quinta-feira, 8 de março de 2012

Eset Smart Security 5

Esse é bom.
Sempre nos questionamos se vale a pena optar por um antivírus pago se há tantos gratuitos muito bons. Sim, para aqueles que quer uma segurança mais, é recomendado um pacote de segurança, um deles é o Eset Smart Security 5, que embora ainda tenha espaço para melhorar, está bem melhor que a versão do ano passado. Na detecção de ameaças o Eset Smart Security 5 bloqueou completamente 88.5% dos ataques por malware, e bloqueou parcialmente outros 3.8%. Na detecção de ameaças conhecidas: o software da Eset bloqueou 98,02% das amostras.

O pacote da Eset é excelente na detectação e desabilitação de infecções ativas no PC e também na remoção de malwares. Vale mencionar que o Eset Smart Security 5 não identifica por engano arquivo seguro como sendo perigoso. A Eset fez que seu mecanismo de detecção não considera arquivos corrompidos como malware, o que pode ajudar no bom resultado.

O Eset Smart Security 5 tem um impacto moderado no desempenho do PC, a velocidade de varredura é mediana. Nesta versão do produto a Eset tornou a maioria dos painéis e janelas mais fáceis de navegar, e as configurações básicas são mais acessíveis. O painel principal é limpo, atraente e fácil de usar.

As configurações avançadas ainda são complexas demais para a maioria das pessoas, mas a Eset fez um bom trabalho ao deixar bem expostas as opções que a maioria das pessoas irá usar, e ainda assim manter os controles avançados para os especialistas.

Um toque interessante no instalador: ele baixa automaticamente as últimas atualizações disponíveis, então você sempre terá a versão mais recente do programa, desde o primeiro momento.

Fonte: PC World

Site do Vaticano é atacado por hackers

Site do Vaticano sai do ar e Anonymous reivindica o ataque.
Pelo visto os hackers não são muito religiosos, ao menos não são católicos. O grupo Anonymous anunciou na última quarta-feira (07/03/2012) em seu blog oficial italiano que invadiu e tirou do ar o site da Santa Sé (www.vatican.va). Fontes oficiais do Vaticano confirmaram que seu site está sendo atacado por hackers, embora em nenhum momento tenham relatado que o ataque seja obra do Anonymous. Essas fontes detalharam que técnicos do site estão trabalhando para tentar retomar o serviço o mais em breve possível. A página ficou várias horas fora do ar.

O Anonymous, por sua parte, afirmou em seu blog italiano que decidiu atacar o site da Santa Sé "em resposta às doutrinas, às liturgias e aos preceitos absurdos e anacrônicos que a Igreja Apostólica Romana, com intenções de lucro, propaga e divulga no mundo inteiro".

Segundo esse grupo, a Santa Sé é "responsável" pela "escravidão de povos inteiros", usando como pretexto o evangelho e a difusão do cristianismo no mundo. O grupo também acusa o Vaticano de ter ajudado criminosos nazistas, encobrir clérigos pedófilos, rejeitar "objetos frutos do progresso" como os preservativos e tentar erradicar o aborto.

"São retrógrados, um dos últimos bastiões de uma época felizmente ultrapassada", continuou o Anonymous, que detalhou que sua ação não é contrária à religião cristã, "mas contra a corrupta Igreja Católica Romana".

Fonte: Terra Tecnologia

iPad 2 mais barato

 250 reais mais barato.
Comprar um iPad 2 é o sonho de muitos consumidores, mas o grande problema empecilho para a realização deste sonho sempre foi o preço do gadget, mas isso pode deixar de ser problema para os que dispõe de uma quantidade para esse fim. A Apple reduziu o preço do iPad 2 no Brasil após o lançamento oficial do novo tablet da empresa nesta quarta-feira (07/03/2012). Agora, a versão mais simples, com 16 Gbytes e Wi-Fi, custa R$ 1.399, R$ 250 a menos do que o preço anterior (R$ 1.649).

O iPad 2 com 64 Gbytes, Wi-Fi e 3G, por sua vez, também teve seu preço reduzido para R$ 2.399, enquanto o mesmo modelo, mas sem 3G, está disponível por R$ 1.949.

Já a versão com 32 Gbytes custa agora R$ 1.649 e a com Wi-Fi e 3G R$ 2.099. O modelo mais simples, de 16 Gbytes, mais com Wi-Fi e 3G, também abaixou o preço para R$ 1.849.

Nos Estados Unidos, a Apple reduziu o preço do iPad 2 em US$ 100, enquanto a versão mais simples do tablet recém anunciado pela companhia - com conexão Wi-Fi e 16 Gbytes - será vendido por US$ 500, o mesmo valor do seu antecessor.

