terça-feira, 27 de julho de 2010

A informação é poder

A Google vai dominar o mundo.Nelson Mattos, vice-presidente de engenharia do buscador para a Europa, Oriente Médio e África, ele chefia 500 engenheiros espalhados em doze capitais européias. Em entrevista exclusiva dada à swissinfo nos laboratórios da Google em Zurique, ele fala sobre sua carreira, a estratégia da empresa e o futuro da Internet.

Google em ZuriqueOnde se fabricava bebida no passado, hoje se programa o futuro. O moderno complexo de escritórios do recém-inaugurado "Centro Google de Engenharia para Europa, Oriente Médio e África", mais conhecido como "EMEA", foi construído no espaço ocupado por uma antiga cervejaria em um bairro não muito distante do centro de Zurique.

Para o visitante, o prédio lembra mais uma universidade. Jovens com mochilas coloridas entram e saem, uns até com roupas esportivas para correr no parque vizinho.

A líder dos motores de procura não economizou para dar conforto aos seus funcionários: comida gratuita, salões de jogos, salas de estar imitando bibliotecas inglesas e vários espaços de reunião que mais lembram playgrounds coloridos.

Nesse ambiente aparentemente descontraído, Nelson Mattos recebe o repórter. Formado nos anos 80 pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul em ciências da computação e com doutorado em Kaiserslautern, na Alemanha, ele vive há mais de 16 anos no exterior.

Depois de passar pela IBM, onde chegou ao cargo de vice-presidente de tecnologias de usuários e informação no IBM Research, o brasileiro foi convidado pela Google para chefiar sua pesquisa européia em doze laboratórios espalhados por capitais tão diversas como Londres, Moscou, Tel Aviv, Irlanda, Munique ou Zurique.

Uma curiosidade de jornalista: qual foi o primeiro computador que você teve?

Nelson Mattos: O primeiro computador que eu trabalhei foi no período da ditadura militar, quando o Brasil estava tentando criar uma indústria nacional. Era um computador da Nixdorf, de tecnologia alemã e produzido no Brasil. Era um computador médio, pois ainda não existiam PCs. Ele rodava o basic, a linguagem principal de computação, e o assembler. Nessa época eu estava estudando na Universidade do Rio Grande do Sul.

Ao se formar, por que você saiu logo do Brasil?

Nelson Mattos: Eu saí do Brasil imediatamente ao terminar o mestrado. Foi em fevereiro de 1984. No final de março vim para a Alemanha com o objetivo de fazer o doutorado. O plano inicial era retornar ao Brasil depois de 04 ou 05 anos do doutorado. Mas ai eu recebi uma proposta de ficar trabalhando como professor na universidade alemã. Então eu pensei: por que não? Essa era uma oportunidade única de continuar pesquisando minha área. Era um trabalho excelente. A Universidade de Kaiserslauten havia recebido um financiamento do governo alemão para estender o meu trabalho de doutorado. Para mim foi uma oportunidade única de liderar um grupo enorme na minha área de pesquisa.

E ao terminar o doutorado quais eram as perspectivas de trabalho?

Nelson Mattos: Depois de três anos fazendo isso, eu e minha família já estávamos de malas prontas para voltar ao Brasil, onde eu já havia me inscrito para um concurso de professor titular da Universidade Federal de Santa Catarina, em Florianópolis. Então eu recebi uma proposta de passar dois anos no laboratório de pesquisa da IBM na Califórnia que, na época, era o "must" da área de pesquisa em banco de dados. Eu e a minha esposa achamos que era uma idéia magnífica passar um ou dois anos fora a caminho do Brasil. Aconteceu que esses dois anos viraram dezesseis...

Em artigo na imprensa especializada li que você chegou a ter treze patentes no tempo da IBM. É verdade?

Nelson Mattos: Sim. Até entrar na Google, eu trabalhei a minha carreira toda com banco de dados. A maioria das minhas patentes é nessa área. Essa indústria se expandiu vertiginosamente nos últimos anos, sobretudo em áreas como "business intelligence", "analytics" ou "content management". A metade dos 16 anos na IBM foi especificamente dedicada a ela. Eu fui parte do grupo que desenvolveu o DB2 para plataformas baixas, ou seja, o grupo que criou o banco de dados da IBM em plataformas baixas para Unix e Windows. Mas depois disso saí e comecei a trabalhar em outras áreas dentro do ramo do que hoje em dia se chama "information management", mas não especificamente em bancos de dados.

