terça-feira, 8 de novembro de 2011

Do tabuleiro para o iPad

Pula Macaco para celulares e tablets.
A fabricante de brinquedo Estrela vai lançar a versão digital de clássicos com Pula Macaco, Detetive e Banco Imobiliário, que poderão ser jogados em celulares e tablets. Com a ajuda de um trampolim, o jogador tem dependurar macaquinhos em um árvore no centro da mesa. Ganha a partida quem posicionar primeiro todos os seus bichos. Lançado em 1992, o Pula Macaco tornou-se um clássico dos tabuleiros, agora ele ganha ares de modernidade.

Com 75 anos, a fabricante de brinquedos Estrela entra em um novo mercado: o de aplicativos para celulares e tablets em parceria com o Grupo Mobi. O Pula Macaco pode ser pode ser jogado em tablets, smartphones e no Facebook e no site da fabricante.

A novidade não vai restringir ao Pula Macaco. Ele será o primeiro de 14 jogos de tabuleiro que a Estrela pretende digitalizar. Jogos tradicionais com Cilada, Detetive, Pula Pirata, Banco imobiliário e Jogo da vida estarão disponíveis para download em um aplicativo batizado de Estrela Digital.

Fonte: EXAME.com

segunda-feira, 7 de novembro de 2011

Não tem pra ninguém

O Google é o prefeirdo dos brasileiros na hora de pesquisar na Internet.
Que o Google é o preferido dos brasileiros e do mundo na hora de fazer buscas na internet não é novidade alguma. Mas o que é novidade, ao menos para mim, é que o Google Brasil, somadas todas as versões, o buscador é responsável por mais de 95% das buscas feitas no País, conforme um estudo da Experian Hitwise. Segundo o estudo, a versão .com.br teve 90,7% do mercado nos últimos três meses analisados, seguida pela versão americana (3,34%) e portuguesa (1,95%).

O buscador da Microsoft, e rival do Google, Bing, apareceu apenas na quarta posição no quadro de buscadores usados no Brasil, com 1,73%. O Bing é uma aposta da Microsoft no mercado dominado pelo Google. O Bing foi lançado em 2009 pela empresa.

O Google Brasil domina com folga o mercado, mas em comparação com o mesmo período de 2010, perdeu 3,38 pontos percentuais. Em 2010, a versão brasileira do Google representava 94,09% das buscas feitas por usuários brasileiros.

O estudo da Experian Hitwise também mostra que buscas contendo uma só palavra representam 23,72% das realizadas no período. Buscas com duas e três palavras foram quase equivalentes no período, com 20,73% e 20,26%, respectivamente.

Fonte: IG Tecnologia

domingo, 6 de novembro de 2011

Como melhorar a vida útil da bateria do celular

Mitos e verdades sobre a bateria do celular.
Um fala uma coisa outro fala outra e você fica completamente perdido. E aí você compra um celular novo, mas com medo da bateria dele não durar nem um ano. Celular novo, mas com velhos traumas e muitas dúvidas persistentes do dono. Há mutos mitos e verdades sobre a duração da carga dos celulares. Veja a seguir dicas sobre como melhorar a vida útil das baterias:

Baterias são de tipos diferentes: descubra qual é a sua
Muitos dos mitos sobre baterias de celulares estão ligados a um modelo antigo, compostas por níquel cádmio. Esse tipo de bateria necessitava de uma primeira carga contínua de várias horas. Com o tempo, não carregava completamente se o usuário não esperasse seu consumo total, perdendo aos poucos sua capacidade de carga (problema chamado ''efeito memória'').

Mas o modelo de bateria mais utilizado nos celulares atualmente, explica o professor de engenharia elétrica da FEI, Antônio Carlos Gianoto, é o de íon lítio. "Essa bateria, ao contrário da de níquel cádmio, carrega mais rapidamente e não sofre do efeito memória".

Outro tipo de bateria é a de lítio polímero, uma evolução das baterias de íon lítio. Por serem menores e mais leves, são encontradas em smartphones e celulares recém-lançados. A dica é conferir no manual do aparelho o modelo correto da bateria do seu celular.

A 1ª carga deve ser de 8, 12... 16 horas contínuas
Isso é apenas mito. De acordo com Antônio Carlos Gianoto, professor de engenharia elétrica da FEI, essa prática era necessária para as baterias de níquel cádmio, mas as baterias atuais, de íon lítio, dispensam essa ação. A maioria dos manuais atualmente indica apenas que a primeira carga deve ser completa (e isso não vai demorar tantas horas assim).

