segunda-feira, 12 de setembro de 2011

Qual temperatura ideal para os componentes do PC?

Desmistificação sobre os componentes do PC e as respectivas temperaturas de operação.
Os computadores adquiriram tanta potência que as soluções de refrigeração tiveram de evoluir na mesma proporção. Processadores de antigamente exigiam dissipador e cooler de tamanho reduzido. Agora, modelos com Heatpipes e ventoinhas de grande porte são necessários. E não é somente o processador que exige uma excelente refrigeração. Placas de vídeo, memórias, fontes, chipsets e HDs também necessitam de uma temperatura específica para atuarem de maneira apropriada. Acontece que as preocupações com temperatura estão cada vez mais constantes, visto que tudo aquece muito dentro do gabinete.

Processador: muito próximo do zero

Normalmente, os problemas de temperatura estão relacionados à CPU. Por se tratar de um componente que realiza uma infinidade de tarefas, o processador tende a esquentar com facilidade. Contudo, o dissipador e o cooler servem para refrigerá-lo. Apesar disso, nem sempre a solução de resfriamento consegue cumprir a tarefa de maneira apropriada.

Coolers que acompanham a CPU se desgastam com facilidade, o que resulta na má eficiência na hora de refrigerar a unidade de processamento. Apesar de muitas vezes o cooler não conseguir diminuir a temperatura o suficiente, o usuário acaba nem percebendo tal detalhe.
Processador Intel Core i7
Ocorre que poucas pessoas utilizam programas de monitoramento. Consequentemente, muitos usuários só ficam sabendo que a CPU está em chamas quando ela começa a apresentar problemas mais sérios – como congelamento do sistema, reinicialização ou desligamento.

O ideal seria sempre utilizar programas (como o CoreTemp e o System Information for Windows) para verificar se o calor no processador está excessivo. Afinal, como saber se o valor indicado pelos aplicativos de monitoramento é alto? Toda CPU possui uma temperatura máxima de operação, a qual está indicada no manual do produto ou no site do fabricante.

Temperaturas de 2 CPUs da AMD
Temperaturas de 2 CPUs da AMD

Portanto, o primeiro passo é verificar se a temperatura atual do processador não está próxima do valor limite. Por exemplo: caso a sua CPU suporte trabalhar a 70 ºC, o ideal é que ela opere normalmente a 30 ºC ou a 40 ºC. Essa folga serve para o processador ter uma margem nos momentos de pico, ou seja, caso você execute um jogo, a CPU pode esquentar um pouco mais sem chegar muito próximo do valor máximo.

Quanto à temperatura ideal, no caso do processador o recomendado seria utilizar algo em torno de 10 ºC – se possível, até menos que isso. Sabemos que é quase impossível atingir valores tão baixos com dissipadores e coolers comuns. Sendo assim, o recomendado é optar por um componente de refrigeração avançado (coolers mais eficientes, como os da Zalman).
Cooler Zalman CNPS11X Extreme
Cooler Zalman CNPS11X Extreme

É quase certo que, mesmo com um cooler de alta eficiência, a temperatura ainda não vai ficar tão baixa, mas ao menos a CPU terá um melhor desempenho. Valores abaixo de 0 ºC seriam interessantes, porém, não indicamos o uso de soluções à base de nitrogênio líquido, afinal, é totalmente desnecessário para usuários domésticos.


Placa de vídeo: próximo de 30 ºC

Usuários que utilizam placas de vídeo onboard não precisam se preocupar com esse componente, pois placas embutidas ficam no chipset (o qual raramente apresenta problemas de temperatura). Por outro lado, quem usa o computador como plataforma de jogos deve ficar sempre de olho na temperatura da GPU.

Ao executar games, a placa de vídeo é a peça principal por fazer a magia acontecer, isso significa que ela vai esquentar muito. Algumas placas conseguem trabalhar tranquilamente a 80 ºC ou 90 ºC. Tais temperaturas não são ideais, aliás, estão longe de serem apropriadas para gerar um bom desempenho durante os jogos.

Placa de vídeo Radeon
Assim como acontece com as CPUs, placas de vídeo também possuem temperaturas máximas de operação. Portanto, para saber tal valor é fundamental pesquisar no site da fabricante ou no manual sobre essa informação. Apesar de isso ser importante, mais relevante ainda é manter a temperatura abaixo de tal limite.

