quarta-feira, 14 de outubro de 2009

Rede social é boa ou ruim para as empresas?

Redes Sociais
Nova mídia traz riscos e oportunidades. O segredo do sucesso está na uso inteligente de sites como Twitter, Facebook e Orkut. As mídias sociais parecem café. É muito fácil achar estudos que mostram que elas fazem mal, assim como pesquisas que enfatizam que elas fazem bem para empresas. Antagônico? Não. Da mesma maneira que ocorre com a bebida, as redes sociais são estimulantes poderosos, só que contém propriedades que viciam, se consumidas sem controle.

Um caso exemplar de falta de jeito com redes sociais nos negócios ocorreu no ramo da construção, uma construtora A anunciou o lançamento de um grande empreendimento para o dia seguinte pelo Twitter. Era uma informação estratégica que normalmente não seria divulgada. De posse do dado, em 24 horas, a construtora concorrente armou uma verdadeira operação de guerrilha.

No dia do lançamento da construtora A, a concorrente encheu as ruas da região com promotores, distribuiu folhetos em cruzamentos, anunciou na mídia e deu um bônus de incentivo para corretores que levassem clientes para o seu novo condomínio. A ação ofuscou os planos de sucesso da construtora A.

Não é por acaso que muitos acham que as redes sociais trazem riscos para as empresas. Somente 10% de 1,4 mil CIOs de empresas com cem ou mais funcionários permitem amplo acesso da empresa às redes sociais, 54% bloqueiam totalmente o acesso a sites como Facebook, Youtube e Twitter. Vários estudos anteriores mostram resultado semelhante. O medo maior é queda na produtividade e vazamento de informação estratégica.

É uma declaração polêmica para uma das empresas que mais exemplificam o bom uso da web 2.0 nas estratégias de negócio. Uma construtora está em vários sites deste tipo e consegue tirar resultados em todos. Recentemente, vendeu até um apartamento pelo Twitter. A maior preocupação deve ser com as pessoas e a estratégia do uso. Não são todos os funcionários que podem tirar proveito das redes sociais e trazer resultados para o negócio.

É exatamente esse potencial para o risco e para as oportunidades que gera tanto estudo com resultados diferentes. Há uma pesquisa que aponta que 94% das empresas manterão ou iniciarão estratégias em redes sociais em 2009. Somente 4% não querem nem entrar nesse mundo.

Em algumas empresas, o uso de sites sociais é restrito a alguns departamentos, como a informática, o atendimento e o pessoal que faz relação com investidores, há um gerente de mídias sociais que passa o dia inteiro monitorando sites como o Orkut e o Twitter.

As pessoas podem passar 50 minutos conversando bobagem na internet, isso é ruim para o negócio. Da mesma forma podem gastar duas horas discutindo em fóruns e blogs internos, e isto é bom. Saber lidar com redes sociais não é ser impetuoso ao ponto de desembestar-se a conversar com todos sobre tudo o tempo todo. É realmente como o café, entre um aviso de uma possível gastrite e um conselho para estimular as atividades, consuma com moderação.

Você tem Twitter? Então, siga http://twitter.com/updatefreud e fique por dentro das principais notícias de TI.

Fonte: IT Web

terça-feira, 13 de outubro de 2009

O futuro do Mouse

Praticamente igual desde sua criação, dispositivo tem tecnologias concorrentes e é apontado como causa de doenças ocupacionais.
O mouse, quem diria, chegou à meia idade. E, contrariando a evolução acelerada da tecnologia, ele sofreu poucas alterações desde que chegou ao mercado. É claro que novas tendências de interface com o PC nasceram e se desenvolveram, mas nada que abale ou questione o lugar do ratinho nas mesas dos usuários de todo o mundo.

Mas como tudo começou? Foi em 1968, quando o engenheiro Douglas Carl Engelbart fez a primeira demonstração pública do que na época era chamado de “X-Y Position Indicator for a Display System”. Ao contrário do que se possa imaginar, o inventor do mouse não ficou milionário com sua produção.

Engelbart patenteou o invento em 1970, mas cedeu-o ao Instituto de Pesquisa da Universidade de Stanford, que depois vendeu para a Apple. Foi a Apple a responsável por um dos primeiros PCs que saíam direto da fábrica já com o novo acessório. Era o Apple Lisa de 1983. Um ano depois, pegando carona na idéia, era lançado o Macintosh 128. O resto está (ou estará, logo, logo) nos livros de História.

Contra o mouse pesa ainda a acusação de ser um dos grandes vilões das doenças ocupacionais, um em cada usuários que passam mais de duas horas ao dia em contato com mouse desenvolvem lesões musculares.

