terça-feira, 20 de setembro de 2011

Como instalar o Windows 8 em uma máquina virtual

Experimente o novo sistema da Microsoft sem precisar de um PC extra, e sem colocar em risco sua instalação do Windows 7.
Se você quer experimentar o Windows 8 Developer Preview, mas não quer ou pode instalá-lo em um HD ou partição separada. E nem pense em colocá-lo no mesmo HD ou partição que o Windows 7, pois este será “removido” durante a instalação. Mas existe uma outra opção! Você pode brincar com o novo sistema em uma máquina virtual, um “PC” dentro de seu PC, que pode ser facilmente removido depois que você saciar sua curiosidade, sem colocar seus arquivos em risco. Para isso vamos precisar de um software de virtualização.

Vamos usar o VirtualBox, que é gratuito e tem versões para Windows, Linux e Mac OS X. Instale o programa, e vamos começar a montar nosso “PC Virtual”.

Criando a máquina
Para começar, clique no botão Novo no canto superior esquerdo da janela do programa. Dê um nome para sua máquina virtual e selecione o Windows 7 como sistema operacional. Certifique-se de que sua escolha de sistema (32 ou 64 Bits) corresponde à versão do Windows 8 que você baixou. Dica: se o que você quer é brincar um pouco pegue a versão de 32-Bits, que é a menor (2.4 GB) e tem tudo o que você precisa.

Clique em Próximo, e você será levado a uma tela que pergunta quanta memória você quer dedicar à sua máquina virtual. A versão de 32-Bits do Windows 8 requer pelo menos 1 GB para rodar, e a de 64-Bit requer 2 GB, mas quanto mais, melhor ele vai rodar. Só não exagere: a dica aqui é dar à máquina virtual no máximo um terço da quantidade de RAM que está instalada em seu PC. Se seu micro tem 4 GB de RAM, dê 1 GB (1024 MB) para a máquina virtual. Se tem 6 GB, dê 2 GB (2048 MB). Clique em Próximo.

Deixe as opções em Disco Rígido Virtual e Criar novo Disco Virtual como estão clicando em Próximo. Agora você pode escolher se quer que o HD de seu PC Virtual será Dinamicamente alocado ou se terá Tamanho Fixo. Recomendamos a primeira opção. Na tela seguinte, certifique-se de que o “HD” tem pelo menos 16 GB se você estiver instalando a versão de 32-Bit do Windows 8, ou 20 GB para a versão de 64-Bit. Clique em Próximo e em Criar para criar sua máquina virtual.

Como instalar o Windows 8 em uma máquina virtual
Seu "PC" aparecerá na lista de máquinas virtuais na janela principal do VirtualBox

Ajustes finais
Seu novo “PC” irá aparecer na lista de máquinas disponíveis na janela principal do Virtual Box. Selecione-o e clique no botão Configurações. Se seu processador tiver suporte à virtualização, você poderá dar ao PC virtual acesso a núcleos adicionais no item Processador dentro do submenu Sistema.

Clique no submenu Armazenamento e no item Vazio sob Controladora IDE. Clique no pequeno ícone de um CD ao lado do menu Drive de CD/DVD, e selecione a opção Selecione um arquivo de CD/DVD virtual. Indique o arquivo ISO de instalação do Windows 8 que você baixou. Agora clique no botão OK.

Cruze os dedos e clique no botão Iniciar para “ligar” seu PC virtual pela primeira vez. O VirtualBox irá “dar boot” e carregar o instalador do Windows 8, que é bem similar ao do Windows 7. Siga as instruções na tela, e em poucos minutos você estará brincando com a interface do novo sistema. Divirta-se!

Fonte: PC World

segunda-feira, 19 de setembro de 2011

Perfil nas redes sociais influencia avaliação profissional

As redes sociais podem ser um atalho para uma vaga no mercado de trabalho, mas é preciso cuidado com o que se publica.
Está quase todo mundo conectado nas redes sociais, mas você sabe o que deve ser evitado dentro da internet? Esta postagem mostra os riscos e as armadilhas das redes e como o seu perfil pode ter influência na hora de conseguir ou manter um emprego. Todo mundo sabe que as redes sociais são populares. Elas reúnem amigos, colegas de trabalho e contatos profissionais.

