sexta-feira, 11 de novembro de 2011

Não prever, é já lamentar

Como prever o futuro.
Não é fácil descobrir o que acontecerá daqui a uma década. Uma pessoa com esse dom teria uma vantagem competitiva muito grande em relação ao resto do mundo. Seria muito fácil enriquecer, inclusive. Afinal, se você já sabe que tal produto fará sucesso, por que não inventá-lo antes de todo mundo? Pode parecer fantasia, mas prever o futuro é uma habilidade essencial para o mundo de hoje. Principalmente para quem trabalha com tecnologia, mercado que está sempre lançando produtos novos e mudando constantemente.

As bolas de cristal e tendas místicas são coisas do passado. Agora, muitos profissionais são contratados por algumas empresas para descobrir o que será sucesso daqui a alguns anos, uma classe de profissionais conhecidos como futuristas ou futurologistas. E, diferentemente do que muitos possam imaginar, essas pessoas não precisam de bola de cristal, turbantes ou incenso para traçar o futuro. Bastam a análise de dados do presente e muita criatividade para extrapolar as fronteiras do senso comum.

O futuro está aqui!
Guia do Mochileiro das GaláxiaO Guia do Mochileiro das Galáxia foi uma antecipação dos leitores eletrônicos

A futurologia é a ciência que estuda o futuro, não no sentido de traçar o destino de algo ou alguém, mas na tentativa de tentar adivinhar o que pode acontecer dentro de um determinado período de tempo.

Muitos escritores de ficção científica fazem isso ao elaborar elementos para os seus livros. O famoso “Guia do Mochileiro das Galáxias”, imaginado por Douglas Adams, poderia muito bem ser encarado como uma previsão dos tablets, leitores de livros eletrônicos e até da Wikipedia. Para criá-lo, Adams usou, como base, um guia de viagem para a Europa que viu à venda em 1971.

Outra previsão muito famosa foi feita por Arthur C. Clarke, autor de “2001: Uma odisseia no espaço”. Clarke, que trabalhou como instrutor e técnico de radares para a Força Aérea britânica, propôs, em artigo publicado em 1945, a ideia de satélites geoestacionários, usados pela indústria da telecomunicação.

Sendo assim, não é à toa que alguns dos futuristas contratados pela Intel são escritores. É o caso, por exemplo, de Cory Doctorow que, participando do Tomorrow Project (Projeto Amanhã), tenta moldar o futuro ou descobrir como ele seria, na tentativa de inspirar ou criar novas metas para engenheiros do mundo todo.

Métodos de previsão
Twitter como ferramenta de previsõesAntes de tudo, o futurista precisa ser uma pessoa bem antenada, por dentro das últimas novidades. Sendo assim, é fundamental ler bastante. Além disso, a futurologia usa técnicas de outras disciplinas, como Estatística, Matemática, História, Psicologia e outras. Portanto, ter um conhecimento amplo é muito desejável.

Também existem modelos e métodos próprios da futurologia. Um dos mais populares, conhecido como Método Delphi, consiste de um grupo de especialistas que são entrevistados, um a um, a respeito de um mesmo tema. Esses profissionais dão suas opiniões sobre a probabilidade e a significância de certos eventos relacionados ao problema que deve ser solucionado.

Depois, trechos anônimos das respostas são distribuídos entre os experts, para que eles possam desenvolver melhor suas ideias. Cabe aos futuristas, mais tarde, analisar todos os dados coletados e traçar suas previsões.

A análise de redes sociais também pode ser um método interessante de atuação. Essas redes podem funcionar como fonte de dados para diversos níveis, representando tanto núcleos pequenos, como a família de um usuário, quanto grupos enormes, como uma nação inteira. Por isso, os futuristas também mantêm seus olhos nos tópicos mais populares do momento.

Todo cuidado é pouco

profissionais da futurologiaOs profissionais da futurologia também evitam fazer previsões muito detalhadas. Em vez disso, eles preferem apostar suas palavras em generalidades, como o crescimento do uso de tal modelo de display ou a adoção da nanotecnologia em determinada área.

Essas pessoas também se preocupam com o impacto que suas palavras podem causar. Há, inclusive, quem argumente que o futurista não é capaz de prever, mas sim de moldar o futuro. Por isso, há muita discussão sobre ética na futurologia.

