quinta-feira, 27 de outubro de 2011

Steve Jobs roubava as minhas ideias

Jonathan Ive e Steve Jobs
Após a morte de Steve Jobs as polêmicas em torno do gênio da Apple continuam. Dessa vez, o que circula na mídia e nas redes sociais é a declaração de Jonathan “Jony” Ive, chefe de projetos industriais da Apple, que disse ter se irritado algumas vezes com Jobs, por levar o crédito por suas ideias. A confissão foi feita a Walter Isaacson, quando coletava dados para a biografia “Steve Jobs” que já pode ser comprada nas livraria e on-line.

No livro, Isaacson cita o “temperamento sensível” de Ive e diz que ele ficava muito magoado com o grande crédito dado a Jobs pelas criações das equipes da Apple, já que nutria por ele uma amizade sincera.

Na entrevista, Ive disse, se referindo a Steve: “ele vai analisar minhas ideias e
dizer : ‘Esta não é boa’… ‘Eu gosto dessa’… Mais tarde eu vou estar sentado na plateia e ele vai estar falando sobre isso como se fossem suas ideias. Dói quando ele leva o crédito por um de meus projetos.”

Ive também demonstrou preocupação com uma possível vulnerabilidade da empresa, já que Jobs era visto de fora como o único que tinha as ideias na Apple. Contudo, não se pode falar em ingratidão de sua parte, já que ele elogiou Jobs por dedicar especial atenção às ideias e conduzi-las entusiasticamente até transformá-las em realidade.

“As idéias que vêm de mim e minha equipe teriam sido completamente irrelevantes se Steve não estivesse aqui para nos empurrar, trabalhar com a gente, e transpor todas as resistências para transformar nossos conceitos em produtos”.

Por outro lado, Jobs teria dito a Isaacson que Ive era o que melhor entendia os projetos de seu núcleo e acrescentou: “se eu tive um parceiro espiritual na Apple, foi Jony”.

Fonte: TechTudo

quarta-feira, 26 de outubro de 2011

Qual é melhor: iPhone 4S ou GalaxyS II

iPhone 4S contra Galaxy SII
Após o lançamento do iPhone 4S, é quase automático se fazer algumas comparações com seu concorrente mais próximo, o Samsung Galaxy S II. O novo smartphone da Apple foi lançado, o iPhone 4S, mas a vida dele não está tão solitária no topo dos smartphones 'top de linha' do mercado. Neste local há alguns exemplares da concorrência, e o maior e mais potente deles é o controverso e polêmico Samsung Galaxy S II, que já foi proibido pela própria Apple de ser vendido em alguns lugares do mundo.

A diferença entre cada um é visível não somente na forma em que o aparelho é feito, mas também em alguns aspectos internos. O processador do Galaxy S II testado, que não é o mesmo modelo vendido aqui no Brasil, vem com dois núcleos rodando a 1.5 GHz, contra o mesmo número de núcleos, só que com um clock mais baixo, no lado do iPhone 4S.

A tela de cada um é bastante diferente no tamanho total, e vale lembrar que no lado do Galaxy S II as páginas carregam com o plugin do Flash. Este recurso exige bastante do processador e foi desativado para uma comparação justa no vídeo. Confira e comente o que você achou.



Fonte: TechTudo

terça-feira, 25 de outubro de 2011

Ganhe 200 mil reais!

Desenvolva um aplicativo e ganhe R$ 200 mil.
Se você é bom de programação essa é a chance de você faturar duzentos mil reais com seu trabalho. A operadora Oi abriu inscrições, que vão até 02/12/2011, para financiar projetos que desenvolvam aplicativos para celulares no Brasil. O objetivo é criar facilidades para turistas brasileiros e estrangeiros em visita ao Brasil, especialmente nos grandes eventos que o País irá sediar, como Copa do Mundo 2014 e Olimpíadas 2016.

Os projetos inscritos deverão abordar temas como diversão, hospitalidade, turismo, mobilidade urbana e segurança e receberão incentivo de até 200 mil reais para o seu desenvolvimento.

Uma comissão formada por executivos da companhia e profissionais da área de pesquisa e desenvolvimento do País irá avaliar as propostas. Os critérios de avaliação serão originalidade, grau de inovação, viabilidade técnica e de negócio, entre outros.

Além do incentivo financeiro, os projetos selecionados terão acesso às plataformas da empresa para testar as aplicações com supervisão de especialistas da companhia. Os aplicativos propostos serão disponibilizados em celulares e smartphones. As inscrições devem ser feitas pelo hotsite http://www.oi.com.br/inovacao.