O que a maioria das pessoas não se dá conta é que o modo como se comporta nas redes sociais pode aumentar as chances de conseguir uma contratação no mundo lá fora. Dependendo do que se expõe nas redes, pode também prejudicar profissionalmente.

Uma pesquisa feita por uma das maiores consultorias de recrutamento de pessoal do mundo, com 210 executivos brasileiros, mostrou que 83% deles acreditam que o perfil dos candidatos nas redes sociais influencia na hora de fazer uma avaliação do profissional.

Ao todo, 44% dos entrevistados disseram que um perfil negativo pode ser suficiente para desclassificar um candidato em fase de seleção. Apenas 39% dos executivos disseram que conversariam com um candidato mesmo se ele tiver um perfil considerado ruim na internet.

Veja dicas para usar as redes sociais a seu favor no mercado de trabalho:

10 dicas para usar as redes sociais no trabalho



Fonte: G1- Bom Dia Brasil

domingo, 18 de setembro de 2011

Gears of War 3

Game se sai bem ao investir em modo cooperativo para 4 jogadores e novidades no multiplayer, além de caprichar na narrativa. Título chega ao Brasil em 20/09/2011.
É difícil imaginar que já se passaram cinco anos desde que o primeiro “Gears of War” foi lançado para Xbox 360, menos de um ano após a chegada do console da Microsoft ao mercado. E apesar de a série certamente ter amadurecido de várias maneiras durante esse tempo, ela não passou necessariamente por nenhum tipo de reinvenção de grande porte. No entanto isso não é algo inteiramente negativo.

Em vez de tentar colocar diversas mudanças que não pertencem à fórmula, a produtora Epic Games manteve sua franquia de ficção científica atual e interessante ao introduzir gradualmente novos recursos, ideias e melhorias que só tem a acrescentar à experiência de “Gears”. Ao fazer isso, eles preservaram a essência do que tornou sua franquia tão reverenciada, enquanto não deixaram que o novo game pareça apenas mais uma sequência preguiçosa.

“Gears of War 3” também se mantém fiel a sua filosofia. Apesar de algumas vezes parecer mais uma continuação dos jogos anteriores, ainda é uma experiência de ação muito mais refinada do que seus antecessores – e faz valer a pena conferir esse último capítulo da trilogia.

Mas “Gears 3” não é inteiramente destituído de novos recursos. Provavelmente a mudança mais notável introduzida no game é a adição do modo cooperativo para quatro jogadores. Jogar a história principal com até outros três jogadores não apenas torna a campanha mais divertida, como também permite mais oportunidades estratégicas.

Gears of War 3

A inclusão do modo para quatro jogadores também tem efeito na narrativa de “Gears of War 3”. Ao longo da campanha, um grupo de personagens terá realizar uma missão, enquanto outro terá de fazer uma tarefa completamente separada, muitas vezes localizada em um lugar inteiramente diferente no mundo do game.

Os caminhos desses diferentes grupos se cruzarão por várias vezes, o que faz com que o game frequentemente mude sua perspectiva para que você experimente eventos separados acontecendo ao mesmo tempo. Essas missões paralelas ajudam a dar um sentimento muito mais épico a esse confronto final entre os heróis humanos de “Gears” e seus inimigos Locusts.

Mas é uma pena que não é gasto mais tempo no desenvolvimento dos novos personagens de “Gears of War 3”. Existem muitas caras novas, mas suas histórias de fundo não são nem de perto tão desenvolvidas quanto as personagens regulares na série, como Marcus Fenix, Dominic Santiago e o resto da equipe “original” da Delta Squad. O resultado é uma história instável em que momentos memoráveis são ofuscados por cenas que te deixarão coçando a cabeça.
Gears of War 3

Também há alguns momentos emocionantes na trama de “Gears 3”, que é algo que a franquia havia explorado apenas de maneira mais leve anteriormente. Sem contar exatamente o que acontece, há alguns eventos inesperados ao longo da campanha. E mesmo que alguns desses momentos delicados pareçam um pouco estranhos e forçados no meio da carnificina e caos intermináveis, os riscos que os roteiristas de “Gears” aceitaram tornam essa a história mais forte da série até o momento.

