domingo, 18 de outubro de 2009

Compartilhador de links Link Ninja

Compartilhador de links Link Ninja
Há algum tempo visito com frequência vários sites de compartilhamento de links, tais como LinkLog, Colmeia, Ocioso, para conhecer o conteúdo que está sendo divulgado lá e tentar uma divulgação do O Blog do seu PC, mandando algumas postagens, tentando a sorte de serem aprovadas.

Mas quando eu conheci um outro compartilhador de links, que realmente, mudou a forma com que eu compartilho o meu conteúdo. E esse compartilhador de links, que considero um dos melhores é o Link Ninja!

Primeiramente, o Link Ninja não compartilha links na forma de aprovação prévia. Você cria seu próprio perfil lá, e todo conteúdo que você manda é publicado, e dependendo da relevância do conteúdo, ele pode aparecer em destaque na página inicial, ou na forma de links na barra lateral.

Barra Lateral do Link Ninja

Você também pode ter seu perfil indicado, também na barra lateral, fazendo com que mais pessoas te acompanhem por lá e seu conteúdo seja mais divulgado pela internet.

Você pode achar conteúdo através de categorias, tags, ter seu próprio perfil com sua foto lá para acompanhar e ser acompanhado, divulgar seu blog, ter uma lista de links favoritos, integração de envio de links para o Twitter, contador de quantas pessoas acessaram seu link, ter uma caixa de mensagens particular e muitas outras qualidades que o site possui, além de ser totalmente gratuito!

Categorias

Mas se você pensa que o site é lotado de links repetidos, por todo mundo poder enviar a mesma coisa, aí que você fica enganado. O site reconhece quando alguém tenta enviar algum link repetido, e te redireciona para o link já existente, evitando assim conteúdo duplicado, e dando mais espaço a conteúdos originais e inéditos.

O que está esperando para criar seu cadastro lá no Link Ninja? É um site totalmente brasileiro, ou seja, tudo adaptado para nós, do nosso gosto.

Fonte: Internessante

sábado, 17 de outubro de 2009

Como surgiu a expressão bug

É comum usarmos no nosso dia-a-dia as seguintes expressões: "meu computador tá com bug"; "esse site é cheio de bugs"; "só pode ser bug no programa"... Usamos tanto a palavra bug que parece ser normal, mas não é, primeiro por ser uma palavra da língua inglesa, e outra por não ter sentido nenhum com o significado que queremos dar quando falamos de bugs. Usamos a palavra bug para denominar um erro, uma falha, no computador, em algum site ou software, certo?

Pois então, traduzindo a palavra bug do inglês para o português, vemos que o sentido é totalmente outro, significa inseto.

Mas então por que usamos a palavra bug para denominar algum erro?

É aí que começa a postagem, vou explicar para você qual foi a origem deste termo e você irá se surpreender em saber quando esse termo foi usado pela primeira vez.

Algumas pessoas dizem que o termo foi usado pela primeira vez por Thomas Edison em 1878, quando um inseto causou um erro em uma de suas invenções chamada fonógrafo.

Mas foi Grace Hopper que usou o termo bug pela primeira vez semelhante à forma que usamos hoje, em computadores. Tudo foi em 1945, quando um dos primeiros e gigantes computadores Mark II teve um mau funcionamento, e após muitas pesquisas foi detectado que um inseto havia pousado em alguns contatos do computador, causando o mau funcionamento. Abaixo você verá uma foto que mostra a utilização do termo quando deu o erro no Mark II, a utilização da palavra, e o inseto colado na folha:

o erro no Mark II
Depois desse acontecimento, começaram a usar com mais frequência o termo, inclusive no primeiro computador digital completamente eletrônico, o ENIAC, que por ser movido a válvulas, atraía muitos insetos, causando vários maus funcionamentos, denominados bugs também.

E esse termo é utilizado até hoje por nós, depois de tanto avanço na nossa tecnologia continuamos usando este termo 'primitivo' tecnologicamente falando para denominar os erros que acontecem nos nossos softwares e computadores.

Você já sabia a origem da palavra bug, ou não sabia e gostou de saber? Comente aqui e deixe sua opinião!

