sábado, 29 de agosto de 2009

O futuro do YouTube

Logo do YouTube
Chad Hurley, de 32 anos, um dos criadores do YouTube, fala sobre o futuro do maior site de vídeos da web, criado em 2005. Seu desafio consiste em manter e fazer crescer uma plataforma eletrônica que já atingiu proporções gigantescas. Em busca da sobrevivência, Chad e seu sócio, Steve Chen, venderam o YouTube para o Google. Ambos poderiam se aposentar, mas continuaram à frente do projeto. A seguir, a entrevista:


Chad Hurley, de 32 anos, um dos criadores do YouTubeComo surgiu a ideia de criar o YouTube?
Steve Chen, que fundou o YouTube comigo, estava numa festa. Fez vários vídeos com sua câmera e queria mandá-los para seus amigos. Mas era difícil fazer isso. Eu morava na Califórnia e também queria mandar alguns filmes para os meus pais, na Pensilvânia, do outro lado do país. O problema era o mesmo. Foi essa necessidade que nos fez criar o YouTube. Na verdade, foi dessa forma que percebemos a oportunidade de construir uma ferramenta eletrônica, um espaço onde as pessoas pudessem compartilhar vídeos. Acho que, como dizem, estávamos no lugar certo, na hora certa.

Qual a razão do sucesso do site?
Acredito que tomamos algumas decisões que fizeram a diferença. Desde o início, aceitamos todo o tipo de conteúdo. Não havia restrição. Tudo era aberto. Isso funcionou. As pessoas entravam no site e não precisavam responder a questionários chatos. Usamos uma tecnologia, chamada Flash, que reduz a qualidade dos vídeos, mas, em contrapartida, permite que eles sejam baixados rapidamente na internet. Isso reduziu a longa espera pelos downloads. Outro ponto positivo: nenhum usuário precisava se preocupar com tecnicidades, como o formato dos vídeos. A simplicidade era a chave de tudo. Conseguimos ainda montar um grande ecossistema, com comunidades que trocavam imagens. Com a formação e expansão desses grupos, nos distanciamos da concorrência.

Os problemas com a invasão de privacidade colocam em risco o futuro do YouTube?
Acho que não. Esse é um dilema da internet. Não se restringe ao YouTube. E, no geral, a web é muito positiva. Hoje, as pessoas têm acesso a um número ilimitado de informações. Considero os problemas que surgem eventualmente como casos isolados. No YouTube, também tomamos alguns cuidados com isso. As comunidades podem marcar um vídeo com conteúdo considerado inadequado. Isso tem funcionado. Temos a maior plataforma de vídeos do mundo e, provavelmente, a mais limpa de todas.

E os problemas com direitos autorais?
Temos várias ferramentas e pessoas para detectar problemas com direitos autorais no YouTube. Mas acredito que muitas vezes esse tema é visto sob um ângulo equivocado. Em vez de encarar como um problema é possível considerar o uso de alguns conteúdos como uma oportunidade. Por exemplo: o fã de um grupo musical faz filmes numa viagem ao Brasil. Ele usa as músicas dessa banda como fundo musical das imagens. Depois, coloca o vídeo no YouTube. Isso é um problema? Não. A indústria fonográfica não precisa restringir o uso desse material, mas, sim, abraçar essa divulgação. Ela cria novas oportunidades de negócios.

Sites como Facebook e Twitter são fenômenos de audiência, mas não têm uma fonte eficaz de receita. Esse é um problema do YouTube?
Não. Estamos ganhando dinheiro e vamos ganhar mais no futuro. Criamos um espaço onde as pessoas podem interagir entre elas e também com as marcas das empresas. A TV, pelo menos por enquanto, não permite isso. Os anunciantes estão apenas começando a perceber a eficiência do nosso modelo de negócios. Não posso revelar números, mas, apesar da crise mundial, o último trimestre foi o melhor da história do YouTube.

