quarta-feira, 28 de setembro de 2011

Brasil em alta na competitividade no setor de TI

Brasil tecnológico.
O Brasil deixou de ser o país apenas do futebol, carnaval e do Pelé, uma República da Banana, somos muito mais do que isso, agora é também dominamos o setor de tecnologia. O Brasil subiu uma posição no ranking que avalia a competitividade no setor de tecnologia da informação de 66 países. A pesquisa, feita pelo Economist Intelligence Unit e pela Business Software Alliance (BSA), foi divulgada nesta terça-feira (27/09/2011).

De acordo com a organização do estudo, a melhora no desempenho do país foi puxada pelo bom ambiente de negócios, pelo número de estudantes e empregos em TI e pelas melhoras no ambiente jurídico. Apesar disso, o país perde pontos por tributação excessiva e baixa penetração de PCs e banda larga.

Nesta edição do estudo, o Brasil subiu para o 39º lugar geral, à frente de países com o México, a Argentina e a Colômbia. Desde a primeira realização do ranking, em 2007, o Brasil já subiu quatro posições, a última lista foi divulgada em 2009.

Entre os países que mais posições subiram, destacam-se a Índia, que subiu dez posições, a Malásia, o Cingapura, a Alemanha, o México e a Polônia. Os primeiros cinco países do ranking são Estados Unidos, Finlândia, Cingapura, Suécia e Reino Unido.

O estudo avalia as condições de 66 países em seis fatores considerados "fundamentais" para a competitividade no setor de tecnologia da informação: o ambiente de negócios, a infraestrutura de TI, o capital humano, ambiente de pesquisa e desenvolvimento, ambiente jurídico e suporte ao desenvolvimento do setor.

"De forma geral, as superpotências de TI já estabelecidas em nível global estão mantendo sua força, mesmo diante da crise econômica. No entanto, novos concorrentes avançam sobre esse domínio", comentou Frank Caramuru, diretor da BSA no Brasil.

Fonte: G1 - Tecnologia e Games

terça-feira, 27 de setembro de 2011

Mozilla Firefox 7.0 para Windows, Mac OS X e Linux

Download do Firefox 7.
O Mozilla Firefox é um navegador rápido e completo. O Firefox inclui pop-ups, navegação em abas, busca integrada do Google, controles de privacidade simplificados. uma janela do navegador simplificada que mostra mais da página do que qualquer outro navegador e uma série de recursos adicionais que trabalham com você para ajudá-lo a obter o máximo de seu tempo online.

A Web está sempre inovando, e o Firefox define o ritmo com dezenas de novos recursos para proporcionar uma experiência de Web mais rápida, segura e personalizável para todos.

Experiência do Usuário: As melhorias do Firefox oferecem a melhor experiência possível de navegação na web. O novo Firefox possui uma barra de localização inteligente, carinhosamente conhecida como o "Awesome Bar", adaptando-se as preferências do usuário.

Desempenho: O Firefox é construído em cima da poderosa plataforma Gecko, resultando em um produto mais seguro, mais fácil de usar e mais pessoal.

Segurança: O Firefox aumenta o nível de segurança. O a nova proteção contra malware e phishing ajuda a proteger contra vírus, worms, trojans e spyware para manter as pessoas seguras na Internet.

Personalização: Todo mundo usa a Web de forma diferente, e o Firefox permite aos usuários personalizar seu navegador com mais de 5.000 add-ons.

O site do Firefox ainda tem que ser atualizado, mas esperamos que isso vai acontecer dentro das próximas 24 horas.



Fonte: Inforlogia

Facebook sabe tudo o que você faz na web

De acordo com os testes feitos por um hacker, a rede social não apaga os cookies de rastreamento quando o usuário se desliga do serviço
Um hacker australiano chamado Nik Cubrilovic afirmou que o Facebook é capaz de rastrear todos os passos de seus usuários na web, mesmo se fizerem o "log out" da rede social. De acordo com os testes dele, o Facebook não apaga os cookies de rastreamento após a saída do usuário. Assim, todas as vezes que o usuário visitar uma página com o botão ou o widget do Facebook, o navegador enviará informações aos servidores da rede social.

Em uma entrevista para o site VentureBeat, Nik foi categórico em afirmar que "eles, definitivamente, armazenam essas informações. Mas só podemos especular o que farão com tudo isso".

Nik explica que chegou a essas conclusões ao analisar as informações que os navegadores enviam para o Facebook. Ele afirma, ainda, que qualquer desenvolvedor que tenha um browser com o kit de desenvolvimento conseguirá comprovar o que ele diz. Se a acusação for verdadeira, esta pode ser configurada como uma séria violação de privacidade.

