sábado, 31 de outubro de 2009

Cursos gratuitos online da FGV

Fundação Getúlio Vargas fornece Cursos online Gratuitos.
Para aqueles que pretendem se aprimorar e aprender coisas novas, a internet é uma fonte inesgotável de oportunidades. Facilmente podemos encontrar diversos cursos gratuitos online. Basta uma busca rápida no Google pelos termos “cursos grátis” e “cursos online” para achar o curso que gostaria de fazer em casa, sentado na frente do computador e, o melhor de tudo, totalmente grátis. Estes da Fundação Getúlio Vargas os cursos têm duração de 5hs e é preciso fazer um teste no final e obter média 7 para que o aluno possa imprimir o certificado da FGV. Confira os cursos grátis disponíveis:

Tópicos temáticos introdutórios na área de Gestão Empresarial - carga horária de 5h
Balanced Scorecard (novo!)
Conceitos e Princípios Fundamentais do Direito Tributário (novo!)
Consultoria em Investimentos Financeiros - Intermediação Financeira (novo!)
Direito do Trabalho - Contratação do Trabalhador (novo!)
Fundamentos da Gestão de Custos (novo!)
Gestão de Pessoas - Motivação nas Organizações (novo!)
Processo de Comunicação e Comunicação Institucional (novo!)
Estratégia de Empresas - Introdução à Administração Estratégica
Gestão Ambiental e Desenvolvimento Sustentável - História da Questão Ambiental
Gestão de Marketing - Produto, Marca, Novos Produtos e Serviços
Gestão da Tecnologia da Informação - TI nas Organizações: Estratégia e Conceitos
Técnicas de Gerência de Projetos - Gerenciamento do Escopo do Projeto

Tópicos temáticos introdutórios na área de Metodologia - carga horária de 5h
Metodologia de Pesquisa - Conhecimento, saber e ciência
Metodologia do Ensino Superior - Universidade e Sociedade

Cursos em áreas de conhecimento diversas - carga horária de 15h
Ciência e Tecnologia
Diversidade na Organização
Ética Empresarial
Recursos Humanos

Cursos para professores do Ensino Médio - carga horária de 30h
Filosofia
Sociologia

Para se inscrever clique aqui.

Fonte: Blog Schirato Desk

sexta-feira, 30 de outubro de 2009

Dupla de Me joga no Google

Ana Elisa e Mariana.
Autoras do hit sertanejo “Google”, as irmãs Ana Elisa e Mariana fizeram o público cantar, na última Festa do Peão de Barretos, a música com refrão “Me joga no Google/ Me chama de pesquisa/ E diz que eu sou tudo que você procurava”. A dupla de sertanejo universitário mostrou algumas regras de etiqueta para que você não faça feio na internet nem no uso de telefones celulares.

Com quatro perfis no Orkut, Ana Elisa e Mariana (morena e loira, respectivamente) usam a web para se comunicar com fãs e mostram, em seu site oficial , diversas páginas onde divulgam seu trabalho: YouTube, Flickr e MySpace, além de fotos e arquivos de suas músicas.

“Sou viciada em internet, não vivo sem checar meus e-mails ou entrar no Orkut. Nesta semana mesmo comecei um perfil pessoal novo, porque o meu lotou”, conta Ana, que vai ainda mais longe. “Não fico sem celular de jeito nenhum. Quando esqueço em casa, parece que estou sem a mão”, exagera uma das compositoras de “Google”, cheia de simpatia.

Sua irmã mais velha segue o mesmo caminho. “Interajo com os fãs pelo Orkut, MSN. Gosto de saber o que eles estão falando sobre a gente, a repercussão, a opinião. Também uso muito toca-MP3 para ouvir as músicas do show”, diz Mariana. Ela diz não ter eletrônicos sofisticados, mas vários deles constam em sua lista de desejo: iPhone, MacBook e uma TV LCD enorme, “a maior que tiver”, brinca.

Na faixa dos 20 anos – elas não revelam a idade exata --, as irmãs naturais de Paranavaí (PR) moram hoje no interior de São Paulo. Parte do sucesso das garotas pode ser atribuída justamente a um empurrãozinho da internet. No início do ano, elas gravaram um CD para amigos, essas músicas foram parar na web e as canções começaram então a tocar nas rádios. “Google”, no entanto, não fazia parte do repertório: só estreou na Festa do Peão, em agosto.