Normalmente as placas gráficas offboard já vêm com uma solução de refrigeração apropriada. Entretanto, caso a sua placa esteja operando com valores muito próximos do limite, pode ser interessante verificar se não há algum problema com o cooler ou com a ventilação interna do gabinete.

Definir uma temperatura ideal é difícil, contudo, nossa recomendação é manter a placa refrigerada o suficiente para que, quando em estado ocioso, ela fique quase gelada, com um valor próximo de 30 ºC. Com tal valor é garantido que a placa não vai ultrapassar os 60 ºC, mesmo que esteja trabalhando em potência máxima.


HD: acima dos 20 ºC

Enquanto os demais componentes podem operar em temperaturas muito baixas, os discos rígidos devem trabalhar com valores específicos. Manter um HD muito frio (com temperatura próxima de 10 ºC) pode gerar diversos problemas, desde erros na leitura e gravação até o travamento do sistema.

Evidentemente, as temperaturas altas também não são recomendadas, pois o disco pode superaquecer, resultando em mais problemas. Sendo assim, o mais indicado é manter o HD operando com valores entre 20 ºC e 30 ºC.

HD pegando fogo

Como fazer isso? Caso disco esteja muito quente (próximo de 60 ºC), é indicada a instalação de um cooler. Se ele estiver muito gelado, pode ser válido conferir se a ventilação do gabinete não está exagerada. Vale salientar, entretanto, que cada modelo possui especificações diferentes, portanto, é uma boa ideia visitar o site do fabricante para obter mais detalhes.


Outros componentes

Como você deve imaginar, todos os componentes do computador aquecem. Isso ocorre porque eles trabalham com eletricidade ou possuem partes mecânicas – como é o caso do HD e dos coolers. Apesar de ser fácil verificar que os itens de hardware estão quentes, nem todos podem ter a temperatura medida.

A fonte, o chipset e a memória, por exemplo, podem aquecer muito, mas nem sempre os computadores possuem aplicativos para o monitoramento desses componentes. Algumas fabricantes fornecem softwares para verificar a temperatura do chipset, contudo, os demais componentes não possuem sensores que possibilitem essa verificação.

Memória RAM Corsair com dissipador de calor
Memória com dissipador

Também não são peças que esquentem muito. Quando é o caso de memórias e chipsets que podem superaquecer, as próprias fabricantes incluem dissipadores ou coolers para resfriá-los. Todavia, caso você suspeite que seu chipset esteja muito quente, pode verificar se existe um dissipador compatível para solucionar o problema.

No caso das fontes, não há muito que fazer. Os modelos mais recentes já trazem dois ou três coolers, garantindo que a fonte não vai atingir altas temperaturas. Entretanto, se a sua estiver muito quente, instalar um cooler pode ser bem complicado, o que levará você a comprar uma nova.
Gabinetes de PC projetados para dissipar o calor
Enfim, seja qual for o componente, uma solução sempre válida é a melhoria da ventilação do gabinete. A maioria dos gabinetes, atuais e antigos, traz ao menos o espaço para a instalação de um cooler. Muitos dos modelos vendidos atualmente já vêm com uma ventoinha para garantir a refrigeração. E caso o seu não conte com nenhum, adicionar um pode ser um passo importante para prolongar a vida dos demais componentes.


O importante é ser razoável

Como você pôde perceber, não existe uma temperatura única e ideal para todas as peças. Tudo depende do componente, do modelo, da fabricante e de uma série de outros fatores. Contudo, a dica básica é procurar monitorar os itens sempre que possível e tentar manter uma temperatura média, para não arriscar que o componente superaqueça. Você tem mais alguma dica? Aproveite o campo de comentários para adicionar informações.

Fonte: Tecmundo

domingo, 11 de setembro de 2011

Facebook ultrapassa pela primeira vez o Orkut no Brasil

Facebook chega a 30,9 milhões de usuários únicos no Brasil e ultrapassa Orkut.
O Facebook atingiu 30,9 milhões de usuários únicos no Brasil em agosto e ultrapassou, pela primeira vez, o Orkut – até então a maior rede social no país. De acordo com levantamento divulgado no dia 09/09/2011 pelo instituto de pesquisa Ibope Nielsen Online, o número representa 68,2% dos internautas no trabalho e em domicílios, enquanto o Orkut atingiu 29 milhões de internautas (64%).

