terça-feira, 25 de outubro de 2011

Google vai lançar serviço de músicas

Google Music.
Essa é para os fãs da boa música que não querem ficar abaixando músicas piratas. O Google vai lançar em até duas semanas um serviço de download de músicas diretamente ligado à sua rede social, o Google+. Os usuários do sistema devem poder recomendar canções para seus contatos no Google+. Os amigos poderiam ouvir a música de graça uma vez e depois comprá-la, por preços que devem ficar em torno de R$ 1,75 (US$ 0,99).

A expectativa do Google é começar a oferecer o serviço até a próxima semana, mas é improvável que os catálogos de dois dos quatro principais estúdios de música do mundo (EMI, Universal, Warner e Sony Music) estejam disponíveis até lá.

O jornal norte-americano Wall Street Journal diz que isso é arriscado, porque “usuários podem se frustrar rapidamente se não acharem um artista ou uma música que procuram, e as grandes gravadoras distribuem mais de 87% das canções vendidas nos Estados Unidos”.

Fonte: R7 Tecnologia e Ciência

segunda-feira, 24 de outubro de 2011

Leonardo DiCaprio investe em empresa de TI

Leonardo DiCaprio navegando em novas praias.
Como muitos atores, músicos... celebridades em geral. O ator Leonardo DiCaprio (Los Angeles, 11 de novembro de 1974), um dos galãs mais tietado de Hollywood por sua beleza, essa é a opinião da moças e não minha, e talento, conhecido por trabalhos como “A Origem”, “Os Infiltrados” e “Titanic”, liderou uma rodada de investimentos de US$ 4 milhões em uma startup israelense chamada Mobli. De acordo com a empresa, DiCaprio também passou a ter uma posição de conselheiro da Mobli.

Leonardo DiCaprio
O ator Leonardo DiCaprio

A Mobli faz um aplicativo para dispositivos móveis que permite que os usuários compartilhem fotos e “vejam o mundo através dos olhos de outras pessoas”. Além de CiCaprio, David Arquette e Paris Hilton são usuários, diz a empresa.

O aplicativo está disponível para iOS (aparelhos móveis da Apple), Android e BlackBerry – são 10 mil novos usuários por dia, diz a companhia.

Com o investimento DiCaprio entra para uma lista de celebridades que empresta sua imagem e fornece dinheiro a iniciativas ligadas a tecnologia.

Fonte: G1 Tecnologia

Quanto vale o seu smartphone?

Empresa perguntou aos consumidores quanto perderiam caso perdessem, junto ao aparelho, os dados que mantêm nele. Valor supera expectativas.
Quanto custaria a perda do seu smartphone? E do tablet ou notebook? Talvez você consiga repô-los com pouco menos de dois mil reais – dependendo do dispositivo – mas isso só corrige parte do problema. E quanto a suas fotos pessoais, biblioteca de música, dados financeiros e de investimento, entre outras informações possivelmente irreparáveis? Pesquisa recente da companhia de segurança McAfee constatou que o valor médio concedido pelos próprios usuários a esse conteúdo é de mais de 37 mil dólares. Nos Estados Unidos, o montante sobe para 55 mil dólares.

A McAfee se juntou à MSI – conhecida por suas placas-mãe e notebooks – para entrevistar três mil usuários de dez países. Eles foram perguntados a respeito dos dados que mantinham em seus dispositivos e de como os protegiam.

“A maioria dos pais jamais cogitaria deixar por aí uma pilha de fotos de seus filhos, um caderno com suas senhas pessoais ou um bloco de notas com seus investimentos anotados”, afirma Jennifer Jolly, especialista em consumo digital. “No entanto, é isso o que arriscam quando andam com smartphones e notebooks desprotegidos. Se os seus arquivos digitais são preciosos, por que não resguardá-los?”, questiona.

De acordo com o estudo, mais de um terço dos usuários não protege seus dados em quaisquer dispositivos, enquanto que apenas 7% o fazem em todos os aparelhos. Grande parte dos entrevistados alegou não achar necessário garantir a segurança de suas informações. A segunda razão mais lembrada para justificar a displicência é o preço que tal providência poderia custar.

Entretanto, vale lembrar que os malwares custaram 2,3 bilhões de dólares aos consumidores ano passado, ou seja, é preciso proteger-se. Mesmo que as ferramentas de segurança sejam pagas – há boas alternativas gratuitas – o dinheiro gasto será bem menor do que os 37 mil dólares creditados aos dispositivos pelos próprios usuários.

“Os consumidores reconhecem o valor de seus pertences digitais. Porém, embora a maioria seja cuidadosa com seus PCs, é negligente com os dispositivos móveis”, afirma Gary Davis, diretor de marketing da McAfee. “É como instalar um dispendioso sistema de segurança na porta de entrada, mas deixar as janelas de casa abertas. Basta um descuido para que um vírus ou um hacker roubem os dados e comprometam contas bancárias e informações pessoais”, alerta.

