domingo, 15 de novembro de 2009

O Firefox vai aniquilar o Internet Explorer?

Divisão do bolo: em cinco anos, o Firefox conquistou 24% do mercado.
Há quem diga que o Firefox vai destruir o Internet Explorer. Mas é pouco provável que isso aconteça. O Firefox está completando 5 anos. O navegador da Mozilla vem conquistando usuários continuamente e já é responsável por 24% dos acessos à internet. É um número respeitável, sem dúvida. Tenho visto notícias prevendo que a turma da raposa vai acabar com o Internet Explorer. Eu não tenho tanta certeza disso. Se o avanço dos raposinos foi rápido até agora, não há garantia de que vá continuar no mesmo ritmo. Uso tanto o Firefox como o Internet Explorer 8 diariamente e estou convencido de que os dois são suficientemente bons para a maioria das pessoas. Mas há outros fatores, além do bom funcionamento, que podem ajudar ou atrapalhar o avanço do Firefox no mercado. Vejamos alguns deles.

A favor do Firefox

Extensões - As mais de 7 mil extensões disponíveis para o Firefox agradam a quem gosta de personalizar o navegador. Também atraem quem tem necessidades específicas, como programadores e pessoas que gostam de baixar vídeo do YouTube, por exemplo. Embora existam extensões para o Internet Explorer, elas nunca foram realmente populares.

Marketing guerrilheiro - No seu início, o browser se beneficiou da imagem de tropa rebelde lutando contra o grande império. Quem não gostava do Bill Gates usava Firefox. Isso ainda acontece. Mas, nos últimos anos, a Mozilla também conseguiu tornar o Firefox “cool”. O programa está na moda e muitas pessoas se orgulham de usá-lo. Isso permite conquistar um público mais amplo.

Tapetão - Ao menos na Europa, a Microsoft poderá ser obrigada a ajudar a divulgar o Firefox e os outros navegadores. Como já comentei, há um processo movido pela Opera, e a empresa norueguesa está ganhando a briga. Os raposinos também se beneficiam disso.

Contra o Firefox

Chrome - O Google tem ciclos de desenvolvimento velozes, muito dinheiro para gastar e atitude ultracompetitiva. A participação do Chrome no mercado é de menos de 4%, mas ele tem melhorado a cada nova versão e pode conquistar parte dos usuários do Firefox.

Windows 7 - O Internet Explorer 8, incluído no Windows 7, é muito mais atraente do que o tosco Internet Explorer 6, que acompanhava o XP. Com o avanço do Windows 7, as pessoas já não terão tantos motivos para procurar outro navegador.

Smartphones - Dos cinco navegadores mais conhecidos (Safari, Chrome, Opera, Internet Explorer e Firefox), o Firefox é o que tem menor presença em smartphones. O líder desse segmento é o Opera Mini. A tendência é que cada vez mais pessoas usem smartphones para navegar na web. A menos que os raposinos consigam conquistar um espaço maior nesses aparelhos, o crescimento do Firefox no mercado será prejudicado.

E você, o que acha? O Firefox vai atropelar o Internet Explorer ou vai tropeçar pelo caminho? Deixe seu comentário abaixo.

Fonte: INFO Online

sábado, 14 de novembro de 2009

Qual é o melhor antivírus gratuito?

Avaliação dos mais populares antivírus gratuito.
A pesquisa é sobre os antivírus gratuitos mais populares disponíveis na web. Também foi pesquisado em diversos órgãos relacionados à área de TI que fazem análises de antivírus de mercado. No entanto, há muitas controvérsias principalmente com relação a preferência de usuários de computadores e técnicos de informática. Essa pesquisa teve a assessoria de instituições que levam o assunto a sério e com o melhor produto por meio de testes concisos e que nos dão a real ideia de qual software gratuito é melhor em determinado requisito.

