sábado, 31 de março de 2012

Michel Teló no game MegaCity

Tags: sertanejo, Michel Teló, game, MegaCity.
Os fãs do cantor sertanejo Michel Teló, que não é meu caso, mas acho que gosto musical não se discute, o que também não é o objetivo da postagem, poderão vê-lo nas telas do game MegaCity, disponível para Orkut e Facebook. Teló será um dos personagens do jogo da Vostu e vai estrelar uma série de metas especiais para os jogadores. Além disso, os participantes poderão ganhar CDs e DVDs do cantor e baixar um remix exclusivo da música “Eu te amo e open bar”.

No game, os jogadores terão que auxiliar o personagem a encontrar inspiração para compor suas canções. Para isso, os fãs vão ter que desbloquear o Teatro do Michel Teló e cumprir as metas propostas. O jogo contará ainda com várias referências às músicas do cantor, como o sucesso internacional “Ai, se eu te pego” e a canção “Humilde residência”.

Michel Teló não é o primeiro artista brasileiro a participar do jogo. No ano passado, a cantora Ivete Sangalo também esteve presente em uma ação similar no MegaCity. Segundo informações da Vostu, o game conta hoje com cerca de 6 milhões de jogadores ativos no Brasil.

Fonte: Tecmundo

sexta-feira, 30 de março de 2012

Superchip de alto desempenho da Intel

Tecnologia deverá usar InfiniBand, tornando mais fácil a construção de sistemas de alto desempenho com baixa latência.
A Intel disse nesta semana que está investindo no desenvolvimento de um superchip voltado para sistemas de computação de alto desempenho. A tecnologia deverá fornecer alta largura de banda que usará InfiniBand, afirma, Diane Bryant, vice-presidente e gerente-geral para data center e sistemas da Intel.


InfiniBand é uma tecnologia de interconexão de baixa latência que liga servidores e unidades de armazenamento em data centers. A solução pode fornecer comunicação de baixa latência entre processadores e servidores, mantendo baixas as taxas de uso de CPU.

Diane não detalhou como o InfiniBand será usado de forma casada com o superchip. No entanto, o produto poderia ser inserido nas ofertas de supercomputação da Intel, que incluem servidores Xeon, CPUs e o coprocessador Intel MIC [many-integrated core], que mistura núcleos x86 com outros especializados para impulsionar as tarefas de HPC [computação de alto desempenho] .

As tecnologias Intel Xeon E5 e chip MIC 50-core, codinome Knights Corner, estão sendo inseridos em um supercomputador, o Stampede, que deverá ser implementado no próximo ano no Centro de Computação Avançada do Texas, na Universidade do Texas. A plataforma vai oferecer desempenho de pico de 10 petaflops [ou 10 trilhões de operações por segundo].

Nathan Brookwood, principal analista da consultoria Insight 64, afirma que inserir o InfiniBand em um chip tornaria mais fácil a construção de sistemas de alto desempenho com baixa latência. E a integração do InfiniBand com chips MIC podem dar à Intel uma forma de criar interconexões de alta performance em supercomputadores.

Fonte: COMPUTERWORLD

Pendrive de segurança máxima

Acessório da Kingston funciona em PCs e Macs, protege seus arquivos com senha e criptografia de nível militar e ainda assim é fácil de usar.
Junto com a portabilidade, a segurança é também uma característica que alguns atribuem importância em uma unidade flash USB. Os pendrives são uma forma muito prática de transportar grandes quantidades de dados, mas por esse mesmo motivo podem apresentar um risco à segurança: imagine se você perde um pendrive cheio de documentos da sua empresa? Por isso há modelos como o DataTraveler Locker+, da Kingston.

Disponível em capacidades que vão de 4 a 32 GB ele não só controla o acesso aos arquivos, via senha definida pelo usuário, como também usa um sistema de criptografia para “embaralhar” seu conteúdo. Se um gatuno determinado conseguir roubar o pendrive e tentar burlar a senha lendo diretamente o chip de memória, verá apenas “lixo”.

DataTraveler Locker+ da Kingston
DataTraveler Locker+: sistema de criptografia integrado para proteger os dados

A senha é definida no primeiro uso, quando você pluga o pendrive ao PC. Você também pode preencher informações de contato, uma espécie de “cartão de visita” para que um bom samaritano possa devolver seu pendrive se encontrá-lo.

