quinta-feira, 11 de fevereiro de 2010

Publicidade enganosa da internet 3G

Sempre disse à minha sobrinha que as propagandas das empresas brasileiras de banda larga móvel são todas enganosas.
Depois de muita reclamação dos consumidores, a Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) resolveu apertar o cerco às operadoras de banda larga. Determinando que a partir de 1.º de junho de 2010, as empresas de banda larga móvel serão obrigadas a informar nas peças publicitárias a velocidade mínima de conexão à internet do serviço que está sendo vendido.

A determinação, imposta pela Anatel, foi comunicada por meio de ofício enviado a todas as prestadoras. A empresa que descumprir a regra está sujeita a responder processo administrativo na Anatel e poderá ser multada.

A Anatel não explicou porque a determinação não alcança também as operadoras de banda larga fixa, como as empresas de telefonia ou de TV a cabo. A conselheira da Anatel, Emília Ribeiro, já havia informado à Agência Estado, em outubro do ano passado, que o órgão regulador vem trabalhando em um regulamento de qualidade para a internet fixa.

Uma das regras propostas é a de se exigir das empresas a entrega da velocidade contratada. Pelo estudo, as operadoras teriam de prever no contrato uma velocidade mínima e máxima de conexão à internet.

O gerente geral de Comunicações Pessoais Terrestres da Anatel, Bruno Ramos, responsável pelo envio do ofício às operadoras móveis, explicou que as empresas não podem simplesmente dizer nas propagandas a velocidade máxima de conexão.

"A propaganda tem de vender o que está sendo oferecido. Se vai comprar um mega (1 megabits por segundo), tem de ter um mega de velocidade", afirmou Ramos depois de participar de reunião do conselho consultivo da Anatel.

Medição. A Anatel determinou ainda que, a partir de junho, as empresas terão de fornecer ao cliente, junto com a venda de modems para conexão à internet, um software que mede a velocidade de acesso à banda larga.

A medida, segundo Ramos, foi tomada com base em reclamações feitas por consumidores à central de atendimento da agência. O gerente disse que não há um levantamento da velocidade média que é efetivamente entregue e que há empresas que não fornecem o que estão oferecendo.

O ofício da agência também foi enviado ao Conselho de Autorregulamentação Publicitária (Conar), órgão que regula o setor de propaganda no Brasil. Ramos disse ainda que as empresas terão de esclarecer aos clientes, na propaganda, que existe uma variação da velocidade de conexão, já que as redes são compartilhadas por vários usuários.

O Idec conseguiu uma liminar contra a propaganda enganosa da banda larga fixa. As empresas têm 30 dias para incluir, nas peças publicitárias, a mensagem "a velocidade anunciada de acesso e tráfego na internet é a máxima virtual, podendo sofrer variações decorrentes de fatores externos".

Além disso, a liminar determinou que os consumidores podem cancelar o serviço, mesmo que o contrato esteja no período de fidelidade, por lentidão do serviço contratado.

Mais competição. A Secretaria de Direito Econômico (SDE) do Ministério da Justiça sugeriu à Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) que estimule a entrada de novas empresas no mercado de banda larga em lugares onde haja apenas uma prestadora dos serviços.

Pela sugestão da SDE, a Anatel deveria conceder mais licenças para a prestação dos serviços. A SDE decidiu também encaminhar ao Ministério Público Federal a nota técnica sobre o assunto para contribuir com uma investigação que a Procuradoria vem fazendo sobre o assunto.

Fonte: O Estado de São Paulo

quarta-feira, 10 de fevereiro de 2010

Tudo ganha vida pelas teclas no PC

Até o dinossauro FHC aderiu o PC com ferramenta de trabalho.
O ex-presidente Fernando Henrique Cardoso não escreve mais à mão. Artigos, estudos, mensagens – O que FHC pensa da tecnologia e da revolução digital. “Acho que nem sei mais escrever à mão”, disse durante palestra que fez na Escola Superior de Propaganda e Marketing (ESPM), em São Paulo. Mas isso não quer dizer que o sociólogo seja um prodígio da tecnologia. Pelo contrário: não raras vezes os bites e bytes lhe pregam peças do arco da velha.