Agora, as tendências de substituição são fantásticas. Vão desde mouse joystick, para os amantes de games, passando por superfícies sensíveis ao toque e chegando às tecnologias MultiTouch, entre elas a do iPhone, em que o usuário controla a tela com comandos duplos ou a do Microsoft Surface, espécie de “computador-mesa” em que é possível usar vários pontos de contato.

Existem também as adaptações específicas para jogos, como o WiiMote, uma espécie de controle remoto que reproduz na tela a movimentação do controle em três dimensões. A tendência da indústria é buscar o movimento mais natural possível com o máximo de fidelidade ao movimento.

A verdade é que a tecnologia caminha sempre em busca da praticidade. O que é anti-prático acaba morrendo na praia como, por exemplo, o trackball, hoje quase totalmente substituído por touchpads.

Porém essas tendências só se parecem com mouse em sua essência: ser um apontador. Para a tela sensível, por exemplo, existe toda uma outra forma de entender a interface entre o usuário e o PC, já que ela precisa reconhecer mais de um apontador simultaneamente.

Isso decreta a morte do mouse? Os usuários sempre irão precisar de uma forma de comunicação com o PC. Se formos chamar de mouse o componente físico, então sim, um dia ele será totalmente substituído. Agora se chamarmos o mouse de apontador, ele nunca morrerá. Sempre vamos precisar de um apontador para realizar nossas tarefas.

Por outro lado, o preço baixo dos componentes dos mouses atuais e as melhorias no reconhecimento do movimento garantem ao mouse uma sobrevida e algum fôlego para permanecer em nossos computadores por mais alguns anos.

Fonte: Tecnolgia - Gazeta do Povo

segunda-feira, 12 de outubro de 2009

Apple e HP se destacam em ranking "verde" do Greenpeace

Greener Electronics Guide, do Greenpeace, que analisa produtos do ponto de vista ambiental; Apple e HP se destacam no ranking verde.
A Apple e a HP foram os destaques na 13ª edição do Greener Electronics Guide (guia de eletrônicos mais verdes), lista da organização ambientalista Greenpeace que analisa a qualidade dos produtos do ponto de vista ambiental.

Com 4,9 de 10 pontos possíveis, a Apple passou da 11ª para a 9ª posição, sendo apontada como a fabricante que mais avançou na remoção de substâncias tóxicas em seus produtos. Mas, segundo o Greenpeace, a empresa de Steve Jobs ainda pode melhorar nas questões de energia e lixo eletrônico.

Apesar de permanecer no 14º lugar, com 4,5 pontos, a HP também recebeu destaque por ter lançado seu primeiro produto livre das substâncias tóxicas BFR (retardadores de chama bromados) e PVC (plástico polivinílico).

O Greenpeace havia feito protestos na frente de escritórios da HP por conta da demora da empresa para eliminar essas substâncias.

O primeiro lugar da lista, atualizada trimestralmente, continua com a Nokia, que se destaca em redução de uso de substâncias tóxicas, energia e reciclagem. A empresa finlandesa atingiu 7,5 pontos.

Com 6,9 pontos, a Samsung ficou em segundo lugar.

A Nintendo melhorou sua pontuação para 1,4, mas segue na última posição, segundo a organização ambientalista, a emissão de gases - estufa da fabricante de videogames continua a crescer.

Lenovo, com 2,5 pontos, e Fujitsu, com 2,7, ficaram em penúltimo e antepenúltimo lugares, respectivamente.

Fonte: Folha Online - Informática

domingo, 11 de outubro de 2009

Como montar você mesmo seu PC

Está cada vez mais popular a montagem do seu próprio computador. Na maioria dos casos, economiza-se dinheiro, e garante que o seu PC contenha exatamente o que você quer. E o melhor de tudo, montar seu próprio PC o torna muito familiar com seu sistema e com computadores em geral. Pessoas de todas as áreas montam hoje seu próprio PC, executivos, engenheiros, estudantes e até donas de casa são capazes.

Mas, ao mesmo tempo, o preço dos PCs montados ou prontos estão bem atraentes. Então fica a questão, é melhor montar seu PC ou simplesmente comprar um já pronto? Tentaremos ajudá-los com algumas ponderações nessa postagem.

Se você é um entusiasta por computadores e tecnologia, a resposta a essa pergunta é óbvia e previsível. Montar seu próprio PC, não só faz você entender melhor seu PC, mas te da a certeza e possibilidade de escolher cada componente dele. Há também um sentido de satisfação com a construção de um PC.

Uns gastam algumas horas (ou menos, para aqueles mais familiarizados com o processo) para montara máquina. Chega então o momento da verdade, quando se pressiona o interruptor de energia pela primeira vez. Se tudo funcionar de primeira é festa e sensação de criador!

Mas, além da satisfação pessoal, vale a pena? Não é uma perda de tempo? Economizará meu dinheiro? A resposta a essa pergunta é um pouco nebulosa nesses dias. Há alguns anos, a resposta era óbvia. Os PCs “prontos” eram construídos tipicamente com produtos OEM, componentes baratos.

