Honeycomb chegar ao mercado o Android Market ainda não tem uma seção dedicada para eles, nem faz distinção clara entre um app otimizado ou não. O descaso é lamentável.

Não podemos deixar de mencionar que o Transformer já vem com um excelente pacote de aplicativos de escritório, o Polaris Office, que inclui planilha de cálculo, processador de textos e editor de apresentações. Além de compatível com documentos do Microsoft Office ele também se integra a serviços como Google Docs e Box.net, permitindo que você acesse e edite documentos armazenados na nuvem.

Infelizmente, para isso ele baixa uma cópia do arquivo para a memória interna do tablet, e depois sobe uma nova versão para o servidor, em vez de editar a diretamente a cópia online. E para imprimir é necessário um processo em dois passos: primeiro o documento deve ser enviado para o Google Docs. A partir de lá ele pode ser impresso usando o sistema Google Cloud Print, que requer um PC ligado à impressora e rodando o Google Chrome como intermediário. Mas depois que tudo foi configurado se consegue imprimir sem problemas.

Virando Netbook
O principal destaque do Eee Pad Transformer é a dock com teclado e trackpad, chamada Eee Station (vendida separadamente por R$ 399), que o transforma em um netbook. E podemos usar o termo “netbook” sem muitas ressalvas: a experiência de uso é quase a mesma, mas com vantagens como a autonomia de bateria muito maior, melhor desempenho em jogos e multimídia e o fato de que a máquina “liga” instantâneamente e está sempre pronta para o uso.

O teclado segue o estilho “ilha”, com teclas quadradas, planas, isoladas e um tanto pequenas. O layout foi adaptado ao Android: no lugar da “tecla Windows” de um netbook fica o botão “Home”, com um botão para efetuar buscas à sua direita, onde tradicionalmente ficaria uma tecla Alt. Não há teclas de função (F1, F2, etc...), substituídas por teclas para ajuste de brilho, controles multimídia (play, pause, etc) e atalhos para o navegador ou preferências do sistema.

transformer teclado
Eee Station: teclado, trackpad, duas portas USB, leitor de cartões SD e bateria extra

O trackpad é largo, espaçoso e capaz de registrar múltiplos toques. Graças à isso praticamente não é necessário tocar na tela do Transformer quando ele está acoplado à base, o que completa a ilusão de se estar usando um netbook. Uma curiosidade: embora o Android não tenha o conceito de “clique com o botão direito” o trackpad tem dois botões: o esquerdo funciona como um toque na tela, e o direito como o botão “Voltar” (Back), também presente no teclado.

A dock também traz duas portas USB (uma em cada lado) e um leitor de cartões SD. As portas podem ser usadas tanto para plugar pendrives como acessórios: testamos um mouse sem fio da Lenovo, que tem um pequeno receptor USB, e ele funcionou sem nenhum problema nem necessidade de configuração. Segundo a ASUS, acessórios como joysticks também são compatíveis.

O gerenciador de arquivos incluso no sistema pode ser usado para copiar arquivos de um pendrive (visto como “Removable/USBdisk1”) ou cartão SD (visto como “Removable/SD”) para a memória interna (vista como “/sdcard”) e vice-versa. O sistema reconhece apenas um pendrive por vez: para copiar arquivos de um pendrive para outro é preciso armazená-los temporariamente na memória interna. A cópia direta de arquivos de um pendrive para um cartão SD é possível, já que os dois podem ser acessados simultâneamente.

Para “transformar” o tablet em netbook basta empurrar a trava acima do teclado para a esquerda e encaixar o Transformer na dock. A transição é transparente e instantânea, e em um segundo teclado e trackpad estão prontos para o uso. Para voltar ao modo tablet basta reverter o processo.

É preciso frisar o quão natural é usar o Eee Transformer no modo netbook. Durante o dia-a-dia com um PC adquirimos vários hábitos e atalhos para ganhar tempo. Coisas como digitar Ctrl+T no navegador para abrir uma nova aba, Ctrl+L para acessar a barra de endereços do navegador, ou usar PageUp / PageDown (ou Espaço e Shift+Espaço, no Google Chrome) para rolar uma página. Tudo isso funciona no Transformer quando acoplado à Eee Station, tornando a transição completamente transparente.

