segunda-feira, 14 de dezembro de 2009

Battery 2 + Crack




Battery 2 + Crack




Battery é um software de última geração para criação de samplers de bateria e afinação de elementos percussivos em qualquer tipo de produção musical. Com um design arrojado para controle rápido e intuitivo, gera baterias e percussão perfeitas para qualquer momento: desde um groove suave até os ritmos mais sofisticados.
Você pode trabalhar com matrizes, sendo que cada célula é processada com um compressor, filtro multi-modos, LFO, envelopes livres, editor/mapeador para gerenciamento de 128 camadas por célula, efeitos de resampling e uma seção especial para loops.


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Ulead Cool 3D V3.5




Ulead Cool 3D V3.5






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Dvd Shrink 3.2




Dvd Shrink 3.2





DVDShrink é ótimo para ser usado em conjunto com softwares de gravação de DVD, criando cópias de qualquer disco. Para gravar discos você pode usar o Nero ou alternativas gratuitas como o CDBurnerXP e o Infra Recorder. Os arquivos podem ser salvos no seu disco rígido ou como imagem ISO e gravados mais tarde.
A maioria dos títulos em DVD é projetado para impedir que você faça cópias. A primeira medida preventiva das produtoras é a criptografia. A maioria dos DVDs é encriptado, isto significa que você não pode copiar os arquivos para o seu PC, e, mesmo se conseguir copiá-los, não será capaz de reproduzi-los. DVDShrink resolve este problemas com algoritmos sofisticados de decriptação.


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Orca Database Editor




Orca Database Editor







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UltraISO Premium Edition 9.3.0.2612




UltraISO Premium Edition 9.3.0.2612




O UltraISO é uma utilidade poderosa para extrair, criar, editar, converter e gravar arquivos de imagem de CD/DVD.
Você pode editar arquivos de ISO , fazendo imagens de CD-ROM e DVD-ROM, ou construir um novo arquivo de imagem em seu computador.
Tem opção para fazer bootable de imagem e especificar o carregador de boot. Além do mais, UltraISO pode converter quase todos formatos de imagem de CD/DVD de dados ISO.


LINK: Download - UltraISO 9.3.0.2612

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sábado, 12 de dezembro de 2009

4G promete velocidades de até 100 Mbps

conexão móvel, futuro, internet.
De acordo com a consultoria ABI Research, pelo menos 12 operadoras em todo o mundo devem lançar serviços de telefonia celular 4G ainda em 2010. A expectativa é de que, já no ano que vem, cerca de 34 milhões de pessoas utilizem a nova tecnologia. Estocolmo, na Suécia, já tem uma operação comercial 4G.

“Com o 4G o usuário vai ter acesso a uma série de aplicações com uma qualidade muito melhor, vai poder transmitir e receber informação, arquivos, o que for numa velocidade muito maior, num tempo muito menor e isso vai ser talvez o grande benefício da 4G”, explica o country manager da Qualcomm, Paulo Breviglieri.

O 4G promete conexões rápidas o suficiente para concorrer com o cabo. Para você ter uma ideia, o 3G atual consegue chegar, no máximo a 7 mega de velocidade. No 4G, essa velocidade começa em 20 mega e pode chegar até 100 megabits.

Um dos problemas que terá de ser resolvido é o chamado espectro – a frequencia que os sinais 4G usam. Na maior parte dos países, essa frequencia é de 2,5 Ghz. Só que aqui no Brasil, essa é a mesma frequencia usada por outros serviços de comunicação.
“Eu acredito que a demanda vai ser gerada pelas próprias operadoras.

Num momento em que elas tiverem fôlego para investir numa nova atualização da tecnologia da sua rede e passar de 3G para 4G, com certeza esse será o momento em que as freqüências serão licitadas e as implementações irão ocorrer”, diz Breviglieri.

No Brasil, os serviços de dados estão bombando. E só esse uso crescente já faz com que as operadoras necessitem de mais espectro para atender a todos os usuários. Neste sentido, a implantação do 4G será inevitável, e num curto espaço de tempo.