Certa vez, por exemplo, ele perdeu um texto que escrevia. O documento simplesmente escafedeu-se da tela do computador. “Pedi ajuda ao seu marido”, disse, da mesa de onde palestrava, para Mônica Serra, esposa do governador de São Paulo, José Serra.

Ele tentou me ajudar e não resolveu nada. Pedi para meu filho, que também não conseguiu resolver. O jeito foi chamar meu neto para dar uma solução”, afirmou, arrancando boas gargalhadas da platéia.

A história começou como piada, mas foi a forma de FHC dizer que – segundo palavras dele – a “grande revolução do momento é a da comunicação”, fenômeno propiciado pela tecnologia da informação. E que esse movimento será liderado pela juventude. “A revolução da tecnologia da comunicação é para gente nova. A pedagogia moderna é isso”.

Google e o Kindle, “essa maquininha aí”

Ao falar assim, a intenção do ex-presidente é destacar o papel de liderança das novas gerações no mundo contemporâneo, e não diminuir a importância dos mais velhos no processo de digitalização.

Para ele, pensar o País daqui para frente significa estar inserido na lógica da inovação científica, o que repercute em todos os setores da economia. “Só temos a Embraer competindo no exterior porque temos o ITA”, disse, referindo-se ao Instituto Tecnológico da Aeronáutica.

Agora temos essa maquininha aí que permite ler livros”, afirmou, numa referência aos leitores digitais como Kindle. “Também existe a Wikipédia. Eles escrevem muitas bobagens sobre mim lá, mas é um ponto de partida para a pessoa avançar e descobrir mais sobre um assunto”, brincou. “E também temos o Google, o maior sabido do mundo hoje”.

E o que deve um país fazer diante de um cenário como esse? Ou, para ficar no tema de sua palestra (“Ensino superior como área crítica estratégica”), qual o lugar da universidade diante da revolução digital? “A questão é ser ou não ser um analfabeto na web. O importante não é a tecnologia, mas a pessoa. É a formação dos professores para que lidem com as tecnologias da informação”.

Sobrou até para o Lula

Esse contexto também permite analisar, segundo FHC, a aplicação da tecnologia como instrumento de desenvolvimento. Como exemplo, cita o caso do Chile, que, para ele, fez um bom trabalho de valorização de seus produtos e sua imagem como país. “Os chilenos inventaram um negócio que é vender ostra para a França. Parece coisa simples, mas é complicado. Envolve logística, tecnologia”, afirmou.

Outro exemplo é o vinho, que, de algumas décadas para cá, alcançou status internacional graças a um bom trabalho de marca, pela avaliação de FHC. Foi o que bastou para dar uma alfinetadinha em seu grande rival político.

O Brasil tem uma grande produção de fruta, à la Lula, ‘a maior do mundo’, mas ninguém conhece. O mundo do futuro é do design, da moda, da tecnologia. É o que chamam de economia criativa”.

Castells e os soviéticos

Ao refletir sobre o desenvolvimento tecnológico, FHC citou até o sociólogo espanhol Manuel Castells, autor de a “Galáxia da Internet”, com quem afirmou “ter sólida amizade”.

Conforme relembrou o ex-presidente, um dos estudos de Castells, feito há algumas décadas, mostra que um dos motivos de o império soviético ter ruído se deve ao fato de a URSS ter perdido o bonde da evolução tecnológica, embora o país tivesse, durante bom tempo, despontado como potência científica. O descompasso se deu a partir do momento em que os EUA começaram a viver “a revolução tecnológica, a digitalização, a concepção binária”, disse FHC.

Só depois o comando soviético percebeu que os americanos olhavam para o pequeno, o micro, enquanto eles continuaram no macro. E a evolução caminhou para a miniaturização, foi do complexo para simples”, analisou.

O resumo da ópera, seguindo o raciocínio de FHC, são as profundas transformações sociais, políticas e econômicas provocadas pela tecnologia. “A revolução tecnológica tem um efeito maior do que a revolução industrial teve em sua época”.