Há um inconveniente quanto à Eee Station é o fato de que não há como consultar quanta carga resta na bateria. Há um pequeno LED na lateral esquerda que pisca quando ela está acabando, mas não há em nenhum lugar um indicador mais preciso, algo como “60% restante na Eee Station, 100% no Tablet”.

Desempenho
Nos benchmarks tradicionais de dispositivos Android o Eee Pad Transformer se saiu bem. No teste de produtividade do SmartBench 2011, por exemplo, ele marcou 2654 pontos. E não fez feio em games, com 2306 pontos. Em ambos os casos ficou à frente de aparelhos como o Samsung Galaxy S II, um smartphone com um processador Exynos dual-core de 1.2 GHz, e um dos aparelhos mais poderosos que já passaram por nossa redação.

É difícil comparar diretamente o Transformer com seu principal concorrente, o iPad 2, já que não há benchmarks que executam os mesmos testes, com os mesmos parâmetros, em múltiplas plataformas. O mais próximo é o benchmark SunSpider, que mede o desempenho do navegador na execução de código em JavaScript.

Mas como tanto o navegador do iPad 2 (Safari) quanto o do Transformer (Navegador) são baseados na mesma base de código (chamada Webkit), dá para ter uma idéia do desempenho comparando os resultados. O resultado foi praticamente um empate técnico: o tablet da ASUS terminou os testes em 2206.4 milissegundos, apenas 70 ms (cerca de 3%) mais lento que o iPad 2. Na prática a diferença é nula.

Em termos mais palpáveis o Transformer também não desapontou: se consegue rodar vídeo em HD (720p) no formato MKV sem problemas com o DICE Player (cerca de R$ 7,00 no Market) já que o player padrão do Honeycomb não reconhece o formato. E jogos otimizados para o processador Tegra 2 como “Galaxy on Fire 2” é impressionante com seus gráficos detalhados, muito mais sofisticados que a versão correspondente para o iPad. Veja o vídeo abaixo:



Bateria
A ASUS promete autonomia de bateria de 8 horas no Eee Pad Transformer. Com o brilho da tela em 50%, conectado a uma rede Wi-Fi com atualizações de Twitter, GMail e Google Reader em segundo plano e com um vídeo até ela se esgotar.

Nesse perfil o Transformer consumiu cerca de 11% de bateria por hora, com uma autonomia de cerca de 9 horas e 5 minutos. Nada mal, já que superou a marca do fabricante. E se você quiser assistir vídeo durante uma viagem e ativar o “Modo Avião”, que desliga Wi-Fi, GPS e Bluetooth, temos certeza de que conseguirá um tempinho extra. Vale mencionar que a Eee Station tem uma bateria extra que recarrega o Transformer sempre que ele é conectado, e extende a autonomia em mais 8 horas.

Veredito
Por si só o ASUS Eee Pad Transformer é um tablet Android impressionante, com um belo design e uma ótima tela. O sistema operacional já é estável e o conjunto de aplicativos pré-instalados agrega valor sem ser intrusivo ou incômodo. A situação dos aplicativos otimizados para Honeycomb ainda é ruim, mas está melhorando.

Mas o Transformer chama mesmo a atenção quando combinado à Eee Station, que o torna incrivelmente mais versátil. Para a maioria dos usuários apenas o tablet será o suficiente. Mas se você é um estudante, jornalista ou não abre mão de muitas portas e conectores, a Eee Station (vendida separadamente) é essencial.



Fonte: PC World

Como comprar um computador

Saiba o que levar em conta na hora de comprar um desktop ou um notebook.
Escolher um novo computador pode parecer uma tarefa fácil, dada a quantidade de oferta de novas máquinas, com novas configurações, e a quantidade de ofertas – máquinas cada vez mais novas custando cada vez menos. Isso torna o fator preço, por incrível que isso possa ser, um fator secundário. Especialmente por causa da primeira regra dos equipamentos tecnológicos: não importa o quanto você está pagando por um gadget hoje, ele vai custar menos daqui a seis meses.

Em um cenário como esse, o mais importante a se levar em conta é o uso que você irá fazer do equipamento. Um exemplo rápido: se você precisa de um computador para ver vídeos ou trabalhar com gráficos você vai precisar de um equipamento diferente do que se você precisasse mais de um computador capaz de acessar grandes quantidades de dados rapidamente.