Então confira toda a análise e mantenha seu computador livre dos vírus. A avaliação dos 7 antivírus gratuitos foi baseada nos seguintes requisitos:

1 - Eficácia
Neste requisito foi analisado a eficácia do Antivírus em dois pontos, sendo um na “detecção de malwares” e o outro na “remoção dos malwares”.

2 - Desempenho
Nesse foi analisado quanto tempo de duração o Scan do Antivírus leva do ínicio da varredura até o término.

3 - Consumo de memória
Foi realizada a análise do consumo de hardware do computador sendo esses “Memória” e “Processador”.

4 - Interface
Foi analisado se o Antivírus se dispõe de uma interface intuitiva, facilitando ao máximo a vida do usuário no processo de configuração, atualização e execução do software.

5 - Linguagem
Neste requisito foi analisado se o Antivírus se dispõe da linguagem Português Brasileiro.

6 - Firewall Integrada
Neste requisito foi vereficado se o Antivírus se dispõe do recurso de segurança de Firewall integrada.

7 - Mail Scan
Este é um recurso importante nos dias de hoje para qualquer Antivírus que queira ter sucesso em seu funcionamento, neste requisito foi analisado se o Antivírus se dispõe da funcionalidade de varredura de e-mails.

8 - Compatibilidade
Neste requisito foi analisado a compatibilidade de funcionamento com as versões de sistemas operacionais.

9 - Recomendação de segmento (Pessoal / Corporativo)
Por último, a recomendação de qual Antivírus é melhor para o segmento que o usuário quer utilizá-lo.

Abaixo a análise dos antivírus gratuitos mais usados:

Antivírus gratuito - Análise Avast Home Edition

Antivírus gratuito - Análise AVG Anti-Virus Free

Antivírus gratuito - Avira AntiVir

Antivírus gratuito - Análise Cômodo

Antivírus gratuito - Análise BitDefender

Antivírus gratuito - Análise ClamWin

Antivírus gratuito - Análise PCTools

Material complementar: Tabela comparativa dos antivirus analisados




Fonte: Olhar Digital

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sexta-feira, 13 de novembro de 2009

Twitter facilita paquera na internet

Twitter Paquera
Digite O Twitter vem seguindo no Brasil os passos trilhados nos últimos anos pelo site de relacionamentos Orkut: tornou-se popular, virou notícia, atraiu spammers, ganhou perfis falsos e agora passou a ser usado como ferramenta entre os paqueradores do ciberespaço. Isso mesmo. Assim como o “irmão mais velho” Orkut, o microblog também ajuda na paquera ao enviar mensagens como “me add?”, “oi, gatinha, te achei bem atraente”, “alguém quer namorar?” e “olá lindão… vc tem namorada?”.

No serviço de microblog, o “me add?” (“me adicione?”, em português “real”) pode funcionar como um primeiro passo para a azaração virtual. Isso porque, quando duas pessoas se seguem, elas podem trocar mensagens de forma privada (as direct messages, ou mensagens diretas), evitando assim a interferência dos bisbilhoteiros. Se as mensagens particulares agradarem, podem evoluir para os comunicadores instantâneos e, daí, quem sabe, até para o universo off-line.

Para essa nova modalidade de paquera, um twitteiro experiente, que prefere não se identificar, dá a dica: primeiro crie um perfil “ajeitadinho”, com foto e fundo simpáticos (se ficar na dúvida, vale até colocar uma ilustração pronta, oferecida pelo site). Não pega bem, por exemplo, optar por aquela imagem em que você aparece suado, beijando a camiseta do time.

Depois, visite as páginas de seus conhecidos e passe a seguir todos/todas os internautas que lhe parecem interessantes — se essas pessoas também lhe seguirem, será possível trocar mensagens privadas.

Evite falar sobre temas muito masculinos (bebida, pegação na balada, futebol), se você busca uma mulher, ou femininos (maquiagem, salto, unha lascada), se seu alvo é um homem. Sempre que possível, retwitte as mensagens de seu alvo: essa é uma boa tática para massagear o ego e conquistar a simpatia dos twitteiros.