Para ter uma ideia mais aprofundada sobre o assunto, vale a pena uma boa “navegada” pelo site da World Future Studies Federation (Federação Mundial de Estudos do Futuro) e outras páginas especializadas.

Fonte: Tecmundo

quinta-feira, 10 de novembro de 2011

Seu PC ajudou em um maligno roubo de 14 milhões de dólares?

Crackers roubam 14 milhões de dólares .
Muito comum hackers e crackers usarem computadores alheios para fazer suas falcatruas on-line. A revista Forbes divulgou um anúncio muito interessante do FBI nesta semana. Uma rede de criminosos utilizava a internet para ganhar dinheiro de uma maneira bastante suja: eles utilizavam malwares para modificar as configurações de rede nos computadores infectados, que passavam a utilizar um servidor DNS gerenciado pelos hackers.

Servidores DNS “vampiros” fazem com que os computadores não respondam aos comandos com total exatidão. Sempre que alguém tentava acessar os sites mais populares do mundo, acabava sendo redirecionado para páginas de propaganda, que pagam por visualização.

Além disso, outros sites tinham os anúncios modificados para que os cliques enviassem dinheiro para o grupo criminoso. No total, 4 milhões de computadores foram infectados no processo, gerando lucros de quase 14 milhões de dólares aos responsáveis. Se você quer saber se seu computador também está nessa estatística, siga alguns rápidos passos:

1. Clique sobre o botão “Windows”;

2. Se estiver utilizando o Windows XP, abra a opção "Executar". Usuários do Windows 7 e do Windows Vista podem pular para o passo 3;

3. Digite “cmd.exe” e tecle “Enter”;

4. Na nova tela, digite “ipconfig /all” (há um espaço entre “config” e “/all”);

5. Procure por “Servidores DNS”;

6. Verifique se o endereço mostrado está na lista abaixo.

Rogue DNS Servers

Fonte: Tecmundo

O que é Megapixels, Megabytes e DPI?

São jargão da fotografia digital.
Hoje em dia ficamos até confusos com tanto termos que são usados nos mais diversos segmentos e no mundo das máquinas, câmeras, fotografias digitais não é diferente. Se você está começando agora e procurando umas dicas ou se é um veterano da fotografia, aposto que ainda há algumas coisas sobre as imagens digitais que você não conhece. Abaixo um guia com tudo o que você sempre quis saber megapixels, megabytes e DPI. Com certeza ele irá ajudá-lo a entender melhor a fotografia digital:

Tudo começa com uma pergunta
O jargão da fotografia digital pode ser confuso, ainda mais quando tantos termos soam tão similares. É comum as pessoas se confundirem megapixel e megabyte, por exemplo, e também como interpretar o número de “DPI” associado a uma imagem.

Vamos começar pelos megapixels (ou “quão grande”)
As câmeras digitais são geralmente caracterizadas pelo termo megapixel (MP), ou quantos milhões de pixels (pontos que compõem a imagem) os sensores conseguem colocar em uma foto. Uma câmera de 10 MP tira fotos que contém 10 milhões de pixels. Por exemplo, minha Nikon D200 tira fotos com 3872 pixels de largura e 2592 pixels de altura. Multiplique um número pelo outro e você terá... 10.036.224 pixels, ou 10 megapixels. Então, os megapixels definem o tamanho da imagem, medido na quantidade de pixels que ela contém.

Megabytes (ou “quão pesada”)
Também é importante medir uma foto pelo tamanho do arquivo, ou o número de “megabytes” (MB) que ela ocupa no cartão de memória ou HD. Pense nisso como se fosse o “peso” da imagem, como se ela fosse pesada em uma balança.

Megapixels e o tamanho do arquivo (megabytes) não tem quase nada a ver um com o outro. É possível ter uma foto de 10 MP que ocupa menos de 1 MB em seu HD, ou uma que ocupa 6 MB. O tamanho do arquivo depende de vários fatores, incluindo a resolução (em megapixels) mas também o formato de arquivo usado (JPEG ou RAW, entre outros) e o nível de compressão usado pela câmera na hora de salvar a foto, que às vezes é indicado na câmera como “qualidade” (Fine, Super Fine, etc).