E apesar de a experiência single-player do game ser deficiente em alguns aspectos, o mesmo não pode ser dito do seu robusto modo multiplayer. Na verdade, a experiência multiplayer é tremendamente satisfatória de modo geral. Favoritos da série como o retorno do modo de sobrevivência Horde, de “Gears 2” – que volta com melhorias notáveis como defesas e truques, como cercas de arame farpado que diminuem o ritmo das tropas inimigas.

No entanto, um dos modos mais excitantes de “Gears of War 3” é algo inteiramente novo: o modo Beast. Na superfície, é uma inversão do modo Horde em que você pode jogar como os caras malvados – a horda Locust – em vez de assumir o papel de Marcus e companhia. Mas é muito mais profundo uma vez que se torna uma corrida contra o relógio para destruir seus alvos humanos o mais rápido possível para adicionar tempo ao relógio, ao contrário do modo Horde, em que seu objetivo é ficar vivo o máximo de tempo possível.

Gears of War 3

Jogar como cada um dos diferentes personagens Locust também é algo diferente, já que algumas das classes mais volumosas se movem pelo campo de batalha de modo lento e dependem de poderosos ataques melee para derrotar os oponentes. Outros monstros como os Tickers ajudam seus companheiros monstruosos ao destruir barricadas e outras defesas. Há ainda uma centopéia gigante (chamada “Serapede”) que pode se mover rapidamente pelo mapa e só pode ser ferida por meio de ataques à sua cauda luminosa.

Mesmo que você só jogue a campanha de “Gears 3” e nunca mais volte a jogá-la, existem modos multiplayer e itens destraváveis suficientes para te manter ocupado por meses após o lançamento do título. O modo multiplayer de “Gears” já foi criticado no passado por ser algo raso que não compete com outros jogos de tiro, e os desenvolvedores fizeram um trabalho louvável em renová-lo de verdade dessa vez.

Gears of War 3

No final das contas, o fim da história de “Gears of War” finalmente está aqui. E mesmo que a fórmula da franquia não tenha sido realmente alterada, quem se importa? “Gears 3” não deixar de ser o título mais bem finalizado e satisfatório da série, e apresenta ideias novas o bastante para tornar mais do que válido jogar essa aguardada conclusão da história.

Fonte: PC World Games

sábado, 17 de setembro de 2011

Adriana Lima é a brasileira mais perigosa da web em 2011

Adriana Lima, modelo da Victoria’s Secret.
A modelo Adriana Lima, uma das angels da Victoria's Secret, é a celebridade brasileira "mais perigosa" da web em 2011, segundo ranking mundial divulgado nesta quinta-feira pela McAfee, empresa de segurança na internet. A lista apresenta nomes de estrelas internacionais que costumam ser usados como isca para sites que instalam malwares nos computadores dos usuários que fazem buscas por informações, imagens e vídeos de seus ídolos.

Quem pesquisa pela medalha de ouro da lista, Heidi Klum, por exemplo, tem quase 10% de chance de cair em uma página de conteúdo mal-intencionado. A ex-modelo da Victoria's Secret, mulher do cantor Seal e atual produtora do programa Project Runaway, hoje a primeira colocada na lista, estava em décimo lugar no ranking do ano passado.

Já a brasileira, que é garota-propaganda da famosa marca de lingeries, ocupava a sexta posição da lista em 2010, lugar ocupado em 2011 por Mila Kunis, atriz conhecida pela série That 70's Show e pela participação no filme Cisne Negro.

Adriana Lima, modelo da Victoria’s Secret
Adriana Lima, modelo da Victoria’s Secret desde 2000, caiu da sexta para a oitava colocação, o que significa que buscar por informações, fotos e vídeos da bela está menos perigoso


Confira abaixo a lista das 12 celebridades "mais perigosas" da web em 2011:

1. Heidi Klum - ex-modelo da Victoria's Secret e produtora do Runaway Project pulou da 10ª colocação em 2010 para o primeiro lugar em 2011.