Na IBM você chegou ao cargo de vice-presidente de tecnologias de usuários e informação na área de pesquisa da IBM. Qual era o seu trabalho?

Nelson Mattos: Dos últimos seis anos de trabalho na IBM, eu ocupei cinco montando um "business" para a empresa: o portfólio de "informação e integração", onde criamos vários produtos internos e fizemos várias aquisições como a da Accenture, um negócio de mais de um bilhão de dólares que foi costurado por mim. Foi no último ano na IBM que eu voltei para a pesquisa. Eu era responsável pela metade de toda a pesquisa nos laboratórios da IBM no mundo inteiro na área de software. Era a área de "information management", "tecnologias web", motores de busca e outros.

E como você foi parar na Google?

Nelson Mattos: Eu fui contatado pela Google, que mostrou seu interesse em que eu viesse para a Europa chefiar os centros de pesquisa e desenvolvimento na Europa, Oriente Médio e África. Obviamente, sendo Google, me chamou muito a atenção. É uma estrutura empresarial completamente diferente. O que também me chamou atenção foi a possibilidade de assumir um cargo de liderança fora dos Estados Unidos. Aí eu conversei com a empresa a acabei aceitando a proposta.

Na IBM você trabalhou intensamente em uma área da informática muito importante chamada "web semântica". O que isso significa?

Nelson Mattos: Quando voltei a pesquisar na IBM, um dos projetos nessa área era o "WebFountain". Ele também estava sob minha responsabilidade. A IBM tem vários projetos em web semântica. No caso do WebFountain, o objetivo era analisar todo o conhecimento que está disponível na Internet e, com isso, tentar descobrir tendências. Um exemplo: se você é um artista que lançou um novo CD e quer tentar descobrir o que os usuários pensam a respeito do trabalho. Se você conseguir analisar um grande volume de dados que está disponível em blogs, páginas da Internet, nos "chat rooms" e coisas do gênero, então você terá condições, de uma forma geral, de saber quais são as tendências, ou seja, o que está se falando sobre um determinado tema.

Trata-se então de uma tecnologia que cruza todas as informações disponíveis na Internet para tirar conclusões?

Nelson Mattos: Exatamente. O Fountain era um projeto que tinha, do ponto de vista de processamento de dados, a necessidade de avaliar um volume extremamente grande. Imagine a quantidade de dados que está hoje disponível na Internet...

Foi essa experiência e conhecimentos que tornaram você uma pessoa interessante para a Google?

Nelson Mattos: O negócio que eu montei para a IBM nos meus últimos anos de trabalho, o setor de informação e integração, começou a se expandir na área de busca e análise de dados não estruturais. A web é formada por dados não estruturais, ou seja, texto, vídeo, imagens ou "blogging". Todos eles têm uma estrutura que não é rígida como nos sistema de bancos de dados relacionais. Então eu já comecei a trabalhar nessa área. Nós chegamos até a lançar pela IBM o "Information Integration Omnifind", um produto na área de busca para o ambiente empresarial, não o ambiente de usuário final que a Google trabalha. Quando fui para área de pesquisa, então me envolvi ainda mais com o tema. Foi aí que eu comecei a me envolver tecnicamente com áreas em que a Google já trabalhava. Obviamente que a Google não está só voltada para a Internet, de uma maneira geral, mas dado o volume de dados encontrados na web, o volume de consultas só na parte de busca já é algo fenomenal. Primeiro, a quantidade e diversidade de dados e, segundo, o volume de consultas de usuários no mundo inteiro, que lançam milhões de consultas a cada segundo.

O cargo de vice-presidente de engenharia da Google para Europa, Oriente Média e África tem a ver com a estratégia de regionalização da Google?

Nelson Mattos: O Google trabalha no mercado consumidor - se você olhar, todos os produtos da Google estão voltados para o usuário final como os produtos de busca, o "Google Maps" ou o "Google Earth". Quem interage com esses produtos é o usuário final. Obviamente o usuário final é diferente em cada lugar do mundo. O tipo de consulta que os brasileiros fazem é diferente do tipo de consulta que os suíços fazem na Suíça. O comportamento dos russos ou chineses também difere. Por isso é importante que a Google tenha a percepção das diferenças que existem entre seus usuários. Por exemplo: a gente sabe que o adulto no norte da Europa lê, em média, três jornais por dia. Já na Suíça essa média é de um jornal por dia. Obviamente a maneira pela qual uma pessoa da Noruega utiliza a internet é muito diferente da maneira que um suíço utiliza.