Fonte: MSN Tecnologia

quarta-feira, 7 de março de 2012

Como atualizar o DirectX

É essencial para quem gosta de jogar no PC.
DirectX é quem padroniza a comunicação entre software e hardware. Com a padronização de comunicação, o DirectX fornece instruções para que aplicações (jogos, programas gráficos... que são escritos para fins de sua utilização), e o respectivo hardware, façam uso dos seus recursos. O DirectX foi inicialmente distribuido pelos criadores de jogos junto com seus produtos, mas depois foi incluído no Windows. E é muito importante que ele esteja sempre atualizado. Neste post, vamos mostrar como atualizar o DirectX para a última versão disponível.

Passo 1. Baixe o DirectX End-User Runtime, o assistente de atualização para o DirectX;

Passo 2. Execute o aplicativo com privilégios administrativos – quando questionado pelo UAC, pressione “Sim”;

Passo 3. Aceitando os termos do contrato, clique em “Next >”;

Assistente de atualização do DirectX
Assistente de atualização do DirectX

Passo 4. Se essa for sua vontade, desmarque a opção “Install Bing Bar” (instalar barra do Bing) e clique em “Next >”;

Passo 5. O assistente fará uma busca por novas versões disponíveis e você será informado sobre o tamanho do download;

Atualizando o DirectX
Atualizando o DirectX

Passo 6. Clique em “Next >”, e aguarde até que os arquivos de instalação sejam baixados e a última versão do DirectX seja instalada;

Passo 7. Em alguns casos, é necessário reiniciar o computador. O recomendado é proceder com o reinício imediatamente após a instalação, mas você pode fazer isso depois.

Pronto! Seu DirectX está atualizado. Vale ressaltar, porém, que novas atualizações são lançadas a cada mês. Portanto, se você gosta de uma boa jogatina, é importante refazer o tutorial acima a cada dois ou três mesês.

Fonte: TechTudo

Como saber se um link é seguro

Qual link posso clicar sem colocar a integridade de seu PC em risco.
Nenhum antivírus traz 100% de segurança, pois não adianta um bom antivírus se o usuário tem a "síndrome do clique" (sai clicando em tudo que aparece na internet). Nem mesmo o melhor software de segurança poderá protegê-lo da dor de cabeça que você terá se clicar em um link malicioso. Eles chegam disfarçados como links para vídeos engraçados, notícias chocantes, promoções imperdíveis ou botões de “Curtir”, mas na verdade foram projetados para facilitar o roubo de informações e outros tipos de ataque ao seu computador.

Até mesmo seus amigos podem disseminar, sem querer, links maliciosos em mensagens de e-mail, recados no Facebook ou mensagens instantâneas. Muitas vezes eles nem sabem que isto está acontecendo, já que o computador pode estar agindo “por conta própria” depois que eles mesmos clicaram em um link similar. Você também encontrará estes links em propagandas na web e resultados de buscas.

Use nossas dicas a seguir para analisar links suspeitos e identificar possíveis ameaças. Todas as soluções aqui mencionadas são gratuitas, e você não precisará instalar nada no computador.

Pare o cursor sobre o link
É muito comum um link “mascarar” o verdadeiro endereço de destino. Se você parar a setinha do mouse sobre ele, sem clicar, verá no rodapé da janela do navegador o endereço real para onde ele aponta. Quer um exemplo? www.cliqueparaganharipadgratis.com parece uma promoção imperdível, mas pare a setinha sobre o link e preste atenção... ele leva para a página inicial do blog! Entendeu o truque? Se você suspeita que um link leva a um lugar diferente de onde deveria, não clique!

Use um analisador de links
Um analisador de links (Link Scanner) é um site ou complemento para o navegador que, como o nome diz, analisa um link e a página para onde ele aponta para identificar se há alguma ameaça oculta. Há muitos analisadores gratuitos, mas o recomendado é o URLVoid, já que ele passa o link por vários serviços de uma só vez, como o Google, MyWOT e Norton SafeWeb, e relata os resultados rapidamente.

Fique de olho em links encurtados
O URLVoid ainda não consegue lidar corretamente com links encurtados com serviços como o Bit.ly, Ow.ly e TinyURL, então para analisá-los você deve usar uma outra ferramenta, como o Sucuri. Este serviço “expande” o link e o repassa a serviços como o Google, Norton SafeWeb e PhishTank, que o analisam em busca de ameaças e retornam o resultado. Você também pode usar o Sucuri para links não encurtados, mas o URLVoid usa mais fontes para analisar um link, e portanto tem melhores resultados.