2. Cameron Diaz - atriz era a celebridade "mais perigosa" de 2010, mas os riscos de buscar seu nome na internet baixaram e a protagonista de Professora Sem Classe acabou com a segunda colocação neste ano.

3. Piers Morgan - o apresentador de Piers Morgan Tonight e jurado do America's Got Talent, novo na lista, ocupa a terceira colocação geral e encabeça a lista das celebridades masculinas.

4. Jessica Biel - a atriz e modelo, que já foi primeira da lista em 2009, fica com a quarta colocação entre as "mais perigosas" da web neste ano, atraindo os holofotes por causa do conturbado relacionamento com o cantor Justin Timberlake e por sua participação no filme Esquadrão Classe A.

5. Katherine Heigl - a atriz conhecida pela residente Izzie, de Grey's Anatomy, aparece na lista pela primeira vez, na quinta colocação.

6. Mila Kunis - depois de estrelar como protagonista em Amizade Colorida, de 2011, e como coadjuvante em Cisne Negro, de 2010, a atriz também é estreante no ranking de celebridades "mais perigosas" do mundo, e chega ocupando o sexto lugar.

7. Anna Paquin - a canadense é a atriz principal de True Blood, e inspira na internet o mesmo perigo que na telinha, ficando com a sétima posição no ranking da McAfee.

8. Adriana Lima - modelo da Victoria's Secret desde 2000, a brasileira caiu da sexta para a oitava colocação, o que significa que buscar por informações, fotos e vídeos da bela está menos perigoso.

9. Scarlett Johansson - a atriz é outra das que aparecem na lista pela primeira vez, a princípio porque foi indicada a Gata do Ano em 2010 pela revista GQ Magazine e por participar de Homem de Ferro 2 - o ranking não considera o burburinho com divulgação de fotos suas nuas.

10. Emma Stone - a atriz entra na lista pela primeira vez após o sucesso dos filmes A Mentira, de 2010, e Histórias Cruzadas e Amor a Toda Prova, de 2011.

11. Brad Pitt - o ator é o segundo homem "mais perigoso" da web em 2011, e aparece no ranking pela quarta vez seguida.

12. Rachel McAdams - a atriz de Meia Noite em Paris e Uma Manhã Gloriosa estreia no ranking da McAfee empatada na décima colocação com Emma Stone e Brad Pitt.

Fonte: Terra Tecnologia

sexta-feira, 16 de setembro de 2011

Windows é o passado, não o futuro

A Microsoft finalmente percebeu que o Windows não é o futuro.
Quando você pensa na Microsoft, pensa no Windows. Durante muito tempo isso foi algo bom. No entanto, nos últimos anos essa correlação com o sistema tem atrasado a companhia, impedindo sua chegada à mercados de alto crescimento. Mas temos sinais de que a fabricante finalmente está reconhecendo que seu futuro não está no Windows. O CEO da empresa, Steve Ballmer, disse repetidamente que o futuro da Microsoft está ligado ao Windows. Durante a conferência Microsoft Worldwide Partner, em julho.

Ele foi muito claro sobre isso, dizendo durante seu discurso de abertura que “o Windows é o produto de sustentação da Microsoft. PCs com Windows, telefones com Windows, tablets Windows. Windows, Windows, Windows, Windows, Windows.”

O Windows certamente foi bom para a Microsoft, e ainda vai gerar muito dinheiro para a companhia em um futuro próximo. Mas não é um negócio de alto crescimento. É o passado, não o futuro. O crescimento real está em outro lugar – em smartphones, por exemplo. E aí, o uso da marca Windows é ruim para a companhia. A consultoria Gartner descobriu que o Windows Phone 7 sofre da síndrome “seu pai usa”: para as pessoas mais jovens, a percepção de que seus pais usam um telefone da Microsoft no trabalho torna-os menos propensos a comprá-lo.

Depender do Windows como seu sistema operacional para tablets também é um atrasado para a Microsoft, porque ela precisa esperar pelo lançamento do Windows 8 para que tablets sérios sejam fabricados. Até lá, o Android, da Google, e o iPad, da Apple, já terão dominado o mercado.