Fonte: Internessante

sexta-feira, 16 de outubro de 2009

Governo de SP lança banda larga popular

O mercado potencial abrange 2,5 milhões de residências.
O governo de São Paulo lançou, em parceria com a Telefônica, o Programa Banda Larga Popular, que permitirá acesso rápido à Internet por R$ 29,80 por mês, ante R$ 50 cobrados atualmente em pacotes similares.

O mercado potencial, segundo o governador José Serra, abrange 2,5 milhões de residências. Desse universo, cerca de 690 mil casas possuem computador sem Internet e o restante tem conexão discada.

"Pelo menos metade, é a nossa estimativa, vai se integrar à banda larga subsidiada", disse Serra, nesta quinta-feira, durante assinatura do decreto criando o programa, durante a feira de telecomunicações Futurecom.

Considerando 1,25 milhão de adesões ao programa, a receita anual estimada com a banda larga popular seria de quase R$ 450 milhões para os prestadores do serviço.

O governo paulista está reduzindo de 25% para zero o ICMS cobrado do serviço no âmbito do programa. Ao mesmo tempo, a Telefônica se dispôs a reduzir o preço da banda larga oferecida dentro do plano para se chegar a um desconto total de cerca de 40% no valor cobrado do usuário final.

O cliente do pacote popular terá direito a um modem, instalação e serviços de provedor de Internet com velocidade mínima de 200 Kbps e máxima de 1 Mbps.

Serra disse que outras empresas poderão se juntar ao projeto, e que por enquanto tem Telefônica como única parceira.

O anúncio ocorre em meio a estudos no governo federal para um programa nacional de universalização da banda larga. Questionado por jornalistas sobre o tema, Serra disse não ter informações disponíveis sobre o plano do governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

A arrecadação do governo de São Paulo com o ICMS cobrado do serviço de banda larga é de R$ 534 milhões. Serra vê pouco impacto na receita do Estado, já que o público-alvo do programa ainda não possui acesso rápido à Internet.

O governo descarta migração maciça de clientes de planos de banda larga mais caros para o popular, o que implicaria em queda da arrecadação.

O programa paulista foi aprovado pelo Conselho Nacional de Política Fazendária (Confaz) e Serra acredita que outros Estados poderão adotar o mesmo modelo.

O programa do governo paulista estará disponível apenas para pessoas físicas.

Fonte: Brasil Ecônomico

quinta-feira, 15 de outubro de 2009

Nova interface do Orkut

O orkut vai ganhar uma nova interface?
A guerra entre o Orkut e o Facebook está fervendo. Há suspeitas de que a rede social do Google vai estrear uma nova interface na web. O problema é que o layout está completamente diferente do atual – e incorpora um bando de ideias copiadas dos rivais Facebook e Twitter (repare bem na imagem que ilustra o post).

Na interface modificada, uma caixa colorida ocupa o topo da página, com um espaço para que usuários postem atualizações pessoais.

O campo “Conte algo para os seus amigos!” é uma cópia descarada do “No que você está pensado agora?”, do Facebook”, que, por sua vez, copiou deslavadamente o “What are you doing?” do Twitter.

Logo abaixo, a área “Atualizações dos meus amigos” foi substituída por “Atualizações de (nome do perfil)”. Ao que parece, haverá mais destaque para a interação entre os membros da rede social. Intervenções poderão ser comentadas, como já ocorre no Facebook.

Não está claro se as atualizações dos amigos surgirão na mesma área ou se vão aparecer em um streaming separado.

Outra alteração ocorreu no campo de buscas, que passa a vir ao lado de dois botões: um para pesquisas no Orkut e outro para consultas à web, pelo Google.

No topo superior direito da página, há também um link para a versão antiga do Orkut – mais uma pista de que a mudança deverá ocorrer mesmo. A última grande alteração no Orkut ocorreu em meados de 2007.

Será que os integrantes do Orkut vão gostar disso tudo? A breve história das redes sociais mostra que, sem consulta pública, alterações desse tipo podem gerar alguns milhões de descontentes. Se quem não estiver satisfeito for para outra rede social, o tiro sairá pela culatra.

