quarta-feira, 28 de outubro de 2009

Como usar a memória virtual

Gerencie a Memória Virtual.
A memória virtual é criada e gerenciada pelo seu sistema operacional — todos os principais sistemas existentes no mercado fazem uso dela. O Windows, por exemplo, cria o chamado arquivo de paginação na raiz da unidade C:\ chamado pagefile.sys, enquanto o Linux reserva uma partição (unidade lógica) especialmente para a memória virtual.

Essa alternativa serve como uma extensão da memória RAM. Ela é utilizada quando todo o espaço da RAM é usado pelo sistema operacional, evitando assim que o computador trave. Mas lembre-se: quanto maior a memória virtual, menos espaço você terá no seu disco rígido (HD). Se ele for pequeno e você tiver muitos arquivos, pode até ficar com o HD lotado. Quanto mais dados estiverem na memória virtual e quanto mais o processador acessá-lo, mais lento seu PC vai ficar.

Aumente sua Memória Virtual

Na figura acima, está ilustrada em uma ordem gradual a velocidade de acesso aos tipos de memória do seu PC. Note que a memória virtual é a mais lenta. Quando o processador precisa ler ou gravar uma informação na memória virtual, leva muito mais tempo para acessá-la do que para acessar qualquer outra alternativa.

Manipulação
O tamanho da memória pode ser gerenciado pelo sistema operacional. Essa opção de gerenciamento atende à grande maioria das pessoas que não faz um uso mais radical do computador. Porém, para quem usa programas mais pesados e tem o hábito (ruim) de manter um monte de programas abertos ao mesmo tempo, é interessante saber como manipular a memória virtual:

Manipule sua mem´ria Virtual 1 - Clique em Iniciar (start) e em Configurações (settings).

2 - Clique em Painel de Controle (Control Panel).

3 - Clique em Sistema (System).

4 - Selecione a aba Avançado (Advanced) e pressione o botão Configurações (Settings) no item Desempenho (Performance).

5 - Selecione a aba Avançado (Advanced).

6 - No item Memória Virtual (Virtual Memory), clique em Alterar (Change).

OBS: Se você alocar pouco espaço, receberá mensagens de erro como “Memória Virtual Baixa”. O tamanho máximo que eu recomendo é duas vezes sua quantidade de memória RAM (se você tem 512 MB de memória RAM, coloque a memória virtual com 1.024 MB, por exemplo). Sobre definir o limite máximo igual ao mínimo. Existe uma vantagem em fazer isso, pois no caso do Windows o arquivo de paginação é criado no tamanho mínimo e, caso você precise de mais, o sistema operacional aumenta o arquivo até o limite máximo. Durante esse processo, o desempenho do computador é comprometido, assim como acontece quando o arquivo é reduzido.

7 - Clique em Ok, em Ok novamente e Ok mais uma vez.

Divida o trabalho
Um outro fator que influencia o desempenho da memória virtual é o local do arquivo de paginação (aquele criado pelo Windows). Se o seu sistema possui vários discos rígidos físicos, você pode dividir o trabalho entre eles fazendo paginações menores em cada disco.

Essa simples modificação acelerará significativamente qualquer sistema que faz um uso demasiado da memória virtual. Na imagem ao lado, você pode ver a parte de Unidades — no caso da imagem, o arquivo de memória virtual está apenas na unidade C:, mas clicando na outra unidade é possível ativar um outro arquivo de memória virtual.

Se o computador estiver muito lento e usando a memória virtual com muita freqüência, chegou a hora de investir em mais memória. O acréscimo de mais RAM impacta muito no funcionamento do PC, deixando-o sensivelmente mais rápido. Se você quiser ver o consumo de memória do seu computador, deve abrir o gerenciador de tarefas pressionando as teclas CTRL+SHIFT+ESC, e clicar na aba “Desempenho”.

Fonte: G1 - Tecnologia

segunda-feira, 26 de outubro de 2009

E se os 7 Windows fossem carros?

Tags: Bill Gates, Microsoft,  software, carros, se fosse.
Partindo da frase supostamente proferida por Bill Gates "Se a GM tivesse evoluído tecnologicamente tanto quanto a indústria de computadores, nossos carros atuais custariam 25 dólares e fariam 420km com 1 litro de combustível", como seria o cenário se a lógica fosse invertida? Para a decepção do Bill, algumas das versões do Windows são equiparáveis aos piores carros de todos os tempos.