O desempenho era de médio a terrível. A escolha era óbvia: Se você quisesse um PC aceitável e não gastar tanto, era melhor montá-lo você mesmo. Hoje, muitos PCs disponíveis ainda usam componentes mais baratos em um esforço para torná-lo mais acessíveis, há também mais PCs pre-construídos que usam hardware de qualidade e cujo desempenho é bem satisfatório.

Escolha dos Componentes

A maioria dos consumidores de PC (à exceção alguns que procuram modelos mais avançados) não ligam muito para os componentes usados. Naturalmente, dirão as especificações desejadas, mas frequentemente não dão atenção especial as marcas e modelos empregados.

A grande parte dos PCs pré-construídos de valor baixo a médio usam hardwares genéricos. Todos executam o seu papel, mas você tem o que se paga. Um upgrade pode ser um problema por este motivo.

Ao contrário, montar seu próprio PC significa poder escolher todos os componentes em seu sistema. Você pode assegurar-se que o hardware é bom, ao menos conhecido, e que terá algum suporte do fabricante tanto no hardware como nos drivers (algumas peças já são produzidas no Brasil, como as placas-mãe da Intel, o que da mais tempo de garantia e credibilidade na hora daquela inesperada troca).

E mais importante, você pode assegurar-se que o hardware escolhido terá um bom desempenho.

Preço

Em geral, você pode economizar montando seu próprio PC. Em muitos casos, você verá computadores pré-montados e montados em casa com preços equivalentes. Lógico que se pode comprar PCs mais baratos, aquele que você quer montar, mas quando se leva em conta as escolhas de hardware que o acompanham, o preço fica claramente em favor do feito em casa.

Uma coisa a considerar aqui é o valor do seu tempo. Se você é uma pessoa muito ocupada onde tempo é dinheiro, você provavelmente irá optar por comprar um PC pre-construído. Se não se preocupa, pode-se fazer melhor você mesmo.

Suporte

Suporte é uma preocupação chave para os montadores caseiros. Quando você monta seu computador, não há nenhum lugar para levar o PC e dizer para fazê-lo funcionar. De um lado, as máquinas pré-construídas tipicamente vêm com suporte do fabricante. Mas, suporte é algo muitas vezes inconsistente.

Alguns fabricantes têm registros questionáveis no apoio a seus clientes enquanto alguns são muito bons neles. Ter suporte para seu PC não é nenhuma garantia de ter uma experiência sem problemas, e não é certamente nenhuma garantia que tomarão a responsabilidade pelo seu PC se não funcionar.

A boa notícia para os montadores é que a comunidade de pessoas de “faça você mesmo” está aumentando. Há muitos dados na Internet, e fontes de comunidades para auxílio. Posso mencionar inúmeros sites e fóruns onde milhares estão disponíveis para ajudá-lo com seu PC, incluindo este humilde Web site.

Garantia

PCs pré-montados, tipicamente vêm com uma garantia do sistema em geral, e em muitos casos, é oferecido um serviço prolongado no ato da compra. PCs montados em casa não têm essa garantia para todo o sistema, naturalmente, mas se você comprar bons hardwares conhecidos, a maioria dos componentes tem suas próprias garantias. Assim, de uma maneira ou outra, você estará coberto.

Software ou Programas

Alguns PCs Pré-montados vêm com muitos softwares, e mais importante, o sistema operacional. O preço real dos softwares é consideravelmente bom nesses casos, porque os fabricantes compram em grande quantidade.

Porém, estes PCs vêm às vezes com softwares demais, significando muito lixo e programas que enchem seu disco rígido de bugs, etc.. O que pode ser bastante irritante. Em PCs montados em casa, você pode prestar um pouco mais atenção e selecionar os programas um a um, e ter somente instalado o que desejar.

Os PCs montados em casa pode ser montado também pensando na flexibilidade do sistema, a medida que a tecnologia avança, e ir fazendo os upgrades conscientemente, é uma grande economia de dinheiro sem perder tanto desempenho. Muitas vezes computadores pré-montados de marca são muito limitados para upgrade e não raramente só aceitam peças fabricadas pelo próprio montador.

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sexta-feira, 9 de outubro de 2009

Microsoft anuncia versão grátis do Office

A nova edição gratuita Office Starter virá pré-instalada nos micros e vai exibir anúncios.
O Office Starter vai substituir o Works, o pacote basiquinho de aplicativos que vem pré-instalado em muitos PCs. O novo pacote terá apenas versões reduzidas do Excel e do Word. A descrição publicada no blog oficial do Office 2010 dá a entender que essas versões Starter vão permitir visualizar e editar planilhas e textos simples. Mas não terão muitos dos recursos encontrados nas versões completas do Excel e do Word.

