sábado, 10 de dezembro de 2011

Hacker de corpo

O americano Timothy Ferriss criou dietas e exercícios, que monitora por gadgets, para aprimorar o físico.
O corpo humano é uma máquina, certo? “Errado”, diz o americano Timothy Ferriss. “O corpo está mais para software, que pode ganhar upgrades e melhorar sua performance.“ Ferriss, 33 anos, criou uma teoria que defende a necessidade de “hackear” o corpo para aprimorar seu desempenho. Para isso, submeteu-se a uma série de dietas, exercícios e a um rol de experiências malucas que inclui perda de peso pela hidratação e implantes de chip para medição de teor de glicose no sangue.

O resultado dessa combinação é contada no livro The 4-Hour Body: Na Uncommon Guide to Rapid Fast-Loss, Incredible, and Becoming Superhuman ( O Corpo de Quatro Horas: Guia incomum Para a Rápida Perda de Peso, Sexo Incrível e Para se Tornar Super-humano”, inédito no Brasil. Lançado em dezembro de 2010, continua na lista dos mais vendidos The New York Times. Abaixo uma entrevista com o polêmico autor do livro:

Timothy Ferriss

O que o senhor quer dizer com “hackeie” seu corpo? O corpo é muito maleável do que parece. Ele pode ser aprimorado por meio de uma série de técnicas. É isso que mostro no livro. Mas não tente fazer em casa. É necessário sempre uma supervisão médica.

Mas o senhor já foi internado depois de uma das experiências. São os ossos do ofício. Mas esse é o barato para o leitor. Ele não precisa ser a cobaia. Eu já abri a trilha, e mostro o que deu certo.

Qual o segredo para turbinar o corpo? Os exercícios pesados, com poucas repetições e intervalos de três minutos entre as séries. Têm efeito fantástico. Essa pegada: máximo de resultado com o mínimo de esforço físico.

O senhor costuma comer de tudo? Mais ou menos. Procuro não variar muito o cardápio. O segredo é essa pouca variação. Mas nunca deve-se passar fome.

Uma vez por semana o senhor esquece a dieta e come o que quiser?
Sim. Um pico de alta ingestão calórica provoca mudanças hormonais que aprimoram a capacidade de perder peso.

Muitos médicos classificam seu método como delírio perigoso. Mas outros pesquisadores me apoiam cem por cento.

O senhor usa gadgets para o monitoramento do corpo? Não tem gente que coleciona obras de artes? Coleciono máquinas de ressonância magnética, instrumentos de medição de densidade óssea, sensores de medição de glicose. Minha cozinha e meu banheiro parecem uma sala de emergência do seriado de TV Plantão Médico.

Se você também acredita que o corpo é um gadget, aprenda como hackeá-lo.

Fonte: Revista EXAME info

sexta-feira, 9 de dezembro de 2011

Celebridades investem em empresas de TI

Artistas emprestam sua imagem para empresas de tecnologia.
O cantor canadense Justin Bieber planeja usar seu poder de influência nas redes sociais para ajudar a lançar novas plataformas tecnológicas, que tem mais de 12 milhões de seguidores no Twitter, já teria fechado investimentos em uma startup baseada em Nova York. Justin Bieber não está sozinho entre as celebridades que decidem investir sua imagem e seu dinheiro em novas ideias do mundo da tecnologia. Conheça 10 celebridades que investem fama e dinheiro em tecnologia:

Lady Gaga

Lady GagaFrequentadora assídua da lista dos mais influentes do Twitter, a cantora Lady Gaga, que tem mais de 13 milhões de seguidores no microblog, investiu na Turntable.fm.

A empresa criou um aplicativo que permite que os usuários do Facebook façam batalhas de DJ na rede social --o site chegou a funcionar no Brasil por algumas semanas, mas, por questões de direitos autorais, agora só funciona nos Estados Unidos.

O site Business Insider revela que ela também investiu em uma ideia de seu empresário, a Backplane, uma espécie de rede social apenas para celebridades.




Ashton Kutcher

O ator Ashton Kutcher tem o próprio fundo de investimentos e já apostou em 13 startups. Ele já colocou seu dinheiro em empresas como o Foursquare, rede social de geolocalização, e o Airbnb, que permite que as pessoas aluguel quartos em vez de ficar em hoteis durante suas viagens. Kutcher também lançou um aplicativo para o Twitter, o A.plus.