Segundo a pesquisa, que não contabiliza os acessos a partir de LAN houses e escolas, por exemplo, o Twitter (serviço de microblogs) também manteve a tendência de crescimento no país e atingiu 14,2 milhões de usuários únicos, ou 31,3%.

Já o acesso geral à internet em qualquer ambiente (domicílios, trabalho, escolas, lan houses ou outros locais) atingiu 77,8 milhões de pessoas no segundo trimestre de 2011, o que representa um crescimento de 5,5% em relação ao mesmo período do ano passado – e 20% a mais que o registrado no segundo trimestre de 2009.

Em agosto, 87% dos usuários únicos brasileiros participaram de alguma comunidade – redes sociais, fóruns, blogs, microblogs e outras páginas de relacionamento –, o que representa 39,3 milhões de pessoas.

Já o tempo de uso do computador com internet também aumentou e chegou a 69 horas por pessoa no mês passado, o que representa um aumento de 6,4% em relação a julho, informa o instituto.

Os resultados, diz o Ibope, consolidam o Brasil como um “mercado com elevada utilização de sites sociais, com uso diversificado, refletindo o interesse dos brasileiros pelas redes sociais.

Em agosto, cada usuário brasileiro gastou, em média, 7 horas e 14 minutos nas redes sociais.


Fonte: R7- Tecnologia e Ciência

sábado, 10 de setembro de 2011

Planeta dos macacos – A origem

Novo 'Planeta dos macacos' coroa a era dos primatas digitais no cinema.
Não dá para negar a evolução dos macacos em Hollywood desde que "King Kong" aterrorizou o público pela primeira vez em 1933. Naquela época, o rei dos primatas era uma marionete coberta de pelos. Nos antigos filmes da série "Planeta dos macacos", os símios eram interpretados por atores fantasiados. Hoje é tempo de macacos digitais. O longa-metragem "Planeta dos macacos: a origem" apresenta chimpanzés, gorilas e orangotangos criados a partir de movimentos e expressões faciais de atores humanos, que são gravados digitalmente e então transformados em animação no computador. O resultado são primatas fotorrealistas.


Cena do filme planeta dos macacos - A origem
O chimpanzé Caesar, protagonista de 'Planeta dos macacos: a origem', interpretado pelo ator Andy Serkis, contracena com James Franco em cena do filme

A tecnologia é a mesma utilizada no gorila gigante de Peter Jackson no remake de 2005 de "King Kong". Andy Serkis, o ator que encarnava a criatura no filme de Jackson, aliás, é o mesmo que interpreta o chimpanzé protagonista do novo "Planeta dos macacos".

Serkis - que também viveu o personagem Golum, na série "O senhos dos anéis" - afirma que a tecnologia faz com que a experiência no set seja mais autêntica, especialmente quando precisa contracenar com o restante do elenco, que inclui James Franco, Freida Pinto e outros.

Durante as filmagens, no entanto, Serkis não chega a lembrar nem de perto um chimpanzé. Para dar vida ao personagem, o ator veste uma roupa colada na pele, cravejada de pontos que serão lidos pelas câmeras digitais. Diferentemente dos atores da versão original de "Planeta dos macacos", em 1968, Serkis tem maior liberdade de movimentos e expressões.

"[A versão original] tem realmente uma aparência fenomenal e icônica, mas eles tinham de se mover de um jeito falso e dar toda sua energia só para dar a impressão de vida àquelas máscaras de borracha", comenta Serkis, em referência aos atores do primeiro "Planeta...", vencedor do Oscar de melhor maquiagem na época.

Cena do filme King Kong de 2005
O King Kong do filme de 2005, dirigido por Peter Jackson, também foi interpretado por Andy Serkis com a tecnologia de captura de performance

"Esse é o tipo de coisa que a tecnologia de captura de performance elimina. Você não tem camadas e camadas entre você e o ato de atuação. Como ator, você tem liberdade total para mostrar o que está pensando e sentindo, e o que recebe de outro ator é completamente verossímil. É algo que sai do coração", filosofa.

Serkis comandou um grupo de atores e dublês cujas performances serviram de base para os cerca de 150 macacos que se tornam inteligentes depois de serem expostos a uma droga que está sendo testada para a cura do Mal de Alzheimer no novo filme.

O "Planeta..." original e a versão de Tim Burton, de 2001, mostravam macacos que tinham evoluído ao longo dos séculos até se tornarem criaturas pensantes e falantes que caminhavam com a coluna vertebral ereta, com proporções próximas do homem. Dessa forma, filmar com humanos vestindo fantasias de primatas fazia todo sentido.