Devo esperar a descarga total da bateria para recarregá-la
Não é verdade! Celulares com bateria de íon lítio e lítio polímero não precisam estar totalmente descarregados para serem ligados à tomada. As baterias atuais conseguem reconhecer os diferentes níveis de carga e não sofrem mais do efeito memória (quando o celular perde a capacidade de carga. Exemplo: você ainda tinha 20% de bateria quando pôs o celular ligado à tomada, então ele memorizaria 80% como uma carga completa).

Calor excessivo faz celular perder a bateria
Isso é verdade. "É preciso lembrar que a bateria depende de reações químicas dentro dela para funcionar", explica Antônio Carlos Gianoto, professor de engenharia elétrica da FEI. Ou seja, a temperatura externa alta pode alterar essas reações, fazendo com que o celular perca a duração da bateria e também diminua sua vida útil.

Pôr a bateria na geladeira dá carga extra
Na internet você encontra depoimentos de usuários que colocaram a bateria descarregada (e não o celular inteiro) para conseguir um pouco de carga extra – e funcionou. Na verdade isso não passa de um mito. O professor de engenharia elétrica da FEI avisa não haver nenhum estudo científico que comprove o feito. "O que acontece provavelmente com a bateria descarregada é sua recomposição enquanto está desligada", pondera Gianoto. Isso pode acontecer mesmo com a bateria em temperatura ambiente. Não custa avisar: a umidade da geladeira pode danificar a bateria.

Antigamente as baterias duravam mais
Isso é mais uma impressão dos usuários, que se esquecem das funções reduzidas dos celulares analógicos em relação aos atuais. Além disso, os aparelhos antigos consumiam carga continuamente; os da nova geração gastam energia conforme os recursos são utilizados e permanecem em stand by nas outras horas. "O usuário atual tem perfil gastador. O hábito de consumo hoje é totalmente diferente do passado", destaca Gianoto.

Devo tirar o celular da tomada assim que a carga estiver completa
A vida útil da bateria do celular não diminui se você se esquecer de tirá-lo da tomada assim que a carga for completada. "A carga funciona como uma caixa d'água: quando atinge o nível máximo, a boia interrompe a entrada de mais fluxo", compara o professor da FEI. Portanto, ao atingir o nível máximo, o celular interrompe o processo, sem sobrecarregar a bateria.

É melhor desligar o aparelho ao recarregá-lo
Isso é um mito. Ligado ou desligado, o celular vai ter a bateria carregada exatamente da mesma forma; a diferença será o tempo que a tarefa vai levar. A vida útil da bateria será a mesma, mas com o celular ligado o carregamento vai demorar mais porque ele estará consumindo (pouca) energia durante o processo.

É melhor esperar o carregamento completo antes de tirá-lo da tomada
Outro mito. Nem sempre você quer esperar a carga completa para usar o aparelho (quem nunca deixou o celular carregando apenas alguns minutinhos antes de sair de casa?). Isso não prejudica a vida útil da bateria. Algumas fabricantes, como a Apple, recomendam que uma vez por mês (é, só isso!) você cumpra o ciclo completo da bateria (carga total e depois descarga total).

Bateria de smartphone sempre dura menos de 24 horas
Não é verdade. É possível fazer a bateria de um smartphone durar mais que um dia, desde que você faça uso (bem) moderado dos inúmeros recursos do aparelho. Em espera, por exemplo, a Apple afirma que a bateria do iPhone dura até 300 horas. O que ajuda: desligar o 3G, o Wi-Fi, a geolocalização e as notificações do tipo push (atualizadas automaticamente), fechar aplicativos que rodam em segundo plano, diminuir o brilho da tela e, sempre que possível, manter o sistema operacional atualizado.

A bateria perde sua capacidade com o passar do tempo
Isso sim é verdade. Nada dura para sempre: as baterias perdem naturalmente a capacidade de reter carga com o passar do tempo. Em média, baterias de íon lítio podem durar até 5 anos (ou de 300 a 500 ciclos – carga e descarga total).