Quanto custa manter o YouTube?
Custa... [ele olha para os assessores] Calma, é brincadeira. Não posso revelar esse número. Mas posso dizer que há muita especulação sobre esses dados. Todas são exageradas. Além do mais, o mercado de anunciantes cresce, enquanto caem os gastos com a tecnologia usada no processamento e armazenamento das informações.

A euforia em torno de alguns sites, como redes sociais, tende a diminuir. Com o passar do tempo, eles se tornam chatos. O YouTube corre esse risco?
Acho que isso não acontece com o consumo de vídeos. As pessoas sempre querem ver uma imagem interessante e ouvir boas histórias. Em redes como o Twitter ou o Facebook a atividade é diferente. Ela depende muito mais da participação ativa e permanente das pessoas. O que cansa nesses sites é ter de tomar parte dessas interações o tempo todo. Acredito que o acesso ao conteúdo do YouTube é mais simples e fácil.

A remuneração dos autores dos vídeos de sucesso pode tornar o conteúdo do YouTube mais profissional?
Sim. Mas, mesmo sem esse estímulo, percebemos que essa é uma tendência. Antes de decidir pelo pagamento aos autores, também hesitamos um pouco, refletindo se isso mudaria a motivação das pessoas em enviar seus filmes ao site. Concluímos que, dividindo a receita da publicidade, estaríamos estimulando as pessoas a produzir mais. Esse sistema já funciona hoje com empresas [com vídeos que têm direitos autorais associados]. Agora, será aberto a todos. Além dos 15 minutos de fama, as pessoas poderão ganhar algum dinheiro.

Qual o futuro do YouTube?
O YouTube é uma plataforma tecnológica feita para a exposição de vídeos. Todos podem usá-la. Agora, boa parte do nosso trabalho é fazer com que possa ser acessada com eficiência por qualquer aparelho: um computador, uma TV ou um celular. Como as pessoas usam cada vez mais os telefones móveis para entrar na internet, estamos aprimorando nossa tecnologia para acessos por redes sem fio. Mas as melhores ferramentas que podemos desenvolver são aquelas que descobrem quais tipos de vídeo uma determinada pessoa está buscando quando entra no site. Temos de ir além dos mecanismos tradicionais de busca e descobrir com crescente precisão o que os usuários querem. É isso que nos permite fazer sugestões pertinentes de vídeo. Já temos esse tipo de ferramenta, mas vamos avançar nessa área. De um modo geral, o YouTube precisa se tornar mais inteligente. Esse é um problema e um desafio comum a qualquer site que lide com uma grande quantidade de dados.

E como se faz isso?
Temos de descobrir como as pessoas encontram as informações que querem dentro do site. Precisamos ainda organizar o conteúdo por tipos distintos, permitindo que alguém navegue, por exemplo, apenas em vídeos educacionais. Também estamos tentando integrar mais o YouTube a redes sociais como o Twitter e o Facebook. Queremos que os participantes dessas redes saibam o que os seus amigos estão vendo no YouTube. Em breve, esse serviço deve estar disponível no Orkut. Outra meta é aprimorar o fluxo de informações dentro do site. As pessoas vão poder indicar para as outras, por meio de notificações [os feeds], quando assistem a um vídeo ou assinam um novo canal de conteúdo.

O número de vídeos em alta definição (HD, em inglês) cresce no YouTube?
Sim. Já temos uma das maiores videotecas em alta definição on-line do planeta. A quantidade desses filmes no site aumentou 250% nos últimos meses. Há produções de todos os tipos. Tanto as amadoras quanto as mais bem acabadas. Isso é resultado da popularização das câmeras digitais em HD. Recentemente, também introduzimos os vídeos em três dimensões (3D). Vamos acompanhar de perto a transição para essa tecnologia.

O Google é um bom patrão?
Não é nada mal, poderia ser pior. Na verdade, tem sido ótimo. Nós temos a mesma cultura de trabalho. Talvez tenhamos tolhido um pouco o desenvolvimento de novas ferramentas no site, mas isso não é culpa da nossa parceria. É resultado do nosso próprio crescimento. Agora, algumas decisões também demoram mais. Mas, sem o Google, não teríamos tantos recursos. Assumimos uma escala realmente global. E, agora, podemos focar naquilo que faz a diferença a longo prazo. Pensamos, por exemplo, na arquitetura de visualização e armazenamento dos arquivos.