A mulher de Kutcher, a atriz Demi Moore, também investe em tecnologias. Um exemplo de empresa apoiada por Moore é a Fashism, que cuida de uma plataforma de compras social.




Justin Bieber

Justin BieberBieber já teria fechado o investimento em uma startup de moda baseada em Nova York, a Thre.ad, segundo o Mashable. A empresa está conectada a Bieber por meio de sua fundadora, Mimi Nguyen, que também está envolvida em uma entidade beneficente que tem o cantor como porta-voz. O empresário do cantor chegou a afirmar que o poder que ele criou nas redes sociais pode ser valioso no lançamento de novas plataformas.




Justin Timberlake

Justin TimberlakeO cantor e ator Justin Timberlake estava no grupo de investidores que comprou a rede social MySpace do grupo News Corp. De acordo com o comunicado de divulgação da compra, Timberlake passará a ter um papel importante no desenvolvimento da "direção criativa e na estratégia da empresa". Apesar da queda no uso da rede, o cantor disse ainda haver um espaço para o MySpace no mercado.

"Existe uma necessidade de um espaço onde os fãs podem interagir com seus artistas favoritos, ouvir suas músicas, ver seus vídeos. O MySpace tem o potencial para ser esse lugar", disse Timberlake. O cantor e a Specific Media, que também comprou a rede social, ainda estão por anunciar seus planos para o MySpace.




William Shatner

William ShatnerO ator William Shatner, conhecido por sua atuação em "Star Trek", pediu ações ao invés de dinheiro como pagamento para fazer comerciais da Priceline, empresa que mantém um site que centraliza descontos para viagens em itens como carros e hotéis. De acordo com o site Toronto Sun, o valor recebido pelo ator já valia US$ 600 milhões em maio de 2010.




Will.i.am

Will.i.amO cantor Will.i.am, do grupo Black Eyed Peas, foi nomeado diretor de inovação criativa da Intel em janeiro de 2011.

"Praticamente tudo o que eu faço envolve processadores e computadores", disse o cantor na ocasião, segundo a empresa. Seu trabalho na Intel envolverá aparelhos como notebooks, smartphones e tablets. Além disso, ele deverá trabalhar no setor de música da Intel.




Will Ferrell

Will FerrellWill Ferrel, Adam McKay e Chris Henchy são o grupo de fundadores do site de comédia Funny Or Die e da empresa Gary Sanchez Productions.

O site, que ficou conhecido em 2007, teve financiamento da Sequoia Capital e fechou um acordo para fornecer conteúdo à HBO.





Steve Nash

Steve NashO jogador da NBA, Steve Nash, faz parte da Consigliere, um fundo de investimentos baseado em Nova York.

Entre os investimentos da Consigliere estão a Birch Box, uma empresa de maquiagem, a Chloe & Isabel, do ramo das jóias, e a STELLAService, que dá notas às lojas online para ajudar nas decisões dos consumidores.




Kanye West

Kanye WestO raper norte-americano Kanye West também estava no grupo de investidores que apoiou a Turntable.fm, que criou um aplicativo que permite que os usuários do Facebook façam batalhas de DJ na rede social.

Ele e Lady Gaga fazem parte do grupo que contribuiu nos US$ 7,5 milhões que serão investidos na startup.




Kim Kardashian

Kim KardashianA socialite e estrela de reality shows Kim Kardashian ajudou a fundar a Shoedazzle, uma startup ligada à moda, segundo o Bussiness Insider. Já são US$ 40 milhões por trás da empresa, que já tem 3 milhões de usuários.








Fonte: G1 - Tecnologia e Games

quinta-feira, 8 de dezembro de 2011

Redes sociais para conseguir emprego

Só no Facebook, mais de 18 milhões de americanos conseguiram o emprego atual.
As redes sociais não são mais apenas para manter contato com amigos e família, agora também são um grande recurso para quem está a procura de um novo emprego. De acordo com uma pesquisa divulgada pela Jobvite, mais de 22 milhões de pessoas nos EUA conseguiram o atual emprego aumentando sua influência em sites de relacionamento. Esse número representa um salto de 7,7 milhões, ou de 53%, em relação ao ano passado.