O Facebook ainda não se pronunciou oficialmente a respeito do assunto. Mas, nos comentários da notícia, um usuário de nome Arturo Bejar afirmou trabalhar como engenheiro no Facebook. Ele explicou que esses cookies são usados apenas para prevenir spam, phishing e afins. "Não importa se você está logado ou não: não usamos nossos cookies para rastreamento, nem para direcionar anúncios ou vender informações para terceiros", completou.

Se você ficou "com a pulga atrás da orelha" e quer impedir que o Facebook siga todos os seus passos, é preciso apagar todos os cookies relacionados à rede social sempre que você fizer o "log out".

Fonte: VentureBea

segunda-feira, 26 de setembro de 2011

Como fica o PC de R$ 999?

Dólar mais alto: como fica o PC de R$ 999?
Com a recente valorização do dólar que chegou a bater R$ 1,90 na semana passada, como fica o mercado de varejo de PCs? É melhor comprar agora ou dar um tempo pra ver o que acontece? A primeira coisa: o mercado de varejo é dividido em dois segmentos distintos: um dos modelos importados, equipamentos mais sofisticados/topo de linha que vêm de fora prontos, já que nossa demanda não justifica sua produção local. O segundo é o dos modelos montados no Brasil, na sua maioria modelos de entrada e alguns mainstream.

No caso dos importados, não há muito o que filosofar, já que seu custo varia de acordo com a cotação do dólar. Assim a tendência é que os preços se mantenham estáveis enquanto houver estoque nas lojas. Só que na hora de repor os estoques, é bem provável que o importador repasse essa qualquer diferença a mais do seu custo para o lojista, que vai repassá-la para o consumidor.

Sob esse ponto de vista não a resposta é simples: se você está namorando um equipamento importado na loja e o preço estiver dentro do que você considere justo, melhor fechar logo o negócio.

Já nos modelos montados aqui, a coisa meio que complica, já que outros fatores devem ser levados em consideração. O principal deles é que, por mais “Made in Brazil” que esses equipamentos sejam, a maioria de seus componentes eletrônicos — em especial partes como o processador, memória, chipsets e outros componentes — vêm de fora e são cotados em dólar.

O que acontece nesse caso é que o impacto da moeda americana nos preços finais será um pouco mais lento, já que esses novos custos irão entrar aos poucos na dinâmica da produção e isso só quando os produtos disponíveis em estoque (tanto na fábrica quanto nos canais de distribuição) também se esgotarem.

Os fabricantes não acreditam em elevação imediata dos preços entre os modelos de entrada, mas aumentos futuros não podem ser ignorados caso a cotação do dólar continue a subir ou se estabilize em patamares acima dos praticados até agosto deste ano. A favor disso, vale a pena lembrar que a medida que chegamos no final do ano existe uma tendência natural de alta do dólar (= natal e ano novo, alta temporada, verão, viagens de férias, etc.) seguido de uma tendência de queda que dura de janeiro até o Carnaval.

E como ficam os PCs de R$ 999 ou menos? O bom senso nos diz que, como nesse segmento as margens de lucro são bastante reduzidas, o aumento de preços depende da estratégia de cada fabricante que podem decidir por segurar seus preços com a expectativa de manter (ou até mesmo de aumentar) sua participação do mercado ou esperar que essa tendência de alta passe. Outra possibilidade é que aos poucos os preços subam para um novo patamar — digamos R$ 1.100 — e a partir daí, negócios continuam iguais.

Assim, é a hora de comprar seu PC de R$ 999? Para quem tiver o dinheiro em mãos e quiser se garantir, a resposta é sim. Mas para quem ainda estiver em dúvida, a boa notícia é que você pode ter algum tempo — mas não muito — para refletir sobre esse assunto.

Fonte: ZTOP

Google vai estrear armazenamento nas nuvens

Após anos de espera, a Google parece pronta para reviver o projeto Google Drive, que permitirá o armazenamento de qualquer espécie de documento através da Nuvem. O primeiro sinal da novidade surgiu há cerca de um mês, através de algumas adições ao código do Chromium, navegador open source que serve como base para a construção das novas versões do Google Chrome. A novidade deve se tratar de uma reformulação de marca para o Google Docs, serviço que já oferece recursos além do simples armazenamento de documentos e planilhas desde o início de 2010.

A mudança de nome tem como objetivo fazer com que os usuários percebam que o sistema pode ser usado para muito mais do que simplesmente armazenar textos ou planilhas criadas a partir do navegador.

Entre as novidades presentes no Google Drive está uma área para a criação de pastas nas quais o usuário poderá organizar documentos da maneira que preferir, além de outras opções de gerenciamento a partir do navegador. O serviço também deve contar com um software auxiliar para a sincronização automática de documentos entre múltiplos computadores, de maneira semelhante ao que é oferecido pelo Dropbox.