1- Windows 3 - Ford Modelo T
No princípio já haviam as janelas criadas pela Apple, só que não eram populares. Então Bill Gates apareceu com a sua própria versão de janelas, cheias de bugs e ainda baseadas no antigo DOS. Só que estas se tornaram populares, igual ao primeiro carro produzido em série, o Ford Modelo T, que se não era uma “Brastemp” dos carros, promoveu a inclusão automobilística em massa. Foi o primeiro grande Hit que a Microsoft emplacou no mundo das janelas.





2- Windows 95 - Renault Dauphine
Este Windows passou a carregar sem a ajuda do DOS, mas ainda era muito tosco, desajeitado e cheio de Bugs, igualzinho ao famoso Gordini que rodou no Brasil lá pelos anos 60.





3- Windows 98 – Fusca
Ele foi uma das três grandes febres produzidas pela Microsoft. Até hoje quem tem hardwares antigos o usa e está satisfeitíssimo com o seu funcionamento redondo, principalmente quando a Microsoft lançou a versão SE (Second Edition) que corrigiu vários bugs e ampliou a conectividade. Ele foi o legítimo Fusca dos Sistemas Operacionais.





4- Windows ME (Millennium Edition) - Ford Pinto
O pior Windows de todos os tempos ficou famoso não só pelos seus Bugs intermináveis, mas também pela sua estranha capacidade de “comer” discos rígidos. Devido à um péssimo gerenciamento de memória virtual, o Millennium fazia tantos acessos ao HD, que acabava com a sua vida útil.
O carro mais equiparável a este aborto tecnológico foi o Ford Pinto, que depois de receber um impacto traseiro, matava todos os passageiros que não saíssem do carro em 10 segundos, devido a explosão do tanque de combustível.
Ironicamente, só o Pinto da foto não matou seus criadores na explosão do tanque e sim depois da ruptura de uma das asas da traquitana construída à guisa de “carro voador”.





5- Windows XP - De Lorean DMC-12
Para fazer jus aos novos tempos dos processadores recém lançados pela Intel, a Microsoft lançou o seu terceiro grande Hit. Com seu jeitão futurista voltada para a Internet e a novidade de um browser embutido, o famigerado Internet Explorer 6, o XP tem alguma semelhança com o famoso esportivo irlandês usado no filme “De Volta para o Futuro”. Ele é uma verdadeira máquina do tempo usada até hoje por usuários comuns e empresas, que nunca tiveram coragem de entrar na fria da maldição do Windows Vista.





6- Windows Vista – Eliica
O Vista, querendo fazer frente aos novos processadores multi-core, avançou demais nas inovações e o resultado foi catastrófico: se tornou o Sistema Operacional mais incompatível de todos os tempos.
Pior ainda, as pessoas que não tinham mainframes nas suas casas, viram a velocidade dos seus computadores se degradar completamente, o que as obrigou a fazer um “Back to the Past” rapidinho, voltaram ao velho e amado XP e continuam lá até hoje.
As trambolhosas inovações tecnológicas introduzidas no Vista, que lhe valeram o título de um dois dois piores sistemas operacionais do mundo, fazem-lhe jus a comparação com o carro elétrico Ellica, um monstro de 8 rodas totalmente transviado do estado da arte da tecnologia automobilística.
Por que o carro elétrico é um eterno “veículo do futuro”?





7- Windows 7 – GM Volt
Nem três anos depois do lançamento desastroso do Vista, a Microsoft reconhece a pisada na bola e joga no mercado um “mea culpa” chamado singelamente de “7”. Trata-se de uma promessa para reconquistar os usuários recalcitrantes e trair definitivamente aqueles que mal compraram o Vista e jamais terão direito ao Upgrade a preços convidativos.
O carro mais comparável a essa fase humilde da Microsoft, e da promessa de dias melhores num futuro próximo, é o Volt da General Motors. Ele, assim como o restante dos carros puramente elétricos, continuam sendo os “modelos a serem lançados no próximo ano”.
Ao contrário da GM, que pode empurrar com a barriga a sua bucha elétrica, a Microsoft não tem gorduras para amargar o 3º aborto da sua carreira, o que selaria definitivamente o destino das janelinhas coloridas de Richmond.