É por isso que a Google desenvolve seus produtos em diferentes países?

Nelson Mattos: Sim. Desde o início, a Google tinha a visão de que para você poder criar produtos que são relevantes a cada usuário no mundo inteiro, é necessário ter engenheiros de desenvolvimento que tenham um bom conhecimento do comportamento e das necessidades de cada usuário. E isso é impossível de fazer se você tem todo o desenvolvimento centralizado na Califórnia. Afinal, o pessoal que está sentado na Califórnia vai obviamente entender muito bem as necessidades da população americana. Mas você acredita que eles entenderiam a necessidade dos brasileiros, dos chineses ou dos noruegueses? Obviamente que não! Por isso, já há bastante tempo, a Google criou essa estratégia de abrir centros de pesquisa e desenvolvimento em vários países do mundo.

Qual é o papel dos diferentes centros de pesquisa espalhados no mundo dentro da estratégia da Google?

Nelson Mattos: A idéia, quando se começou a criar esses centros, é que cada um deles teria duas funções: trabalhar em produtos e iniciativas que vão ter impacto global - por exemplo, o Google Maps, cujo grande parte do desenvolvimento é feito em Zurique, mas que é utilizado no mundo todo - e, finalmente, adaptar os produtos da Google, desenvolver novas extensões ou mesmo novos produtos que são específicos para um mercado local. Um exemplo disso é o "Google Transit", uma extensão no "Google Maps" que permite obter informações sobre meios de transportes públicos para ir de um local ao outro, seja de ônibus, trem, metrô ou caminhando. Obviamente essa é uma extensão extremamente popular na Europa. Inclusive, recentemente, a gente lançou uma extensão que reúnes todos os dados das companhias de trens e bondes aqui da Suíça.

Mas por que alguns produtos da Google "pegam" em alguns mercados e outros não?

Nelson Mattos: Nós concluímos que muitas dessas extensões, feitas para um mercado local, podem ter aplicação em outros lugares. Se você pegar o "Transit", que é extremamente utilizado em alguns países da Europa, ele também é utilizado nos Estados Unidos, sobretudo em grandes cidades com bons sistemas de transporte. Porém se você olhar as áreas rurais nos EUA, praticamente ninguém utiliza esse serviço.

Essa lógica explica por que o "Orkut", uma rede social criada por um funcionário de vocês nos Estados Unidos, um informático turco, só ter sucesso no Brasil?

Nelson Mattos: Sim, esse é um bom exemplo. Trata-se de um produto que teve uma receptividade extremamente forte no Brasil, mas também na Índia. Essa situação cria um círculo de desenvolvimento interessante. Nesse caso, poderíamos falar no ciclo de desenvolvimento de produtos, algo que é extremamente curto na Google. Ele vai de dois a três meses. A idéia é lançar alguma coisa no mercado e ver como os usuários vão reagir. Pelo fato de trabalharmos diretamente com o usuário final, ao lançar um protótipo, algo simples, podemos saber imediatamente se ele está gostando ou não e o que está faltando para melhorar o produto. Isso cria novos requerimentos que são colocados no desenvolvimento. Em três meses eu posso lançar mais alguma coisa e satisfazer aquelas exigências. Com isso eu recebo mais feedbacks e assim continua a história.

Quer dizer que o próprio usuário termina participando no desenvolvimento dos produtos da empresa?

Nelson Mattos: O fato de o Orkut ter sido bastante popular no Brasil fez com que a gente recebesse cada vez mais feedbacks da população brasileira. Isso fez com que ele se tornasse cada vez melhor para aquele ambiente no Brasil. Porém o Orkut não se tornou popular em outros países. Isso é um exemplo bem interessante, porque mostra a importância de você ter centros de desenvolvimento no mundo todo. Eu até diria que essa é uma das grandes diferenças entre a Google e outras empresas com centros de desenvolvimentos centralizados. Com isso temos condições de criar produtos específicos, que possam satisfazer as exigências de cada usuário e entender culturalmente o que aquela população precisa.