Fonte: PC World

Google vai lançar serviço de músicas

Google Music.
Essa é para os fãs da boa música que não querem ficar abaixando músicas piratas. O Google vai lançar em até duas semanas um serviço de download de músicas diretamente ligado à sua rede social, o Google+. Os usuários do sistema devem poder recomendar canções para seus contatos no Google+. Os amigos poderiam ouvir a música de graça uma vez e depois comprá-la, por preços que devem ficar em torno de R$ 1,75 (US$ 0,99).

A expectativa do Google é começar a oferecer o serviço até a próxima semana, mas é improvável que os catálogos de dois dos quatro principais estúdios de música do mundo (EMI, Universal, Warner e Sony Music) estejam disponíveis até lá.

O jornal norte-americano Wall Street Journal diz que isso é arriscado, porque “usuários podem se frustrar rapidamente se não acharem um artista ou uma música que procuram, e as grandes gravadoras distribuem mais de 87% das canções vendidas nos Estados Unidos”.

Fonte: R7 Tecnologia e Ciência

segunda-feira, 24 de outubro de 2011

Leonardo DiCaprio investe em empresa de TI

Leonardo DiCaprio navegando em novas praias.
Como muitos atores, músicos... celebridades em geral. O ator Leonardo DiCaprio (Los Angeles, 11 de novembro de 1974), um dos galãs mais tietado de Hollywood por sua beleza, essa é a opinião da moças e não minha, e talento, conhecido por trabalhos como “A Origem”, “Os Infiltrados” e “Titanic”, liderou uma rodada de investimentos de US$ 4 milhões em uma startup israelense chamada Mobli. De acordo com a empresa, DiCaprio também passou a ter uma posição de conselheiro da Mobli.

Leonardo DiCaprio
O ator Leonardo DiCaprio

A Mobli faz um aplicativo para dispositivos móveis que permite que os usuários compartilhem fotos e “vejam o mundo através dos olhos de outras pessoas”. Além de CiCaprio, David Arquette e Paris Hilton são usuários, diz a empresa.

O aplicativo está disponível para iOS (aparelhos móveis da Apple), Android e BlackBerry – são 10 mil novos usuários por dia, diz a companhia.

Com o investimento DiCaprio entra para uma lista de celebridades que empresta sua imagem e fornece dinheiro a iniciativas ligadas a tecnologia.

Fonte: G1 Tecnologia

Quanto vale o seu smartphone?

Empresa perguntou aos consumidores quanto perderiam caso perdessem, junto ao aparelho, os dados que mantêm nele. Valor supera expectativas.
Quanto custaria a perda do seu smartphone? E do tablet ou notebook? Talvez você consiga repô-los com pouco menos de dois mil reais – dependendo do dispositivo – mas isso só corrige parte do problema. E quanto a suas fotos pessoais, biblioteca de música, dados financeiros e de investimento, entre outras informações possivelmente irreparáveis? Pesquisa recente da companhia de segurança McAfee constatou que o valor médio concedido pelos próprios usuários a esse conteúdo é de mais de 37 mil dólares. Nos Estados Unidos, o montante sobe para 55 mil dólares.

A McAfee se juntou à MSI – conhecida por suas placas-mãe e notebooks – para entrevistar três mil usuários de dez países. Eles foram perguntados a respeito dos dados que mantinham em seus dispositivos e de como os protegiam.

“A maioria dos pais jamais cogitaria deixar por aí uma pilha de fotos de seus filhos, um caderno com suas senhas pessoais ou um bloco de notas com seus investimentos anotados”, afirma Jennifer Jolly, especialista em consumo digital. “No entanto, é isso o que arriscam quando andam com smartphones e notebooks desprotegidos. Se os seus arquivos digitais são preciosos, por que não resguardá-los?”, questiona.

De acordo com o estudo, mais de um terço dos usuários não protege seus dados em quaisquer dispositivos, enquanto que apenas 7% o fazem em todos os aparelhos. Grande parte dos entrevistados alegou não achar necessário garantir a segurança de suas informações. A segunda razão mais lembrada para justificar a displicência é o preço que tal providência poderia custar.

Entretanto, vale lembrar que os malwares custaram 2,3 bilhões de dólares aos consumidores ano passado, ou seja, é preciso proteger-se. Mesmo que as ferramentas de segurança sejam pagas – há boas alternativas gratuitas – o dinheiro gasto será bem menor do que os 37 mil dólares creditados aos dispositivos pelos próprios usuários.

“Os consumidores reconhecem o valor de seus pertences digitais. Porém, embora a maioria seja cuidadosa com seus PCs, é negligente com os dispositivos móveis”, afirma Gary Davis, diretor de marketing da McAfee. “É como instalar um dispendioso sistema de segurança na porta de entrada, mas deixar as janelas de casa abertas. Basta um descuido para que um vírus ou um hacker roubem os dados e comprometam contas bancárias e informações pessoais”, alerta.