O Blog do seu PC é totalmente seguro
Sucuri: Análise de link, encurtados ou não

Copie um link do jeito certo
Serviços como o URL Void e o Sucuri exigem que você digite ou cole o link suspeito, mas como copiá-lo sem correr o risco de abrí-lo por engano? Fácil: clique com o botão direito do mouse sobre o link para abrir um menu contextual e escolha a opção Copiar atalho (no Internet Explorer), Copiar Link (Firefox) ou Copiar endereço do link (Chrome). Pronto, o endereço agora está na área de transferência do Windows, e você pode colá-lo (basta digitar Ctrl+V) com segurança em qualquer campo de texto num dos sites acima.

Fonte: PC World

terça-feira, 6 de março de 2012

Essa pergunta é difícil de responder!

Por que ninguém consegue responder esta pergunta?
No Brasil sempre foi assim, o maior jogo de empurra-empurra, agora nem para dá uma desculpa, especialidade dos politícos brasileiros. Esta semana, a revista Veja estampou em sua capa a pergunta: “Por que o Brasil tem o iPhone mais caro do mundo?” Na reportagem de oito páginas, eles culpam o custo Brasil e listam inúmeros motivos que explicariam os preços mais altos do iPhone – e de roupas, acessórios e perfumes – no País. Só que eles deixaram um grande problema de lado.


Por que o Brasil tem o iPhone mais caro do mundo?A Veja começa a explicar a diferença de preços com o câmbio: o real é uma das moedas mais valorizadas do mundo, o que torna mais barato comprar no exterior. Isso cria uma diferença de preço entre Brasil e EUA, mas obviamente explica apenas parte do problema.

Sim, a Veja cita os pesados impostos que pagamos: nosso imposto sobre o consumo, o ICMS, varia entre 16% e 18% e pode chegar a 25%; nos EUA, o imposto correspondente mais alto é de 9,5%.

A revista não menciona de forma explícita o imposto de 60% sobre importações, mas lembra que a tarifa média de importação no Brasil é o triplo do praticado nos EUA e Europa. Estamos em 99° lugar no ranking mundial de livre comércio – mesmo assim, estamos à frente de outros países, como Rússia, Índia e China.

Então, considerando esses impostos, um produto importado deveria custar no máximo o dobro que nos EUA, certo? Mas este não é sempre o caso: certos produtos – como laptops – são lançados aqui até ao triplo do preço que seus correspondentes nos EUA. O próprio iPhone, que nos EUA não mudou de preço entre uma versão e outra, aqui custa até 44% mais caro – só que os impostos não mudaram, e o câmbio aumentou muito pouco (cerca de 6%) para explicar a diferença. Segundo o iG Economia, quase metade do preço do iPhone no Brasil é imposto – mas a outra metade com certeza não é só o custo do aparelho. A Veja nunca menciona esses fatos.

iPhone impostos

O que explica isso? A reportagem passa boa parte do texto discutindo a infraestrutura brasileira e a burocracia para se abrir negócios no país, mas o real problema – além dos impostos – só é apontado de leve:

Com concorrência agressiva, o americano trabalha com margem de lucro mais estreita. Prefere vender barato mesmo tendo de vender mais. Na cultura brasileira, prevalece o inverso. Com margens de lucro maiores, o brasileiro prefere vender caro mesmo que venda menos.

E só. Nenhuma menção específica a fabricantes, nenhuma investigação sobre varejistas. Ora, tablets nacionais receberam incentivos fiscais, mas permanecem pelo menos tão ou mais caros que os importados. Grandes varejistas mantêm margem de lucro altas – mínimo de 25%, da última vez que vimos – enquanto nos EUA elas são obrigadas a manter taxas menores devido à concorrência. Mas nada disso foi sequer mencionado.

A Veja se esqueceu do lucro Brasil
A conversa de que “os impostos são altos e isso explica tudo” não se sustenta há anos. Baixamos o imposto dos tablets e eles permanecem caros – e ainda queremos baratear smartphones da mesma maneira. Não deu certo, e estamos insistindo no erro. A questão é: por que não deu certo? Quem tem que ceder, e como fazemos isso virar realidade?

Os brasileiros, pelo visto, cansaram de esperar pela resposta. Eis outra explicação que a Veja dá para os preços menores nos EUA: os americanos não são trouxas.

A própria mentalidade dos consumidores americanos ajuda a controlar os preços. Criados no capitalismo competitivo, eles foram educados na mais afluente das sociedades de consumo. (…) Os americanos pesquisam, não compram com preço excessivo, não fazem concessões em termos de qualidade e preferem jogar um produto fora a consertá-lo.