Assim como a Internet, a Google também parece ser uma empresa em constante transformação. Quais são os futuros desafios?

Nelson Mattos: Nosso objetivo, a missão da Google, é organizar toda a informação do mundo. Em segundo lugar, fazer com que essa informação esteja disponível a qualquer usuário e que seja útil para ele. Trata-se de um desafio, pois nem toda a informação no mundo é baseada em texto. O volume de imagens, vídeos e áudios que cresce na internet é algo fenomenal. Apesar de dispormos de produtos que já têm condições de buscar imagens, textos, etc com uma única consulta, ainda temos muitas desafios pela frente. No "universal search" da Google, por exemplo, com uma única consulta você pode receber resultados que são textos, páginas web, imagens, vídeos, áudios e assim por diante.

Fonte: swissinfo.ch

segunda-feira, 26 de julho de 2010

Ferramentas para fazer sucesso no Twitter

Ninguém me segura!Para usar o Twitter com eficiência, você tem que conhecer ferramentas que complementam o Twitter e ajudam a usar melhor esta ferramenta de comunicação on-line. O Twitter, como muitos sites de mídias sociais, permite agregar aplicações de terceiros. Assim outras empresas podem desenvolver softwares para o Twitter e criar aplicações adicionais para a ferramenta. Abaixo algumas ferramentas para você ficar muito popular no Twitter:

Para usar o Twitter : Embora você possa usar o seu navegador para acessar o Twitter, existem duas ferramentas que servem para você acessar o Twitter, com a tecnologia Adobe Air, diretamente do seu computador : o Twhirl e o TweetDeck. Para quem usa o navegador Firefox, há um plugin chamado Twitbin. São gratuitos e você baixa e instala no seu computador, e pode usar o Twitter de uma forma mais eficiente, visualizando ao mesmo tempo os tuits que você segue, as pessoas que respondem a você, ver perfis, e mensagens diretas, sem ter que mudar de página como no navegador.

Para pesquisar no Twitter : Use o Twitter Search, Twitdir ou o Tweetscan para pesquisar e saber o que estão falando de você, do seu blog, ou de um tópico de seu interesse.

Para seguir conversas no Twitter: O Friendfeed permite concentrar todo o conteúdo disponível em RSS em uma única página. A aplicação também permite que se responda diretamente, sem a necessidade de navegar pelo Twitter. O meu Friendfeed.

Para o Trending Topics: Também chamados de hashtags, o uso do símbolo # antes da palavra, permite acompanhar um tema que você ou outro usuário criou. Seu uso permite uma série de aplicações complementares ao Twitter.

Para usar o Twitter localmente : Se você está interessado em uma região específica, por exemplo o local onde mora, o Twitterlocal filtra os tuits baseado no perfil do usuário e seu local de origem.

Para seguir o Twitter com Alertas: Muitas vezes conversas que começam no Twitter acabam indo para os blogs e outras redes sociais. Para acompanhar isso você pode usar o Google Alerts com o seu Twitter. Assim o Google irá enviar para seu e-mail atualizações periódicas sobre as referencias a seus tuits na rede.

Para integrar o Twitter com outras mídias: Existem inúmeras ferramentas importantes para integrar o Twitter com outras mídias. O TwitPic é uma ferramenta que permite que você tuite fotos. Seus seguidores vêem a descrição e o link para a foto. O meu Twitpic . Já o Migre.me e o bit.ly são uma ferramentas que permite transformar URLs grandes, em pequenos links, que aparecem no Twitter, economizando os escassos 140 caracteres.

sábado, 24 de julho de 2010

5 programas para ver TV no PC

Duas paixões juntas: TV e PC.
Gratuitos, eles não têm a resolução e nem a qualidade de som de uma TV tradicional, mas podem quebrar o galho numa situação emergencial – e, claro, sintonizar canais de outros países. Abaixo um conjunto de programinhas para assistir televisão na tela do PC:

Megacubo – é um dos programas mais baixados para ver televisão no PC aqui no Brasil. Tem um motivo: ele oferece uma boa gama de canais brasileiros.

Radeon TV Movie Radio Player – o forte desse programa é o agregador de canais por tema. Portanto, no dia de futebol, será fácil encontrar nele um canal para ver as partidas. Além de TV, o Radeon TV também tem um sintonizador de rádios.