Fonte: INFO Online

quarta-feira, 14 de outubro de 2009

Rede social é boa ou ruim para as empresas?

Redes Sociais
Nova mídia traz riscos e oportunidades. O segredo do sucesso está na uso inteligente de sites como Twitter, Facebook e Orkut. As mídias sociais parecem café. É muito fácil achar estudos que mostram que elas fazem mal, assim como pesquisas que enfatizam que elas fazem bem para empresas. Antagônico? Não. Da mesma maneira que ocorre com a bebida, as redes sociais são estimulantes poderosos, só que contém propriedades que viciam, se consumidas sem controle.

Um caso exemplar de falta de jeito com redes sociais nos negócios ocorreu no ramo da construção, uma construtora A anunciou o lançamento de um grande empreendimento para o dia seguinte pelo Twitter. Era uma informação estratégica que normalmente não seria divulgada. De posse do dado, em 24 horas, a construtora concorrente armou uma verdadeira operação de guerrilha.

No dia do lançamento da construtora A, a concorrente encheu as ruas da região com promotores, distribuiu folhetos em cruzamentos, anunciou na mídia e deu um bônus de incentivo para corretores que levassem clientes para o seu novo condomínio. A ação ofuscou os planos de sucesso da construtora A.

Não é por acaso que muitos acham que as redes sociais trazem riscos para as empresas. Somente 10% de 1,4 mil CIOs de empresas com cem ou mais funcionários permitem amplo acesso da empresa às redes sociais, 54% bloqueiam totalmente o acesso a sites como Facebook, Youtube e Twitter. Vários estudos anteriores mostram resultado semelhante. O medo maior é queda na produtividade e vazamento de informação estratégica.

É uma declaração polêmica para uma das empresas que mais exemplificam o bom uso da web 2.0 nas estratégias de negócio. Uma construtora está em vários sites deste tipo e consegue tirar resultados em todos. Recentemente, vendeu até um apartamento pelo Twitter. A maior preocupação deve ser com as pessoas e a estratégia do uso. Não são todos os funcionários que podem tirar proveito das redes sociais e trazer resultados para o negócio.

É exatamente esse potencial para o risco e para as oportunidades que gera tanto estudo com resultados diferentes. Há uma pesquisa que aponta que 94% das empresas manterão ou iniciarão estratégias em redes sociais em 2009. Somente 4% não querem nem entrar nesse mundo.

Em algumas empresas, o uso de sites sociais é restrito a alguns departamentos, como a informática, o atendimento e o pessoal que faz relação com investidores, há um gerente de mídias sociais que passa o dia inteiro monitorando sites como o Orkut e o Twitter.

As pessoas podem passar 50 minutos conversando bobagem na internet, isso é ruim para o negócio. Da mesma forma podem gastar duas horas discutindo em fóruns e blogs internos, e isto é bom. Saber lidar com redes sociais não é ser impetuoso ao ponto de desembestar-se a conversar com todos sobre tudo o tempo todo. É realmente como o café, entre um aviso de uma possível gastrite e um conselho para estimular as atividades, consuma com moderação.

Você tem Twitter? Então, siga http://twitter.com/updatefreud e fique por dentro das principais notícias de TI.

Fonte: IT Web

terça-feira, 13 de outubro de 2009

O futuro do Mouse

Praticamente igual desde sua criação, dispositivo tem tecnologias concorrentes e é apontado como causa de doenças ocupacionais.
O mouse, quem diria, chegou à meia idade. E, contrariando a evolução acelerada da tecnologia, ele sofreu poucas alterações desde que chegou ao mercado. É claro que novas tendências de interface com o PC nasceram e se desenvolveram, mas nada que abale ou questione o lugar do ratinho nas mesas dos usuários de todo o mundo.

Mas como tudo começou? Foi em 1968, quando o engenheiro Douglas Carl Engelbart fez a primeira demonstração pública do que na época era chamado de “X-Y Position Indicator for a Display System”. Ao contrário do que se possa imaginar, o inventor do mouse não ficou milionário com sua produção.