Se for preciso mais evidências para provar que o Windows é o passado, dê uma olhada nos rendimentos trimestrais mais recentes da companhia. A Microsoft teve um período de crescimento, mesmo com as vendas do Windows tendo caído 1% pelo segundo semestre consecutivo. Um ponto bem interessante foram as receitas vindas do console Xbox 360 e do seu acessório Kinect, cujas vendas cresceram 30% em relação ao trimestre anterior.

Apesar de todo o barulho de Ballmer sobre o Windows, a Microsoft claramente reconhece que precisa olhar de modo mais sério para as áreas de alto crescimento e não focar apenas no Windows. No mês passado, o executivo de comunicações corporativa da empresa, Frank Shaw, escreveu sobre como a empresa enxerga o mercado de entretenimento e TV.

Sistema operacional Windows ainda deve gerar muito dinheiro nos próximos anos, mas companhia tomou conhecimento que futuro pode estar no Xbox 360, no Bing e na nuvem.

Em um post intitulado “O Futuro da Sala de Estar”, ele escreveu que “a integração de produtos e serviços como Xbox, Kinect e Bing está no coração de nossa estratégia.” O executivo descreve um mundo em que você esses três elementos para interagir com sua TV e aparelhos de entretenimento usando gestos e controle por voz. O Windows não é mencionado uma única vez no post ou no vídeo que acompanha o texto.

Mais recentemente, a Microsoft lançou uma forte blitz para fazer os consumidores se inscreverem em seu serviço baseado na nuvem Microsoft Dynamics CRM Online, oferecendo 150 dólares por cabeça para quem mudasse de empresas rivais como Oracle, Salesforce.com e SAP. E a Microsoft reconhece a importância da nuvem: em um post anunciando esse plano, a fabricante do Windows citou uma previsão da consultoria Forrester Research de que o mercado global de computação na nuvem crescerá de US$ 40,7 bilhões em 2011 para mais de US$ 241 bilhões em 2020.

Isso tudo significa que a Microsoft está abandonando o Windows? Certamente não. Existem bilhões de dólares a serem feitos com o sistema ainda, e a Microsoft não deixará isso de lado. Mas a companhia finalmente parece estar reconhecendo, ainda que lentamente, que é um erro manter o Windows como seu produto principal. Ela pode finalmente estar se libertando do Windows e isso é algo bom para qualquer um que se importa com o futuro da companhia.

Fonte: IDG Now!

quinta-feira, 15 de setembro de 2011

Samsung Galaxy Tab 10.1

Com apenas 8.6 mm de espessura, tablet mais fino do mercado tem excelente autonomia de bateria, bom desempenho e traz sistema e aplicativos otimizados.
Talvez você não se lembre, mas a Samsung foi a primeira fabricante a lançar um tablet no mercado nacional: seu Galaxy Tab (com tela de 7 polegadas) chegou às lojas em novembro do ano passado. Entretanto, apesar de alguns recursos de hardware interessantes como um sintonizador de TV Digital e Analógica. Ele sofria com a falta de software otimizado para o formato.

O sistema operacional Android 2.2 era o mesmo dos smartphones, e fora alguns apps pré-instalados não havia quase nada que tirasse proveito da alta resolução (1024 x 600 pixels) da tela. A sensação era de que ele não passava de um “smartphone gigante”.

Mas o mundo da tecnologia progride a passos largos. Em menos de um ano a Google lançou uma nova versão do Android (a série 3.x, codinome “Honeycomb”), otimizada para tablets e adotada por vários fabricantes. Entre eles a Samsung, que anunciou em fevereiro deste ano um novo Galaxy Tab com tela de 10.1 polegadas.

Samsung Galaxy Tab 10.1
Galaxy Tab 10.1: Android 3.1 e tela widescreen de 10.1 polegadas


Batizado de Galaxy Tab 10.1, o novo tablet já está à venda no Brasil há cerca de um mês, inicialmente nas lojas da operadora Vivo em versão com 3G integrado. Com hardware aprimorado e software “sob medida” para o formato, será que o “Tab” tem o que é necessário para conquistar um espaço entre concorrentes como o iPad 2 e outros tablets Android com hardware similar?