Fonte: Blogpaedia

domingo, 25 de outubro de 2009

A vida está na versão beta

O que a Google faria livro do blogueiro Americano Jeff Jarvis
O que a Google faria?, do blogueiro americano Jeff Jarvis, saiu em janeiro nos Estados Unidos, e há pouco aqui no Brasil, é um livro excelente, excelente mesmo e não é sobre a Google. Jarvis é um superblogueiro americano. O que ele fez? Pegou a Google e analisou o que eles fazem, como eles agem, o que a levou a se posicionar como a grande empresa desta década digital. Mas o livro, no fundo, é sobre como mudar a cabeça das pessoas, e como quem não muda morre.

O que ele propõe é, para cada dúvida, perguntar: “Afinal, o que a Google faria neste caso?” Então é muito mais um retrato de uma sociedade extremamente colaborativa, pulverizada, com poder descentralizado, anti-dogmas e de mudanças rápidas.

Jarvis é messiânico (adoro isso, adoro mesmo; ele crê, eu creio). E se derrete pelo Google (mas o livro não é uma peça de marketing, não acho; é mais fruto de uma paixão por quem arrisca e muda e não segue o que se achar normal de fazer e faz diferente; ele chama de disruptores).

Mas não elogia apenas: algumas vezes (talvez poucas para o meu gosto) ele mostra quando o Google não fez aquilo que ela diz que faz. Por exemplo, quando entregou dados sobre usuários para governos.

A leitura é fácil, o texto dele é maravilhoso, é como quem conversa numa mesa (blogs têm esse tom de conversa).

“Os clientes estão no comando”.

“As pessoas podem se encontrar em qualquer lugar e se unir a favor de você – ou contra”.

“O mercado de massas está morto, substituído pela massa de nichos”.

“Mercados são conversas, isso significa que, hoje, a principal habilidade de uma organização não é mais vender, e sim conversar”.

“O controle de produtos ou da distribuição não mais garantirá um produto de alta qualidade e lucro”.

“Permitir que os clientes colaborem com você – na criação, distribuição, marketing e apoio a produtos – é o que gera um produto de alta qualidade no mercado de hoje”.

“Ser proprietário de canais, pessoas, produtos ou até mesmo de propriedade intelectual não é mais a chave para o sucesso, e sim a transparência”.

“Yahoo e aol, ambos ex-reis do pedaço online, já são passado. As duas empresas funcionam de acordo com as regras antigas. elas controlam o conteúdo e a distribuição e pensam que podem ser donas dos cliente, dos relacionamentos e da atenção. Elas criam locais de destino e têm a presunção de achar que os clientes devem ir até elas. Gastam enorme parcela da receita em marketing para fazer essas pessoas chegarem até lá e trabalham ardualmente para mantê-las. Yahoo é a última empresa da velha mídia”.

“A Google não se vê como um produto, mas sim como um serviço, uma plataforma, um meio de capacitar pessoas”.

“As empresas devem aprender que terão mais sucesso se cederem o controle para os clientes. dê-nos o controle, nós o usaremos e você vencerá”.

“Seu pior cliente é seu melhor amigo”. (é título de um capítulo que mostra como é importante ouvirmos quem nos critica)

“Faça o que você faz melhor e coloque link para o restante” (outro título de capítulo)

“Os jornais não deviam dedicar recursos às notícias pasteurizadas que já conhecemos”.

“Se um jornal pretende se destacar precisa criar histórias com valor sem igual”.

“Todas elas querem controlar a internet porque é assim que elas veem o mundo. Ouça a retórica do valor corporativo: as empresas possuem clientes, controlam a distribuição, fazem acordos exclusivos, afastam os concorrentes, mantêm segredos comerciais. A internet explode todos esses pontos de controle. Ela abomina a centralização. ela ama o nível do mar e elimina as barreiras à entrada. Despreza os segredos e recompensa a transparência. Favorece a colaboração em vez da propriedade. Os ex-poderosos se aproximam da internet com medo quando percebem que não podem controlá-la”.