Ainda não há qualquer previsão quanto à data de lançamento do serviço, porém tudo indica que ela está bem próxima. Segundo o TechCrunch, a Google pode estar esperando somente pelo lançamento do Android Ice Cream Sandwich, prevista para outubro deste ano, para revelar a reformulação completa do Google Docs.

Fonte: TechCrunch

Notebook 10 dias longe da tomada

Segundo Intel, em 2013, máquinas que utilizarem sua linha de processadores terão autonomia de 24 horas de uso ininterrupto e dez dias em stand by.
Pensa estar com sorte quando a bateria do seu notebook dura mais de cinco horas? Espere para ver a próxima linha de processadores da Intel, chamada, provisoriamente, de Haswll. A companhia fez uma promessa ousada: as máquinas da plataforma aguentarão até 24 horas longe da tomada. A evolução em relação ao produto atual – o Sandy Bridge – é ainda mais expressiva quando comparada à autonomia do computador em estado de hibernação. Segundo a fabricante, nesse caso, o computador resistirá a dez dias sem recargas – 20 vezes mais do que a capacidade atual.

Se a Intel cumprir sua palavra, o usuário poderá levar seu notebook a uma viagem de cinco dias, por exemplo, sem se preocupar com o esgotamento da bateria – desde que o utilize com moderação. Mensagens e atualizações nas redes sociais poderiam ser visualizadas sem peso na consciência.

Antes do Haswell ser lançado, porém – deve chegar somente em 2013 – os chips Ivy Bridge aparecerão, com sua arquitetura de 22 nanômetros. O desempenho em relação à linha atual será até 40% maior, e o consumo de energia até 50% menor.

Fonte: PC World

domingo, 25 de setembro de 2011

Como comprimir arquivos de forma eficiente

Utilitário gratuito e Open Source lida com arquivos compactados em vários formatos, incluindo o tradicional .ZIP.
Quando as pessoas falam em compressão de arquivos, elas geralmente estão falando sobre o formato ZIP. De fato, muitas vezes ele vira um verbo, e arquivos são “zipados” antes de serem anexados a um e-mail. Mas o ZIP é apenas um dos muitos formatos para compressão, e não é necessariamente o melhor. O 7-Zip, um utilitário gratuito e Open Source, lida não só com arquivos ZIP (e outros como RAR, ARJ, CAB, BZ2, etc...), como também com o formato 7z, mais avançado e eficiente, o que resulta em arquivos menores.

Na verdade o 7-Zip é a implementação de referência do formato 7z, e como ele é Open Source a especificação do formato é distribuída em conjunto com o código-fonte do programa. Para testar a eficiência usei uma pasta contendo 65 MB de arquivos “fáceis” de comprimir como documentos do Word e planilhas do Excel (.DOC e .XLS) e imagens no formato BMP, além de alguns arquivos .ZIP pequenos para mais variedade.

Quando compactei esta pasta com o Windows Explorer ela ficou com 8.881 KB (8,67 MB). Mas com o 7-Zip ela ficou com 6.036 KB (5,89 MB), quase 3 MB menor. É uma diferença de mais de 25%, algo fenomenal quando você leva em conta o domínio do ZIP no mercado.

Tal domínio, entretanto, complica um pouco as coisas no dia-a-dia. O Windows Explorer tem suporte integrado a arquivos ZIP (que chama de “Pastas compactadas”) há anos, e a maioria das pessoas sabe como lidar com eles. Mas envie um arquivo .7z num e-mail e elas não saberão o que fazer com ele - na verdade, elas podem nem ter idéia de que é um arquivo compactado.

O 7-Zip nem sempre tem uma taxa de compressão superior: quando o testei em uma pasta cheia de imagens em JPEG (que no geral não comprimem bem) o arquivo .7z ficou 78 KB maior que o arquivo .ZIP gerado pelo Windows Explorer. Entretanto, em ambos os casos o arquivo tinha quase 34 MB, portanto a diferença pode ser considerada negligível.

Interface do 7-zip
7-Zip: interface modesta, mas muito versátil

A interface padrão do 7-Zip é simples e esparsa: só uma lista de arquivos, com seis botões em uma barra de ferramentas e um menu. Sem assistentes, caixas de diálogo ou outras distrações entre você e seus arquivos. Se você teclar F9 a interface se divide em dois painéis. Você pode salvar até 10 pastas como “Favoritas” para facilitar a navegação pelo sistema de arquivos.

No geral, a interface do 7-Zip não irá impressioná-lo. Mas sua taxa de compressão talvez vá. Se você lida frequentemente com arquivos compactados, não pode deixar de experimentar.

Fonte: PC World

Twitter Delicious Facebook Digg Stumbleupon Favorites More

 
Powered by Blogger