InternetTV – o software separa os canais por países. Com ele, então, é possível tentar sintonizar emissoras de outros países.

TV-Fox – plug-in para o Firefox que sintoniza, dentro do navegador, canais de várias partes do mundo, inclusive do Brasil. Por ser apenas um complemento, o TV-Fox pode ser uma solução bem útil para quem não consegue instalar programas no PC.

FreeZ Online TV - O aplicativo utiliza o Windows Media Player para sintonizar os canais disponíveis. A facilidade de uso está no menu lateral que organiza os canais em categorias em uma estrutura de árvore.

Fonte: INFO Online

quinta-feira, 22 de julho de 2010

Internet ultrarrápida do Google

Banda larga super rápida, como um foguete.
O Google lançou dia 13/07/2010 um site especial com informações sobre o projeto experimental de construção de uma rede de internet ultrarrápida, anunciada no início do ano. Conforme a empresa, a ideia do experimento é oferecer uma rede com capacidade de tráfego de 1 gigabit por segundo para até 500 mil americanos a preços competitivos.

Quando anunciou o projeto, a companhia pediu que autoridades locais ou representantes da sociedade dos Estados Unidos manifestassem o interesse de participar da iniciativa. Ao todo, 1,1 mil comunidades enviaram resposta, além de 200 mil pessoas físicas de todo o país.

"Ao longo deste processo, uma mensagem se tornou alta e clara: as pessoas estão sedentas por acesso à internet de melhor qualidade e velocidade", escreveu a gerente de produto do Google, Minnie Ingersoll, no blog oficial da empresa.

Google Fiber for Communities: Get InvolvedSegundo Minnie, o site Google Fiber for Communities manterá informações atualizadas sobre o projeto para quem estiver interessado. A proposta é que as pessoas, informadas, defendam políticas públicas locais e federais que ajudem na implantação de fibra óptica em todo o país.

A empresa informa ainda que anunciará a comunidade - ou comunidades - que participará dos testes até o fim deste ano. "Ainda temos algum trabalho à nossa frente antes de estarmos prontos para o anúncio. Por enquanto, esperamos que este site ajude a manter a conversa em andamento".

Fonte: G1 - Tecnologia e Games

Opções avançadas do Youtube

O You Tube está cada vez melhor.
Com a nova interface do YouTube a ideia foi deixar à mostra apenas as opções onde os usuários mais clicam. Diversas funcionalidades foram retiradas, movidas ou escondidas e acresentadas outras, tudo para tornar mais fácil a utilização do site, por exemplo o Kickyoutube permite o internauta baixar os vídeos. O AutoShare é um programa que espalha os vídeos mais rapidamente. Já o CaptionTube é usado para colocar legendas. Aprenda ainda como enviar vídeos em alta definição ou pulando o começo do clipe, separando a melhor parte. Confira:

Baixar vídeos
Para baixar os vídeos do YouTube você não precisa de nenhum programa, só trocar o “youtube” no URL por “kickyoutube”. Ao dar enter, você é levado à página do Kickyoutube. Aí, vai aparecer um menu horizontal com opções de formato para o download. Basta clicar em “Go”.

Espalhe por aí
Ao invés de espalhar os vídeos por e-mail ou Orkut, é possível fazer isso de forma mais prática. A função AutoShare cuida disso. É só acessar “Minha conta”, depois “Configuração de conta”. Em seguida, clique “Compartilhamento”. Lá você encontra todas as informações da função, que divulga o material no Facebook e no Twitter.

Pular o começo
Sabia que é possível assistir ou compartilhar um vídeo a partir de um determinado ponto? Você pode pular o começo e só mandar a parte que mais interessa, por exemplo. Para isso, adicione o texto #t=01m30s ao final da URL. Deste modo, o vídeo vai começar depois de um minuto e meio de sua duração.

Alta definição
Usando o mesmo artifício acima, é possível mandar uma versão de alta definição do vídeo apenas mexendo na URL. Adicione &fmt=18 ao fim do endereço, nos casos de resolução de 480 por 270 pixels) ou &fmt=22, de 1280 por 720. O vídeo que não tiver uma versão em alta será exibido na versão original.