A dupla até que é bonitinha, mas a voz de taquara rachada, veja o vídeo abaixo, mata qualquer um, sem falar da breguisse desta letra. Aliás, a frase "me joga no Google, me chama de pesquisa" é um plágio da frase "me joga no muro, me chama de largatixa". Confira:

"Me joga no Google,
me chama de pesquisa
e diz que eu sou tudo o que você procurava.
Me joga no Google,
me chama de pesquisa
e diz que eu sou tudo o que você sempre quis.
Fiquei sabendo que você está a procura de um grande amor,
um caso sério,
Alguém pra curtir a vida juntos seja como for.
Fiquei sabendo que você está a procura de um grande amor,
Um caso sério,
Alguém pra curtir a vida juntos seja como for.
Olha pros lados, será que não tá vendo
a felicidade pode estar bem perto de você.
Me joga no Google,
me chama de pesquisa
e diz que eu sou tudo o que você procurava.
Me joga no Google,
me chama de pesquisa
e diz que eu sou tudo o que você sempre quis.
Acredite amor eu posso te fazer feliz"




Fonte: G1 > Tecnologia

quinta-feira, 29 de outubro de 2009

Google apresenta nova interface para o Orkut

Novo Orkut.
O lançamento da nova interface do Orkut, considerado uma das maiores redes sociais do mundo, com mais de 80 milhões de usuários e 4 milhões de comunidades. Trata-se da maior reformulação já feita pelo Google no serviço, tanto na aparência quanto nas funcionalidades, mas que ainda trará mais novidades para os usuários no futuro.

O produto final apresentado no dia 29 de outubro de 2009 foi resultado de nove meses de trabalho, período em que ele foi totalmente redesenhado para facilitar a experiência de navegação, interação e comunicação entre usuários.

Por debaixo dos panos, ele se tornou o maior web app do mundo baseado no Google Web Toolkit, ou seja, seu código foi reescrito em Java e compilado em um formato que explora HTML e JavaScript nos navegadores. De acordo com os engenheiros responsáveis pelas mudanças, o Orkut se tornou a rede social mais veloz do mundo.

Dentro da nova interface, algumas tarefas ficaram mais ágeis. Upload e edição de fotos, por exemplo, ficaram três vezes mais rápidos, e os usuários poderão compartilhar álbuns com amigos, definindo grupos de pessoas que podem ter acesso a eles — mesmo que não estejam inscritos no Orkut.

Também foram feitos aprimoramentos no chat interno, fornecimento de sugestões de amigos, manipulação de aplicativos OpenSocial e muito mais.

O novo serviço também oferece mais opções de personalização, a começar pela possibilidade de escolha da cor da página inicial.

Em perfis e páginas de recados, será possível adicionar fotos, vídeos do YouTube e outros apps sociais (que já existem no serviço em grande quantidade), permitindo a criação de páginas que reflitam melhor o gosto de cada usuário, aumentando ainda mais a interatividade com amigos.

Nova Interface do orkut

A estrutura de navegação foi bastante simplificada e permite que comunidades, perfis e galerias sejam acessados da própria página inicial, sem novas páginas que tornam o uso mais lento.

Comunicar-se com pessoas também se tornou mais fácil e simples, uma vez que o histórico de atualizações dos amigos está mais simples de ser visualizado e oferece mais detalhes para todos.

Para ter acesso à novidade, as contas deverão ser migradas (mas dados não serão perdidos), dentro de um processo que será feito à base de convites, inicialmente.

A previsão é que todos os usuários do Orkut serão migrados para a nova interface até o final do primeiro semestre de 2010, mas isso é apenas uma mudança que visa à formação de uma base sólida de funções para o futuro — ou seja, muito mais está sendo planejado para o serviço.

Um outro aspecto interessante é que, assim como Wave, o novo produto é bem intenso no uso de JavaScript, por isso navegadores como Chrome, Firefox e Safari são recomendados para acessá-lo.