Densidade dos pixels: DPI
Os DPI ou “Dots Per Inch” (Pontos Por Polegada, em Português). Este número ajuda a entender quão grande a imagem vai parecer quando for impressa ou mostrada numa tela, ou seja, seu tamanho de exibição (ou tamanho aparente) e - aqui está a chave - se refere à “mídia” onde ela será exibida, e não à foto em si.

Imagine que você pegou uma das fotos de 10 MP, conforme está no início da postagem, e quer mostrá-la na tela do computador. Os monitores de um PC tendem a ter uma resolução de cerca de 96 DPI, o que singnifica que há 96 pontos por polegada (2,5 cm) de tela. Se você mostrar a imagem em “tamanho natural”, de forma que cada pixel na imagem ocupe um pixel na tela, terá uma imagem com cerca de 40 polegadas (1 metro) de largura. Mas a mesma foto impressa em uma impressora jato-de-tinta a 300 DPI resulta em uma imagem de 30 cm de largura (3872/300).

Resumindo
Megapixels: indica quantos pixels uma foto contém. Serve como um indicador do tamanho da imagem, já que quanto mais pixels maior a imagem, mas não diz NADA sobre a qualidade no que diz respeito a cor, contraste, nitidez, etc.

Megabytes: dizem quanto espaço a foto ocupa no cartão de memória ou HD do PC, e não tem nada a ver com os “megapixels” da câmera. Uma mesma imagem, com a mesma resolução, salva em diferentes níveis de compressão irá resultar am arquivos com tamanhos diferentes em megabytes.

DPI (Dots per Inch): Inútil por si só, esta informação deve ser combinada à resolução da imagem para que seja possível saber qual o tamanho aparente dela em um determinado dispositivo de exibição, seja um monitor ou folha de papel. Para isso você precisa saber o DPI do dispositivo. Por exemplo, monitores de PCs costumam operar a 96 DPI, e a maioria das impressoras jato-de-tinta produz imagens com qualidade “fotográfica” a 300 DPI. Por isso, uma imagem que “enche” o monitor às vezes parece tão pequenininha quando impressa.

Fonte: PC World

quarta-feira, 9 de novembro de 2011

Google TV terá canal de sexo

Filme de sacanagem na Google TV.
A Google não está limitando o acesso de seus clientes de televisão somente ao entretenimento familiar. Segundo anunciou a Vivid Entertainment, a produtora de filmes eróticos será a primeira a lançar um aplicativo com conteúdo adulto explícito para o sistema Google TV. No catálogo da empresa estão vários filmes de sucesso, como as paródias pornográficas de Homem-Aranha e Super-Homem.De acordo com a Google, as pessoas que não quiserem que seus filhos obtenham acesso a este tipo de conteúdo não precisam se preocupar.

Os filtros de bloqueio contra conteúdo adulto foram melhorados para evitar que crianças e adolescentes possam acabar adquirindo o aplicativo do canal por acidente.

Especula-se que uma das motivações para a Google liberar o conteúdo adulto é a competição com a Apple. Com exceção de um app da Playboy, os usuários da Apple TV não contam com nenhum tipo de material erótico.

Fonte: Tecmundo

terça-feira, 8 de novembro de 2011

Do tabuleiro para o iPad

Pula Macaco para celulares e tablets.
A fabricante de brinquedo Estrela vai lançar a versão digital de clássicos com Pula Macaco, Detetive e Banco Imobiliário, que poderão ser jogados em celulares e tablets. Com a ajuda de um trampolim, o jogador tem dependurar macaquinhos em um árvore no centro da mesa. Ganha a partida quem posicionar primeiro todos os seus bichos. Lançado em 1992, o Pula Macaco tornou-se um clássico dos tabuleiros, agora ele ganha ares de modernidade.

Com 75 anos, a fabricante de brinquedos Estrela entra em um novo mercado: o de aplicativos para celulares e tablets em parceria com o Grupo Mobi. O Pula Macaco pode ser pode ser jogado em tablets, smartphones e no Facebook e no site da fabricante.