“Há outra grande vantagem na abordagem de rede da glam; o custo. não é necessário contratar um staff caro para criar sua riqueza de conteúdo nem há necessidade de pagar para licenciar esse conteúdo”.

“Empresa de web explosivas… Não cobram dos usuários o máximo que o mercado suporta. Elas cobram o mínimo possível. È assim que elas maximizam o crescimento e o valor para todos que estão na rede”.

“Extraia o valor mínimo das redes de forma que elas alcancem o tamanho e o valor máximos”.

“A maioria das empresas pensa de modo centralizado e tem feito isso desde o declínio do catálogo da Sears e do Crepúsculo do mercado de massa. As empresas fazem com que nós, os clientes, vamos a elas. Gastam uma fortuna em marketing para nos atrair. A expectativa é a de que o público responda à sirene da chamada da propaganda e corra para suas lojas, concessionárias, bancas de jornais ou, atualmente, sites. Elas até pensam que queremos ir até elas, que somos atraídos por elas como mariposas em volta das marcas”.

“O Yahoo e vários sites na internet pensam em si mesmos como um fim. O Google vê a si mesmo como um meio”.

“‘Não podemos esperar que os consumidores venham até nós. É arrogante uma empresa de mídia presumir isso’.

“A vida é pública, os negócios também”.

“Você deve se perguntar: sou uma empresa de conhecimento? Uma empresa de dados? Uma empresa de comunidades? Uma plataforma? Uma rede? Onde está o seu valor e onde está a sua renda? Lembre-se que eles podem não estar no mesmo lugar; o dinheiro pode vir de uma porta lateral’.

“E hora de sua crise de identidade”.

“A Google tem fé nos dados porque tem fé em nós”. (nós, os clientes)

“A primeira resposta é ouvir antes de falar”.

“Correções não diminuem a credibilidade. correções aumentam a credibilidade”.

“A disposição em estar errado é fundamental para a inovação”.

“A vida está na versão beta”.

“Certamente existem erros aqui, então, por favor, nos ajudem a encontrá-los e consertá-los para melhorar o produto. Diga-nos o que você quer que ele seja”.

“A Google não tem medo de cometer erros que custem dinheiro”.

“…quero administrar uma empresa em que nos movimentamos rápido demais e fazemos muito, e não uma empresa em que tomamos cuidados demais e fazemos pouco”.

Fonte: Blog de O Liveiro

sábado, 24 de outubro de 2009

Cursos pela internet

Faça curso online.
Os cursos pela internet estão se tornando cada vez mais populares na rede. Eles são uma boa opção para quem deseja fazer um curso a distância e não pode viajar ou para quem tem pouco tempo livre. Eles podem formar ou reciclar profissionais que precisam de atualização. Em alguns casos o aluno só precisa estar presente na sala de aula para fazer os exames, mas certos cursos realizam até as avaliações pela web. A principal vantagem nos cursos pela internet, é o aluno poder criar um ritmo próprio de estudo. Confira alguns sites que fazem uso do e-learning:

Campus Virtual da REDCAPACampus Virtual da REDCAPA
Neste curso as aulas acontecem através da internet ou em encontros. Estes cursos são de responsabilidade acadêmica das próprias instituições (como a Universidade Nacional de Costa Rica, a Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro, dentre outras) e são elas que certificam os cursos oficialmente. A maioria dos cursos são de capacitação e reciclagem profissional e alguns são mais acadêmicos. A duração vária de meses ou mesmo anos.
Todo o material de estudo (obrigatório e facultativo) e a comunicação entre professores e estudantes e entre os participantes entre si, se desenvolve no Campus Virtual. Para o exame final, o aluno deve se apresentar em uma das mais de cem cidades da América Latina onde o curso oferece esses exames. A REDCAPA afirma que o interessado irá se conectar poucas horas por semana, sendo que o aluno poderá trabalhar a maior parte do tempo off-line. Mais informações no site: www.redcapa.org.br.