Modo vibracall, Bluetooth e roaming são vilões da bateria
Outra verdade. Para fazer o celular vibrar, há um pequeno motor que consome energia da bateria. Se não estiver esperando aquela ligação urgente no meio da reunião, desligue o aparelho. Outro vilão é o roaming: se está em locais com pouco ou nenhum sinal, desligue o celular. O aparelho tende a gastar mais energia para alcançar sinais fracos. O Bluetooth também consome muita bateria: procure habilitá-lo apenas no momento em que for necessário.

Não está usando o celular? Então desligue!
Tem gente que não consegue dormir sem deixar o celular ligado. Mas se você chegou em casa do trabalho, tem telefone fixo, despertador, lanterna, relógio, TV, computador... por que não desligá-lo?

Fonte: UOL Tecnologia

sábado, 5 de novembro de 2011

Novo recurso do Facebook é um dedo-duro

Ferramenta Ticker do Facebook entrega “pulada de cerca”.
O recurso Ticker, aquela barra lateral direita do Facebook que mostra em tempo real tudo que seus amigos fazem ou deixam de fazer, é uma ameaça à privacidade dos usuários do site. A ferramenta pode entregar uma traição conjugal – ou uma mentira no trabalho, para os pais, etc, já que os usuários não tem controle sobre ela. Para isso acontecer, basta que o amante (ou pessoa chave em questão) deixe seu perfil ou publicações como públicos, por exemplo.

Neste caso, mesmo que a mulher adúltera mude suas configurações de privacidade e escolha ocultar suas publicações, inícios de amizade e lista de amigos, o marido traído ficará sabendo do caso pelo Ticker.

Mas como o recurso ainda não está disponível para todos os usuários do Facebook, incluindo o marido traído nessa caso, pode ser que isso “salve” a mulher, certo? Errado, pois se um amigo em comum do casal tiver o Ticker, por exemplo, ele poderá ver todos os posts que a entregam e contar ao marido.


Cuidados
Para saber se uma publicação no Facebook é pública, busque pelo globo da Terra no lado direito do tempo do post – ao passar o mouse sobre ele aparecerá a palavra “Público”.

Outros tipos de compartilhamentos no site incluem “apenas com amigos” e “amigos de amigos”, mas é bom tomar cuidado com essa última opção. Pois ela pode estender e muito o alcance do post, podendo chegar até sua namorada(o), chefe, mãe, pai, ou qualquer grupo de pessoas que você não gostaria que soubesse dos seus comentários, Curtir, entre outras ações.

O que você acha do Ticker? Deixe sua opinião nos comentários abaixo:

Fonte: IDG Now!

sexta-feira, 4 de novembro de 2011

O smartphone mais fino do mundo

Motorola RAZR
A Motorola Mobility anunciou nesta quinta-feira (10/11/2011) o lançamento no Brasil do RAZR, o smartphone mais fino do mundo. O aparelho tem apenas 7,1 mm de espessura (mais fino que o Samsung Galaxy SII) e pesa 127 gramas. A Motorola enfatiza a resistência, com frente em Gorilla Glass, painel traseiro em Kevlar, estrutura interna metálica e o Splash-guard, um revestimento que protege o aparelho contra danos caso água seja derrubada sobre ele.

Por dentro o aparelho tem um processador dual-core de 1.2 GHz, com 1 GB de RAM, tela Super AMOLED de 4.3 polegadas com resolução qHD (540 x 960 pixels) e câmera de 8 MP capaz de gravar vídeos em Full HD. Tudo isso alimentado por uma bateria de 1800 mAh que, segundo a fabricante, é suficiente para 8.9 horas de reprodução de vídeo ou 12.5 horas de conversa em uma rede 3G. O sistema operacional é o Android 2.3.5.

Assim como outros aparelhos recentes da Motorola, o RAZR é compatível com acessórios como a nova Lapdock 100, que o transforma em um "notebook". Tanto a Lapdock quanto a Car Dock, para uso veicular, e HD Dock, para uso como "Media Center" ligado a TV, também estarão disponíveis no mercado nacional.

O Motorola RAZR estará disponível nas lojas no Brasil a partir do dia 16 de Novembro, com preço sugerido de R$ 1.999 (sem subsídios de operadora)

Fonte: PC World

quinta-feira, 3 de novembro de 2011

Preciso mesmo deixar o XP?