A novidade não vai restringir ao Pula Macaco. Ele será o primeiro de 14 jogos de tabuleiro que a Estrela pretende digitalizar. Jogos tradicionais com Cilada, Detetive, Pula Pirata, Banco imobiliário e Jogo da vida estarão disponíveis para download em um aplicativo batizado de Estrela Digital.

Fonte: EXAME.com

segunda-feira, 7 de novembro de 2011

Não tem pra ninguém

O Google é o prefeirdo dos brasileiros na hora de pesquisar na Internet.
Que o Google é o preferido dos brasileiros e do mundo na hora de fazer buscas na internet não é novidade alguma. Mas o que é novidade, ao menos para mim, é que o Google Brasil, somadas todas as versões, o buscador é responsável por mais de 95% das buscas feitas no País, conforme um estudo da Experian Hitwise. Segundo o estudo, a versão .com.br teve 90,7% do mercado nos últimos três meses analisados, seguida pela versão americana (3,34%) e portuguesa (1,95%).

O buscador da Microsoft, e rival do Google, Bing, apareceu apenas na quarta posição no quadro de buscadores usados no Brasil, com 1,73%. O Bing é uma aposta da Microsoft no mercado dominado pelo Google. O Bing foi lançado em 2009 pela empresa.

O Google Brasil domina com folga o mercado, mas em comparação com o mesmo período de 2010, perdeu 3,38 pontos percentuais. Em 2010, a versão brasileira do Google representava 94,09% das buscas feitas por usuários brasileiros.

O estudo da Experian Hitwise também mostra que buscas contendo uma só palavra representam 23,72% das realizadas no período. Buscas com duas e três palavras foram quase equivalentes no período, com 20,73% e 20,26%, respectivamente.

Fonte: IG Tecnologia

domingo, 6 de novembro de 2011

Como melhorar a vida útil da bateria do celular

Mitos e verdades sobre a bateria do celular.
Um fala uma coisa outro fala outra e você fica completamente perdido. E aí você compra um celular novo, mas com medo da bateria dele não durar nem um ano. Celular novo, mas com velhos traumas e muitas dúvidas persistentes do dono. Há mutos mitos e verdades sobre a duração da carga dos celulares. Veja a seguir dicas sobre como melhorar a vida útil das baterias:

Baterias são de tipos diferentes: descubra qual é a sua
Muitos dos mitos sobre baterias de celulares estão ligados a um modelo antigo, compostas por níquel cádmio. Esse tipo de bateria necessitava de uma primeira carga contínua de várias horas. Com o tempo, não carregava completamente se o usuário não esperasse seu consumo total, perdendo aos poucos sua capacidade de carga (problema chamado ''efeito memória'').

Mas o modelo de bateria mais utilizado nos celulares atualmente, explica o professor de engenharia elétrica da FEI, Antônio Carlos Gianoto, é o de íon lítio. "Essa bateria, ao contrário da de níquel cádmio, carrega mais rapidamente e não sofre do efeito memória".

Outro tipo de bateria é a de lítio polímero, uma evolução das baterias de íon lítio. Por serem menores e mais leves, são encontradas em smartphones e celulares recém-lançados. A dica é conferir no manual do aparelho o modelo correto da bateria do seu celular.

A 1ª carga deve ser de 8, 12... 16 horas contínuas
Isso é apenas mito. De acordo com Antônio Carlos Gianoto, professor de engenharia elétrica da FEI, essa prática era necessária para as baterias de níquel cádmio, mas as baterias atuais, de íon lítio, dispensam essa ação. A maioria dos manuais atualmente indica apenas que a primeira carga deve ser completa (e isso não vai demorar tantas horas assim).

Devo esperar a descarga total da bateria para recarregá-la
Não é verdade! Celulares com bateria de íon lítio e lítio polímero não precisam estar totalmente descarregados para serem ligados à tomada. As baterias atuais conseguem reconhecer os diferentes níveis de carga e não sofrem mais do efeito memória (quando o celular perde a capacidade de carga. Exemplo: você ainda tinha 20% de bateria quando pôs o celular ligado à tomada, então ele memorizaria 80% como uma carga completa).

Calor excessivo faz celular perder a bateria
Isso é verdade. "É preciso lembrar que a bateria depende de reações químicas dentro dela para funcionar", explica Antônio Carlos Gianoto, professor de engenharia elétrica da FEI. Ou seja, a temperatura externa alta pode alterar essas reações, fazendo com que o celular perca a duração da bateria e também diminua sua vida útil.