Os brasileiros também evitam cada vez mais os preços altos: um número cada vez maior de pessoas não compra mais gadgets pelo preço “oficial” do Brasil. Os 1.650 dólares cobrados no Brasil pelo iPhone 4S, que estampa a capa da Veja, é só para quem tem dinheiro sobrando, ou não conhece outros meios de comprá-lo. Quem não tem esse dinheiro e/ou é mais experiente, há duas alternativas que crescem cada vez mais: ou comprar no exterior, ou comprar pela internet a preços mais “justos”.

muambeirosLembra quando o empresário gaúcho Henri Chazan soltou a frase “Como sou pobre, só compro nos Estados Unidos”? Isso foi há quase dois anos, e vale mais do que nunca. O número de turistas brasileiros em Nova York duplicou em dois anos.

Os 700.000 conterrâneos na Big Apple ainda são menos que canadenses e britânicos – mas nenhum outro povo gasta mais que nós na cidade. E em Miami, os brasileiros estão em segundo lugar quando se trata de comprar, gastando US$1 bilhão nos primeiros seis meses de 2011.

Até mesmo as companhias aéreas estão notando este novo hábito do brasileiro. Segundo o Estadão, a TAM já coloca mais combustível nos aviões que voltam de Miami, além de recalcular a calibragem, por causa do excesso de peso. A TAM diz que seus passageiros voltam de Miami com pelo menos dez quilos de bagagem a mais – e, às vezes, excedem o limite.

A diferença de preços é tão grande que, como aponta o Wall Street Journal, “brasileiros economizam tanto comprando nos EUA em vez do Brasil que frequentemente [a diferença] cobre sua passagem para os EUA e hospedagem”. Novamente, isso era verdade há anos, e continua sendo.

Mesmo assim, comprar no exterior — ou pedir para um conhecido comprar — não é uma opção para todos, e tem seus riscos: em um ano, aumentou em 60% o número de retenções de bagagem “excedente” no aeroporto de Cumbica. Por enquanto, são na maior parte roupas e acessórios, mas isto pode mudar.

O que fazer? Comprar via internet nos lugares certos. Temos a forte suspeita de que sites como MercadoLivre e DealExtreme, assim como várias lojas online – que oferecem preços bem mais próximos aos dos EUA – estão se tornando aos poucos a grande alternativa para comprar gadgets.

Nem que seja um pouco mais caro que em lojas do exterior, nem sempre vale a pena viajar para comprar o que você precisa. E, claro, consultar o Dealzmodo todo final de semana, ficar de olho em promoções e comparar preços em sites como Buscapé e Shopping UOL também ajuda a evitar que você pague muito mais caro.

Enquanto os impostos permanecerem altos, o lucro Brasil não for devidamente explicado – e reduzido – e os benefícios fiscais não se refletirem para o consumidor, continuaremos dando um jeito de pagar menos.

Fonte: Gizmodo Brasil

segunda-feira, 5 de março de 2012

É seguro este site? Descubra com o Privacy Score

Privacy Score.
A internet assim como o mundo real tem seu lado bom e outro nem tanto assim com pessoas maus intencionadas dispostas a prejudicar o internauta com propagações de vírus. malwares... roubos de senhas e também há os sites que não respeita a privacidade online. Sem nenhum tipo de aviso, alguns sites podem deixar nossos dados pessoais um tanto vulneráveis para o resto da web através de informações guardadas nos navegadores e outros serviços.

Mas e agora: como saber se um site é seguro ou não? Bom, para ter um controle maior sobre isso, a solução é o Privacyscore, que mostra o grau de risco que um site apresenta para a nossa privacidade.

O programa funciona tanto online como também por extensões para Google Chrome e Firefox e, apesar de parecer simples, é capaz de avaliar as políticas de dados pessoais e de rastreamento dos sites que você mais acessa.

Com o aplicativo instalado em seu browser, um ícone ao lado da barra de endereços vai exibir, em forma de porcentagem, o risco de invasão que a página acessada oferece, com a possibilidade de visualizar um relatório mais completo através da opção "Detalhes".

Hoje, o Privacyscore tem pouco mais de mil e quatrocentos sites mapeados, entre eles o Google, Facebook, Twitter e Tumblr, que são mais populares e usados por todos.

Para quem quiser saber o risco de privacidade de outras páginas, basta enviar uma mensagem aos desenvolvedores do serviço para receber um boletim mais detalhado dos sites que deseja visitar. Ficou alguma dúvida? Veja o vídeo abaixo:



Fonte: Olhar Digital

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