O software incluso no pendrive roda no Windows (2000, XP, Vista e 7) e em Macs (com Mac OS X 10.5 ou superior), analisa a senha digitada e é esperto o suficiente para impedir que você use senhas fracas como “123” ou a deixe em branco. As senhas deve ter entre 6 e 16 caracteres e pelo menos três dos seguintes elementos: letras minúsculas, letras maiúsculas, números ou caracteres especiais. Por isso “s3nha” não é uma senha válida (dois elementos, curta demais), mas “s3nha!” é (embora seja considerada fraca).

Sempre que você plugar o pendrive ao PC, precisará digitar a senha para acessar a partição de dados. A partir daí você poderá usá-lo como um pendrive comum, copiando e lendo arquivos normalmente. A velocidade de acesso aos dados é boa, 10 MB/s na escrita e 30 MB/s na leitura, graças ao sistema de criptografia (com algoritmo AES e chave de 256 Bits, nível militar) embutido no hardware. Assim o PC não perde tempo embaralhando ou desembaralhando os dados antes de cada cópia.

Um utilitário na bandeja do sistema (ou na Dock, em um Mac), roda automaticamente sempre que o pendrive é “destrancado” e permite modificar a senha e informações de contato do pendrive, explorar seu conteúdo, formatá-lo ou encerrar a sessão e “trancá-lo” novamente.

Mecanismo de segurança do  Kingston DataTraveler Locker+
Mecanismo de segurança: se você errar a senha 10 vezes seguidas o pendrive é formatado

Os únicos pontos negativos sobre o Kingston DataTraveler Locker+ são sua incompatibilidade com PCs com Linux (pode ser importante para alguns) e a impossibilidade de dividir o pendrive em duas partições, uma segura e outra “pública”: todo o conteúdo é criptografado e protegido. Não há muito mais o que dizer sobre ele, é um produto simples e eficiente. A única preocupação que você deve ter é escolher uma boa senha e não esquecê-la: se você errá-la 10 vezes seguidas o pendrive será formatado automaticamente.



Fonte: PC World

quinta-feira, 29 de março de 2012

Golpes com o “Curtir” do Facebook

Crackers tentam ganhar dinheiro com o Curtir do Facebook.
Nos dias de hoje, com tantos crackers e hackers agindo na internet, todo cuidado é pouco, eles estão até nas redes sociais. Criminosos usam aplicativos do Facebook com apelo popular para sustentar um esquema de fraude que vende a empresas páginas com milhares de “curtidas”, de acordo com uma análise da Kaspersky Lab, empresa de segurança da internet. A fraude atinge usuários dos navegadores Chrome e Firefox.

Por meio de aplicativos como “Mude a cor do seu perfil”, “Descubra quem visitou seu perfil” e "Aprenda tirar virus do face" os criminosos prometem a mudança na cor e a visualização de visitas no perfil desde que o internauta baixe uma extensão disponível para esses dois navegadores.

Ao fazer o download e instalar a extensão, falsamente chamada de Adobe Flash Player, o usuário fica vulnerável sem perceber, permitindo que criminosos controlem seu perfil.

Golpe no Facebook
Golpe anunciava método mentiroso para usuário tirar vírus do Facebook

No poder do perfil, o criminoso passa a clicar em “Curtir” em páginas que ele mesmo cria ou envia mensagens automáticas para os contatos das vítimas para que elas também instalem o aplicativo malicioso.

A Kaspersky descobriu que criminosos criaram o site “PublicidadeOnLine.com” (já retirado do ar) em que eram vendidos pacotes de “Curtir”. Os possíveis clientes, segundo a Kapersky, poderiam ser empresas interessadas em promover seus perfis na rede social, ganhando vários fãs e assim tendo maior visibilidade na maior rede social do mundo.

O pacote mais simples, que dava direito a 1.000 “Likes”, custava R$ 50,00, e o mais caro era vendido a R$ 3.990,00 e dava direito a 100.000 “Curtir”.