Mas "Planeta dos macacos: a origem" apresenta os símios da forma que os conhecemos, que se movem sobre quatro patas, com pernas mais curtas e braços mais longos dos que os membros dos humanos. Atores fantasiados, portanto, não teria como simular realisticamente essas proporções - por outro lado, macacos de verdade não teriam como entregar as atuações espertas que os cineastas esperavam.

"Não teria dado certo para a nossa história", diz Joe Letteri, vencedor do Oscar de efeitos especiais pelo "King Kong" de Peter Jackson e supervisor sênior de efeitos visuais em "Planeta dos macacos: a origem". "Precisamos ver os primatas evoluindo, especialmetne Caesar [nome do símio interpretado por Serkis], que parte do chimpanzé que conhecemos até se tornar uma criatura com inteligência evoluída. Na essência, [os atores] tinham que atuar como alguma coisa um pouco além de macacos, mas ainda assim se parecerem com macacos", explica Letteri.

Serkis se tornou um hábil observador do comportamento de primatas depois de estudar os gorilas para seu papel como Kong com pesquisadores em Ruanda.

Cena do filme King Kong de 1933
Na versão original de 'King Kong', de 1933, o gorila gigante era uma marionete mecânica. O filme venceu o Oscar de efeitos especiais daquele ano

Ainda que a performance de Serkis pareça extremamente realista, o filme original de 1933, estrelado por Fay Wray, ainda é considerado um triunfo artístico - mesmo datado, ainda é capaz de encher os olhos. Aquele Kong foi criado usando animação em stop-motion, em que a marionete de gorila era movimentada meticulosamente e filmando quadro a quadro.

A animação em stop-motion também foi usada para o grande gorila do filme "O monstro do mundo proibido" ("MIghty Joe Young"), de 1949. No remake de 1998 - rebatizado de "Poderoso Joe" -, foi usada uma mistura de marionete mecânica, efeitos de computador e um ator em uma fantasia de gorila.

Já a versão de "King Kong" de 1976, estrelada por Jeff Bridges e Jessica Lange, conquistou o Oscar de efeitos especiais daquele ano com um híbrido de homem em uma roupa de gorila e outras cenas filmadas usando um Kong mecânico gigante.

Os filmes-B têm um longo histórico de empregar atores vestindo fantasias toscas de primatas, mas quando bem feitas essas roupas se tornam incrivelmente efetivas.

O mestre das fantasias de gorilas de Hollywood é Rick Baker, cujos créditos aparecem no "Planeta dos macacos" de TIm Burton, na versão de 1976 de "King Kong" e no drama de 1988 "Na montanha dos gorilas", estrelado por Sigourney Weaver. Baker também foi indicado ao OScar por "Poderoso Joe", de 1988, e "Greystoke: a lenda de Tarzan", de 1984.



Fonte: G1 - Pop & Arte

sexta-feira, 9 de setembro de 2011

Como abrir o gabinete do computador

Manutenção de PCs: Abrindo o Gabinete.
Alguma vez você já teve a curiosidade de saber o que tem por dentro do seu computador? Eu aposto que sim! Afinal, todos um dia já se perguntaram o que é que tem lá dentro que faz tudo funcionar magicamente do jeito que funciona. Neste post você vai aprender abrir o gabinete do seu computador. Será abordado quais são os principais cuidados que devem ser tomados na hora de mexer no gabinete, para que você possa vasculhar seu computador sem medo.

Não apenas por questões de curiosidade, mas também para manutenção e limpeza, é bom saber quais são os cuidados a serem tomados na hora de realizar essa tarefa, que apesar de fácil, é bom levar em conta alguns cuidados básicos.

Alguns Cuidados a Serem Tomados

Energia Eletrostática
A energia eletrostática pode causar sérios danos ao seu computador, chegando até a queimar componentes! Antes de mexer em seu computador, é recomendado que você descarregue a energia eletrostática que possa estar acumulada em seu corpo.

Indicamos que você use uma pulseira antiestática ligada a uma superfície aterrada, mas você também se livrar da energia eletrostática encostando por alguns segundos em um objeto de metal (que não seja pintado) e que possua aterramento, como por exemplo, a fonte do seu computador (caso seu computador possua aterramento), localizada atrás do gabinete.