Hardware

Com 8,6 mm de espessura, o Galaxy Tab 10.1 é o tablet mais fino do mercado, 0,2 mm mais fino que o iPad 2, embora eu duvide que alguém vá notar a diferença no dia-a-dia. Ele também é 42 gramas mais leve que seu concorrente direto (são 565 gramas no total), embora seja mais largo (25,6 cm) para acomodar a tela de 10.1 polegadas com proporção widescreen que lhe dá o nome.

O design não foge muito do comum encontrado em outros tablets no mercado: frente preta com borda prateada. O modelo testado tem a traseira branca, lembrando o primeiro Tab. Todos os botões (liga/desliga e volume) ficam na borda superior, junto com o slot para o SIM Card e o conector para fones de ouvido. Na borda inferior fica o conector de expansão, usando para carregar o aparelho e conectá-lo ao PC ou a acessórios. Assim como os outros tablets Honeycomb no mercado, o Galaxy Tab 10.1 foi feito para ser usado “na horizontal”.

Parte traseira do Samsung Galaxy Tab 10.1
Traseira branca lembra o primeiro Galaxy Tab. Câmera fica na parte prateada no topo

Por dentro ele usa os mesmos componentes que o Motorola Xoom, ASUS Eee Pad Transformer e outros tablets Honeycomb no mercado: um processador dual-core Nvidia Tegra2 de 1 GHz com 1 GB de RAM. Há 16 GB de memória flash interna para armazenamento de fotos, músicas e vídeos, mas não há um slot para expansão com cartões microSD, disponível em concorrentes como o Xoom e o Transformer.

São duas câmeras, uma traseira de 3.1 MP (com flash) e uma frontal de 2 MP para videochamadas. Não há portas USB, slot para cartões de memória nem saída HDMI para ligação a TVs de alta-definição, embora a Samsung ofereça acessórios opcionais para cada caso.

Além das interfaces Wi-Fi e Bluetooth, o Galaxy Tab 10.1 também tem 3G integrado. Mas ao contrário de seu irmão mais velho, o Galaxy Tab de 7 polegadas, o novo Tab não é capaz de fazer chamadas, embora seja capaz de enviar e receber mensagens SMS. Outro recurso que desapareceu na nova geração foi o sintonizador de TV (Digital e Analógica), algo que também aconteceu na transição entre o Galaxy S e o Galaxy S II.

Nos benchmarks o Samsung Galaxy Tab 10.1 teve o mesmo desempenho que outros tablets “Honeycomb” do mercado, como o Motorola Xoom ou o ASUS Eee Pad Transformer. É o esperado, já que o hardware é exatamente o mesmo.


Câmera

Considerando a resolução da câmera, teoricamente o Galaxy Tab 10.1 estaria em desvantagem em relação aos outros tablets Honeycomb, equipados com câmeras traseiras de 5 MP. Mas na prática o resultado é outro: as imagens, mesmo feitas em ambientes internos sob luz artificial, tem cores naturais, boa exposição e agradam, embora o algoritmo de redução de ruído tenha tendência a ser um tanto agressivo e borrar os detalhes mais finos.

Já nos vídeos o resultado é bem pior. Apesar do tablet gravar em “HD” (1280 x 720 pixels, 30 quadros por segundo) imagens feitas em ambientes internos, mesmo bem iluminados, tem ruído excessivo, e ganham a aparência de “TV com chuvisco”. Para gravar em locais com pouca luz é possível usar o flash da câmera como uma “lanterna”, embora ele tenha baixa potência e um alcance limitado.

Amostra de foto feita com o Galaxy Tab 10.1. Clique para ampliar

O software da câmera foi modificado pela Samsung, e traz recursos como controle manual de exposição, detecção de sorriso, fotografia panorâmica, temporizador e modos de cena. Um editor permite modificar as imagens, de simples recortes a ajustes de exposição e cor. Curiosamente, o editor de vídeos padrão do Honeycomb, encontrado em outros tablets, não estava instalado no Galaxy Tab 10.1.