Pôr a bateria na geladeira dá carga extra
Na internet você encontra depoimentos de usuários que colocaram a bateria descarregada (e não o celular inteiro) para conseguir um pouco de carga extra – e funcionou. Na verdade isso não passa de um mito. O professor de engenharia elétrica da FEI avisa não haver nenhum estudo científico que comprove o feito. "O que acontece provavelmente com a bateria descarregada é sua recomposição enquanto está desligada", pondera Gianoto. Isso pode acontecer mesmo com a bateria em temperatura ambiente. Não custa avisar: a umidade da geladeira pode danificar a bateria.

Antigamente as baterias duravam mais
Isso é mais uma impressão dos usuários, que se esquecem das funções reduzidas dos celulares analógicos em relação aos atuais. Além disso, os aparelhos antigos consumiam carga continuamente; os da nova geração gastam energia conforme os recursos são utilizados e permanecem em stand by nas outras horas. "O usuário atual tem perfil gastador. O hábito de consumo hoje é totalmente diferente do passado", destaca Gianoto.

Devo tirar o celular da tomada assim que a carga estiver completa
A vida útil da bateria do celular não diminui se você se esquecer de tirá-lo da tomada assim que a carga for completada. "A carga funciona como uma caixa d'água: quando atinge o nível máximo, a boia interrompe a entrada de mais fluxo", compara o professor da FEI. Portanto, ao atingir o nível máximo, o celular interrompe o processo, sem sobrecarregar a bateria.

É melhor desligar o aparelho ao recarregá-lo
Isso é um mito. Ligado ou desligado, o celular vai ter a bateria carregada exatamente da mesma forma; a diferença será o tempo que a tarefa vai levar. A vida útil da bateria será a mesma, mas com o celular ligado o carregamento vai demorar mais porque ele estará consumindo (pouca) energia durante o processo.

É melhor esperar o carregamento completo antes de tirá-lo da tomada
Outro mito. Nem sempre você quer esperar a carga completa para usar o aparelho (quem nunca deixou o celular carregando apenas alguns minutinhos antes de sair de casa?). Isso não prejudica a vida útil da bateria. Algumas fabricantes, como a Apple, recomendam que uma vez por mês (é, só isso!) você cumpra o ciclo completo da bateria (carga total e depois descarga total).

Bateria de smartphone sempre dura menos de 24 horas
Não é verdade. É possível fazer a bateria de um smartphone durar mais que um dia, desde que você faça uso (bem) moderado dos inúmeros recursos do aparelho. Em espera, por exemplo, a Apple afirma que a bateria do iPhone dura até 300 horas. O que ajuda: desligar o 3G, o Wi-Fi, a geolocalização e as notificações do tipo push (atualizadas automaticamente), fechar aplicativos que rodam em segundo plano, diminuir o brilho da tela e, sempre que possível, manter o sistema operacional atualizado.

A bateria perde sua capacidade com o passar do tempo
Isso sim é verdade. Nada dura para sempre: as baterias perdem naturalmente a capacidade de reter carga com o passar do tempo. Em média, baterias de íon lítio podem durar até 5 anos (ou de 300 a 500 ciclos – carga e descarga total).

Modo vibracall, Bluetooth e roaming são vilões da bateria
Outra verdade. Para fazer o celular vibrar, há um pequeno motor que consome energia da bateria. Se não estiver esperando aquela ligação urgente no meio da reunião, desligue o aparelho. Outro vilão é o roaming: se está em locais com pouco ou nenhum sinal, desligue o celular. O aparelho tende a gastar mais energia para alcançar sinais fracos. O Bluetooth também consome muita bateria: procure habilitá-lo apenas no momento em que for necessário.

Não está usando o celular? Então desligue!
Tem gente que não consegue dormir sem deixar o celular ligado. Mas se você chegou em casa do trabalho, tem telefone fixo, despertador, lanterna, relógio, TV, computador... por que não desligá-lo?

Fonte: UOL Tecnologia

Twitter Delicious Facebook Digg Stumbleupon Favorites More

 
Powered by Blogger