Outros cuidados a serem tomados quanto a energia eletrostática é não trabalhar com blusas de lã, em locais que possuam tapete ou carpete, ou ainda, em cima de mesas de plástico, pois estes são casos que podem gerar energia eletrostática.

Bordas Internas do Gabinete
Outro ponto a ser levado em conta são as bordas internas do gabinete. Tome cuidado quando for manusear o gabinete, pois internamente existem bordas metálicas que podem ser afiadas. Cuide para não raspar o braço nestas bordas, pois você poderá se cortar.


Mãos à obra

Iniciando o Trabalho
Primeiramente, você deve certificar-se de que seu computador está desligado. Após isso, retire todos os cabos que estiverem conectados ao gabinete do computador. Feito isso, você poderá retirar o gabinete do local onde ele se encontra e levá-lo a um local onde se possa trabalhar com ele livremente. O Local deverá ser plano, limpo, amplo e livre. O mais adequado seria uma mesa com superfície emborrachada.

Perceba que atrás do seu computador há um painel onde se conectam todos os cabos. Este é o lado onde fica a placa-mãe do computador. Você deverá retirar os parafusos que se localizam do lado oposto ao deste painel.

Parte traseira do gabinete do computador
Painel traseiro e locais dos parafusos

Após ter retirado todos os parafusos, puxe a tampa to gabinete para trás. Em alguns modelos, pode ser que exista algum botão ou chave que faça pressão na tampa para que ela fique fixa de maneira mais eficaz. Se a tampa do seu gabinete não deslizar facilmente, procure por algum botão ou chave que possa estar travando-a.

Abrindo o gabinete do computador
Abrindo o gabinete

Em seguida, retire a tampa do gabinete. Você observará a placa-mãe e todos os outros periféricos que compõem o seu computador. Não é necessário que se retire a outra tampa (só há necessidade em casos nos quais serão retiradas algumas peças que possuam parafusos do outro lado, como é o caso de HDs e leitores de CD/DVD), pois assim já temos acesso aos principais componentes.

Retirando a tampa do gabinete
Retirando a tampa do gabinete



Finalizando

Agora que você viu como é o seu computador por dentro, está na hora de fechar o gabinete. Note que na tampa existem espécies de “ganchos” (CUIDADO! Estes ganchos podem ser afiados), e que no gabinete encontram-se alguns sulcos (CUIDADO! As bordas internas também podem ser afiadas). Estes ganchos devem ser encaixados nestes sulcos.

Ganchos da tampa do gabinete - CUIDADO, podem ser afiados!
Ganchos da tampa do gabinete - CUIDADO, podem ser afiados!


Locais para encaixe da tampa do gabinete - CUIDADO, as bordas também podem ser afiadas!
Locais para encaixe da tampa do gabinete - CUIDADO, as bordas também podem ser afiadas!

Deite o gabinete. Em seguida, coloque a tampa sobre o gabinete, procurando alinhar os ganchos nos sulcos acima citados. Após isso, deslize a tampa sobre o gabinete. Fique atento para que haja o encaixe correto, pois se você encaixá-los de forma incorreta, a tampa empenará, e ficará torta. Após tudo estar devidamente em seu lugar, reinsira os parafusos novamente.

Tampa bem alinhada ao gabinete
Tampa bem alinhada ao gabinete


Pronto, você acabou de aprender como abrir seu gabinete de forma correta e segura! Não esqueça de deixar seu comentário! Veja algumas opções de gabinete bem em conta!

Fonte: Tecmundo

quinta-feira, 8 de setembro de 2011

Scan anti-malware para Twitter

Ferramenta permite verificar se posts, mensagens diretas e até perfis de usuários contém códigos maliciosos.
A empresa de segurança BitDefender lançou um software de segurança para o Twitter que é capaz de identificar quais conteúdos acessados pelo usuário podem ser considerados ameaças de segurança. O BitDefender Safego, atualmente em fase beta, possui um recurso chamado Contact Safety Rainbow que analisa sua lista de seguidores e dá aos usuários uma de quatro notas baseadas em cores para definir um grau de ameaça.

Qualquer seguidor que receber a cor vermelha é considerado altamente suspeito e pode ser uma fonte de malware, spam ou é qualificado como um perfil potencialmente usado para phishing.