Para facilitar a sua escolha, abaixo um guia onde você vai conhecer os principais itens a levar em consideração, e fazer uma compra o mais consciente possível.

1 – Saiba para que você quer o computador

Saiba para que você quer o computador
Uma compra consciente está diretamente relacionada com o fato de você saber o uso que você fará do novo computador. Comprar um equipamento para ver vídeos, acessar a internet e usar planilhas e processadores de texto é diferente de comprar um equipamento para editar imagens ou vídeos, ou jogar games de última geração.

Dependendo do uso, vale a pena investir em mais memória RAM, por exemplo, ou uma placa aceleradora de gráficos (GPU) mais avançada, itens que serão explicados mais adiante. O principal é que ter plena consciência desse uso vai inclusive evitar o “canto de sereia” dos vendedores, que podem tentar convencê-lo a levar um equipamento mais caro, mas que não terá absolutamente nenhuma utilidade para você.

No caso da escolha entre um laptop ou um desktop há que se pensar também no uso. Quantas pessoas irão usar o computador? Você precisa de mobilidade ou prefere que seus dados estejam seguros em casa?

Seja qual for o modelo, os itens a seguir ajudarão você na escolha.

2 – A memória RAM
memória RAM
A memória RAM é a responsável pela capacidade do computador de gerenciar programas diferentes ao mesmo tempo – cada programa aberto faz uso de uma parte dessa memória. Isso significa que quanto mais memória RAM, maior a capacidade do computador de gerenciar várias atividades de processamento paralelas.

A maioria das configurações básicas atuais tem 2GB de memória RAM, o que é suficiente para tarefas comuns como navegar na internet ao mesmo tempo em que se edita um texto e se ouve música. Fuja de modelos mais baratos que trazem apenas 512Mb de memória RAM.

A maioria dos programas (inclusive o sistema operacional Windows 7) precisa de mais do que isso para rodar de maneira satisfatória. Eles até rodam em configurações de 1Gb de memória mas a chance de seu computador virar uma carroça com meses de uso é muito grande.

Para jogos e outros programas mais pesados, prefira configurações a partir de 4GB de memória.

3 – O processador
ProcessadorO processador é o coração da máquina. É ele que responde pela velocidade de resposta das funções que exigem grandes cálculos ou acesso a informações armazenadas.

O problema é que atualmente existe uma grande oferta de processadores de alta performance e fica difícil saber exatamente qual é a melhor escolha.

Relativamente baratos e com boa performance, os processadores de dois núcleos (dual core, ou core 2) são uma boa opção.

Prefira os processadores das duas maiores fabricantes: AMD e Intel.

Se você precisa de alta performance (para jogos , por exemplo), prefira os processadores com mais de dois núcleos como os quádruplos AMD Phenon e os da família i (i5, i7) da Intel.

4 – Armazenamento
HD
Espaço é um dos itens tecnológicos mais baratos atualmente. E como espaço para armazenar seus arquivos nunca é demais, você pode optar por HDs de até 1Tb (Terabyte, ou 1000 Gigabytes, aproximadamente) a preços confortáveis.

Uma dica interessante – e segura – é investir em um HD mediano (em torno de 320 Gb) embutido no computador, e em outro HD externo para que você tenha copias de backup de seus arquivos mais importantes em dois lugares diferentes.

Já é possível encontrar HDs externos de 500 Gb por até R$ 300. Outra vantagem é que boa parte dos equipamentos como TVs e Home Theaters de hoje têm entradas USB, permitindo que você rode filmes, música e veja fotos diretamente do HD externo na TV.

5 – Placas Gráficas
Placa Gráfica
As antigas placas de vídeo ganharam um nome pomposo – GPUs, ou Unidade de Processamento Gráfico, ou ainda Aceleradores Gráficos. Sua função é justamente “ajudar” a memória RAM a processar imagens de maneira mais rápida. A indústria lança placas novas periodicamente que permitem gráficos cada vez mais nítidos e rápidos.

Notebooks, netbooks e desktops normalmente vêm com a sua placa de vídeo instalada de fábrica, suficiente para que você desempenhe a maioria das tarefas cotidianas – ver um vídeo na internet ou em um DVD, por exemplo – sem maiores problemas.

No entanto, o desempenho dessas placas cai bastante em programas que usam uma grande quantidade de gráficos como os games mais recentes.