Software

O Galaxy Tab 10.1 roda o sistema operacional Android 3.1, ao qual a Samsung adicionou a interface Touchwiz, já conhecida dos usuários de smartphones da marca. Além de mudanças cosméticas (como novos ícones e fontes) há recursos bastante úteis, como atalhos para ligar ou desligar funções como Wi-Fi, Bluetooth e GPS integrados à área de notificação e uma “prateleira” com seis mini-aplicativos no rodapé da tela, que podem ser acessados a qualquer momento, de qualquer aplicativo.

Entre eles estão um gerenciador de tarefas (que permite fechar aplicativos que estejam em execução em segundo plano), calendário, relógio com hora mundial, bloco de notas, calculadora e media player. Eles rodam em uma janela sobre os outros aplicativos em execução, sem ocupar muito espaço, e são muito úteis quando você precisa fazer uma conta ou consulta rápida à sua agenda sem interromper as outras tarefas.

Calendário do Samsung Galaxy Tab 10.1
Mini-Apps, como o calendário, rodam "por cima" dos outros aplicativos

Como de praxe, a Samsung modificou o Music Player e o Reprodutor de Vídeos. O reprodutor de vídeos desapontou. Os aparelhos topo de linha da família Galaxy, como o Galaxy S e o Galaxy S II, tem a reputação de “toca tudo” pois trazem players próprios capazes de lidar com formatos de vídeo populares como DiVX e MKV sem a necessidade de conversão. Mas no Galaxy Tab 10.1 tive problemas para tocar vários clipes nestes formatos.

Depois da conversão para um formato compatível não há problemas para tocar clipes em resolução HD (720p). Ponto positivo: o player é capaz de reconhecer e usar legendas externas no formato .SRT.

Falando em filmes, o Galaxy Tab 10.1 vem com um aplicativo do Netmovies, que permite assistir a filmes e séries via streaming, com dois meses de acesso grátis. Infelizmente o catálogo desapontou: segundo a assessoria de imprensa do serviço são 4 mil títulos disponíveis, mas há poucos títulos recentes ou conhecidos. No gênero “Ação e Aventura”, por exemplo, há alguns filmes de Chuck Norris (“Força Delta”) e Jackie Chan (“Arrebentando em Nova York”), mas nada que tenha feito qualquer sucesso nos cinemas nos últimos 10 anos.

Aplicativo do Netmovies no Samsung Galaxy Tab 10.1
Catálogo da Netmovies: alguém aí quer assistir "Operação Dragão Gordo"?

A quantidade de conteúdo da Editora Abril também chamou a atenção. Há apps para nada menos do que seis revistas, além de um jornal (Folha de São Paulo). Mas se você espera ler a edição do mês da Super Interessante com o mesmo conforto e recursos de quem lê a Wired num iPad, pode tirar o cavalinho da chuva: os “aplicativos” são nada mais do que atalhos para os sites de cada publicação, com o mesmo conteúdo já disponível online, com pouca ou nenhuma modificação (às vezes, apenas na forma como ele é apresentado).

Em alguns casos é até uma desvantagem usar o aplicativo, como no caso da revista Época: comparados ao site, os artigos no “aplicativo” tem erros de formatação e algumas imagens e infográficos estão faltando.

A Samsung também inclui em seu tablet o pacote de escritório Polaris Office (que, além de editar arquivos do Microsoft Office também se integra ao Google Docs), o excelente leitor de feeds RSS Pulse, que se integra ao Google Reader, e uma versão de demonstração do jogo “Need for Speed: Shift HD”.

Bateria

No teste de bateria padrão em tablets consiste em colocar o brilho da tela em 50% e tocar um vídeo continuamente, enquanto o aparelho está conectado a uma rede Wi-Fi. Nesse perfil de uso o Galaxy Tab 10.1 surpreendeu, com uma autonomia estimada em pouco mais de 11 horas de uso. É tanto quanto um iPad 2, e mais que concorrentes como o Motorola Xoom (pouco mais de 8 horas e meia) ou o Eee Pad Transformer da ASUS (pouco mais de 9 horas). É o melhor resultado que já vimos em um tablet Android.