Além disso, uma vez instalado o utilitário, ele irá continuar a análise da sua conta e notificar através de mensagens diretas (DMs) a respeito de quaisquer ameaças novas. Entretanto, uma ferramenta chamada Scan on Demand também pode conferir um perfil antes que o usuário comece a segui-lo.

O BitDefender Safego também pode verificar se existe spam em DMs e links maliciosos, assim como em mensagens que foram enviadas sem a autorização do dono do perfil caso a conta tenha sido prejudicada.

A versão anterior do software já havia sido lançada para Facebook, e chegou agora para o serviço de microblogs. O BitDefender Safego para Twitter é gratuito e pode ser baixado a partir de um site exclusivo da empresa para o serviço.

Fonte: IDG Now!

quarta-feira, 7 de setembro de 2011

Hacker diz que criou certificados falsos do Google

Comodohacker
Um usuário iraniano relatou em um dos fóruns de ajuda do Google que recebeu o aviso de certificado inválido ao tentar fazer login no seu Gmail. Essa descoberta acabou ocasionando uma atualização geral dos navegadores e sistemas, para revogar a validade dos certificados emitidos pelo responsável por esse certificado, a holandesa DigiNotar. Até o dia 6 de setembro, no entanto, não se sabia como esses certificados haviam sido emitidos.

Mas um hacker conhecido apenas como Comodohacker finalmente assumiu a autoria do ataque nessa quarta-feira. Ele diz que invadiu servidores da DigiNotar e emitiu diversos certificados entre os meses de junho e julho desse ano, mas somente no final de agosto ele foi encontrado.

Na semana passada, a DigiNotar admitiu que seus servidores foram invadidos, mas só depois revelou ao menos parte da extensão do ataque. Eles avisam que seus registros de emissão de certificados foram alterados, portanto não há como saber quantas empresas ou domínios ao certo podem ser afetados. Mas dentre essas empresas, a DigiNotar confirmou emissão de certificados nos nomes da Microsoft, Google, Skype, Mozilla e até AOL.

No seu texto, publicado no site pastebin.com, o hacker revela uma motivação polítitica para o ataque à DigiNotar. Já em outro ele diz que também conseguiu fazer a engenharia reversa do sistema de Windows Update da Microsoft e, com a ajuda do certificado emitido em nome da empresa, poderia liberar um pacote de atualização contendo quaisquer arquivos que ele bem entendesse.

Além disso, como prova de que ele tem o certificado SSL para o domínio .google.com, o hacker também liberou uma versão da calculadora do Windows modificada para essa assinatura digital.

A DigiNotar, que tem laços com o governo holandês, acabou tendo sua confiança revogada nas atualizações dos navegadores Chrome, Firefox, Internet Explorer e Safari. Isso quer dizer que nenhum site que tenha um certificado emitido pela empresa será considerado seguro pelos browsers.

Fonte: Cnet

Qual é o melhor: Samsung Galaxy S II ou Motorola Atrix?

Comparação de smartphone
A batalha entre os smartphones são sempre muito acirradas, por conta disto a tarefa de escolher um smartphone torna muito difícil, com muitas dúvidas a respeito do custo-benefício entre dois, três... gadgets eleitos para nossa suposta compra. Se você estiver na dúvida entre Samsung Galaxy S II e Motorola Atrix, tenho certeza que essa postagem poderá lhe ajudar muito. Ela tem por objetivo pegar as características que de cada aparelho e colocar em comparação:

Design
O Atrix é arredondado, com uma traseira estampada e tela com vidro de Gorilla Glass. Muito elegante, mas um pouco desajeitado, além de se parecer um pouco com o Defy. Ele não deixa de ser um modelo muito bonito, mas quando colocado ao lado do Galaxy S II, perde um pouco do brilho.

Possui conexões microHDMI e microUSB, botão de energia, entrada para fone, botões de volume, câmera com flash de LED duplo. Na tela ficam quatro botões de toque padrões do Android: menu, home, voltar e pesquisar.

Já o S II impressiona só de olhar. Ele é fino, esguio e leve. Visual um pouco quadrado, mas com cantos arredondados, sua traseira tem uma textura e uma ligeira elevação embaixo para melhorar a pegada. Temos conexão microUSB, entrada padrão para fones, botão de energia e de volume e espaço para pendurar chaveiro. Atrás ficam a câmera e flash de LED. Na frente ficam os dois botões de toque padrão do Android – menu e voltar – e um físico que faz o papel de home. VENCEDOR: Galaxy S II

Tela
Aqui quase temos um empate, já que há uma vantagem em cada aparelho. No caso do Atrix, sua definição é melhor, pois possui mais pixels na tela. Porém, a tela do Galaxy S II possui a tecnologia Super AMOLED Plus – sim, é uma evolução da já escalafobética Super AMOLED –, com cores incríveis, brilhantes e chocantes.