Chad Hurley foi um dos três criadores do YouTube, assim como Steve Chen e Jawed Karim

O que a internet tem hoje de mais interessante?
A explosão das redes sociais realmente alterou o eixo da comunicação entre as pessoas. Mas eu não vejo grandes inovações. E isso me surpreende. As ferramentas existem, mas o uso não tem sido tão interessante. Não é porque as pessoas têm um pincel na mão que se transformam em um Picasso.

O YouTube foi vendido por 1,6 bilhão de dólares. Seu quinhão foi de 345 milhões de dólares. Sua vida mudou muito?
Não muito. Ainda trabalho bastante. Com esse dinheiro deveria estar no Rio de Janeiro me divertindo [a entrevista foi concedida em São Paulo]. Claro que nunca imaginei que ganharia tanto com o site. É possível almejar um grande futuro para o que criamos, mas não dá para esperar por isso. Mas ainda estamos no começo. Criamos um novo mercado de vídeos on-line. Todos querem respostas e soluções para alguns problemas e nós também. Isso é interessante.

Qual foi exatamente a sua participação na criação do YouTube?
Minha formação é em computação e design. Basicamente, pensei no nome, na marca, no logotipo, na interface e no modelo de compartilhamento de vídeos. Steve Chen era o engenheiro. Ele fez as coisas funcionarem.

O YouTube torna definitivamente acessíveis a todos os 15 minutos de fama de que falou Andy Warhol?
Ele ajuda. Mas apenas uma pequena parte das pessoas tem aspirações artísticas. O que acho mais importante no site é que, agora, as pessoas que querem mostrar algo para o mundo podem fazê-lo diretamente. Elas têm acesso imediato à audiência. O YouTube é uma grande plataforma tecnológica para a distribuição global dessas iniciativas individuais. Em parte, nosso grande objetivo é nos tornarmos parte da cultura popular. Isso talvez tenha alguma relação com meus estudos sobre arte e design e a perspectiva de negócios que herdei a partir daí.

Qual o seu vídeo predileto no YouTube?
Difícil escolher um. Mas o que mais me espanta é o profundo efeito que alguns deles têm na sociedade.

Você tem dois filhos, controla o que eles assistem no YouTube?
Claro. Assim como na televisão, ninguém deixa as crianças assistirem o que querem na internet. A melhor coisa a fazer é ensinar os filhos a acessar a rede de forma responsável. Mesmo porque não é possível controlar tudo. Hoje, as crianças entram na web usando celulares que estão em seus bolsos.

Por falar em televisão, o YouTube vai matá-la?
Não. A experiência de reunir a família e os amigos para assistir à televisão vai sobreviver. O aparelho continuará no centro da sala das casas. O que mudará é a maneira como acessaremos o conteúdo. Nos próximos cinco ou dez anos, teremos uma experiência mais interativa e sob demanda. Vamos ter recursos novos para escolher o que assistir. A transmissão linear de imagens como conhecemos hoje é que vai acabar. Isso não que dizer que os programas desaparecerão. As pessoas irão atrás das histórias interessantes. Mas o conteúdo da televisão será mais parecido com o próprio telespectador, mais customizado.

Fonte: VEJA.com

terça-feira, 25 de agosto de 2009

Antivírus gratuito - Análise PCTools

 PCTools
Muitos usuários já conhecem o PC Tools AntiVirus, um antivírus poderoso para rastrear e remover todo o tipo de vírus e alguns worms presentes em seu computador. O que prejudicava o seu uso era o fato de que a ferramenta possuía somente uma versão gratuita para testes, o que deixava o computador desprotegido destas funções após o término do período de avaliação.