Fonte: MacMagazine

5 Questões sobre o futuro da internet

Qual será o futuro da web.
Com a aprovação do processo que formaliza as regras de neutralidade da web, feita pela Comissão Federal de Comunicações (FCC), começa uma série de debates oficiais sobre como nosso tráfego de internet é administrado. O FCC quer prever que os provedores de acesso à internet (ISPs) fiquem lentos ou bloqueiem usos particulares, como a rede peer-to-peer (P2P), desde que sejam legais. Para os internautas comuns, usuários frequentes de internet sem investimentos no mercado de telecomunicações, há alguns aspectos importantes que devem existir no processo de neutralidade. Alguns deles são:

Transparência
Uma das novas regras que a FCC pretende introduzir requer transparência por parte dos ISPs, mais especificamente no modo como administram suas redes. Isso é necessário para verificar se as regras de neutralidade estão sendo violadas, e também pode facilitar para os consumidores, mostrando como o tráfego de dados é administrado de um modo acessível.

Flexibilidade
Um dos argumentos da oposição diz que prioridades devem ser dadas em casos de emergência, como transmissões de equipamentos médicos. O FCC deve permitir uma exceção neste caso; se o uso da banda chegar a um ponto de arruinar a internet, a instituição pode relaxar suas regras.

Não punir os pequenos
Outra preocupação da neutralidade da web que tem recebido atenção de alguns democratas e grupos minoritários é a ideia de que os ISP não vão querer investir em áreas carentes, porque as regras criariam insegurança no mercado. Mais uma vez, é sobre a possível flexibilidade do FCC que deve criar exceções caso seja necessário.

Chega de Políticos
O senador John McCain foi o último de uma linha de políticos a influenciar a questão da neutralidade da rede, em ambos os lados da moeda. O problema é que seus comentários são os mesmos do que qualquer lado que está a favor, e contribuem pouco com o debate. McCain está em um partido minoritário e sua tentativa de bloquear as regras de neutralidade de rede não é nada mais que uma maneira de chamar atenção.

Não esqueça as redes sem fio
O FCC não revisará apenas as regras para a internet com fio. Banda larga sem fio está inclusa também, mas em tamanho menor, proporcional ao seu uso na indústria. É importante que ela seja considerada, já que a internet móvel está em crescimento e pode mudar muito com as regras formais.

Fonte: IDG Now

quarta-feira, 28 de outubro de 2009

Como usar a memória virtual

Gerencie a Memória Virtual.
A memória virtual é criada e gerenciada pelo seu sistema operacional — todos os principais sistemas existentes no mercado fazem uso dela. O Windows, por exemplo, cria o chamado arquivo de paginação na raiz da unidade C:\ chamado pagefile.sys, enquanto o Linux reserva uma partição (unidade lógica) especialmente para a memória virtual.

Essa alternativa serve como uma extensão da memória RAM. Ela é utilizada quando todo o espaço da RAM é usado pelo sistema operacional, evitando assim que o computador trave. Mas lembre-se: quanto maior a memória virtual, menos espaço você terá no seu disco rígido (HD). Se ele for pequeno e você tiver muitos arquivos, pode até ficar com o HD lotado. Quanto mais dados estiverem na memória virtual e quanto mais o processador acessá-lo, mais lento seu PC vai ficar.

Aumente sua Memória Virtual

Na figura acima, está ilustrada em uma ordem gradual a velocidade de acesso aos tipos de memória do seu PC. Note que a memória virtual é a mais lenta. Quando o processador precisa ler ou gravar uma informação na memória virtual, leva muito mais tempo para acessá-la do que para acessar qualquer outra alternativa.

Manipulação
O tamanho da memória pode ser gerenciado pelo sistema operacional. Essa opção de gerenciamento atende à grande maioria das pessoas que não faz um uso mais radical do computador. Porém, para quem usa programas mais pesados e tem o hábito (ruim) de manter um monte de programas abertos ao mesmo tempo, é interessante saber como manipular a memória virtual:

Manipule sua mem´ria Virtual 1 - Clique em Iniciar (start) e em Configurações (settings).

2 - Clique em Painel de Controle (Control Panel).

3 - Clique em Sistema (System).

4 - Selecione a aba Avançado (Advanced) e pressione o botão Configurações (Settings) no item Desempenho (Performance).

5 - Selecione a aba Avançado (Advanced).

6 - No item Memória Virtual (Virtual Memory), clique em Alterar (Change).