“Na 4G as operadoras do seu lado vão ter que atualizar a tecnologia da rede, e isso vai investir um investimento. É possível que haja um investimento em novas faixas de frequência para poder prestar esse tipo de serviço.

E do lado do usuário, ele vai contar com uma nova geração de aparelhos, que são os aparelhos 4G, e que vão permitir que ele possa acessar esses novos serviços ou os mesmos serviços existentes com uma qualidade muito melhor”, afirma o executivo.

Mas e o Wimax, outra tecnologia que promete oferecer exatamente o mesmo que a 4G – ou seja, comunicação de dados móvel em alta velocidade? Onde ela se posiciona em meio a toda essa história? Para executivos da área, as duas tecnologias serão complementares, cada uma atendendo um determinado tipo de serviço.

Fonte: Blog da UsSart

sexta-feira, 11 de dezembro de 2009

Por que o Linux não vai pra frente?

Pingüim Tux logotipo do Linux
Por que não? Esta é a pergunta que muitos desenvolvedores e membros da comunidade Linux fazem quando olham os números de penetração do sistema operacional aberto no usuário doméstico. Há menos de 1,5% de desktops com o pingüim instalado no Brasil. Mesmo com todas as dificuldades, o Linux começa a sair do "gueto" composto por programadores e entusiastas para tomar o espaço do Windows nos computadores de pessoas desligadas do mundo da tecnologia.

Muito disso por causa dos problemas de compatibilidade com hardware que o sistema operacional continha, mas que agora parece quase solucionado.

É de graça, é mais seguro, é mais leve, está presente em computadores populares e, em 2007, também em laptops subsidiados pelo governo. Mas mesmo tendo o Linux todas essas vantagens, o sistema operacional continua muito distante das máquinas dos usuários domésticos.

Apenas 1,45% dos sistemas operacionais que rodam nos computadores do País é Linux.

Uma minoria esmagada pelos 85,45% de PCs brasileiros que funcionam graças ao Windows. Nas regiões Nordeste e Sul, a penetração do Windows chega a 92%. Até pouco tempo, o sistema operacional da Microsoft dominava mais de 95% do mercado brasileiro.

E o motivo para a preferência, explicam os próprios usuários e engenheiros envolvidos na comunidade Linux, além de especialistas de mercado, não são as diferenças na facilidade de operação que o Windows teria sobre o Linux. A barreira é cultural.

Muita gente não tem nem a curiosidade de usar o Linux. É uma questão de cultura, de costume. Notamos que é muito mais fácil um analfabeto digital aprender a usar Linux do que alguém acostumado com o Windows migrar para a plataforma aberta.

Até hoje, usar PC é sinônimo de usar Microsoft, mais de 70% dos usuários de PCs do programa Computador para todos retiraram o Linux instalado de fábrica e migraram.

A popularização do Linux é um problema muito complexo que só se dará por meio de uma quebra de paradigma. A disputa contra o monopólio é longa.

A popularidade do Linux varia muito de acordo com a facilidade que o povo de um determinado país tem com a tecnologia. Na Polônia, o Linux roda em 40% dos computadores. Mas no Brasil as pessoas gostam de coisas simples, pacotes prontos de software

Mesmo com incentivos governamentais e a clara melhoria na usabilidade do Linux, alguns analistas se mantêm céticos quanto à difusão do sistema nos lares brasileiros. É o hábito do padrão Microsoft. Não acredito em grandes mudanças na popularização do Linux em curto prazo.

A maior chance que o Linux é se a Microsoft mantiver sua política de atualização, que barra o uso de qualquer versão não-registrada de seus softwares. Dessa forma, acredita, é que o Linux poderá saltar para o lar dos brasileiros.

É uma possibilidade razoável: boa parte da população migrar para o Linux por causa das medidas da Microsoft. A empresa baixou muito o preço do Windows, é verdade, mas ainda é muito caro.

Então o que pode acontecer é: quem tiver dinheiro vai comprar o Windows original. Quem não tiver pode migrar para o Linux.

Fonte: Portal do SERPRO

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