Mas agora isso mudou. Pois o PC Tools AntiVirus Free ganhou uma versão totalmente gratuita e, para ficar ainda melhor, encontra-se no idioma português, garantindo facilidade de compreensão para todos os usuários — principalmente os menos experientes — na utilização do programa.

E, além disso, ele agora faz parte da Symantec (pois foi comprado por ela), fato que garantirá a sua constante evolução e aperfeiçoamento, mantendo assim sempre a sua alta qualidade!

Interface simples e intuitiva

O programa opera a partir de uma única janela e a tela principal apresenta suas opções divididas em abas, fazendo com que a informação presente em cada uma delas fique bastante clara e de fácil visualização.

Esta divisão em abas engloba quatro setores: “Status” (informações sobre versão, edição do programa e de suas ferramentas), “Verificação” (para fazer varredura do sistema), “IntelliGuard” (proteção em tempo real), “Configurações” (opções de personalização conforme uso) e “Atualizar Agora” (para mudar para a versão paga).

Efetuando a varredura no computador

Existem três tipos de varredura que podem ser feitas em seu computador. A "Verificação Completa" (que faz uma busca em todo o disco rígido), a “Verificação Personalizada” (para caso você queira verificar apenas determinado setor ou diretório em seu computador) e o “Intelli-Scan” (o qual realiza a pesquisa apenas em áreas críticas).

Na tela de operação do programa é possível acompanhar o andamento do processo de rastreamento e, além disso, pode-se ver exatamente em qual arquivo e diretório o PC Tools AntiVirus Free está fazendo a pesquisa.

Ao final da varredura serão exibidos os dados sobre a quantidade de arquivos escaneados e as informações sobre quais arquivos estão infectados, além de, é claro, indicar qual é o “agente” responsável pela infecção do arquivo.

Para manter a base de dados sempre atualizada, o programa conta com um sistema de atualizações chamado “Smart Update”, o qual busca por atualizações e as instala automaticamente.

IntelliGuard

O IntelliGuard proporciona a proteção de seu sistema em tempo real, bloqueando qualquer tentativa de entrada de vírus/worms que possam comprometer o funcionamento do sistema. Caso você entre em um site suspeito, o programa automaticamente lhe remeterá uma mensagem de aviso (por padrão essa opção já vem habilitada).

Configurações

Nessa opção você poderá configurar os modos de verificação/quarentena do jeito que você achar melhor, assim como aos alertas de remoção de infecções. Além disso, também será possível agendar verificações automáticas, fazer com que o PC Tools AntiVirus Free seja iniciado junto ao Windows, entre diversas outras coisas.

Para fazer download do software, clique AQUI.

Antivírus gratuito - Análise Avast Home Edition

Antivírus gratuito - Análise AVG Anti-Virus Free

Antivírus gratuito - Avira AntiVir

Antivírus gratuito - Análise Cômodo

Antivírus gratuito - Análise BitDefender

Antivírus gratuito - Análise ClamWin




Antivírus gratuitos: qual deles é o melhor?

Fonte: Olhar Digital

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segunda-feira, 24 de agosto de 2009

Os 5 piores aplicativos para iPhone

Fail
Com uma oferta tão grande de aplicativos para iPhone, não é estranho encontrar alguns que sejam totalmente inúteis, ou de mau gosto, na lista da loja iTunes. Confira os 5 programas mais bizarros e sem sentido para que você não perca seu tempo (e dinheiro) com esses códigos:

1 - iFart - Pelo nome já é possível até adivinhar do que se trata. Por US$ 2, você terá em mãos seu próprio simulador de gases. Imagine usar um desses em uma reunião de resultados da empresa. Simplesmente um sucesso! Ou não...

2 - Hold-on! - Quanto tempo você pode manter o botão virtual pressionado? É isso que os desenvolvedores desse aplicativo querem saber. É ligar o aplicativo e ficar segurando o telefone. Você tiraria o dedo para atender uma chamada?

3 - SimStapler - Essa peça de código faz com que seu iPhone simule um grampeador. Com esse aplicativo em mãos, é possível fingir que você está grampeando desde folha de papel até a mão do seu vizinho de mesa no serviço.