Na hora da recarga, o Galaxy Tab 10.1 tem o mesmo comportamento de outros tablets no mercado: ele não recarrega plugado a uma porta USB do computador, apenas usando o carregador incluso na embalagem.

Acessórios

Como já foi colocado, o Galaxy Tab 10.1 não tem portas USB, leitor de cartões de memória ou saída HDMI, embora estes recursos possam ser implementados com acessórios que a Samsung também está trazendo ao Brasil. Mas é melhor você preparar o bolso.

Para ligar o tablet a uma TV de alta-definição, por exemplo, é necessário desembolsar R$ 139,00 por um cabo HDMI. Quer ler cartões SD e pendrives? Pague mais R$ 99 pelo kit com dois adaptadores. Um carregador veicular sai por R$ 129, e uma simples capa de couro custará R$ 100.

A Samsung também trará ao mercado nacional um teclado (R$ 299) que possibilita transformar o Galaxy Tab 10.1 em um “netbook”, de forma similar ao Eee Pad Transformer da ASUS. Mas se a idéia é similar, a execução é diferente: o teclado da Samsung não tem o encaixe móvel, então não é possível fechar a tela sobre o teclado e colocar o conjunto na bolsa. Ele também não tem o trackpad, leitor de cartões nem a bateria extendida encontrados no produto da ASUS. É só um teclado, e nada mais.

Teclado para o Galaxy Tab 10.1
Teclado para o Galaxy Tab 10.1: sem trackpad ou bateria extra

A boa notícia é que você pode usar qualquer teclado Bluetooth com o Galaxy Tab: testei com o teclado sem fios de um Mac e não tive problemas. Infelizmente não tive a mesma sorte com um mouse: até consegui “parear” ele com o tablet, mas o cursor na tela (como visto no Eee Pad Transformer) nunca apareceu.

Veredito

Apesar de ter o mesmo hardware que seus concorrentes, o Samsung Galaxy Tab 10.1 consegue de destacar pelo design ultrafino e pelas modificações feitas pela fabricante no sistema operacional, que o tornam mais fácil e agradável de usar.



Fonte: PC World

quarta-feira, 14 de setembro de 2011

Windows 8 tem o lançamento previsto para o fim de 2012

O Windows 8 é o primeiro da empresa projetado para tablets, além de computadores.
O Windows 8 é visto como a aposta da Microsoft para entrar pra valer no mercado de tablets, dominado pelo iPad. Já existem alguns tablets com o sistema Windows 7. Entretanto, esse sistema não foi projetado para tablets, o que limita muito sua utlização nesse tipo de equipamento. O Windows 7 roda apenas em chips com arquitetura x86, fabricados principalmente pela Intel.

Mas quase todos os tablets do mercado têm chips com outra arquitetura, a ARM. Esse é mais um motivo para a pequena presença do Windows em tablets. Para resolver esse problema, o Windows 8 também rodará em chips ARM.

Com lançamento previsto para o fim de 2012, sistema é o primeiro da empresa projetado para tablets, além de computadores


Metro tem visual arrojado

A novidade mais visível do Windows 8 é a interface, batizada de Metro. Ela é completamente diferente do visual do Windows 7 e se parece mais com a interface do Windows Phone 7, sistema para celulares da empresa. Nessa interface, os programas são agrupados em blocos retangulares, chamados de "tiles" pela Microsoft. Segundo a empresa, a interface Metro é eficiente tanto para uso com os dedos quanto para interação por meio de mouse e teclado.

O Windows 8 terá também uma loja de aplicativos, de conceito similar às lojas do iPhone e do Android. Segundo a Microsoft, o sistema permitirá a comunicação entre aplicativos. Com isso, deve ser possível editar ou transferir facilmente entre aplicativos. O Windows 8 também terá um boot mais rápido. Em vídeo recente, a Microsoft demonstrou um aparelho iniciado em menos de 10 segundos.

Fonte: IG Tecnologia

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