Se esse for o caso e se você estiver comprando um desktop, vale a pena consultar o preço de uma GPU extra. Notebooks já se tornam um caso mais complicado, já que é muito difícil fazer o upgrade desse tipo de placa em um compacto. Nesse caso, existem notebooks que já vêm turbinados para os gamers com placas de vídeo mais potentes e outros itens que melhoram a exibição de gráficos – é o caso dos modelos da linha Alienware, da Dell, ou da série G da Asus. Todos com preços bem salgados.

6 – Portas de Entrada e Saída

Portas de Entrada e Saída
Desktops costumam ter um número padrão de portas USB e outras saídas de dados. Já os laptops pedem uma atenção especial. Aqui, mais é melhor, especialmente nos chamados netbooks, que normalmente vêm sem drives de leitura de CDs e DVDs.

Uma saída HDMI também é uma boa pedida, no caso dos notebooks. Ela permite que você conecte seu aparelho à TV para ver filmes – por exemplo – com alta qualidade de som e imagem.

7 – Acessórios
Acessórios para PC
Dependendo do negócio, sobrando um dinheirinho, vale a pena investir em alguns acessórios.

Se você optar por um desktop, pode comprar um monitor maior, e de melhor qualidade. Alguns modelos a partir de 21 polegadas têm inclusive a capacidade de funcionar como uma TV. Eles tem entrada HDMI e RGB que permitem que você ligue – além do computador – conversores de TV à cabo. Os modelos giram em torno de R$ 700.

No caso dos compactos, verifique se você tem drive leitor/gravador de CD/DVD. Caso não exista você pode adquirir um modelo externo. Mas avalie! A oferta é grande e os preços variam muito. Além disso, os drives capazes de ler discos Blu-ray estão com preços em queda – chegando a custar menos de R$ 400.

Finalmente, como já dissemos antes, os drives de armazenamento estão cada vez mais baratos. Independente de comprar um desktop, laptop ou netbook pode ser uma boa ideia colocar um HD externo no pacote, tanto para backup dos seus arquivos como para armazenar filmes, músicas e fotos que poderão ser vistos em outro lugar posteriormente.



Fonte: About.com

sábado, 3 de setembro de 2011

Os 5 piores filmes sobre a internet de todos os tempos

Filmes que não tem nada a ver.
O tema Internet já foi muito usado no cinema, principalmente em Hollywood, muitos foram felizes ao abordar o assunto, outros nem tanto, talvez por não conhecer a fundo o assunto em questão. E o resultado são filmes que não tem nada a ver para os que têm o mínimo de conhecimento. Abaixo cinco piores filmes cujo tema mais importante seja a internet, ou que tenha a web como característica destacada do enredo:

1: A rede (The Net, 1995)
Absolutamente o pior filme de todos os tempos sobre internet é um cujo título não poderia ser melhor do que "A rede". A produção de 1995 foi meticulosamente desenvolvida para alertar sobre a vigilância do governo e identificar roubos que a internet, então novidade para as massas, estava estimulando.

Tais temores se tornaram realidade para a pobre Sandra Bullock. Ela faz uma desenvolvedora que descobre o código-chave de um programa que dá ao portador acesso a todos os computadores de segurança do governo. Obviamente, os homens maus querem isso. Então, eles mudam a identidade dela, transformando-a numa prostituta fugitiva. Os absurdos amontoam-se, mas as cenas com a Bullock de biquini triunfaram sobre todas as previsões e ajudou o filme a gerar mais de 100 milhões de dólares de bilheteria.

2: Fixação (Swimfan, 2002)
Nesse pesadelo produzido em 2002, o aquaman Ben começa a ser seguido via internet, por uma linda loira chamada Madison. Sua perseguição inclui enviar a Ben fotos dela mesma nua via e-mail, seduzindo-o numa piscina. Cavalheiro, Ben fica confuso devido a sua predileção por sua antiga namorada. Mas o fato é que Madison é uma assassina e vai matar algumas pessoas antes do filme terminar.

Esta 'Atração Fatal' versão para adolescentes já tinha sido feita antes, mas nunca tão pobremente quanto o Fixação - e nunca com um título tão ruim (Swimfan, algo como "fã de natação"), que a Madson usa como apelido - nada atrativo - na internet: Swimfan85.