4 - Birth Buddy - Esse aplicativo pode ajudar as futuras mães a acompanhar o ritmo de suas contrações na hora do parto. Isso se elas estiverem em condições de segurar o telefone durante todo o processo. Custa menos de US$ 1, se isso for algum conforto.

5 - Touch Train - Não sabe como operar seu iPhone? Depois de instalado, esse aplicativo vai ensiná-lo a tocar na interface do aparelho. Isso mesmo, um tutorial de touchscreen. Depois de instalar, você tem certeza que uma aula dessas é realmente necessária?

Fonte: INFO Online

domingo, 23 de agosto de 2009

Como se proteger das fraudes via email

Como se proteger das fraudes via e-mail
O contínuo crescimento e fluxo de mensagens eletrônicas, sendo o maior volume de todos os tempos, também aumentou a fraudes através de email, prática de aproveitar-se da ingenuidade das pessoas para atraí-las até um site falso por meio de emails com aparência autêntica, que às vezes até mesmo utilizam o logotipo verdadeiro da empresa, na tentativa de roubar informações pessoais importantes, como números de cartão de crédito, senhas, dados da conta ou outras informações. Existem alguns passos simples que você pode tomar para ajudar se proteger:

1) Cuidado com emails que solicitam informações pessoais.
Qualquer email que solicite seu nome, sua data de nascimento, seu cadastro de pessoa física, seu nome de usuário de email, sua senha de email ou qualquer outro tipo de informação pessoal é, muito provavelmente, uma mensagem fraudulenta. Independentemente de quem pareça ser o remetente.
Se, por alguma razão, você acreditar que um email possa ser legítimo, não responda a ele nem clique em hiperlinks; em vez disso, copie e cole a URL ou acesse o site da empresa para ver as informações de contato.

2) Leia cuidadosamente os emails que parecem ser suspeitos.
Emails que contêm um vocabulário pobre, erros de digitação ou frases como "isso não é uma piada" ou "encaminhe esta mensagem para seus amigos" geralmente são fraudulentos. Às vezes, os nomes das empresas ou suas marcas são grafados de maneira incorreta.

3) Proteja sua senha.
Crie uma senha forte utilizando mais de 7 caracteres e uma combinação de letras maiúsculas e minúsculas, números e caracteres especiais como os símbolos @ ou #. Alterar a sua senha regularmente também é uma boa idéia.
Se você receber uma notificação confirmando uma solicitação de alteração da senha sem que você tenha alterado a sua senha recentemente, é sinal de que alguém está tentando acessar a sua conta e você deve alterar a senha imediatamente. Altere tanto a sua senha quanto a sua Pergunta Secreta/Resposta Secreta já que ambas podem ter sido comprometidas.

4) Tome uma atitude!
Se você acha que alguém acessou a sua conta, que a página de entrada parece fraudulenta ou que recebeu um email suspeito tentando confirmar uma alteração de senha não autorizada, altere a sua senha imediatamente.


5) Atualize seu software.
Uma das melhores formas de ajudar a se proteger contra hackers e sites mal-intencionados é manter atualizados seus programas de software, antivírus e anti-spyware.

6) Ajude a identificar novas fraudes.
Se possível informe sempre ao seu provedor que recebeu uma mensagem de email fraudulenta, alerte seus amigos e contatos de como é o email, qual a maneira usada para a aplicação do golpe. Procedendo assim você ajuda para uma Rede mais segura. É o que todos queremos!

sábado, 22 de agosto de 2009

6 programas para dar um trato nas fotos

Foto de Juliana Paes, antes e depois do editor de fotos
Quer dar aquele ajuste nas fotos guardadas no PC? Gratuitos, os aplicativos não possuem os comandos avançados, mas nem por isso deixam a desejar. Eles têm todos os recursos necessários para corrigir os olhos vermelhos, ajustar a qualidade das cores e aplicar efeitos e filtros para dar “aquele tapa” nas imagens. Então baixe uma das opções de editores de imagens abaixo, selecionados:

PhotoscapePhotoScape 3.3: Esse programa de edição de imagens tem uma interface baseada em abas. Por causa dessa característica, o software tem os comandos para aplicação de efeitos, recorte de imagens e ajuste de luminosidade a apenas um clique. O PhotoScape oferece ainda recurso de edição de fotos em lote e um conjunto de filtros para melhorar a qualidades das imagens.