Paquera automática

Se o tipo de aproximação descrito acima parecer um grande desafio, uma ferramenta pode ajudar os internautas mais tímidos na arte do galanteio virtual. Trata-se do Twitter Paquera, um site criado por um jovem de 21 anos que permite o envio de “mensagens anônimas para seu amor secreto”.

Basta escrever o nome do usuário que receberá a mensagem (@britneyspears, por exemplo), digitar um texto com 140 caracteres e enviar o tweet, especificando se o remetente é homem ou mulher. Apesar de não ser uma rede social e, talvez não ser esse o objetivo do Twitter [paquera], ele pode sim ser utilizado para encontrar parceiros. Pode ser uma ferramenta interessante e divertida para os usuários do site.

Fonte: Blog Comédia

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quarta-feira, 11 de novembro de 2009

Windows 7 Loader




Windows 7





Com o Windows 7 Loader você conseguirá ativar sua cópia do Windows 7 em poucos segundos, podendo baixar todas as atualizacoes direto do site da Microsoft, igualzinho aos bons tempos do Windows XP.
No pack vc encontrara 3 opcoes de ativadores. As opcoes 1 e 2 utilizei para ativar o windows 7 ultimate 32 e 64 bit sem erros, a opcao 3 foi a que usei para ativar o windows 7 starter em meu netbook e que tambem serve para ativar as outras versões.


LINK: Download






Linux Ubuntu 9.04




Linux





Ubuntu Jaunty Jackalope é a nova versão deste magnífico sistema operacional gratuito, conhecido por ser fácil de usar para usuários iniciantes, ao mesmo que completo para os que já possuem um bom conhecimento em Linux.

É um sistema ideal para os diversos tipos de máquinas existentes no mercado, como desktops, notebooks e servidores. Funciona perfeitamente em um computador que já contenha o Windows instalado, sendo uma ótima alternativa de migração para o Linux. Sua proposta é ser totalmente gratuito, assim como seus programas incluídos.


LINK: Download






11 Kaspersky Internet Security 2010 v9.0.0.463




Kaspersky





O Kaspersky Internet Security, é um programa que reúne em um único lugar diversas ferramentas de segurança. Inclusive, contando com anti-vírus, anti-spam e firewall bem como um filtro para controle de conteúdo acessado no computador.


LINK: Download






Por que as letras no teclado não seguem a ordem alfabética?

teclado
Acredite se quiser, mas o teclado que usamos hoje - conhecido como QWERTY (por causa das seis primeiras letras na fileira superior, na mão esquerda) - foi escolhido por tornar a digitação mais lenta. Isso aconteceu porque as primeiras máquinas, de tecnologia rudimentar, travavam os tipos quando a datilografia era muito rápida.

Quando o impressor americano Christopher Latham Sholes (1819-1890) inventou a máquina de escrever, em 1868, tentou ordenar as letras em ordem alfabética - como acontece na segunda fileira, onde temos uma seqüência quase completa: DFGHJKL.

As mudanças de posição foram feitas para forçar o datilógrafo a bater as teclas numa velocidade adequada, sem embaralhar os tipos. Por isso, o E e o I, duas das letras mais freqüentes na língua inglesa, foram retiradas da segunda fileira, a mais acessível. A letra A, outra das mais comuns, ficou relegada ao dedo mínimo esquerdo, o menos hábil de todos.

Em 1932, depois de 20 anos de estudo, August Dvorak, também americano, criou o teclado que leva o seu nome, extremamente eficiente para língua inglesa: 3 000 palavras podem ser escritas com as letras da fileira principal (contra 50 no teclado QWERTY) e a mão direita é a mais usada.

Alguns fabricantes chegaram a realizar competições entre os dois teclados para determinar qual era o melhor. Infelizmente, o datilógrafo que usou o QWERTY havia memorizado o teclado inteiro, enquanto o outro ainda catava milho. Por conta disso, o QWERTY acabou se tornando padrão industrial e assim permanece até hoje.

Fonte: Site de Curiosidades

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