OBS: Se você alocar pouco espaço, receberá mensagens de erro como “Memória Virtual Baixa”. O tamanho máximo que eu recomendo é duas vezes sua quantidade de memória RAM (se você tem 512 MB de memória RAM, coloque a memória virtual com 1.024 MB, por exemplo). Sobre definir o limite máximo igual ao mínimo. Existe uma vantagem em fazer isso, pois no caso do Windows o arquivo de paginação é criado no tamanho mínimo e, caso você precise de mais, o sistema operacional aumenta o arquivo até o limite máximo. Durante esse processo, o desempenho do computador é comprometido, assim como acontece quando o arquivo é reduzido.

7 - Clique em Ok, em Ok novamente e Ok mais uma vez.

Divida o trabalho
Um outro fator que influencia o desempenho da memória virtual é o local do arquivo de paginação (aquele criado pelo Windows). Se o seu sistema possui vários discos rígidos físicos, você pode dividir o trabalho entre eles fazendo paginações menores em cada disco.

Essa simples modificação acelerará significativamente qualquer sistema que faz um uso demasiado da memória virtual. Na imagem ao lado, você pode ver a parte de Unidades — no caso da imagem, o arquivo de memória virtual está apenas na unidade C:, mas clicando na outra unidade é possível ativar um outro arquivo de memória virtual.

Se o computador estiver muito lento e usando a memória virtual com muita freqüência, chegou a hora de investir em mais memória. O acréscimo de mais RAM impacta muito no funcionamento do PC, deixando-o sensivelmente mais rápido. Se você quiser ver o consumo de memória do seu computador, deve abrir o gerenciador de tarefas pressionando as teclas CTRL+SHIFT+ESC, e clicar na aba “Desempenho”.

Fonte: G1 - Tecnologia

segunda-feira, 26 de outubro de 2009

E se os 7 Windows fossem carros?

Tags: Bill Gates, Microsoft,  software, carros, se fosse.
Partindo da frase supostamente proferida por Bill Gates "Se a GM tivesse evoluído tecnologicamente tanto quanto a indústria de computadores, nossos carros atuais custariam 25 dólares e fariam 420km com 1 litro de combustível", como seria o cenário se a lógica fosse invertida? Para a decepção do Bill, algumas das versões do Windows são equiparáveis aos piores carros de todos os tempos.

1- Windows 3 - Ford Modelo T
No princípio já haviam as janelas criadas pela Apple, só que não eram populares. Então Bill Gates apareceu com a sua própria versão de janelas, cheias de bugs e ainda baseadas no antigo DOS. Só que estas se tornaram populares, igual ao primeiro carro produzido em série, o Ford Modelo T, que se não era uma “Brastemp” dos carros, promoveu a inclusão automobilística em massa. Foi o primeiro grande Hit que a Microsoft emplacou no mundo das janelas.





2- Windows 95 - Renault Dauphine
Este Windows passou a carregar sem a ajuda do DOS, mas ainda era muito tosco, desajeitado e cheio de Bugs, igualzinho ao famoso Gordini que rodou no Brasil lá pelos anos 60.





3- Windows 98 – Fusca
Ele foi uma das três grandes febres produzidas pela Microsoft. Até hoje quem tem hardwares antigos o usa e está satisfeitíssimo com o seu funcionamento redondo, principalmente quando a Microsoft lançou a versão SE (Second Edition) que corrigiu vários bugs e ampliou a conectividade. Ele foi o legítimo Fusca dos Sistemas Operacionais.





4- Windows ME (Millennium Edition) - Ford Pinto
O pior Windows de todos os tempos ficou famoso não só pelos seus Bugs intermináveis, mas também pela sua estranha capacidade de “comer” discos rígidos. Devido à um péssimo gerenciamento de memória virtual, o Millennium fazia tantos acessos ao HD, que acabava com a sua vida útil.
O carro mais equiparável a este aborto tecnológico foi o Ford Pinto, que depois de receber um impacto traseiro, matava todos os passageiros que não saíssem do carro em 10 segundos, devido a explosão do tanque de combustível.
Ironicamente, só o Pinto da foto não matou seus criadores na explosão do tanque e sim depois da ruptura de uma das asas da traquitana construída à guisa de “carro voador”.