Fonte: IDG Now!

domingo, 23 de outubro de 2011

Os 5 melhores filmes sobre a internet de todos os tempos

Alguns filmes foram muito feliz ao abordar o tema.
Computadores têm feito parte da indústria cinematográfica. Agora, a internet é o mais novo fenômeno. Roteiristas e diretores ainda estão descobrindo como trabalhar o agora essencial e penetrante sistema de comunicações dentro de seus filmes de uma forma que valha a pena. Eu, particularmente, gosto muito de filmes como o tema Internet, por sinal há filmes muito bom com esse tema. Abaixo uma lista de cinco melhores cujo tema mais importante seja a internet, ou que tenha a web como característica destacada do enredo.

1: Matrix (The Matrix, 1999)
Matrix é realmente sobre a internet? Ele é um épico da ficção científica, com certeza, mas também é uma ampla alegoria a respeito de para onde a tecnologia poderia nos levar. O papel da internet na Matrix é basicamente traiçoeiro: ela está envolvida numa simulação global de vida apenas para divertir e distrair humanos inconscientes que estão sendo usados para alimentar a rede.

Há quem diga que esta visão não é apenas fantasia - que estamos realmente caminhando nessa direção. O filme é declaradamente inspirado no empresário do Second Life Philip Rosedale ao criar seu popular mundo virtual. Em última análise, o Matrix não seria sobre internet. Ele seria a internet!

2: Eu, Você e Todos Nós (Me and You and Everyone We Know, 2005)
A brilhante diretora e atriz Miranda July provou na comédia feita há três anos que uma criativa autora poderia surgir com uma nova e original maneira de usar a internet como roteiro. A rede desempenha um papel crucial no filme - uma sub-trama na qual dois personagens que se conhecem apenas pela internet decidem se encontrar. O fato é que nenhum é o que o outro espera. A diversão está na maneira como eles chegam ao fatídico encontro. Se alguém ficar curioso, no YouTube há alguns trechos.

Amplamente criticado como idiota em seu lançamento, Hackers logo emergiu como um clássico cult da comunidade web - ao menos entre os telespectadores jovens demais para ter visto o WarGames quando estreou. O filme apresenta uma nova, improvável, estilizada e pesada visualização do cyberespaço, mas funciona assim mesmo, graças à sua história top de linha e das estrelas (que outros filmes podem se vangloriar da presenta de Angelina Jolie e Fisher Stevens?).

O filme também dá uns toques de realismo: Antes do núcleo da tripulação de hackers permitir que Jonny Lee Miller's Dade entre para o grupo, eles o desafiam a decifrar uma série de manuais técnicos considerados de essencial leitura desde o início dos anos 1980. Dade passa no teste, o que culmina no "Ugly Red Book That Won't Fit on a Shelf" (livro vermelho feio que não cabe numa prateleira), um dos quatro livros que são referência em linguagem de programação PostScript nos Estados Unidos.

4: Startup.com (2001)
Lembra do "boom" da internet? Aquele antes do estouro da bolha no ano 2000? Em Statup.com, os documentaristas Chris Hegedus e Jehane Noujaim capturaram o glorioso crescimento e a surpreendentemente rápida queda de uma empresa fictícia chamada GovWorks.com, de seu início até a implosão. O filme dá aos telespectadores um lugar na sala de reunião durante as sessões de brainstorming da equipe de construção de treinamento e o capital de risco no centro dos negócios no lançamento da web.

O período de entusiasmo e projeções de crescimento é prontamente seguido por brigas entre executivos, demissões em massa e um espetacular colapso. Em um mundo onde a pura malícia sustenta muitas falhas corporativas, essa história de ignorância simples e ganância levando a uma queda nos negócios parece quase bizarra. Mas ele faz um bom trabalho ao resumir a era "ponto com" em apenas 107 minutos.

5: Ameaça Virtual (AntiTrust, 2001)
O filme é um delírio para os nerds. Ryan Phillippe estrela como um jovem esquisito empregado num grande conglomerado da computação chamado NURV, onde deve desenvolver algo como uma versão da internet via satélite - um sistema que ligará todos os equipamentos de comunicação da Terra (incluindo pagers e PDAs, que ainda eram muito populares na época).

A NURV se torna o inferno e seu chefe "fascista monopolista", interpretado por Tim Robbins, é revelado um assassino em série que não hesita em fazer dos desenvolvedores suas vítimas.