Fonte: Nave Digital

terça-feira, 9 de fevereiro de 2010

A elasticidade da ética na internet

A ética na internet deixa muito a desejar.
A Internet foi criada para suprir as necessidades do Departamento de Defesa dos E.U.A, que necessitava de uma rede de computadores que não podia ser destruída por bombardeios e que conseguia ligar pontos considerados estratégicos para o país, criada nos anos 60, no auge da Guerra Fria, a Internet é hoje um veículo indispensável às empresas e instituições. Para a globalização a internet é de grande importância, e interfere nas diferenças culturais e na forma de pensar das pessoas. Como todos os veículos que revolucionaram o sistema mundial, existem pontos negativos e positivos em seu uso.

Pode acarretar um enriquecimento ou decadência da sociedade, depende do conteúdo que cada indivíduo encontra e se interessa na internet. Por ser um veículo instantâneo, de alcance mundial, descentralizado, interativo, flexível e que movimenta um número surpreendente de pessoas.

A Internet vem sofrendo alguns problemas éticos desde o seu aparecimento, o mesmo do mundo real, afinal a rede é o reflexo da sociedade que a usa

Crimes no espaço cibernético
Um dos problemas enfrentados no mundo cibernético são os crimes bancários e financeiros. O comportamento criminoso no mundo real é igualmente um comportamento criminoso na internet, as autoridades civis têm o dever e o direito de fomentar as leis existentes em todos os contextos.

Tudo que é falta de ética na vida real pode ser aplicado para a realidade virtual. São necessários novos regulamentos para abordar crimes específicos, praticados na Internet, como a disseminação de vírus de computador, o furto dos dados pessoais armazenados nos discos rígidos, e outros semelhantes.

Plágio
Apesar de ser bastante corriqueiro o hábito de copiar materiais existentes na internet essa prática é ilegal. O plagiador quase sempre copia na íntegra o material já existente, não checa suas informações para saber a veracidade dos textos ou das imagens e muitas vezes utiliza informações desatualizas.

A internet pode ser uma grande fonte de pesquisa, mas para utilizá-la é necessário citar a fonte proposta e aperfeiçoar o que for utilizado. Essa é a única garantia de tornar a internet um veículo seguro e de credibilidade.

Divisão digital
Existe uma divisão digital que separa os grupos dentro (ou fora) da internet. A faixa etária dos internautas é um dos divisores de água no ciber espaço. De acordo com uma pesquisa realizada pela União Européia, enquanto que 85% dos estudantes com idade entre 16 e 24 anos acessam a rede, apenas 13% dos europeus na faixa dos 55 aos 74 anos fazem o mesmo.

A diferença entre pessoas “on-line” e “off-line” também está relacionada à educação. Cerca de 25% daqueles que não completaram o colegial navegam virtualmente. O número sobe para 52% entre aqueles que terminaram o colegial e 77% entre os universitários. Ainda segundo a pesquisa, 47% dos europeus possuem acesso à internet (nos EUA a porcentagem é de 55%).

As melhores taxas de inclusão digital pertencem à Suécia (82%), seguida por Dinamarca (76%) e Finlândia (70%). O pior valor refere-se à Grécia, com 20%. Os números têm como base entrevistas feitas com cerca de 204 mil pessoas, residentes em 25 países europeus.

Aqui no Brasil também existe uma exclusão social ao acesso a internet às pessoas menos favorecidas economicamente. É necessário encontrar meios para que toda a população possa usufruir o espaço cibernético, suprir as necessidades em meio à informação on - line e implantar serviços abrangentes, disponíveis gratuitamente. As instituições públicas têm a particular responsabilidade de criar e manter sites atualizados e de fácil acesso.

Liberdade de expressão
Negar o acesso à informação, pela internet ou outros veículos de comunicação, é uma forma de manipular o público mediante a desinformação e a propaganda. Impedir a liberdade de expressão e de opinião é uma afronta ao jornalismo honesto e admirável. Os regimes autoritários são absolutamente os piores agressores.