5- Windows XP - De Lorean DMC-12
Para fazer jus aos novos tempos dos processadores recém lançados pela Intel, a Microsoft lançou o seu terceiro grande Hit. Com seu jeitão futurista voltada para a Internet e a novidade de um browser embutido, o famigerado Internet Explorer 6, o XP tem alguma semelhança com o famoso esportivo irlandês usado no filme “De Volta para o Futuro”. Ele é uma verdadeira máquina do tempo usada até hoje por usuários comuns e empresas, que nunca tiveram coragem de entrar na fria da maldição do Windows Vista.





6- Windows Vista – Eliica
O Vista, querendo fazer frente aos novos processadores multi-core, avançou demais nas inovações e o resultado foi catastrófico: se tornou o Sistema Operacional mais incompatível de todos os tempos.
Pior ainda, as pessoas que não tinham mainframes nas suas casas, viram a velocidade dos seus computadores se degradar completamente, o que as obrigou a fazer um “Back to the Past” rapidinho, voltaram ao velho e amado XP e continuam lá até hoje.
As trambolhosas inovações tecnológicas introduzidas no Vista, que lhe valeram o título de um dois dois piores sistemas operacionais do mundo, fazem-lhe jus a comparação com o carro elétrico Ellica, um monstro de 8 rodas totalmente transviado do estado da arte da tecnologia automobilística.
Por que o carro elétrico é um eterno “veículo do futuro”?





7- Windows 7 – GM Volt
Nem três anos depois do lançamento desastroso do Vista, a Microsoft reconhece a pisada na bola e joga no mercado um “mea culpa” chamado singelamente de “7”. Trata-se de uma promessa para reconquistar os usuários recalcitrantes e trair definitivamente aqueles que mal compraram o Vista e jamais terão direito ao Upgrade a preços convidativos.
O carro mais comparável a essa fase humilde da Microsoft, e da promessa de dias melhores num futuro próximo, é o Volt da General Motors. Ele, assim como o restante dos carros puramente elétricos, continuam sendo os “modelos a serem lançados no próximo ano”.
Ao contrário da GM, que pode empurrar com a barriga a sua bucha elétrica, a Microsoft não tem gorduras para amargar o 3º aborto da sua carreira, o que selaria definitivamente o destino das janelinhas coloridas de Richmond.



Fonte: Blogpaedia

domingo, 25 de outubro de 2009

A vida está na versão beta

O que a Google faria livro do blogueiro Americano Jeff Jarvis
O que a Google faria?, do blogueiro americano Jeff Jarvis, saiu em janeiro nos Estados Unidos, e há pouco aqui no Brasil, é um livro excelente, excelente mesmo e não é sobre a Google. Jarvis é um superblogueiro americano. O que ele fez? Pegou a Google e analisou o que eles fazem, como eles agem, o que a levou a se posicionar como a grande empresa desta década digital. Mas o livro, no fundo, é sobre como mudar a cabeça das pessoas, e como quem não muda morre.

O que ele propõe é, para cada dúvida, perguntar: “Afinal, o que a Google faria neste caso?” Então é muito mais um retrato de uma sociedade extremamente colaborativa, pulverizada, com poder descentralizado, anti-dogmas e de mudanças rápidas.

Jarvis é messiânico (adoro isso, adoro mesmo; ele crê, eu creio). E se derrete pelo Google (mas o livro não é uma peça de marketing, não acho; é mais fruto de uma paixão por quem arrisca e muda e não segue o que se achar normal de fazer e faz diferente; ele chama de disruptores).

Mas não elogia apenas: algumas vezes (talvez poucas para o meu gosto) ele mostra quando o Google não fez aquilo que ela diz que faz. Por exemplo, quando entregou dados sobre usuários para governos.

A leitura é fácil, o texto dele é maravilhoso, é como quem conversa numa mesa (blogs têm esse tom de conversa).

“Os clientes estão no comando”.

“As pessoas podem se encontrar em qualquer lugar e se unir a favor de você – ou contra”.

“O mercado de massas está morto, substituído pela massa de nichos”.

“Mercados são conversas, isso significa que, hoje, a principal habilidade de uma organização não é mais vender, e sim conversar”.

“O controle de produtos ou da distribuição não mais garantirá um produto de alta qualidade e lucro”.

“Permitir que os clientes colaborem com você – na criação, distribuição, marketing e apoio a produtos – é o que gera um produto de alta qualidade no mercado de hoje”.