Então, mesmo com a melhor definição do Atrix, a tela super “amolédica” do S II é mais colorida e mais brilhante, com melhor contraste. Além disso, o Galaxy tem uma tela de 4,27 polegadas, versus 4 polegadas do Atrix, mesmo não parecendo muito. Pode ser pouco, mas faz alguma diferença. As duas são wide, ótimas para ver filmes. VENCEDOR: Galaxy S II

Sistema operacional
O Motorola Atrix vem com a versão 2.2.2 do Android, mas a empresa já prometeu o update para o 2.3. O S II já vem com a versão 2.3.3, mas a interface da Samsung é muito mais “mexida” do que a do Atrix. A Motorola, por tradição, não costuma mexer muito na interface do Android, deixando-o mais parecido com a versão original da Google, elegante e sóbria. A cara da Samsung é mais colorida, mais “lúdica”, mais brincalhona, tudo para aproveitar a tela de SAP – vamos abreviar, né? VENCEDOR: Galaxy S II

Usabilidade
A usabilidade é uma coisa muito pessoal, vai de quem mexe com os aparelhos e escolhe o que melhor lhe agradou. No caso do S II, a Samsung deixa mais fácil ao usuário se acostumar com o sistema, enquanto que o Atrix é mais para quem gosta de fuçar no celular, geeks. O S II possui muitas e muitas configurações, muita personalização, enquanto que o Atrix é mais conciso.

Na verdade, ficamos aqui com um empate pois, como eu disse, vai do gosto de cada um. Eu mexi nos dois aparelhos e me senti muito confortável com ambos e por isso não posso reclamar. VENCEDOR: Empate

Hardware e processamento

VisãoMais um empate. O Atrix possui um poderoso processador de 1GHz Tegra 2 que se deu muito bem em todos os testes com internet, navegação, filmes, jogos e outros. O S II vem com um processador um pouco maior, de 1,2GHz. Praticamente o mesmo desempenho, ainda mais se percebermos que os dois têm 1GB de memória RAM.

Ficam tão próximos que não é possível perceber diferenças no desempenho. Os dois voam baixo no processamento, ficando entre os mais poderosos do mercado, e por isso aqui fica um empate.

Entre os detalhes do Atrix está o botão especial de destravamento de tela, que possui leitura biométrica, funcionando muito bem. Já o S II possui interações especiais com dois dedos na tela que aproximam fotos, navegam por janelas, entre outros. VENCEDOR: Empate

Câmera
Muitos não gostam dos produtos da Motorola, mas não tem como elogiar muito a câmera deles. Ainda mais quando a colocamos do lado da do S II, que é de ótima qualidade. Esse útil traz um sensor de 8MP e flash de LED, contra 5MP e flash de LED duplo no Atrix. Não há botão dedicado no Samsung, o foco – que pode ser direcionado com o dedo – e a foto são feitos direto na tela. O Atrix também não traz botão físico para câmera, mas possui muitos ajustes, filtros e configurações, mas a qualidade acaba sendo inferior à do S II.

Ainda na câmera, temos o vídeo. O Galaxy S II faz vídeos em Full-HD – com qualidade interessante –, enquanto que o Atrix vai apenas até o HD normal, 720p. A qualidade dos vídeos do Atrix também é boa, mas não como a do S II. VENCEDOR: Galaxy S II

Acessórios
Nessa podemos dizer que o Atrix vence folgado. Não que não existam acessórios para o S II, mas é que o Atrix já vêm com alguns muito importantes na caixa. Enquanto que o S II só traz o fone de ouvido intra-auricular, o Atrix traz fone de ouvido comum, o dock multimídia e controle remoto, que é extremamente útil.

Esse dock possui conexão microHDMI, três conexões USB, entrada para fonte de energia e também para fone de ouvido. O equipamento permite que o Atrix seja ligado à TV e utilizado normalmente, como um computador, através do aplicativo Webtop.

