segunda-feira, 24 de outubro de 2011

Quanto vale o seu smartphone?

Empresa perguntou aos consumidores quanto perderiam caso perdessem, junto ao aparelho, os dados que mantêm nele. Valor supera expectativas.
Quanto custaria a perda do seu smartphone? E do tablet ou notebook? Talvez você consiga repô-los com pouco menos de dois mil reais – dependendo do dispositivo – mas isso só corrige parte do problema. E quanto a suas fotos pessoais, biblioteca de música, dados financeiros e de investimento, entre outras informações possivelmente irreparáveis? Pesquisa recente da companhia de segurança McAfee constatou que o valor médio concedido pelos próprios usuários a esse conteúdo é de mais de 37 mil dólares. Nos Estados Unidos, o montante sobe para 55 mil dólares.

A McAfee se juntou à MSI – conhecida por suas placas-mãe e notebooks – para entrevistar três mil usuários de dez países. Eles foram perguntados a respeito dos dados que mantinham em seus dispositivos e de como os protegiam.

“A maioria dos pais jamais cogitaria deixar por aí uma pilha de fotos de seus filhos, um caderno com suas senhas pessoais ou um bloco de notas com seus investimentos anotados”, afirma Jennifer Jolly, especialista em consumo digital. “No entanto, é isso o que arriscam quando andam com smartphones e notebooks desprotegidos. Se os seus arquivos digitais são preciosos, por que não resguardá-los?”, questiona.

De acordo com o estudo, mais de um terço dos usuários não protege seus dados em quaisquer dispositivos, enquanto que apenas 7% o fazem em todos os aparelhos. Grande parte dos entrevistados alegou não achar necessário garantir a segurança de suas informações. A segunda razão mais lembrada para justificar a displicência é o preço que tal providência poderia custar.

Entretanto, vale lembrar que os malwares custaram 2,3 bilhões de dólares aos consumidores ano passado, ou seja, é preciso proteger-se. Mesmo que as ferramentas de segurança sejam pagas – há boas alternativas gratuitas – o dinheiro gasto será bem menor do que os 37 mil dólares creditados aos dispositivos pelos próprios usuários.

“Os consumidores reconhecem o valor de seus pertences digitais. Porém, embora a maioria seja cuidadosa com seus PCs, é negligente com os dispositivos móveis”, afirma Gary Davis, diretor de marketing da McAfee. “É como instalar um dispendioso sistema de segurança na porta de entrada, mas deixar as janelas de casa abertas. Basta um descuido para que um vírus ou um hacker roubem os dados e comprometam contas bancárias e informações pessoais”, alerta.

Fonte: IDG Now!

domingo, 23 de outubro de 2011

Os 5 melhores filmes sobre a internet de todos os tempos

Alguns filmes foram muito feliz ao abordar o tema.
Computadores têm feito parte da indústria cinematográfica. Agora, a internet é o mais novo fenômeno. Roteiristas e diretores ainda estão descobrindo como trabalhar o agora essencial e penetrante sistema de comunicações dentro de seus filmes de uma forma que valha a pena. Eu, particularmente, gosto muito de filmes como o tema Internet, por sinal há filmes muito bom com esse tema. Abaixo uma lista de cinco melhores cujo tema mais importante seja a internet, ou que tenha a web como característica destacada do enredo.

1: Matrix (The Matrix, 1999)
Matrix é realmente sobre a internet? Ele é um épico da ficção científica, com certeza, mas também é uma ampla alegoria a respeito de para onde a tecnologia poderia nos levar. O papel da internet na Matrix é basicamente traiçoeiro: ela está envolvida numa simulação global de vida apenas para divertir e distrair humanos inconscientes que estão sendo usados para alimentar a rede.

Há quem diga que esta visão não é apenas fantasia - que estamos realmente caminhando nessa direção. O filme é declaradamente inspirado no empresário do Second Life Philip Rosedale ao criar seu popular mundo virtual. Em última análise, o Matrix não seria sobre internet. Ele seria a internet!

2: Eu, Você e Todos Nós (Me and You and Everyone We Know, 2005)
A brilhante diretora e atriz Miranda July provou na comédia feita há três anos que uma criativa autora poderia surgir com uma nova e original maneira de usar a internet como roteiro. A rede desempenha um papel crucial no filme - uma sub-trama na qual dois personagens que se conhecem apenas pela internet decidem se encontrar. O fato é que nenhum é o que o outro espera. A diversão está na maneira como eles chegam ao fatídico encontro. Se alguém ficar curioso, no YouTube há alguns trechos.