Com base nos resultados da pesquisa, os pesquisadores da Jobvite estimam que 18,4 milhões de americanos encontraram o emprego atual por meio do Facebook, 10,2 milhões pelo LinkedIn e 8 milhões com ajuda do Twitter. A soma desses números não é igual a 22 milhões porque alguns entrevistados escolheram múltiplas redes como a fonte de seu trabalho atual.

Quase 90% dos entrevistados tem contas em redes sociais. A maioria no Facebook (84%), seguido pelo Twitter (39%) e LinkedIn (35%), e 31% afirmam estar nos três.

A Jobvite descobriu que os candidatos que tem maior presença nas redes sociais – chamados de "Super Sociais" – tiveram um melhor desempenho para conseguir referências. Por exemplo, 16% dos concorrentes para uma vaga disse que havia recebido uma indicação de trabalho de sua rede de contatos no Facebook, contra 25% dos "Super Sociais". O mesmo aconteceu no caso do LinkedIn (9% dos usuários regulares em contraste com os 48% obtido pelos "Super Sociais" receberam indicações) e no Twitter (6% versus 32%).

Rejeição também vale
"Nossa nova pesquisa nacional mostra que os candidatos socialmente habilidosos têm vantagem sobre seus colegas na busca por empregos e ela tem se mostrado verdadeira", disse o presidente e CEO da Jobvite, Dan Finnigan, em um comunicado quarta-feira. "Embora as indicações sejam a principal fonte de novos empregos, as redes sociais desempenham um papel cada vez mais importante na procura de trabalho hoje."

As redes sociais não são apenas uma fonte de informação de emprego, mas também uma fonte de informação para empregadores. Na verdade, tornou-se rotina para muitas organizações dar uma olhada nos perfis de potenciais contratados para ver o que podem aprender sobre eles.

De acordo com um estudo divulgado no mês passado pelo serviço de monitoramento de mídias sociais Reppler, 91% dos empregadores usa os sites de relacionamento para avaliar empregados. E 69% disse ter rejeitado candidatos com base em informações descobertas nas redes sociais.

Fonte: IDG Now!

quarta-feira, 7 de dezembro de 2011

Como consertar o teclado do notebook que “pirou”

Quando digito letra aparece número.
Se você adquiriu recentemente um notebook, e não tem intimidade com o teclado dele, pode está com um problema bastante comum: de repente, você não sabe como, o teclado do seu notebook ficou “maluco”. Você digita uma letra, mas em seu lugar aparecem números, “e se4s e-0a53s f5ca0 desse 1e5t6”. Não se preocupe, seu notebook não está com defeito: você apenas ativou sem perceber uma função pouco conhecida, o teclado numérico.

Os teclados de PCs “de mesa” tem um teclado numérico separado, muito útil para quem passa o dia lidando com números, mas nos notebooks geralmente não há espaço para isso. A solução encontrada pelos fabricantes foi dividir o espaço com as teclas “normais”, e usar uma tecla de função (Num Lock, ou Num LK em alguns teclados) para alternar entre os dois.

Se você prestar atenção, vai ver que todas as teclas que ficaram “malucas” estão na metade direita do teclado, e provavelmente tem um número pintado em uma cor diferente nelas. Este número indica a função da tecla quando o Num Lock está ativado. Por exemplo, a tecla J é 1, O é 6, e por aí vai.

Para levar seu teclado de volta ao normal, basta desativar o teclado numérico. A combinação exata varia de modelo para modelo, mas seu teclado deve ter uma tecla escrito Num Lk em cor diferente. Segure a tecla de função (Fn) e pressione a tecla do Num Lock.

Fonte: PC World

A ficção e os processadores

Ficção científica e a Intel.
“Quando Alexin se curvou na cadeira, os sensores reagiram de imediato. O assento inclinou-se levemente para frente a fim de ajuda-lo a se levantar. Enquanto caminhava pela sala, o calor e os movimentos do seu corpo eram monitorados. Como era noite, as luzes da casa se acendiam e apagavam na medida em que ele entrava e saía de cômodos. As portas se abriam automaticamente. Alexin não precisa perder tempo abrindo gavetas ou acendendo lâmpadas. Os sensores espalhados por todos os cantos tornam a vida mais fácil.”