“Ser proprietário de canais, pessoas, produtos ou até mesmo de propriedade intelectual não é mais a chave para o sucesso, e sim a transparência”.

“Yahoo e aol, ambos ex-reis do pedaço online, já são passado. As duas empresas funcionam de acordo com as regras antigas. elas controlam o conteúdo e a distribuição e pensam que podem ser donas dos cliente, dos relacionamentos e da atenção. Elas criam locais de destino e têm a presunção de achar que os clientes devem ir até elas. Gastam enorme parcela da receita em marketing para fazer essas pessoas chegarem até lá e trabalham ardualmente para mantê-las. Yahoo é a última empresa da velha mídia”.

“A Google não se vê como um produto, mas sim como um serviço, uma plataforma, um meio de capacitar pessoas”.

“As empresas devem aprender que terão mais sucesso se cederem o controle para os clientes. dê-nos o controle, nós o usaremos e você vencerá”.

“Seu pior cliente é seu melhor amigo”. (é título de um capítulo que mostra como é importante ouvirmos quem nos critica)

“Faça o que você faz melhor e coloque link para o restante” (outro título de capítulo)

“Os jornais não deviam dedicar recursos às notícias pasteurizadas que já conhecemos”.

“Se um jornal pretende se destacar precisa criar histórias com valor sem igual”.

“Todas elas querem controlar a internet porque é assim que elas veem o mundo. Ouça a retórica do valor corporativo: as empresas possuem clientes, controlam a distribuição, fazem acordos exclusivos, afastam os concorrentes, mantêm segredos comerciais. A internet explode todos esses pontos de controle. Ela abomina a centralização. ela ama o nível do mar e elimina as barreiras à entrada. Despreza os segredos e recompensa a transparência. Favorece a colaboração em vez da propriedade. Os ex-poderosos se aproximam da internet com medo quando percebem que não podem controlá-la”.

“Há outra grande vantagem na abordagem de rede da glam; o custo. não é necessário contratar um staff caro para criar sua riqueza de conteúdo nem há necessidade de pagar para licenciar esse conteúdo”.

“Empresa de web explosivas… Não cobram dos usuários o máximo que o mercado suporta. Elas cobram o mínimo possível. È assim que elas maximizam o crescimento e o valor para todos que estão na rede”.

“Extraia o valor mínimo das redes de forma que elas alcancem o tamanho e o valor máximos”.

“A maioria das empresas pensa de modo centralizado e tem feito isso desde o declínio do catálogo da Sears e do Crepúsculo do mercado de massa. As empresas fazem com que nós, os clientes, vamos a elas. Gastam uma fortuna em marketing para nos atrair. A expectativa é a de que o público responda à sirene da chamada da propaganda e corra para suas lojas, concessionárias, bancas de jornais ou, atualmente, sites. Elas até pensam que queremos ir até elas, que somos atraídos por elas como mariposas em volta das marcas”.

“O Yahoo e vários sites na internet pensam em si mesmos como um fim. O Google vê a si mesmo como um meio”.

“‘Não podemos esperar que os consumidores venham até nós. É arrogante uma empresa de mídia presumir isso’.

“A vida é pública, os negócios também”.

“Você deve se perguntar: sou uma empresa de conhecimento? Uma empresa de dados? Uma empresa de comunidades? Uma plataforma? Uma rede? Onde está o seu valor e onde está a sua renda? Lembre-se que eles podem não estar no mesmo lugar; o dinheiro pode vir de uma porta lateral’.

“E hora de sua crise de identidade”.

“A Google tem fé nos dados porque tem fé em nós”. (nós, os clientes)

“A primeira resposta é ouvir antes de falar”.

“Correções não diminuem a credibilidade. correções aumentam a credibilidade”.

“A disposição em estar errado é fundamental para a inovação”.

“A vida está na versão beta”.

“Certamente existem erros aqui, então, por favor, nos ajudem a encontrá-los e consertá-los para melhorar o produto. Diga-nos o que você quer que ele seja”.

“A Google não tem medo de cometer erros que custem dinheiro”.

“…quero administrar uma empresa em que nos movimentamos rápido demais e fazemos muito, e não uma empresa em que tomamos cuidados demais e fazemos pouco”.

Fonte: Blog de O Liveiro

Twitter Delicious Facebook Digg Stumbleupon Favorites More

 
Powered by Blogger