Amplamente criticado como idiota em seu lançamento, Hackers logo emergiu como um clássico cult da comunidade web - ao menos entre os telespectadores jovens demais para ter visto o WarGames quando estreou. O filme apresenta uma nova, improvável, estilizada e pesada visualização do cyberespaço, mas funciona assim mesmo, graças à sua história top de linha e das estrelas (que outros filmes podem se vangloriar da presenta de Angelina Jolie e Fisher Stevens?).

O filme também dá uns toques de realismo: Antes do núcleo da tripulação de hackers permitir que Jonny Lee Miller's Dade entre para o grupo, eles o desafiam a decifrar uma série de manuais técnicos considerados de essencial leitura desde o início dos anos 1980. Dade passa no teste, o que culmina no "Ugly Red Book That Won't Fit on a Shelf" (livro vermelho feio que não cabe numa prateleira), um dos quatro livros que são referência em linguagem de programação PostScript nos Estados Unidos.

4: Startup.com (2001)
Lembra do "boom" da internet? Aquele antes do estouro da bolha no ano 2000? Em Statup.com, os documentaristas Chris Hegedus e Jehane Noujaim capturaram o glorioso crescimento e a surpreendentemente rápida queda de uma empresa fictícia chamada GovWorks.com, de seu início até a implosão. O filme dá aos telespectadores um lugar na sala de reunião durante as sessões de brainstorming da equipe de construção de treinamento e o capital de risco no centro dos negócios no lançamento da web.

O período de entusiasmo e projeções de crescimento é prontamente seguido por brigas entre executivos, demissões em massa e um espetacular colapso. Em um mundo onde a pura malícia sustenta muitas falhas corporativas, essa história de ignorância simples e ganância levando a uma queda nos negócios parece quase bizarra. Mas ele faz um bom trabalho ao resumir a era "ponto com" em apenas 107 minutos.

5: Ameaça Virtual (AntiTrust, 2001)
O filme é um delírio para os nerds. Ryan Phillippe estrela como um jovem esquisito empregado num grande conglomerado da computação chamado NURV, onde deve desenvolver algo como uma versão da internet via satélite - um sistema que ligará todos os equipamentos de comunicação da Terra (incluindo pagers e PDAs, que ainda eram muito populares na época).

A NURV se torna o inferno e seu chefe "fascista monopolista", interpretado por Tim Robbins, é revelado um assassino em série que não hesita em fazer dos desenvolvedores suas vítimas.



Fonte: IDG Now!

sábado, 22 de outubro de 2011

Excluir a pasta do programa e não desinstalá-lo

Lixeira do Windows.
Muitos usuários, como eu também pensava, que desinstalar um programa e excluir a pasta dele em "Arquivos de programas" é a mesma coisa, mas não é bem assim, apagar a pasta de um programa sem desinstalá-lo pode acarretar problemas, desde pequenas falhas de atalho até mais graves que envolvem o registro do Windows e arquivos compartilhados. Entenda por quê.

A principal razão para eliminar completamente um software de um computador é o registro do Windows. Para quem não sabe, trata-se de um banco de dados que armazena configurações e opções de todos os componentes de hardware e dados sobre quase todos softwares instalados e configurações de usuários do sistema.

Com o tempo, mais e mais informações são adicionadas ao registro, muitas delas inúteis. Isso o sobrecarrega e pode deixá-lo lento. Ao apagar a pasta de um programa sem desinstalação, ela pode ser removida para o acesso do usuário, porém o registro e alguns arquivos de configuração (como os DLL) permanecem no sistema. Em outros casos, alguns arquivos podem ficar “presos” e não conseguem ser removidos. Pior, se tentar desinstalar depois, não será possível.

Fonte: Tecmundo

sexta-feira, 21 de outubro de 2011

O fim do domínio do Internet Explorer

Eu migrei para o Chrome há muito tempo e não me arrependo.
Pela primeira vez que o navegador de internet da Microsoft não é mais o preferido da maioria dos usuários, com o seu uso geral abaixo dos 49,59%. O índice leva em consideração tanto os usuários de desktops quanto o de dispositivos móveis, mostrando que o Firefox continua no segundo lugar, com 21,20%, logo à frente do Chrome, que detém 16,60% da preferência mundial. O navegador da Apple continua estagnado com 8,72%, assim como o Opera que detém menos de 3%.

