segunda-feira, 27 de julho de 2009

Saramago fala sobre Twitter, blogs, Internet e seu novo livro

Saramago o único escritor de Língua Portuguesa a ganhar o Prêmio Nobel de literatura.
As frases longas e bem elaboradas a que os leitores de José Saramago estão acostumados continuam lá, mas o ambiente é outro, justamente um que costuma pedir frases curtas, sem a necessidade de muita elaboração. Desde setembro de 2007, mantém um blog (O Caderno de Saramago), onde comenta temas relacionados a política, literatura, religião e sociedade ou simplesmente escreve relatos sobre suas viagens, muitas ao Brasil.

Os textos estão saindo da internet e ganhando o papel, numa coletânea de sete meses de posts lançada esta semana sob o título de “O caderno”. Em entrevista ao GLOBO (por e-mail, como é mais apropriado ao tema), Saramago explicou o que pensa sobre a rede, revelou que um dia deve se cansar do blog.

Seu livro “O caderno” é uma coletânea de textos de seu blog. Escritores mais velhos, porém, costumam manifestar certo descaso com a internet e os blogs. Como o senhor lida com a internet? O senhor lê outros blogs? Enxerga a internet como uma possibilidade de literatura ou apenas como fonte de informação?

Escrever num blog não difere em nada de escrever numa folha de papel. Salvo a extensão do texto em que, no caso do blog, se aconselha uma certa brevidade, os escritores não estão condicionados por normas ou regras que, supostamente, caracterizariam o blog. Não sou frequentador assíduo da internet. Consulto o Google com frequência, nada mais. Quanto a ler outros blogs, faço-a às vezes, mas não mantenho diálogo com eles. Para mim, a internet é uma fonte de informação rápida e em geral eficaz, porém não confundamos: a literatura ou é ou não é, não há meios termos. Muitas transformações teriam de dar-se (e eu não vejo como nem quais) para que a internet tomasse lugar no fazer literário.

O senhor acha que a experiência em escrever para um blog, onde teoricamente os textos são mais curtos e diretos, teve alguma influência na sua escrita?

Nenhuma. Continuo a utilizar frases longas, das que dão espaço e tempo para observações e análises quer considero necessárias. A tão louvada clareza das sínteses é, não raro, enganosa.

E como surgem os temas para o blog? A variedade é a regra? Qualquer pensamento que o senhor tenha pode motivar um post?

Não qualquer, evidentemente. Os temas surgem com naturalidade, embora uma vez ou outra haja que esforçar-se um pouco. A minha maior preocupação é não cair na monotonia nem na previsibilidade.

O senhor acompanha o fenômeno do Twitter? Acredita que a concisão de se expressar em 140 caracteres tem algum valor? Já pensou em abrir uma conta no site?

Nem sequer é para mim uma tentação de neófito. Os tais 140 caracteres reflectem algo que já conhecíamos: a tendência para o monossílabo como forma de comunicação. De degrau em degrau, vamos descendo até o grunhido.

O senhor considera a internet um espaço democrático e verdadeiramente livre?

Nada há que seja verdadeiramente livre nem suficientemente democrático. Não tenhamos ilusões, a internet não veio para salvar o mundo.

Mesmo após a publicação do livro, o senhor segue atualizando seu blog. O senhor tomou gosto pela coisa? Pretende seguir ocupando esse espaço indefinidamente? Podemos esperar um “O caderno II” para breve?

Haverá um “O caderno II” ainda este ano, mas não me vejo a escrever blogs indefinidamente. Tem sido uma boa experiência, chego a mais leitores com mais rapidez, mas tudo acaba por cansar.

Fonte: O Globo Online/Blogs

domingo, 26 de julho de 2009

Um pen drive, duas vidas

cotidiano, hardware, tecnologia
Todo mundo pode ter duas vidas. No trabalho, em casa, em cada lugar as pessoas mudam. Para isso, nada melhor que o Split Stick, um pen drive duplo para você se organizar com mais facilidade.

A novidade é simples: um botão no meio divide o pen drive. Para um lado está um e para o outro, mais um. Ambos têm 2 GB de capacidade e, além da vasta gama de cores, é possível escolher os símbolos de cada lado, como um “ele” e um “ela” em inglês, um lado casa e outro escritório, e por aí vai.
cotidiano, hardware, tecnologiaOu seja, para aqueles que se confundem entre as músicas e as planilhas do trabalho, ou entre um capítulo de Grey’s Anatomy e outro de 24 Horas, o Split Stick é uma opção. Ele já está à venda nos EUA por 20 dólares.

Fonte: Blogs INFO

quarta-feira, 22 de julho de 2009

Lançamento: Pendrive 256 Gb Kingston

Kingston lança primeira pendrive de 256 GB

Já está à venda a primeira pendrive do mundo com capacidade de 256 GB. A Data Traveler 300 chega pela mão da Kingston, e é compatível com Windows, Mac e Linux.

A Data Traveler 300 mede 70,68 mm x 22,37 mm x 16,45 mm, permitindo a leitura a 20 MBps (Megabites por segundo) e gravação a 10MBps.

É compatível com o Windows (7, Vista, XP, & ReadyBoost), Mac OS X10.3+, e também com Linux.

O utilizador pode proteger os seus dados, através do programa Password Traveler (incluído), podendo criar uma Private Zone (Zona Privada), onde os ficheiros só podem ser abertos inserindo a palavra-passe.