3: Mensagem Para Você (You've Got Mail,1998)
Hollywood mostrou mais de uma vez que refazer uma comédia clássica, com tratamento de grande orçamento, pode ser mortal. Caso em questão: o Mensagem Para Você, uma atualização de 65 milhões de dólares do excêntrico "A Loja da Esquina" (The Shop Around the Corner, 1940). Os protagonistas interpretados por Tom Hanks e Meg Ryan se correspondem via-email da America Online. Na versão original, eles se correspondiam via carta. A exposição do produto é tão expressa que a Warber Bros. poderia ter entregue CDs da AOL na mão de todos com os bilhetes de cinema vendidos!

4: The Chatroom (2002)
Quando a virada do milênio veio, sem o "bug" que todo mundo esperava, algumas empresas de cinema abandonaram a internet como dispositivo de "terror" e começaram a envolver o tema nas comédias.

Como parte de uma elaborada aposta, um bando de caras usam salas de bate-papo da internet para pegar meninas, mas as garotas dos sonhos se revelam homens, velhas, travestis, etc. Ele ainda é outra reformulação do gênero "encontro às cegas que dão errado", como tantos outros.

5: Medo.com.br (FearDotCom, 2002)
O Medo.com.br é baseado na premissa de um site tão assustador que se você acessá-lo, vai morrer. Ou alguém vai te matar. Imagine quantos assassinatos nosso vilão teria de fazer se esse site fosse para o Digg?

Como previsível, o FearDotCom não faz sentido. É só uma desculpa para seus telespectadores virem sangue. Mas com as seqüências de horror, as pessoas ficaram curiosas para acessar o domínio usado no filme. E não é fear.com, e sim feardotcom.com. A Warner Bros. queimou 42 milhões de dólares neste filme e não conseguiu pagar um domínio melhor que esse?



Fonte: IDG Now!

quarta-feira, 31 de agosto de 2011

Google preparado para um ataque alienígena

Quando os alienígenas resolverem atacar a Terra, ao menos um local estará protegido e cheio de pessoas que saberão como proceder, mesmo nos piores momentos de crise: a sede da Google. É isso que afirma Eran Feigenbaum, diretor de segurança da empresa. Segundo ele, em todos os anos são realizados complexos testes que envolvem invasão e recuperação de dados, para que nenhuma brecha possa ser utilizada por invasores.



Ainda assim, algumas brincadeiras também são permitidas: em 2010, por exemplo, o cenário de discussão foi uma invasão por habitantes de outro planeta que apagou a Califórnia do mapa – e cabia ao grupo de funcionários buscar a melhor maneira de sobreviver e manter o Google funcionando.



De acordo com Feigenbaum, os testes buscam cobrir todas as possibilidades possíveis e, mesmo que elas sejam bastante improváveis, servem como um ensinamento para lidar com situações de risco reais.



Eran Feigenbaum
Eran Feigenbaum - Diretor de segurança do Google


Outra hipótese testada é se todas as contas do Gmail fossem apagadas por um invasor – a Google mantém backups do serviço em um local diferente da sede em Mountain View. Ele não comentou qual seria a estratégia utilizada pela empresa, portanto, só nos resta aguardar por um ataque para saber se os testes foram efetivos.



Fonte: CIO

segunda-feira, 29 de agosto de 2011

Coca-Cola e Google são as marcas mais presentes na internet

Conhecimento das ferramentas disponíveis e foco na interatividade são principais fatores de sucesso das empresas na rede mundial de computadores.
Coca-Cola, Google, Apple, Fiat e Natura são as empresas que mais interagem com os brasileiros na internet. É o que indica o Ranking de Presença Online, realizado pela E-Consulting em parceria com o TechLab, do Grupo ECC, que mapeou a atuação de 121 das maiores companhias do país em sites como Google, Twitter, Facebook, Orkut, Youtube, LinkedIn e ReclameAqui.



Aparecem ainda na lista, em ordem decrescente, Ford, Volkswagen, Nokia, TV Record, IBM, Petrobras, Microsoft, Toyota, Motorola e Tam.



Para conquistarem as principais colocações, as companhias têm um ponto em comum: souberam aproveitar os recursos oferecidos pela web e não pouparam esforços para utilizar os canais da maneira mais eficiente.