Como uma extensão maliciosa estava hospedada na loja oficial do Chrome, o problema foi passado ao Google pela Kaspersky Lab e a extensão foi removida da loja, mas os golpistas continuam a criar extensões maliciosas e colocá-las na Chrome Web Store.

Fonte: R7 - Tecnologia e Ciência

A nova função da hashtag #FAIL do Twitter

Aumenta o número de reclamações por Twitter com a hashtag #FAIL (falha em inglês).
Agora os consumidores têm um novo meio de expressar sua indignação quando se sentir lesado. Uma pesquisa divulgada pela empresa E.life, especializada em Inteligência de Mercado e Gestão de Relacionamentos nas Redes Sociais, confirmou uma tendência cada vez mais forte no Brasil e no mundo, a de reclamações de serviços via Twitter. Em 2011 cerca de 272 mil reclamações foram rastreadas pela E.life com a hashtag #FAIL (falha em inglês), demonstrando insatisfação do consumidor. Número muito superior ao registrado em 2010 de aproximadamente 56,7 mil.

Esta plataforma tem se tornado cada vez mais uma via direta dos consumidores com as empresas, principalmente pela velocidade do atendimento. Algumas empresas chegam até rastrear um tipo de mensagem para oferecer os seus serviços.

De acordo com o Procon de São Paulo, a tendência é boa, já que assim as empresas podem resolver os problemas dos clientes mais rapidamente. O procedimento da fundação de defesa ao consumidor para resolver as reclamações é inicialmente enviar uma carta direta, como se fosse feita pelo consumidor, com um pedido. Se a solicitação não for atendida, a fundação entra com um processo de reclamação fundamentada. Apenas 13% das reclamações feitas para o órgão chegam a esta fase.

Assim, se as empresas resolvem rapidamente o problema pelo Twitter o sistema do Procon fica liberado e a empresa não é registrada no ranking de queixas da fundação.

Consumidores reclamam mais de produtos alimentícios

As cinco principais categorias citadas pelos consumidores insatisfeitos, segundo a pesquisa E.Life, são os alimentos, as operadoras de telefonia, os eletroeletrônicos, os bancos e seguradoras de cartões e provedores de internet, nesta ordem.

Muitas empresas entendem a nova tendência e sabem que reclamações feitas por Twitter se tornam públicas. Por isso, cresce cada vez mais o número de companhias, nacionais e internacionais, que rastreiam esse tipo de mensagem e buscam responde-las. Desta forma os clientes se mostram satisfeitos com o serviço, normalmente mais rápido do que os tradicionais SAC (Serviço de Atendimento ao Consumidor), e a empresa deixa uma imagem mais forte e consolidada na plataforma.

Fonte: band.com.br

quarta-feira, 28 de março de 2012

15 coisas ocorrem em 1 minuto na web

Cotidiano da Internet.
Como diz Albert Einstein: "O tempo é relativo e não pode ser medido exatamente do mesmo modo e por toda a parte." Um minuto é mais do que o suficiente para você acessar o e-mail, ler alguns tweets e curtir as atualizações dos seus amigos no Facebook. Mas muito mais do que isso acontece em 60 seguntos. O gráfico a seguir, divulgado pela Intel, mostra algumas estatísticas curiosas sobre o que é feito durante um único e singelo minuto na Internet. Alguns números surpreendem por serem baixos (apenas 6 novos artigos são incluídos na Wikipédia), enquanto outros são absurdamente grandes (o número de buscas no Google passa de 2 milhões, por exemplo).

minuto-internet-infografico
O gráfico também apresenta previsões impressionantes: em 2015, uma pessoa vai levar 5 anos para assistir todo o conteúdo de vídeo que circula entre as redes IP a cada segundo. Hoje, o número de aparelhos conectados é igual ao de seres humanos (o que já bastante, se considerarmos que ainda existe muita gente sem acesso à internet), mas daqui três anos o número de dispositivos será o dobro da população humana.