Legendas
O CaptionTube é um serviço que permite colocar legendas nos vídeos. Para usá-lo, você precisa ir em: captiontube.appspot.com e fazer login com sua conta do YouTube. Crie uma conta no CaptionTube. Na janela de importação, clique em “Personal video”. Na primeira vez que você usa o serviço, é preciso autorizar o acesso do programa aos seus vídeos, clicando em “Go to YouTube”. Na página do YouTube, clique em “Allow Access”.

Vídeo em blog
Para exibir um vídeo embutido em seu blog ou site, vá à página do clipe no YouTube. Em “About this video”, copie o código do “Embed” e inclua no HTML da página. Não esqueça de destinar um espaço para o vídeo no site.

Fonte: Mais Dicas

quarta-feira, 21 de julho de 2010

Marina Silva promove "twitaço" e ganha seguidores

Twitter como palamque político.O perfil no Twitter da candidata à Presidência pelo PV, Marina Silva, rompeu a marca de 100 mil seguidores através de um "twitaço". O movimento articulado por apoiadores da campanha focou no fortalecimento da presença dela nas redes sociais, na última terça-feira (20/07/2010).

“O Twitter é um canal que integra a ideia de fazer a campanha com as pessoas e não para as pessoas”, escreveu Marina em seu perfil.

O ranking dos assuntos mais comentados no Brasil pelo Twitter, o Trending Topics Br, exibiu os termos "Marina Silva" e "#euvotomarina" durante grande parte do dia. Em seu site oficial, o partido explicou que a proposta da campanha é conhecer melhor os internautas que apoiam candidata e o motivo pelo qual cada um aposta no projeto da ex-senadora.

Dilma e Serra na rede

A E.Life, brasileira especializada em monitorar as redes sociais, divulgou em maio deste ano, que os presidenciáveis José Serra (PSDB) e Dilma Rousseff (PT) atingiram 7 milhões de usuários através de seus perfis no microblog.

Fonte: AdNews

Personagens de 'Crepúsculo' e prisão de Lindsay Lohan são iscas para golpe virtual

Personagens de Crepúsculo.Criminosos do mundo virtual estão se aproveitando da exposição da prisão da atriz americana Lindsay Lohan e a repercussão do lançamento do terceiro filme da saga Crepúsculo – Eclipse – para contaminar computadores. As informações são da empresa de segurança Symantec que divulgou nesta terça-feira (20/07/10) o aumento de ocorrências com esses termos, sem apresentar números específicos.

Lindsay Lohan chorando ao saber de sua condenaçãoDe acordo com a empresa, e-mails, mensagens em redes sociais ou em programas de mensagem instantânea que oferecem links com imagens da atriz americana sendo presa ou fotos de Robert Pattinson nu podem estar infectados.

Ao clicar nesse tipo de link, o usuário poderá instalar algum vírus, spywares, programa de keylogging e outros malwares. Com isso, os criminosos podem roubar informações pessoais do internauta, como senhas de conta bancária ou de e-mail.

Esse tipo de ataque – que usa assuntos que estão em voga na mídia para chamar a atenção das pessoas – é conhecido como engenharia social. E, constantemente, golpistas utilizam esse tipo de artifício para enviar mensagens de e-mail em massa (spams) ou links maliciosos às pessoas.

Outros casos
Recentemente, circularam pela internet e-mails que remetiam ao caso Bruno. As mensagens eletrônicas prometiam fotos de vestígios do corpo de Eliza Samudio, ex-amante do goleiro. Ao clicar no suposto link para as imagens, um malware se autoinstala no computador, que permite o roubo de informações confidenciais por spammers.

Durante a exibição de realities show, os golpistas utilizam o mesmo tipo de artifício. Na última edição do BBB, por exemplo, e-mails sobre a morte do ex-BBB Elieser ou com notícias sobre um possível filme pornô com as participantes Cacau e Morango se espalharam pela internet.

A empresa pontua ainda que as crianças são mais suscetíveis a caírem nesse tipo de ataque. Segundo o Norton Online Family Report, 19% das crianças clicam no que recebem, sem se preocupar com o que está fazendo.

Prevenção
Para evitar cair nesse tipo de golpe, a empresa sugere que o usuário exclua o e-mail que contiver mensagens “apelativas” sobre Eclipse ou Lindsay Lohan e ignore links que prometam “revelações bombásticas” sobre a atriz americana ou o filme. Além disso, é importante que o usuário mantenha um software de antivírus ativo e atualizado.

Fonte: UOL Tecnologia

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