A Microsoft também anunciou duas novas maneiras de adquirir o Office, que deverão estrear com a versão 2010. A primeira é um cartão que traz um número de série para ativação do produto.

Quem comprar um micro com uma versão de demonstração do Office, com validade limitada, poderá ativar o software com esse cartão. Ao que parece, ele será vendido nas mesmas lojas que vendem os computadores.

Outra novidade é a possibilidade de comprar o Office via download, por meio de um serviço que a Microsoft chama de Click-To-Run.

Usando tecnologias de streaming de aplicativos e de virtualização, o Office Click-To-Run poderá ser usado logo após a pessoa fazer o pagamento e iniciar o download.
Ou seja, não será necessário esperar que o pacote inteiro seja baixado e nem fazer a instalação da maneira tradicional.

Para a Microsoft, essas novas opções – assim como o Office Web, a versão online dos aplicativos – têm duas finalidades. A primeira é levar mais pessoas a experimentar o Office e convencê-las a pagar pelo produto.

A segunda é oferecer uma alternativa a produtos gratuitos como o OpenOffice e o Google Docs. Até agora, a turma de Redmond tem se dado bem nessa briga. Segundo a própria Microsoft, o Office é usado por 500 milhões de pessoas.

A versão de demonstração do pacote teve 23 milhões de downloads em apenas um ano. E o Office Home and Student, a edição econômica para até três PCs, tem sido o software mais vendido no varejo americano nos últimos dois anos.

Fonte: Jornal Tech

quinta-feira, 8 de outubro de 2009

10 curiosidades sobre o Twitter

10 máximas do twitter.
Uma vez li no Twitter, achei muito interessante e verdadeiro, que por podemos escrever apenas 140 caracteres, todos tweets parecem ser ditados, máximas... Nada mais curiosos do que 10 máximas do próprio Twitter:

1. O mesmo tweet pode provocar unfollows e RTs.

2. Os mesmos utilizadores que se queixam dos outros pretenderem impor regras de conduta, proclamam as deles.

3. Os utilizadores que começaram a publicar os seus posts no Twitter, acabaram por republicar os seus tweets no blog.

4. Ainda que seja para escrever o que estás a fazer, o mais interessante é ler o que estão a fazer os outros.

5 . A quantidade de RTs que produz um tweet é inversamente proporcional ao esperado.

6. Nunca tivemos que ler tanto para escrever tão pouco.

7. É quando o Twitter está em baixo que te ocorrem as coisas mais interessantes.

8. E é mesmo quando o serviço se restabelece que não te ocorre nada para dizer.

9. Quando aprendes para que serve já não sabes como sair.

10. Se tivesse mais de 140 caracteres não seria tão bom. E se tivesse menos, também não.

Lista publicada originalmente em @jlori

quarta-feira, 7 de outubro de 2009

Vício em internet é mais grave em crianças

Obsessão doentia pela internet foi encontrada em 11% dos pesquisados.
Campos para reabilitação em internet na China e abrigos que mantém longe da conexão ultrarrápida na Coreia do Sul são formas pelas quais os pais optam para libertar seus filhos de uma condição debilitante dos últimos tempos: o vício em internet.

Agora, pesquisadores no Taiwan identificaram um grupo de condições da saúde mental que pode fazer com que uma criança tenha mais chances de ficar viciada na rede --dando a chance aos pais para que façam alguma coisa, antes que seja muito tarde.

Uma equipe liderada pelo psicólogo Chih-Hung Ko, do Hospital Médico Universitário Kaohsiung, em Taiwan, monitorou o uso de internet de 2.300 crianças de 11 anos de idade, durante um período de dois anos. A cada seis meses, as crianças preenchiam formulários detalhando o tempo que elas passaram on-line.

A obsessão doentia pela internet foi encontrada em 11% dos pesquisados, segundo reportou a equipe na revista "Archives of Pediatrics & Adolescent Medicine".

Alerta precoce

Em ambos os sexos, eles constataram depressão, transtorno de hiperatividade e deficit de atenção, fobia social ou sentimentos de hostilidade, que foram mais predominantes em crianças que desenvolveriam vício em internet do que em adolescentes.

Nas meninas, a fobia social e depressão foram significantemente mais fortes. "Isso significa que diferenças de sexo devem ser levadas em consideração, no que se refere à elaboração de estratégias de prevenção e intervenção para a dependência de internet", afirma Ko.

No entanto, os autores reconhecem que há discordância quanto à prevalência de dependência em internet, citando estudos contraditórios que sugerem um universo entre 1,4% e 18% --apenas relativo à população adolescente.

Os editores da revista afirmam que vale a pena ficar atento. "A intenção em levantar esta preocupação não é ser alarmista, mas sim indicar aos pediatras para aquilo que deve vir a ser um grande problema de saúde pública."

Fonte: Folha Online - Informática

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