Photo!EditorPhoto! Editor 1.1: Construído para internautas leigos em edição de imagens, esse software é equipado com instruções de como usar cada um dos seus recursos. E eles não são poucos. O Photo! Editor inclui ferramentas para cortar, redimensionar e retocar as fotos. O programa oferece ainda um conjunto de ferramentas para os internautas modificarem a textura das imagens.

GimpGimp 2.6.7: Desenvolvido com código aberto, o Gimp é repleto de recursos para a tarefa de edição de imagens. Nele é possível encontrar ferramentas para aplicar camadas, filtro e texturas nas fotos. No conjunto de recursos do Gimp tem até ferramentas para criar pequenas animações. Ele é o software ideal para quem gosta de manipular fotos, mas não tem dinheiro para investir numa versão do Photoshop.

PhotoPlusPhotoPlus 6.0: Com uma interface intuitiva, esse programa trabalha com camadas e máscaras. Além disso, é equipado competente conjunto de ferramenta de ajustes. Dá para melhorar o brilho, o contraste, a saturação, a iluminação e cor das imagens, entre outras possibilidades. Também dá para aplicar, com o PhotoScape, alguns filtros, como Blur, Render, Edge e Noise.

Paint.NETPaint.NET 3.36: Um dos editores de foto gratuito mais conhecidos do mercado. Além do pequeno tamanho (menos de 2 MB), o software é equipado com recursos de filtros e ajustes por curvas e níveis. Tem ainda uma opção de edição por camadas, um recurso ausente na maioria dos freewares do gênero. O Paint.Net aceita plug-ins criados pela comunidade de usuários.

XnViewXnView 1.95: Esse aplicativo ocupa pouco espaço no disco rígido, menos de 6 megabits. Mas isso não impacta no seu desempenho. O XnView cria miniaturas das fotos espalhadas no computador, o que facilita bastante na organização. Além disso, oferece ao usuário uma opção para criar galerias de imagens para mostrar aos amigos.

Depois de baixar os programas conheça truques para tratar as fotos em diversos aplicativos no site da INFO Online.

Fonte: INFO Online

sexta-feira, 21 de agosto de 2009

Impacto das novas mídias e tecnologias na educação

Impacto das novas mídias e tecnologias na educação.
A avalanche de novas mídias e redes sociais nos mostra uma coisa: estamos procurando outros jeitos de contar as nossas histórias. A digitalização permite registrar, editar, combinar, manipular toda e qualquer informação, por qualquer meio, em qualquer lugar, a qualquer tempo. A digitalização traz a multiplicação de possibilidades de escolha, de interação. A mobilidade e a virtualização nos libertam dos espaços e tempos rígidos, previsíveis, determinados.

As tecnologias que num primeiro momento são utilizadas de forma separada - computador, celular, Internet, MP3, câmera digital - e caminham na direção da convergência, da integração, dos equipamentos multifuncionais que agregam valor.

O computador continua, mas ligado à Internet, à câmera digital, ao celular, ao MP3, principalmente nos pockets ou computadores de mão.

O telefone celular é a tecnologia que atualmente mais agrega valor: é wireless (sem fio) e rapidamente incorporou o acesso à Internet, à foto digital, aos programas de comunicação (voz, TV), ao entretenimento (jogos, música - MP3) e outros serviços.

Estas tecnologias começam a afetar profundamente a educação, que sempre esteve e continua presa a lugares e tempos determinados: escola, salas de aula, calendário escolar, grade curricular.