Fonte: IDG Now!

domingo, 23 de outubro de 2011

Os 5 melhores filmes sobre a internet de todos os tempos

Alguns filmes foram muito feliz ao abordar o tema.
Computadores têm feito parte da indústria cinematográfica. Agora, a internet é o mais novo fenômeno. Roteiristas e diretores ainda estão descobrindo como trabalhar o agora essencial e penetrante sistema de comunicações dentro de seus filmes de uma forma que valha a pena. Eu, particularmente, gosto muito de filmes como o tema Internet, por sinal há filmes muito bom com esse tema. Abaixo uma lista de cinco melhores cujo tema mais importante seja a internet, ou que tenha a web como característica destacada do enredo.

1: Matrix (The Matrix, 1999)
Matrix é realmente sobre a internet? Ele é um épico da ficção científica, com certeza, mas também é uma ampla alegoria a respeito de para onde a tecnologia poderia nos levar. O papel da internet na Matrix é basicamente traiçoeiro: ela está envolvida numa simulação global de vida apenas para divertir e distrair humanos inconscientes que estão sendo usados para alimentar a rede.

Há quem diga que esta visão não é apenas fantasia - que estamos realmente caminhando nessa direção. O filme é declaradamente inspirado no empresário do Second Life Philip Rosedale ao criar seu popular mundo virtual. Em última análise, o Matrix não seria sobre internet. Ele seria a internet!

2: Eu, Você e Todos Nós (Me and You and Everyone We Know, 2005)
A brilhante diretora e atriz Miranda July provou na comédia feita há três anos que uma criativa autora poderia surgir com uma nova e original maneira de usar a internet como roteiro. A rede desempenha um papel crucial no filme - uma sub-trama na qual dois personagens que se conhecem apenas pela internet decidem se encontrar. O fato é que nenhum é o que o outro espera. A diversão está na maneira como eles chegam ao fatídico encontro. Se alguém ficar curioso, no YouTube há alguns trechos.

Amplamente criticado como idiota em seu lançamento, Hackers logo emergiu como um clássico cult da comunidade web - ao menos entre os telespectadores jovens demais para ter visto o WarGames quando estreou. O filme apresenta uma nova, improvável, estilizada e pesada visualização do cyberespaço, mas funciona assim mesmo, graças à sua história top de linha e das estrelas (que outros filmes podem se vangloriar da presenta de Angelina Jolie e Fisher Stevens?).

O filme também dá uns toques de realismo: Antes do núcleo da tripulação de hackers permitir que Jonny Lee Miller's Dade entre para o grupo, eles o desafiam a decifrar uma série de manuais técnicos considerados de essencial leitura desde o início dos anos 1980. Dade passa no teste, o que culmina no "Ugly Red Book That Won't Fit on a Shelf" (livro vermelho feio que não cabe numa prateleira), um dos quatro livros que são referência em linguagem de programação PostScript nos Estados Unidos.

4: Startup.com (2001)
Lembra do "boom" da internet? Aquele antes do estouro da bolha no ano 2000? Em Statup.com, os documentaristas Chris Hegedus e Jehane Noujaim capturaram o glorioso crescimento e a surpreendentemente rápida queda de uma empresa fictícia chamada GovWorks.com, de seu início até a implosão. O filme dá aos telespectadores um lugar na sala de reunião durante as sessões de brainstorming da equipe de construção de treinamento e o capital de risco no centro dos negócios no lançamento da web.

O período de entusiasmo e projeções de crescimento é prontamente seguido por brigas entre executivos, demissões em massa e um espetacular colapso. Em um mundo onde a pura malícia sustenta muitas falhas corporativas, essa história de ignorância simples e ganância levando a uma queda nos negócios parece quase bizarra. Mas ele faz um bom trabalho ao resumir a era "ponto com" em apenas 107 minutos.

5: Ameaça Virtual (AntiTrust, 2001)
O filme é um delírio para os nerds. Ryan Phillippe estrela como um jovem esquisito empregado num grande conglomerado da computação chamado NURV, onde deve desenvolver algo como uma versão da internet via satélite - um sistema que ligará todos os equipamentos de comunicação da Terra (incluindo pagers e PDAs, que ainda eram muito populares na época).

A NURV se torna o inferno e seu chefe "fascista monopolista", interpretado por Tim Robbins, é revelado um assassino em série que não hesita em fazer dos desenvolvedores suas vítimas.



Fonte: IDG Now!

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