Caixa de e-mail cheia
A maioria dos e-mails existentes dentro uma caixa de entrada são de propagandas feitas para atingir um público que não apenas deixará de consumir tal produto como também cria uma imagem negativa do mesmo. A venda de mailing ou de dados sigilosos pela internet, sem a devida autorização dos seus destinatários, é antiético e um abuso da propaganda.

A Internet pode ser conduzida de forma errada trazendo consequências desastrosas.

segunda-feira, 8 de fevereiro de 2010

A importância dos comentários

Os comentários no blog e que dá um pouco mais de ânimo para o blogueiro continuar com seu blog.
Hoje em dia, um blog é uma ferramenta de comunicação importantíssima para a internet, nos blogs, você pode encontrar informações e opiniões sobre os mais variados assuntos, e interagir com o blogueiro através do sistema de comentários do blog.

Os comentários são importantes para que o blogueiro conheça a opinião dos visitantes do blog e, ao contrário de um jornal, os leitores podem ajudar o blog com mais informações e opiniões sobre o texto escrito.

No blog Meiobit, por exemplo, os comentários são tão importantes quanto o texto escrito. Além disso, a quantidade e a qualidade dos comentários definem quem e quantos são realmente as pessoas que acessam seu blog.

Nos blogs regionais, como o blog de Fred Menezes ou de Simorion Matos, os comentários também são importantes, mas são menos freqüentes, devido ao menor número de visitas, além da cultura dos visitantes, que estão acostumados com jornais como o Vitrine do Cariri que não aceita comentários, acabaram acostumando o usuário a não expressar sua opinião sobre as notícias.

Tão importante quanto o comentário é a resposta do autor, caso o conteúdo do comentário seja relevante, pois é comum encontrar comentários do tipo “Legal” ou “chato”, ou ainda comentários de pessoas anônimas falando qualquer idiotice querendo ser o dono da razão, ou seja, é comum quando você faz uma crítica a algo, alguém comentar “Vosse tem inveja” , ou algo do tipo.

Esse tipo de comentário não merece ser respondido, afinal um dos lemas de fórum, blogs e afins é “Não alimente os Trolls”, (pessoa que fala muita porcaria nos foruns, blogs, sites etc,).

Se você lê um texto, e tem uma opinião relevante, comente. Se você tem um blog e recebeu um comentário, responda com uma opinião relevante.

domingo, 7 de fevereiro de 2010

YouTube revela os vídeos mais assistidos em 2009

youtube vídeos, vídeos mais vistos da internet, vídeos mais assistidos do youtube, mais assistidos, mais vistos, de maior sucesso, vídeos de sucesso no You Tube.
O YouTube anunciou a lista de termos mais buscados ao longo do ano, divididos mês a mês. Se em janeiro o principal interesse dos visitantes era a posse do presidente Barack Obama, em junho e julho o tema mais quente eram os vídeos de Michael Jackson, e em Outubro, época de Halloween, foi a vez de “atividade paranormal”. Em dezembro quem entrou em evidência foi o golfista Tiger Woods, devido a seu acidente de carro e descoberta de vários casos extraconjugais. O site também divulgou o ranking com os vídeos mais assistidos de 2009:

Em 1º lugar ficou a apresentação da cantora Susan Boyle no programa Britain’s Got Talent, que ultrapassou a marca de 120 milhões de exibições:



Bem atrás, com mais de 36 milhões de exibições, vem “David After Dentist“, que mostra um menino confuso (devido a sedativos usados na extração de um dente) na volta para casa após uma visita ao dentista:



O 3º lugar ficou com “JK Wedding Entrance Dance“, que mostra padrinhos e noivos em uma elaborada coreografia na entrada da igreja, com mais de 33 milhões de exibições:



Em 4º lugar ficou o trailer do filme Lua Nova, com cerca de 30 milhões de exibições:



E em 5º o comercial “Evian Roller Babies“, com bebês andando de patins, com mais de 27 milhões de exibições:



Fonte: IG Tecnologia

sábado, 6 de fevereiro de 2010

Internet e depressão

Nunca devemos trocar a vida social pela digital, é muito perigoso.
Pessoas que passam muito tempo navegando pela internet têm maior risco de apresentar sintomas depressivos, de acordo com uma pesquisa feita no Reino Unido por cientistas da Universidade de Leeds. O estudo, que será publicado na edição de 10 de fevereiro da revista Psychopathology, procurou analisar o fenômeno de usuários que têm desenvolvido o uso compulsivo da internet, substituindo a interação social no mundo real pelo virtual, em redes sociais, chats ou em outros serviços eletrônicos.

Segundo os pesquisadores, os resultados do estudo apontam que esse tipo de dependência pode ter impactos sérios na saúde mental. “A internet ocupa hoje parte importante na vida moderna, mas seus benefícios são acompanhados por um lado negro”, disse Catriona Morrison, um dos autores do estudo.

Enquanto a maioria usa a rede mundial para se informar, pagar contas, fazer compras e trocar e-mails, há uma pequena parcela dos usuários que acha difícil controlar o tempo gasto on-line. Isso ao ponto em que tal hábito passa a interferir em suas atividades diárias”, apontou a cientista.

Os “viciados em internet” passam, proporcionalmente em relação à maioria dos usuários, mais tempo em comunidades virtuais e em sites pornográficos e de jogos. Os pesquisadores verificaram que esse grupo tem incidência maior de depressão de moderada a grave.

Nossa pesquisa indica que o uso excessivo da internet está associado com depressão, mas o que não sabemos é o que vem primeiro. As pessoas depressivas são atraídas pela internet ou é o uso da rede que causa depressão?”, questionou Catriona.

A pesquisa examinou 1.319 pessoas com idades entre 16 e 61 anos. Do total, 1,2% foi considerado como “viciado em internet”. Apesar de ser uma pequena parte do total, segundo os pesquisadores o número de internautas nessa categoria tem crescido.

Incidentes como a onda de suicídios entre adolescentes ocorrida na cidade de Bridgend, no País de Gales, em 2008, têm levado a questionamentos a respeito da influência das redes sociais em indivíduos vulneráveis à depressão.

No estudo, os pesquisadores observaram que o grupo dos “viciados em internet” era formado principalmente por usuários mais jovens, com média de idade de 21 anos.

Está claro que para uma pequena parte dos usuários o uso excessivo da internet é um sinal de perigo para tendências depressivas. Precisamos considerar as diversas implicações dessa relação e estabelecer claramente os efeitos desse uso na saúde mental”, disse a pesquisadora.

Fonte: Vi o Mundo

sexta-feira, 5 de fevereiro de 2010

Bateria recarregada a dedo

Essa bateria recarregada a dedo não deixa de ser ecológica.
Todos nós já estamos cansados que ler notícias a respeito de projetos que propõem o uso de água, lixo, barulho e muitos outros recursos para produzir energia. Mas os designers Song Teaho e Hyejin Lee inovaram ao inventar um meio de produzir energia que depende, apenas, de um dedo.

Trata-se da “Twirling Battery”, uma bateria para celulares que é recarregada a partir de movimentos de rotação feitos com o dedo indicador. Segundo os criadores, são necessárias 130 voltas para que o celular funcione por 25 minutos em standby ou ainda para que uma pessoa possa fazer uma ligação de 2 minutos.

A invenção, claro, não é nada prática – sem contar que os casos de tendinite cresceriam absurdamente, se a moda pegasse. Mas tem gente vendo o lado positivo da história: Song Teaho e Hyejin Lee deram o primeiro passo e, agora, quem sabe, a tecnologia pode ser aprimorada, para um dia se tornar uma alternativa a ser considerada quando o assunto são as energias limpas.

Por enquanto, a invenção pode ser usada nos momentos de Lei de Murphy, em que precisamos do celular exatamente quando ele está sem bateria. Não?

Fonte: Superinteressante

Twitter Delicious Facebook Digg Stumbleupon Favorites More

 
Powered by Blogger