Há vinte anos, para aprender oficialmente, tínhamos que ir a uma escola. E hoje?

As tecnologias chegaram à escola, mas sempre privilegiaram mais o controle à modernização da infra-estrutura e a gestão do que a mudança. Os programas de gestão administrativa estão mais desenvolvidos do que os voltados à aprendizagem. Há avanços na virtualização da aprendizagem, mas só conseguem arranhar superficialmente a estrutura pesada em que estão estruturados os vários níveis de ensino.

Apesar de a resistência institucional, as pressões pelas mudanças são cada vez mais fortes. As empresas estão muito ativas na educação on-line e buscam nas universidades mais agilidade, flexibilização e rapidez na oferta de educação continuada. Os avanços na educação a distância com a LDB e a Internet estão sendo notáveis. A LDB legalizou a educação a distância e a Internet lhe tirou o ar de isolamento, de atraso, de ensino de segunda classe.

A interconectividade que a Internet e as redes desenvolveram nestes últimos anos está começando a revolucionar a forma de ensinar e aprender.

As redes, principalmente a Internet, estão começando a provocar mudanças profundas na educação presencial e a distância. Na presencial, desenraizam o conceito de ensino-aprendizagem localizado e temporalizado. Podemos aprender desde vários lugares, ao mesmo tempo, on e off line, juntos e separados. Como nos bancos, temos nossa agência (escola) que é nosso ponto de referência; só que agora não precisamos ir até lá o tempo todo para poder aprender.

As redes também estão provocando mudanças profundas na educação a distância. Antes a educação a distância era uma atividade muito solitária e exigia muita autodisciplina. Agora, com as redes, a educação a distância continua como uma atividade individual, combinada com a possibilidade de comunicação instantânea, de criar grupos de aprendizagem, integrando a aprendizagem pessoal com a grupal.

A educação presencial está incorporando tecnologias, funções, atividades que eram típicas da educação a distância, enquanto a educação a distância está descobrindo que pode ensinar de forma menos individualista, mantendo um equilíbrio entre a flexibilidade e a interação.

quinta-feira, 20 de agosto de 2009

Famílias de baixa renda estão comprando mais via web

Baixa renda comprando mais via web.
As famílias com renda de até R$ 3 mil estão cada vez mais presentes entre os consumidores do comércio eletrônico que atingiu, no primeiro semestre deste ano, um público de 15,2 milhões de pessoas contra 11,5 milhões em igual período do ano passado. Os empresários que exploram esse setor faturaram R$ 4,8 bilhões, 27% acima do faturamento do período de janeiro a junho de 2008. Para esse segundo semestre, a expectativa é que o faturamento alcance R$ 10,5 bilhões.

O movimento do primeiro semestre surpreendeu porque a previsão era de crescer entre 20% a 25%. O setor, conforme avaliou, sentiu menos do que outros os efeitos da crise financeira internacional devido a um conjunto de fatores. Entre eles, a entrada de grandes redes varejistas que fez com que aumentasse a concorrência.

Além disso, houve uma redução de preços, principalmente, de produtos eletrônicos, com os incentivos fiscais concedidos pelo governo federal aos produtos eletrônicos por meio da redução do Imposto Sobre Produtos Industrializados (IPI).

Os eletroeletrônicos saíram da quarta e quinta colocações no ranking de produtos mais vendidos para o segundo lugar com participação de 13% no volume de pedidos. A liderança permanece com livros e assinaturas de revistas e jornais.

O consumidor percebeu essa redução de preços e correu para o comércio eletrônico que tem uma dinâmica diferente do mercado tradicional.

As empresas passaram a oferecer vantagens esticando o prazo de pagamento. Essas facilidades, somadas ao fato de um maior ingresso de brasileiros conectados à internet, têm permitido a inclusão crescente das famílias de baixa renda no comércio eletrônico.

Essa população tem uma demanda reprimida e carece de financiamento, uma vez que ela pode parcelar a sua compra em prestações que cabem em sua carteira, ela vai comprar.

Fonte: Terra/Tecnologia

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