Com capacidade de armazenamento de 256 GB, a Data Traveler permite guardar, por exemplo, mais de 17 mil minutos de vídeo MPEG1, ou mais de 195 mil documentos do Microsoft Word.

No Reino Unido, o aparelho está a ser comercializado por cerca de 657 euros, segundo o Sol.

Lançamento: Pendrive 256 Gb Kingston

Kingston lança primeira pendrive de 256 GB

Já está à venda a primeira pendrive do mundo com capacidade de 256 GB. A Data Traveler 300 chega pela mão da Kingston, e é compatível com Windows, Mac e Linux.

A Data Traveler 300 mede 70,68 mm x 22,37 mm x 16,45 mm, permitindo a leitura a 20 MBps (Megabites por segundo) e gravação a 10MBps.

É compatível com o Windows (7, Vista, XP, & ReadyBoost), Mac OS X10.3+, e também com Linux.

O utilizador pode proteger os seus dados, através do programa Password Traveler (incluído), podendo criar uma Private Zone (Zona Privada), onde os ficheiros só podem ser abertos inserindo a palavra-passe.

Com capacidade de armazenamento de 256 GB, a Data Traveler permite guardar, por exemplo, mais de 17 mil minutos de vídeo MPEG1, ou mais de 195 mil documentos do Microsoft Word.

No Reino Unido, o aparelho está a ser comercializado por cerca de 657 euros, segundo o Sol.

segunda-feira, 20 de julho de 2009

O melhor antivírus gratuito é o Avast

segurança
Esta é uma pergunta que passa pela cabeça de muitos internautas que precisam instalar um bom antivírus para proteger o computador, controvérsias à parte, cada anti-vírus tem seus adeptos. Eu uso o AVAST e nunca tive problemas com vírus, após ter passado por quase todos os antivírus gratuito e um pago: o AVG.

O AVAST tem uma proteção residente eficiente e sua interface é muito fácil de usar. Eu acho o escaneamento dele é um pouco lento, mas também não há antivírus que faça isso tão rapidamente assim, isso vai depender também da quantidade de arquivos e da configuração da máquina.

Protege o PC durante os downloads em redes P2P: opção que nenhum outro antivírus tem, eu ao menos nunca vi em outro a não ser no AVAST.

Os outros, a maioria, são mais pesados e consomem mais memória. Não sei de onde tiram que o Avast é pesado ou consome memória, pelo contrário é leve e consome pouquíssima memória.

Sempre que me perguntam que antivírus usar recomendo (por experiência própria) o AVAST com certeza.

Afinal o que significa AVAST, sempre tive essa curiosidade, procurei nos dicionários, mas não encontrei por se tratar de uma gíria antiga relacionada aos piratas e que mais tarde foi incorporada à língua inglesa.

"Avast" era um comando usado para parar rapidamente ou desistir. Um equivalente em português seria a interjeição "alto". Já pela definição desse termo, você pode perceber como será a proteção e “captura” das ameaças em seu computador.

sábado, 18 de julho de 2009

Será que o fim dos desktops está próximo?

cotidiano, tecnologia.
Com a popularização dos notebooks devido paridade de preço, similaridade de componentes com o computador de mesa, instalação mais simples e dockeando (é perfeitamente possível espetar um monitor externo, junto com teclado e mouse USB e usá-los como faria com um desktop) . Será que o desktop realmente está ameaçado de ser tornar peça de museu?

Há alguns fatores que contribui para que isso não aconteça: falta de opções high-end, telas menores e a limitação em 3D e jogos dos notebooks, custo por megabyte dos HDs de 2.5". Notebooks não são servidores.

Muitos potenciais compradores, até do primeiro equipamento, que é o caso de meu irmão, após avaliar os pós e contras optaram pelo notebook. Combinar as vantagens dos desktops e notebooks é simplesmente ter um de cada, como fez minha sobrinha que comprou um notebook já possuindo um desktop.

Eu mexi um pouco, dei uma pequena ajuda ao meu irmão, no seu recém comprado notebook, ao primeiro contato estranhei um pouco a falta do mouse, tamanho reduzido da tela e também o sistema operacional que é o Windows Vista Home Basic, estou muito acostumado com o XP, mas logo me adaptei.

No geral gostei, se eu tivesse dinheiro até compraria um para mim, mas eu sou um "duro", “pé de chinelo”... ficarei, por enquanto, com o meu velho e ótimo, eu ao menos gosto muito dele, desktop. Não tenho bola de cristal, mas algo me diz que eles vão continuar entre nós por mais bastante tempo.

quinta-feira, 16 de julho de 2009

O Meme está na área

cotidiano, internet
O Yahoo começou a enviar email convidando as pessoas a se tornar usuário do Meme. Eu recebi e, somente por curiosidade, fiz minha conta: updatefreud. Se você já tem sua conta e quiser me seguir. É o velho: "Siga-me que eu te sigo".

A primeira impressão que tive foi a pouca quantidade de usuários e a enorme semelhança com o Twitter.

Não me arrisco se o Meme vai “pegar” ou não, pois o gosto dos internautas é algo difícil de prever.

Ele tem uma vantagem quando se tratar de usuários brasileiros sobre o Twitter, que fez um grande sucesso que quase ninguém previa, a interface mais simples e em Português (conforme abaixo mostrado), no entanto tem uma grande desvantagem de não ser “algo” inédito.

O problema é que está parecendo que a denominada Web 2.0 está virando sinônimo de redes sociais inspiradas em outras, e não de fato algo realmente inovador a cada lançamento.

Podemos defirnir o Meme como uma mistura de Twitter com Orkut.

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