EDUCLADEDUCLAD
Centro de Promoção de Educação a Distância é vinculado à Uniclar - União das Faculdades Claretianas II (Rio Claro - SP) e tem como objetivo a promoção e o desenvolvimento da área educacional, a produção e difusão de cursos de extensão a distância, o aperfeiçoamento e a especialização. Além disso, o Centro realiza convênios e parcerias para a organização e a comercialização desses cursos.
A EDUCLAD oferece o recurso tecnológico pela internet à disposição dos interessados em seus cursos e programas para um aprendizado competente, eficaz e rápido. É um método direcionado principalmente para as necessidades mais urgentes. Confira como funciona o curso no site: www.educlad.com.br.


SenacSenac
O Senac de São Paulo oferece pós-graduação em e-business a distância. O curso é indicado para profissionais interessados em ingressar na área de tecnologia da informação e para os que já atuam na área e buscam aperfeiçoamento. Todo o curso é realizado on-line, proporcionando flexibilidade no horário e no local de estudo.
A pós-graduação tem duração de 22 meses e o programa reúne conceitos de e-business com foco no cliente e o domínio de ferramentas tecnológicas. Segundo o Senac, após a conclusão do curso, o profissional fica apto a atuar nas áreas de e-business, e-retailing, e-learning, e-government, entre outras. Conheça mais sobre a pós-graduação on-line do Senac de São Paulo no site: www.sp.senac.br.


Instituto MonitorInstituto Monitor
O Instituto Monitor é uma escola pioneira no ensino a distância no Brasil. Foi fundada em outubro de 1939 por Nicolás Goldberger, numa época em que Educação a Distância no Brasil era novidade, mas não na Europa e nos Estados Unidos. Ao longo desses anos todos, o Instituto Monitor passou por muitas mudanças para se adequar aos novos tempos e atualmente oferece seus cursos também via internet.
O Instituto Monitor oferece cursos Supletivos e Técnicos de Habilitação Profissional a distância, cursos Profissionalizantes Livres, a Escola da Mulher, além de cursos de Administração & Negócios. Conheça tudo sobre o Instituto Monitor no site: www.institutomonitor.com.br.

Fonte: ACESSA.com>

quinta-feira, 22 de outubro de 2009

Windows 7 promete obedecer ao usuário

Tags: Área de trabalho, Windows 7.
Um sistema operacional que funciona do jeito que o usuário quer. Essa é a promessa do Windows 7, plataforma que a Microsoft coloca no mercado brasileiro no dia 22 de outubro. O desafio será grande. Afinal, o antecessor, o Windows Vista, decepcionou muitos, graças a um conjunto de erros que incluem incompatibilidade com periféricos e programas e lentidão no processamento de tarefas básicas.

Assista também ao vídeo a seguir, que mostra as novidades do novo sistema, como a área de trabalho personalizável, a barra de tarefas com ícones e também as mudanças no Movie Maker, editor de vídeos do Windows.



Batalha de mercado - Com o Windows 7, a Microsoft pretende manter a liderança no segmento. No Brasil, 83% dos usuários domésticos usavam alguma versão do sistema, de acordo com levantamento do Comitê Gestor da Internet realizado em 2008. Entre as empresas, a plataforma também lidera: o índice de adesão chega a 97% no país.

A chegada do Windows 7

 
Lançamento Mundial22 de outubro de 2009
Preço oficial no BrasilWindows 7 Home Basic: 329 reais
Windows 7 Home Premium: 399 reais
Windows 7 Professional: 629 reais
Windows 7 Ultimate: 669 reais
Compatibilidade com periféricos e programas pré-existentes40%
Meu computador está preparado para receber o Windows 7?O programa Windows 7 Upgrade Advisor Beta
testa sua máquina e responde a questão. O software está disponível no
site da Microsoft
Migração do Vista para o Windows 7Apenas quem adquiriu ou vier a adquirir computador com o Vista Home Premium entre 26/6/2009 a 31/1/2010 pode receber o Windows 7 sem custo, desde que haja acordo entre a Microsoft e o fabricante da máquina. Os demais consumidores terão de pagar pelo produto
Fonte: Microsoft do Brasil


Configurações - O argumento da Microsoft para explicar o insucesso do Vista não está de todo errado. Para rodar de forma satisfatória, o sistema exigia um processador que trabalhasse à velocidade 1 GHz e mais 1 GB de memória RAM. Não era uma configuração muito popular no início de 2007 - e nem era barata.