Ainda assim, se forem considerados apenas os laptops e desktops, o Internet Explorer continua com a maioria, sendo o navegador responsável por 52,63% dos acessos. O principal causador do declínio do IE é a recente alta de aceitação ao browser da Google, que tem mantido um crescimento estável desde o início do ano. Já o Safari e o Mozilla Firefox estão estagnados.

Segundo o site de pesquisas NetMarketShare, que faz o levantamento de dados sobre padrões do uso da internet no mundo essa não é a primeira vez que um índice aponta o fim da hegemonia do Internet Explorer.

fim da hegemonia do Internet Explorer.

Google Chrome é o preferido entre navegadores na América do Sul

Sensação nas pesquisas de audiência desde o lançamento em 2008, o Google Chrome adicionou mais um título para sua galeria de troféus: o navegador agora é o mais utilizado na América do Sul.

O Chrome aparece com 39%, contra 37% do ex-primeiro colocado, o Internet Explorer. Já o Firefox continua amargando a terceira colocação, com 22%. O curioso é que o público brasileiro, mesmo pertencendo ao maior país do continente, ainda não abraçou totalmente o navegador da Google. Por aqui, o Chrome ainda tem 35,5% de preferência do público, contra 40% do browser da Microsoft. A previsão, entretanto, é de que a ultrapassagem ocorra já nos próximos meses.

O panorama mundial é ainda mais diferente: o Internet Explorer continua soberano, com 40%, enquanto o Firefox (26%) e o Chrome (25%) brigam pela medalha de prata. Os outros navegadores na disputa ainda estão longe: o Safari conta com quase 6% da população virtual, enquanto o Opera é utilizado por pouco mais de 1%.Segundo os dados divulgados pelo StatCounter, um dos mais reconhecidos índices de pesquisa entre browsers.

Fonte: Tecmundo

quinta-feira, 20 de outubro de 2011

Como editar vídeos no YouTube

Antigamente você colocava um vídeo no YouTube e a partir daí mais nada podia ser feito em termos da edição dele, mas isto mudou com o lançamento do recurso chamado "Editar vídeo" pelo site de compartilhamento de vídeos. Esta nova funcionalidade tem três abas (Correções rápidas, Efeitos e Áudio). Ela permite cortar cenas desnecessárias, girar o vídeo, estabilizar movimentos tremidos, alterar contraste/saturação/temperatura da cor e adicionar efeitos visuais.

Para começar a usar o "Editar vídeo" siga as instruções abaixo:

1. Acesse sua conta do Youtube;

2. Clique no seu nome de usuário no canto direito superior;

3. Clique em "Vídeos" no menu que se abrirá abaixo;

4. Escolha qual vídeo será editado e clique em "Editar vídeo";

5. Explore as abas e use os recursos oferecidos para realizar a edição conforme for necessário;

6. Clique em "Salvar" ou "Salvar como" no canto superior direito ao término da edição para gravar as alterações no vídeo original ou criar um novo vídeo. Caso o vídeo tenha mais de 1000 (mil) exibições ou tenha conteúdo ID, somente será oferecida a opção "Salvar como".

Fonte: IG Tecnologia

quarta-feira, 19 de outubro de 2011

Como evitar o cansaço da vista por uso de eletrônicos

Vista cansada por ficar muito na frente do PC, saiba como evitar!
Nós cada vez mais ficamos na frente de conteúdos em telas: seja no monitor do computador, na tela de um smartphone ou, mais recentemente, com os tablets ou leitores eletrônicos. Uma reclamação comum dos usuários desses aparelhos é o cansaço proporcionado pela tela dos aparelhos. No entanto, segundo especialistas, o incômodo na visão não é causado pela tela em si, mas pelo tempo que o usuário fica exposto à luz do display.

O que cansa os olhos são os grandes contrastes. Por exemplo, se alguém trabalha com papel branco sobre uma mesa preta, ficará com a visão cansada após pouco tempo de trabalho”, afirma Paulo Augusto, oftalmologista e professor da Unifesp.

O mesmo, explica o professor, acontece com os monitores e tablets. Ao utilizar um desses equipamentos que emitem luz direta nos olhos do usuário, em um ambiente completamente escuro, a vista cansará mais rapidamente pelo fato de o contraste ser grande.

Além do ambiente, outro fator agravante é o tempo de uso do computador. A tela, em si, não causa problemas. Mas o uso de um computador ou de um tablet por algumas horas seguidas e sem descanso pode trazer complicações para o usuário.