Engelbart patenteou o invento em 1970, mas cedeu-o ao Instituto de Pesquisa da Universidade de Stanford, que depois vendeu para a Apple. Foi a Apple a responsável por um dos primeiros PCs que saíam direto da fábrica já com o novo acessório. Era o Apple Lisa de 1983. Um ano depois, pegando carona na idéia, era lançado o Macintosh 128. O resto está (ou estará, logo, logo) nos livros de História.

Contra o mouse pesa ainda a acusação de ser um dos grandes vilões das doenças ocupacionais, um em cada usuários que passam mais de duas horas ao dia em contato com mouse desenvolvem lesões musculares.

Agora, as tendências de substituição são fantásticas. Vão desde mouse joystick, para os amantes de games, passando por superfícies sensíveis ao toque e chegando às tecnologias MultiTouch, entre elas a do iPhone, em que o usuário controla a tela com comandos duplos ou a do Microsoft Surface, espécie de “computador-mesa” em que é possível usar vários pontos de contato.

Existem também as adaptações específicas para jogos, como o WiiMote, uma espécie de controle remoto que reproduz na tela a movimentação do controle em três dimensões. A tendência da indústria é buscar o movimento mais natural possível com o máximo de fidelidade ao movimento.

A verdade é que a tecnologia caminha sempre em busca da praticidade. O que é anti-prático acaba morrendo na praia como, por exemplo, o trackball, hoje quase totalmente substituído por touchpads.

Porém essas tendências só se parecem com mouse em sua essência: ser um apontador. Para a tela sensível, por exemplo, existe toda uma outra forma de entender a interface entre o usuário e o PC, já que ela precisa reconhecer mais de um apontador simultaneamente.

Isso decreta a morte do mouse? Os usuários sempre irão precisar de uma forma de comunicação com o PC. Se formos chamar de mouse o componente físico, então sim, um dia ele será totalmente substituído. Agora se chamarmos o mouse de apontador, ele nunca morrerá. Sempre vamos precisar de um apontador para realizar nossas tarefas.

Por outro lado, o preço baixo dos componentes dos mouses atuais e as melhorias no reconhecimento do movimento garantem ao mouse uma sobrevida e algum fôlego para permanecer em nossos computadores por mais alguns anos.

Fonte: Tecnolgia - Gazeta do Povo

segunda-feira, 12 de outubro de 2009

Apple e HP se destacam em ranking "verde" do Greenpeace

Greener Electronics Guide, do Greenpeace, que analisa produtos do ponto de vista ambiental; Apple e HP se destacam no ranking verde.
A Apple e a HP foram os destaques na 13ª edição do Greener Electronics Guide (guia de eletrônicos mais verdes), lista da organização ambientalista Greenpeace que analisa a qualidade dos produtos do ponto de vista ambiental.

Com 4,9 de 10 pontos possíveis, a Apple passou da 11ª para a 9ª posição, sendo apontada como a fabricante que mais avançou na remoção de substâncias tóxicas em seus produtos. Mas, segundo o Greenpeace, a empresa de Steve Jobs ainda pode melhorar nas questões de energia e lixo eletrônico.

Apesar de permanecer no 14º lugar, com 4,5 pontos, a HP também recebeu destaque por ter lançado seu primeiro produto livre das substâncias tóxicas BFR (retardadores de chama bromados) e PVC (plástico polivinílico).

O Greenpeace havia feito protestos na frente de escritórios da HP por conta da demora da empresa para eliminar essas substâncias.

O primeiro lugar da lista, atualizada trimestralmente, continua com a Nokia, que se destaca em redução de uso de substâncias tóxicas, energia e reciclagem. A empresa finlandesa atingiu 7,5 pontos.

Com 6,9 pontos, a Samsung ficou em segundo lugar.

A Nintendo melhorou sua pontuação para 1,4, mas segue na última posição, segundo a organização ambientalista, a emissão de gases - estufa da fabricante de videogames continua a crescer.

Lenovo, com 2,5 pontos, e Fujitsu, com 2,7, ficaram em penúltimo e antepenúltimo lugares, respectivamente.

Fonte: Folha Online - Informática

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