O Windows 7 pode vencer esse obstáculo porque exige exatamente os mesmos recursos da máquina do usuário. Mas agora os computadores, na média, já estão mais robustos. Segundo estudo da Microsoft, 86% das máquinas do mercado suportam o Windows 7.

Novidades - O novo sistema operacional da Microsoft terá, pela primeira vez, um suporte à tecnologia touchscreen - a mesma utilizada pelo iPhone. Isso possibilita o controle dos computadores a partir do toque na tela, sendo necessário para isso um equipamento compatível.

O Windows 7 traz também novos recursos de customização, com o objetivo de simplificar tarefas cotidianas de usuários domésticos. Há mais recursos para alternar janelas na área de trabalho, fixando documentos, pastas e programas na barra de tarefas.

Uma das promessas mais enaltecidas pelo fabricante é a compatibilidade com programas antigos e periféricos, uma das maiores críticas de usuários do Vista. "O Windows 7 tem 98% de compatibilidade com aplicativos que o usuário costumava usar em outras versões", garante Wagner. "Caso não consiga instalar corretamente o que deseja, o Windows Update trará automaticamente ao consumidor a possibilidade de instalar drivers."

Fonte: VEJA.com

quarta-feira, 21 de outubro de 2009

Qual o é melhor: Google Docs, Microsoft Office ou Open Office?

Google Docs, Microsoft Office e Open Office.
Todo mundo já usou, mesmo que por uma vez na vida, algum aplicativo da plataforma Microsoft Office. Até os mais fanáticos fãs do Linux, nem que seja na casa da namorada ou do amigo, já usaram estas ferramentas. Mas o que muita gente ainda não sabe é a existência de opções gratuitas disponíveis na web, e que executam muito bem todas as funções que este pacote oferece. O Google disponibiliza o Google Docs, sistema 100% online. Já a comunidade open source desenvolveu o Open Office, que no Brasil, ganhou a versão BROffice. Ele também pode ser baixado facilmente na rede e de graça.

Apesar de serem ferramentas gratuitas, um estudo recente aponta que só 5% dos entrevistados conhecem ou usam a plataforma Open Office. No caso do Google Docs, a estatística foi ainda mais surpreendente: só 1 em cada 100 responderam ter qualquer relação com a ferramenta.

Mas por que o pacote da Microsoft está tão à frente dos outros? Será porque é realmente melhor, ou será porque tem mais publicidade?

Para tentar responder a esta pergunta, colocamos os 3, lado a lado. É inevitável dizer que o pacote da Microsoft continua sendo o mais completo entre todas as opções apresentadas.

Mas, o preço sempre tem um peso importante, tanto o BROffice quanto o Google Docs aparecem como ótimos substitutos caso você não tenha dinheiro ou não esteja afim de bancar a licença original do Microsoft Office. O BROffice é um conjunto de programas que está disponível tanto para Linux, Windows ou Mac.

Além disso, ele é 100% compatível com os documentos criados no pacote Office. E mesmo que o arquivo tenha muitas formatações de parágrafo, as novas versões conseguem abri-lo sem quebras ou textos truncados. Pelo menos em nossos testes, tudo permaneceu em seu devido lugar.

Outro detalhe interessante do BR Office é que, pelo fato de ser um pacote open source, atualizações aparecem frequentemente. Sempre há algo de novo para ser adicionado ao serviço.

O Google oferece editor de texto, editor de planilhas e de apresentação de slides, e tudo funciona online. Uma das grandes sacadas do Google é que diferentes usuários podem editar o mesmo arquivo, ao mesmo tempo, estando em diferentes lugares do mundo.

A interface é bem amigável e simples, e você nem precisa gravar o arquivo em seu HD. Tudo pode ser salvo online, na chamada “nuvem”. A partir daí, você pode ter acesso aos dados de qualquer lugar do mundo sem precisar carregar pen drives ou HDs externos.

Isso é ótimo para estudantes que precisam desenvolver trabalhos em grupo, ou para quem viaja bastante e precisa ter acesso aos seus arquivos, esteja ele onde estiver. Mas como nem tudo é perfeito, o Google Docs apresenta deficiências.