A questão do excesso de tempo de exposição dos olhos a telas emissoras de luz é parecida com a de qualquer outro trabalho: em excesso, sempre fará mal. “Se você ficar lendo por quatro horas seguidas, após um tempo você ficará fadigado. O mesmo acontece com o uso do computador”, explicou Augusto.

Os smartphones – com tela menor que as de computadores tablets ou de monitores convencionais – também merecem a atenção dos usuários. “Esses aparelhos, por terem telas pequenas, exigem maior esforço visual. Portanto, o uso contínuo e intenso pode causar desconforto mais facilmente”, explicou Aderbal Alves, presidente da Sociedade Brasileira de Oftalmologia.

O cansaço pode causar no usuário dor de cabeça ou irritação nos olhos – o mais comum é que os olhos comecem a apresentar vermelhidão. Esses problemas podem ser potencializados caso a pessoa esteja usando lentes corretivas com graduação errada. As consequências são as mesmas, mas a sensação de cansaço é “sentida” mais rapidamente.

Outro problema relacionado ao uso do monitor é a concentração do usuário na tela. Ao usar por muito tempo o computador, a tendência é que ocorra a diminuição da frequência de piscadas. “Quando os olhos ficam muito tempo sem piscar, o usuário pode ter a lubrificação da vista prejudicada”, disse Alves, da Sociedade Brasileira de Oftalmologia.

Vídeos 3D
Outra tecnologia que também é alvo de críticas por causar cansaço nos olhos é a 3D. Apesar de, em alguns casos, os conteúdos incomodarem, não há problemas em ver vídeos com os efeitos.

Por enquanto não há estudos que comprovem que vídeos 3D façam mal para os olhos. Valem os mesmos cuidados para o monitor comum. O único cuidado especial que o usuário deve ter é com a conjuntivite, que pode ocorrer em função do uso de óculos não higienizados corretamente”, disse Augusto.

E-readers
Leitores eletrônicos, como o Amazon Kindle, oferecem a vantagem de terem as telas feitas com “tinta eletrônica”, um tipo de impressão que simula o papel. Essa característica proporciona uma leitura mais confortável, pois não há emissão de luz intensa como em monitores ou tablets. No entanto,os cuidados com esse tipo de aparelho são os mesmos: quanto mais tempo olhando fixamente para a tela, mais fadiga terá o usuário.

Cuidados que os usuários devem tomar

Pessoas que sentem os olhos “secos” na frente do monitor devem usar algum tipo de colírio para lubrificar a vista.

É importante que o usuário procure a orientação profissional de um oftalmologista antes de optar por um produto específico.

Evite utilizar, por muito tempo, o computador, tablet ou smartphone em ambientes pouco iluminados.

Além da iluminação, é importante que o ar condicionado do ambiente não deixe o local muito seco, pois isso ajuda a deixar a vista seca.

O mesmo vale para ventiladores: evite que o aparelho fique ligado diretamente na sua direção, sobretudo na altura dos olhos.

De hora em hora, é importante que quem trabalha em frente ao computador tenha alguns minutos de descanso.

Ao usar óculos 3D compartilhados, certifique-se que o acessório esteja bem higienizado.


Fonte: UOL Tecnologia

terça-feira, 18 de outubro de 2011

Para os fãs de games e do seriado Chaves

Jogo é baseado na série em desenho do Chaves.
Apesar do seriado do Chaves ser o mais reprisado de toda a história da TV mundial, ainda há muita gente que ainda gosta de assistir, assim como eu. Depois de imigrar para mais diversas áreas: desenho animado, publicidade, Twitter... O comediante e criador do Chaves e outros personagens Roberto Gómez Bolaños de 82 anos de idade, com um "Siga-me os bons", a frase de guerra de seu personagem, e muito apropriada para o microblog, "O Chapolin Colorado", mantem uma conta no Twitter (@ChespiritoRGB), o seriado mexicano vai virar jogo do Wii, o console da Nintendo.

O jogo, que vai ser baseado na versão do programa em desenho animado, vai permitir que o usuário assuma o papel do garoto órfão ou de seus amigos, como Quico, Nhonho e Pópis.

No game, os garotos da vila vão partir em uma viagem para uma feira em um lugar mágico. Será possível competir com os amigos em minijogos ou também jogar sozinho.

O produto deve ser lançado no México no primeiro trimestre de 2012.

Fonte: R7- Tecnologia e Ciência

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