Eu, particularmente, gostava muito do XP, mas migrei para o Windows 7 já faz algum tempo.
O Windows XP foi lançado no dia 25 de Outubro de 2001, e desde então muita coisa mudou no mundo da informática: para se ter uma idéia, a configuração “recomendada” para rodar o sistema na época do lançamento era um PC com processador de 300 MHz, 128 MB de RAM e 1.5 GB de espaço em disco, configuração modesta até em um smartphone nos dias de hoje.

Mas em um mundo onde processadores quad-core, gigabytes de RAM e terabytes de espaço em disco são comuns, muita gente ainda se apega ao velho sistema, seja por necessidade ou preferência pessoal. Não precisa se sentir um dinossauro, não há nada errado nisso.

Há muitos usuários do XP preocupados em saber se precisam migrar para uma versão mais recente do sistema (como o Windows 7) ou se podem continuar com o bom e velho XP.

O recomendado é a atualização para o Windows 7, mas ela não é absolutamente necessária. Especialmente se o PC for antigo e você tiver de atualizar também o hardware (processador, memória, HD) para rodar o novo sistema. Neste caso pode valer mais a pena juntar dinheiro para um PC novo com o Windows 7 já pré-instalado.

A Microsoft ainda suporta o Windows XP, e continuará fazendo isto até abril de 2014. Até lá, o sistema terá mais de 12 anos de idade (o Windows 98 tinha apenas 8 anos quando a Microsoft cessou o suporte). Mas o que acontece quando o suporte cessa? Nesse caso, a Microsoft para de corrigir bugs e falhas de segurança no sistema. Você poderá continuar usando o XP em seu PC, mas estará “por conta própria”.

A falta de correções de segurança pode não ser um problema tão sério. Após 12 anos, podem haver poucos “buracos” ainda abertos no Windows XP. E o malware escrito em 2014 provavelmente não será projetado para atacar um sistema tão “ultrapassado”.

Vale notar que, de muitas formas, a Microsoft já parou de suportar o Windows XP. Muitos dos aplicativos do pacote Windows Live só funcionam no Vista e Windows 7. O mesmo vale para o Internet Explorer 9. Se você ainda usa o XP e quer um navegador mais moderno, terá de usar uma alternativa como o Mozilla Firefox ou o Google Chrome.

Mas nada vive para sempre, nem os sistemas operacionais. Eventualmente outras desenvolvedoras de software irão deixar de suportar o XP em seus produtos. Quando aplicativos essenciais como navegadores e pacotes de segurança começarem a exigir versões mais recentes do Windows, aí sim a migração será inevitável.

Fonte: PC World

quarta-feira, 2 de novembro de 2011

A moda agora são os tablets

Os tablets estão tomando o lugar dos notebooks.
As vendas pelo mundo dos tablets tiveram um forte aumento no segundo trimestre de 2011, ao ponto de superar as vendas dos netbooks pela primeira vez na história. Quem informa é a empresa de pesquisa de mercado ABI Research. Seu último relatório de vendas de produtos revela que as remessas de tablets para o mercado aumentaram 112.5% no segundo trimestre de 2011, alcançando a marca de 13.6 milhões de unidades vendidas. Comparados aos 6.4 milhões de unidades entregues ao mercado no primeiro trimestre de 2011, nota-se um crescimento substancial.

Por outro lado, as vendas de netbooks declinaram no mesmo período: passaram de 8.4 milhões de unidades entregues no primeiro trimestre desse ano para 7.3 milhões do segundo trimestre, um pouco mais da metade de tablets enviados para o mercado no mesmo período.

"Esta é uma tendência que não esperamos mudanças", disse o diretor do segmento de análise de dispositivos móveis, Jeff Orr, em comunicado. "Como são segmentos diferentes, não estamos falando de um comportamento de substituição direta, mas uma mudança do tipo de dispositivo que será líder no segmento, sendo o tablet o dispositivo que mais desperta interesse entre os usuários nesse momento".

A pesquisa da ABI também mostra que o iPad 2 da Apple foi responsável por 68% dos tablets enviados para o mercado no segundo trimestre, e a ABI espera que 60 milhões de tablets sejam entregues ao redor do mundo em 2011. No caso dos netbooks, a estimativa é que sejam entregues ao mercado apenas 32 milhões de unidades até o final do ano. Por fim, a ABI informa que a maioria desses tablets vão abastecer os mercados da Europa Ocidental, Estados Unidos, Japão e Coreia.



Fonte: TechTudo

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