Confira 15 coisas que acontecem na Internet em um minuto:

1. 20 pessoas se tornam novas vítimas de roubo de identidade
2. 204 milhões de e-mails são enviados
3. 1300 pessoas se tornam novos usários de aparelhos mobile
4. 135 pessoas são infectadas por botnets
5. 6 novos artigos são publicados no Wikipédia
6. 47.000 downloads de aplicativos são feitos
7. A Amazon ganha 83 mil dólares em vendas
8. Mais de 100 pessoas criam contas no LinkedIn
9. 61.141 horas de música são ouvidas no Pandora
10. 20 milhões de fotos são vistas e 3000 fotos são postadas no Flickr
11. Mais de 320 novas contas do Twitter são criadas e 100 mil novos tweets são publicados
12. 277 mil pessoas fazem login no Facebook e 6 milhões de visualizações no Facebook são feitas
13. Mais de 2 milhões de buscas são feitas no Google
14. 30 horas de vídeo são postadas no Youtube e 1,3 milhões de vídeos são assistidos
15. 639.800 GB dados de IP são transferidos no mundo

Além da curiosidade, essas informações são importantes para refletir sobre o tráfego de dados na web. Afinal, ele só deve aumentar. Será que as estruturais atuais vão dar conta de tanta informação rolando? o que você amigo leitor acha? Deixe sua opinião nos comentários!

Fonte: Superinteressante

Tablets Assassinos

Eles ficaram tão populares, que praticamente mataram os netbooks.
Os tablets realmente foi uma grande sacada das indústrias TI, um gadget que caiu no gosto do consumidor. Em 2011 os tablets tomaram o mundo de assalto. A partir do sucesso do iPad, a Samsung lançou a linha Galaxy Tab, rodando o sistema operacional Android – desenvolvido pela gigante Google, e seguida por centenas de fabricantes asiáticos. Ficaram tão populares, tão rapidamente, que praticamente “mataram” os netbooks, sucesso dos anos 2009/10.

Apresentando os tablets da Samsung

Agora, aparentemente, estão tomando o mercado de outros produtos e gadgets de sucesso, por um simples motivo: reúnem, num só equipamento, ferramentas profissionais, jogos, multimídia – foto, vídeo, mp3, câmeras fotográficas e de vídeo – Internet, comunicadores (skype, etc) e em muitos casos até GPS, e telefone celular.

São leves, práticos, baratos e de alta mobilidade – todos têm acesso à Web via Wi-Fi, e muitos via 3G. Ainda: com telas a partir de sete polegadas, permitem a leitura de ebooks e outras publicações.

Até o leitor de ebooks Kindle, desenvolvido pela Amazon Books e absoluto sucesso de vendas, esteve ameaçado com a perda de usuários, e teve que fazer alterações e criar novos modelos para competir com os tablets.

As vítimas do momento parecem ser os consoles portáteis de videogame.
Em 22 de fevereiro de 2012, foi lançado mundialmente o Playstation Vita (dia 29 do mesmo mês no Brasil). O Vita é a versão portátil do PlayStation 3. Maior que seu antecessor – tela de 5″ contra 4,3″ do PSP e 3,5″ do concorrente Nintendo 3DS, o Vita traz muitas novidades.

Mas tem vendido mal no Japão. Vendeu mais de 300 mil unidades na primeira semana, mas somente 73 mil na segunda. E não se recuperou.
console portátil de videogame Sony
O Nintendo 3DS passou pelo mesmo fenômeno, e só se recuperou depois de baixar seu preço. O PlayStation Vita custa US$ 249 nos EUA e RIDÍCULOS R$ 1.599,00 no Brasil.

Já é possível comprar, no exterior, tablets mid-level por US$ 200 ou menos. Sem GPS ou 3G, mas que rodam games e apps 3D sem dificuldades. Um tablet com processador de 1 GHz que roda tranquilamente o Need for Speed Shift sem dar um “soluço”. Com US$ 300 já é possível comprar tablets que rodam jogos mais pesados.

Mas uma coisa me chama a atenção: jogos para console têm roteiros complexos, exigem aprendizado.

Muitos gostam de jogos mais simples e dinâmicos. O que explica sucessos para tablet como Angry Birds, Guns & Glory, Asphalt 6, e outros.

Jogos de tiro em primeira pessoa já existem. É possível comprar Modern Warfare 3 por menos de quinze reais. Também entre os gamers, parece estar ficando mais interessante ter um gadget com menos “poder de fogo”, mas mais opções de uso.

Eu acho que nem as quedas de preço vão mudar esse panorama. Vamos esperar pra ver.


Fonte: BABOO

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