A casa de Alexin ainda não existe. É fruto da imaginação de Markus Heit. Autor do conto O piscar de um olho. Heit é um dos quatros autores de ficção científica contratados pela fabricante de processadores Intel em meados de 2010 para fazer parte do Projeto Amanhã, cujo objetivo é ajudar a criar produtos novos e, mais importante, inovadores.

Essa não é a primeira vez que a Intel recorre a colaboradores com formação pouco comum ao mundo da tecnologia. Em 2006, a empresa anunciou a contratação de mais de 100 antropólogos. O objetivo? Entender o que as pessoas esperam de um computador.

Um exemplo disso aconteceu quando, há cinco anos, a Intel começou a fazer pesquisa de chips para equipar set-top boxes do Google. A princípio, a fabricante de processadores acreditava que as pessoas queriam passar vídeos por streaming de seus computadores para a TV. Mas uma pesquisa conduzida por equipes de antropólogos descobriu que elas queriam apenas assistir ao vídeo por streaming. Desejavam, sim, usar a televisão para navegar pela internet.

Essa informação fez com que a empresa redesenhasse aa linha de chips usados nos aparelhos de TV. Mais recentemente, em janeiro, a Intel contratou o músico Will.i.am para sua área de inovação de criativa. E deu mais um passo fora da lógica corporativa tradional.

Fonte: Revista EXAME info

terça-feira, 6 de dezembro de 2011

O que se deve observar ao escolher uma filmadora

filmadora JVC Everio GZMC20US.
A filmadora é o sonho de consumo de muitas pessoas, nos dias de hoje muito mais pessoas estão realizando esse sonho. Com advento do Natal talvez você esteja querendo comprar uma filmadora para dar de presente ou para você mesmo. A escolha não é nada fácil, há dezenas de modelos no mercado . A fim de facilitar essa tarefa, a seguir os principais aspectos a serem considerados ao escolher uma filmadora.


Preço
O preço de uma filmadora varia bastante. Há modelos básicos a partir de R$ 500 até câmeras intermediárias, na faixa de R$ 2.000. Filmadoras com recursos mais avançados, próprias para usuários mais experientes, podem custam entre R$ 3.000 e R$ 4.500. Mas é possível encontrar novas câmeras de aproximadamente R$ 8.000.

Armazenamento
A maioria das filmadoras disponíveis no mercado grava os vídeos em discos rígidos (similares aos usados em computadores) ou em memórias Flash (tipo de memória usado em pen drives). Praticamente todas elas têm também entrada para cartões de memória. O formato mais comum para esses cartões é o SD, mas algumas câmeras trabalham também com microSD e Memory Stick.

Filmadoras com armazenamento em HD costumam ser mais caras e podem ter memória acima de 100 GB. Já os modelos com memória Flash costumam vir com, no máximo, 32 GB. Na prática, 10 GB armazena cerca de 60 minutos de vídeo em qualidade máxima (Full HD). Mas este valor depende da filmadora e dos ajustes de qualidade do vídeo e áudio.

Ainda é possível encontrar filmadoras que gravam vídeos em fitas MiniDV ou em mídias DVD. Mas esses modelos já estão defasados e são mais comuns em sites de produtos usados.

Resolução
A resolução mais alta encontrada no mercado é a Full HD (1.920 x 1.080). Filmadoras desse tipo costumam ser as mais caras. Mas de nada adianta filmar em Full HD se você não vai mostrar os vídeos em uma televisão também Full HD. Por isso, leve isso em conta se considerar comprar uma filmadora com esse recurso.

Outras resoluções encontradas no mercado são a HD (1.280 x 720) e SD (720 x 480).
Filmadoras com resolução SD costumam ser as mais baratas, não passando de R$ 1.000.

Na prática, a resolução Full HD é mais interessante apenas para quem tem conhecimento de vídeo maior e deseja produzir um vídeo de viagem com mais qualidade ou mesmo um filme amador. Quem pretende usar a filmadora apenas para registrar eventos familiares pode optar por um modelo mais barato.

filmadora Bloggie da Sony
Design
Algumas filmadoras têm design vertical, o que permite maior firmeza ao segurar o equipamento. A filmadora Bloggie, da Sony, é uma delas. Quem é canhoto deve ter atenção com esse quesito e preferir câmeras com dupla empunhadura. Neste tipo de modelo, basta girar a filmadora sobre seu eixo para usá-la com a mão esquerda.