Uma delas é óbvia: você precisa, obrigatoriamente, estar conectado à internet. A outra, um pouco mais complicada, é que os arquivos têm limites de tamanho. Uma tabela muito extensa ou um texto com centenas de páginas podem se tornar inviáveis na plataforma.

No final das contas, uma das maiores vantagens da Microsoft é o fato das pessoas estarem acostumadas ao produto dela. Todo mundo sabe onde encontrar as diversas ferramentas no Word tradicional, enquanto no BROffice e no Google Docs a disposição dos botões é um pouco diferente, às vezes até mais simples que o próprio pacote Office.

Pode parecer besteira, mas muita gente desiste de testar as outras plataformas pela preguiça de encontrar estes novos caminhos: de fato, o pacote Office da Microsoft tem muitas qualidades, e é o mais completo dos 3. Mas, não custa experimentar essas alternativas, até porque elas são gratuitas. E elas estão evoluindo rapidamente.

Fonte: Olhar Digital

terça-feira, 20 de outubro de 2009

Antivírus gratuito - Análise Avira AntiVir

Avira AntiVir
Apesar de não parecer, a nova versão do Avira Antivírus sofreu sim grandes modificações. A interface foi modificada muito pouco (praticamente só a imagem do topo do aplicativo). Antes só era possível detectar e remover spywares na versão paga do programa. Agora, isso também vem na versão gratuita. Uma outra novidade é o fato de ser possível colocar ameaças na quarentena com apenas um clique. Você pode também separar essas ameaças para lidar com elas como um grupo ou individualmente, evitando que o antivírus pare e aguarde pelo usuário a cada nova ameaça.

Conhecendo o Avira

Avira AntiVir Personal Edition Classic não possui apenas uma interface bonita, mas também novos mecanismos de busca e limpeza para fazer uma varredura com eficiência e rapidez no seu computador. Obviamente, a “rapidez” do antivírus depende muito mais da capacidade de sua máquina, do que do programa em si.

Visão geral


Estado (Status): Fornece informações sobre atualização, tempo de expiração (as versões gratuitas deste software devem ser atualizadas em intervalos de tempo específicos para prolongar este item), estado do guardião em tempo real e um item mostrando a última vez em que o programa efetuou uma varredura completa em seu sistema.

Eventos (Events): Mostra com riqueza de detalhes tudo que seu antivírus faz, incluindo o momento em que ele é inicializado, os horários em que encontra ameaças e muito mais. Neste item é possível filtrar os detalhes por tipo de ocorrência, opção útil para casos em que você procura visualizar apenas algum erro ou detecção.

Escaneador (Scanner): Vasculha o computador em busca de arquivos infectados. O tempo de varredura não é dos mais rápidos, contudo isso ocorre em decorrência da investigação minuciosa do Avira AntiVir Personal Edition Classic. Caso algo seja encontrado, o programa interrompe o scanner, permitindo ao usuário escolher entre as opções de ação, podendo apagar os arquivos, mantê-los no computador ou jogá-los na quarentena se achá-los suspeitos.

Guardião (Guard): O guardião protege o seu computador em tempo real. Se você, ao entrar em um site fraudulento ou instalar um programa perigoso, deparar-se com ameaças, o guardião entra em cena e age de forma imediata, dando um fim às pragas virtuais. É ótimo para quem navega muito na web ou instala softwares regularmente e não quer se preocupar com ameaças diversas.

Quarentena: Período no qual são isolados possíveis contágios e epidemias biológicas, numa alusão ao Estado de Sítio. Na computação o conceito é semelhante, todos os arquivos suspeitos ou que possuem perigos em potencial são deslocados para esta seção, não interferindo mais no funcionamento do computador.

Para fazer download do software, clique AQUI.

Antivírus gratuito - Análise Avast Home Edition

Antivírus gratuito - Análise AVG Anti-Virus Free

Antivírus gratuito - Análise Cômodo

Antivírus gratuito - Análise BitDefender

Antivírus gratuito - Análise ClamWin

Antivírus gratuito - Análise PCTools



Antivírus gratuitos: qual deles é o melhor?

Fonte: Olhar Digital

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