Para o S II já existem docks, capinhas, carregadores de viagens, mas nenhum deles vêm na caixa. Além disso, o Atrix possui um dos acessórios mais legais possíveis para um smartphone: com o mesmo aplicativo Webtop você pode utilizar o Lapdock Motorola, uma espécie de netbook sem cérebro que funciona apenas quando o Atrix está acoplado nele. É possível acessar todos os aplicativos e arquivos do Atrix através de uma tela maior e com teclado QWERTY completo. VENCEDOR: Atrix

Aplicativos
Ambos funcionam com mo Android Market, então possuem o menos número de aplicativos disponíveis. O Galaxy S II ganha pelo que já traz em sua memória. No Atrix temos alarme, gerenciador de arquivos, o Webtop para conexão no dock, DLNA para conexão em outros aparelhos eletrônicos, música, gerenciador de tarefas, o app QIK para streaming de vídeo… nada muito diferente.

No S II encontramos um editor de imagens, um criador de vídeos para editar vídeos de forma simples e o trio Hub da Samsung. No Game Hub você baixa jogos especiais e complexos; no Readers Hub você pode comprar livros da Kobo e assinar jornais; e no Social Hub temos um app que junta redes sociais, que nem o Motoblur – presente no Atrix – mas cheio de opções de compartilhamento e edição. Também já estão instalados aplicativos da Livraria Cultura, da Folha e notícias e clima. VENCEDOR: Galaxy S II

Música e mídia

Espessura doSamsung Galaxy S II e Motorola Atrix Mesmo vindo apenas com fones normais, o Atrix ganha a parada. Isso porque ele já vem com a conexão microHDMI – junto com cabo na caixa, muito útil – que serve para plugá-lo na TV ou em monitores para ver filmes em alta definição (Full-HD, 1080p). Com o controle remoto então, fica melhor ainda.

Já o S II se conecta sem fio a equipamentos eletrônicos e também reproduz vídeos em Full-HD, mas não possui uma entrada HDMI nativa. Através da conexão microUSB é possível conectar um cabo que o transforma em HDMI, mas este precisa ser adquirido separadamente. Como isso vem incluído – e fácil – no Atrix, ele sai ganhando. VENCEDOR: Atrix

Bateria e armazenamento
Tanto o S II como o Atrix duram mais ou menos 11 horas com uso moderado, um bom número. Os dois também vêm com 16GB de espaço interno, que podem ser expandidos em mais 32GB com a inserção de um cartão microSD. São 48GB! E um empate! VENCEDOR: Empate

Resultado, preço, e para quem é cada um

PLACAR FINAL: Galaxy S II 8 × 5 Motorola Atrix

Uma grande vitória do Galaxy S II sobre o Atrix. Ele é realmente um aparelho melhor do que o smart da Mororola, mas isso não significa que você tenha que optar por ele. Há características no Atrix que podem ser muito importantes pra você, e aí não fará diferença quem ganhou o placar.

Mesmo com a supremacia, o Galaxy S II não tem conexão HDMI, não possui um lapdock e nem um dock – incluso – e também não vem com aplicativo específico para navegar com o aparelho em telas maiores, como TVs. Ou seja, se o seu negócio é um celular para conectar na TV ou para ser utilizado em telas maiores, o Atrix é uma pedida bem mais inteligente.

Já se você não tem problemas em gastar todo um salário em um pequeno aparelho que pode ser roubado a qualquer instante, quer estar na crista da onda com os melhores aparelhos e tecnologias mais espertas, prefira o Galaxy S II. Viciados em smartphone ficarão mais felizes com o Galaxy, e os viciados em Android se divertirão com o Atrix.

Prós do Galaxy S II:
• Tela luminosa e colorida;
• Câmera de ótima qualidade, com filmagem em Full HD;
• Funções através de gestos com o aparelho;

Contras do Galaxy S II:
• Valor alto;
• Disponível apenas em versões com 16GB de espaço;
• Faltou uma conexão HDMI;

Samsung Galaxy S II
Preço aqui!

Prós do Atrix:
• Leitura biométrica;
• Dock multimídia para navegar pela HDTV;
• Processamento e tela maravilhosos;

Contras do Atrix:
• Fonte do dock é gigante;
• Lapdock é caro;
• Apenas 1,5GB para aplicativos;

Motorola Atrix MB860
Preço aqui!

Fonte: IG Tecnologia

Twitter Delicious Facebook Digg Stumbleupon Favorites More

 
Powered by Blogger