Outro aspecto que deve ser observado é o visor LCD. Em algumas câmeras esse visor também é sensível ao toque e é usado para acessar as configurações do equipamento. Isso diminui a quantidade de botões físicos na filmadora, mas, por outro lado, pode tornar mais trabalhoso o acesso a recursos muito úteis da filmadora.



Zoom, microfone e flash
Um aspecto importante na hora de escolher uma filmadora é o zoom óptico que ela oferece. Uma câmera com zoom óptico de 10 x já é o suficiente para fazer boas imagens sem perder a qualidade da gravação.

Deve-se observar também que, quanto mais se usa o zoom, mais firmeza é necessária para segurar a filmadora. Por isso, valores acima de 10x não costumam ser muito úteis na prática. Algumas filmadoras trabalham também com zoom digital. Mas o uso desse zoom não é recomendado, pois degrada a qualidade da captação das imagens.

Usuários que querem fazer uma gravação bem feita ou captar com nitidez a voz de uma pessoa devem optar por filmadoras com entrada para microfone. Todas as filmadoras vêm com um microfone embutido, mas eles costumam captar ruídos do ambiente também. Por isso, para gravar entrevistas, por exemplo, o ideal é adquirir uma câmera com entrada para microfone e também saída para fones de ouvido.

Um recurso interessante para quem pretende gravar no escuro é o flash embutido. Mas ele é útil apenas em lugares realmente sem iluminação. De modo geral, filmadoras conseguem gravar em ambientes escuros e possuem ajustes específicos para essas situações.

Bateria
Vários fatores influenciam na duração da bateria, mas, de modo geral ela dura entre duas e três horas. Um indicador da duração da bateria é seu valor em mAh (miliampéres por hora). Quanto maior esse valor, em teoria, maior a duração da bateria.

: filmadora SDT750 da Panasonic
Recursos inovadores
Quem gosta de ter sempre o produto mais sofisticado deve ficar de olho em alguns recursos avançados, que começam a aparecer aos poucos nas filmadoras. Um deles é a capacidade de filmar em 3D. Panasonic e Sony já vendem câmeras que permitem captar imagens e reproduzir em três dimensões.



O modelo SDT750 da Panasonic custa R$ 6.000, grava imagens com tecnologia 3D, mas não possui tela LCD com a mesma tecnologia para a visualização (é necessário ver os vídeos em uma TV 3D). Já a Sony HDR-TD10 permite ver o conteúdo gravado em 3D na própria tela LCD sem o uso de óculos especiais. A HDR-TD10 custa R$ 7.600. Sempre vale lembrar que para reproduzir conteúdo 3D em PCs ou televisores é preciso que os aparelhos também sejam compatíveis com essa tecnologia

Outra novidade em filmadoras é o projetor embutido. Ele está presente na Sony HDR-PJ10 e permite projetar os vídeos em paredes ou telas em uma distância que varia entre 0,5 e 3 metros. A HDR-PJ10 já está disponível no Brasil por RS 3.000.




Fonte: IG Tecnologia

segunda-feira, 5 de dezembro de 2011

Como comprar um notebook de alto desempenho

Notebook de alto desempenho. Acer.
É frequente as reclamações dos usuários referente ao desempenho dos notebooks, há um mito que os notebooks sempre têm configurações mais modestas que os desktops, mas não é bem assim, existe no mercado inúmeros notebooks de alto desempenho, que roda sem dificuldade os programas mais pesados, como o Corel Draw, entre outros. Abaixo dicas para comprar notebook deste e não se decepcionar na hora de usar:

Para ter um desempenho a contento o melhor é investir em um notebook com um processador de alto desempenho, como o Intel Core i7 ou AMD Fusion APU. Para a edição de vídeos e imagens, é recomendável que você escolha um notebook com placa de vídeo dedicada, com pelo menos 1 GB de memória de vídeo.

Já para a memória RAM, o ideal é optar por um equipamento que venha instalada pelo menos 6 GB de RAM e que seja possível um upgrade para 8 GB ou mais de RAM. Armazenamento, vale um HD de 1 TB.

Se você puder investir em um HD na tecnologia SSD, o desempenho é ainda maior. Um detalhe que não pode ser esquecido é a autonomia da bateria, pois se você vai investir em um equipamento portátil de alto desempenho, o ideal é contar com muitas horas longe da tomada.

Fonte: G1 - Tecnologia e Games

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