Fonte: IDG Now!

sábado, 22 de outubro de 2011

Excluir a pasta do programa e não desinstalá-lo

Lixeira do Windows.
Muitos usuários, como eu também pensava, que desinstalar um programa e excluir a pasta dele em "Arquivos de programas" é a mesma coisa, mas não é bem assim, apagar a pasta de um programa sem desinstalá-lo pode acarretar problemas, desde pequenas falhas de atalho até mais graves que envolvem o registro do Windows e arquivos compartilhados. Entenda por quê.

A principal razão para eliminar completamente um software de um computador é o registro do Windows. Para quem não sabe, trata-se de um banco de dados que armazena configurações e opções de todos os componentes de hardware e dados sobre quase todos softwares instalados e configurações de usuários do sistema.

Com o tempo, mais e mais informações são adicionadas ao registro, muitas delas inúteis. Isso o sobrecarrega e pode deixá-lo lento. Ao apagar a pasta de um programa sem desinstalação, ela pode ser removida para o acesso do usuário, porém o registro e alguns arquivos de configuração (como os DLL) permanecem no sistema. Em outros casos, alguns arquivos podem ficar “presos” e não conseguem ser removidos. Pior, se tentar desinstalar depois, não será possível.

Fonte: Tecmundo

sexta-feira, 21 de outubro de 2011

O fim do domínio do Internet Explorer

Eu migrei para o Chrome há muito tempo e não me arrependo.
Pela primeira vez que o navegador de internet da Microsoft não é mais o preferido da maioria dos usuários, com o seu uso geral abaixo dos 49,59%. O índice leva em consideração tanto os usuários de desktops quanto o de dispositivos móveis, mostrando que o Firefox continua no segundo lugar, com 21,20%, logo à frente do Chrome, que detém 16,60% da preferência mundial. O navegador da Apple continua estagnado com 8,72%, assim como o Opera que detém menos de 3%.

Ainda assim, se forem considerados apenas os laptops e desktops, o Internet Explorer continua com a maioria, sendo o navegador responsável por 52,63% dos acessos. O principal causador do declínio do IE é a recente alta de aceitação ao browser da Google, que tem mantido um crescimento estável desde o início do ano. Já o Safari e o Mozilla Firefox estão estagnados.

Segundo o site de pesquisas NetMarketShare, que faz o levantamento de dados sobre padrões do uso da internet no mundo essa não é a primeira vez que um índice aponta o fim da hegemonia do Internet Explorer.

fim da hegemonia do Internet Explorer.

Google Chrome é o preferido entre navegadores na América do Sul

Sensação nas pesquisas de audiência desde o lançamento em 2008, o Google Chrome adicionou mais um título para sua galeria de troféus: o navegador agora é o mais utilizado na América do Sul.

O Chrome aparece com 39%, contra 37% do ex-primeiro colocado, o Internet Explorer. Já o Firefox continua amargando a terceira colocação, com 22%. O curioso é que o público brasileiro, mesmo pertencendo ao maior país do continente, ainda não abraçou totalmente o navegador da Google. Por aqui, o Chrome ainda tem 35,5% de preferência do público, contra 40% do browser da Microsoft. A previsão, entretanto, é de que a ultrapassagem ocorra já nos próximos meses.

O panorama mundial é ainda mais diferente: o Internet Explorer continua soberano, com 40%, enquanto o Firefox (26%) e o Chrome (25%) brigam pela medalha de prata. Os outros navegadores na disputa ainda estão longe: o Safari conta com quase 6% da população virtual, enquanto o Opera é utilizado por pouco mais de 1%.Segundo os dados divulgados pelo StatCounter, um dos mais reconhecidos índices de pesquisa entre browsers.

Fonte: Tecmundo

quinta-feira, 20 de outubro de 2011

Como editar vídeos no YouTube

Antigamente você colocava um vídeo no YouTube e a partir daí mais nada podia ser feito em termos da edição dele, mas isto mudou com o lançamento do recurso chamado "Editar vídeo" pelo site de compartilhamento de vídeos. Esta nova funcionalidade tem três abas (Correções rápidas, Efeitos e Áudio). Ela permite cortar cenas desnecessárias, girar o vídeo, estabilizar movimentos tremidos, alterar contraste/saturação/temperatura da cor e adicionar efeitos visuais.

Para começar a usar o "Editar vídeo" siga as instruções abaixo:

1. Acesse sua conta do Youtube;

2. Clique no seu nome de usuário no canto direito superior;

3. Clique em "Vídeos" no menu que se abrirá abaixo;

4. Escolha qual vídeo será editado e clique em "Editar vídeo";

5. Explore as abas e use os recursos oferecidos para realizar a edição conforme for necessário;

6. Clique em "Salvar" ou "Salvar como" no canto superior direito ao término da edição para gravar as alterações no vídeo original ou criar um novo vídeo. Caso o vídeo tenha mais de 1000 (mil) exibições ou tenha conteúdo ID, somente será oferecida a opção "Salvar como".

Fonte: IG Tecnologia

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