“Provavelmente, as empresas que lideram a lista têm serviços que são objeto de interesse de compartilhamento, marcas ou produtos envolvidos em temas atrativos, como sustentabilidade, música ou religião. Historicamente, algumas também têm uma comunidade de pessoas acostumadas a interagir, como é o caso da Coca-Cola”, explica Daniel Domeneghetti, sócio-fundador da E-Consulting e coordenador do estudo.



Não basta ser gratuito
O levantamento realizado no primeiro trimestre de 2011 teve como objetivo avaliar a presença, capilaridade, atuação e reputação das empresas, descartando canais próprios.



A ideia era deixar de lado a informação primária, feita em canais oficiais e avaliar apenas a repercussão a partir da interação dos usuários. Para isso, todos os ambientes proprietários e não-colaborativos foram desconsiderados.



“Foi observada a multicanalidade não-proprietária das companhias. Muitas empresas com alta insidência na web ficaram de fora por não serem comentadas pelos internautas. O estudo também não levou em consideração se a presença era positiva ou negativa”, conta Domeneghetti.



Para as companhias que desejam seguir os passos de ícones como Coca-Cola, Google e Apple e estar presentes no ambiente online de forma relevante, há alguns pontos a serem considerados.



Fonte: Exame.com

domingo, 28 de agosto de 2011

Windows XP foi bom enquanto durou

Windows XP completa 10 anos: Hora de abandoná-lo.
De acordo com pesquisadores, arquitetura de segurança do sistema da Microsoft ficou ultrapassada após tanto tempo; analistas pedem que usuários desinstalem software. Há exatos 10 anos a Microsoft começou a vender o Windows XP, e hoje o sistema ainda pode ser encontrado em quase metade dos computadores do mundo, de acordo com a empresa StatCounter.



Esse fato está mais um testamento da estratégia de parceria da Microsoft com as fabricantes de PCs do que algo particularmente atraente sobre a tecnologia do software, obviamente, mas não deixa de ser um feito e tanto.



Neste 10º aniversário do XP, no entanto, o chefe de pesquisas da empresa de segurança F-Secure, Mikko Hypponen, tem um pedido a fazer: “Faça uma boa ação hoje. Desinstale o XP.”



“O mais inseguro, de longe”
Levando em conta todos os sistemas operacionais atuais para computadores – incluindo o Windows XP,Vista, 7, Linux e Mac OS X – “o Windows XP tem a segurança mais fraca, de longe”, escreveu Hypponen em um post no blog da F-Secure.



“Dez anos é uma eternidade nesse negócio”, completa o pesquisador. “Por isso não é nenhuma surpresa que a arquitetura de segurança do XP esteja ultrapassada.”



No entanto, dado a persistente alta participação do sistema no mercado, “os invasores seriam estúpidos de gastar tempo e dinheiro direcionando ataques a qualquer outro sistema operacional”, sugere Hypponen. “Os invasores nunca tiveram uma vida tão boa. O alvo mais fácil também é o mais comum.”



Não demorará muito até que o Windows 7 ultrapasse o XP no mercado, diz Hypponen, e quando isso acontecer, os criadores de malware com certeza vão “começar a olhar ao redor” buscando diferentes plataformas para atacar.



Mas, enquanto isso, a situação atual “não pode ser mudada de forma rápida o bastante”, conclui.



Fonte: IDG Now!

sábado, 27 de agosto de 2011

Celebridades aderem ao Google+

As celebridades estão no Google Plus.
Enquanto o Google+ vem ganhando cada vez mais usuários e ameaçando o império do Facebook na guerra entre as redes sociais, algumas celebridades não querem saber quem vai sair vitorioso dessa batalha e já estão navegando pelo Plus. Com pouco menos de dois meses de existência, a rede do Google já atraiu artistas de peso e figuras da política de importância mundial



Entre os destaques temos Britney Spears, Mariah Carey, Snoop Dogg, Paris Hilton , a presidente da Argentina, Cristina Kirchner, e até a popstar Madonna.



Cada uma dessas celebridades teve seu perfil verificado para comprovar a autenticidade. Madonna chegou a bater um recorde quando estreou seu perfil no Google+ e ganhou, em menos de 10 minutos, mais de 300 pessoas que a adicionaram em seus círculos. Agora, a cantora conta com 5.548 circulantes.





Fonte: POP Tecnologia

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